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domingo, 27 de novembro de 2011

Comentário em destaque - Procurando atender a pedidos sobre o Avelós


A quem possa interessar.
A responsabilidade de uso fica pelo usuário.
Recomendamos consultar seu médico.

Quem procura avelós pode encontrar no Rio de Janeiro com Boris na Rua Barão do Bom Retiro, n° 41 - Bairro Bom Retiro, Teresópolis – RJ – (21) 3641-1185 res(21) 8862-0689 (claro)(21) 9655-2389 (vivo)____________________________________________

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Após aborto espontâneo, britânica descobre que gravidez virou câncer

A britânica Charlotte Solomon passou de um dos momentos mais felizes de sua vida para um dos mais assustadores, no espaço de poucos meses.

Ao descobrir que estava grávida pela primeira vez, aos 34 anos, ela ficou radiante. Algumas semanas depois, ela sofreu um aborto espontâneo devido a uma complicação gestacional da qual ela nunca havia ouvido falar: uma gravidez molar.

Mas foi a notícia de que as células anormais que haviam ficado em seu útero haviam se transformado em um câncer agressivo que mudou drasticamente sua vida.

"É um choque absoluto. Ir da alegria de estar grávida para a tristeza do aborto e aí descobrir que você tem câncer é uma montanha-russa, a coisa mais difícil que já enfrentei", disse Charlotte à BBC Brasil.

'Complicação rara'

A gravidez molar acontece quando há um problema no momento da fertilização.

Em vez de receber 23 cromossomos do pai e 23 da mãe, em uma gestação molar completa o óvulo fertilizado não contém nenhum material genético da mãe e o do pai é duplicado. Neste caso, não há embrião, mas uma massa de cistos, chamada de mola hidatiforme.

No caso de Charlotte, uma gestação molar parcial, o óvulo fertilizado tem o conjunto normal de cromossomos da mãe, mas o dobro do pai, gerando um total de 69 cromossomos no lugar dos 46 normais. Isso pode acontecer quando os cromossomos do espermatozóide são duplicados ou quando dois espermatozóides fertilizam o mesmo óvulo.

O embrião pode começar a se desenvolver, mas não tem como sobreviver.

Não se sabe exatamente o que causa a gravidez molar, mas especialistas dizem que ela tem fundo imunológico e ocorre com maior frequência entre populações mais pobres.

Enquanto a incidência do problema em países desenvolvidos fica em torno de uma em mil gestações, no Estado do Rio de Janeiro estima-se que esse número chegue a uma em 200 gestações, segundo cálculos do médico Paulo Belfort, diretor do Centro de Neoplasia Trofoblástica Gestacional, nome científico da gravidez molar, na Santa Casa da Misericórdia.

Câncer

Mulheres com o problema inicialmente apresentam sintomas normais de gravidez.

A partir das seis semanas de gestação, no entanto, a mulher pode ter sangramentos e seus níveis do hormônio da gravidez - o hCG - ficam muito mais elevados que o normal.

Após o aborto espontâneo ou por curetagem, na grande maioria dos casos as células anormais desaparecem e os níveis de hCG voltam a zero.

Mas, na Grã-Bretanha, em 16% dos casos de mola hidatiforme e em 0,5% dos casos de molas parciais, o tecido anormal no útero se torna cancerígeno e pode se espalhar rapidamente pelo corpo.

No Brasil, não há estatísticas oficiais, mas segundo o especialista Paulo Belfort, esses índices estariam em torno de 23% e 5%, respectivamente, no Rio de Janeiro.

Quimioterapia

Foto: Cortesia Charlotte Solomon

Charlotte e mais 28 amigas posaram nuas para um calendário

Quando uma gravidez molar é diagnosticada, o procedimento normal é que haja um acompanhamento da paciente com exames periódicos de sangue e urina.

Charlotte Solomon não estava particularmente preocupada porque seu médico disse que era extremamente raro que uma mola parcial, como a que ela teve, se transformasse em câncer.

Ainda assim, um mês depois do aborto espontâneo, Charlotte recebeu um telefonema do hospital e, após confirmar o resultado com novos testes, ela teve de começar a quimioterapia no mesmo dia.

Ao todo, foram nove meses de tratamento contra o câncer, com três tipos diferentes de quimioterapia.

Na fase final, ela chegou a passar 17 horas recebendo uma combinação de remédios intravenosos.

Charlotte parou de trabalhar e se fechou para o mundo. Apenas dois anos após seu casamento, ela teve de raspar a cabeça e viu seu corpo, antes atlético, se transformar.

Mulheres nuas

Em abril deste ano, ela finalmente recebeu a notícia de que estava livre do câncer.

"Ainda hoje, me sinto ansiosa e não sou a mesma pessoa de antes. Meu sistema imunológico ainda está enfraquecido e, apesar de estar de volta ao trabalho, estou longe do meu ritmo normal", disse Charlotte.

A experiência acabou inspirando a britânica a ajudar o Hospital de Charing Cross - centro de referência para o tratamento da condição na Grã-Bretanha - a conseguir fundos para uma pesquisa inovadora.

"A equipe do hospital foi absolutamente incrível comigo e acho fundamental tentar ajudar pessoas que, infelizmente, vão ter de passar pelas mesmas coisas que passei."

"Tenho sorte de ter amigas maravilhosas, que ficaram ao meu lado durante a doença e que aceitaram posar nuas para um calendário para ajudar a arrecadar dinheiro para pesquisa."

