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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Menina de 18 anos se prepara para casar com seu próprio pai após dois anos de namoro


Incesto aconteceu depois de 12 anos afastados. Eles se conheceram e passaram uma semana juntos - tempo suficiente para, segundo ela, se apaixonarem e terem a sua primeira relação sexual

"AS PESSOAS PRECISAM PESQUISAR MAIS SOBRE INCESTO E GSA", DIZ GAROTA QUE SE PREPRARA PARA CASAR COM O PRÓPRIO PAI (Foto: Thinkstock)

Na década de 80, Barbara Gonyo, fundadora de um grupo de apoio a crianças adotadas que tiveram a chance de conhecer os pais biológicos, cunhou o termo “Atração Sexual Genética” (GSA - sigla em inglês). Segundo ela, ele diz respeito aos intensos sentimentos amorosos e sexuais observados nas reuniões de reaproximação. Em entrevista ao The Guardian, contou que este sentimento tabu ocorre em 50% dos casos em que parentes afastados se reencontram na fase adulta. É exatamente esta a realidade vivida por uma garota americana de 18 anos.

Os pais da menina se conheceram no colégio, aos 18 anos, e a conceberam na noite da festa de formatura. Eles tinham um relacionamento sério há seis meses, mas romperam durante a gravidez. “Eu acho que os problemas psicológicos da minha mãe contribuíram para que a relação não funcionasse. Ela sofre de bipolaridade e outros problemas mentais”, disse. “Eles não eram felizes e não mantiveram o contato depois do meu nascimento.”

Nos dois primeiros anos de vida, ela foi criada pelos avós por conta do descontrole da progenitora e teve um breve contato com seu pai entre os 3 e 5 anos de idade. Mas os encontros eram sempre conturbados e marcados por discussões do ex-casal. Logo, as visitas cessaram.

“Quando eu tinha uns 15 anos, ele escreveu para a minha mãe dizendo que gostaria de me ver. Eu disse que sentia falta dele e não me importaria em encontrá-lo. Ela me perguntou como eu poderia sentir saudades de alguém que eu mal conhecia, que eu não via há muito tempo. Mas a minha carência era de uma figura paterna.” Segundo a jovem, a mãe sempre se relacionou com os caras errados e ela nunca conseguiu se sentir próxima dos padrastos.

Até que aos 17 anos, ela teve a chance de reencontrar o pai biológico. “Minha mãe era muito controladora. Ela tinha a senha do meu Facebook, desde a criação da conta. Um dia, depois de recuperar os meus privilégios de acessar a rede social, ele me adicionou como amigo. A princípio, pensei que fosse o meu avô, por causa do nome similar. Só depois me dei conta de que se tratava do meu pai. Eu disse que achava que ele estava morto e perguntei por que ele demorou para entrar em contato. Ele disse que sempre tentava me adicionar, mas eu sempre rejeitava o convite. Era a minha mãe controlando o meu perfil.”

Os dois passaram cinco dias juntos. “Ele estava morando com a namorada. Na primeira noite, dormiu no sofá e eu no chão, só para ter a certeza de que estava tudo bem. Dormir em lugares diferentes me deixava ansiosa e eu pedi para que ele ficasse comigo, caso eu tivesse pesadelo durante a noite. Na segunda noite, ele dormiu no sofá novamente. E no terceiro dia, eu me vi dormindo com ele no chão, deitada em seu peito, nos braços. A quarta noite passamos no chão de novo. Desta vez, nós realmente nos abraçamos. Quando acordamos, estávamos de conchinha. Eu não soube disso na hora, mas depois que nos declaramos, ele confessou ter tido uma ereção. [Não senti nada]. Eu estava dormindo e ele foi discretamente ao banheiro.”

Na noite seguinte, enquanto brincavam de lutinha antes de se deitarem, ela o mordeu. “Eu pude vê-lo arrepiado dos dedos dos pés aos ombros. Em seguida, ele beliscou minha coxa e eu me arrepiei toda. Paramos e dissemos que não sabíamos o que estava acontecendo, mas admitimos que sentíamos algo forte um pelo outro. Discutimos se isso era certo e nos beijamos. Depois, fizemos amor pela primeira vez. Foi quando eu perdi a virgindade.”

Ela conta que nunca teve vida social, namorou um garoto durante dois anos, mas foi traída. Em seguida, se relacionou com uma garota, mas ela era muito religiosa e a relação não vingou.

No depoimento, ela confirmou que eles se sentiram completamente apaixonados, sentimento que causou o fim do namoro do pai, na época. A mãe e a família materna os veem como pai e filha; já a família paterna os aceita como um casal e “estão ansiosos para que tenhamos filhos”.

Quase dois anos depois do início do relacionamento, eles planejam se casar. “Quero um casamento completo, mas não legalmente registrado. Não acredito que um pedaço de papel prove que você deseja ficar com a pessoa que ama.” Para isso, pretendem se mudar para Nova Jersey, onde podem se sentir seguros perante a lei. “O incesto entre adultos não é considerado ilegal por lá. E assim que mudarmos, vou contar a todo mundo.”

O desejo do casal é também ter filhos biológicos. Eles não temem risco algum. “Eu não correria o risco de ter um filho se eu soubesse que seria prejudicial. Eu pesquisei sobre isso. Todo mundo pensa que as crianças nascidas em relações incestuosas, certamente, terão problemas genéticos, mas isso não é verdade. Isso acontece quando há anos de consanguinidade, como com a família real.”

