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sábado, 27 de abril de 2013

Procon multa rede de lanchonetes por publicidade abusiva


No início deste mês, a rede de lanchonetes Mc Donald’s foi multada em R$ 3 milhões pela Fundação Procon-SP por publicidade abusiva. A condenação veio após a veiculação de propagandas, na TV e em seu próprio site, voltadas ao público infantil e consideradas inadequadas.
A assessora técnica do Procon-SP, Andréa Benedetto, afirma que a campanha foi considerada abusiva por vincular o produto a “personagens do mundo infantil, associando a sentimentos, como felicidade, e inserção social”. Ainda de acordo com a entrevistada, "as crianças são hipervulneráveis por estarem em desenvolvimento e não terem discernimento do que é comercial”.
Não há nenhuma legislação que regule especificamente a questão da publicidade infantil. Então, para tomar a decisão, o Procon se baseou no Código de Defesa do Consumidor que proíbe qualquer tipo de propaganda abusiva. Para Andréa, as empresas deveriam levar em consideração essa restrição ao criar as campanhas publicitárias. “É possível fazer uma propaganda infantil que não seja abusiva. Deve ser uma publicidade que seja muito clara, que não se aproveite desse mundo lúdico, e possa facilmente ser identificada como um comercial”, explica.
Em declarações à imprensa, o Mc Donald’s anunciou que irá recorrer da atual decisão na Justiça. Esta não é a primeira vez que a rede de lanchonetes é multada pelo Procon por conta de seus produtos voltados ao público infantil. Em 2011, a empresa já havia sido multada pelos brindes do Mc Lanche Feliz, que, segundo o Procon, configurariam venda casada, ou seja, a obrigatoriedade de comprar dois itens ao mesmo tempo. Na época, o Mc Donald’s não anunciou se iria recorrer desta decisão e tem até o mês de maio deste ano para pagar a multa.

promenino

quarta-feira, 13 de março de 2013

Mulher é presa por deixar o filho de menos de 2 anos fumar maconha


Rachelle L. Braaten, de 24 anos, foi presa após filmar com o celular o filho de 1 ano e 10 meses fumar maconha com ajuda de um bong - aparelho também conhecido como water pipe e que é utilizado para qualquer tipo de erva, normalmente cannabis, tabaco e derivados.

No vídeo, Rachelle leva o bong à boca do filho e diz para ele inalar. O menino engasga, tosse e vai embora, deixando a mãe dando risadas.

Policiais de Centralia (Washington, EUA) tiveram acesso ao vídeo e foram até a residência onde Rachelle vive com o filho e o companheiro, Tyler J. Lee, de 24 anos.

De acordo com o "Sun", agentes acharam na casa 40 pés de maconha e uma arma.

O estado americano descriminalizou a posse de até 40 gramas de maconha, mas continua ilegal cultivar e distribuir a erva e a fornecer a menor de idade.

O Globo

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Crianças e adolescentes arriscam suas vidas com trabalho infantil e mendicância nas ruas


Durante muito tempo as cidades parecem hipnotizar com tantas luzes brilhantes e promessas de progresso e de um “futuro certo”. Mais de 50% da população mundial vive em cidades médias e grandes onde o crescimento da urbanização é inevitável. É cada vez maior o número de crianças que crescem em áreas urbanas, atualmente já são mais de um bilhão de novos seres humanos espalhados ao redor da Terra, representando 60% aumento da população nos centros urbanos. Dentro de poucos anos, a maioria das crianças irá crescer em cidades e não nos meios rurais.

A análise é do relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Crianças em um Mundo Urbano (2012). O documento afirma que em 2050, sete em cada 10 pessoas viverão em áreas urbanas e a maior parte desse crescimento se dá em países de baixa e média renda. As estimativas sugerem que dezenas de milhões de crianças vivem ou trabalham nas ruas de cidades grandes e médias em todas as partes do mundo – e o número vem aumentando em função do crescimento da população global, da migração e da urbanização crescente.

Os centros urbanos oferecem diversas vantagens como escolas, serviços de saúde e espaços de lazer e recreação. Porém, as mesmas cidades que acolhem também são as que mais segregam e apresentam algumas das maiores disparidades em termos de saúde, educação e oportunidade para crianças e adolescentes, fazendo com que muitas famílias passem a viver em condições precárias, com direitos violados e chegando a situações extremas. A exploração de trabalho infantil ou ter que escolher entre morar ou comer, levando muitas famílias à situação de rua, são algumas delas.

Contraste social

Essas pessoas enfrentam a ameaça constante de expulsão, ainda que vivam nas condições mais inadmissíveis – em habitações inseguras e em núcleos superlotados nas periferias das cidades, seriamente vulneráveis a doenças e catástrofes. Por que a família vai para a rua? “Alguma coisa está acontecendo no território dessa família e ela teve que vir para um lugar onde o poder aquisitivo é maior para suprir algumas necessidades básicas”, explica a psicóloga Cícera Pinheiro, atuante no Presença Social nas Ruas (PSR). A entidade é conveniada à Secretaria Municipal de Assistência Social de São Paulo, e responsável por projetos de combate à exploração de mão de obra infantil. Além das necessidades básicas, a organização levanta as demandas de adoecimento psíquico, situação irregular da criança com a escola e questões de enfermidade na região de Pinheiros e arredores, na zona oeste da capital paulista.

