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segunda-feira, 4 de julho de 2016
Rede de pedofilia mantinha cativeiro em Campos dos Goytacazes, no Rio
Vereadores, empresários e homens da alta sociedade estão presos no Complexo de Bangu
O irmão do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho, Nelson Nahim, que é ex-vereador de Campos de Goytacazes, está preso junto com outros políticos locais pelos crimes de estupro e submissão de criança e adolescentes à prostituição e exploração sexual. Eles estão no Complexo de Bangu, no Rio de Janeiro.
Os quatro políticos e outras dez pessoas, incluindo um policial militar, foram condenados pelo caso que ficou conhecido como “As Meninas de Guarus”, investigado desde 2009, mas nenhum dos acusados tinha sido preso até junho passado.
Cerca de 12 crianças e adolescentes entre 8 e 16 anos de idade foram mantidas presas em uma casa, localizada em Guarus, distrito de Campos, onde eram obrigadas fazer sexo com homens adultos e a consumir drogas, como cocaína, haxixe, crack, ecstasy e maconha.
A sentença foi divulgada, no mês passado, pela juíza Daniela Barbosa Assunção, da terceira Vara Criminal de Campos, após 17 juízes se declararem suspeitos para julgar o caso, justamente por envolver figurões de cidade. “A juíza veio do Espírito Santo, veio escoltada, quase em uma operação de guerra, para julgar o caso”, conta a professora Odisséia Carvalho, que na época era vereadora (PT), e foi uma das pessoas que denunciou o caso e batalhou para que fosse investigado.
Nelson Nahim, que nesse momento é deputado federal suplente (PSD-RJ), foi apontado como um dos integrantes da rede pedofilia por uma das vítimas, uma adolescente de 15 anos, com quem manteve relação por diversas vezes. Ele também foi acusado de ameaçar uma das vítimas, para não revelar o esquema.
Segundo Odisséia Carvalho, essa organização criminosa atuou durante pelo menos 3 anos seguidos. “O chefão da rede, conhecido como Alex, chegou a construir uma pousada, onde eram feitos os ‘atendimentos’. Inclusive os materiais de construção fornecidos em troca de sexo com as crianças e adolescentes”, afirma a professora.
As crianças chegaram a fazer 30 programas por dia. Muitas vezes com o nariz sangrando, devido ao uso de cocaína. Duas dela morreram em 2009. Uma das meninas, de 12 anos, fugiu e procurou a mãe. Ela tinha presenciado a morte de uma criança de 8 e outra de 12 anos, que tinham se recusado a fazer sexos com os comerciantes Thiago Calil e Fabricio Calil, segundo informações delacionadas às investigações.
As duas tinham sido estupradas, em uma visita anterior dos dois homens. Muito machucadas, as crianças se recusaram a praticar o ato sexual e foram obrigadas a cheiras cocaína até a morte por overdose. “Uma espécie de punição, para servir de exemplo”, relata a ex-vereadora Odisséia Carvalho.
O caso que só foi denunciado porque uma das vítimas conseguiu fugir do cativeiro. A casa tinha as portas e janelas trancadas com correntes e cadeados e era vigiada por homens armados. Os clientes eram políticos, empresários e homens ricos e influentes de Campos Goytacazes.
Algumas dessas crianças vinham de casas-abrigos do Conselho Tutelar de Campos e muitas eram de outros estados, como Minas Gerais e Espírito Santo. “Algumas delas estavam em listas de desaparecidas, vítimas de tráfico de pessoas”, explica Odisséia.
Os condenados recorreram da decisão da juíza e agora, presos, esperam novo julgamento.
A reportagem procurou o escritório Bergher & Mattos Advogados Associados, que faz a defesa de Nelson Nahim, mas não foi atendida.
Fonte: Brasil de Fato
sexta-feira, 18 de julho de 2014
PAPA ESTIMA QUE 2% DOS CLÉRIGOS SÃO PEDÓFILOS
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Madeleine foi capturada por rede de pedofilia, afirma polícia portuguesa
Declaração acontece dias antes da aparição dos pais da menina na TV
O jornal português Correio da Manha publicou nesta sexta-feira (4) que uma equipe de seis detetives trabalham em um inquérito partindo da premissa de que a menina Madeleine McCann tenha sido capturada por uma rede de pedofilia na região turísitca de na Praia da Luz, no Algarve (sul de Portugal), em 2007.
O relatório citou fontes anônimas dizendo que "o trabalho da polícia é baseado em uma linha de investigação que aponta para redes de pedofilia que operam no Algarve".
De acordo com o tabloide britânico Daily Mail, a teoria foi apresentada enquanto milhares de turistas que estiveram na região na época do desaparecimento da menina estão sendo contatados pela polícia. A Scotland Yard trabalha investigando os registros telefônicos de pessoas em mais de 30 países.
O anúncio foi feito dias antes do aparecimento dos pais da menina em um programa da emissora BBC, com previsão de exibição no dia 14 de outubro, em que será exibida a reconstituição do desaparecimento de Madeleine. É a primeira vez que Kate e Gerry McCann trabalham em parceria com a polícia, após serem declarados como suspeitos pelo sumiço da própria filha.