Charlotte e 28 amigas foram fotografadas para o calendário "Get Naked 2012" por Chris Dunlop, que trabalha para revistas como Vogue e Vanity Fair.

Até o momento, Charlotte já conseguiu o equivalente a R$ 170 mil, muito acima de sua meta inicial, mas o projeto custa R$ 5,6 milhões no total.

Pesquisa de ponta

A equipe do Hospital de Charing Cross está tentando encontrar um marcador biológico que permita que os médicos identifiquem desde o princípio quais molas vão desaparecer e quais vão se transformar em câncer, além de ajudar a determinar que tipo de quimioterapia seria mais eficiente para cada caso.

"Isso é o que se busca em todo o mundo. A pesquisa é absolutamente bem-vinda e necessária", diz Paulo Belfort, que acredita que a doença não recebe a atenção necessária no Brasil por ser considerada muito rara.

Enquanto se esforça para arrecadar dinheiro para pesquisa, Charlotte espera ansiosamente o prazo de um ano recomendado pelos médicos para tentar engravidar novamente.

"É muito difícil esperar, mas se eu engravidasse agora, os médicos não saberiam se o nível alto dos hormônios se deve ao bebê ou à reincidência do câncer. Tenho que esperar, já que a minha saúde vem em primeiro lugar.

BBC Brasil

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Comentário em destaque


BOA TARDE!
Tal como a pessoa que escreveu antes de mim, gostaria de saber o tempo que se devia tomar o Avelos, o meu marido toma á cerca de 4 meses, tem cancer no intestino, e já operou 6 vezes, agora ja não pode operar mais, esta a sentir-se muito bem com este tratamento
bj Fatima

Favor quem fizer o fez uso do avelós e puder esclarecer, responda.
Obrigada

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Médicos de Lula dizem que tumor tem agressividade média e descartam cirurgia


RIO - A equipe médica que trata o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou, em entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira, que está descartada neste momento a cirurgia para a retirada do tumor na laringe do paciente. A biópsia feita no fim de semana confirmou que o tumor de Lula é do tipo mais comum, está em estágio intermediário e tem agressividade média. Segundo Dr. Paulo Hoff, a radioterapia acontecerá de três a quatro semanas depois da quimioterapia, que costuma durar sete semanas. Todo o tratamento terminará em fevereiro.

- Não há cirurgia no cronograma de tratamento - disse Hoff, descartando a intervenção neste momento.

Somente se o tumor não responder bem à quimioterapia, poderá ser feita a cirurgia para preservar a voz de Lula.

- Mas pela localização do tumor, ele tem chance grandes de não precisar da operação - disse o médico.

Após dois ciclos de quimioterapia, os médicos poderão avaliar se o ex-presidente responderá bem ao tratamento, o que deve acontecer em aproximadamente 40 dias. No domingo, em entrevista ao programa "Fantástico", da TV Globo, o médico Roberto Kalil disse que, pela avaliação dos oncologistas, a chance de recuperação de Lula é de 80%.

Ex-presidente deve ter alta somente na terça-feira
Lula colocou um catéter na altura do tórax que vai permitir que medicamentos quimioterápicos sejam inseridos em seu organismo.

Hoje foi a primeira sessão de três de quimioterapia a que Lula será submetido. Haverá um intervalo de 21 dias entre elas.

Um medicamento foi aplicado nesta segunda-feira e um outro será recebido ao longo das próximas 120 horas, quando ele já estiver em casa, por meio de uma sonda. Entre a segunda e terceira sessão haverá uma avaliação médica.

Mesmo depois de curado o tumor, Lula precisará fazer exames periódicos para descartar a volta do câncer:

- A fase de maior risco são nos dois primeiros anos. Depois de cinco anos, poderemos falar que o paciente está curado desse tipo de câncer - disse o médico Luiz Paulo Kowalski, na coletiva desta segunda.

Lula recebe a visita da presindete Dilma
Lula recebeu a visita da presidente Dilma Rousseff no início da noite desta segunda-feira. A presidente,que antecipou em duas horas o horário do embarque para São Paulo, onde tem agenda oficial, chegou ao Sírio e Libanês acompanhada do secretário da presidência Gilberto Carvalho.

Mais cedo, o ministro da Fazenda Guido Mantega e o empresário e advogado Roberto Teixeira também foram ao hospital para uma visita. Mantega entrou pela porta dos fundos, evitando o assédio da imprensa, e Teixeira deixou o local apressado sem falar com os jornalistas.

Segundo integrantes do Instituto Cidadania, o ex-presidente torceu pelo Corinthians no fim de semana, mas sem gritar e teve recomendações médicas de falar pouco. Ele foi informado de que importantes líderes políticos internacionais telefonaram para desejar boa recuperação, entre eles, os presidentes Cristina Kichner (Argentina), Hugo Chavez (Venezuela) e Raul Castro (Cuba). Nesta segunda, o presidente do Uruguai, José Mujica, enviou mensagem de solidariedade ao ex-presidente.

No domingo, passado o choque do diagnóstico, o ex-presidente viveu um dia de ansiedade , à espera da internação e do início do tratamento . Evitou os amigos, mesmo os mais íntimos, e cercou-se da mulher, dos filhos e dos netos.

