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sábado, 6 de fevereiro de 2016

Idoso morre após misturar bebida alcoólica com estimulante sexual


Vítima, de 73 anos, estava com uma garota de programa num hotel no Centro

Um idoso, de 73 anos, morreu na tarde desta sexta-feira (5) após passar mal em um hotel na rua General Osório, no Centro de Ribeirão Preto.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima teria combinado o uso de estimulante sexual com conhaque, antes de ter relações sexuais com uma garota de programa.

Em determinado momento, o idoso deixou o quarto passando mal e uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada, mas a vítima não resistiu e morreu no local.

Fonte: Jornal A Cidade

sábado, 22 de agosto de 2015

O que o bebê sente dentro da barriga quando a mãe faz sexo: 4 sensações surpreendentes

por Beatriz Helena

A gravidez requer alguns cuidados e mudanças mas, a prática sexual na maioria das vezes não é uma delas porque não traz problema nem para a mãe e tampouco para o feto. Mas, e ele? Será que dentro do útero o bebê sente quando a mãe faz sexo?

Pode fazer sexo na gravidez?


De acordo com a ginecologista e obstetra Flávia Fairbanks, mulheres com gestações de baixo risco podem transar desde o começo sem nenhum impedimento. Já aquelas de alto risco ou que foram submetidas à fertilização artificial devem aguardar o fim do primeiro trimestre.

Para sempre ter certeza de que tudo está correndo bem, a médica recomenda que a qualquer sinal de dor, a atividade seja suspensa. Além disso, sinais de sangramento ou corrimentos anormais devem ser imediatamente avaliados por médicos em unidades de pronto atendimento.

O que o bebê sente quando a mãe tem relação?


Se o sexo é uma atividade que mexe com uma série de atividades funcionais do organismo, então certamente ele influi também no ambiente uterino. “É claro que estamos sempre supondo porque, afinal de contas, ainda não foi feito nenhum estudo que colocasse medidores nas mulheres durante as relações sexuais. Mas, o feto pode sentir indiretamente a atividade sexual da mãe sim”, explica a obstetra.

Movimentação


Todos os movimentos mais bruscos feitos pela mãe podem ser sentidos pelo feto que, como está la dentro, acaba se mexendo também. Por isso, posições menos estáveis podem funcionar como um chacoalhão para ele. Mas, mamãe e papai podem ficar tranquilos. Segundo Flávia, isto não é um problema e o desejo não precisar ser podado pela insegurança.

Batimento cardíaco

O batimento cardíaco da mãe também causa uma sensação diferente para o feto. “Com os batimentos acelerados, a tendência é que a região genital e uterina receba mais sangue e isso gere algumas contrações. Mas em gestações de baixo risco isso não é nenhum problema porque o corpo é esquematizado para contornar essas contrações sem nenhum prejuízo para a continuidade da gravidez”, tranquiliza a ginecologista.

Liberação de hormônios

Três hormônios são liberados durante o sexo. A ocitocina e a adrenalina são responsáveis pela aceleração do batimento cardíaco do feto. Já a dopamina, de acordo com a médica, não passa pela placenta e, portanto, não causa nenhum efeito.

Orgasmo

E finalmente o orgasmo. Sim! O feto também recebe sinais diferentes quando a mulher chega ao orgasmo. “Os hormônios e os batimentos cardíacos causam as contrações e elas funcionam como um abraço bem, bem, bem apertado no bebê. Mas é muito tranquilo porque ele já está preparado para ficar apertadinho”, finaliza Flávia.

Fonte: bolsa D E M U L H E R

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Sexo, crack e gravidez


Um olhar sobre o grupo mais vulnerável da Cracolândia

O “faxinão” da Cracolândia, a tentativa de dispersar os viciados do centro de São Paulo sem oferecer a eles nenhuma forma adequada de tratamento, obriga a sociedade a discutir o que deu errado ali nos últimos 20 anos. Proponho um olhar construtivo. Uma reflexão sobre quem mais sofre onde o Estado fracassa.

Entre os diversos grupos que usam crack, nenhum parece ser tão vulnerável quanto o das jovens grávidas. Em junho do ano passado, ÉPOCA publicou uma reportagem sobre o aumento dos casos de dependentes da droga que tinham seus bebês na principal maternidade pública da Zona Leste da capital.