R7
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Menina de oito anos morre no Iêmen em lua de mel com marido de 40
A jovem, chamada Rawan, foi vendida pelo padrasto para um saudita por cerca de R$ 6 mil, segundo o jornal alemão Der Tagesspiegel. A morte aconteceu na área tribal de Hardh, na fronteira com a Arábia Saudita.
Ativistas de direitos humanos pressionam para que o saudita e a família da menina sejam responsabilizados pela morte. "Após este caso horrível, repetimos nossa exigência para uma lei que restrinja o casamento para maiores de 18 anos", afirmou um membro do Centro Iemenita de Direitos Humanos para a dpa.
Em 2010, outra garota de 13 anos já havia morrido com sangramentos internos cinco dias após o casamento (forçado), de acordo com outra organização de direitos humanos que atua na região.
Há quatro anos, uma lei tentou colocar a idade mínima de 17 anos para o casamento. No entanto, ela foi rejeitada por parlamentares conservadores, que a classificaram de "não islâmica".
Fonte: Opera Mundi
Geledés Instituto da Mulher Negra
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
DJ Darke Mattos, conhecido da noite carioca, é preso por pedofilia
RIO - A noite carioca está em estado de choque. Há uma semana, o DJ Darke Mattos está preso, acusado de pedofilia. Ele foi detido em flagrante após uma ação cautelar de busca e apreensão da Delegacia de Repressão de Crimes de Informática, da Polícia Civil. Segundo decisão da juíza Georgia Vasconcellos da Cruz, da 5ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, “além das imagens chocantes” constantes no pendrive apreendido, “as imagens apreendidas, embora fartas, sequer representam (...) 1/10 do material analisado”. Por isso, ela manteve a prisão preventiva do DJ. Nesta terça-feira (18), o advogado Carlos Eduardo de Campos Machado fez um pedido de habeas corpus. Procurado pelo GLOBO, ele disse que não poderia se pronunciar sobre o caso. O processo corre em segredo de justiça.
Aos 30 anos, DJ conhecido de festas conhecidas da cena noturna, em boates como 00 e Fosfobox, Darke foi enquadrado no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): “Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente”. Entre os amigos e pessoas próximas de Darke, há um misto de perplexidade e indignação.
— Ele foi levado para Bangu 2, onde ficou dois dias, e agora está em Bangu 8. Está todo mundo muito bolado. Estou torcendo que seja um grande engano, pois nunca imaginei isso dele — diz um músico, próximo ao DJ, que preferiu não se identificar.
Darke tem 15 anos de carreira nas pistas de dança. Entre os produtores da noite carioca tem circulado um e-mail que procura explicar o que aconteceu com o DJ. Uma das especulações é a de que a denúncia tenha partido da namorada de Darke, que não foi encontrada pela nossa equipe. No processo judicial consta que a denúncia foi feita ao Ministério Público por uma pessoa do convívio dele. A juíza Georgia Vasconcellos da Cruz justifica a prisão preventiva ainda pela “necessidade de se assegurar que o indiciado não intimide pessoas do seu convívio que saibam dos fatos, como sua companheira, nem alertar àqueles que porventura pratiquem igual conduta”.
— O Darke seria a última pessoa que eu esperaria na vida que fizesse uma coisa dessas. Acho difícil ter sido a namorada quem denunciou — comenta outro amigo, sem revelar o nome.
O Globo
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Nos EUA, evangélico ativista antigay é preso por molestar crianças
O grupo de jovens voluntários confessou à polícia que o acusado teve contato “impróprio” com crianças ao longo das últimas três décadas. Eles afirmaram que o abuso sexual mais recente havia acontecido há menos de uma semana. Muitos dos casos ocorreram em acampamentos de verão organizados pela Igreja Evangélica Livre de Yucca Valley, em que Hesse era membro ativo – com cargo de importância – desde o início de 1980.
A fiança para o acusado, preso na cadeia de Morongo Basin, é de $2,5 milhões de dólares, equivalente a R$4,5 milhões de reais, segundo o portal de notícias da localidade.
A igreja de Hesse é conservadora e exige ainda que seus membros repudiem o estilo de vida homossexual. Segundo o estatuto social da igreja, a atividade homossexual é um tabu. A igreja estabelece diretrizes específicas sobre o assunto. Uma delas é que se você já foi homossexual assumido e não “pratica” mais, é determinado que você prove que tem vivido segundo essas diretrizes por, no mínimo, 5 anos.
