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segunda-feira, 22 de março de 2010

22 de Março - Dia Mundial da Água - Portugal


CURIOSIDADES SOBRE A ÁGUA


Sabias que...
O consumo médio diário de água de cada português é de 100 litros, o que equivale à utilização de 20 garrafões de 5 litros?
Mais de 70% da superfície da Terra é composta por oceanos, rios e mares e que apenas 1% desta água é potável?
Uma torneira a pingar uma gota por segundo, representa 30 litros ao fim do dia?
A vida na Terra só é possível porque existe água em estado líquido na sua superfície?
O ser humano pode passar 28 dias sem comer, mas apenas 3 dias sem água?- A água engarrafada tem origem em fontes protegidas (aquíferos e nascentes) e a água da torneira vem sobretudo de rios e lagos, sendo tratada para assegurar a sua qualidade para consumo?

DICAS PARA UM CONSUMO RACIONAL DA ÁGUA
Evitar de banhos de imersão e optar por duches rápidos;
Não deixar a água a correr durante a lavagem dos dentes;
Manter a canalização doméstica em bom estado para evitar perdas nas torneiras, autoclismos e máquinas de lavar;
Instalar autoclismos com sistemas de redução de volume de água para descarga;
Lavar a roupa ou a loiça nas máquinas com a respectiva carga completa e usando programas curtos e económicos;
Efectuar a rega antes das 7 horas da manhã ou após as 18h00;
Fazer uma leitura regular do contador para saber a quantidade de água que está a gastar.
Poupem-me!... ...ou vão sentir a minha falta.

Torrinhas
Torres Vedras, Portugal


sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Conscientização na Semana Mundial de Aleitamento Materno 2009


O aleitamento materno é a garantia de um alimento completo, com todos os nutrientes que o bebê precisa para o seu desenvolvimento. Pensando nisso, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) promove durante todo o mês de agosto, várias atividades nas Unidades de Saúde, como parte da Semana Mundial de Aleitamento Materno, comemorada de 1º a 07 de agosto.
A semana é lembrada em mais de 120 países, numa iniciativa da Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno. Este ano o tema é "Amamentação em todos os momentos. Mais saúde, carinho e proteção". A Campanha tem como objetivo incentivar a mobilização social para promover a amamentação.
O leite materno também protege o bebê de doenças como diarréia, infecções respiratórias, asma, diabetes e alergias, explica a a coordenadora do Programa Materno Infantil, Maria das Graças Coy. "O aleitamento traz uma série de benefícios para a mãe e para o bebê. Além dos aspectos imunológicos, emocional e social, do ponto de vista nutricional, o leite humano contém nutrientes em quantidade e qualidade necessários para propiciar um desenvolvimento adequado para o bebê", explica ainda.


Confira a programação:
Unidade de Saúde da Glória
Dias: 03 a 28 de agosto
Atividades gerais:
-Distribuição de cartazes e panfletos sobre a amamentação;
-Orientações sobre a importância da campanha como instrumento de conscientização, através de Reuniões Setoriais;
Atividades para usuários da US:
Dia: 05 de agosto
Local: Auditório da Unidade

- 13h30: Abertura da Semana Mundial da Amamentação 2009 pela assistente social Nádia Maria Bortolon, e a equipe do Programa da Criança
- Palestra: “O significado do tema da campanha 2009: Amamentação em todos os momentos. Mais saúde, carinho e proteção”, com a pediatra Amélia Guilhermina W. Soares.
- 14:30h: Início das atividades recreativas e educativas com apresentação da Equipe do Projeto Especialistas do Riso;
- Apresentação do cantor e compositor José Antônio Pereira Monteiro – Músicas Infantis;
- Lanches variados e sorteio de brindes (oferecidos pela comunidade).
- Para os participantes do Programa Bolsa Família, às terças-feiras, dias 04, 11, 18 e 25 de agosto, às 13h30, será apresentada pela Enfermeira Maria Alice Brito e Equipe do Programa da Criança, palestra sobre o significado do tema da campanha, e sobre a Importância da Alimentação e da água na prevenção à doenças (anemia e verminoses).
- Para os participantes do Curso de Gestante, no dia 12 de agosto será apresentada pela Enfermeira Maria Alice Brito e Equipe do Programa da Criança, palestra abordando o significado do tema da campanha, e a importância da amamentação para o desenvolvimento saudável da criança.

Eventos externos:
- Apresentação de palestra, pela Pediatra Dra. Nelcy Sodré e Equipe do Programa da Criança, abordando o significado do tema da campanha, e a importância da amamentação para o desenvolvimento saudável da criança:
- No dia 04 de agosto, às 15:00, para gestantes e mães da Pastoral da Criança da comunidade Sta. Clara (Cristóvão Colombo);
- No dia 19 de agosto, às 13:30, para o grupo de gestantes da União Espírita Cristã de Vila Velha.

Unidade de Saúde de Santa Rita:
Dia: 06 de agosto
Horário: a partir das 7 horas
Atividades: palestra sobre Aleitamento Materno na sala de espera da Unidade; palestras nas reuniões do Bolsa Família na sala de espera da unidade, com distribuição de lanches.

