A marca de sportswears inova ao lançar um novo modelo totalmente eco-friendly e com design fashion.
Por Lucas Guarnieri
(Divulgação Adidas/O novo tênis da Adidas foi feito com plástico retirado do oceano)
O novo lançamento da Adidas é a prova máxima de que moda e sustentabilidade podem andar de mãos dadas. Desde 2015, a empresa uniu forças com a organização Parley for The Ocean – que se dedica a reduzir os resíduos de plástico no oceano – para trabalhar em um protótipo de sapato eco-friendly. O projeto finalmente saiu do papel e o resultado é surpreendente: o “Ultra BOOST Uncaged Parley” foi feito com o material descartado nos oceanos e é superfashionista.
A marca de sportswears inova ao lançar um novo modelo totalmente eco-friendly e com design fashion.
Fonte: Elle
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quarta-feira, 9 de novembro de 2016
segunda-feira, 28 de março de 2016
A morte anunciada chegou: Adeus Tapajós, adeus encontro das águas, adeus praias, adeus Alter do Chão...
Mineração está matando outro grande rio no Pará. Quem liga?
Por Manoel Dutra em seu blog, sob o título "A morte anunciada chegou: Adeus Tapajós, adeus encontro das águas, adeus praias, adeus Alter do Chão..." (via Diógenes Brandão, no As Falas da Pólis)
De nada adiantou mostrar, pedir, denunciar, publicar carta aberta ao governador do Estado, fazer abaixo-assinado, solicitar a interferência do vice-governador que nasceu às margens do Tapajós, prefeitos, vereadores, deputados. Até mesmo parte da sociedade da região Oeste do Pará parece ter imaginado que isso nunca aconteceria, aliás, que isso nunca se repetiria, como se verificou há quase três décadas: a contaminação de mais de 700 quilômetros de extensão do Rio Tapajós e de seus principais afluentes chegou à sua foz, diante de Santarém.
E agora, como ficará a nascente indústria do turismo que hoje emprega milhares de pessoas ao longo do rio entre Santarém e Itaituba? E a saúde pública, ameaçada pela contaminação dos cardumes por metilmercúrio? E a economia, de modo geral, do Oeste do Estado? E as decantadas belezas daquela região, que atrai os próprios moradores e visitantes de muitas outras partes do Brasil e do exterior?
Talvez ainda agora, hoje, alguém haverá de negar a realidade que está aí diante dos olhos: a poluição por barro, mercúrio, cianeto, sabões, detergentes, graxas e combustíveis tudo isso está agora chegando à frente de Santarém, matando o o encontro das águas e fazendo desaparecer a coloração verde/azulada cuja beleza sempre foi uma das características da foz do Tapajós, onde o grande rio deságua no Amazonas.
Hoje de manhã, o engenheiro agrônomo Nilson Vieira, uma voz quase solitária a mostrar a devastação das fontes de vida e beleza do Oeste do Pará, em sua página do Facebook, escreveu o que segue:
"As duas primeiras imagens foram feitas hoje (29/03/15) e mostram o Rio Tapajós com águas sem as cores verde-azuladas que lhe são características. As duas outras foram feitas em um passado bem recente, em agosto e novembro de 2014, apresentando cores bem típicas. Segundo moradores das margens do Tapajós, isso não resulta de um fenômeno natural, sendo consequência da atividade garimpeira no leito do Tapajós e de seus afluentes. Pelo jeito, a mistura de barro, lama e metais pesados chegou à foz do nosso lindo rio azul. E agora, José?"
Fonte: Blog do jornalista e professor Manuel Dutra
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
21 DE SETEMBRO - DIA DA ÁRVORE
Árvores estão constantemente competindo por comida, lutando para deixar descendentes, escapando de predadores. Elas podem escalar as outras para chegar à luz, enganar animais para dispersar suas sementes, e, em último caso, chegam até a matar.
Assim como os animais, as árvores precisam se alimentar, e fazem de tudo para chegar à sua principal fonte de comida: a luz. As sequoias são as maiores árvores do mundo e podem ter mais de 100 metros de altura. General Sherman, uma sequoia de aproximadamente 2.100 anos possui um peso equivalente a dez baleias-azuis.
Na tentativa de chegar ao topo, algumas espécies foram ao extremo e podem até matar. A figueira mata pau começa a crescer em cima de outras plantas. No processo acaba abraçando sua hospedeira, que não consegue mais transportar água e nutrientes, e acaba morrendo.
Algumas delas estão na Terra há tanto tempo que presenciaram o nascer do sol mais de um milhão de vezes. As bristocne pines têm mais de 4.600 anos, e já estavam aqui quando as pirâmides do Egito foram erguidas ou quando Cristóvão Colombo chegou à América. Outras, como as cerejeiras e os ipês, não vivem tanto, mas possuem flores vistosas que embelezam os campos e as cidades pelo mundo.
Infelizmente a maior ameaça a esses seres vivos é o desmatamento. Mas, na luta pela sobrevivência, as árvores desenvolveram estratégias extraordinárias e farão qualquer coisa para continuar existindo.
Fonte: National Geographic Brasil
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
A Bela Natureza em Azul
Azul é minha cor favorita. No entanto, além do óbvio - o céu e o efeito que ele tem sobre a cor da água - há uma surpreendente falta de azul na natureza. Há muito poucas plantas ou flores azuis que não tenham sido modificadas pelo homem, não há mamíferos genuinamente azuis ou alimentos naturalmente dessa cor (alguns parecem azuis, mas são, na verdade, roxos - com as blueberries, por exemplo). Por essa razão, é particularmente especial quando encontramos exemplos de azul na grande tela da natureza. Aqui está uma coleção de alguns dos mais belos deles...
Um mar de 4,5 milhões de flores Baby Blue Eyes, também conhecidas como Nemophilas, fornece uma das muitas atrações no deslumbrante Hitachi Seaside Park, no Japão.
Este pássaro bonito é o splendid fairywren (Malurus splendens), nativo de regiões áridas da Austrália. Adultos do sexo masculino exibem esta plumagem azul e usam pétalas roxas e rosas para atrair parceiras do sexo feminino. Eles são conhecidos por serem sexualmente promíscuos.
O Paracanthurus hepatus é um peixe com um corpo azul impressionante, uma cauda amarela e um belo desenho preto. Embora sejam encontrados em pequenas quantidades em vários lugares ao redor do mundo, eles não são abundantes em nenhum local. E, sim, esse é o peixe que inspirou a personagem Dory, em "Procurando Nemo"!
