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sábado, 28 de novembro de 2015

Polícia apura denúncia de estupro dentro de alojamento da UFRJ

Alunos queimam cama de suposto estuprador durante protesto - Foto de leitor

Aluno do curso de física é acusado de ter forçado jovem de 18 anos a fazer sexo


RIO — A Polícia Civil investiga uma denúncia de estupro dentro do alojamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no campus da Ilha do Fundão, na madrugada de quinta-feira. A vítima, que não é aluna da instituição e tem 18 anos, foi ao local encontrar uma amiga, estudante de psicologia. Ela acusa o namorado, um estudante de física, de ter forçado relações sexuais. Em protesto, alunos da universidade atearam fogo à cama do acusado. Na madrugada desta sexta-feira, a jovem foi à 37ª DP (Ilha do Governador) para registrar a ocorrência.

O suspeito do estupro é Rodrigo dos Santos Freire, aluno do curso de física da universidade. Esta não seria a primeira vez que ele se envolve em confusão. Em abril de 2013, o estudante participou de uma briga que terminou num acidente de ônibus, na Avenida Brasil. Ele agrediu o motorista e o veículo acabou despencando do viaduto. Rodrigo mora no alojamento da federal.

A vítima, que é moradora de Petrópolis, foi encaminhada para exame de corpo de delito. Na tarde desta sexta-feira, ela, o acusado e testemunhas prestaram depoimento na delegacia. A jovem contou que conheceu o rapaz na segunda-feira, quando começaram a se relacionar. Na noite de quarta-feira, após uma festa no alojamento, o casal foi para um dos quartos do prédio. Os dois, de acordo com ela, começaram a ter relações sexuais, mas o rapaz não teria aceitado quando ela decidiu parar. De acordo com o delegado que investiga o caso, José Otílio Bezerra, a vítima contou que Rodrigo insistiu.

— A relação sexual foi iniciada com o consentimento de ambos. Num determinado momento, a jovem desistiu. É esse momento entre a desistência e a insistência do acusado que será analisado. A princípio, é um suposto caso de estupro. Ainda vou ouvir pessoas que estavam com eles na festa — explicou o delegado.

Na delegacia, a jovem contou ainda que decidiu abrir a ocorrência graças à insistência de algumas amigas. Outros depoimentos estão marcados para segunda-feira. Enquanto isso, agentes trabalham na busca de informações que possam ajudar a solucionar o caso.

PROTESTO NO CAMPUS


Alunos da universidade, ao saberem do caso, realizaram um protesto. Conforme informou o Jornal Extra, eles invadiram o quarto onde o suposto autor do crime dorme, no interior do alojamento, e levaram a cama dele para fora do prédio, onde atearam fogo. Próximo ao objeto, estava um cartaz com os dizeres “Aqui jaz o leito de um estuprador".

Alunos queimam cama de suposto estuprador durante protesto - Foto de leitor

Por meio de nota, a universidade informou que a Superintendência Geral de Políticas Estudantis da UFRJ acompanha o caso desde o momento que tomou conhecimento da denúncia.

OUTROS TRÊS REGISTROS POR AGRESSÃO

Nove pessoas morreram e sete ficaram feridas quando um ônibus da linha 328 (Castelo-Bananal) despencou de uma altura de oito metros do Viaduto Brigadeiro Tromposwski, na Avenida Brasil, na saída da Ilha do Governador. O acidente foi provocado por uma agressão praticada por Rodrigo dos Santos Freire, no dia 2 de abril de 2013. Revoltado porque o motorista não havia parado no ponto, ele o chutou, fazendo com que o coletivo ficasse desgovernado.

Acusado de lesão corporal qualificada, lesão seguida de morte e atentado contra a segurança do transporte viário, Rodrigo se exaltou durante a primeira audiência do caso: falou palavrões, mas acabou admitindo a agressão.