Unidade de Saúde de Vale Encantado:
Dias: de 01 a 07 de agosto
Atividades: distribuição de folderes informativos e palestra no auditório da unidade.
Unidade de Saúde de São Torquato:
Dia: 03 de agosto
Atividades: Palestra para pacientes de pré-natal; campanha para coleta de potes de vidro para o Banco de Leite.Última atualização ( Sex, 31 de Julho de 2009 16:11 )

Priscila Contarini


Prefeitura de Vila Velha

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Tempo de aleitamento materno aumenta nos últimos nove anos


Pesquisa do Ministério da Saúde mostrou que, em 2008, as mães brasileiras amamentaram por um mês e meio a mais do que em 1999.
A Semana Mundial de Amamentação começou com uma boa notícia: de 1999 para cá, as mães brasileiras aumentaram em um mês e meio o tempo médio de aleitamento materno, no primeiro ano de vida de seus filhos. Segundo o levantamento, feito pelo Ministério da Saúde e divulgado nessa segunda-feira (03), esse período passou de 296 para 342 dias, em 2008.
O leite materno tem um papel importante para garantir o desenvolvimento saudável da criança desde o nascimento. Das 118 mil crianças analisadas, 67,7% mamaram na primeira hora de vida. Segundo o Ministério, essa taxa foi caracterizada como boa, de acordo com critérios da OMS – Organização Mundial da Saúde.
No caso da alimentação exclusiva com o leite materno – que se recomenda para os seis primeiros meses de vida – a duração do aleitamento também aumentou nos últimos nove anos, passando de 24 dias em 1999 para 54 dias em 2008. A taxa de mães que alimentam seus filhos, menores de quatro meses, apenas com seu próprio leite aumentou de 35% para 52% no ano passado.
Melhor desempenho
A II Pesquisa de Prevalência do Aleitamento Materno foi realizada em todas as capitais e no Distrito Federal, além de outros 239 municípios, em convênio com a Fiocruz. O objetivo foi verificar a situação atual da amamentação e da alimentação complementar no Brasil, identificar quais grupos precisam de maior atenção e avaliar práticas alimentares saudáveis e não saudáveis – como dar para a criança café, refrigerante, bolacha e salgadinho.
Para o Ministério, essa melhora significativa no aleitamento materno pode ser explicada pelas campanhas de incentivo à amamentação, pela realização de cursos de aconselhamento, por profissionais de saúde mais preparados e pelo crescimento na implantação de bancos de leite humano.



Revista Crescer

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

MOÇAMBIQUE - SEMANA MUNDIAL DO ALEITAMENTO MATERNO, 01 A 07 DE AGOSTO


ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO ATÉ OS 6 MESES DE VIDA

O QUE É?
O Aleitamento materno exclusivo significa alimentar o bebé SOMENTE com leite do peito nos primeiros 6 meses de vida. Isso significa que não se deve dar nenhum outro alimento sólido ou líquido, como água, sumos, chá de raízes tradicionais e nem papas, porque:
· O leite do peito é o melhor alimento para a criança até os 6 meses de idade.
· O leite do peito é o melhor alimento porque contém tudo o que a criança necessita para crescer e se desenvolver.

VANTAGENS DO ALEITAMENTO MATERNO PARA O BEBÉ:
O colostro é o leite que sai nos primeiros dias e tem uma côr amarelada. Este leite é muito bom porque protege o bebé contra as infecções;
O leite materno não tem horário, quanto mais o bebé mamar, mais leite a mãe produzirá;
O leite materno é higiénico, protege a criança contra as infecções;
O leite materno transmite calor, amor, afecto, e segurança ao bebé;
A amamentação exclusiva durante os primeiros seis meses de vida é importante para a sobrevivência, crescimento e desenvolvimento da criança.

VANTAGENS DO ALEITAMENTO PARA A MÃE:
· O leite materno não custa dinheiro, não gasta água nem combustível para a sua preparação;
· Quando iniciado logo após o parto, estimula a contracção do útero, reduzindo a perda de sangue e o risco de hemorragia;
· Promove a infertilidade lactacional, significa que neste período a mãe não engravida por causa do efeito hormonal da amamentação;
· Reduz o risco de cancro no ovário e na mama e ajuda a prevenir a osteoporose;

COMO FAZER ALEITAMENTO MATERNO?
Inicie a amamentação dentro da 1ª hora logo após o nascimento da criança;
Amamente a sua criança SOMENTE com leite do peito durante os primeiros 6 meses de vida, e introduzindo gradualmente outros alimentos a partir dos 6 meses e continuando com o aleitamento materno até os dois anos ou mais.
Amamente a sua criança TODAS as vezes que quiser, de dia ou de noite;
Deixe a criança mamar todo o tempo que ela quiser;
Continue a amamentar mesmo que a criança esteja doente;

ALIMENTAÇÃO DA MULHER GRÁVIDA E LACTANTE
Durante a gravidez e após ao parto, é necessário aumentar as refeições em quantidade e qualidade pois a energia, as proteínas e outros nutrientes presentes no leite materno provêm da dieta da mãe ou das suas próprias reservas corporais.

A MULHER DEVE
A mulher deve ter uma alimentação equilibrada em quantidade e qualidade;
A mulher deve comer pelo menos 3 refeições por dia, entre as refeições ela deve ter pequenos lanches (ex: banana, papaia, laranja, batata-doce, pão, mandioca, farinha de mandioca torrada com amendoím torrado e açúcar, maçaroca, etc.);
· Comer frutas e vegetais diariamente;
· Beber muitos líquidos durante a amamentação, por ex: água, sumos de frutas, sopas, leite
conforme as possibilidades;

CUIDADOS QUE A MULHER GRÁVIDA DEVE TER
Diminuir o trabalho pesado nos últimos 3 meses de gravidez, para poupar energia. Pedir ajuda ao marido, as amigas ou outros familiares;
Sempre que possível usar rede mosquiteira tratada com insecticida;
A mulher grávida não deve beber bebidas alcoólicas nem fumar, isto pode prejudicar o
crescimento do bebé;
A mulher grávida deve ir a consulta pré-natal regularmente, para o seu controle e do bebé.
Na consulta ela é pesada, vacinada, mede-se a barriga para controlar o crescimento do bebé
e recebe mensagens de educação sanitária e nutricional.

MENSAGEM CHAVE:
A mulher deve ter uma alimentação equilibrada em quantidade e qualidade;
A mulher grávida deve ter 3 refeições diárias e nos intervalos deve fazer pequenos lanches;
A mulher grávida tem que se alimentar bem, para si e para o bebé que está na barriga;
A mulher que amamenta deve beber muitos líquidos;
O leite materno continua a ser importante para o crescimento e desenvolvimento do bebé até aos 2 anos de idade.


folheto_Aleitamento.pdf 1,85 MB




misau.gov.mz

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Aleitamento materno evita morte infantil


A IMPORTÂNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO

Já está devidamente comprovada, por estudos científicos, a superioridade do leite materno sobre os leites de outras espécies. São vários os argumentos em favor do aleitamento materno.