A Papoula Azul do Himalaia é uma das poucas flores genuinamente azuis no mundo. Elas são encontradas em estados do norte dos EUA, incluindo o Alasca, onde o solo úmido e rico em adubo natural permite seu crescimento. É extremamente difícil cultivá-las em jardins - nem adianta tentar, infelizmente.
Falando em sapos azuis venenosos, o mais famoso de todos é o Sapo-boi-azul (Dendrobates azureus). Na maioria dos casos, não é benéfico para criaturas ter a cor azul, o que provavelmente explica porque não há muitos animais dessa cor. Entretanto, se você tem pele venenosa e quer avisar os predadores, aí o azul é uma cor muito útil!
Fonte: Tudo por E-mail
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
A Beleza das Estrelas do Mar Em Macrofotografias
Mais uma vez, o fotógrafo e biólogo marinho Alexander Semenov nos surpreende com um fascinante projeto em que exibe a complexa e intrincada beleza das estrelas do mar. Embora, à primeira vista, os objetos das imagens a seguir pareçam almofadas feitas de luzes e néon, ao olharmos mais de perto, descobriremos o lado mais fascinante da natureza nas formas destas criaturas marinhas…
Para ver mais trabalhos de Alexander Semenov, visite a suas página web e do Facebook.
Fonte: tudoporemail
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Ratazanas gigantes farejadoras de minas terrestres estão salvando vidas em países da África
A APOPO, uma ONG belga, treina ratazanas gigantes, habilitando-as a farejar minas terrestres e infecções de tuberculose. Desde 2006, estes “ratos heróis” trabalham em campos minados de Moçambique, impedindo que mais de 13.000 minas soterradas explodissem, recuperando mais de 11 milhões de metros quadrados de terra. Eles também analisaram, com precisão de um quarto de milhão, amostras de sangue com infecções de tuberculose.
Bart Weetjens, fundador da APOPO, teve a ideia de treinar ratos farejadores há 20 anos, quando era um estudante na Universidade de Antuérpia, na Bélgica. Ele costumava criar roedores de estimação, percebendo como eram sociáveis, inteligentes e facilmente treináveis.
Weetjens queria usar sua experiência de lidar com roedores para encontrar uma resolução local para o problema das minas terrestres. Depois de uma pesquisa considerável, Weetjens escolheu utilizar a espécie Cricetomys gambianus, ratos encontrados na África. Embora ele seja considerado uma praga em muitas partes do continente, o pesquisador sabia que era a solução perfeita, por conta de sua grande inteligência e olfato extraordinário.
E ele estava certo. Fácil de treinar, foram gastos R$ 21.500 para treinar cada um deles, o que é muito mais barato do que usar seres humanos ou cães. Eles são muito mais rápidos. Humanos com detectores de metais levariam cinco dias para procurar minas em 200 metros quadrados de terra, enquanto os ratos pode fazer o mesmo serviço em 20 minutos. E eles são, pelo menos, um quilo mais leve que o peso mínimo necessário para passar por cima de minas ativadas por pressão.
A APOPO cuida bem de seus ratos, não havendo mortes ou ferimentos em nenhum deles, durante o cumprimento do dever. Protetores solares são aplicados em seus ouvidos para prevenir o câncer de pele. Ao ficar velho demais para trabalhar, se aposentam e têm permissão para viver o resto de suas vidas em ambiente natural.
De acordo com Tim Edwards, chefe de formação e investigação comportamental da APOPO, é importante que os ratos sejam confiáveis. No caso raro de um rato se revelar difícil para treinar, ele é removido do programa de treinamento, mas continua como um companheiro para os outros ratos.
Os ratos também são treinados para farejar amostras de sangue e fluído humano, detectando traços de tuberculose. As amostras chegam de várias partes do país. De acordo com a APOPO, os ratos detectaram 7.000 casos de tuberculose, que não haviam sido identificadas nos testes convencionais. A medida já combateu 24.000 infecções, e aumentou as taxas de detecção em 45%. "Se você considerar o número de pacientes que foram curados de tuberculose por conta dos ratos, o impacto é enorme", disse o microbiologista da APOPO, Georgies Mgode.
A utilidade dos ratos em testes médicos despertou o interesse da comunidade médica. Agora, os investigadores estão interessados em saber como as criaturas podem ser usadas para farejar câncer. "Há muito potencial; é apenas uma questão de tempo e encontrar os recursos para investigá-lo”, disse Edwards.
Por enquanto, Weetjens tem o prazer de ver o seu programa de rato florescer. "Em Moçambique, as pessoas lutaram, eles colocaram minas e, em seguida, eles apertaram as mãos e foram embora. Mas eles deixaram para trás todas aquelas minas, que mataram muitos agricultores. Agora os nossos ratos estão limpando o terreno e ajudando as pessoas a usá-los novamente. Para mim, eles são grandes heróis",concluiu.
Fonte: Jornal Ciência
Bart Weetjens, fundador da APOPO, teve a ideia de treinar ratos farejadores há 20 anos, quando era um estudante na Universidade de Antuérpia, na Bélgica. Ele costumava criar roedores de estimação, percebendo como eram sociáveis, inteligentes e facilmente treináveis.
Weetjens queria usar sua experiência de lidar com roedores para encontrar uma resolução local para o problema das minas terrestres. Depois de uma pesquisa considerável, Weetjens escolheu utilizar a espécie Cricetomys gambianus, ratos encontrados na África. Embora ele seja considerado uma praga em muitas partes do continente, o pesquisador sabia que era a solução perfeita, por conta de sua grande inteligência e olfato extraordinário.
E ele estava certo. Fácil de treinar, foram gastos R$ 21.500 para treinar cada um deles, o que é muito mais barato do que usar seres humanos ou cães. Eles são muito mais rápidos. Humanos com detectores de metais levariam cinco dias para procurar minas em 200 metros quadrados de terra, enquanto os ratos pode fazer o mesmo serviço em 20 minutos. E eles são, pelo menos, um quilo mais leve que o peso mínimo necessário para passar por cima de minas ativadas por pressão.
A APOPO cuida bem de seus ratos, não havendo mortes ou ferimentos em nenhum deles, durante o cumprimento do dever. Protetores solares são aplicados em seus ouvidos para prevenir o câncer de pele. Ao ficar velho demais para trabalhar, se aposentam e têm permissão para viver o resto de suas vidas em ambiente natural.
De acordo com Tim Edwards, chefe de formação e investigação comportamental da APOPO, é importante que os ratos sejam confiáveis. No caso raro de um rato se revelar difícil para treinar, ele é removido do programa de treinamento, mas continua como um companheiro para os outros ratos.