Mas ela admite que, às vezes, o procura como filha. “Quando eu preciso do meu pai, eu digo, ‘Ei, pai, preciso de você’. E nessa hora, ele não é meu noivo ou namorado, mas meu pai.”

Hoje, ela está com 18 anos e ele com 37, mas garantem que a diferença de idade não atrapalha em nada. “Eu nunca me senti dessa forma com ninguém.”

Quanto aos julgamentos, ela diz: “Eu não entendo por que estou sendo julgada por ser feliz. Somos dois adultos que salvaram um ao outro. As pessoas precisam pesquisar mais sobre incesto e GSA, porque eles não sabem do que se trata e não entendem como acontece. Quando você tem 18 anos, você sabe o que quer. Você é adulto diante da lei. Eu posso cuidar de mim mesma. Não preciso se proteção. Se eu estivesse em uma situação da qual eu tivesse que sair, eu sairia. Não tenho medo de me defender.”

Fonte: Marie Claire

sábado, 23 de junho de 2012

Pai suspeito de estupro tratava a filha como sua mulher


Jovem de 20 anos já tinha denunciado o homem quando era menor de idade

O corretor de imóveis Hélio Barcelos Guimarães, de 49 anos, preso em flagrante estuprando a própria filha dentro de casa em Vicente Pires, região administrativa do DF, tratava a garota com possessividade. Segundo o delegado Raimundo Vanderly, da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte), Hélio passou a ter a filha como mulher. A jovem de 20 anos chegou a terminar o namoro por conta do ciúme e das agressões sexuais do pai, que não gostava que a filha saísse nem para trabalhar.

De acordo com a polícia, o homem já tinha passado dez anos preso por ter matado a ex-mulher e tem passagem, também, por ser acusado de estuprar a sobrinha, de 14 anos, há mais ou menos cinco anos.

A garota veio morar em Brasília com o pai aos 15 anos de idade. A polícia conta que quando o homem descobriu que tinha uma filha morando em Palmas, Estado do Tocantins, fez contato com ela e pediu para que a garota viesse morar com ele em Brasília. Segundo o delegado, quando o pai começou a se insinuar para a garota, desde que começaram a morar juntos, ela mesma denunciou o caso à DPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente).

Na noite desta quinta-feira (21), os vizinhos ouviram o grito de desespero e pedido de socorro da jovem e ligaram para a polícia, que chegou ao local e pegou o homem no ato sexual contra a própria filha dentro de casa.

R7

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Preso pai acusado de abusar da própria filha


Mãe percebeu o comportamento estranho e fez a denúncia

RIO - Policiais da Delegacia da Criança e Adolescente e Vítima (DCAV) prenderam hoje Alexandre Paula de Abreu, de 40 anos, acusado de abusar sexualmente da filha. Contra ele, havia um mandado de prisão expedido pelo Juízo da 38ª Vara Criminal da Capital pelo crime de estupro de vulnerável.

Segundo o delegado Marcelo Braga Maia, a mãe da menina disse que havia notado que o companheiro apresentava um comportamento estranho em relação à filha e passou a observá-lo, quando então o viu acariciando a criança. A vítima foi ouvida por psicólogos e confirmou os abusos, dizendo ainda que o pai deu ordens a ela para que não contasse nada a ninguém.

Ainda segundo o delegado, Alexandre confessou o crime e disse ter perdido o controle. Ele alegou que estava contaminado por pornografia, pois assistia filmes com conteúdo sexual todas as noites.

Casos de abusos sexuais contra crianças e adolescentes, como os sofridos pela apresentadora Xuxa Meneghel, são comuns, e as denúncias aumentam a cada ano. O Disque-Denúncia Nacional (Disque 100) recebeu, nos quatro primeiros meses deste ano, 30 mil ligações, sendo 11% delas sobre violência sexual contra crianças dentro do lar — um aumento de 71% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo Itamar Gonçalves, gerente de programas da Childhood Brasil, entidade que luta pela proteção da infância, em 38% dos casos, o pai da vítima é o responsável pelo abuso. O envolvimento de outros parentes e de pessoas conhecidas da família também é frequente.

O abuso sexual de crianças de 0 a 9 anos é o segundo tipo de violência mais frequente nessa faixa etária. O número de notificações só fica atrás dos registros de negligência e abandono. Levantamento do Ministério da Saúde, divulgado na semana passada, mostra que, em 2011, foram registrados 14.625 casos de violência doméstica, sexual, física e outras agressões contra crianças menores de dez anos. A violência sexual representa 35% das notificações. Já a negligência e o abandono tem 36% dos registros.

Há duas semanas, em entrevista ao Fantástico, Xuxa contou que as violências só acabaram quando completou 13 anos e que os agressores era também próximos da família: um amigo do pai, que seria seu padrinho, um homem que iria casar com sua avó e um professor. Xuxa disse ainda que, como a maioria das vítimas, a vergonha e o medo a impediram de procurar ajuda.

O Globo

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

'Algo falava que eu tinha que fazer ', diz suspeito de estuprar filhas em MS


Homem tem 42 anos e foi preso após denúncias feitas por vizinho.
Crimes ocorriam há pelo menos seis anos contra uma das filhas, diz polícia.


“Tinha algo que falava na minha cabeça que eu tinha que fazer”, disse o suspeito de estuprar as filhas de 13 e 17 anos, em entrevista à TV Morena, nesta terça-feira (25), em Campo Grande. O homem, que tem 42 anos, foi preso pela Polícia Civil.