O ex-professor também é dono do protectmarriage.com, site ligado a conservativebabylon.com, frente utilizada para coletar doações ao “fundo de defesa da proposição 8″. Proposição 8 foi uma lei que alterou a Constituição da Califórnia para dizer que o casamento é especificamente apenas entre um homem e uma mulher. A lei foi aprovada por uma margem de mais de 700 mil votos, mas posteriormente foi considerada inconstitucional por várias sentenças da Suprema Corte da Califórnia e dos tribunais de apelação.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Professora universitária é presa acusada de pedofilia em São Paulo
Ela e o namorado divulgaram fotos de uma jovem de 14 anos na internet
SÃO PAULO - Uma professora universitária de 35 anos e o namorado dela, um montador de computadores de 36 anos, foram presos nesta segunda-feira, em São Paulo, acusados de pedofilia. A professora faz doutorado em Anatomia Humana na Universidade de São Paulo (USP).
A mulher foi detida na própria casa, na região do Tatuapé, zona leste, onde foram encontrados diversos objetos, como algemas, máscaras, chicotes, roupas de couro e coleiras. Havia também seringas. A polícia chegou aos dois após o pai de uma adolescente de 14 anos desconfiar do comportamento da filha. A dupla tirou fotos da adolescente e do próprio casal em posições eróticas e divulgou as imagens na internet.
Eles namoravam havia cinco anos. O contato deles com a jovem, segundo o pai da vítima, começou em uma sala de bate-papo pela internet. O pai achou que a filha estava mais quieta.
Ele comprou um software espião e instalou no notebook da jovem. Ele chegou a pedir demissão do emprego de frentista para acompanhar o caso. Nem para a família ele contou - Fiquei quieto por duas semanas sem dormir, sem comer direito. Só monitorando de dia, de noite e aguardando o momento certo - contou o frentista de 42 anos.
A menina teria sido convencida a participar de uma sessão de sadomasoquismo. Eles começaram a conversar no dia 21 de julho. Uma semana depois foram tiradas as fotos. No dia em que saiu de casa, ela falou que iria para a casa de uma amiga, mas foi se encontrar com o casal.
Eles chegaram a marcar um novo encontro, que não aconteceu.A polícia abriu um inquérito para averiguar se ocorreu relação sexual com a jovem.
Segundo a polícia, os encontros aconteceram na casa da professora. No computador da professora há fotos da adolescente mantendo relações sexuais com os suspeitos. O material foi divulgado na internet. A aluna, que está na 8ª série do ensino médio, vai passar por acompanhamento psicológico, de acordo com o pai.
O Globo
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Quando a Infância perde o jogo
Na primeira matéria, conheça as histórias de meninos que perderam seus sonhos de serem ídolos dos gramados.
“Comércio de Crianças no Mercado da Bola” é o título da nova matéria da série “Quando a Infância perde o jogo”, publicada pelo jornal Correio Braziliense no dia 11 de agosto.
“Violência Velada em Grandes Clubes do País” é a segunda matéria da série. Publicada pelo Correio Braziliense no dia 11 de agosto de 2012, revela que meninos atletas de times de renome nacional são vítimas de abuso e exploração sexual. Em muitos dos casos, os processos acabam em acordos e termos de compromisso antes mesmo de serem julgados.
“Jogada Baseada na Confiança” é a terceira matéria da série, e relata como agem os abusadores dos meninos que sonham em jogar futebol nos grandes clubes do País. Publicada pelo Correio Braziliense no dia 12 de agosto de 2012.
A omissão do Estado e dos órgãos relacionados ao futebol está na quarta matéria da série, “Sem fiscalização, atletas ficam desprotegidos”. Publicada pelo Correio Braziliense no dia 13 de agosto, o material demonstra o desamparado dos atletas e a falta da rede de atendimento à crianças e adolescentes abusados sexualmente.
A promessa de parlamentares e do governo de agir em favor dos jovens atletas está na quinta matéria da série. “CPI e Governo entram em campo contra os abusos” foi publicada pelo Correio Braziliense no dia 14 de agosto.
A série, pautada originalmente como Moeda de Troca, ganhou um hotsite que reúne fotos, vídeos e depoimentos. Conheça o hotsite “Quando a Infância perde o jogo”.
Fonte: Andi
promenino
terça-feira, 31 de julho de 2012
Justiça permite que ex-mulher de pedófilo cumpra pena em convento
A decisão sobre sua condicional chegou após a aceitação de um convento em Namur, no sul do país.
No ano passado, um pedido semelhante feito a um convento na França foi negado.
Ela já cumpriu 16 anos de uma sentença de 30 após ter sido considerada cúmplice de Dutroux no assassinato de ao menos duas meninas.
Martin também ajudava o ex-marido a manter as crianças reféns.
Dutroux foi preso em 1996 e condenado em 2004 pelo sequestro e estupro de seis meninas. Ele também matou duas delas e causou a morte de outras duas.
As duas meninas mortas com a ajuda de Marin foram encontradas enterradas no quintal do casal, após morrerem de fome no porão dos dois belgas.
'Desafio'A decisão foi tomada devido à aprovação da Justiça para o pedido de condicional feito pelos advogados de Martin e a aceitação do convento em abrigá-la.
Em comunicado, a instituição religiosa disse que receber a criminosa será um "desafio" e deixou claro que as freiras estão muito afetadas pelo sofrimento das famílias.