Os ratos também são treinados para farejar amostras de sangue e fluído humano, detectando traços de tuberculose. As amostras chegam de várias partes do país. De acordo com a APOPO, os ratos detectaram 7.000 casos de tuberculose, que não haviam sido identificadas nos testes convencionais. A medida já combateu 24.000 infecções, e aumentou as taxas de detecção em 45%. "Se você considerar o número de pacientes que foram curados de tuberculose por conta dos ratos, o impacto é enorme", disse o microbiologista da APOPO, Georgies Mgode.
A utilidade dos ratos em testes médicos despertou o interesse da comunidade médica. Agora, os investigadores estão interessados em saber como as criaturas podem ser usadas para farejar câncer. "Há muito potencial; é apenas uma questão de tempo e encontrar os recursos para investigá-lo”, disse Edwards.
Por enquanto, Weetjens tem o prazer de ver o seu programa de rato florescer. "Em Moçambique, as pessoas lutaram, eles colocaram minas e, em seguida, eles apertaram as mãos e foram embora. Mas eles deixaram para trás todas aquelas minas, que mataram muitos agricultores. Agora os nossos ratos estão limpando o terreno e ajudando as pessoas a usá-los novamente. Para mim, eles são grandes heróis",concluiu.
Fonte: Jornal Ciência
sábado, 4 de outubro de 2014
Assunto: Água... Ela já não existe mais
Para aqueles que tomam banho e deixam o chuveiro aberto enquanto se ensaboam e a torneira aberta, enquanto escovam os dentes, desperdiçando dezenas de litros em vão ...
Pensem nisto!
EM ALGUNS LUGARES ELA JÁ NÃO EXISTE MAIS
Deli, Índia. Todos querem, apenas, um pouco de água...
Dois Sudaneses bebem água dos pântanos com filtro para filtrar as larvas flutuantes, responsáveis pela enfermidade da lombriga da Guiné.
O programa distribuiu milhões de tubos e já conseguiu reduzir em 70% esta enfermidade debilitante.
Os glaciares que abastecem a Europa de água potável perderam mais da metade do seu volume,
no século passado. Na foto, trabalhadores da estação de esqui do glaciar de Pitztal, na Áustria, cobrem o glaciar com uma manta especial para proteger a neve e retardar o seu derretimento, durante os meses de Verão...
As águas do delta do rio Níger são usadas para defecar, tomar banho, pescar e despejar o lixo.
Água suja em torneiras residenciais, devido ao avanço indiscriminado do desenvolvimento.
Aldeões na ilha de Coronilla, Quénia, cavam poços profundos em busca do precioso líquido, a apenas 300 metros do mar. A água é salobra.
Aquele que foi o quarto maior lago do mundo, agora é um cemitério poeirento de embarcações que nunca mais zarparão...
VALORIZE A ÁGUA!
EM ALGUNS LUGARES, ELA NÃO EXISTE MAIS... No Brasil, sem falar da seca nordestina, já está escassa na cidade de São Paulo.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
A CAMPANHA ALERTA VERMELHO AVANÇA!
AMPA - Associação Amigos do Peixe-boi
23 de set de 2014 — A Campanha Alerta Vermelho avança e cria o Fundo Alerta Vermelho.
Nas últimas semanas, representantes da Ampa, Batalhão Ambiental e do Ministério Público Federal estiveram reunidos na sede do Ministério Público, em Manaus –AM, para a regulamentação do fundo financeiro, criado pela Ampa, na Campanha Alerta Vermelho, destinado a apoiar a fiscalização de frigoríficos, entrepostos de pesca e o combate ao comércio ilegal de produtos derivados da fauna silvestre; assim como, buscar soluções e alternativas sustentáveis para as comunidades.
De acordo com o diretor-executivo da Ampa, Jone César Silva, o “Fundo Alerta Vermelho” foi criado para dinamizar o gerenciamento de recursos financeiros e evitar os entraves burocráticos que órgãos de fiscalização ambiental do Estado do Amazonas, como o Batalhão Ambiental, por exemplo, sofre para manter suas ações rotineiras de fiscalização.
“Além de auxiliar na manutenção destas instituições, o Fundo será utilizado para oferecer cursos técnicos de reciclagem e capacitação ambiental, que serão oferecidos por especialistas de instituições parcerias, entre elas, o Inpa”, explica Silva.
“O Ministério Público Federal pretende colaborar na medida em que, ao celebrar um termo de ajuste de conduta, poderá fixar como destinação o repasse para esse fundo. Essa participação do Ministério Público confere legitimidade à instituição para que possa acompanhar o trabalho do fundo e solicitar a prestação de contas, o que também é vantajoso, em relação a quem administra o fundo, porque confere transparência para consolidar o trabalho e segurança às pessoas que estão fazendo as doações”, ressalta o Procurador da República, Rafael Rocha.
“O fundo é importante primeiro porque com ele vai vir com a cooperação técnica, que é uma cooperação de informações, educação ambiental, dentro de um planejamento. Com os recursos do fundo, a gente vai poder realizar coisas que o Estado não tem a rapidez de realizar, por conta da burocracia brasileira, que é necessária; mas, para uma organização não governamental como a Ampa, ela facilitaria ser mais rápido para a gente abordar o problema com mais eficiência”, salienta o tenente-coronel do Batalhão Ambiental, Flávio Diniz.
A campanha “Alerta Vermelho” foi lançada no dia 20 de julho e pretende combater a matança cruel e indiscriminada dos botos da Amazônia que servem de isca para a captura de um peixe liso, chamado piracatinga. A iniciativa é Ampa e do Inpa.
AJUDE A COMPARTILHAR NOSSA PETIÇÃO: www.change.org/boto
ACESSE O HOTSITE DA CAMPANHA: www.alertavermelho.org
FACEBOOK AMPA: www.facebook.com/peixeboi.ampa
Agradecemos o apoio de você, em breve enviaremos novas atualizações da Campanha Alerta Vermelho.
Obrigado pelo apoio,
Jone César e equipe Alerta Vermelho.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Em 24 horas, os maiores cientistas do mundo vão divulgar o mais importante estudo das últimas décadas: ele prova, de uma vez por todas, que as mudanças climáticas são uma enorme ameaça, mas que uma ação dos nossos governos ainda pode impedir a catástrofe. É um alerta para salvar o nosso planeta, porém as grandes petroleiras e empresas de energia têm um aliado que está impedindo a verdade de vir à tona.