Evita mortes infantis
Graças aos inúmeros fatores existentes no leite materno que protegem contra infecções,ocorrem menos mortes entre as crianças amamentadas. Estima-se que o aleitamento materno poderia evitar 13% das mortes em crianças menores de 5 anos em todoo mundo, por causas preveníveis (JONES et al., 2003). Nenhuma outra estratégia isolada alcança o impacto que a amamentação tem na redução das mortes de crianças menoresde 5 anos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Unicef, em tornode seis milhões de vidas de crianças estão sendo salvas a cada ano por causa do aumento das taxas de amamentação exclusiva.No Brasil, em 14 municípios da Grande São Paulo, a estimativa média de impactoda amamentação sobre o Coeficiente de Mortalidade Infantil foi de 9,3%, com variaçõesentre os municípios de 3,6% a 13%. (ESCUDER; VENÂNCIO; PEREIRA, 2003)
A proteção do leite materno contra mortes infantis é maior quanto menor é a criança.Assim, a mortalidade por doenças infecciosas é seis vezes maior em crianças menoresde 2 meses não amamentadas, diminuindo à medida que a criança cresce, porém aindaé o dobro no segundo ano de vida (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2000). É importante ressaltar que, enquanto a proteção contra mortes por diarréia diminui coma idade, a proteção contra mortes por infecções respiratórias se mantém constante nosprimeiros dois anos de vida. Em Pelotas (RS), as crianças menores de 2 meses que nãorecebiam leite materno tiveram uma chance quase 25 vezes maior de morrer por diarréiae 3,3 vezes maior de morrer por doença respiratória, quando comparadas com ascrianças em aleitamento materno que não recebiam outro tipo de leite. Esses riscos foram menores, mas ainda significativos (3,5 e 2 vezes, respectivamente) para as criançasentre 2 e 12 meses. (VICTORIA et al., 1987)A amamentação previne mais mortes entre as crianças de menor nível socioeconômico.Enquanto para os bebês de mães com maior escolaridade o risco de morrerem noprimeiro ano de vida era 3,5 vezes maior em crianças não amamentadas, quando comparadas com as amamentadas, para as crianças de mães com menor escolaridade, esserisco era 7,6 vezes maior (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2000). Mas mesmo nos países mais desenvolvidos o aleitamento materno previne mortes infantis. Nos EstadosUnidos, por exemplo, calcula-se que o aleitamento materno poderia evitar, a cada ano,720 mortes de crianças menores de um ano. (CHEN; ROGAN, 2004)Um estudo demonstrou que a amamentação na primeira hora de vida pode ser umfator de proteção contra mortes neonatais. (EDMOND et al., 2006)

Leia mais em: de Atenção Básica - Ministério da Saúde

Pesquisa investiga a amamentação em comunidades indígenas de Roraima


A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno no primeiro semestre de vida. Nas grandes cidades, estudos revelam que as mulheres introduzem outros alimentos na dieta dos filhos muito cedo. No entanto, a recomendação da OMS parece ser seguida pelas populações indígenas do leste de Roraima: o peito da mãe é a única fonte de alimento das crianças, em média, até os seis meses de idade. Ele deixa de ser fonte nutricional aos 16 meses, em média. Esses são alguns dos resultados de um estudo coordenado pela enfermeira com doutorado em ciências sociais Evelyne Mainbourg, do Centro de Pesquisa Leônidas e Maria Deane (CPqLMD), unidade da Fiocruz em Manaus.
Foram estudadas 266 crianças indígenas menores de 6 anos. Mais de um terço delas ainda recebiam o leite materno. O aleitamento materno faz parte do saber tradicional dos índios e é especialmente importante nas comunidades indígenas rurais. É bem possível que, devido às dificuldades socioeconômicas, muitas mulheres dessas comunidades não tenham facilmente outro alimento além do leite materno para oferecer aos filhos. De qualquer forma, não é desejável que as índias usem para seus filhos leite industrializado e mamadeiras. Afinal, o peito da mãe deve ser a única fonte de alimento do bebê durante os primeiros meses. O leite materno contém, na medida certa, todos os nutrientes necessários ao desenvolvimento da criança, além de protegê-la contra doenças.
Em cada quatro crianças indígenas do leste de Roraima, três deixam de mamar entre 12 e 15 meses de idade. Entre esses índios, assim como na maioria das populações, antes que o leite materno seja completamente retirado da dieta, ele vai ser consumido, ao mesmo tempo, com mingau e alimentos sólidos - em um regime de amamentação parcial.
"Se esses alimentos são introduzidos progressivamente na dieta do bebê e o aleitamento materno é mantido durante vários meses após o início do consumo de mingau, a dieta fica equilibrada", diz Evelyne, que também é especialista em saúde e nutrição no desenvolvimento. "Porém, observamos que crianças indígenas em amamentação parcial corriam um risco maior de ficarem anêmicas. Isso nos leva a pensar que a alimentação complementar ao aleitamento materno não está sendo totalmente adequada", afirma a pesquisadora.
Os tempos de amamentação nas comunidades indígenas do leste de Roraima são semelhantes aos dos índios Guarani e Terena. Contudo, são de duas a três vezes superiores aos observados em populações não-indígenas. "Para as mulheres das zonas urbanas, a necessidade de retornar ao trabalho quando a criança tem quatro meses faz com que, nesta idade, a criança passe da amamentação exclusiva para a amamentação parcial", afirma Evelyne. E acrescenta: "Curiosamente, recomenda-se que a criança seja amamentada até os seis meses, o que muitas vezes não é possível, nem em regime de amamentação parcial, porque a produção de leite materno se torna bem menor devido ao maior intervalo entre as mamadas e ao estresse, quando a mãe volta a trabalhar".