"Como poderemos conciliar estas duas realidades? Não será fácil, como mulheres, nossos corações estão muito perturbados, mas decidimos acolher ambos sofrimentos como um só", disseram as religiosas no documento lido na corte.
Jean-Denis Lejeune, pai de Julie Lejeune, uma das meninas vítimas de Dutroux, reagiu ao anúncio da Justiça.
"Ninguém nos consultou, e agora ela vai viver como uma mulher praticamente livre a apenas 60 quilômetros de distância. Legalmente somos impotentes para para fazer qualquer coisa sobre isso. Os direitos das famílias estão sendo desrespeitados pela lei", disse.
A família de Eefje Lambrecks, a outra menina morta pelo casal, também se disse contrária à decisão, já que Martin "nunca demonstrou nenhum arrependimento sincero".
Psiquiatras também alertaram as autoridades de que Martin ainda pode representar um risco à sociedade, o que aumenta a polêmica em torno do assunto.
No convento, ela não poderá falar com a imprensa e nem sair do local sem a supervisão das freiras, mas dentro de dez anos poderá ser considerada totalmente livre.
BBC Brasil
domingo, 22 de julho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Operação da PF contra pedofilia prende 32 pessoas em 9 estados
Grupo compartilhava material de pornografia infantil na internet, diz polícia.
Foram cumpridos 50 mandados de busca, e uma pessoa segue foragida.
Polícia Federal (PF) divulgou no final da tarde desta quinta-feira (28) o balanço da operação “DirtyNet” (internet suja), deflagrada para desarticular uma rede que compartilhava pornografia infantil em vários estados do Brasil e no Exterior. No total, 32 pessoas foram presas, por mandado de prisão ou em flagrante. Um suspeito segue foragido.
A operação ocorreu em 11 estados e no Distrito Federal. As prisões foram realizadas no Rio Grande do Sul (5), Paraná (3), São Paulo (9), Rio de Janeiro (5), Espírito Santo (1), Ceará (1), Minas Gerais (5), Bahia (1) e Maranhão (2). Entre os presos, está um humorista famoso em Fortaleza, conhecido como Mução. Uma pessoa segue foragida.
Também foram cumpridos 50 mandados de busca que resultaram na apreensão de material, entre discos rígidos (HDs), computadores, mídias, pendrives, entre outros acessórios para armazenamento de arquivos digitais, além de câmeras fotográficas e filmadoras.
Em apenas um dos mandados de busca cumpridos em Porto Alegre, foi apreendida uma coleção de cerca de 5,7 mil fotos de pornografia infantil, além de diversos vídeos. O material passará pela perícia para comprovar o indício de produção de imagens, ou seja, de abuso e estupro de vulnerável.
De acordo com a delegada Diana Kalazans Mann, responsável pela operação no Rio Grande do Sul, os suspeitos trocavam milhares de arquivos contendo cenas degradantes de adolescentes, crianças e até bebês em contexto de abuso sexual.
“São lesões corporais cometidas contra crianças no meio de fantasias sexuais macabras, inclusive com extração de pedaços, e relatos abomináveis. Do que já chegou para mim, é o que eu vi de pior”, declarou a delegada.
A PF começou a monitorar o grupo há seis meses. A partir da investigação de uma pessoa descobriu-se uma rede de 160 usuários de conteúdos pornográficos envolvendo crianças e adolescentes: 63 no Brasil e 97 no Exterior. Trata-se de uma rede privada, criptografada, onde só é possível entrar com convite e aprovação dos outros membros, destacou a PF.
Ainda segundo a Superintendência da PF no Rio Grande do Sul, as informações repassadas pela polícia brasileira a autoridades estrangeiras resultaram, nesta quinta-feira (28), em ações de combate à pornografia infantil no Reino Unido e na Bósnia e Herzegovina.
G1
sábado, 23 de junho de 2012
Pedofilia: levantamento de dados mostra crescimento de casos em Cuiabá
Dado da polícia civil do estado de NT revelou que a violência, suspeita e tentativa de abuso sexual em crianças e adolescentes continuam em altaem Cuiabá. Oscasos de pedofilia crescem e ainda são assustadores, ocorrendo numa média de 117 casos por mês. Crimes contra crianças e adolescentes podem passar de 1400.
Consta no documento que o abuso sexual em crianças e adolescentes registrados de janeiro-abril deste ano foi de 471 casos nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.enquanto no ano de 2011 foram registrados 483. Apesar da queda, o número ainda é assustador. Se mantida a média, serão mais de 1200 casos no final do ano.
De acordo com dados divulgados essa semana pela Polícia Judiciária Civil, entre janeiro-abril de 2012 foram registrados 157 casos de violência sexual na Capital e 314em Várzea Grande. Já no ano passado, durante esse mesmo período foram 221 ocorrências em Cuiabá e 262 na cidade de Várzea Grande.
As principais ocorrências envolvendo violência sexual são estupro, corrupção de menores, favorecimento da prostituição, subtração de incapazes, rufianismo, maus tratos, constrangimento ilegal, entre outras práticas.