Ele também aparece em outros dois registros de ocorrência na delegacia da Ilha do Governador, ambos por agressão. Um deles se refere a uma briga num condomínio em 2012, onde o estudante teria agredido o cunhado. No outro, de 2010, Rodrigo teria participado de uma confusão em que sua irmã foi acusada de jogar um vaso contra a dona do apartamento onde eles moravam com os pais.

Apesar desse histórico, professores, amigos e a família disseram que Rodrigo era bom aluno e bem-humorado. Na época do acidente na Avenida Brasil, ele trabalhava como técnico de relojoaria com o pai.

Fonte: O Globo

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Se alguém mostrar para você a palma da mão com um ponto preto, ligue para a delegacia!



Se você um dia encontrar uma pessoa, que lhe mostre a palma da mão pintada com um ponto preto, não pense duas vezes, por favor ligue imediatamente para a delegacia. Esta pessoa precisa da sua ajuda rapidamente.

Na verdade esta é um propaganda chamada de “Black Point”, ela começou na rede social Facebook e é um movimento de massas para reconhecer as pessoas que são vítimas de abusos ou violência doméstica.

Este simples ponto preto na palma da mão, representa um pedido de ajuda imediato. Você vai ficar indiferente ?

Esta pequena dica, pode se mostrar muito eficaz, para qualquer um que seja vítimas de violência doméstica, mostrando que as vitimas estão em perigo de forma rápida e eficaz, sem ter que tomar qualquer ação que poderia chamar a atenção de seu agressor. Já sabe o que fazer, não faça qualquer questão para pessoa que lhe mostrar este sinal, chame um delegado, policial, ou PM.

"O ponto preto na mão permite que aos profissionais saber que você é um sobrevivente de violência doméstica, e que precisa de ajuda, mas não pode mostrar para o seu agressor, que está vendo tudo o que você faz. Em apenas 24 horas, a campanha arrecadou mais de 6000 pessoas em todo o mundo e já ajudou muitas mulheres. Por favor, espalhe esta campanha e publique uma foto com a marca preta em sua mão, para mostrar seu apoio aos sobreviventes de violência doméstica “, disseram os organizadores responsáveis por esta propaganda de sensibilização para combater a violência domestica ou qualquer outro tipo de violência.

Este é o relato de uma sobrevivente da violência doméstica:

“Estou grávida, o pai do bebê é abusivo. Com palavras … e mãos. Ele estava no hospital ontem, ele estava comigo, e nunca me deixa em paz. Eu estava para fazer um exame médico e a enfermeira me pediu para deitar na cama e fechou a cortina. Então ele disse, que eu poderia levantar-me e tirou uma caneta do bolso, estendeu a mão e escreveu HELP ME. Eu não tenho que dizer qualquer palavra. “Esta campanha deu-me a força e a idéia sobre como obter ajuda. Agora estou finalmente segura, em outro lugar, graças a essa enfermeira e uma campanha de Black Point. Obrigado por tudo, eu estou a semanas de dar à luz, e finalmente estou a salvo."

Vai fingir que não sabe ?

Por favor, espalhe esta mensagem par chegar no mundo inteiro!

Fonte: www.rolloid.net

terça-feira, 7 de julho de 2015

Casal é preso no DF por abuso sexual, agressão e morte de filha de 3 anos

Raquel Morais  
Do G1 DF

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu um casal suspeito de violentar sexualmente, espancar e matar a filha de 3 anos. O crime aconteceu em novembro do ano passado na região administrativa de São Sebastião, mas as circunstâncias só foram divulgadas na quinta-feira (2). Os pais da garota – um motoboy e uma universitária – negam as agressões.

