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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

1º de Dezembro - Dia Mundial da Luta Contra Aids

O dia 1° de dezembro é o dia mundial de combate à AIDS (Acquired Immune Deficiency Syndrome).

A AIDS é uma doença que ataca o sistema imunológico do homem, permitindo que seu organismo fique fragilizado, podendo ser contaminado com o vírus de várias outras doenças.
O vírus responsável pela doença é o HIV (vírus humano da imunodeficiência), fazendo da AIDS a quarta doença que mais causa morte no mundo.
Instituído no final da década de oitenta, o dia primeiro de dezembro une pessoas do mundo todo a fim de fazer um manifesto de conscientização sobre a doença e seus maiores problemas.
As formas de contágio são através de uso compartilhado de seringas, alicates de unha, instrumentos não esterilizados que furam e cortam, gravidez de mulheres infectadas e, principalmente, relações sexuais.
As transfusões de sangue também são uma forma de contágio, mas no Brasil este risco chega a quase zero. Porém, tivemos casos de milhares de pessoas infectadas dessa maneira, como o caso do sociólogo Herbert José de Sousa, o Betinho, que em 1986 foi contaminado em razão da hemofilia. Numa triste história, seus dois irmãos, Henfil e Chico Mário, faleceram da mesma maneira no ano de 1988.
Com isso, foram criadas campanhas de defesa aos direitos dos portadores do vírus HIV, fundando-se a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS.
Segundo informações do ministério da saúde, no Brasil, entre 1980 e 2007, foram constatados mais de 470 mil casos de contaminação.
No âmbito mundial, a contaminação chega a sete mil e quinhentos casos por dia, sendo que até o fim de 2007 os casos atingiram trinta e três milhões de pessoas, por dados da Organização Mundial de Saúde.
Os principais sintomas da doença são: diarreias, herpes, infecções cerebrais e o aparecimento de câncer. Além desses, como o organismo da pessoa infectada encontra-se muito fraco e debilitado, surgem outras doenças como gripes, pneumonia, tuberculose, meningite e demência – já em estágio bem mais avançado.
O tratamento da doença é feito através de um coquetel de drogas, descoberto em 1995. Porém a medicação, por ser muito forte, causa efeitos colaterais como a diminuição das disfunções renais e do fígado.
Além disso, os pacientes necessitam de acompanhamento médico constante, além de auxílio nas áreas da psicologia, psiquiatria, serviço social, nutrição e outras.

Fonte: Espaço Conscência de Viver

domingo, 1 de dezembro de 2013

1º de dezembro é o Dia Mundial de Combate à Aids

1º de dezembro, marca o Dia Mundial de Combate à Aids. A Unidade Sanitária - Programa DST/Aids programou ações educativas em estabelecimentos de ensino e empresas para orientar e sensibilizar a população em geral.

Nesta sexta (29), pela manhã e à tarde, foi feita panfletagem e distribuição de preservativos na sede da prefeitura. A atividade também será feita na saída e entrada de turno da empresa Tupy, e será realizada conversa com turmas do Colégio Elias Moreira. Com alunos do ensino fundamental da Sociesc está agendado um encontro no dia 3 de dezembro.

Os postos de saúde do município foram decorados a fim de divulgar a campanha para a comunidade. A melhor decoração será premiada com um café para toda equipe envolvida.


Dados desde 2007

De acordo com a Vigilância Epidemiológica e Unidade Sanitária, da Vigilância em Saúde, da Secretaria de Saúde, desde 2007 até agora, num estudo que recebe o nome de série histórica, foram notificados 1229 casos de Aids em residentes no município. A pessoa com Aids é aquela que vive com o vírus do HIV e apresenta sinais e sintomas, enquanto a pessoa portadora do vírus HIV não necessariamente apresenta os problemas da doença.

Apenas em 2013, 127 pessoas portadoras do vírus passaram a apresentar os sintomas. Somente neste ano, ocorreram 23 óbitos de pessoas que viviam com o HIV. E foram registradas 289 pessoas vivendo com o HIV e que iniciaram tratamento no Programa de DST/HIV/Aids, em Joinville.