Mãe e irmãos de Lula tiveram câncer
Lula recebeu o diagnóstico de câncer na laringe com o susto de quem já sofreu com essa doença na família. Sua mãe, dona Lindu, morreu em um hospital público com câncer de útero. Em junho, a irmã mais velha de Lula, Marinete, morreu de câncer no pulmão. Um de seus irmãos, Jaime, teve um tumor na laringe semelhante ao que o ex-presidente enfrenta agora e curou-se. O médico que tratou Jaime faz parte da equipe que cuidará do ex-presidente. É o oncologista Luiz Paulo Kowalski. Para Kalil, esse passado familiar pode, sim, ter influenciado no desenvolvimento da doença.

O Globo

domingo, 16 de outubro de 2011

CÂNCER E FUNGOS


3-Dr Simoncini, Cancer, l'hypothèse fongique (VO... por JLGUIGUIL

Um médico oncologista italiano, depois de anos de pesquisas e observações, descobriu algo simples, que considera a causa do câncer.

Inicialmente banido da comunidade médica italiana, foi aplaudido de pé na Associação Americana contra o Câncer quando apresentou suas conclusões e os resultados de sua terapia.
O médico observou que todo paciente de câncer apresenta aftas. Isso já era sabido da comunidade médica, mas sempre foi tratada como uma infecção oportunista por fungos [Candida albicans].
Ele achou muito estranho que todos os tipos de câncer tivessem essa característica, ou seja, embora a váriedade de tipos de tumores, todos têm em comum o aparecimento das famosas aftas no paciente.

Então, pensou ele, pode estar ocorrendo o contrário: a causa do câncer pode ser o fungo. E para tratar esse fungo usa-se o medicamento mais simples que a humanidade conhece: bicarbonato de sódio.
Assim ele começou a tratar seus pacientes com bicarbonado de sódio, não apenas ingerível, mas aplicado, mediante enxagues metodicamente controlados, diretamente sobre as manchas brancas (fungos) dos tumores.
Resultados surpreendentes começaram a acontecer.
Tumores de pulmão, próstata e intestino desapareciam como num passe de mágica, junto com as aftas.
Desta forma, muitíssimos pacientes de câncer foram curados pelo médico e hoje comprovam, por seus exames, os resultados altamente positivos do tratamento.
Eis o método: a aplicação do bicarbonado de sódio diretamente sobre o tecido tumoral... Quaisquer tumores podem ser debelados com esse tratamento simples e barato.
Parece brincadeira, não é?
Mas foi notícia nos EUA e nunca chegou por aqui.
Bem que a homeopatia recomenda tratar tumores com borax, que é o remédio homeopático para aftas.
Afinal, uma boa notícia em meio a tantas ruins.
De novo, a pergunta que não quer calar: por que a grande imprensa não dá a menor cobertura a isso? Nem na TV, nem nas rádios, nem nos grandes jornais... Absolutamente nada. Quem os proíbe de noticiar?
O médico italiano teve que construir um site para divulgar o seu trabalho sobre a cura o câncer (ou, pelo menos, várias das suas formas) mediante a aplicação de solução de bicarbonato de sódio a 20% (200mg/l).
Imaginem! Bicarbonato de sódio... coisa que a gente encontra até no boteco da esquina.
No endereço http://www.cancerfungus.com/ você encontra o vídeo onde o especialista italiano mostra a evolução do tratamento, até a completa cura do paciente, em quatro casos. O site é apresentado também em Português: clicando-se na bandeirinha do Brasil, no alto da página, muda-se o idioma.
Repasse. Milhares de pessoas estão precisando saber o que causa essa doença letal e uma das formas possíveis de tratamento.


Informação enviada por e-mail

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Reynaldo Gianecchini fala pela primeira vez sobre o câncer


"Nunca imaginei que pudesse ter essa doença", diz o ator, que é mais novo integrante do Movimento Contra o Linfoma, campanha da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia

O ator Reynaldo Gianecchini fala pela primeira vez em público sobre o câncer no sistema linfático que enfrenta. Em um depoimento gravado no dia 6 de outubro para a Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia), Gianecchini conta como descobriu a doença. "Comecei a desenvolver umas alergias. Operei de hérnia na virilha, e deu uma infeçcão. Começaram a surgir gânglios na região do pescoço. (...) Tiramos para fazer a biópsia. (...) Depois de um mês veio o diagnóstico", disse. O vídeo começa com o ator afirmando que nunca imaginou que pudesse ter um câncer. "É um diagnóstico que vem, que te assusta. Primeiro porque a gente nunca imagina que pudesse ter isso. Segundo porque é uma doença que tem um estigma lá atrás. As pessoas nem falavam isso", afirmou.

Emocionado, Gianecchini falou do apoio que vem recebendo de amigos, da família e de fãs. "Fui recebendo um amor tão grande das pessoas. E esse amor era tão tocante, acho que fez tão parte do meu crescimento, para buscar essa minha força", disse. O ator mostra que está encarando a doença com muita força. "Acredito que isso possa ser uma dádiva para mim", afirmou dizendo que a doença uniu ainda mais a família e tem lhe ensinado a ser forte.

Além de todo o carinho recebido da família e fãs, Gianecchini diz que outra fonte de força para enfrentar o câncer é convívio com crianças que também lutam contra a doença. "Tem muita criança que tem leucemia. Quando eu vou visitar essas crianças, saio de lá tão forte. Elas têm uma postura tão bonita, um sorriso sempre estampado no rosto."