Para manter relações sexuais com as filhas, o suspeito as ameaçava com uma lança afiada de ferro, segundo a polícia. O pai das adolescentes disse à polícia que nunca abusou da filha de 13 anos, mas confessou que mantinha relações sexuais quase todos os dias com a adolescente de 17. De acordo com as investigações, os crimes contra a jovem anos ocorriam há pelo menos seis anos, e como resultado do relacionamento teria nascido uma menina. A criança está com dois anos de idade.

Alexandra Favaro, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), disse ao G1 que a jovem acredita estar grávida novamente do pai e manifestou o desejo de não prosseguir com a gestação.

O suspeito trabalhava como funileiro e morava com oito filhos, com idades entre oito e 17 anos. A polícia chegou até ele depois da denúncia de um vizinho, que desconfiou do abuso porque a criança de 2 anos era muito parecida com o avô. O suspeito confirmou que pode ser o pai da criança. Agora as investigações estão voltadas para o exame de DNA, que foi feito nesta tarde, e que deve comprovar ou não a paternidade. O resultado deve ser entregue à Depca em até 15 dias.

Outras suspeitas
Ainda nesta tarde, outros três filhos do funileiro foram encaminhados ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) para exames de corpo de delito que devem apontar se eles sofriam violência sexual ou maus tratos. Todos os filhos do suspeito foram encaminhados para um abrigo na capital.

A delegada informou ainda que vai ouvir testemunhas para saber se a mãe era conivente com os crimes. Ela prestou depoimento na delegacia nesta terça-feira. Disse que estava separada do suspeito e que saiu de casa em fevereiro deste ano. Ao G1, ela alegou não ter conhecimento da violência sofrida pelas filhas.

G1

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Pai é preso suspeito de abusar de filha com Síndrome de Down no RS


Segundo Polícia Civil, homem de 58 abusava da filha de 26 anos.
Mãe da vítima denunciou agressor por violência doméstica e estupro.


Um homem de 58 anos foi preso nesta quinta-feira (29) em Porto Alegre após a denúncia de que estaria abusando sexualmente da filha de 26 anos, que tem Síndrome de Down.

Segundo a Polícia Civil do Rio Grande do Sul, a denúncia por violência doméstica e estupro de vulnerável foi feita pela mãe da vítima.

O mandado de prisão preventiva foi cumprido por agentes da Delegacia de Polícia de Capturas (Decap), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Segundo o titular da Decap, delegado Eduardo de Oliveira Cesar, o homem foi preso e encaminhado ao Presídio Central.

G1

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Júri absolve mulher que mandou matar o pai, com quem teve 12 filhos


Mulher sofria abuso sexual do pai desde os 9 anos, segundo processo.
Jurados entenderam que não era possível exigir outra conduta da ré.


Uma mulher de 44 anos foi absolvida por um júri popular nesta quinta-feira (25) no Recife da acusação de mandar matar o próprio pai, com quem teve 12 filhos. De acordo com o processo, o pai a submetia a abuso sexual desde que ela tinha 9 anos.

Ao menos quatro dos sete jurados entenderam que não poderia ser exigida outra reação da ré diante da situação a que era submetida, atendendo a tese apresentada pela defesa, de inexigibilidade de conduta diversa.

Segundo o Tribunal de Justiça de Pernambuco, o julgamento começou por volta das 10h30 na 4ª Vara do Júri do Fórum Thomaz de Aquino, e terminou às 14h.

O júri popular foi formado por quatro mulheres e três homens. Segundo a reforma no Código de Processo Penal de 2008, o juiz deve encerrar a contabilização dos votos dos jurados na sala secreta quando atingem a maioria. Os primeiros quatro votos foram pela absolvição, segundo o tribunal.

De acordo com o processo, a mulher tinha 9 anos quando começou a ser violentada pelo pai, um agricultor, com quem teve o primeiro filho aos 14 anos. O assassinato teria ocorrido quando a ré teria descoberto que o pai pretendia violentar uma das netas, que também é filha dele.

Dois homens que teriam sido contratados pela mulher para executar o crime já foram julgados, condenados e cumprem pena em presídios do estado pela morte.

G1

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Pai é preso em abrigo no Rio suspeito de abusar do filho de 6 anos, diz PM


Denúncia anônima levou policais à abrigo que fica na Praça Seca.
Segundo a PM, delegado pediu que menino fizesse exame de corpo de delito.


O pai de um menino de 6 anos foi preso no início da madrugada desta sexta-feira (19) em um abrigo na Praça Seca, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Segundo informações do 9º BPM (Rocha Miranda), ele é suspeito de abusar do próprio filho.

Os policiais chegaram ao local através de uma denúncia anônima. Segundo a PM, pai e filho foram encaminhados para a delegacia do Campinho (28ª DP), no subúrbio, onde o delegado de plantão solicitou que o menino fizesse um exame de corpo de delito para que seja comprovado o estupro.

O pai foi preso e o caso foi registrado na 28ª DP.

Suspeito preso em shopping

Na quinta-feira (18), um homem de 47 anos foi preso suspeito de estuprar as filhas de 15 e 17 anos. A prisão ocorreu em um shopping onde o suspeito trabalhava, em Vicente de Carvalho, no subúrbio do Rio. As informações foram confirmadas pela assessoria da Polícia Civil.

De acordo com a polícia, os agentes souberam do crime após a filha mais velha denunciá-lo.

G1

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Quatro em cada dez crianças vítimas de abuso sexual foram agredidas pelo próprio pai, diz pesquisa

São Paulo – Uma pesquisa realizada no Hospital das Clínicas (HC) da Universidade de São Paulo (USP) revela que o combate e a prevenção de abusos sexuais a crianças precisam ser feitos, principalmente, dentro de casa. Segundo o estudo, quatro de cada dez crianças vítimas de abuso sexual foram agredidas pelo próprio pai e três, pelo padrasto.