Prevalece o sexo masculino, tanto nos casos diagnosticados com o vírus, quanto nos de Aids. Nos dados de 2007 a agosto de 2013, foi constatado que 65%, em média, dos casos de Aids são Homens, e 35% são mulheres.

“Constatamos ainda que as faixas etárias, entre 30 a 49 anos, são as que mais se transformam em AIDS, correspondendo a uma média de 62% do total de casos da doença. Porém, observamos que, de 2010 até agora, a faixa etária acima de 60 anos vem crescendo gradativamente”, comenta a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Aline Costa da Silva. Também houve um crescimento na faixa etária de 20 a 29 anos, que até então não era significativa.


Exposição ao vírus

Com relação ao tipo de exposição ao vírus, a análise indicou que 70% dos casos de Aids se denominavam heterossexuais, 22% homossexuais/bissexuais e 8% ignoraram a resposta. Para a Vigilância Epidemiológica, estes dados demonstram que, definitivamente, não existem mais grupos de risco, e sim comportamento de risco, quando as pessoas não usam preservativos nas relações sexuais, compartilham seringas e agulhas com outros usuários de drogas ou não fazem o pré-natal adequadamente.


Profissões mais atingidas

Na análise da série histórica, de 2007 a agosto de 2013, foi constatado que as categorias profissionais mais diagnosticadas com Aids foram: pedreiro e operador de máquinas fixas em geral (6%); motorista de caminhão, rotas regionais e internacionais ( 3%); ferramenteiro (2%). As demais profissões (89%) correspondem a autônomos em geral, como armador, carpinteiro, eletricista, servente, metalizador, soldador, tecelão, marceneiro, costureiro, estivador, padeiro, entre outros, com 1% cada.


Diferença entre HIV e Aids

Caso de HIV: pessoa que descobriu que é portador do vírus HIV, mas não necessariamente precisa estar apresentando sinais e sintomas de infecção, ou doente. Não é de notificação compulsória ao Ministério da Saúde.

Caso de Aids: pessoa que vive com o vírus do HIV e que está com sinais e sintomas de infecção pelo vírus HIV, ou por outro de outra doença oportunista, apresentando um quadro infeccioso. É de notificação compulsória obrigatória ao Ministério da Saúde.


Onde fica a Vigilância Epidemiológica – Unidade Sanitária
Rua Abdon Batista, 172 / Centro

http://www.joinville.sc.gov.br/noticia/6210-1%C2%BA+de+dezembro+%C3%A9+o+Dia+Mundial+de+Combate+%C3%A0+Aids.html

sábado, 1 de dezembro de 2012

Em Piracicaba, portadora de HIV há 14 anos ainda luta contra preconceito


Administradora, Alessandra Modesto descobriu que tinha o vírus em 1998. Neste sábado (1), Dia Mundial de Combate à Aids, prevenção é discutida.

A administradora de empresas Alessandra Modesto, de 42 anos, portadora do vírus HIV há 14 anos, ainda luta contra o preconceito em Piracicaba (SP). “Muitas pessoas se afastaram de mim por causa da doença. Apesar de hoje existir mais acesso a informações sobre a Aids, o preconceito ainda existe”, contou. Neste sábado (1) é lembrado o Dia Mundial de Combate à Aids.

“A primeira vez que sofri preconceito foi há muito tempo. Eu frequentava um salão de beleza e as proprietárias ficaram sabendo que eu tinha a doença. Um dia cheguei lá para fazer as unhas e fui informada que não seria atendidada”, disse a administradora.

Alessandra contou que "ficou sem chão" quando descobriu que tinha a doença, em 11 de outubro de 1998. "Essa data nunca saiu da minha cabeça. Foi o dia em que descobri que era portadora do vírus HIV. Meu marido estava muito doente, com dores no estômago e febre alta. Foram feitos dois exames, e o de HIV deu positivo", relatou Alessandra.

"Naquela época não tinha muitos recursos e a doença não era conhecida, mas recebemos todo o apoio da família. Eu me preocupava com meu marido, que estava muito debilitado, e ele se preocupava comigo. Foi um sofrimento em família, mas eu me fortaleci. Eu tinha que ficar bem para cuidar dele e da minha filha, que na época tinha apenas 13 anos”.