O Movimento Contra o Linfoma

Em agosto deste ano, o ator Reynaldo Gianecchini recebeu o diagnóstico de linfoma, um tipo de câncer do sistema linfático. Ele nasce da alteração de um tipo de glóbulo branco, chamado linfócito, responsável pela defesa natural do corpo contra infecções. "Tenho linfoma do tipo de célula T, que é um pouco mais complicado. É um câncer bem raro", diz no vídeo.

Após dois meses de tratamento, Gianecchini decidiu gravar o depoimento em vídeo para a Abrale, uma entidade que reúne pacientes da doença.

O ator é o mais novo integrante do Movimento Contra o Linfoma, campanha lançada pela Abrale no mês de setembro. “Fazer parte de uma ação como esta, realizada pela Abrale, é muito gratificante e fortalecedor. Afinal, o objetivo principal é o que mais priorizo no momento: a vida”, disse o ator.

O Movimento conta também com a participação de mais oito artistas: Amandha Lee, Caco Ciocler, Camila Morgado, Drica MoraesMatheus Solano, Marcelo Airoldi, Odilon Wagner, Sarah Oliveira.

Época

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Fumar nos primeiros minutos após acordar eleva risco de desenvolver câncer


RIO - Dois novos estudos descobriram que fumantes que costumam consumir seu primeiro cigarro logo depois que acordam pela manhã podem ter maior risco de desenvolver câncer de pulmão, cabeça e pescoço. Publicados na revista "Cancer", da Sociedade Americana de Câncer, os resultados podem ajudar a identificar fumantes com risco especialmente alto de ter a doença e que se beneficiariam de intervenções voltadas para eles, com a intenção de reduzir a probabilidade de sofrerem de um problema sério.

O hábito de fumar aumenta as chances de um indivíduo desenvolver diversos tipos de câncer. Mas por que apenas alguns fumantes têm câncer? Joshua Muscat, PhD, do Penn State College of Medicine in Hershey, nos Estados Unidos, e seus colegas investigaram se a dependência de nicotina caracterizada pelo horário do primeiro cigarro depois que a pessoa acorda afeta o risco do fumante de desenvolver tumores nas regiões citadas independente da frequência com que a pessoa fuma e também a duração desse ato.

A análise referente ao câncer de pulmão incluiu 4775 casos da doença e 2835 casos de controle, todos fumantes regulares. Comparados com indivíduos que fumaram mais de 60 minutos depois de acordar, os que fumaram em 31 a 60 minutos depois de levantar eram 1,31 vezes mais propensos a desenvolver um tumor no pulmão, e os que fumaram em até 30 minutos após acordar tinham 1,79 vezes mais chances de sofrer da doença.

Já o estudo envolvendo câncer de cabeça e pescoço incluiu 1055 casos da doença e 795 casos de controle, todos com um histórico de fumante. Comparados com pessoas que fumaram mais de 60 minutos depois de acordar, as que consumiram o primeiro cigarro em 31 a 60 minutos depois de saírem da cama eram 1,42 vezes mais propensos a desenvolver câncer de cabeça e pescoço, e os que fumaram em 30 minutos tinham 1,59 vezes mais chances de apresentar algum tumor nessas regiões.

- Esses fumantes têm maiores níveis de nicotina e possivelmente outras toxinas derivadas do tabaco em seus organismos, e eles podem ser mais viciados que os fumantes que se abstenham de fumar por meia hora ou mais - disse Muscat. - Pode ser uma combinação de genética e fatores pessoais que causam uma maior dependência a nicotina.

O Globo

domingo, 22 de maio de 2011

Cerca de cinco mil pessoas participam da corrida contra o Câncer de Mama


Percurso foi de aproximadamente 5 km

A Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama movimentou o Rio de Janeiro neste domingo (22). A largada e chegada aconteceram no Monumento aos Expedicionários da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, na zona sul do Rio. Segundo a organização do evento, cerca de cinco mil participaram do evento.

O percurso foi de aproximadamente 5 Km para ambas as provas. Na corrida, os participantes foram divididos em cinco categorias. A largada para a corrida e para a caminhada aconteceu às 8 horas.

Além de conscientizar sobre a importância da prática dos exercícios físicos para uma vida saudável e abordar sobre a saúde da mulher, por onde passa a Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama faz uma doação aos hospitais de câncer locais. No Rio de Janeiro, o beneficiado será o Hospital Mário Kröeff, na zona norte, que já foi parceiro da campanha em outras edições. A entidade atua há 70 anos na prevenção, diagnóstico e tratamento de diversos tipos de câncer


R7

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Brilho diferente em olho leva a diagnóstico de câncer em bebê



A mãe conta que foram prescritos remédios que visam amenizar os efeitos colaterais do tratamento, como uma solução de lactose para combater a constipação, e "um creme maravilhoso para prevenir o ressecamento da pele e a perda de cabelo". "Bem, ela só tem alguns fios, de qualquer maneira", afirma Ali.
A família vem recebendo a visita de enfermeiras duas vezes por semana. Elas monitoram a quimioterapia e realizam testes sanguíneos.

Na Grã-Bretanha, a retinoblastoma afeta um em cada 20 mil bebês por ano e representa 3% dos tipos de câncer no país.

A boa notícia é que 98% das crianças submetidas a tratamento sobrevivem. Mas cerca de 80% das crianças afetadas acabam tendo o olho removido porque a maior parte dos casos não é diagnosticada cedo o suficiente.

Prevenção
Ashwin Reddy, cirurgião ocular infantil e perito em retinoblastoma do Royal London Hospital diz que o tumor é capaz de matar.