De acordo com o delegado André Leite, o casal levou a garota para a UPA em um domingo alegando que ela estava vomitando e tinha febre. A menina morreu cerca de três horas depois. O Conselho Tutelar recebeu uma denúncia anônima a respeito, e o caso foi encaminhado para a delegacia da região.
Durante as investigações, os pais afirmaram supor que a menina tivesse sido agredida na creche ao longo da semana. Os laudos do Instituto Médico Legal apontaram, porém, que a menina sofreu um golpe na cabeça instantes antes de ser levada à unidade de saúde. Ela tinha manchas roxas no pescoço, nas costas e perto dos ombros, além de indícios de estupro.
“O conjunto de lesões apresentadas é visivelmente compatível com violência sexual. Não houve penetração, mas possivelmente essa violência sexual foi provocada com a introdução de um dedo. Essas lesões podem ter sida produzidas até dois dias antes da morte, mas o fator determinante foi mesmo esse golpe que aconteceu horas ou minutos antes da entrada na UPA”, explica o delegado.

A corporação ouviu ainda todos os funcionários da creche que a criança frequentava. A irmã da menina, atualmente com 2 anos, mora com a avó materna, mas vai ser encaminhada para o Conselho Tutelar e também deve passar por exames.
“Eles seguem negando, evocam justiça divina, mas não souberam ao mesmo tempo explicar como, porque, com o quê a garota foi atingida”, diz Leite. “O quadro que se desenha é de um pai que tenha se excedido e uma mãe que foi conivente ou tenta acobertar a versão do pai. É inverossímil que uma criança não tenha gritado após receber o golpe, que ela não tenha percebido.”
O casal está preso temporariamente e vai responder por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e tortura. Se condenados, o pai e a mãe da criança podem passar mais de 20 anos presos.

sábado, 25 de outubro de 2014

Bahia registra mais de 800 denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes


De janeiro a abril de 2014, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) registrou mais de 800 denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes no estado da Bahia. Para debater o assunto, o Centro de Cultura da Câmara Municipal de Salvador realizou uma audiência pública na última sexta-feira (17).

“Não podemos fechar os olhos para o problema e sim buscar formas de prevenir e acabar com a problemática que afeta tantas famílias”, afirmou o vereador Leandro Guerrilha (PSL). Foi ele quem conduziu o debate, intitulado “Violência sexual contra crianças e adolescentes”, ao lado do coordenador executivo do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente Yves de Roussan (Cedeca-BA), Waldemar Oliveira, e do superintendente estadual de Direitos Humanos, Ailton Ferreira.

Do volume de denúncias registradas pelo Disque 100, mais de 250 vieram de Salvador. “Além da capital baiana, Feira de Santana, Camaçari, Ilhéus, Vitória da Conquista, Jequié, Lauro de Freitas, Dias D’Ávila, Teixeira de Freitas e Alagoinhas compõem o quadro dos dez municípios mais incidentes em denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes”, ressaltou o vereador.

promenino

domingo, 7 de setembro de 2014

Contra violência sexual, projeto ViraVida é lançado no Espírito Santo


Presente atualmente em 19 estados, o Projeto ViraVida será lançado no Espírito Santo hoje (29), em evento na capital, Vitória. A iniciativa busca transformar a vida de jovens de 16 a 21 anos que viveram experiências de abuso ou exploração sexual e tiveram seus direitos violados, oferecendo atendimento psicossocial e capacitação profissional durante um ano, habilitando-os à inserção no mercado de trabalho e garantindo a superação de traumas.

Em cinco anos, o ViraVida já matriculou 3,9 mil jovens e a previsão é que seja implantado em todos os 27 estados do país. O programa, que já investiu R$ 41,8 milhões na ressocialização dos jovens, é realizado pelos Departamentos Regionais do SESI (Serviço Social da Indústria), sob a coordenação do Conselho Nacional do Sesi. Possui uma equipe multidisciplinar integrada por psicólogos, pedagogos e assistentes sociais para oferecer atendimento integral aos jovens. Os cursos realizados combinam formação profissional e educação básica, com abordagem de temas como cidadania, saúde, doenças sexualmente transmissíveis, cuidados com o corpo, orçamento familiar e direitos humanos.

promenino

sábado, 23 de agosto de 2014

Nova lei em Salvador obriga hospitais a denunciar violência contra crianças e adolescentes


Casos de violência sexual, física ou psicológica ocorridos dentro ou fora do contexto familiar contra crianças e adolescentes, além de mulheres e idosos, terão que ser informados pelos profissionais de saúde de hospitais das redes pública e privada de Salvador.