Fernanda Marques


FIOCRUZ

O Aleitamento Materno evita Mortes Infantis

A IMPORTÂNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO

Já está devidamente comprovada, por estudos científicos, a superioridade do leite
materno sobre os leites de outras espécies. São vários os argumentos em favor do aleitamento materno.

Evita mortes infantis

Graças aos inúmeros fatores existentes no leite materno que protegem contra infecções,
ocorrem menos mortes entre as crianças amamentadas. Estima-se que o aleitamento
materno poderia evitar 13% das mortes em crianças menores de 5 anos em todo
o mundo, por causas preveníveis (JONES et al., 2003). Nenhuma outra estratégia isolada
alcança o impacto que a amamentação tem na redução das mortes de crianças menores
de 5 anos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Unicef, em torno
de seis milhões de vidas de crianças estão sendo salvas a cada ano por causa do aumento
das taxas de amamentação exclusiva.
No Brasil, em 14 municípios da Grande São Paulo, a estimativa média de impacto
da amamentação sobre o Coeficiente de Mortalidade Infantil foi de 9,3%, com variações
entre os municípios de 3,6% a 13%. (ESCUDER; VENÂNCIO; PEREIRA, 2003)
A proteção do leite materno contra mortes infantis é maior quanto menor é a criança.
Assim, a mortalidade por doenças infecciosas é seis vezes maior em crianças menores
de 2 meses não amamentadas, diminuindo à medida que a criança cresce, porém ainda
é o dobro no segundo ano de vida (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2000). É
importante ressaltar que, enquanto a proteção contra mortes por diarréia diminui com
a idade, a proteção contra mortes por infecções respiratórias se mantém constante nos
primeiros dois anos de vida. Em Pelotas (RS), as crianças menores de 2 meses que não
recebiam leite materno tiveram uma chance quase 25 vezes maior de morrer por diarréia
e 3,3 vezes maior de morrer por doença respiratória, quando comparadas com as
crianças em aleitamento materno que não recebiam outro tipo de leite. Esses riscos foram menores, mas ainda significativos (3,5 e 2 vezes, respectivamente) para as criançasentre 2 e 12 meses. (VICTORIA et al., 1987)
A amamentação previne mais mortes entre as crianças de menor nível socioeconômico.
Enquanto para os bebês de mães com maior escolaridade o risco de morrerem no
primeiro ano de vida era 3,5 vezes maior em crianças não amamentadas, quando comparadas com as amamentadas, para as crianças de mães com menor escolaridade, esse
risco era 7,6 vezes maior (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2000). Mas mesmo nos países mais desenvolvidos o aleitamento materno previne mortes infantis. Nos Estados
Unidos, por exemplo, calcula-se que o aleitamento materno poderia evitar, a cada ano,
720 mortes de crianças menores de um ano. (CHEN; ROGAN, 2004)
Um estudo demonstrou que a amamentação na primeira hora de vida pode ser um
fator de proteção contra mortes neonatais. (EDMOND et al., 2006)

Leia mais em: Caderno de Atenção Básica - Ministério da Saúde

Tocantins - Campanha de incentivo à amamentação é lançada em Palmas


PALMAS - A Secretaria Municipal da Saúde (Semus) lançou dia 3 a campanha “Amamentação em todos os momentos: mais carinho, saúde e proteção”.

O evento ocorreu na Unidade de Saúde (USF) Novo Horizonte, localizada no Jardim Aureny IV.
As ações ocorrem áté 7 de agosto. A campanha de incentivo ao aleitamento materno será desenvolvida nas 34 USFs da Capital e contará com palestras e orientações médicas e sociais sobre o tema.
- Amamentar é um ato de amor que traz inúmeros benefícios tanto para o bebê, quanto para a mãe, à medida que gera saúde, previne doenças e fortalece os laços afetivos como segurança, amor e afeto-, argumenta o secretário de Saúde, Samuel Bonilha. O secretário destaca ainda que os profissionais como nutricionistas, enfermeiros, odontólogos e assistentes sociais da Semus já foram capacitados para esse trabalho.

Banco de Leite
De acordo com Itamar Coelho da Mota, responsável pela Área Técnica Saúde da Criança, durante a vigência da campanha as USFs vão mobilizar as mães para doarem leite humano.
A comunidade também será sensibilizada para a doação de recipientes de vidro com tampa de plástico (tipo café solúvel, maionese e equivalentes), para a armazenagem de leite, que serão encaminhados ao Banco de Leite Materno do Hospital Dona Regina.

A USF que arrecadar mais vidros será premiada.

- O banco de leite atende às crianças da UTI neonatal do hospital e está sempre precisando de doações-, assinala Itamar.

Para mais informações e instruções sobre as doações basta ligar no Disque Amamentação, 0800-646 8283 ou 32187743. (AL)

Cleber Toledo


Portal Amazonia.com



segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Belém - Campanha pelo aleitamento materno terá uma semana de atividades

De 1º a 09 de agosto, quando se comemora em mais de 120 países a Semana Mundial do Aleitamento Materno, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) e demais parceiros realizarão diversas atividades voltadas a incentivar a prática de alimentar os bebês com leite materno, no mínimo até o 6º mês de vida.
A campanha intitulada "Amamentação em todos os momentos: mais saúde, carinho e proteção" será lançada oficialmente no Estado nesta segunda-feira (3), a partir de 8h30, no Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Pará. A programação prosseguirá até sábado (8).
Idealizada pela World Alliance for Breastfeeding Action (WABA) - Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno, a campanha visa divulgar em todo o mundo as vantagens e a importância da amamentação para a saúde da mãe e da criança e sensibilizar sobre a importância da promoção, proteção e apoio ao aleitamento natural.
"O aleitamento materno traz benefícios tanto para a criança como para a mãe, com reflexo em toda a família", informa a coordenadora de Saúde da Criança da Sespa, Ana Cristina Guzzo. No Pará, os parceiros da Sespa nessa campanha são o Corpo de Bombeiros, Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma), Sociedade Paraense de Pediatria (SPP) e Associação Amigos da Amamentação (Amamen). Todos estão empenhados em divulgar e distribuir material informativo, explicando os benefícios da amamentação exclusiva durante os seis primeiros meses de vida, período recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).