“Detectar o reflexo branco ou brilho branco no olho pode fazer uma diferença vital porque, assim, o tumor não vai estar tão evoluído e nós não seremos obrigados a remover o olho’’, afirma.

A quimioterapia é o tratamento padrão para o retinoblastoma, mas também podem ser usados terapia a laser e radioterapia.

Um tipo relativamente novo de quimioterapia no qual medicamentos são submetidos diretamente ao olho por meio de uma artéria na perna evita as tradicionais complicações decorrentes da quimioterapia tradicional, que é aplicada através de uma linha intravenosa central.

Mas ainda não há garantias de que novos tratamentos sejam bem-sucedidos.

Crianças que acabam tendo de ter seu olho removido podem tê-lo substituído por um olho artificial aplicado seis semanas após a operação.

Ali Fryer adverte para a a necessidade de detectar os sinais da retinoblastoma ainda no estágio inicial.

“Se você constatar algo incomum no olho de seu bebê ou de sua criança, por favor leve-a ao médico. Pode muito bem não ser nada e você poderá permanecer tranquilo. Ou pode ser algo que exige tratamento. E se for retinoblastoma, você poderá salvar os olhos de sua criança, se não a própria vida dela.’’



BBC Brasil

sábado, 26 de março de 2011

Vacina anti-câncer Rins e Pele


Já existe vacina anti-câncer (pele e rins). Foi desenvolvida por cientistas médicos brasileiros, uma vacina para estes dois tipos de câncer, que se mostrou eficaz, tanto no estágio inicial como em fase mais avançada.
A vacina é fabricada em laboratório utilizando um pequeno pedaço do tumor do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é remetida para o
médico oncologista do paciente.
Nome do médico que desenvolveu a vacina:
José Alexandre Barbuto
Hospital Sírio Libanês - Grupo Genoma.
Telefone do Laboratório: 0800-7737327 - (falar com Dra. Ana Carolina ou Dra.. Karyn, para maiores detalhes)

http://www.vacinacontraocancer.com.br/
Informação acima enviada por e-mail

Nota de esclarecimento sobre vacina contra o câncer

Em razão da notícia que está circulando na Internet, a respeito de uma vacina para tratamento de pacientes com câncer, o Hospital Sírio-Libanês apresenta os seguintes esclarecimentos:
Nunca houve qualquer relacionamento comercial entre o HSL, ou qualquer médico do Centro de Oncologia, e a empresa que está comercializando esta vacina.
O HSL, seguindo sua vocação para o desenvolvimento de novas terapias, participou da pesquisa da vacina, contando inclusive com patrocínio oficial da FAPESP (Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo). Os estudos foram acompanhados pelo Comitê de Ética e conduzidos de acordo com o código de boas práticas médicas. Os resultados da pesquisa mostram um grau de atividade limitado, beneficiando temporariamente apenas um pequeno número de pacientes. Até o presente momento não há qualquer evidência de cura que possa ser atribuída a estas vacinas.
Baseados nos resultados, o grupo de oncologia do HSL considera que estudos adicionais são de interesse, mas que não há, ainda, dados suficientes para se prescrever esta modalidade de tratamento de forma geral. Portanto, ele não está sendo prescrito ou aplicado no Centro de Oncologia do HSL. Para evitar descontinuidade, pacientes em tratamento com a vacina deverão discutir suas opções com seu oncologista.

Atenciosamente,
Dr. Dário Birolini
Ex- Diretor Clínico

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Câncer deve atingir neste ano 500 mil brasileiros


Gastos do SUS com tratamento da doença cresceram 20% entre 2000 e 2007

O Brasil deve registrar neste ano 500 mil novos casos de câncer, segundo estimativa divulgada ontem pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca). O dado indica um leve aumento em relação à previsão feita no ano passado pela entidade, de 489 mil casos.
A aceleração da ocorrência de casos no País seria reflexo de uma tendência mundial, mas passou a ser registrada mais recentemente no Brasil por causa do envelhecimento da população e dos avanços no tratamento de doenças infecciosas, antigas causas mais frequentes de morte.
Segundo o Inca, os gastos do Ministério da Saúde com o atendimento de pacientes com câncer cresceu 20% entre 2000 e 2007, atingindo R$ 1,4 bilhão. São custos que cobrem a internação de 500 mil pessoas por ano, 235 mil sessões de quimioterapia e 100 mil de radioterapia por mês. "Estamos diante de um cenário provocado por progressos que permitiram o envelhecimento da população, mas que também proporcionaram hábitos como a alimentação inadequada e a falta de atividades físicas", alertou o diretor-geral do Inca, Luiz Antonio Santini.
Durante evento que marcou o Dia Mundial do Câncer na sede do Inca, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou que o novo governo pretende ampliar o acesso ao tratamento de câncer na rede pública e intensificar o controle de qualidade de exames preventivos, com o objetivo de impedir erros de diagnóstico.
Além do estabelecimento de convênios com a indústria farmacêutica para reduzir os preços de medicamentos, como alguns remédios indicados para o combate à leucemia, Padilha destacou que há um esforço para proporcionar a detecção precoce de alguns tipos da doença. Para evitar diagnósticos falhos, o ministério quer criar uma rede de monitoramento de 1,3 mil equipamentos usados para identificação do câncer de mama.
"Nós vamos criar um grande programa nacional de avaliação da qualidade dos exames de mamografia, para que as análises realizadas no Brasil tenham a qualidade necessária", afirmou.
Em parceria com o Inca, a pasta quer avaliar a qualidade de exames que detectam o câncer de colo uterino para ajudar municípios onde o índice de diagnósticos falhos chega a 50%, por causa de equipamentos degradados ou material inadequado.