O uso da droga durante a gravidez pode provocar diversos problemas: descolamento da placenta, falta de oxigenação, retardo do crescimento, baixo peso no nascimento e morte da criança. Naquela reportagem, ouvi dos profissionais da Maternidade Leonor Mendes de Barros as dificuldades cotidianas que enfrentavam na tentativa de aliviar o sofrimento desses bebês. Muitos são prematuros e acabam abandonados no hospital pelas mães.

A situação piora a cada dia. Em 2007, apenas uma criança nascida na maternidade havia sido encaminhada para adoção. Em 2008, foram quinze casos. Em 2010, mais 43. Apenas nos três primeiros meses de 2011, outros 14 recém-nascidos foram enviados para abrigos e ficaram à espera de adoção.

Esses bebês costumam nascer hiperexcitados, irritados, chorosos. É sinal de que a droga chegou ao cérebro e pode ter provocado alterações de desenvolvimento. Mas o resultado desse contato precoce só pode ser observado anos depois, quando a criança começar sua vida escolar.

Poucos pesquisadores no mundo se dedicaram a acompanhar essas crianças a longo prazo. “As evidências disponíveis sobre prejuízos no desenvolvimento neuropsicomotor ainda são inconsistentes e controversas”, diz Marcelo Ribeiro, diretor de ensino da Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas (Uniad), da Unifesp. “Alguns estudos mostram que os bebês expostos ao crack durante a gestação crescem mais lentamente. Outros trabalhos não detectaram nenhuma diferença em relação aos filhos de mulheres que não usam qualquer droga”, afirma.

Marcelo Ribeiro e Ronaldo Laranjeira são os organizadores do livro O tratamento do usuário de crack, (664 páginas e R$ 88), um lançamento da Editora Artmed. A obra é completíssima. São 47 capítulos escritos por especialistas que abordam os mais diversos aspectos que envolvem a discussão em torno do crack (história, epidemiologia, diagnóstico, tratamento, neurobiologia etc). Quem pretende discutir o assunto sem dizer bobagem demais precisa ler esse livro.

Graças a ele, pude entender um pouco melhor a situação em que essas jovens se encontram. Muitas trocam sexo por pedras de crack. A falta de planejamento e de organização, típica da adolescência, é potencializada pelo vício. Muitas engravidam e não sabem quem é o pai da criança. Não têm o menor suporte emocional e social nem estabelecem vínculo afetivo com o bebê. É uma tragédia coletiva que São Paulo e o Brasil precisam enfrentar com as armas certas.

Num capítulo específico sobre troca de sexo por crack, o grupo da pesquisadora Solange A. Nappo relata que, quase sempre, o traficante é o primeiro “cliente” das moças. É uma condição imposta a elas para a aquisição da droga.

Assim como ocorreu nos Estados Unidos nos anos 80, as jovens que se prostituem para conseguir a droga se expõem a riscos que as profissionais do sexo aprenderam a evitar.

Prostitutas insistem no uso de camisinha. As meninas do crack, por sua vez, não têm poder de negociação para exigir o uso de preservativo. Nem capacidade de julgamento para pensar nisso quando estão sob efeito da droga. Fazem sexo na rua e estão expostas a todas as formas de violência e de humilhações.

“Mulheres que se submetem à prática de sexo por droga realizam uma prostituição ‘solitária’, isoladas de qualquer grupo que possa protegê-las. Têm maior número de parceiros e relatam inconsistência no uso de preservativo”, descreve Solange.

Muitas acreditam que o sexo oral seja uma alternativa menos arriscada do ponto de vista da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis. Não é bem assim. O cachimbo para uso da droga pode causar ferimentos nos lábios, na garganta e na mucosa bucal. Isso aumenta a vulnerabilidade a infecções.

Para muitas garotas, o sexo é a única forma de conseguir a droga. O artigo traz o relato de uma delas:

“É só se prostituindo. É o jeito que mulher consegue crack. A gente sai na rua prá isso. Acaba de fumar, já pensa no programa prá conseguir mais grana. Faz programa e pensa em fumar...e é assim a nossa vida.