Benefícios - Em nota enviada às secretarias estaduais de saúde, a Sociedade Brasileira de Pediatria ressalta ainda que, para a criança, os principais benefícios do leite materno são a prevenção de infecções, diarréia, pneumonia, otite e outras doenças que podem se manifestar mais tarde, como alergia, asma e diabetes, e até alguns tipos de câncer relacionados à alimentação. As crianças amamentadas também têm vantagens no desenvolvimento intelectual.
Já para a mãe, previne algumas doenças como câncer de mama e diabetes. Segundo a SBP, a incidência de diarréia é de 3 a 14 vezes menor em bebês que são alimentados com leite materno.

Abaixo, a programação da campanha no Pará:
Dia - 03 - segunda-feira
Abertura oficial da Semana Mundial de Amamentação, com representantes da Sespa, Comando do Corpo de Bombeiros, Sociedade Paraense de Pediatria, Amamen e Sesma. O momento também incluirá relato de experiências do Corpo de Bombeiros alusivo ao tema; apresentação de vídeo do Ministério da Saúde sobre o assunto; premiações aos melhores relatos de experiências; sorteio de camisas e lanche.
Dia 04 - terça-feira
Visita às unidades municipais de saúde dos bairros do Guamá, às 8h, e da Cremação, às 10h. Haverá entrega de certificados, camisetas para sorteio e convites para a participação na caminhada de encerramento.
Dia 05 - quarta-feira
O roteiro de visitas prossegue na Uremia (8h), Santa Casa (9h) e na Beneficente Portuguesa (10h).Dia 06 - quinta-feiraO roteiro de visitas prossegue nas unidades de saúde de Icoaraci (8h) e da ilha de Cotijuba (9h). Nesse dia acontece, ainda, exposição de painel no shopping Castanheira, com apresentação de ações que levaram Belém a ganhar o Prêmio Bibi Vogel e distribuição de folders alusivos ao assunto, feita por alunos dos cursos de Nutrição da Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade da Amazônia (Unama).
Dia 07 - sexta-feira
O roteiro de visitas prossegue na unidade de saúde do Marco (8h), no Hospital de Clínicas (9h) e no Hospital da Ordem Terceira (10h). Haverá exposição de painel no shopping Pátio Belém, com apresentação de ações que levaram Belém a ganhar o Prêmio Bibi Vogel e distribuição de folders alusivos ao assunto, feita por alunos dos cursos de Nutrição da UFPA e Unama.
Dia 08 - sábado
Concentração na Praça Batista Campos, a partir de 09 horas, para a "Corrente do Bem", caminhada em que haverá distribuição de camisetas e folders aos participantes, com participação da banda do Corpo de Bombeiros.

Mozart Lira - Sespa


Agência Pará

Paraíba - Saúde inicia semana mundial de aleitamento materno em Campina


Da Codecom-CG

A Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com os hospitais Amigos da Criança, Isea (Instituto de Saúde Elpídio de Almeida), Clipsi e FAP, realizam a partir da próxima segunda-feira (3), a Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM). A programação, que se estende até o dia 7, será aberta oficialmente às 9h, no Teatro Rosil Cavalcante, com as presenças de autoridades municipais, profissionais da área de saúde, doadoras de leite humano, gestantes e lactentes.

Na abertura da campanha, que este ano tem como tema “Amamentação em todos os momentos. Mais saúde, carinho e proteção”, o tema “Manejo + Incentivo ao Aleitamento Materno” será apresentado pela médica pediatra Josélia Moura e também será oferecido um mini curso às gestantes. A campanha é realizada mundialmente e tem o objetivo de reforçar a importância do aleitamento materno, gesto que ajuda a reduzir a desnutrição e a mortalidade infantil.

Na terça-feira, a partir das 8h, a programação prevê a realização, no Serviço Municipal de Saúde, do Seminário de Incentivo à Amamentação, que terá como público-alvo os enfermeiros das unidades de saúde do município. Às 10h, em frente ao Hospital da Clipsi, será realizado um Pit Stop com a distribuição de panfletos, participação do Peito Vitaminado e da boneca Clarita, chamando a atenção da população para que doe vidros para o armazenamento de leite humano.

No dia 5, quarta-feira, de acordo com a coordenadora municipal do Programa da Infância e Adolescência, Graça Carvalho, na FAP, a partir das 9h, será realizada uma homenagem às mães doadoras de leite humano, com a distribuição de brindes, lanches e a realização de palestras. Ao meio-dia, na frente da Clipsi, será realizado o Point da Amamentação, com a mesma programação do Pit Stop, acrescida pela realização de testes de glicemia capilar e apresentação de vídeos sobre amamentação.

No dia 6, quinta-feira, a partir das 8h, o Seminário de Incentivo à Amamentação será encerrado e à tarde, a partir das 14h, a equipe do Banco de Leite Humano do Isea visitará, acompanhada por grupos de fantoches, escolas da rede municipal de ensino para divulgar o trabalho realizado, além de lançar o Projeto Amamentação com Arte e sensibilizar as crianças e adolescentes para que colaborem com a arrecadação de vidros para armazenamento do leite humano.

A programação da Semana Mundial de Aleitamento Materno será encerrada na sexta-feira, a partir das 9h30, no auditório da Clipsi. Pela manhã e à tarde, no Shopping Boulevard, equipes estarão em um estande para distribuir material informativo com a população, ressaltando a importância da amamentação.

ISEA
O Isea, que possui o Banco de Leite Humano Dr. Virgílio Brasileiro, o único da cidade, e o título de Hospital Amigo da Criança, concedido pela Unicef, por priorizar o incentivo à amamentação, além de se integrar à programação realizada pela Coordenação de Infância e Adolescência também realizará uma programação interna. No dia 4, no auditório da própria maternidade, será oferecido um mini curso às gestantes, com uma palestra sobre aleitamento materno às mães e grávidas, além da distribuição de brindes.