Doenças crônicas
O Inca e o ministério lançaram um alerta para a necessidade de prevenir outras doenças crônicas, como diabete, doenças cardiovasculares e respiratórias. Um documento apresentado ontem aponta que, ao lado do câncer, elas consomem mais de 70% dos gastos com atendimento e tratamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e são responsáveis por 67% das mortes no País.
Em setembro, o governo deve apresentar na Assembleia Geral da ONU uma agenda estratégica de ações para reduzir o número de casos e o impacto do câncer e outras doenças crônicas no sistema público de saúde. O tema foi incluído na pauta do evento por decisão das Nações Unidas.

Bruno Boghossian

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Novo gel de plaquetas reconstrói mama após retirada de tumor


Tratamento permite conservar o formato do seio

Cirurgiões do hospital Germans Trias i Pujol, em Barcelona, na Espanha, desenvolveram um gel de plaquetas que restitui o volume da mama após a extração do tumor, colocado no mesmo ato cirúrgico e permite conservar o formato do peito.
A técnica, elaborada em colaboração com o Banco de Sangue e Tecidos da Universidade Autônoma de Barcelona (UAB), é pioneira no mundo e já foi aplicada em 50 mulheres com bons resultados, como informa o centro por meio de um comunicado.
O tratamento é fruto de um projeto de pesquisa liderado pelo cirurgião Joan Francesc Julián e constitui uma nova tecnologia aplicada à cirurgia que não requer reconstruções posteriores, nem a colocação de próteses mamárias para atenuar o vazio gerado pela extração de um tumor.
Segundo os médicos, as plaquetas são obtidas do sangue de um doador e com elas é elaborado um gel com uma consistência similar à da mama, que restitui o volume e regenera paulatinamente as fibras de colágeno perdidas. Embora circulem pelo sangue, as plaquetas não são células, mas fragmentos celulares e mesmo sendo de um doador, não geram rejeição do receptor. Além disso, contêm fatores de crescimento e imunomoduladores que aceleram a reparação e regeneração do tecido.
Atualmente, sete de cada dez mulheres que têm câncer de mama precisam de uma tumorectomia ou extração do tumor, enquanto três de cada dez precisam de mastectomia, que representa a extração total do seio.
No caso da tumorectomia, até agora não se reconstruía a mama no momento da extração do tumor, mas posteriormente, e uma vez surgida uma deformidade se recheava a área com ácido hialurônico e gordura da paciente, mas nem sempre com os resultados esperados.
A nova tecnologia foi patenteada pelas três instituições envolvidas no projeto, o hospital e o instituto Germans Trias, a Universidade Autônoma de Barcelona e o Banco de Sangue e Tecidos.






quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Teste consegue achar e capturar células do câncer

Célula de tumor pode ser capturada por pontos de chip
Exame em teste vai ajudar médicos a saber se tratamento está funcionando
A multinacional Johnson & Johnson e médicos do Hospital Geral de Massachusetts, nos Estados Unidos, fizeram uma parceria para testar e lançar no mercado um novo exame que consegue detectar uma única célula de câncer entre bilhões de outras saudáveis, o que pode ajudar no diagnóstico precoce e no tratamento da doença.
Médicos dizem que células cancerígenas “perdidas” no meio do sangue são um indicativo de que um tumor está próximo de se disseminar pelo corpo ou já está se alastrando. De acordo com eles, um exame que consiga capturar essas células tem o potencial de tornar o tratamento direcionado para vários tipos de câncer, especialmente de mama, próstata, colo do útero e pulmão.
Quatro grandes centros de pesquisa vão começar a testar o método neste ano. Inicialmente, os médicos querem usar o exame para prever que tipo de tratamento é o mais indicado para o tumor de cada pessoa e descobrir se a terapia está funcionando.
Daniel Haber, chefe do centro de tratamento de câncer do hospital e um dos inventores do teste, diz que o sistema parece “uma biópsia líquida”, que dispensa agulhas e é mais eficiente que exames feitos por imagem.
O exame usa um microchip que parece uma lâmina de laboratório coberta por 78 mil pequenos pontos, como as cerdas de uma escova de cabelo.
Esses pontos têm anticorpos que atraem as células do tumor e se ligam a elas. Quando o sangue passa pelo chip, as células são impulsionadas pelo sistema, em algo parecido como as bolas de uma máquina de pinball. Enquanto as células saudáveis são jogadas para fora, as células cancerígenas se prendem e são iluminadas pela lâmina, o que permite que os médicos as capturem para estudo.
Haber diz que a ideia é descobrir, durante o tratamento, se a droga usada está funcionando contra o tumor ou se é melhor mudar para outra, mas de um modo mais eficiente.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Insistência de mãe salva bebê após três médicos dizerem que câncer era resfriado


Os especialistas receitaram gotas nasais para constipação. Mas, na verdade, os sintomas da menina eram de um câncer na traquéia