Rupert Murdoch, o barão da mídia, é dono de centenas de veículos de comunicação, incluindo a rede ultra-conservadora de notícias Fox News e o Wall Street Journal. Ele está usando sua influência sobre os meios de comunicação para ajudar seus parceiros na indústria petroleira a impedir que governos dimin uam os lucros destas empresas. Somente nos EUA, cerca de 80% – um índice absurdo – das notícias sobre mudanças climáticas em jornais de Murdoch induzem os leitores ao erro no que diz respeito ao aquecimento global! Agora ele quer fazer o mesmo com esse estudo inovador – e seu conglomerado de mídia vai dominar o debate, a menos que pessoas de todo o mundo se juntem para acabar com seus planos.
Batalhas como estas são vencidas ou perdidas no tribunal da opinião pública. Uma petição global de proporções gigantescas em apoio à verdade no debate das mudanças climáticas, além de cartas, tuítes e mensagens enviadas aos editores dos jornais por meio das redes sociais, pode ser a ação de que precisamos para vencer esta luta. Vamos apelar a Murdoch agora e persuadi-lo a recuar em seu ataque contra a ciência e publicar apenas a verdade. Vamos nos unir agora e espalhar esta campanha para todos: quando nossa petição alcança r 1 milhão de assinaturas, enviaremos um grupo dos maiores cientistas do mundo para o escritório de Murdoch e mostraremos a ele os fatos:
http://www.avaaz.org/po/murdoch_tell_climate_truth/?bmySqdb&v=29614
O estudo do IPCC, escrito por 2 mil cientistas, vai ser a maior prova do aquecimento global dos últimos anos. Ele afirma que o aquecimento global é, de forma inequívoca, provocado pela humanidade e que é preciso que os governos ajam imediatamente para evitar o impacto que essas mudanças podem causar na Terra por meio de secas, tempestades, aumento do nível do mar e derretimento do gelo e das calotas polares. As mudanças climáticas vão afetar tudo, começando pelos recifes de corais e passando por nossas safras de alimentos, os mares, as cidades costeiras, tudo!
Rupert Murdoch, o barão da mídia, é dono de centenas de veículos de comunicação, incluindo a rede ultra-conservadora de notícias Fox News e o Wall Street Journal. Ele está usando sua influência sobre os meios de comunicação para ajudar seus parceiros na indústria petroleira a impedir que governos dimin uam os lucros destas empresas. Somente nos EUA, cerca de 80% – um índice absurdo – das notícias sobre mudanças climáticas em jornais de Murdoch induzem os leitores ao erro no que diz respeito ao aquecimento global! Agora ele quer fazer o mesmo com esse estudo inovador – e seu conglomerado de mídia vai dominar o debate, a menos que pessoas de todo o mundo se juntem para acabar com seus planos.
Batalhas como estas são vencidas ou perdidas no tribunal da opinião pública. Uma petição global de proporções gigantescas em apoio à verdade no debate das mudanças climáticas, além de cartas, tuítes e mensagens enviadas aos editores dos jornais por meio das redes sociais, pode ser a ação de que precisamos para vencer esta luta. Vamos apelar a Murdoch agora e persuadi-lo a recuar em seu ataque contra a ciência e publicar apenas a verdade. Vamos nos unir agora e espalhar esta campanha para todos: quando nossa petição alcança r 1 milhão de assinaturas, enviaremos um grupo dos maiores cientistas do mundo para o escritório de Murdoch e mostraremos a ele os fatos:
http://www.avaaz.org/po/murdoch_tell_climate_truth/?bmySqdb&v=29614
O estudo do IPCC, escrito por 2 mil cientistas, vai ser a maior prova do aquecimento global dos últimos anos. Ele afirma que o aquecimento global é, de forma inequívoca, provocado pela humanidade e que é preciso que os governos ajam imediatamente para evitar o impacto que essas mudanças podem causar na Terra por meio de secas, tempestades, aumento do nível do mar e derretimento do gelo e das calotas polares. As mudanças climáticas vão afetar tudo, começando pelos recifes de corais e passando por nossas safras de alimentos, os mares, as cidades costeiras, tudo!
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Museu de Londres reúne melhores fotos de natureza do mundo
O holandês Frans Lanting só “se deu conta” de que poderia ser um fotógrafo quando já tinha “vinte e poucos anos”, depois de um diploma em ciências sociais. Com ídolos como Ansel Adams, ele acabou se mudando para a Califórnia, onde vive até hoje, 25 anos depois de ter dado início à carreira. Aqui ele retrata um grupo de elefantes no Parque Nacional de Chobe, em Botsuana (Foto: Frans Lanting /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Em parceria com a BBC, o Museu de História Natural de Londres publica o livro Masters of Nature Photography, uma seleção das melhores imagens das últimas 49 edições do concurso anual Wildlife Photography of the Year (Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano, em tradução livre).
Nascido na Alemanha, Christian Ziegler tem nutrido uma fascinação por florestas tropicais desde a adolescência. Com 19 anos conheceu a Tailândia e um tempo depois fez um mestrado em biologia tropical. Nesta imagem clicada no Panamá, ele retrata um morcego após inúmeras tentativas (Foto: Christian Ziegler /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Organizado pelas duas instituições britânicas, o renomado concurso premia todos os anos as cem melhores fotografias retratando cenas de natureza e vida selvagem.
Dez fotógrafos tiveram suas imagens selecionadas para o livro comemorativo, entre eles veteranos considerados "lendas" no tema e jovens "mestres" que têm se destacado.
Após tirar sua primeira foto com 15 anos, o americano Jim Brandenburg focou seu trabalho na fotografia de animais e lugares selvagens, descrita por ele como “pintar a beleza da natureza com uma câmera”. Com mais de 50 anos de carreira e diversos prêmios, o americano de Minnesota tem atuado cada vez mais na Europa. Nesta imagem, dois cavalos poloneses konik foram retratados na reserva de Oostvaardersplassen, na Holanda, que tenta recriar ambientes pré-históricos da Europa (Foto: Jim Brandenburg /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography). .
Cada um escolheu dez fotos que julgaram ser mais representativas de seu trabalho ao longo dos anos.