“A diminuição de registros de ocorrências de abusos sexuais nesse período não significa que os crimes deixaram de ocorrer, assim não podemos afirmar que houve diminuição dos casos de abusos sexuais, primeiramente porque os registros podem oscilar em determinados períodos, aumentando em outros meses, devendo, portanto ser realizada uma análise anual a fim de ser aferido, de forma global, com o propósito de aferir se está ou não havendo a diminuição nos registros. Ademais, há casos que são realmente de abusos sexuais, estupros e estupros de vulneráveis e que são registrados com outras tipificações, não incidindo assim na estatística”, pontuou a delegada titular da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), Alexandra Fachone.
O Diretor do Portal Todos Contra a Pedofilia MT, João Batista de Oliveira explicou que a incidência desse tipo de crime aumentou na classe média nos últimos anos, mas, as famílias de baixa renda não estão isentas desse sofrimento. Ela evidenciou que a participação dos pais na educação dos jovens é fundamental.
- Esse registro mostra que os casos de pedofilia continuam acontecendo na cidade, em todas as camadas da sociedade. Por isso, a promoção de campanhas educativas e esclarecedoras que incentivem as denúncias é necessária. As crianças e adolescentes são as maiores vítimas da desestruturação familiar. Se existisse mais amor na família isso não aconteceria, disse, completando que, hoje, é comum se observar nas músicas apologia às meninas mais novas, onde elas acabam desenvolvendo sexualidade não pertinente para a idade. “Isso para o pedófilo é estimulante. Por isso, os pais devem acompanhar a educação das crianças e adolescentes”.
Para o precursor da campanha “MT de Mãos Dadas Contra a Pedofilia”, Toninho do Gloria apresentada à população de Cuiabá e Várzea Grande,posteriormente em todo o estado, há cerca de cinco anos, o vereador Toninho do Gloria destaca que a média de casos mensal ainda é alta.
- Considerando a estatística a gente vê que 117 casos por mês são considerados muito altos, uma vez que não deveria existir nenhuma ocorrência. Infelizmente, a maioria dos casos, em MT, acontece dentro das próprias famílias e não são registrados. Por isso, foi que sugerimos a criação da Coordenadoria de Pedofilia para combater esse tipo de crime, atendendo as crianças e adolescentes vítimas desses abusos, declarou o vereador que continua engajado na campanha. Ele destacou que mesmo com os pedófilos confessando o crime, a polícia não prende o criminoso por falta de flagrante.
Informação recebida por e-mail
sábado, 10 de março de 2012
Polícia apreende materiais que podem ter sido usados por rede de pedofilia
A polícia continua as buscas a Nilton Hélio de Jesus, de 40 anos, acusado de fazer parte de uma rede de pedofilia que atua no Distrito Federal. Na manhã desta sexta-feira (09/03), agentes da Polícia Civil com mandados de busca e apreensão apreenderam 11 discos rígidos de computadores, duas máquinas fotográficas, um celular, um pendrive e vários CDs na loja do suspeito na Asa Norte.
Na casa do mesmo homem, a polícia apreendeu um lap top e uma máquina fotográfica. O acusado, Nilton Hélio de Jesus, 40 anos, está foragido. A polícia acredita que ele esteja perto do DF.
A investigação chegou até ele após prender Alberto Mirando Sobrinho, 38 anos, em São Sebastião, no dia 11 de fevereiro. Duas semanas antes da prisão, uma pessoa que passava pela rua encontrou um pen-drive que armazenava mais de mil imagens de crianças e adolescentes nuas e em situação de risco, além de 18 vídeos em que o Alberto violenta uma criança de 6 anos e duas adolescentes de 15 e 16 anos. O objeto foi entregue à 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião). O acusado confessou os crimes e informou que os abusos com as pessoas que aparecem no vídeo começaram em 2004.
De acordo com depoimentos das vítimas, o criminoso mostrava fotos de atos libidinosos com outras crianças enquanto as violentavam. Com a apreensão do material de hoje, a políca espera identificar as outras vítimas do grupo. Há suspeitas de que as fotos e vídeos eram usados para fins comerciais.
Fonte: MT24HorasNews
Autor: João Batista de Oliveira
http://www.mt24horasnews.com.br/
mt24horasnews@gmail.com
www.todoscontraapedofiliamt.com.br
movimentocontrapedofiliamt@gmail.com
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Religioso pagou R$ 2 para abusar sexualmente de menina de 6 anos
Um caso de pedofilia praticado por um religioso de 79 anos chocou os moradores da Vila Santa Tereza, em Belford Roxo. O presbítero da Assembleia de Deus Franezio Eleotério de Oliveira pagou R$ 2 para atrair a vítima, de apenas 6 anos. Ele pediu à garota para erguer a blusa. O suspeito foi preso em flagrante pela Delegacia Especial de Atendimento Mulher (Deam) de Belford Roxo, por estupro de vulnerável.