No dia 5, a equipe do Banco de Leite se reunirá com integrantes da Pastoral da Criança para apresentar o processo de recrutamento, sensibilização, coleta, pasteurização e distribuição do leite humano na instituição



Paraíba1

SP - Semana Mundial de Aleitamento Materno é comemorada com atividades nas cidades da região


Casa da Criança de Taubaté e Hospital Antoninho da Rocha Marmo em São José fazem campanhas de conscientização

A Semana Mundial de Aleitamento Materno é realizada este ano entre 3 e 7 de agosto como forma de reforçar a importância desse gesto solidário que garante a saúde das criança. Em Taubaté, o Banco de Leite é mantido pela ONG Casa da Criança, que realiza hoje uma Blitz do Aleitamento Materno pelas maternidades da cidade.
A blitz não será nenhuma ação de fiscalização, mas uma ação de conscientização de mulheres grávidas e mães recentes sobre a importância do leite materno para a saúde do bebê. A diretoria da instituição e a equipe técnica do Banco de Leite visitam as maternidades, consultórios dos médicos ginecologistas e obstetras, além de instituições voltadas para saúde da mulher para conversar sobre a importância da amamentação para a saúde da criança e da mãe.
Durante a blitz será distribuída a publicação "Barriga, Bebê e Cia" com respostas para as principais dúvidas das mulheres e informações desde a concepção até os cuidados com bebê após o parto. A blitz está programada para as Maternidades do Hospital Universitário, da Policlin e do Hospital São Lucas, com distribuição da cartilha de orientações às mães.

Por que amamentar?
Até pouco tempo atrás, muitas mães evitavam amamentar seus filhos por questões estéticas ou porque trabalhavam fora. Hoje, preocupadas com a saúde do filho e reconhecendo a importância do leite materno, muitas amamentam seus filhos pensando nos benefícios:
- é rico em nutrientes e anticorpos passados de mãe para filho e que protegem o bebê contra as doenças;
- diminui a incidência de diarréia nos primeiros meses de vida e previne contra doenças respiratórias, hipertensão e diabetes no bebê;
- a sucção do peito trabalha a articulação e contribui para a correta dentição da criança;
- estimula o contato físico e afetivo entre mãe e bebê, contribuindo para o equilíbrio emocional da mulher, além de prevenir contra o câncer de mama e contribuir para perda de calorias e retorno ao peso normal após a gravidez.

Orientação
Mães e mulheres interessadas em obter informações sobre gestação e aleitamento materno poderão procurar a equipe técnica do Banco de Leite Humano, na Casa da Criança, localizada à Praça Cel. Vitoriano, 99, Taubaté.

Doação de leite humano
A solidariedade brasileira fez com que o país se tornasse líder mundial em doação de leite. Pioneiro no Vale do Paraíba, o Banco de Leite Humano de Taubaté, desde 2000, coleta a doação do leite materno, pasteuriza e distribui esse alimento para cerca de 600 bebês internados em UTI Neonatal ou que tenham restrições a outras formas de leite. Para coletar 1.805 litros de leite em 2008, o Banco de Leite contou com a solidariedade de 1.401 mães que amamentam seus filhos e doam o excesso para a instituição, que processa e distribui gratuitamente o nutriente para hospitais e crianças da região. As mães também podem buscar orientação para a amamentação adequada da criança, o que contribui para a redução da mortalidade infantil e para uma nutrição adequada do bebê./ Em 2008 foram orientadas 2.267 mulheres.

São José dos Campos
Em São José dos Campos, o Hospital Antoninho da Rocha Marmo, também vai comemorar a Semana Mundial de Aleitamento Materno, dando orientações e esclarecendo dúvidas de mães sobre o assunto. Para isso montou uma verdadeira "força-tarefa", composta por profissionais do Hospital, especializados no assunto, que estarão à disposição de mulheres grávidas ou prestes a dar à luz e que desejam amamentar seus bebês.
A "força-tarefa" será formada por enfermeiras, fonoaudiólogas, psicólogas e assistentes sociais que darão atendimento gratuito e individualizado às mulheres que comparecerem ao Hospital. "Nosso objetivo é incentivar a amamentação. Sabemos que uma boa orientação é fundamental para que a mulher enfrente as dificuldades iniciais e consiga atingir seu objetivo", diz a Irmã Denise Alves de Freitas.

Hospital Amigo
O Hospital Antoninho da Rocha Marmo recebeu em 2007 o título de "Hospital Amigo da Criança", concedido pelo Ministério da Saúde e pelo Unicef, por incentivar o aleitamento materno e dar atenção humanizada aos recém-nascidos. A instituição já passou por auditoria do Ministério da Saúde e terá seu título renovado em breve. No Antoninho nascem, em média, 200 bebês por mês.
A Maternidade do Hospital Antoninho da Rocha Marmo adota práticas de atendimento humanizadas para incentivar a amamentação que, consequentemente, ajudam a reduzir os índices de mortalidade infantil. O bebê mama na primeira meia hora após o parto, ainda no Centro Obstétrico, e permanece no quarto com a mãe em alojamento conjunto. Durante a internação, a equipe de enfermagem ensina a mãe a amamentar e dá orientações para ela contornar as dificuldades do aleitamento.
A instituição mantém ainda uma sala de aula onde as mães recebem orientações sobre aleitamento.

Serviço
Orientações sobre amamentação Data: de 3 a 7 de agosto Horário do atendimento: das 9h00 às 11h00 e das 14h00 às 16h00 Local: Salão de eventos do Hospital Antoninho da Rocha Marmo (Av. Heitor Villa Lobos, 1961 - Jardim São Dimas)

Conheça as vantagens da amamentação
O leite materno é o mais completo alimento para o bebê até o 6º mês de vida. Além de alimentar e de proteger a criança contra doenças, a amamentação contribui para o seu desenvolvimento psicomotor e emocional.