Sob o efeito da droga, de fissura ou paranoia, não há a menor possibilidade de coerência em relação ao uso da camisinha. Esquecem dela ou aceitam passivamente a recusa do parceiro em usá-la. Há urgência em terminar o ato sexual para comprar a “pedra” e reiniciar o ciclo.

Em geral, mulheres que usam crack sofrem um significativo isolamento social quando comparadas às que usam outras drogas ilegais. Isso cria barreiras para lutarem por si mesmas e reforça a subserviência diante das agressões.

A primeira reação de quem ouve essas histórias é reagir com preconceito e intolerância. Ou até mesmo com raiva. Nada disso contribui para a busca de soluções. Discriminar essas mulheres não aumenta a probabilidade de que elas consigam acolhimento, tratamento e a chance de recomeçar a vida.

Nos últimos dias, muita gente tem perguntado se a Cracolândia tem jeito. O psiquiatra Marcelo Ribeiro acredita que sim. Segundo ele, a velocidade e as prioridades nesse processo é que estão equivocadas e fora de lugar.

“Seria mais tranqüilo se todos os usuários topassem sair de lá direto para uma clínica, de onde sairiam abstinentes e prontos para a vida. Mas isso é o cúmulo da utopia”, diz ele.

Mais realista seria considerar a Cracolândia como uma tremenda dívida social, cuja solução não passa por soluções mágicas e espalhafatosas.

“As estratégias sociais, de saúde e de manutenção da ordem devem caminhar juntas, mas o usuário que lá habita deve ser o centro das preocupações e aquele que determina a velocidade das transformações”, afirma Ribeiro.

O “faxinão” é uma tentativa desastrada de varrer o problema para debaixo do tapete. Ele continuará explícito como toda ferida mal curada.

Cristiane Segatto

Época

sábado, 21 de janeiro de 2012

Participação excessiva da mulher na vida social do homem pode estar ligada à disfunção erétil


Eles também tendem a perder o desejo e o interesse pelas parceiras

RIO - Homens cujas namoradas se dão muito bem com seus amigos sofrem na cama, afirmam cientistas. Um estudo realizado pela Cornell University descobriu que homens mais velhos que passam a maior parte de suas vidas sociais ao lado das parceiras são mais propensos a sofrer de disfunção erétil.

O fenômeno foi apelidado de "parceira de intermediação" - quando a parceira está sempre entre o homem e seus amigos. Cerca de 25% dos homens pesquisados passam pelo problema.

-Homens que convivem com uma 'parceira de intermediação' nas relações amorosas são mais propensos a ter problemas para obter ou manter uma ereção e também costumam ter mais dificuldades em atingir o orgasmo durante o sexo - comentou em entrevista ao "Daily Mail" Benjamin Cornwell, que realizou o estudo com Edward Laumann, da Universidade de Chicago.

Explica-se. Os cientistas dizem que esse tipo de relação míngua a sensação de autonomia e privacidade, que são centrais no conceito tradicional de masculinidade. Eles afirmaram que mulheres que tentam administrar a vida social do marido também podem vir a acumular problemas para si mesmas.

Os pesquisadores americanos também descobriram que homens que não têm muito tempo livre para passar com seus próprios amigos podem se sentir menos atraídos pelas parceiras. E disseram que não há nada de errado com a esposa fazer a maior parte da organização de suas atividades sociais conjuntas - já que as mulheres tendem a ser mais organizadas.

Mas eles afirmam que reduzir o contato com os amigos ao ponto de toda a socialização ser feita em conjunto pode ser perigoso. E sugerem que as mulheres devem encorajar seus maridos a passar mais tempo sozinhos com os amigos homens.

- A questão chave é se esse comportamento das mulheres reduz o contato dos homens com seus amigos enquanto aumenta o delas - por exemplo, se ela altera a programação dele ao ponto de seu contato com os amigos ocorrer cada vez mais no contexto de jantares com amigos - acrescentou o Professor Benjamin Cornwell, da Cornell University.

Os estudiosos analisaram dados do Projeto Nacional de Vida Social, Saúde e Envelhecimento, uma pesquisa de 2005 com três mil pessoas em Chicago, com idade entre 57 e 85 anos.