Segundo dados do Instituto Social Santa Lúcia, a cada cem pessoas abordadas por mês na região, em média, 80 delas são crianças e adolescentes em situação de trabalho. Acompanhadas geralmente da mãe ou de algum adulto responsável, meninos e meninas viajam das periferias de São Paulo até a região de Pinheiros e Vila Madalena porque acreditam que seja a concentração de pessoas com maior poder aquisitivo e vida noturna, aumentando as chances de se beneficiarem financeiramente com gorjetas.

A maioria das famílias vêm de Pirituba (20 quilômetros da região de Pinheiros), Itaquaquecetuba (50 quilômetros), Taubaté (145 quilômetros) e Pindamonhangaba (165 quilômetros), e arrecadam, por dia, entre R$ 100 e R$ 150. “Para nossa tristeza estamos percebendo que a gorjeta na região é muito alta, em apenas um fim de semana uma criança consegue arrecadar até R$ 300”, afirma a psicóloga. “Os programas de transferência de renda em relação a isso não significam nada”, completa. Por mês, crianças e adolescentes conseguem faturar até R$ 3 mil, enquanto o Bolsa Família, programa do Governo Federal, por exemplo, tem uma ajuda de custo de no máximo R$ 306 por família.

“A pessoa que dá R$ 50 de caixinha para a criança é a mesma que liga para reclamar e exige uma ‘higienização’ no local. É o típico pensamento preconceituoso de que a pessoa está pagando para não ver mais aquele problema social ali”, esclarece a assistente social do PSR, Lais Boto. De acordo com a líder do Programa Nossas Crianças, Andréia Lavelli, da Fundação Abrinq, “dar dinheiro ou comprar qualquer produto vendido por crianças ou adolescentes nos faróis só perpetuará a situação de pobreza e não acabará com o problema”. Quando uma criança for encontrada em situação de trabalho, Lavelli esclarece que a pessoa deve procurar o conselho tutelar mais próximo da região onde esse menino ou menina encontra-se trabalhando, ou denunciar ao Ministério Público.

Riscos e exploração

Há pelo menos 245 pontos de mendicância infantil somente na cidade de São Paulo, entre cruzamentos, semáforos e feiras livres. O mapeamento da cidade durou dois anos e foi coordenado pelo pedagogo Itamar Moreira com ajuda do Instituto Social Santa Lúcia. O resultado foi publicado em 2009, no livro “O Trabalho Infantil na Cidade de São Paulo” e revela que 25,7% das crianças e adolescentes estão em Pinheiros; 17,1% em Santo Amaro, zona sul, e 15,1% em Santana, zona norte. Lapa, Vila Mariana, Mooca, Jabaquara, Saúde, Moema e centro são as outras regiões de maior concentração dessas crianças.

Muitos desses meninos e meninas são coagidos a trabalhar em atividades que envolvem riscos e exploração. “A criança que trabalha apresenta sérios problemas de saúde como fadiga excessiva, distúrbios do sono, irritabilidade, alergias e problemas respiratórios. O esforço físico pode prejudicar o seu crescimento, ocasionar lesões na medula espinhal e produzir deformidades”, explica Lavelli. Quem vive em centros urbanos se depara facilmente com crianças engraxates, flanelinhas, guardadores e lavadores de carros, vendedores, malabaristas e distribuidores de panfletos em faróis, catadores de latinhas, trabalhadores de lixões e trabalho infantil doméstico.

No âmbito da educação, as crianças e adolescentes que trabalham apresentam cansaço excessivo, dormem em sala, têm o emocional instável e pode levar ao abandono da escola. “Estar fora da escola pode tornar a criança uma vítima de exploração sexual, tráfico de drogas e outras atividades ilícitas”, conclui. Cícera aponta que, além disso, as crianças têm vergonha de dizer que sustentam a casa por medo dos colegas tirarem sarro.

Ciclo

A mãe ou o responsável pelas crianças usam de violência física e verbal para controlar as vendas, como explica a assistente social, Boto. “Quando as crianças retornam para o responsável, necessariamente têm que estar com a caixa de chiclete vazia ou todos os panos de prato vendidos, porque senão passam por violência física ou verbal até na frente de todo mundo, na rua mesmo”. As mães, geralmente agressivas, segundo a psicóloga, elas já conhecem o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) inteiro. “Elas dizem saber que estão erradas, que não deveriam trazer os filhos, mas que não têm o que comer em casa”.