Assim como outros fotógrafos escandinavos, o norueguês Pål Hermansen apresenta um bom domínio de luz, motivado pelas características da região, que conta com as luzes do norte e os meses de longas noites. Seu primeiro livro foi lançado em 1985, e desde então seguiram-se outras 30 publicações. Esta imagem de 2005, tirada em Svalbard, na Noruega, mostra o “café da manhã” de um urso polar (Foto: Pål Hermansen /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
"Alguns diriam que há outros fotógrafos de natureza de igual estatura que, assim como eles, também foram agraciados com o prêmio. Mas juntos, estes dez representam o conjunto de uma obra que abrange 30 anos de trabalho, diferentes nacionalidades e distintas maneiras de ver o mundo da natureza", diz a organização do livro.
BBC Brasil
Em parceria com a BBC, o Museu de História Natural de Londres publica o livro Masters of Nature Photography, uma seleção das melhores imagens das últimas 49 edições do concurso anual Wildlife Photography of the Year (Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano, em tradução livre).
Nascido na Alemanha, Christian Ziegler tem nutrido uma fascinação por florestas tropicais desde a adolescência. Com 19 anos conheceu a Tailândia e um tempo depois fez um mestrado em biologia tropical. Nesta imagem clicada no Panamá, ele retrata um morcego após inúmeras tentativas (Foto: Christian Ziegler /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Organizado pelas duas instituições britânicas, o renomado concurso premia todos os anos as cem melhores fotografias retratando cenas de natureza e vida selvagem.
Dez fotógrafos tiveram suas imagens selecionadas para o livro comemorativo, entre eles veteranos considerados "lendas" no tema e jovens "mestres" que têm se destacado.
Após tirar sua primeira foto com 15 anos, o americano Jim Brandenburg focou seu trabalho na fotografia de animais e lugares selvagens, descrita por ele como “pintar a beleza da natureza com uma câmera”. Com mais de 50 anos de carreira e diversos prêmios, o americano de Minnesota tem atuado cada vez mais na Europa. Nesta imagem, dois cavalos poloneses konik foram retratados na reserva de Oostvaardersplassen, na Holanda, que tenta recriar ambientes pré-históricos da Europa (Foto: Jim Brandenburg /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography). .
Cada um escolheu dez fotos que julgaram ser mais representativas de seu trabalho ao longo dos anos.
Assim como outros fotógrafos escandinavos, o norueguês Pål Hermansen apresenta um bom domínio de luz, motivado pelas características da região, que conta com as luzes do norte e os meses de longas noites. Seu primeiro livro foi lançado em 1985, e desde então seguiram-se outras 30 publicações. Esta imagem de 2005, tirada em Svalbard, na Noruega, mostra o “café da manhã” de um urso polar (Foto: Pål Hermansen /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
"Alguns diriam que há outros fotógrafos de natureza de igual estatura que, assim como eles, também foram agraciados com o prêmio. Mas juntos, estes dez representam o conjunto de uma obra que abrange 30 anos de trabalho, diferentes nacionalidades e distintas maneiras de ver o mundo da natureza", diz a organização do livro.
BBC Brasil
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Dia da Terra 2013: entenda como surgiu a data e seu significado
O Dia da Terra 2013 - ou, oficialmente, Dia Internacional da Mãe Terra - é uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2009 para marcar a responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza e a Terra e alcançar um balanço entre economia, sociedade e ambiente.
"O Dia Internacional da Mãe Terra é uma chance de reafirmar nossa responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza em um tempo em que nosso planeta está sob ameaça da mudança climática, exploração insustentável dos recursos naturais e outros problemas causados pelo homem. Quando nós ameaçamos nosso planeta, minamos nossa própria casa - e nossa sobrevivência no futuro", diz mensagem do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
Contudo, a história dessa comemoração é bem mais antiga. O primeiro Dia Nacional da Terra ocorreu em meio ao movimento hippie americano, em 1970. Se por um lado a música e os jovens eram engajados, de outro os americanos viviam com seus carros com motor V8 e a indústria despejando produtos poluidores com pouco medo de represálias legais.
A ideia de uma data para marcar a luta pelo ambiente veio do senador Gaylord Nelson, após este ver a destruição causada por um grande vazamento de óleo na Califórnia, em 1969. Ele recebeu o apoio do congressista republicano conservador Pete McCloskey e recrutou o estudante de Harvard Denis Hayes como coordenador da campanha.
No dia 22 de abril, 20 milhões de pessoas nos Estados Unidos saíram às ruas para protestar em favor de um planeta mais saudável e sustentável. Milhares de escolas e universidades organizaram manifestações contra a deterioração do ambiente e engrossaram os grupos ambientalistas. Foi um raro momento que juntou até mesmo democratas e republicanos.O resultado prático foi a criação da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e dos atos do Ar Limpo, Água Limpa e das Espécies Ameaçadas. "Foi uma aposta", lembra o senador, "mas funcionou."
JB Online
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Meteoro cai na Rússia e deixa centenas de feridos
.Onda de choque quebrou janelas e balançou prédios na região dos Montes Urais
.Rocha teriam cerca de 10 toneladas, segundo agência russa
MOSCOU - Ao menos 500 pessoas ficaram feridas após a queda de um meteoro na região dos Montes Urais, na Rússia, nesta sexta-feira. Onze estão em estado grave e foram levadas a centros médicos locais, segundo agências internacionais. A rocha, estimada em 10 toneladas, entrou na atmosfera e começou a se desfazer. Parte dela atingiu um lago na pequena cidade de Chebarkul, causando pânico entre moradores de todos os arredores. A onda de choque causada pelo fenômeno destruiu janelas e balançou prédios, enquanto equipes de resgate foram deslocadas para socorrer a população.
O Globo
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Segundo a NASA, 2012 foi o nono ano mais quente desde 188
O ano de 2012 manteve a tendência de aquecimento do clima. De 132 anos para cá, os nove anos mais quentes ocorreram depois de 2000
O mapa representa as anomalias na média da temperatura global entre 2008 e 2012 / Créditos: NASA/Goddard Space Flight Center Scientific Visualization Studio
Cientistas da NASA afirmam que 2012 foi o nono ano mais quente desde 1880. Uma análise de longo prazo revelou que os nove anos mais quentes em 132 anos, ocorreram após 2000, sendo 2010 e 2005 os anos mais quentes.
O Instituto de Estudos Espaciais da NASA, em Nova York, monitora as temperaturas na superfície global, levando em conta os dados de mais de 1000 estações meteorológicas, imagens de satélite e as pesquisas realizadas com gelo da Antártida. Os índices revelam que a Terra continua esquentando nas últimas décadas. Em relação à média da metade do século XX, a temperatura teria aumentado 0,6 ºC. Comparado com 1880, a média global subiu 0,8 ºC.