Depois de quatro anos de descoberta da doença, Alessandra e o marido decidiram ter mais um filho. “Naquela época havia uma grande preocupação em passar a doença para a criança, mas tivemos todo o apoio dos médicos, que deram o suporte e informaram que as chances de risco eram pequenas e foi o que aconteceu. Hoje minha filha está com 10 anos, tem muita saúde e não é portadora do vírus HIV.”

A filha de Alessandra do primeiro casamento, Natália Aparecida Modesto Faustino, 26 anos, contou que não foi fácil quando descobriu que a mãe tinha o vírus. “Foi muito difícil e fiquei revoltada, porque havia acabado de perder minha avó. Fiquei arrasada, pensava que minha mãe também ia morrer. Era o que a gente pensava na época”, contou.

“Eu evito contar sobre a doença da minha mãe para os outros, porque até hoje ainda existe o preconceito. É mais tranquilo em relação ao passado, mas ainda permanece”, relatou Natália. Atualmente, Alessandra trabalha com o marido em uma oficina mecânica e também é voluntária e palestrante do Centro de Apoio aos Portadores do Vírus HIV/Aids, Hepatites Virais e Câncer de Piracicaba (Caphiv).

Convivência
Por meio deste trabalho, a administradora de empresas passa para as pessoas atendidas pela entidade um pouco da experiência de como é conviver com a Aids. Segundo dados da Secretaria da Saúde de Piracicaba, de janeiro a junho deste ano foram registrados 18 novos casos da doença do município. Em 2010, de acordo com a pasta, foram 48 e em 2011, outros 28 casos positivos.

G1

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Pesquisadores conseguem proteger ratos contra Aids



Paris - Pesquisadores americanos, utilizando uma estratégia análoga à terapia gênica, conseguiram proteger ratos contra o vírus da Aids, com uma só injeção, segundo um trabalho publicado na quarta-feira pela revista científica britânica Nature.

Essa estratégia permitiu induzir uma produção permanente de anticorpos neutralizantes anti-HIV em ratos geneticamente modificados, com uma só injeção aplicada no músculo da pata do animal.

A técnica baseia-se no uso de um vetor, como um vírus inofensivo associado ao adenovírus ou "AAV" - que transporta os genes encarregados de programar a fabricação, directamente no músculo, de anticorpos protectores - que se distribuem em seguida por todo o
organismo.

Dado o nível de proctecção obtido por esse procedimento chamado "VIP" (por "vectored immunoprophylaxis"), a equipe de biólogos de Caltech (Instituto de Tecnologia na Califórnia), dirigido pelo Prêmio Nobel David Baltimore, espera poder aplicar o tratamento em humanos.

Essa inmunorpofilaxis "VIP" tem um efeito semelhante ao de uma vacina, mas sem fazer o sistema imunológico trabalhar, explicou Alejandro Balazs, principal autor do estudo num comunicado de imprensa de Caltech.

Esquematicamente, uma vacina compreende um antígeno, como uma bactéria morta ou um elemento reconhecido de um vírus, e depois de injetado no corpo, o sistema imunológico aprende a fabricar anticorpos para combatê-lo.

Este procedimento clássico não permitiu até o momento criar uma vacina eficaz contra o vírus da Aids.

A equipe de investigadores procjeta testar esse método em ensaios clínicos limitados, primeiro para comprovar se é possível obter uma produção suficiente de anticorpos a partir de um músculo humano.

"Como já sabemos que os anticorpos funcionam, acredito que podemos induzir à produção de anticorpos suficientes nos genes, as possibilidades de que o método VIP tenha sucesso são realmente elevadas", disse Balazs.

Angola Press

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Cerca de 250 mil brasileiros não sabem que foram infectados por HIV



Brasília - Cerca de 630 mil brasileiros vivem com HIV em todo o país – desses, 255 mil não sabem que foram infectados. Os dados foram divulgados hoje (1º) pelo Ministério da Saúde.
De acordo com a pasta, o número de testes de HIV distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) passou de 3,3 milhões, em 2005, para 8,9 milhões em 2009. O índice de testagem para HIV em todo o país, no ano passado, foi de 38,4%.