Quando a criança sai dessa fase e vai para a adolescência, a situação de rua é mais presente e comum a dependência química e a exploração sexual. Também há a questão do consumismo, como comenta Cícera Pinheiro. “O adolescente diz que precisa ajudar a mãe, mas que também tem que comprar o que é necessário para ser aceito na escola ou em determinado grupo”, discorre. “Quando o trabalho na rua e a mendicância não são mais o suficiente e não dão mais retorno, esses meninos e meninas têm grande chance de ingressarem no crime”, explica Cícera. Geralmente essas crianças e adolescentes já vêm de gerações ou contato com a vida na rua ou com trabalho infantil. “Qual a outra forma que esses adolescentes aprenderam a ter dinheiro?”, questiona Boto.

promenino

domingo, 6 de janeiro de 2013

Padre do Paraná se masturba diante de menina de 13 anos


A Polícia Rodoviária prendeu na quarta-feira (2) o padre Reginaldo Antonio Ghergolet (foto), 37, da Diocese de Jacarezinho (PR), por ter se masturbado diante de uma menina de 13 anos em Ribeirão do Pinhal.

O padre foi solto mediante pagamento de fiança de R$ 2.714 e vai responde à Justiça por abuso de vulnerável (artigo 218 do Código Penal). A Diocese de Jacarezinho o afastou de suas atividades.

De acordo com o inquérito policial, o padre, de passagem pela cidade, pediu à menina informação sobre onde fica o hospital.

Ao se aproximar do carro de Ghergolet, a garota viu que ele, de bermudas, estava se masturbando. Ela o xingou e chamou a Polícia Militar. O padre fugiu, mas foi pego na BR-153, no quilômetro 144, pela Polícia Rodoviária quando passava por Santo Antônio da Platina.

Ribeirão do Pinhal tem 13 mil habitantes e fica a 407 km de Curitiba.

No decreto cautelar da suspensão do padre, dom Antonio Braz Benevente, bispo diocesano de Jacarezinho, comprometeu-se a oferecer apoio psicológico à menina.

Paulopes

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Criança encontra recém-nascido morto dentro de mochila, em Goiás


Segundo vizinha, corpo do bebê estava enrolado em um saco de arroz.
Caso aconteceu na manhã desta quinta-feira (20), em Aparecida de Goiânia.
Recém-nascido estava enrolado em saco, dentro de mochila.

Um recém-nascido morto foi encontrado dentro de uma mochila por volta das 8h30 desta quinta-feira (20), no Setor Buriti Sereno, em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana. Segundo a mulher que acionou a polícia, o bebê foi achado pela filha de uma vizinha, uma menina de aproximadamente 5 anos.

“A filha da minha vizinha mexeu na mochila, viu o bebê e correu para contar para a mãe. Quando minha vizinha viu, começou a passar mal e me gritou na porta de casa. Ele estava com o corpinho enrolado em um saco de arroz, dentro de uma mochila. Era um bebê lindo”, disse ao G1 a empregada doméstica de 41 anos, que preferiu não se identificar.

A informação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) é que o menino ainda estava com o cordão umbilical e com o corpo sujo de sangue. Agentes da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida estiveram no local.

Investigação
Segundo a titular da DPCA, Myrian Vidal, até o final da manhã ainda não havia ficado definido quem vai investigar o caso. “Se for um aborto, a investigação fica a cargo da DPCA. Agora, se morreu depois de nascer, o GIH que investiga”, explicou a delegada.

Até o início da tarde desta quinta-feira, as equipes continuavam no local aguardando a chegada do Instituto Médico Legal (IML) para recolher o corpo. A polícia ainda não tem informações sobre a mãe da criança.

CARIRI VELHO

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Caso de mãe que vendeu 3 filhas por R$ 6 choca a Índia

O caso de uma mulher que vendeu as três filhas pelo equivalente a R$ 6 por não conseguir cuidar delas chocou a Índia.

Purnima Halder parece ter 30 e poucos anos, mas não sabe a idade ao certo nem onde nasceu. Para ela, a vida tem sido uma luta constante.

Sem nenhuma dose de emoção, ela conta que decidiu se desfazer das filhas Piya, de 10 anos, Supriya, de 8, e Roma, de 4, para evitar que elas seguissem pelo mesmo caminho.

A história somente se tornou conhecida porque elas foram resgatadas e agora estão, junto com a mãe, em um abrigo para vítimas de tráfico humano em Bijoygunge, a 60 km de Calcutá.

Os assistentes sociais temiam que elas fossem obrigadas a se prostituir ou serem vítimas de casamentos forçados.

Expulsas

O drama das meninas começou ao serem expulsas de casa pelo próprio pai.

Purnima conta que o marido ficava bêbado com frequência e batia nela e nas filhas.

Até que um dia ele as mandou embora.

Elas acabaram indo morar numa estação de trem, onde Purnima foi convencida a vendê-las para que tivessem supostamente uma vida melhor.

Mas o destino delas era incerto, em uma região onde o tráfico humano é um problema sério.

Mais de 15 mil crianças desapareceram nas mãos de traficantes em Bengala Ocidental no último ano.

"Isso é o que a vida fez a ela [Purnima]. Ela está desesperada. Ela enfrentou a pior escolha que uma mãe poderia ter que enfrentar — se desfazer de suas filhas", afirma Annapurna Ghosh, superintendente da casa que abriga mais de cem mulheres e meninas, além de 30 meninos.

No abrigo, as meninas estão seguras, mas sentem dificuldades de adaptação. Elas ainda estão traumatizadas. E ainda temem que a mãe se desfaça delas outra vez.