O aumento na emissão dos gases causadores do efeito estufa, como o gás carbônico, que retêm a frequência infravermelha dos raios solares, tem intensificado o processo de aquecimento global. Segundo os cientistas, cada ano não precisa ser necessariamente mais quente que o ano anterior. Porém, pela quantidade de gás emitida, a expectativa dos cientistas é que cada década fique bem mais quente que a anterior.
O nível de gás carbônico na atmosfera, emitido pela queima, sobretudo, de combustíveis fósseis, era algo em torno de 285 parte por milhão (ppm) em 1880, subindo para 315 ppm em 1960 e, atualmente, ultrapassando a faixa dos 390 ppm. As regiões mais atingidas são aquelas de climas mais extremos.
Galileu
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Comerciante de Capão da Canoa espalha cestos na orla para manter a areia limpa
Régis inácio surpreende os veranistas com a ideia que adota desde o último verão
A boa ideia de Régis custou a ele menos de R$ 2. Pode ser mais barata do que um milho ou do que um coco. Mas não importa o comparativo que seja feito. Em qualquer situação, é como se os 20 cestos de lixo, adquiridos pelo comerciante a R$ 1,99 cada, espalhados pela praia, não tivessem preço.
Desde o último verão, Régis Inácio, 30 anos, surpreende os veranistas que frequentam a área em frente ao seu quiosque na orla de Capão da Canoa. Tudo começa com uma boa varrida na areia no início da manhã e se encerra com lixeiras forradas à noite. Nenhum canudo, nenhuma espiga e nenhuma lata no chão.
— Percebo que os veranistas têm preguiça de levar os resíduos até as lixeiras perto dos quiosques. Então, para não terem desculpa, espalhei esse monte de cestos na praia. Assim ela fica mais limpa — explica o comerciante, como quem não dá grande valor à própria iniciativa.
Só que quem recebe a praia do jeito que ela deveria sempre estar — limpa — reconhece que a atitude, apesar de simples, gera uma onda de respeito à natureza que se propaga com intensidade.
— É como se cada cesto desses intimidasse os mais relapsos. Sentada aqui, é possível ver que o pessoal se levanta, dá dois passos e deposita os restos no local adequado. Essa iniciativa educa, e a lição aprendida volta para a casa com os veranistas — acredita Nádia Bassegio, 40 anos, professora em Lajeado.
Os despejos acumulados nas pequenas lixeiras são recolhidos, três vezes ao dia, e separados pelos garçons em reservatórios que levam as inscrições: lata, coco e orgânico. Durante a noite, a coleta seletiva passa, leva o conteúdo e a orla está preparada mais uma vez para as delícias praianas. Os funcionários de Régis poderiam achar que é trabalho a mais e se queixar da nova responsabilidade que assumiram. Mas nenhum dos 10 atendentes reclama. Muito pelo contrário.
— No final do verão o seu Marino (pai do Régis) pega a grana acumulada com a venda das latinhas e faz um baita churrasco para a galera que trabalha aqui. É para comemorar a temporada e a praia limpa — vibra o atendente Andrei Matos, 19 anos.
A prática do quiosqueiro, que vai além das responsabilidades previstas no momento em que recebeu a autorização ambiental da prefeitura, torna-se exemplo a ser seguido por todos os veranistas e demais comerciantes que se espalham pelas praias gaúchas. E o argumento é simples:
— Não dá para só tirar proveito da natureza. Nós, quiosqueiros, ganhamos a vida nessa areia e nesse mar. Quem vem de férias, também relaxa e aproveita as belezas daqui. Então, o mínimo que podemos fazer é preservar a praia. Assim, no próximo verão, ela estará nos acolhendo mais uma vez — conclui Régis.
Zero Hora
A boa ideia de Régis custou a ele menos de R$ 2. Pode ser mais barata do que um milho ou do que um coco. Mas não importa o comparativo que seja feito. Em qualquer situação, é como se os 20 cestos de lixo, adquiridos pelo comerciante a R$ 1,99 cada, espalhados pela praia, não tivessem preço.
Desde o último verão, Régis Inácio, 30 anos, surpreende os veranistas que frequentam a área em frente ao seu quiosque na orla de Capão da Canoa. Tudo começa com uma boa varrida na areia no início da manhã e se encerra com lixeiras forradas à noite. Nenhum canudo, nenhuma espiga e nenhuma lata no chão.
— Percebo que os veranistas têm preguiça de levar os resíduos até as lixeiras perto dos quiosques. Então, para não terem desculpa, espalhei esse monte de cestos na praia. Assim ela fica mais limpa — explica o comerciante, como quem não dá grande valor à própria iniciativa.
Só que quem recebe a praia do jeito que ela deveria sempre estar — limpa — reconhece que a atitude, apesar de simples, gera uma onda de respeito à natureza que se propaga com intensidade.
— É como se cada cesto desses intimidasse os mais relapsos. Sentada aqui, é possível ver que o pessoal se levanta, dá dois passos e deposita os restos no local adequado. Essa iniciativa educa, e a lição aprendida volta para a casa com os veranistas — acredita Nádia Bassegio, 40 anos, professora em Lajeado.
Os despejos acumulados nas pequenas lixeiras são recolhidos, três vezes ao dia, e separados pelos garçons em reservatórios que levam as inscrições: lata, coco e orgânico. Durante a noite, a coleta seletiva passa, leva o conteúdo e a orla está preparada mais uma vez para as delícias praianas. Os funcionários de Régis poderiam achar que é trabalho a mais e se queixar da nova responsabilidade que assumiram. Mas nenhum dos 10 atendentes reclama. Muito pelo contrário.
— No final do verão o seu Marino (pai do Régis) pega a grana acumulada com a venda das latinhas e faz um baita churrasco para a galera que trabalha aqui. É para comemorar a temporada e a praia limpa — vibra o atendente Andrei Matos, 19 anos.
A prática do quiosqueiro, que vai além das responsabilidades previstas no momento em que recebeu a autorização ambiental da prefeitura, torna-se exemplo a ser seguido por todos os veranistas e demais comerciantes que se espalham pelas praias gaúchas. E o argumento é simples:
— Não dá para só tirar proveito da natureza. Nós, quiosqueiros, ganhamos a vida nessa areia e nesse mar. Quem vem de férias, também relaxa e aproveita as belezas daqui. Então, o mínimo que podemos fazer é preservar a praia. Assim, no próximo verão, ela estará nos acolhendo mais uma vez — conclui Régis.