Para o bebê:
- O leite materno é de fácil digestão.
- O leite materno imuniza o bebê contra doenças como diarréia, resfriados, infecções urinárias e respiratórias, alergias e problemas na arcada dentária.
- O ato de mamar auxilia o movimento dos músculos e ossos da face, promovendo melhor flexibilidade na articulação das estruturas que participam da fala.
- O ato de mamar estimula o padrão respiratório nasal no bebê, facilitando a oxigenação de suas estruturas faciais.
- A amamentação é uma forma muito especial e fortalecedora do relacionamento entre mãe e filho, que transmite segurança, carinho e amor ao bebê.

Para a mãe:
- Em geral, quando a mulher amamenta, seu corpo retorna ao normal mais rapidamente.
- A amamentação ajuda a reduzir o sangramento após o parto, diminuindo o tempo que o útero e o os seios costumam levar para voltar ao tamanho normal.
- O ato de dar de mamar aumenta o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê. - O leite materno não custa nada, é de fácil aquisição, está na temperatura ideal e livre de contaminações externas.

Para a família:
- A amamentação é mais econômica para a família. No Brasil, um bebê pode custar metade de um salário mínimo por mês (incluindo mamadeiras, bicos, leites infantis, complemento, gás, remédios etc.).
- Como os bebês amamentados adoecem menos, os pais desses bebês têm menos problemas cuidando de crianças doentes, isso significa mais tempo para toda a família.
- Melhora a qualidade de vida das crianças e de toda a família. O aleitamento materno é a fonte mais eficaz de proteção para os bebês O bebê que mama no peito não precisa de nenhum outro alimento, líquido ou complemento, pois o leite materno oferece tudo que o bebê precisa, mata a sede, a fome e possui todos os nutrientes que o bebê necessita para crescer e se desenvolver forte e saudável. É o único alimento capaz de oferecer tudo que o bebê necessita nos primeiros seis meses de vida. O leite materno continua sendo um alimento seguro e excelente até os dois anos ou mais.
Não existe nenhum outro leite capaz de substituir adequadamente o leite materno. Se o bebê tomar outros leites preparados em situações precárias poderá ter diarreia.
A amamentação é um excelente exercício para o desenvolvimento da face da criança, importante para que ela tenha dentes fortes e bonitos, desenvolva a fala e tenha uma boa respiração
Na amamentação, o bebê recebe os anticorpos da mãe para proteção contra diarreia, infecções respiratórias e outras infecções.
Amamentar é bom não só para a saúde do bebê, mas também para a saúde da mãe. O sangramento pós-parto diminui, assim como as chances de desenvolver anemia, câncer de mama, de ovário e diabetes. A mulher que amamenta perde mais rápido o peso que ganhou durante a gravidez. A amamentação favorece a relação afetiva entre mãe e bebê, e também ajuda o bebê a defender-se de infecções e desenvolver-se bem, tanto física quanto emocionalmente.



VNEWS

domingo, 2 de agosto de 2009

Goiânia - Semana Mundial de Aleitamento Materno será lançada dia 3


A Secretaria Municipal de Saúde promove de 1º a 7 de agosto a Semana Mundial de Aleitamento Materno. Atividade deste ano que explora o tema Amamentação em todos os momentos.

Mais saúde, carinho e proteção será oficialmente lançada na Maternidade Nascer Cidadão no dia 3, às 8h30.

Com objetivo de aumentar índices de aleitamento materno e diminuir taxa de morbimortalidade infantil, unidades da SMS terão programação especial durante a Semana da Amamentação com entrega de material educativo, palestras, oficinas, apresentação de filmes e visitas domiciliares.

Serviço
Assunto:
Lançamento oficial da Semana Mundial de Aleitamento Materno
Dia: 3 de agosto
Horário: 8h30
Local: Maternidade Nascer Cidadão
Endereço: Avenida Oriente, área pública 09 - Jardim Curitiba III


Goiânia em Rede


Diário da Manhã

A África tem uma das taxas de amamentação mais altas do mundo


A OMS aponta ainda que cerca de 51% de bebés africanos são alimentados com leite materno nos primeiros dois anos de vida.

Praia – A África Subsaariana tem uma das taxas mais altas de aleitamento materno no mundo, apesar das dificuldades econômicas e sanitárias que a região enfrenta. De acordo com a Rádio ONU on-line, essa afirmação foi feita pela Organização Mundial da Saúde, OMS, na véspera do início da Semana Mundial da Amamentação, celebrada de 1 a 7 de agosto. A OMS aponta ainda que cerca de 51% de bebés africanos são alimentados com leite materno nos primeiros dois anos de vida, noticia a Inforpress.Moçambique é apontado como país que tem uma taxa de aleitamento materno superior à média africana. Segundo autoridades da OMS, 65% de mães, nesse país, incluem leite materno na alimentação dos filhos antes de completarem dois anos. Já a Nigéria é um dos países africanos com menor taxa de aleitamento materno. Nesse país, apenas 13% de bebés são amamentados de forma exclusiva nos primeiros seis meses de vida, comparada a uma média africana de 33%. Por isso, a diretora executiva do Fundo da ONU para a Infância, Unicef, Ann Veneman, está marcando a semana Mundial do Aleitamento Materno com uma visita a esse país. A diretora, segundo a Rádio ONU, já apelou às mães nigerianas para amamentarem os seus filhos, justificando que a má nutrição está na origem da morte de um terço de crianças com menos de cinco anos. A Semana Mundial de Aleitamento Materno, que começou a ser assinalada ontem, este ano destaca a importância da prática da amamentação como uma intervenção que pode salvar vidas, particularmente em situações de emergência. A OMS, através de um comunicado, alerta que as crianças e bebés, em especial, estão entre os grupos mais vulneráveis durante emergências por enfrentam doenças mortais como a diarreia, pneumonia e má ntrição. Essa organização da ONU recomenda assim que o início da amamentação seja feito uma hora após o nascimento do bebé, bem como a continuação da prática da amamentação, de forma exclusiva, durante os primeiros seis meses de vida.