R7

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Bebê é flagrado em raio-x dentro da mala

Um bebê, de cinco meses, foi encontrado dentro de uma mala de mão após a bagagem passar pelo raio-x do Aeroporto de Sharjah, no Emirados Árabes. Os pais da criança foram presos na hora. Segundo o jornal “The Sun”, o casal egípicio tinha tentado embarcar com o filho horas antes, mas foi impedido pelas autoridades locais por falta visto do recém-nascido para entrar no país. Para não perder o voo, eles resolveram colocar a criança dentro da mala.

- Esta máquina é muito perigosa para qualquer pessoa, mais ainda um bebê - disse uma autoridade policial ao jornal "Gulf News".

A criança está agora sob tutela do estado.

Extra Online

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Criança de nove anos é encontrada acorrentada


O garoto não tinha comida, água ou banheiro ao seu alcance...

Uma criança de nove anos foi encontrada pela Polícia Militar acorrentada em casa, ontem (23), em um bairro de Santo Antônio da Platina, na região Norte do Paraná. O menino estava sozinho e a corrente, com cerca de 2 metros, com cadeados, prendia a criança à sua cama.

O garoto não tinha comida, água ou banheiro ao seu alcance, e segundo apurou-se os pais o deixavam assim quando saiam para trabalhar. A mãe trabalha no comércio e o padrasto é mecânico. Os policiais chegaram até a casa depois de denúncias anônimas. Eles usaram uma serra para romper a corrente e libertar o menino.

O garoto foi encaminhado ao Conselho Tutelar da cidade, onde foi atendido. Os pais da criança foram identificados e encaminhados à delegacia. Em depoimento à polícia, o padrasto e a mãe do menino disseram que tomaram a decisão de acorrentar a criança porque, apesar da idade, a criança estaria envolvida com o consumo e o tráfico de drogas na região onde vivem. Segundo o casal, esta foi a primeira vez que a criança ficou acorrentada. O casal tem ainda outros três filhos, mas que não estavam na casa no momento em que a polícia chegou.

O Conselho Tutelar de Santo Antônio da Platina disse que o menino sofre de problemas psicológicos e já teve dezenas de passagens pelo órgão. O garoto chegou a morar em um abrigo, porque a mãe não tinha condições de cuidá-lo.

O casal foi liberado pela Polícia Civil depois de assinar um termo circunstanciado. Apesar do ato, a criança voltou com os pais para casa.

CGN

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Quando a Infância perde o jogo

Quando a Infância perde o jogo é produto da pauta vencedora do VI Concurso Tim Lopes de Investigação Jornalística na categoria Mídia Impressa. As repórteres Juliana Braga, Renata Mariz, e o fotografo Iano Andrade, do Correio Braziliense, percorreram 11,5 mil km em cinco estados e três regiões do País para contar o lado oculto da pedofilia, do abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, no País do futebol.

Na primeira matéria, conheça as histórias de meninos que perderam seus sonhos de serem ídolos dos gramados.

“Comércio de Crianças no Mercado da Bola” é o título da nova matéria da série “Quando a Infância perde o jogo”, publicada pelo jornal Correio Braziliense no dia 11 de agosto.

“Violência Velada em Grandes Clubes do País” é a segunda matéria da série. Publicada pelo Correio Braziliense no dia 11 de agosto de 2012, revela que meninos atletas de times de renome nacional são vítimas de abuso e exploração sexual. Em muitos dos casos, os processos acabam em acordos e termos de compromisso antes mesmo de serem julgados.

“Jogada Baseada na Confiança” é a terceira matéria da série, e relata como agem os abusadores dos meninos que sonham em jogar futebol nos grandes clubes do País. Publicada pelo Correio Braziliense no dia 12 de agosto de 2012.

A omissão do Estado e dos órgãos relacionados ao futebol está na quarta matéria da série, “Sem fiscalização, atletas ficam desprotegidos”. Publicada pelo Correio Braziliense no dia 13 de agosto, o material demonstra o desamparado dos atletas e a falta da rede de atendimento à crianças e adolescentes abusados sexualmente.

A promessa de parlamentares e do governo de agir em favor dos jovens atletas está na quinta matéria da série. “CPI e Governo entram em campo contra os abusos” foi publicada pelo Correio Braziliense no dia 14 de agosto.

A série, pautada originalmente como Moeda de Troca, ganhou um hotsite que reúne fotos, vídeos e depoimentos. Conheça o hotsite “Quando a Infância perde o jogo”.

Fonte: Andi

promenino

sábado, 11 de agosto de 2012

Mãe deixa filha de um ano trancada dentro de um carro em Registro, SP

Veículo estava em um estacionamento no centro da cidade.
Mãe disse que precisou ir ao banco e acabou esquecendo a criança.


Uma mulher esqueceu a própria filha de apenas um ano trancada dentro de um carro em Registro, no Vale do Ribeira, no final da tarde desta sexta-feira (10). O veículo estava em um estacionamento no centro da cidade e o som do alarme do veículo acabou chamando a atenção de quem passava pelo local.

Uma das pessoas que estava no local, o publicitário Edson Antônio Moreira, conta que viu um rapaz observando a criança dentro do veículo. "A criança estava chorando e fui verificar. Aí constatei que o veículo estava trancado e sem circulação de ar", diz.