Zero Hora
domingo, 6 de janeiro de 2013
Farofa está proibida por decreto nas praias de Angra dos Reis
Banhistas não podem fazer churrasco ao longo da orla e nas ilhas
RIO - O churrasco com farofa está proibido por decreto nas praias das ilhas de Angra dos Reis, inclusive na Ilha Grande. A prefeita da cidade, Conceição Rabha, anunciou neste sábado que vai não só manter como ampliar o decreto do ex-prefeito Tuca Jordão, que proíbe banhistas de fazerem churrasco em todas as praias do município. Os infratores poderão ser enquadrados por crime ambiental, uma vez que todas as ilhas da cidade estão situadas em áreas de preservação.
- Vamos manter o que é bom. Atividades como churrasco na praia degradam o meio ambiente. Não podemos permitir este tipo de comportamento. Não é este tipo de turismo que Angra dos Reis precisa. Precisamos de regras para o bom convívio e o decreto disciplina isso - disse a prefeita.
O decreto, que começou a ser posto em prática no réveillon, será ampliado com a ação de mobilizadores ambientais que vão atuar nas praias distribuindo saquinhos de lixo:
- O churrasco não é uma atividade salutar em ambientes que precisam ser preservados e que são procurados por pessoas em busca de lazer. Não vamos proibir alimentos como sanduíches naturais e outros que não agridam o meio ambiente. Churrasco não - afirmou a prefeita.
A operação especial vem mobilizando agentes da Secretaria do Meio Ambiente, da Turisangra, da Capitania dos Portos e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Os fiscais usam a estratégia de chegar nas praias antes dos banhistas para impedir que eles armem churrasqueiras. As equipes também estão controlando os acessos para evitar a superlotação, principalmente nas ilhas de Cataguás e na Gipoia (Praia das Flechas), que ficam mais próximas do continente e são as preferidas pelos banhistas que contratam pequenas embarcações. Em Cataguás e Flechas, só 300 pessoas podem permanecer em cada uma delas.
A operação de ordem urbana está começando nas rodovias de acesso a Angra dos Reis. Os agentes da PRF param os ônibus de turismo piratas, em sua maioria procedentes da Baixada Fluminense. A Capitania dos Portos fiscaliza a documentação e as condições de segurança das embarcações, mas os militares não podem atuar na repressão ao transporte irregular.
As equipes de fiscalização começaram a atuar também, logo depois do réveillon, na Praia do Dentista, na Ilha da Gipoia, onde chegam a ficar fundeadas de 300 a 500 lanchas nos fins de semana. Na Ilha Grande, os fiscais reprimem o comércio irregular na Vila do Abraão e a atracação de embarcações de aluguel não autorizadas. A ilha esperava receber dez mil pessoas na virada do ano.
Já em Cabo Frio, na Região dos Lagos, uma nova campanha será feita no dia 12 para evitar que os banhistas deixem lixo nas praias do Peró e das Conchas, que viam na Área de Proteção Ambiental do Pau-Brasil e no Parque da Costa do Sol. Organizado pela Ondas do Peró, formada por surfistas e ambientalistas, a campanha vai mobilizar centenas de voluntários que vão conscientizar os banhistas para não deixar lixo na praia.
- Vamos mostrar os problemas causados pelo lixo nas praias. Os detritos são uma das principais causas da morte dos animais marinhos - disse o surfista Marcelo Valente.
O Globo
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Jaó-do-sul é observado
Pássaro ameaçado de extinção foi flagrado por pesquisadores em mata fechada no Espírito Santo
Pesquisadores que identificam aves remanescentes da Mata Atlântica fizeram recentemente um dos mais consistentes registros já realizados no País do pássaro jaó-do-sul, numa reserva particular próxima a Linhares, no Espírito Santo. A espécie, ameaçada de extinção, foi flagrada na mata fechada pelo projeto Distribuição de Aves no Corredor Central da Mata Atlântica.
No vídeo que está disponível na internet é possível observar o ruído emitido pela ave para atrair fêmeas e constituir um novo ninho. Responsável pelas imagens, o fotógrafo Gustavo Magnago diz que foi preciso abrir caminho por mais de 1 quilômetro para chegar perto do animal, que vive no chão de florestas densas de baixada.
"Para não fazer barulho, deixei na véspera o tripé e equipamentos próximos ao local onde era possível ouvi-lo", explica. "No dia do registro, chegamos às 5 horas, pois a manhã é o período de maior atividade da espécie."
A dificuldade para conseguir registrar imagens do pássaro, também conhecido como jaó-do-litoral, é que ele costuma ser muito mais ouvido do que visto, por ser uma espécie de solo. Para tornar mais complicado o trabalho, praticamente não emite sons durante o inverno. "É uma ave rara, arisca, que gosta de se esconder", afirma Magnago, que ficou 40 minutos próximo ao pássaro.
Ainda em número considerável no País - é tido como "quase ameaçado" na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) -, o jaó-do-sul é ameaçado pela perda de hábitat, por conta do avanço do desmatamento. Considerado extinto no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul, é classificado como "criticamente em perigo" no Espírito Santo, em São Paulo e em Minas Gerais.
Vinculado às Faculdades Integradas São Pedro (ES) e com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes), o estudo há dois anos observa as aves da área de proteção de 22 mil hectares da Reserva Natural Vale, que abriga a maior parte da porção capixaba de Mata Atlântica. "O próximo animal que vamos buscar registro é o Anambé-de-asa-branca, cujas imagens existentes têm pouca qualidade", diz Magnago.
Estadão
domingo, 16 de dezembro de 2012
Desmatamento da Amazônia destruiu o habitat de 8 milhões de pássaros
O governo brasileiro apresentou a queda do desmatamento da Amazônia como a melhor notícia ambiental do ano. De fato, os números mostram que pela primeira vez o Brasil desmatou menos de 5 mil km² de florestas, o que é uma vitória se compararmos com um ano como 2004, quando mais de 25 mil km² foram desmatados.
Ainda assim, a boa notícia esconde um problema: mesmo um desmatamento menor causa dano à floresta e aos animais. Uma estimativa feita pelo pesquisador Paulo Barreto, do Imazon, coloca esses dano em perspectiva. Segundo ele, o desmatamento em 2011-2012 foi responsável pela derrubada de 232 milhões de árvores – 20% a mais do que número de pessoas que vivem no Brasil. Cerca de 8 milhões de pássaros e 270 mil macacos tiveram seus habitats destruídos, e a mata derrubada emitiu duas vezes mais gases de efeito estufa do que toda a frota de carros do país.