Apesar de alguns cientistas afirmarem que o instinto materno não existe (a figura da mãe seria construída na convivência com o bebê), a britânica Adelle Wright acredita que foi por causa disso que ela descobriu que sua filha estava com câncer, mesmo depois de três especialistas afirmarem que o que a menina tinha era um resfriado.
Durante férias de família em setembro, na Espanha, Ruby, hoje com 16 meses, adoeceu e seus pais preocupados voltaram para casa. Na primeira ida ao médico, ele diagnosticou um resfriado. Como a menina não melhorava, os seus pais a levaram mais duas vezes ao hospital, os especialistas confirmaram a doença e receitaram gotas nasais, apesar da garota não comer e ter muitas dificuldades para respirar.
Mas a intuição de Adelle disse para ela não desistir. A mãe, então, levou a menina até um hospital em Manchester, Inglaterra. Nessa ocasião, os médicos afirmaram que a garota estava com rabdomiossarcoma, um câncer dos tecidos moles que afeta cerca de 60 crianças por ano no Reino Unido. Por conta disso, um tumor que ocupava cerca de 90% da traquéia de Ruby foi encontrado.
"Os médicos podem ter pensado que éramos pais insistentes, mas eu sabia que algo estava errado. De qualquer maneira, a descoberta foi um choque: em uma semana o diagnóstico passou de apenas um resfriado para um câncer", contou a mãe ao jornal Daily Mirror. Os próprios especialistas disseram que a insistência de Adelle pode ter salvado a vida de Ruby. Desde a descoberta da doença, a menina já operou três vezes e agora passa por quimioterapia.


Crescer

sábado, 4 de dezembro de 2010

Estudo descobre como eliminar proteína que reproduz câncer de próstata


Testes ainda só foram feitos em ratos, mas geram esperança de maior efetividade no tratamento

LOS ANGELES - Um estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) revela a função de uma proteína na reprodução do câncer de próstata, e sua inibição em testes de laboratório gera esperança de uma maior efetividade no tratamento da doença.
"Descobrimos que, no mecanismo de autorrenovação das células-tronco, há uma proteína chamada Bmi-1, que também faz com que as células cancerígenas se reproduzam, particularmente no câncer de próstata", disse a médica Rita Lukacs, da UCLA.
"Em testes com células de próstata de ratos, descobrimos que, ao inibir a proteína Bmi-1, no caso de um câncer médio, podemos eliminá-lo completamente, e em mutações mais agressivas reduzimos a velocidade do desenvolvimento da doença", explicou a médica.
Rita é a principal pesquisadora do método alternativo para tratamento do câncer de próstata do Centro Eli and Edythe Broad para pesquisa de células-tronco e medicina regenerativa da UCLA.
Ao longo de três anos, a pesquisadora trabalhou para buscar uma maneira de evitar o crescimento do câncer de próstata nos laboratórios da universidade. Os resultados das pesquisas, efetuadas em células cancerígenas de animais, foram publicados na última quinta-feira, na edição antecipada na internet da revista médica Cell Stem Cell.
"Essa descoberta é uma esperança para os doentes de câncer de próstata. No entanto, os testes só foram feitos em ratos e faltam muitos procedimentos para começarmos testes em humanos", destacou Rita.


Estadão

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Casos de câncer no pulmão crescem entre as mulheres no Brasil


Fumo entre as garotas preocupa autoridades de saúde no mundo

A incidência de câncer de pulmão tem aumentado entre as mulheres. É o que mostram os dados da última edição dos Registros de Base Populacional, levantamento coordenado pelo Inca (Instituto Nacional de Câncer), no Rio de Janeiro, que avaliou a ocorrência de tumores em 16 capitais brasileiras no período de 2000 a 2005.
Em Porto Alegre, por exemplo, a incidência saltou de 16,11 casos para 100 mil mulheres no levantamento de 2003 - que analisou dados de 1995 a 2000 - para 23,32 por 100 mil mulheres no relatório atual. Em Goiânia, a mesma taxa de incidência aumentou de 9,5 para 13,26. João Pessoa, na Paraíba, cidade brasileira com menor número de tumores registrados, também observou um aumento na taxa: de 2,3 para 5,37 por 100 mil mulheres.
São Paulo teve uma discreta diminuição. Caiu de 12,6 para 11,5. Mas, em 1991, na primeira edição do relatório, a capital paulista apresentava uma taxa inferior a 8 casos por 100 mil mulheres. Recife apresentou comportamento semelhante: a taxa de incidência passou de 9,1 para 8,38. Em 1991, não chegava a 6 casos por 100 mil mulheres.
Os dados confirmam a preocupação dos órgãos de saúde pública com o tabagismo feminino. Neste ano, a OMS (Organização Mundial da Saúde) escolheu o tema Gênero e Tabaco com Ênfase no Marketing para Mulheres para as atividades comemorativas do Dia Mundial sem Tabaco. Apesar de, historicamente, os homens fumarem mais que as mulheres, que representam apenas 20% dos fumantes, há indícios de que em certas regiões o problema cresce mais entre as meninas. Em metade dos 151 países analisados pela OMS, as garotas já fumam tanto quanto os garotos.
No Brasil, uma pesquisa feita pela SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) com 2.829 alunos de escolas públicas de São Paulo mostra que as meninas já estão fumando mais que os meninos. O levantamento apontou que 10% dos estudantes dos ensinos Fundamental e Médio fumam - desse total, 61% são garotas e 39%, garotos. E 59% delas usavam o produto no período entre um a três anos.
Luiz Antonio Santini, diretor-geral do Inca, diz que "as mulheres começaram a fumar mais tarde".
– Por isso, agora que começam a estabilizar e até a cair os números de câncer de pulmão entre os homens, a incidência aumenta entre as mulheres.