Paula Laboissière


Agência Brasil

Documentário Positivas - Dia Mundial de Combate à AIDS, 1º de dezembro



Para comemorar o Dia Mundial de Combate à AIDS, 1º de dezembro, a TV Brasil exibe na sexta (3), às 23h, o documentário Positivas de Susanna Lira, vencedor do prêmio Melhor Longa Metragem

http://www.tvbrasil.org.br/novidades/


Portal Luis Nassif

terça-feira, 30 de novembro de 2010

SP distribui 18 mil camisinhas no Dia Mundial de Luta contra a Aids


Programação nesta quarta inclui palestras, atividades culturais e a soltura de 2 mil balões

SÃO PAULO - A Secretaria de Estado da Saúde preparou uma série de ações especiais para celebrar o Dia Mundial de Luta contra Aids, nesta quarta-feira, 1º. A programação na capital envolve distribuição de 18 mil camisinhas, palestras, atividades culturais e a soltura de 2 mil balões em frente ao Hospital Estadual Emílio Ribas, às 12h.
A partir das 5h30 da manhã, no Terminal Parque Dom Pedro II, o Programa Estadual DST/Aids, em parceria com o Sindicato dos Motoristas de Transporte Coletivo de São Paulo, distribuirá 10 mil preservativos aos usuários de linhas de ônibus.
Às 15h30, os visitantes da Galeria do Rock poderão participar do evento "Todas as tribos unidos na luta contra a aids", que contará com apresentações de grafite e street dance, orientação sobre teste de sorologia e distribuição de 6 mil preservativos.
A data também marca o último dia da campanha estadual "Fique Sabendo", com testes gratuitos de HIV em 460 municípios paulistas. Entre as 13h e 17h, mais 2 mil preservativos serão distribuídos para quem for às unidades do Sesc Vila Mariana, Santana, Ipiranga, Pinheiros e Pompeia, onde também serão oferecidos exames para detecção do vírus da aids.
"O dia reforça a solidariedade, a tolerância e a compreensão para com os soropositivos", afirma a coordenadora do Programa Estadual DST/Aids, Maria Clara Gianna.
Nesta quarta, haverá ainda um ciclo de palestras no Instituto Emílio Ribas para discutir perspectivas atuais e futuras do tratamento contra HIV e aids. A iniciativa contará com apresentações artísticas, como da transexual Nany People, mostra de comerciais e a soltura de balões. O instituto, referência em infectologia na América Latina, fica na Avenida Dr. Arnaldo, 165, Cerqueira César.
"Essa é uma data emblemática para refletir sobre a importância de ações articuladas de saúde pública para combater a propagação do HIV no Brasil e no mundo", diz o diretor do Emílio Ribas, David Uip.

Programação estadual:
5h30
- Prevenção no terminal de ônibus Parque Dom Pedro II, com a distribuição 10 mil preservativos;
13h - Encerramento da campanha "Fique Sabendo" nas unidades do Sesc Vila Mariana, Santana, Ipiranga, Pinheiros e Pompeia, com a distribuição de 2 mil preservativos e realização de testes rápidos de HIV;
15h30 - "Todas as tribos unidas na luta contra a aids", com apresentações de grafite e street dance, orientação sobre sorologia e distribuição de 6 mil preservativos em frente à Galeria do Rock;

Instituto de Infectologia Emílio Ribas:
8h45
: Palestra "HIV - Presente, Passado e Futuro", com o diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, David Uip;
9h30: Palestra "HIV - Situação atual e perspectivas futuras - Situação epidemiológica no Estado de São Paulo", com a coordenadora do Programa Estadual de DST/Aids, Maria Clara Gianna;
10h30: "Retrovirologia humana - desde o princípio ao HIV e o HIV para o futuro", com o presidente da Sociedade Panamericana de Neurovirologia, Roberto Trujillo;
12h: Cerimônia de soltura de 2 mil balões;
15h30: Dossiê MTV, com a apresentação de 13 comerciais desenvolvidos sobre temas eleitos por adolescentes;
19h30: Noite Cultural - apresentações de Nany People, de "A Peça" e das atividades artísticas Vem Ver Dançar: "O Tango", Ouvir Ver Tocar: "A Música" e "Grupo Doce Encontro".


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