O episódio ocorreu nesta segunda-feira à tarde, quando a garota foi à casa de Franezio para pagar uma dívida de R$ 10 a pedido da mãe, que havia pedido dinheiro emprestado a ele. Quando chegou lá, encontrou o religioso deitado na cama. Na volta para casa, a mãe perguntou como ela havia conseguido os R$ 2. A garota disse que foi um presente do irmão Franezio, como o religioso é conhecido na área.
A mãe desconfiou e foi com a menina, em direção à casa de Franezio. No caminho, a criança começou a chorar e contou a história para a mãe.
— Cheguei a pegar uma faca em casa. Quase fiz uma besteira, mas consegui colocar a cabeça no lugar e liguei para a polícia — contou a dona de casa.
A criança foi submetida a um exame pericial, que confirmou as marcas no corpo da menina. Nesta terça-feira à tarde, a menina ainda se queixava de dores no local, que estava roxo.
— Não houve conjunção carnal, mas houve um ato libidinoso. O pior disso tudo é que o suspeito é um líder religioso, que contava com a confiança das pessoas — disse a delegada Soraia Vaz de Sant‘ Ana, da Deam.
Na carceragem, o religioso confessou ter cometido o crime. Mas admitiu que o caso ficaria impune caso a mãe dela não denunciasse o abuso.
— Se a mãe não denunciasse, eu ficaria impune e agiria como se nada tivesse acontecido. Ela é uma criança e sei que o que fiz foi errado. Mas confio em Deus para que eu nunca mais faça isso. O que vai acontecer comigo? Aí, só Deus sabe.
Religioso distribuía doces e frutas às crianças
Na Vila Santa Tereza, os moradores ainda custam a acreditar que o irmão Franezio tenha praticado um crime tão grave. Um dos moradores mais antigos da rua, o religioso mora na mesma casa, ao lado da Assembleia de Deus da Vila Santa Tereza, há mais de 30 anos. Costumava distribuir doces e balas para as crianças. E abria o portão de casa para que as crianças apanhassem frutas no seu quintal.
— Ele era uma pessoa prestativa, que nunca tinha feito mal a ninguém. Fiquei chocada — surpreende-se a doméstica Maria do Carmo Valentim Souza, de 50 anos.
“Só não contei nada porque fiquei com medo”
Mas há um relato que destoou da maioria dos moradores, contado pela estudante Viviane Vasconcelos Santos, de 18 anos. Assim como a menina de 6 anos, ela disse ter sido vítima de um abuso, ocorrido há três anos, quando foi à casa do religioso com outra amiga, que tinha 8 anos na época.
— Ele alisou as minhas pernas. Aí, dei dois tapas na cara dele e saí de lá. Só não contei nada na época porque fiquei com medo que o meu pai fizesse uma besteira — conta.
Extra Online
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Menina de 12 anos é estuprada em ônibus no Jardim Botânico
Homem armado pediu que ela fosse para os fundos do veículo
RIO - Uma menina, de 12 anos, foi vítima de estupro dentro de um ônibus da linha 162 (Glória/Leblon), da Viação São Silvestre, na tarde de quarta-feira. Segundo relatos da menina, na 15ª DP (Gávea), ela estava sentada no coletivo quando um homem armado pediu que ela fosse para parte traseira do veículo com ele. O estuprador mandou que ela tirasse a calça e consumou o ato. No momento do estupro, o ônibus passava pela Rua Jardim Botânico. Além da vítima, outras duas passageiras estavam no coletivo. Elas não viram quando a garota foi estuprada. Logo depois de cometer o crime, o homem ainda tentou passar a mão na perna de uma outra mulher, que gritou. De acordo com o delegado Fábio Barucke, da 15ª DP, o motorista parou o coletivo, e o homem saiu correndo. Ele fugiu em um outro ônibus pelo Jardim Botânico, sentido São Conrado.
Além do motorista, uma cobradora e as duas passageiras já prestaram depoimento. A menina foi encaminhada para o hospital onde tomou o coquetel anti-Aids. Ela também passou por exames de corpo delito. A polícia quer tentar localizar o estuprador pelas imagens gravadas dentro do ônibus. Ele é mulato, tem cerca de 1,60 metro, tem uma cicatriz no braço direito e vestia blusa vermelha e calça, além de usar o cabelo raspado.
Conforme uma das passageiras, o estuprador pegou o coletivo por volta das 12h30m, quando ele passou na esquina da Rua Conde de Bernadote, no Leblon. A menina, que mora na Zona Sul, usava a roupa de colégio no momento do estupro.
O delegado pediu para que as pessoas que tenham informações sobre esse homem entrem em contato com a 15ª DP por meio do telefone 2332-2905 ou pelo Disque-Denúncia 2253-1177.
O Globo
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
COMENTÁRIO EM DESTAQUE
SIMPLES ASSIMFeb 6, 2012 03:47 PM
será que alguém da moderação poderia postar este tópico?
CHAMADA > PORTUGAL PEDE NOSSA AJUDA URGENTE!