Elias Martins Souza, um dos bombeiros que fez o resgate do bebê, tentou acalmar a criança. "A gente efetuou a abertura no vidro e permitiu que entrasse ar para a criança respirar", conta.

A mãe do bebê foi notificada pela Polícia Militar e afirma ter esquecido a criança, que apesar do susto estava bem. "Eu fui no banco e esqueci minha filha dentro do carro", explica.

A mulher foi levada para prestar depoimento em uma delegacia da cidade. Segundo o delegado Flávio Gastaldi, a mãe da criança será indiciada. "Ela alegou que tinha que resolver um problema bancário e demorou alguns minutos. Nesse tempo ela foi comunicada que tinha uma criança dentro do carro. Ela irá responder pelo delito de abandono de incapaz, com pena de seis meses a três anos de prisão", finaliza.

G1

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Polícia encontra 3 crianças com fome em casa cheia de insetos; mãe é suspeita de abandono


Vizinhos de família em Jacarepaguá chamaram a polícia após três dias

Uma mulher é suspeita de abandonar as três filhas menores de idade na zona oeste do Rio de Janeiro. Segundo vizinhos, que chamaram a polícia, ela deixou meninas de dois, 11 e 13 anos sozinhas em casa por três dias. Ocaso aconteceu no bairro de Gardênia Azul, em Jacarepaguá.

Segundo a polícia, a mãe teria saído de casa dizendo que iria trabalhar e não voltou mais. As crianças foram encontradas com fome. Ainda de acordo com agentes, a casa estava suja e cheia de insetos.

Uma vizinha, que não quis se identificar, relatou que é a segunda vez que a mãe faz isso com as crianças.

As menores foram levadas para o Conselho Tutelar. A mãe responderá por abandono de incapaz.

R7

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Mulher conta como matou friamente o casal de filhos


Assassina confessa dos próprios filhos, Delneci do Amaral, 25 anos, teve que retornar à 13ª Subdivisão Policial, em Ponta Grossa, após sofrer ameaças de morte das outras detentas na cadeia feminina da cidade.

paraná online

Casal descobre agressão à filha em creche por vídeo postado na internet

Polícia de Pedreira (SP) abriu investigação nesta quarta para apurar o caso.
Imagens mostram menina sendo arrastada pelo braço na sala de aula


A Polícia Civil abriu investigação nesta quarta-feira (11) para apurar o caso de agressão de uma menina de dois anos dentro de uma creche filantrópica em Pedreira (SP). Os pais da criança descobriram que a filha era maltratada pela monitora do local por um vídeo (ao lado) publicado na internet na segunda-feira (9). A mãe da garota, a decoradora Edilaine Dias, conta que assistiu às imagens na noite de terça-feira (10) após ser avisada por um amigo.

Segundo a família, a direção da creche sabia do fato e demitiu a funcionária em janeiro, quando o vídeo foi feito, mas não informou os pais para 'preservar a imagem do local'. As imagens mostram a garota no canto da sala da Casa Espírita de Assistência à Criança (CEAI) chorando e a monitora gritando com a criança. Em seguida, a funcionária segura a menina por um dos braços e a arrasta até outro lado do cômodo. A monitora continua gritando com a menina enquanto coloca um sapato nela e dá um tapa na boca dela.

O material foi fornecido ao G1 pelos pais e está sendo analisado pelo delegado de Pedreira, Munir Prestes, que registrou o caso como crime de maus-tratos consumado. O autor do vídeo e a pessoa que publicou o material ainda não foram identificados pela polícia. Nesta quarta-feira, o vídeo não estava mais disponível para visualização no Youtube. "Nós já ouvimos os pais e queremos ouvir a monitora que está nas imagens", explica o delegado.

Na data da agressão, a menina tinha 1 ano e 11 meses. "Até o ano passado, era outra monitora, e ela adorava ir para a escola. Mas depois ela começou a aparecer com marcas 'roxas' no corpo, até na orelha, e arranhada. Eu perguntei o que estava acontecendo, mas me disseram que era normal, coisa que acontecia nas brincadeiras entre as crianças", conta a mãe. Os pais também perceberam mudança no comportamento da garota, que chorava muito quando ia para a creche.

Após tomarem conhecimento do vídeo, os responsáveis pela menina procuraram a direção da creche e ficaram sabendo que a monitora havia sido demitida por conta dos casos de maus-tratos aos alunos e que sabiam do vídeo e do caso relacionado à menina. Os pais alegam que em nenhum momento foram procurados para serem informados sobre o assunto e que a justificativa da direção foi 'preservar a imagem da entidade'. "O pior de tudo é saber que aconteceu, que a creche ficou sabendo, que ela [diretora] viu, demitiu a monitora e não falou para nós", lamenta a mãe da menina.

A diretora também será chamada para prestar esclarecimentos na delegacia. "Queremos ouvir todos os envolvidos, mesmo os que não estão no vídeo", alega o delegado Munir Prestes. O G1 procurou a direção da Casa Espírita de Assistência à Criança para falar sobre o assunto, mas ninguém foi encontrado. A monitora também não foi localizada pela reportagem.