Barreto explica que esses números são estimativas. A quantidade de animais impactados foi calculada com base na densidade demográfica de animais na Amazônia, e a emissão dos veículos foi calculada considerando apenas os carros a gasolina (e por isso pode estar superestimada). Ainda assim, os dados ajudam a mostrar um quadro que geralmente fica escondido enquanto comemoramos a queda do desmatamento.
Para Barreto, é importante comemorar a queda do desmate, mas a continuação do desmatamento ainda é uma tragédia. O pesquisador acredita que o Brasil não precisa desmatar mais nenhuma árvore, já que há no país mais de 10 milhões de hectares de pastos degradados que poderiam ser recuperados e utilizados para a produção de alimentos.
Época
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Campanha de conservação aumenta população de gorilas na África
A população mundial total de gorilas da montanha aumentou para 880, de acordo com dados divulgados pela Autoridade de Vida Selvagem de Uganda.
Os gorilas da montanha, uma subespécie do leste africano, vivem em apenas dois lugares em todo o mundo: na região montanhosa de vulcões extintos de Virunga, nas fronteiras entre a República Democrática do Congo, Uganda e Ruanda, e no Parque Nacional Impenetrável de Bwindi, no sudoeste de Uganda.
"Os gorilas da montanha são os únicos primatas de grande porte que experimentam um aumento populacional. Isto se deve em grande parte aos intensos esforços de conservação e estratégias bem-sucedidas de engajamento com a comunidade", diz David Greer, gerente do Programa de Grandes Primatas do WWF.
A ameaça mais recente à população dos gorilas foram armadilhas de caçadores.
Um programa de treinamento está em curso para ensinar guardas florestais novos métodos de detecção e remoção de armadilhas instaladas para outros animals, mas que podem ferir gravemente os gorilas.
"Ao menos sete gorilas da montanha de Virunga foram pegos em armadilhas neste ano e dois não sobreviveram", diz Geer.
De acordo com o WWF, "nos cem anos desde a sua descoberta, o gorila da montanha tem enfrentado a caça descontrolada, guerra, doenças, destruição de seu habitat de floresta e captura para tráfico ilegal de animais. Estes fatores levaram a um declínio dramático dos números".
Graças aos esforços de conservação, a população dos gorilas da montanha aumentou de 620 em 1989 para 880 hoje em dia.
Os gorilas são muito sociáveis e moram em grupos bem integrados. O censo indica que os 400 gorilas da montanha do Parque Nacional Impenetrável de Bwindi formam 36 grupos distintos.
O Censo dos Gorilas da Montanha de Bwindi foi realizado pela Autoridade de Vida Selvagem de Uganda, com apoio do Instituto Congolês para a Conservação da Natureza e o Escritório de Desenvolvimento de Ruanda.
BBC Brasil
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Imagens mostram redução da área desmatada na Amazônia em outubro
Desmate na região foi de 277 km² no mês passado, de acordo com dados do Inpe
Agência Brasil
BRASÍLIA - Um dia depois de divulgar a menor taxa anual de desmatamento na Amazônia dos últimos 14 anos, o governo antecipou nesta quarta-feira, 28, que a derrubada ilegal de árvores na região, no mês de outubro, ocorreu em 277 km². As imagens captadas pelos satélites do Sistema de Monitoramento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), revelam a redução de quase 100 km² de território devastado por infratores ambientais. No mesmo mês de 2011, o crime ambiental atingiu uma área de 386 km².
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afastou os rumores de que o governo brasileiro esteja escondendo o dado no período em que ocorre a Conferência das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas, (a COP 18) em Doha, no Catar.
"Não estamos escondendo os dados, estamos aperfeiçoando as informações sobre o que é corte raso e o que é degradação na Amazônia", disse. Em agosto deste ano, por exemplo, dos mais de 500 km² desmatados na região, 60% tiveram relação com queimadas. "O Brasil foi aplaudido em Doha, pela taxa histórica de desmatamento [4,6 mil km², a menor área devastada desde o início do monitoramento iniciado em 1988]", destacou a ministra, ao citar os dados referentes ao período de agosto de 2011 a julho deste ano.
Izabella Teixeira reconheceu que os resultados das operações de combate e controle do crime ambiental não significam menos trabalho para os fiscais. "Não estou dizendo que o desmatamento está sob controle. Toda vez que [o desmatamento ilegal] diminui, vou ter mais dificuldades", disse, destacando as novas técnicas usadas pelos criminosos, como camuflagem de tratores usados para a derrubada de árvores nas florestas.
Ao divulgar as informações, durante a reunião do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), em Brasília, a ministra cobrou que os estados publiquem decretos proibindo claramente algumas práticas nas florestas, como a do "correntão", em que dois tratores ligados por uma corrente passam derrubando ilegalmente árvores de uma determinada área.
Segundo ela, os fiscais ambientais têm enfrentado dificuldades "na ponta". "Em períodos de chuva, como agora, estamos vendo novas áreas, que não são áreas tradicionais, sendo alvos de desmatamento", destacou. Com a cobertura de nuvens, o trabalho de fiscalização, que deveria se antecipar ao crime, tem sido prejudicado.
"Ano que vem teremos uma nova família de satélites que vai nos permitir enxergar melhor. Não estamos escondendo dados. Tenho certeza que o Brasil vai acabar com o desmatamento ilegal na Amazônia", completou a ministra.
Durante a reunião, 11 estados brasileiros assinaram o acordo de adesão ao Cadastro Ambiental Rural (CAR). O sistema vai identificar e mapear as propriedades rurais existentes no país e será usado como base para a recuperação de áreas devastadas pela agricultura.
Estadão
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Cidades da região serrana entram em estágio de atenção nesta sexta-feira
Previsão de chuva para este sábado, segundo o Inmet
Os municípios de Nova Friburgo e Bom Jardim, na região serrana do Estado do Rio de Janeiro, entraram em estágio de atenção às 17h40 desta sexta-feira (16). Mais cedo, as cidades de Petrópolis e Teresópolis também foram colocadas em estágio de atenção devido às chuvas que atingem a região. As informações são do Inea (Instituto Estadual do Ambiente).
O estágio de atenção é o segundo nível em uma escala de quatro e significa a possibilidade de chuva moderada, ocasionalmente forte, nas próximas horas.
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), o tempo deve permanecer instável neste sábado (17). Segundo o instituto, o Estado deve ter céu nublado com possibilidade de chuva durante o período. A temperatura mínima deve ser de 17 °C e a máxima não deve passar dos 27 °C.
R7
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