Os resultados foram obtidos após a análise de 205 casos de abusos a crianças ocorridos de 2005 a 2009. As vítimas dessas agressões receberam acompanhamento psicológico no HC e tiveram seu perfil analisado pelo Programa de Psiquiatria e Psicologia Forense (Nufor) do hospital.

Segundo Antonio de Pádua Serafim, psicólogo e coordenador da pesquisa sobre as agressões, em 88% dos casos de abuso infantil, o agressor faz parte do círculo de convivência da criança.

O pai (38% dos casos) é o agressor mais comum, seguido do padrasto (29%). O tio (15%) é o terceiro agressor mais comum, antes de algum primo (6%). Os vizinhos são 9% dos agressores e os desconhecidos são a minoria, representando 3% dos casos.

“É gritante o fato de o pai ser o maior agressor. Ele é justamente quem deveria proteger”, afirmou Serafim, sobre os dados da pesquisa, que ainda serão publicados na Revista de Psiquiatria Clínica da Faculdade de Medicina da USP. “As crianças são vítimas dentro de casa.”

A pesquisa coordenada pelo psicólogo mostra também que 63,4% das vítimas de abuso são meninas. Na maioria dos casos, a criança abusada, independentemente do sexo, tem menos de 10 anos de idade.

Para Serafim, até pela pouca idade das vítimas, o monitoramento das mães é fundamental para prevenção dos abusos. Muitas crianças agredidas não denunciam os agressores.

Elas, porém, dão sinais de abusos em seu comportamento, segundo Serafim. Por isso, as mães devem estar atentas às mudanças de humor das crianças. “Uma mudança brusca é a maior sinalização de abuso”, disse.

Fonte:Agência Brasil, Vinicius Konchinski, Edição: Lílian Beraldo - 18/05/2011


prómenino

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Pai é suspeito de engravidar filha de 12 anos que deu à luz em excursão escolar


A polícia holandesa prendeu na terça-feira um homem de 52 anos após exames de DNA terem indicado que o bebê que sua filha, de 12 anos, deu à luz pode ser seu filho.
A criança nasceu dia 22 de março, quando a estudante estava a caminho de uma excursão escolar. Ela sentiu fortes cólicas e contrações. Uma ambulância foi acionada e os procedimentos de parto começaram no próprio local. Ela não tinha ideia de que estava grávida.
De acordo com o Ministério Público, o perfil de DNA da criança é o mesmo do homem de 52 anos.
“Ainda não possamos afirmar com 100% de certeza, mas chances de o pai da menina ser o pai do bebê ultrapassam 50%” afirma Corien Fahner, representante do Ministério Público.
O fato só veio a público uma semana depois e causou bastante comoção na Holanda. O porta-voz do Conselho Nacional de Proteção à Criança, Richard Bakker, afirmou à BBC Brasil “que são registrados de 5 a 10 casos por ano de gestação de adolescentes com menos de 15 anos de idade”.
“Lamentamos que este caso e a situação desta família não tenha chegado antes ao nosso conhecimento.”

Busca

A polícia abriu investigação à procura do pai do bebê, já que a menina não quis revelar o nome do pai da criança. Por conta das investigações, o Ministério Público já havia divulgado que a jovem não voltaria para casa devido às circunstâncias comprometedoras.
No momento, a mãe e o bebê, que é do sexo feminino, estão sob a tutela do Estado, na casa de uma família temporária.
Segundo o Conselho Tutelar da Holanda, a jovem deve estar traumatizada e vai receber assistência psicológica adequada para casos de incesto. Os boatos de que o pai da adolescente era o pai também do bebê levaram a polícia a colocá-lo junto com o irmão de 11 anos sob proteção em local desconhecido.
O pai da jovem mãe está preso sob a acusação de ter praticado ato sexual com uma menor de idade. Se condenado, ele estará sujeito a uma pena máxima de12 anos de prisão.
Segundo o Ministério Público, a punição poderá ser agravada, dependendo da investigação de um delito anterior supostamente praticado pelo acusado.
De acordo com o jornal holandês De Telegraaf, o mesmo homem de 52 anos teria sido condenado por ter abusado de uma criança quando era casado com outra mulher.