A menina deixou de frequentar a creche nesta quarta-feira. A mãe dela, Edilaine Dias, informou que vai parar de trabalhar para poder cuidar da criança. "Não tenho mais confiança", diz a decoradora. A família também pretende entrar com processo na Justiça contra a monitora.

G1

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Donos de berçário onde crianças se afogaram prestam depoimento


Polícia Civil ouviu casal por cerca de 3 horas, nesta quarta (4), em Goiânia.
Proprietário disse ter limpado piscina e fechado o portão de acesso ao local.


A Polícia Civil ouviu, nesta quarta-feira (4), o casal de donos do berçário onde duas crianças se afogaram, em Goiânia, na segunda-feira (2). O depoimento dos dois na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), durou cerca de três horas e, segundo a delegada, o proprietário do local afirmou que ele mesmo fez a última limpeza na piscina e deixou o portão trancado.

Eles chegaram à DPCA às 10h e deixaram a especializada pouco depois das 13h. Segundo a delegada Renata Vieira, o proprietário disse à polícia ter feito a limpeza mais recente na quinta-feira (28). Alegou também que, apesar de ter sido contratada na sexta-feira (29), a funcionária novata passou por treinamento.

Na terça-feira, a delegada ouviu as três funcionárias do berçário que trabalhavam na manhã do acidente: uma monitora veterana, uma monitora novata e uma auxiliar de limpeza da creche.

Após ouvir cinco pessoas, Renata diz ter uma conclusão: "Funcionários e donos foram negligentes". Segundo ela, duas portas e um portão davam acesso à piscina. As três entradas estavam abertas na manhã de segunda.

Questionada se uma das crianças poderia ter aberto o portão da piscina, a delegada afirmou que a trava de segurança fica na parte superior da grade, que é alta para a idade dos bebês, de 1 e 2 anos. "Não existe a menor chance delas terem aberto", assegurou.

Queda
A delegada também alega que as duas crianças caíram na piscina ao mesmo tempo, diferente da versão apresentada pelas monitoras. Uma das funcionárias afirma que deu falta de uma das crianças e a encontrou caída na piscina. Ao socorrê-la, no momento de desespero, deixou o acesso à área de lazer aberto. O menino de 2 anos teria se afogado nesse momento.

Segundo Renata, a cuidadora que socorreu a bebê de 1 ano afirmou em depoimento ter ido à piscina porque viu um pano na borda. Mas o pano pertence ao menino de 2 anos.

Para a delegada, apesar de uma das cuidadoras ter afirmado que o garoto estava em uma sala, era impossível ele ter ido até a piscina após a queda da menina, pois precisaria ter passado pelo corredor onde as monitoras prestavam os primeiros socorros ao bebê de um ano.

Em depoimento, a monitora veterana relatou que teria resgatado a menina e, logo em seguida, elas ficaram no corredor de passagem para a piscina. "Isso nos leva a crer que o garoto já estava dentro d’água e, por isso, o estado de saúde dele atualmente é mais grave”, explica a delegada.

Ela ainda conta que a auxiliar de limpeza, que tinha saído para buscar açúcar em uma escola ao lado, foi quem percebeu a ausência do menino. “Curiosamente, ela foi quem sentiu a falta do garoto, pois, as duas monitoras alegaram que cuidavam das mochilas das crianças e dos bebês que estavam nos carrinhos”, declarou Renata Vieira.

A delegada acredita que houve negligência em vários sentidos. "Uma das monitoras chegou a falar em depoimento que o portão da piscina já teria ficado aberto outras vezes. Entretanto, nenhuma das três disse quem teria deixado a porta da cozinha [que dá acesso à área de lazer] aberta. Além disso, queremos ouvir do proprietário da creche se a monitora que estava trabalhando pela primeira vez não recebeu nenhum tipo de orientação adequada”, pontuou Renata Vieira.

O dono do berçário presta depoimento nesta quarta-feira (4). As investigações são preliminares, já que não há inquérito aberto, visto que nenhum dos pais registraram ocorrência ou fizeram denúncia. Pessoas envolvidas no resgate das crianças também serão ouvidas.

Afogamento
Na manhã de segunda-feira (2), duas crianças, um garoto de 2 anos e uma menina de 1 ano e 9 meses, se afogaram na piscina de um berçário. Elas foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levados para o Hospital Materno Infantil.

Posteriormente, a menina foi transferida para o Hospital da Criança e o menino para o Instituto Goiano de Pediatria (Igope). Apesar do estado parcialmente grave, ela já respira sem ajuda de aparelhos.O quadro do menino também evoluiu. De acordo com o pediatra Henrique Gomide, do Igope, onde a criança está internada, o quadro passou de gravíssimo, na segunda, para grave, na terça-feira.

G1

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Americano é preso por bater com um cinto em enteado que não conseguia agarrar bola


Anthony Sanchez, diretor de uma agência reguladora na Califórnia, nos Estados Unidos, pediu demissão depois que o vizinho publicou na internet um vídeo no qual ele aparece batendo no enteado com um cinto. Sanchez se irritou porque o menino não conseguia segurar a bola de beisebol arremessada por ele.