É o que determina nova lei, publicada no Diário Oficial do Município na última sexta-feira (16). Os dados do hospital serão encaminhados a um comitê especializado, formado por delegacias de proteção especial, Ministério Público e ONGs. As informações de casos de violação, tortura, maus-tratos, tráfico de pessoas, prostituição forçada, entre outros, devem ser registradas contendo o nome do agressor.

A lei será regulamentada dentro de 90 dias e prevê ainda a capacitação de profissionais para atender as vítimas. Ela também será válida em instituições de ensino.

promenino

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Plantão na Fan Fest de Brasília recebe denúncias de violações de direitos


O Comitê de Proteção da Criança e do Adolescente para Grandes Eventos no Distrito Federal registrou 24 ocorrências do início da Copa até 23 de junho. Instalado no espaço da Fan Fest, o Comitê atende casos de violações dos direitos das crianças e dos adolescentes e conta com uma equipe multidisciplinar para dar encaminhamento às ocorrências.

Entre os casos atendidos, estão quatro de trabalho infantil, um de discriminação racial contra um adolescente e uma denúncia de exploração sexual, envolvendo uma criança de 12 anos e um estrangeiro. Outras ocorrências dão conta do uso de álcool e outras drogas e crianças desacompanhadas. No mesmo período, o serviço de denúncias por telefone do Distrito Federal recebeu 147 casos, sendo o mais recorrente o de negligência, mas há denúncias também de exploração sexual e trabalho infantil.

promenino

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Por onde andará aproveitando a vida com sua nova família, Roger Abdelmassih ??????????!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Desaparecido, não creio...Com toda fortuna que fez tirando de suas pobres vítimas...está bem na frente de nosso nariz. Isso é certo!

Por que as pessoas que sabiam ou sabem onde se encontra não denunciam? Por medo, por $$$$$$$ ? Esse deve estar rolando até fora do país.
Quem o viu num cassino,foi à polícia, denunciou, voltou lá e nada foi feito.
E por isso as vítimas estão assustadas com o que poderá mandar fazer a elas...
Coragem gente, denunciem porque ele não é o que o atual sogro disse:"Um homem de Bem" !
A polícia só chega nos lugares por onde anda, uando já se foi e deixou rastros num certo lugar que deve ser seu esconderijo. Sabe-se lá lá dentro mesmo porque o espaço permite isso e lá mesmo deve ser o 'esconderijo'.

Devem estar rindo de todos como na foto acima.....

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Suspeito preso no Rio vai responder por decepar genitais de adolescente e por humilhar vizinhos


Segundo as investigações, Simiano controlava tráfico em 3 favelas de Niterói e impunha terror

"Cruel e sanguinário". Desta forma, o delegado Willian de Medeiros, da Delegacia do Fonseca (78ª DP), classificou Adaílton Alexandre Távora, de 25 anos, o Simiano, que foi preso na noite de segunda-feira (19) em Niterói, na região metropolitana do Rio. O rapaz de 25 anos controlava a venda de drogas em três favelas do bairro de Fonseca, em Niterói, e adotava práticas violentas para impor o medo entre os moradores.

Recentemente, Simiano obrigou um desafeto a circular de calcinha pela comunidade. Em seguida, publicou a cena em uma rede social na internet. No ano passado, de acordo com a polícia, ele decepou os órgão genitais de um adolescente acusado de abusar sexualmente de uma criança. O estupro não foi confirmado pelo IML (Instituto Médico Legal).

Simiano tem 10 anotações criminais, incluindo tráfico de drogas, tortura e homicídio. O delegado Willian de Medeiros prevê que a pena será superior a 30 anos de prisão.

—Ele é sanguinário. Ele maltrata a comunidade onde ele reside e isso causa um temor muito grande. Ele tem como característica expulsar moradores para usar a casa como boca de fumo.