BBC Brasil

quarta-feira, 23 de março de 2011

Justiça condena homem que abusou da filha por 23 anos na Alemanha

Imagem distribuída pelo tribunal a veículos de imprensa mostra Natascha (de costas), filha biológica de Detlef Spies, abraçando sua advogada no tribunal
Detlef Spies recebeu sentença de 14 anos e meio após confessar crimes
Um tribunal condenou nesta terça-feira (22) a 14 anos e meio de prisão o ex-caminhoneiro alemão Detlef Spies, que admitiu ter violentado por 23 anos a filha, o enteado e a enteada, com quem teve oito filhos, em um caso que chocou a Alemanha.
O presidente do tribunal, Winfrid Hetger, depois da conclusão do processo em Koblenz, oeste da Alemanha, fez suas considerações.
- Detlef tratou a família como se fosse sua propriedade e como se pudesse fazer o que quisesse com ela. Exercia tal influência sobre a família que não precisava prender ninguém. Ele dizia às vítimas que o que fazia estava permitido.
Em um julgamento que comoveu o país, e que recordou o caso de Josef Fritzl na Áustria, o condenado, de 48 anos, submeteu a família a um calvário de mais de 20 anos.
Spies se declarou culpado de ter violentado muitas vezes, de 1987 a 2010, a filha biológica, Jasmin, e os dois filhos de sua mulher: um menino e uma menina, Natacha, com a qual teve sete filhos, com idades entre 15 meses e 11 anos. Uma oitava criança morreu pouco depois do parto.
Os exames de DNA já haviam confirmado, no entanto, a paternidade de todas as crianças.
O ex-caminhoneiro fez uma confissão completa na véspera da condenação, o que levou a promotoria a reduzir a condenação em seis meses da pena máxima de 15 anos.
Spies abusou sexualmente de Jasmin e Natacha desde que elas tinham 12 anos. A filha biológica era atacada uma vez por semana.
O tribunal também o acusou de ter prostituído as duas em uma casa situada na pequena localidade de Fluterschen, de 700 habitantes, perto de Koblenz.
Spies geralmente atacava as vítimas com um cinto e com um chicote, segundo o promotor Thorsten Kahl.
- Quando são somados todos os crimes, chegamos a uma condenação de 500 anos e 10 meses de prisão, mas a legislação alemã não aceita este número.
A sentença foi recebida com gritos de comemoração, enquanto o condenado se mostrou impassível.
O processo evidenciou as falhas dos serviços sociais e a passividade das pessoas próximas à família, que tem 15 membros.
O enteado, Bjorn, afirmou aos jornalistas diante do tribunal que havia alertado os serviços sociais e criticou o fato de não terem descoberto o sofrimento das crianças.
O processo revelou que a polícia abriu uma investigação em 2002, mas arquivou a mesma depois que a filha de Spies negou as acusações, enquanto a enteada permaneceu em silêncio.
Spies foi preso em 10 de agosto de 2010 depois de ser denunciado pela enteada.
A mulher do condenado foi testemunha no processo, sem ter sido acusada de cumplicidade.

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Pai que abusou da filha e teve com ela sete filhos-netos é morto em rebelião de presos no Maranhão


SÃO LUÍS - O homem preso em Pinheiro, no Maranhão, condenado a 63 anos de prisão por abusar da filha , com quem teve sete filhos-netos , mantidos em cárece privado em um povoado isolado, foi morto durante a rebelião na Delegacia Regional. José Agostinho Bispo Pereira, 55 anos, havia sido preso em flagrante no dia 8 de junho de 2010. A filha, com quem Agostinho mantinha um relacionamento matrimonial, tem 29 anos e era abusada desde o 12. A polícia comprovou, ainda, que a filha-neta de 8 anos já estava sendo abusada pelo pai-avô. Outros cinco detentos morreram durante a rebelião.
A rebelião na delegacia regional de Pinheiro começou na noite desta segunda-feira.
José Agostinho mantinha a família afastada, sem ir à escola, pois sabia que, se alguém descobrisse, seria preso pela polícia. O caso foi comparado ao ocorrido na Áustria, onde Josef Fritzl, chamado "monstro de Amstetten", teve sete filhos com sua filha Elisabeth , que foi estuprada repetidas vezes por ele durante os 24 anos em que foi mantida presa num porão. Josef Fritzl foi condenado à prisão perpétua.
A negociação para o fim da rebeilião está em curso. Segundo a polícia, o motivo é a superlotação do presídio. Os presos exigem melhores condições na carceragem do local. Segundo a delegada Laura Amélia Barbosa, mais de 90 presos estão nas celas, com capacidade para apenas 30.
Em junho de 2010, também ocorreu uma rebelião pelos mesmos motivos na Delegacia Regional de Pinheiro. Na época eles protestavam contra a falta de higiene e superlotação. Após a negociação, 40 presos foram transferidos para outras delegacias em comarcas próximas.
Um padre, um pastor e um representante da OAB ajudam a polícia na negociação com os detentos. Mais de cem policiais estão cercando a delegacia. Há homens da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Grupo Tático Aéreo (GTA). O coronel Franklin Martins, comandante-geral da Polícia Militar, também está no local.
De acordo com a assessoria imprensa, os seis corpos já foram removidos do local.
Um novo presídio deveria ser construído em 2004, mas protestos da população impediram a construção. O local abrigaria presidiários de toda baixada maranhense.



O Globo

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Francesa que matou oito filhos diz que foi vítima de incesto .


Dominique Cottrez temia que bebês fossem filhos de seu próprio pai

Uma enfermeira francesa de 48 anos, indiciada pelo assassinato de oito bebês, afirmou à justiça que foi vítima de incesto e que os matou porque temia que fossem filhos de seu pai, também avô das crianças.
Dominique Cottrez foi interrogada na quarta-feira por um juiz de instrução, afirmou que seu pai, falecido em 2007, abusava dela desde que tinha oito anos e até mesmo depois que se casou, informou o promotor de Douai, Eric Vaillant.
Dominique, natural de Villers-au-Tertre, uma pequena localidade de 600 habitantes a menos de 200 km de Paris, foi indiciada por "homicídios voluntários de menores de 15 anos", depois que confessou que asifixiou os bebês entre 1989 e 2007. O marido, Pierre Marie Cottrez, ficou em liberdade.
Ela disse que tem dúvidas sobre a paternidade de sua filha mais nova, de acordo com o advogado Franck Berton. "Se matou os bebês foi, segundo ela, porque não queria que os médicos descobrissem que eram de seu pai", afirmou Vaillant.
Mas exames de DNA demonstraram que seis dos oito bebês foram concebidos por Dominique e seu marido. A justiça tem dúvidas sobre um dos recém-nascidos. Ela disse que o pai estava a par das gestações e de que asfixiou o primeiro bebê.
Os crimes foram descobertos em julho de 2010, quando os novos proprietários de uma casa que pertencera aos pais de Dominique Cottrez alertaram a polícia: quando pretendiam plantar uma árvore no jardim, eles encontraram, enterrados, os corpos de dois recém-nascidos em sacos de lixo