O vizinho entregou o vídeo para investigações na semana passada. Durante a filmagem, o homem ainda briga com Sanchez, por ele estar batendo na criança.

- Eu também sou pai! - gritou o vizinho, indignado. - Por que você não vem até aqui e me ensina a pegar a bola também? - desafiou.

Sanchez foi preso na sexta-feira, sob suspeita de abuso infantil. Ele deixou o cargo de diretor da agência, para o qual foi eleito. A instituição supervisiona a distribuição de água e eletricidade nas cidades de Imperial e Coachella, na Califórnia.

Extra Online

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Chinesa de seis anos tem corpo coberto por pele preta e não consegue fazer amigos



A menina Liu Jiangli, de seis anos, nasceu com um revestimento de pele preta e grossa em seu rosto e por mais de 60% do corpo. A mãe de Liu a abandonou quando a menina tinha apenas dois anos de idade. Pouco depois, seu pai a deixou na creche e nunca mais voltou. A escola colocou anúncios no jornal, buscando parentes de Liu. Foi apenas seis meses após o primeiro anúncio que a avó de uma das primas de Liu apareceu para buscar a menina.

Desde então, Liu Mingying tem tomado conta da menina, mas se preocupa que ela sempre será discriminada por sua aparência. A pequena Liu não consegue fazer amigos e outras crianças se assustam ou implicam com ela. Não existe uma explicação oficial para a condição de Liu, apesar de ser parecida com a hipertricose universalis, que deixa a pessoa coberta de pelos por todo o corpo.

Os textos e fotos são do jornal inglês The Sun

Extra Online

Babá acusada de torturar menino com deficiência física e mental é presa



Crime foi em 2005; criança acabou morrendo no ano seguinte

Policiais da Delegacia de Imbariê (62ª DP), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, prenderam na última quarta-feira (6) a babá Sílvia dos Santos acusada de torturar Pedro Pinheiro Fabbri, 7 anos, que sofria de deficiência física e mental.

Ela foi flagrada em Curitiba, capital do Estado do Paraná, por dois agentes da delegacia da baixada.

O crime foi praticado em 2005 e a criança acabou morrendo com uma lesão no pâncreas, em 2006.

Em 2008, a Justiça do Rio de Janeiro condenou Sílvia a cinco anos e sete meses de prisão por torturar Pedro.

A criança era portadora de uma doença chamada displasia cortical não lisencefálica, que não permitia que ela falasse e andasse.

As agressões foram flagradas por uma câmera de vídeo instalada pelos pais da criança na casa da família, na Tijuca, zona norte do Rio.

A gravação de oito horas mostra imagens da babá batendo no menino com violência, enfiando um pano em sua boca e fazendo o menino engolir o próprio vômito.

R7

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Investigação da BBC desvenda sacrifício ritual de crianças em Uganda


Uma investigação da BBC revelou que rituais envolvendo o sacrifício de crianças em Uganda são muito mais frequentes do que se imaginava e, segundo autoridades do país, estariam aumentando.

Um curandeiro levou a equipe de jornalistas ao seu altar secreto e disse que tinha clientes que regularmente capturavam crianças e traziam seu sangue e órgãos para serem oferecidos aos espíritos.

Também falando à BBC, um ex-curandeiro que hoje faz campanha para o fim dos sacrifícios confessou, pela primeira vez, que matou 70 crianças, incluindo o próprio filho.

O governo de Uganda disse que a prática de sacrifícios humanos está aumentando no país.

Segundo o chefe da Força-Tarefa Contra o Tráfico e Sacrifício de Humanos, Moses Binoga, os crimes estão diretamente vinculados a um maior desenvolvimento e prosperidade e a uma crença cada vez maior de que a feitiçaria pode ajudar a pessoa a enriquecer rápido.

Depoimento

Segundo um curandeiro envolvido na prática, os clientes vão até ele em busca de dinheiro.

"Eles capturam filhos de outras pessoas e depois trazem sangue e órgãos direto para cá para oferecer aos espíritos", disse o homem à BBC.

"Eles trazem (as oferendas) em latas pequenas e as colocam sob a árvore de onde vêm as vozes dos espíritos".

Quando indagado com que frequência o sangue e os órgãos eram trazidos, o feiticeiro respondeu: "Em média três vezes por semana".

No altar, a reportagem da BBC viu um jarro com sangue e o que parecia ser um fígado de tamanho grande. Não foi possível determinar se se tratava ou não de material humano.

Durante as investigações, o altar deste curandeiro, situado na região norte de Uganda, foi queimado por militantes que fazem campanha contra os sacrifícios humanos.

O homem negou estar envlvido em ou ter incitado assassinatos, dizendo que os espíritos falam diretamente aos clientes.

Ele disse que recebe cerca de US$ 260 por consulta mas acrescentou que a maioria do dinheiro vai para seu "chefe".

O diretor da organização criada para combater os sacrifícios humanos, comissário-assistente Moses Binoga, da polícia de Uganda, disse conhecer o chefe mencionado pelo curandeiro.

Segundo o comissário, o homem estaria envolvido em cinco ou seis cartéis de proteção a curandeiros operando no país.