Edward Laumann, professor de sociologia da Universidade de Chicago, completou:

- O homem precisa ter alguém para conversar sobre as coisas que importam para ele - seja futebol, política, carro ou qualquer outro tema de seu interesse ou mesmo preocupação que ele queira dividir com os amigos

O Globo

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Homens usam prostitutas porque 'sabem distinguir entre sexo e amor', diz estudo



Um estudo realizado na Espanha sugere que homens usam mais prostituição porque, ao contrário das mulheres, 'sabem distinguir entre sexo e amor'.

Segundo a pesquisa de dois anos da Universidade de Vigo sobre o perfil dos homens que usam prostitutas, o que eles valorizam no serviço é não ter que conquistar a mulher, nem ter que conversar com ela depois.
Para a maioria dos entrevistados, seria uma sorte poder receber dinheiro por praticar sexo. Mais de 90% dos entrevistados consideram as relações sexuais pagas uma necessidade.

"Analisamos as mudanças sociais dos últimos 30 anos e vemos a substituição do modelo patriarcal, do pai protetor-provedor pela volta do modelo 'falocêntrico', o colecionador de mulheres", disse à BBC Brasil a socióloga Silvia Pérez Freire, uma das autoras do estudo.

"O que motiva (o homem) a consumir serviços de prostituição é o desejo de fortalecer seu papel dominante. Ele acaba identificando o hábito como uma necessidade social".

A maioria dos usuários, um total de 80%, tem entre 30 e 40 anos e declarou ter vida familiar estável (com esposa ou namorada). A maior parte dos homens diz escolher a que seja menos parecida com a sua própria mulher.

A prostituição é o terceiro negócio mais rentável do mundo, depois dos tráficos de armas e drogas, de acordo com estatísticas divulgadas pelas Nações Unidas.

Ato social
O levantamento também concluiu que muitos homens entendem que ir em grupos aos prostíbulos é um ato social tão normal quanto um jantar de negócios.

Por isso muitos pagam as prostitutas com cartões de crédito das empresas para as quais trabalham.

"Essa cumplicidade faz com que a prostituição seja um sexo cômodo. Ninguém questiona nada e existe um pacto implícito sobre o que é feito dentro de um bordel. O que é dali, fica ali. Isso é um grande atrativo para políticos e pessoas influentes", disse à BBC Brasil a socióloga Águeda Gómez Suarez, co-autora do estudo.

"Diria até que se não houvesse este componente de aceitação social unido à conivência de cargos importantes de políticos a policiais, não haveria tantos bordéis."

Estereótipos
A pesquisa, feita pelo grupo Estudos Feministas da Universidade, foi transformada no livro Prostituição: clientes e outros homens, e tem três continuações previstas.

O estudo classificou os consumidores do sexo pago em quatro grupos básicos: o homo sexualis, o samaritano, o homo economicus e o homo politicus.

O primeiro se valoriza pela quantidade de sexo que pratica e pelo número de mulheres. O segundo procura uma prostituta que o escute e seja mais vulnerável que ele, abrindo espaço até mesmo para uma relação sentimental com ela.

O homo economicus busca emoções fortes e costumar misturar sexo com drogas. Já o homo politicus tem certo peso na consciência pelo que faz, mas não deixa de fazê-lo.

Os consumidores também classificaram as prostitutas em três categorias, que correspondem aos estereótipos mais requisitados: mulher fatal, mulher maternal e virgem.

A primeira, que corresponde a 70% da preferência dos homens, é alegre e está sempre disposta a realizar qualquer fantasia sexual. A maternal simula uma relação de casal mas, com a obrigação de consolar o homem pelos problemas que ele diz ter em casa.

Já a virgem é a confidente contratada até para relações sem sexo, onde o mais importante é ouvir e animar emocionalmente o cliente.

De acordo com o boletim da Associação de Proteção as Mulheres Prostituídas (Apramp), a Espanha lidera o ranking de consumo de prostituição na Europa: 39% dos homens já disseram usado pelo menos uma vez uma prostituta, seguida por Suíça, com 19%; Áustria, com 15% e Holanda, com 14%.

No relatório espanhol, os entrevistados responderam que são a favor de uma regulamentação do setor, mas apenas para que haja controle sanitário (a maioria requer realizar atos sexuais sem preservativos) e para que as prostitutas paguem impostos.