Jornale

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Justiça condena a 63 anos de prisão lavrador que abusou das filhas no Maranhão


SÃO PAULO - A Justiça do Maranhão condenou o lavrador José Agostinho Pereira, de 55 anos, a 63 anos de prisão. Ele é acusado de abusar das duas filhas e ter com elas oito filhos-netos. Em julho, exames de DNA confirmaram que o lavrador é o pai dos sete filhos de sua filha Sandra Maria Monteiro, de 29 anos, e do filho da sua filha mais velha, Maria Sandra Monteiro, de 31. O caso de pedofilia foi descoberto em junho, após investigação da Polícia Civil do município de Pinheiro, que partiu de uma denúncia. (Leia também: Cinco delegados são condenados por deixar menina em cela com 23 homens no Pará )
Os abusos contra Sandra duraram cerca de 17 anos. Pereira foi indiciado por cárcere privado, estupro de vulnerável maus-tratos e abandono material e intelectual. Ele continua preso em Pinheiro. A filha Sandra Maria e os sete filhos, que moravam em um povoado bastante isolado e eram proibidos de sair de casa, estão abrigados em uma casa de passagem da prefeitura, com auxílio psicológico.
Na época da prisão do lavrador José Agostinho Bispo Pereira, jornais europeus chegaram a compará-lo ao austríaco Josef Fritzl, que estuprou a filha Elisabeth, além de tê-la feito refém por 24 anos no porão de sua casa. O austríaco também teve sete filhos-netos. No sites internacionais, o lavrador foi tratado como o 'Fritzl do Brasil'.


O Globo

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Polícia recupera vídeos de pai abusando sexualmente do filho


João Paulo da Silva Ferreira, de 26 anos, foi preso no último dia 4 acusado de abusar da filha de cinco anos. Nesta quarta-feira, policiais recuperaram, do celular do acusado, vídeos que mostravam cenas de sexo entre ele e seu filho de dois anos. As imagens chocaram até mesmo as autoridades.
A mãe das crianças foi ouvida pelo delegado nesta quarta-feira e disse que já desconfiava que isso poderia ter acontecido.
O delegado Góes, que acompanha o caso, informou que aguarda um novo laudo do computador de Ferreira, para saber se ele distribuía as imagens pela internet, o que poderia agravar a pena.
A primeira vítima já está recebendo acompanhamento médico e psicológico e o mesmo deverá ser oferecido para a segunda.

Maria Alice Rangel Vila


quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Homem é suspeito de abusar da filha de cinco anos e gravar imagens pelo celular


Mãe da vítima denunciou o marido, que foi preso na noite da última quarta-feira

Em Almirante Tamandaré, na região metropolitana de Curitiba (PR), um pai é suspeito de abusar da filha de cinco anos e gravar tudo pelo celular. O estupro só foi descoberto porque a mulher do homem foi procurar mensagens no telefone dele e encontrou o vídeo. A mãe da vítima denunciou o marido para a polícia e ele foi preso na noite de quarta-feira (3).
A notícia do abuso correu pela vizinhança do bairro Monte Santo, onde a família vive, e o homem foi agredido. A polícia teve de socorrê-lo e levá-lo para o Hospital Evangélico de Curitiba. O suspeito, que é balconista, passou por diversos exames, incluindo uma tomografia devido a uma lesão na cabeça.
Depois de sair do hospital, o homem foi levado para a delegacia. Para a polícia, ele disse que o abuso ocorreu uma única vez. O vídeo no celular pode ser usado como prova pelo crime de estupro.


R7

sábado, 10 de julho de 2010

Adolescente engravida de irmão no DF e família causa polêmica



Caso de incesto levanta discussão sobre o direito ao aborto

Uma adolescente de 15 anos de Brasília recebeu autorização da Justiça para realizar um aborto após cinco meses de gravidez. O pedido foi feito pela família da jovem, depois de descobrir que o bebê é fruto de uma relação incestuosa com o irmão, atualmente com 22 anos. O rapaz foi denunciado pelos pais e está foragido. A família agora quer que a gravidez não vá adiante.
O caso levantou na cidade a discussão sobre o direito da família em interromper uma gravidez. Os médicos ainda vão decidir se o aborto é seguro para a adolescente, enquanto a polícia já investiga o caso.


R7

sexta-feira, 11 de junho de 2010

'Meus filhos chamam o pai de avô', diz mulher mantida em cárcere no MA


Ela disse que não saía de casa por medo de acontecer algo com os filhos.
Laudo mostra que pescador estuprou 'filha-neta', diz polícia.