Binoga disse que em 2009 a polícia abriu 26 inquéritos sobre assassinatos onde havia sinais de sacrifícios rituais, em comparação com apenas três casos desse tipo em 2007.

"Também temos cerca de 120 crianças e adultos desaparecidos cujo destino ainda não foi estabelecido. Não podemos excluir a possibilidade de que tenhamr sido vítimas dos rituais de feitiçaria".

Entidades de campanha pela proteção de crianças dizem, no entanto, que o número é muito maior, já que alguns desaparecimentos não são comunicados à polícia.

Militância

O ex-curandeiro e hoje militante pelo fim dos sacrifícios humanos Polino Angela disse que conseguiu persuadir 2.500 pessoas a abandonar a prática desde que ele próprio deixou a atividade, em 1990.

Angela disse que foi iniciado em uma cerimônia no país vizinho Quênia. Na ocasião, um menino de 13 anos foi sacrificado.

"A criança foi cortada no pescoço com uma faca, depois, todo o comprimento, desde o pescoço até embaixo, foi aberto e a parte aberta foi colocada sobre mim", disse o ex-curandeiro.

Ao retornar a Uganda, o feiticeiro foi ordenado a matar seu próprio filho.

"Enganei minha esposa, me certifiquei de que todos tinham saído e de que estava à sós com meu filho. Uma vez que ele estava de bruços no chão, usei uma faca grande como uma guilhotina".

Hoje, Angela acredita estar se redimindo do que fez.

"Estive em todas as igrejas e sou conhecido como um guerreiro na luta para pôr fim à feitiçaria que envolve o sacrifício humano, acho que isso me ‘compensa’ e me exonera", disse Angela.

O ministro da Ética e Integridade do país, James Nsaba Buturo, disse que "punir retrospectivamente causaria problemas… se pudermos persuadir os ugandenses a mudar, acho muito melhor do que voltar ao passado".

Entidades de proteção à criança vêm tentando chamar a atenção para casos recentes de sacrifícios rituais e pedem que novas leis sejam criadas para regulamentar as atividades dos curandeiros.

Sobrevivente

Em um processo contra um suposto feiticeiro que deve ser julgado neste ano em Uganda, a polícia contará com o depoimento de um menino que sobreviveu ao sacrifício.

Mukisa tem três anos de idade e quase morreu após seu pênis ter sido decepado.

Ele sobreviveu graças à ação rápida dos cirurgiões e mais tarde disse à polícia que tinha sido mutilado por um vizinho que, segundo relatos, possui um altar de sacrifícios.

Falando à BBC, a mãe de Mukisa disse: "Toda vez que olho para ele, me pergunto como será seu futuro, um homem sem um pênis, e como ele será visto na comunidade".

Fonte: BBC

Blog Jeferson-Fabiano

Criança diz que a professora enfiou sua cabeça na privada


Mãe de menina de 5 anos denuncia o suposto crime, que não teria sido o primeiro na creche

Rio - O suposto castigo sofrido por uma menina de 5 anos na Creche Comunitária Cidadão do Futuro, no bairro Porto da Pedra, em São Gonçalo, virou caso de polícia. Os pais registraram queixa na 73ª DP (Neves), acusando a professora da criança de ter enfiado a cabeça da garota dentro de um vaso sanitário, para puni-la por mau comportamento na última quarta-feira.

A mãe da menina, a funcionária pública Renata de Jesus Lima, de 37 anos, contou que no dia 23 notou que a filha — aluna do pré-escolar da creche, administrada por uma ONG — estava muito agitada. “Em casa, ela pedia para tirá-la da escola. Ao perguntar o motivo, falou: ‘A tia disse que eu fiz bagunça e botou minha cara dentro da privada para eu ver bactérias de perto’”.

Acompanhada do marido, Caíque de Oliveira, 33, Renata foi à creche. “A professora disse que minha filha era muito levada e que tinha mesmo que sofrer aquele tipo de castigo. Procurei a polícia na hora”, afirmou Renata. “Encaminhamos o assunto ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público. Vamos processar a professora e a direção”, completou Caíque.

Outro possível crime, de abuso sexual, que teria sido praticado por uma professora contra um menino de 4 anos, no dia 7 deste mês, na mesma escola, também foi registrado na delegacia. O garoto teria sofrido lesão no pênis, supostamente puxado pela agressora.

Diretora da instituição nega a acusação

Procurada ontem pelo DIA, a diretora da creche, Luzia Simões, não foi encontrada. Em entrevista à TV Record, porém, negou que a menina tenha sofrido qualquer tipo de castigo e disse que “era tudo mentira” da aluna. “De maneira nenhuma uma professora cometeria essa barbaridade. A mãe esteve aqui e admitiu que a criança tem o hábito de mentir”, argumentou a diretora.

Os pais e algumas testemunhas já prestaram depoimentos. O delegado da 73ª DP, Luiz Antônio Ferreira, disse estar apurando rigorosamente indícios de dois tipos de crimes: de injúria e maus tratos, no caso da menina, e estupro de vulnerável, em relação ao garoto. “São duas acusações gravíssimas em menos de 20 dias. Agora vamos ouvir as professoras supostamente envolvidas e os diretores da creche”, avisou o delegado.

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