Segundo as estimativas oficiais, há cerca de 700 mil prostitutas na Espanha, a maioria imigrantes ilegais e com filhos.

BBC Brasil

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Distúrbios da diferenciação sexual: como definir o sexo da criança?



Um recém-nascido com hermafroditismo, um distúrbio da diferenciação sexual (DDS), é um problema urgente que deve ser resolvido de modo rápido e preciso. O cirurgião pediátrico, Uenis Tannuri, do Hospital Santa Catarina, explica que, definida a linhagem (feminina ou masculina), a cirurgia reparadora apresenta resultados estéticos muito bons. Mas como definir o sexo da criança nestes casos?


De acordo com Uenis, o hermafroditismo ocorre quando há uma ação na diferenciação sexual da criança. Em outras palavras, o bebê pode nascer com os dois órgãos sexuais bem formados (hermafroditismo verdadeiro); pode nascer geneticamente como do sexo masculino (cromossomos XY), embora os órgãos sexuais externos não se desenvolvam completamente (pseudo-hermafroditismo masculino); ou nascer geneticamente como do sexo feminino (cromossomos XX), embora o clitóris se desenvolva excessivamente, adquirindo um formato semelhante a um pênis (pseudo-hermafroditismo feminino).

Cirurgia reparadora deve ser feita até os 2 anos de idade

“Para definir o sexo da criança, o primeiro sinal é o exame clínico, logo ao nascimento. Em seguida são realizados exames no laboratório, muito específicos, para determinar a linhagem do bebê”, explica Tannuri. Estes exames irão investigar o cariótipo, os cromossomos do bebê, que irão definir geneticamente se é um menino (XY) ou uma menina (XX). “Definida a linhagem, não há necessidade de esperar a criança crescer para se investigar a orientação sexual. A cirurgia deve ser feita entre 1 ano, até 2 anos de idade”, diz.

Após a cirurgia a criança deve ser acompanhada por outros profissionais. Além do pediatra, caso haja a necessidade de terapia hormonal, é o endocrinologista quem deverá indicar o tratamento.

Por que meu filho nasceu assim?

Uenis explica que as causas da DDS são diversas. “Podem ser metabólicas ou genéticas. A ingestão de drogas pela mãe durante a gestação também pode ter ação direta na diferenciação sexual da criança”, diz.

No hermafroditismo verdadeiro, geralmente o bebê é geneticamente da linhagem feminina, embora desenvolva genitais masculinos. As causas para que isto ocorra ainda são pouco conhecidas.

Um dos casos mais comentados foi o da atleta sul-africana Caster Semenya, campeã dos 800 metros no Mundial de Berlim, em agosto de 2009. De acordo com o jornal australiano The Sydney Morning Herald, exames realizados durante a competição indicaram que a fundista é hermafrodita: ela não possui ovários, apesar de na aparência externa apresentar órgão sexual feminino, e tem testículos internos “escondidos”, que produzem grande quantidade de testosterona.

“Com relação ao comportamento da criança, é um assunto extremamente complexo. No entanto, recomendo a cirurgia levando para uma determinada linhagem, e aos pais, que apoiem seus filhos em tudo. O mais importante para os pais é dar todo o apoio necessário à criança”, conclui Tannuri.

Marina Teles

O que eu tenho?

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Educação sexual à chinesa



Esta professora apresenta ao menino uma boneca em uma escola no centro da China. O aluno resolveu explorar o "brinquedo". Segundo o blog Shanghaiist, a cena é parte da aula que ensina como o espermatozoide nada até encontrar o óvulo. Cegonha desempregada por lá.

Algumas escolas na China são bem liberais. Pelo menos é o que as imagens indicam. Os professores contam com ferramentas didáticas nada comuns... Bonecos com genitais.


Acima, a série de bonecos confeccionados pela Amamanta Family ajuda pais e professores de Hong Kong a responder aquelas questões embaraçosas apresentadas pelas crianças sobre de onde elas vieram.

A Associação de Planejamento Familiar de Hong Kong também resolveu ajudar criando o casal Tak e Kar Kar, que foram criados para ficarem pelados como Adão e Eva antes do pecado original. Um bebê chega a saltar da vagina da mãe como se estivesse pulando de bungee jump. Instrutivo e lúdico

Fernando Moreira

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