"Meus filhos chamam o pai de avô". É desta maneira que a jovem de 28 anos, mantida em cárcere privado desde os 12 anos no povoado de Extremo, em Pinheiro (MA), descreveu a relação de seus filhos com o pescador de 54 anos. Ele foi preso, nesta terça-feira (8), por suspeita de ter engravidado a filha sete vezes e estuprado uma de suas "filhas-netas", de 5 anos e 8 meses, de acordo com laudo médico divulgado nesta quinta-feira (9).
"Eu o chamo de pai", disse a jovem ao se referir ao pescador, com quem manteve uma relação de marido e mulher desde a adolescência. "Estou preocupada com meus filhos, quero o bem deles", disse ela.
A jovem, ainda abalada com a prisão do pescador, tenta entender o que está acontecendo com sua vida. "Eu não saía de casa com medo do que poderia acontecer com meus filhos. Não sabia o que ele poderia fazer com elas", disse a mãe das sete crianças. As crianças estão vivendo com ela em um alojamento improvisado no Conselho Tutelar de Pinheiro desde que foram retiradas da casa em que moravam.
Segundo Marilza Moreira, assistente social do Ministério Público de Pinheiro, a família está recebendo acompanhamento psicológico desde que chegaram de Extremo. "Será uma tarefa difícil preparar as crianças e a própria mãe ao convívio em sociedade, já que viviam isolados. As crianças nunca saíram do quintal de casa, nunca foram a uma sala de aula, não conviviam com outras crianças e sequer passaram por algum hospital. Até mesmo a mãe terá dificuldades. Ela é analfabeta e não tem outras referências de vida além das que tinha no cárcere privado."
As crianças estão sendo submetidas a vários exames médicos e odontológicos.
Para José Ribamar Brito, conselheiro tutelar que participou da operação de retirada das crianças e da mãe de Extremo, o futuro da família ainda é incerto. "Ela vai precisar de muita ajuda, principalmente psicológica, social, mas também de meios para sobreviver, como trabalho e alimentação e medicamentos para passar a ter uma vida saudável com os filhos."
Marilza disse que a prioridade da promotoria da Infância e da Juventude é prestar o máximo de apoio para a família neste momento de transição. "A questão da guarda das crianças ainda não está em debate. Acho que seria pior para as crianças que elas se afastassem da mãe. Elas já estão tendo dificuldades para entender o que está acontecendo agora, se foram separadas da mãe, perderão toda a referência familiar que ainda têm."
O pescador está detido na carceragem da Delegacia de Pinheiro, em cela separada dos demais, onde deve permanecer até a conclusão do inquérito. Ele será indiciado pelos crimes de estupro de vulnerável, abandono material, abandono intelectual, maus-tratos e cárcere privado.
Estupro
O laudo pericial realizado nas duas "filhas-netas" do pescador confirmou que a criança de 5 anos e 8 meses teve rompimento parcial do hímen, laceração da mucosa genital e apresenta discreto sangramento. Outra "filha-neta" examinada, de 8 anos, teria dito à polícia que sofreu abuso sexual, mas o laudo não revelou lesões no corpo dela. Em depoimento à polícia, o pescador nega o crime.
A delegada Adriana Meireles, responsável pelo inquérito policial, disse ao G1 que os exames foram feitos pelos médicos Gerson Marques e Ruth Costa, que trabalham no Hospital Municipal Materno-Infantil de Pinheiro e que foram nomeados para atuar no caso. "A cidade não tem médico legista e por isso eles foram acionados para fazer os exames."
O laudo indica que a "filha-neta" de 8 anos permanece virgem, não sofreu violência sexual e nem conjunção carnal. O exame na "filha-neta" de 5 anos e 8 meses revela que a menina sofreu violência sexual. "Houve introdução de algo na genitália dela, mas não é possível determinar se foi por meio de um instrumento, objeto ou até mesmo os dedos. A lesão não permite que os médicos afirmem o que provocou o machucado", disse a delegada.
Adriana afirmou ainda que a criança de 5 anos e 8 meses não fala e é muito arredia. "Ela praticamente chora quando alguém se aproxima dela. Os médicos nos relataram que ela se mostrou bastante fechada e assustada quando se preparavam para o exame. A menina de 8 anos relatou que o pescador a aliciava, mas nenhuma lesão foi encontrada em seu corpo


G1

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Mulher mantida em cárcere privado tem sete filhos com o próprio pai


Segundo a polícia, ele teria tentado estuprar uma das crianças nesta terça

Um agricultor de 54 anos, acusado de abusar sexualmente de sua filha ao longo de 17 anos, foi preso na terça-feira em Pinheiro, a 340 km de São Luís (MA). José Agostinho Bispo Pereira, 54 anos, teria sete filhos com a mulher, hoje com 29 anos.
Pereira é suspeito de manter a filha reclusa desde que a mãe dela abandonou a família, quando a menina tinha 12 anos. O preso vivia com a filha e seus filhos-netos em uma ilha chamada Experimento, onde só é possível chegar de barco.
A polícia chegou até a ilha em três barcos e encontrou seis dos sete filhos-netos, com idades entre os 2 e os 12 anos. A filha menor, de 2 meses, tinha sido dada em adoção para outra família.
De acordo com a polícia, há indícios de que a maior das filhas-netas, de 7 anos, também sofreu abusos de seu pai-avô e há suspeita que outra menina, de 5 anos, também tenha sido estuprada por Pereira. As seis crianças nunca saíram da ilha, não sabem ler nem escrever e viviam em condições de abandono. Um deles, de 8 anos, é surdo-mudo, provavelmente por problemas de consanguinidade.
O preso alegou não saber que incesto é crime. O caso, similar ao do austríaco Joseph Fritzl - que abusava da filha Elisabeth e a manteve presa por 24 anos -, foi denunciado por um anônimo.
Aparentemente, vários habitantes de Pinheiro sabiam do que acontecia na casa de Pereira, mas foi em 21 de maio, quando o Ministério Público, o Conselho Tutelar e a polícia do município organizaram uma manifestação contra os abusos infantis, que ele foi denunciado.
Segundo o delegado Jair Lima de Paiva Júnior, superintendente da Polícia Civil do Interior do Maranhão, nenhuma dos sete filhos do pescador com a filha foi registrado em cartório ou tem documento de identidade. "Por isso fica difícil saber a idade exata de cada uma delas. Pelo levantamento inicial, todas nasceram na própria casa, nunca viram um hospital de perto e sequer frequentaram escola."
Júnior disse ainda que a mãe das crianças não ler e escrever. "Segundo depoimento dela, o pai começou a praticar sexo com ela quando tinha cerca de 16 anos". Como vivia em cárcere privado, a mãe das crianças nunca trabalhou. "Ela vivia para cuidar dos filhos e não saía da casa. Agora, as crianças estão sob cuidados do Conselho Tutelar de Pinheiro, que está providenciando atendimento médico para todas elas", afirmou o delegado.
No momento da prisão do pescador, as crianças ainda não tinham se alimentado. "Algumas delas aparentam sinais de desnutrição e uma delas é portadora de deficiência auditiva. O afastamento delas da sociedade era tão grande que elas correram com medo quando os policiais chegaram de carro."
A polícia suspeita que a mulher não tenha sido a única filha estuprada e procura a sua irmã, que também teria ficado grávida de Pereira, mas que fugiu com seu filho da ilha. Acompanhados da mãe, os filhos-netos foram enviados a um albergue para receberem assistência social e psicológica.
Segundo a chefe da Delegacia da Mulher de Pinheiro, Adriana Meireles, o agricultor será acusado de estupro, abandono material (pelas condições em que as crianças viviam), abandono intelectual (porque nunca receberam educação) e reclusão.