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Câncer deve antingir dez mil crianças e adolescentes este ano



Dos 500 mil novos casos de câncer no Brasil este ano, quase dez mil deles deve atingir crianças e adolescentes. De acordo com especialistas, o diagnóstico precoce, no entanto, aumenta as chances de cura.
Nos últimos 30 anos, o índice de cura aumentou significativamente. Há três décadas, apenas 15% dos pacientes diagnosticados com a doença sobreviviam. Atualmente, 85% das crianças que identificam o câncer precocemente encontram a cura.


Jornal da Band

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Alerta contra o câncer de pele


Cariocas terão exames dermatológicos gratuitos no fim de semana. Cristo será iluminado na cor laranja hoje à noite

Rio - De todos os órgãos, a pele é o que tem mais chances de desenvolver câncer. A exposição exagerada ao sol, sem filtro solar, é a principal causa. Pessoas de pele clara correm mais risco. A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) promoverá, sábado, em todo o Brasil, uma campanha de combate à doença. No Rio, 13 postos de atendimento gratuito oferecerão exames de diagnóstico.
Para fazer o alerta contra a doença, hoje o Cristo Redentor será iluminado na cor laranja. Um dos postos de atendimento estará instalado num caminhão que, sábado, estará em Ipanema e, no domingo, na Barra da Tijuca.

MAIORIA NÃO SE PROTEGE

Segundo dados da campanha 2009 da SBD, 71% dos cariocas não usam filtro solar. Cada paciente que for a um posto (ligue 0800-7013187 para saber o mais próximo) receberá um folheto explicativo e fará um exame cutâneo completo. Aquele que tiver o câncer diagnosticado será encaminhado para tratamento nos serviços credenciados da SBD.
Segundo o presidente regional Rio da SBD, Carlos Barcauí, é preciso estar atento ao aparecimento das primeiras manchas. “Ferida que não cicatriza em área que fica exposta ao sol ou uma pinta que sangrou, coçou, mudou de cor ou de relevo e formato, são sinais de possível câncer de pele”, afirma.
O médico pede atenção às crianças. Embora o câncer seja mais comum a partir dos 40 anos, é consequência de exposição aos raios ultra-violeta, que têm efeito cumulativo. “Essa população tem mais tempo de ficar exposta. Por isso, temos que protegê-la com filtro solar, sombra, chapéu e não tomar sol entre 10h e 15h”, recomenda Barcauí.


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Depois de vencer o câncer, mulher morre atingida por árvore ao deixar o hospital


Após receber boa notícia de médico, mulher de 68 anos sofreu acidente fatal na Santa Casa da Capital

Depois de receber a notícia de que havia vencido a luta de seis anos contra o câncer de mama, a aposentada Noemi Schevitz da Costa, 68 anos, saía animada na manhã de sexta-feira do Complexo Hospitalar da Santa Casa, na Capital, fazendo planos para a nova fase de sua vida. A alegria, porém, transformou-se em tragédia minutos depois, quando a copa de um coqueiro, pesando cerca de cem quilos, se desprendeu de uma altura de 12 metros e atingiu em cheio a idosa, quando ela deixava a consulta médica.
A árvore estava na parte interna da instituição de saúde. A moradora de Canoas chegou a ser socorrida, mas não resistiu e morreu horas depois.
O marido dela, Álvaro José da Costa, 74 anos, que estava ao lado de Noemi, não se conformava com o acidente que tirou a vida da companheira de 50 anos de casamento.
— Como isso pode acontecer? Dentro de um hospital, uma copa de árvore cair na cabeça de uma pessoa. E ela havia lutado tanto para viver — disse.
Álvaro foi atingido por um dos galhos, mas a copa caiu quase inteira nas costas e na cabeça da mulher, que desabou desacordada numa das rampas do Hospital São José. Um vento mais forte teria sido a causa da queda de parte da árvore. Apesar de o acidente ter ocorrido dentro de uma casa de saúde, Noemi teve de ser levada para o Hospital de Pronto Socorro (HPS).
— O único atendimento que deram ali foi o oxigênio. A ambulância demorou uns 20 minutos. Não tinha maca, ficou no chão frio. Ela se machucou muito. Foi uma coisa horrível — disse o marido.
Momentos antes de ser atingida, feliz com a possibilidade de retomar uma vida normal, a aposentada ligou para o filho Dener, que mora em Salvador (BA).
— Ela recém havia me ligado para contar do resultado. Como um hospital deste porte não tem um jardineiro, não tem alguém para prevenir uma coisa dessas? — indagava o filho, que viajou ao Estado para acompanhar o funeral da mãe.
Noemi havia diagnosticado o câncer em 2004, ano em que passou por uma cirurgia. De lá para cá, enfrentou sucessivas sessões de quimioterapia. Na sexta-feira, retornava para o Hospital Santa Rita da Santa Casa, onde sempre se tratou, para uma nova avaliação com um médico. Segundo Álvaro, ela só teria de passar por um novo exame preventivo em abril de 2011. A aposentada foi sepultada no cemitério São Vicente, em Canoas, na tarde de sábado. Além do filho e do marido, Noemi deixou dois netos.


sábado, 6 de novembro de 2010

A QUEM POSSA INTERESSAR


gotasdeaveloz deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A planta avelós e o tratamento do câncer":

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maiores informações. gotasdeaveloz@hotmail.com
ou ligue 011. 8524.1333 wilson

Informação enviada por e-mail de um leitor

OBS: Lembre-se que a planta é tóxica. Não faça uso sem consultar seu médico.
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