LENDO C/ ATENÇÃO:
Aqui no Brasil; desde 2008 já foram efetuados gdes mudanças no E.C.A. e muitos dos crimes da dita pedofilia tb sofreram reformulações penais e; óbvio q ainda falta muito por fazer.
As vezes pensamos q é somente o Brasil q faltava DAR UM BASTA NO CRIME D PEDOFILIA ... mas Ñ.
Existem muitos Países lutando p/ q este crime acabe e tb p/ q sejam dadas penas mais duras à estes criminosos sem alma e sem coração !
Assim é Portugal.
E AQUI ESTÁ O LINK P/ ASSINARMOS ESTA PETIÇÃO PÚBLICA ONDE ANSEIAM POR JUSTIÇA ÀS CRIANÇINHAS PORTUGUESAS Q Ñ SÃO EXCEÇÕES COMO VÍTIMAS DESTE CRIME HEDIONDO.
Petição Pública - Aumento d Pena p/ Abusadores Sexuais d Crianças em Portugal
ENDEREÇO DO LINK:
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http://www.peticaopublica.com/PeticaoListaSignatarios.aspx?pi=P2011N18224
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http://images.orkut.com/orkut/photos/PQAAADGcfG7_rj1CsgemywRFnRqcVqhEf12ADwdEyMkH5E9Y-JkmTUfLcXLe6eiYWj-rA56Oibl1xo399EiFCYol48YAm1T1UDgTNoiEo6PNeccm3A_kY72sPBZm.jpg
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Agnaldo Timóteo depõe sobre esquema de pedofilia em MG
Cantor seria amigo de um dos suspeitos
Cantor, compositor e vereador em São Paulo pelo PR, Agnaldo Timóteo prestou depoimento nesta quinta-feira na delegacia de Polícia Civil de Caratinga, no leste de Minas Gerais, sua cidade natal. De acordo com a delegada Nayara Travassos, o nome de Timóteo foi citado durante as investigações de um suposto esquema de pedofilia na região. Um funcionário do cantor também foi ouvido.
De acordo com a polícia, o cantor seria amigo de um dos suspeitos, identificado como Cláudio Rogério Alves, o Maguila, 49 anos, e que seria treinador de futebol em uma escolinha. Na saída da delegacia, Timóteo disse que o amigo é inocente das acusações e que ele jamais desrespeitaria os seus alunos. O depoimento durou três horas.
"O Agnaldo Timóteo foi citado durante as investigações como a pessoa que dava ajuda financeira ao grupo quando o Maguila levava seus alunos para testes no Rio de Janeiro. O depoimento dele só corrobora as investigações. Não posso dizer que ele ajudou a resolver alguma coisa", disse a delegada. "Chegamos ao final das investigações e na semana que vem vamos encaminhar os autos para o Ministério Público para que ele proceda as acusações", afirmou.
Perguntada se Timóteo pode ser incluído como suspeito na investigação, a delegada disse "se reservar ao direito de não responder". Seis pessoas suspeitas de participação no suposto esquema de pedofilia foram presas no último dia 13 de janeiro. Eles aguardam as investigações detidos no presídio de Caratinga.
Jornale
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Professora anuncia gravidez após ser presa por sexo com aluno de 13 anos
Gravidez 2 anos após escândalo foi planejada, diz Renata Juras, 43 anos.
Um ano mais velho que a 1ª filha da professora, jovem defende a mulher.
Uma professora de educação física de 43 anos que foi presa na Áustria após ter relações sexuais com um aluno de 13 anos está agora grávida do jovem, segundo informou o site noticioso Orange News.
Renata Juras, que tem origem croata, era técnica do time de handball da escola onde estudava o adolescente, Erwin Unterlechner. Ele era um dos jogadores do time. A mulher foi demitida por conta do caso, e chegou então a se mudar e morar com Erwin e a mãe dele por um tempo.
Agora aos 16 anos, o jovem defendeu a mulher desde que o caso veio à tona há pouco mais de dois anos. O padrasto dele foi quem denunciou a professora. "Eu fui apresentado como vítima, como se ela tivesse me seduzido. Foi uma interpretação completamente falsa. Eu que tomei toda a iniciativa", conta Erwin, que é apenas um ano mais velho do que a primeira filha de Juras. Ele e a "enteada" estudam na mesma escola.
A sentença de Juras, de 22 meses em condicional, foi suspensa depois de o menino dizer à corte que amava a professora e que eles planejavam se casar. E, segundo ela, a gravidez foi planejada. "Foi algo completamente planejado e desejado por nós dois. Já até decidimos o nome, mas não vamos revelá-lo por enquanto", afirma.
O bebê é esperado para junho.
G1
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Padres são condenados a prisão por abuso sexual de menores
Vídeos com as cenas chegaram a ser vendidos, nas feiras de Alagoas, a R$ 5,00
MACEIÓ - A Justiça de Arapiraca, no agreste de Alagoas, condenou à prisão três padres acusados de pedofilia. Eles mantinham relações sexuais com coroinhas, menores de idade.