Jornale

domingo, 30 de maio de 2010

Historiador diz que avô de Hitler também era o pai do ditador


O professor alemão Gerhard Roth afirma em jornal não descartar a hipótese

O professor e historiador alemão Gerhard Roth não descarta que o avô do ditador nazista e criminoso de guerra Adolf Hitler tenha sido o pai do homem que desencadeou a Segunda Guerra Mundial, de acordo com reportagem publicada neste domingo (30) no jornal Bild am Sonntag.

- Seu avô carnal também pode ter sido seu pai.

O especialista acrescenta que, "aparentemente, sempre houve indícios de incesto na família de Hitler. Hitler teve uma relação traumática com suas origens e sempre tentou escondê-las. Isso fez parte de sua psicopatia".
Por outro lado, o biógrafo de Hitler Ian Kershaw considera tal teoria completamente absurda e sem nenhuma base histórica.
- Essa suposição é para mim completamente nova e bastante grotesca. Não conheço uma só fonte que a respalde.
Kershaw diz ainda que "é conhecido que existe um mistério acerca do avô paterno de Hitler. As duas pessoas que poderiam tê-lo sido, Johann Georg Hiedler e Johann Nepomuk Hiedler, morreram antes do nascimento de Adolf Hitler".
As biografias do ditador nazista coincidem em assinalar que o pai de Adolf Hitler foi o funcionário de alfândegas Alois Hitler (1837-1903), que nasceu com o nome de Alois Schickelgruber.

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R7

quarta-feira, 31 de março de 2010

Sonambulismo sexual inocenta pai incestuoso


Sexomnia é o nome de uma doença. Trata-se do sonambulismo que leva a pessoa a praticar atos sexuais inconscientemente, dormindo, não se lembrando de nada quando acorda.
Frederic L., da cidade belga de Mons (sul de Bruxelas), conseguiu que a Justiça o inocentasse com a alegação de que sofre desse tipo de distúrbio de sono.
A promotoria queria que ele fosse condenado a oito anos de prisão pelo crime de incesto e de pedofilia.
Na noite de 23 de junho de 2008, a então mulher de L. acordou de noite e o viu fazendo uma felação em sua filha de quatro anos. A mulher deu queixa na polícia e se separou dele.
O advogado de Yves De Gratie, de L., apresentou ao tribunal atestados médicos sobre o suposto distúrbio de seu cliente.
“Ele é doente e se arrepende”, disse.
L. disse à Justiça ter “um sono muito profundo” e que não se lembra de nada. Mas admitiu que, por causa sexomnia, possa tido molestado a filha.
A menina disse que, naquela noite, o seu pai parecia estranho.
Os três juízes do tribunal admiram que “as explicações do acusado podem ser válidas”. E, na dúvida, inocentaram-no, informou a BBC Brasil.
Há casos parecidos.
Em 2005, o paisagista canadense Jan Luedecke, ao acordar nu, foi acusado de ter estuprado uma mulher com quem tinha tomado uns drinks em uma festa.
Na Justiça, ele alegou sofrer de sexomnia e foi inocentado.
Embora esse distúrbio seja pouco estudado, ele afeta até 4% da população adulta, principalmente na faixa dos 30 anos, tantos homens como mulheres, de acordo com estudo de médicos do Canadá. Foi nesse país que, em 1996, houve os primeiros registros de pacientes com a doença.
É comum as pessoas ficarem agressivas durante o período de sonambulismo sexual. Há relatos de pacientes que se machucam durante masturbações.
No Brasil, foram registrados pelo menos cerca de 40 casos de sexomnia.
A tendência, em todo o mundo, é que haja maior incidência do distúrbio por causa da redução do período do sono.
Mesmo assim, advertem médicos como Flávio Aloé, do Centro do Hospital das Clínicas da USP, os tribunais precisam ter cautela para aceitar a sexomnia como alegação de suspeitos de crimes, porque poderá não ser verdade.

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