ÁFRICA 21

sábado, 1 de agosto de 2009

Começou ontem a semana nacional do aleitamento


Começou ontem e vai até o dia 8 a Semana Mundial de Aleitamento Materno, comemorada em cerca de 120 países desde 1992. O Brasil criou há 28 anos o Programa Nacional de Aleitamento Materno e a Semana Nacional de Aleitamento Materno, sempre comemorada também em agosto, mas com data variável de ano para ano. Na capital, a semana será comemorada a partir da próxima segunda-feira (4), com uma programação extensa ainda a ser definida, informa a Secretaria Municipal de Saúde (SMS). No Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC), a reportagem encontrou Bianca Adão, uma vendedora de 23 anos, em pleno ato de aleitamento. “Meu filho tem três meses e sei que o leite materno é o melhor para a criança”. Segundo a própria, esse conhecimento lhe foi passada em família, pois jamais recebeu qualquer espécie de orientação sobre o ato nem no PSMC (que tem um banco de leite que funciona há pelo menos cinco anos, segundo a assessoria) nem nos postos de saúde próximos à sua casa. Também não tem conhecimento de nenhuma ação estadual em torno do tema.
A necessidade de esclarecimento ainda é imprescindível, pois, segundo a Agência Nacional de Notícias dos Direitos da Infância (Andi), o Brasil tem um dos piores índices de amamentação de lactantes até os 2 anos entre os países em desenvolvimento. Ainda que 92% dos bebês nessa faixa etária sejam amamentados, 70% o são pela mãe e o restante por “formas substitutas” de amamentação.

Fonte: Folha do Estado

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Amamentação pode salvar 1,3 milhão de crianças por ano, diz OMS


GENEBRA (Reuters) - Ensinar novas mães a amamentarem poderia salvar 1,3 milhão de crianças por ano, mas muitas mulheres não recebem ajuda e desistem, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira.
Menos de 40 por cento das mães do mundo permitem que seus filhos só se alimentem com leite materno nos seis primeiros meses de vida, conforme recomenda a OMS. Muitas abandonam o aleitamento porque não sabem como fazer o bebê agarrar o seio, ou sentem dor e desconforto.
"Quando se trata de fazer na prática, elas não têm apoio", disse a especialista da OMS Constanza Vallenas a jornalistas em Genebra, onde fica a sede da agência da ONU.
O problema, segundo ela, ocorre em países ricos e pobres, e precisa ser combatido a partir de hospitais, clínicas e centros comunitários.
A OMS alertou também para a necessidade de conscientizar as grávidas quanto à sua vulnerabilidade às gripes comum e H1N. A agência defendeu que as grávidas tenham prioridade para receber antivirais como o Tamiflu, especialmente nas primeiras 48 horas a partir do aparecimento de sintomas gripais.
"As grávidas, quando ficam gripadas, estão em risco e devem ir ao médico", disse a porta-voz Aphaluck Bhatiasevi. "É realmente essencial para as grávidas buscarem medicação."
Especialistas em saúde dos EUA dizem que as grávidas também deveriam ser as primeiras a serem vacinadas contra o vírus H1N1, dito "da gripe suína", e que pessoas que cuidam de bebês deveriam vir em segundo lugar.
A OMS recomenda que os bebês comecem a mamar no peito uma hora depois de nascerem, e que consumam apenas o leite materno durante seis meses - o que exclui água, sucos ou alimentos sólidos.
A amamentação dá à criança nutrientes vitais, além de reforçar seu sistema imunológico, prevenindo contra doenças como diarreia e pneumonia. O leite em pó não fornece a mesma imunidade, e a água das torneiras em muitos lugares do mundo vem contaminada.
Vallenas disse que, se o índice de aleitamento materno nos seis primeiros meses de vida chegasse a 90 por cento, seria possível evitar cerca de 13 por cento das 10 milhões de mortes anuais de crianças menores de cinco anos.
Em nota divulgada a propósito da Semana Mundial da Amamentação, de 1o a 7 de agosto, a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, disse ser importante dar apoio para que mães em zonas de desastres continuem ou recomecem o aleitamento.
"Durante emergências, doações não-solicitadas ou descontroladas de substitutos do leite materno podem prejudicar a amamentação e devem ser evitadas", disse Chan, argumentando que a interrupção do aleitamento pode agravar os riscos para crianças já vulneráveis. "O foco deve ser na proteção ativa e no apoio à amamentação."

Por Laura MacInnis
O Globo

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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Falta de leite materno faz australianas recorrerem a "mercado negro"

Devido à falta de reservas em bancos de leite materno, mães australianas estão optando pela procura online do alimento congelado ou por doadores privados, gerando um verdadeiro “mercado negro”. A atitude vem sendo criticada por autoridades sanitárias do país, que alertam para o risco de transmissão de doenças.

Por falta de leite materno, australianas recorrem a fontes não confiáveis
Devido à falta de reservas em bancos de leite materno, mães australianas estão optando pela procura online do alimento congelado ou por doadores privados, gerando um verdadeiro “mercado negro”.
A atitude vem sendo criticada por autoridades sanitárias do país, que alertam para o risco de transmissão de doenças.
A Austrália possui apenas dois bancos de leite, um no estado de Queensland e outro na Austrália Ocidental.
"E eles são muito pequenos”, disse Marea Ryan, fundadora do Banco de Amamentação de Gold Coast (em Queensland), ao Opera Mundi.

“O nosso banco só consegue leite através de doares e de caridade. Ou seja, nem sempre conseguimos suprir apenas a demanda local”, disse ela, que depende de ajuda financeira de partidos privados para poder efetuar exames nos leites doados antes de passá-los a quem precisa. Além de pequenos, os dois bancos de leite existentes priorizam os bebês doentes ou prematuros.


Explorando a Austrália
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