O monsenhor Luiz Marques foi condenado a 21 anos de prisão e os párocos Raimundo e Edílson cumprirão pena de 16 anos e 4 meses. Todos respondem ao crime em liberdade. Os advogados de defesa têm cinco dias para recorrer da sentença, no Tribunal de Justiça. Do contrário, eles ficam presos.
A condenação sai cinco meses após o início do julgamento. Os casos de pedofilia foram reconhecidos pelo Vaticano. Os padres foram flagrados por câmeras, tendo relações sexuais com os coroinhas, e tudo foi exibido em um programa de televisão. Os vídeos chegaram a ser vendidos, nas feiras de Alagoas, a R$ 5,00.
Os três integrantes da igreja são acusados de atentado violento ao pudor contra os coroinhas Fabiano Silva Ferreira, Cícero Flávio Vieira Barbosa e Anderson Farias Silva. A denúncia foi oferecida em março de 2010, pelo Ministério Público.
Membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia do Senado estiveram em Arapiraca em 2010 para colher depoimentos. Em um deles, padre Edilson confessou ser homossexual e que participava de orgias com jovens na catedral da cidade, pagando os programas com o dízimo recolhido pelos fieis e citando a participação de outros membros da Igreja em festas reservadas.
Na denúncia, o MP afirma que "aproveitando-se da qualidade de sacerdote, os denunciados aproximaram-se das vítimas, coroinhas à época, que tinham entre 12 e 17 anos, com o intuito de satisfazer seus desejos sexuais. Para conseguir o intento, constrangiam os jovens utilizando-se da confiança que desfrutavam, ofereciam vantagens econômicas e, ainda, intimidavam aqueles para que não revelassem os encontros sexuais ocorridos com frequência".
"Fabiano da Silva passou a sofrer abusos a partir do ano de 2001, quando contava com apenas 12 anos de idade. Inicialmente, Luiz Marques Barbosa passou a fazer carícias, abraçar e manipular a genitália do menor e, ao perceber que este se afastava, continuou a assediá-lo ainda mais fortemente, até conseguir realizar cópula anal e sexo oral com a vítima", diz um trecho da denúncia do MP, sobre o monsenhor Luiz Marques.
O Globo
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Enfermeiro fingia ser adolescente lésbica para se aproximar de meninas na internet

Um enfermeiro britânico que fingia ser uma adolescente lésbica para se aproximar de meninas na internet foi condenado a seis anos e oito meses de prisão e vai ser monitorado pelo resto da vida.
Barry McCluskey, de 39 anos, admitiu ter tido contato com 49 meninas, com idades de 10 a 15 anos, entre 2007 e 2010.
Ele contatava as meninas na rede social Bebo e depois por MSN, dizendo se chamar Clare ou Missy, uma jovem que seria "gay ou bissexual".
Segundo a acusação, ele nunca teve contato pessoal com suas vítimas, mas manipulava as meninas para que elas se despissem ou fizessem atos sexuais para a câmera, enquanto ele gravava as imagens pelo computador.
"Àquelas que eram ou se tornavam relutantes, ele pedia que se exibissem mais, dizendo que se elas não o fizessem ele mandaria os vídeos que já tinha feito para amigos", afirmou a promotora Alison Di Rollo.
'Tendências suicidas'
Segundo as acusações feitas no tribunal, uma das vítimas ficou com tanto medo, que passou a ter tendências suicidas e seu cabelo começou a cair.
Outra menina, em idade escolar, implorou a McCluskey que não divulgasse as imagens, dizendo que sua mãe estava muito doente.
"Mais três vídeos e estou fora da sua vida", McCluskey respondeu a ela.
A polícia começou a investigar o comportamento do enfermeiro, que era casado e tem dois filhos, em fevereiro de 2010, após receber uma denúncia da mãe de uma menina de 13 anos.
Ela tinha sido forçada a realizar atos sexuais na frente de uma webcam.
Quando os policiais chegaram à casa de McCluskey, ele não estava. Ele foi encontrado em uma ponte, supostamente pensando em suicídio, dizendo ter "feito algo errado".
Acesso à rede
Mais tarde, uma investigação revelou detalhes do comportamento do enfermeiro.
McCluskey, que agora está separado da mulher, também filmava meninas enquanto elas faziam compras e mulheres no vestiário de um clube.
Mais de 10 mil imagens indecentes foram encontradas em seu computador.
"Espertamente, você manipulou seu caminho até as casas, quartos e mentes de crianças que você escolheu especificamente", disse a juíza no caso, Rita Rae.
Segundo ela, o caso ilustra a necessidade de os pais controlarem melhor o acesso dos filhos à internet.
"Elas (crianças) podem se comunicar, às vezes por câmera, com estranhos, alguns dos quais escondem sua verdadeira identidade. O risco é que crianças vulneráveis possam acabar em uma posição na qual elas são forçadas a fazer coisas dolorosas e que geram sentimentos de culpa, vergonha, degradação e humilhação."