R7

terça-feira, 4 de março de 2014

Em São Paulo, bloco marca o lançamento de campanha contra violência sexual


Na manhã da quarta-feira (27), cerca de duas mil pessoas participaram do desfile do bloco de carnaval da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. A iniciativa marca a abertura da Campanha contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescente da prefeitura de São Paulo.

O objetivo do bloco é conscientizar a população, não apenas sobre a questão da violência sexual, mas também sobre o trabalho infantil, consumo de drogas e outros temas relacionados à proteção da infância. Com a ação, a prefeitura espera que aumente o número de denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes. No estado de São Paulo, é possível fazer denúncias pelo telefone 181 e a nível nacional pelo Disque 100.

promenino

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Nova lei afegã proíbe que mulheres denunciem abusos sexuais

Crimes como abuso sexual, venda, prostituição forçada e assassinato por conta de comportamento “imoral” não poderão mais ser denunciados ao Ministério Público

Uma alteração em lei no Afeganistão vai proibir que mulheres denunciem homens por abusos sexuais. A mudança no Código Penal vai impedir que qualquer mulher deponha contra um parente que tenha abusado sexualmente dela. Ativistas consideram que a lei é um retrocesso na luta contra a violência de gênero no Afeganistão.

A mudança do Código Penal já foi aprovada pelo parlamento e aguarda a assinatura do presidente, Hamid Karzai. Em entrevista ao The Guardian, a ativista Manizha Naderi, do grupo Women for Afghan Women, declarou que a nova lei fará “com que seja impossível julgar casos de violência contra as mulheres, as pessoas mais vulneráveis não vão conseguir”.

De acordo com o texto da lei, casos como o de Sahar Gul, de 15 anos, que ficou acorrentada pelos sogros no porão, passando fome e sofrendo agressões, porque se recusou a se prostituir, não poderão mais ser registrados no Ministério Público. Além disso, os assassinatos cometidos por pais e irmãos que considerarem o comportamento de uma mulher negativo, o casamento forçado, venda de meninas, não serão mais punidos.

Revista Forum

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Contra violência sexual, projeto ViraVida é lançado no Espírito Santo

Presente atualmente em 19 estados, o Projeto ViraVida foi lançado no Espírito Santo (29), em evento na capital, Vitória. A iniciativa busca transformar a vida de jovens de 16 a 21 anos que viveram experiências de abuso ou exploração sexual e tiveram seus direitos violados, oferecendo atendimento psicossocial e capacitação profissional durante um ano, habilitando-os à inserção no mercado de trabalho e garantindo a superação de traumas.

Em cinco anos, o ViraVida já matriculou 3,9 mil jovens e a previsão é que seja implantado em todos os 27 estados do país. O programa, que já investiu R$ 41,8 milhões na ressocialização dos jovens, é realizado pelos Departamentos Regionais do SESI (Serviço Social da Indústria), sob a coordenação do Conselho Nacional do Sesi. Possui uma equipe multidisciplinar integrada por psicólogos, pedagogos e assistentes sociais para oferecer atendimento integral aos jovens. Os cursos realizados combinam formação profissional e educação básica, com abordagem de temas como cidadania, saúde, doenças sexualmente transmissíveis, cuidados com o corpo, orçamento familiar e direitos humanos.

promenino

sábado, 2 de novembro de 2013

Seminário reúne 500 jovens para debater violência infantojuvenil

Autonomia, realização, superação. Incentivar esses fatores é o objetivo na reunião de 500 jovens vítimas de violência sexual, em Brasília, para trocar suas experiências no 4º Seminário Nacional ViraVida, entre 31 de outubro e 2 de novembro. No primeiro dia, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, assinou o decreto que adota o projeto ViraVida como um programa oficial de políticas públicas do governo distrital, tornando-se piloto para atingir também outros estados.

Com o tema “Poder Jovem – Inovar e Transformar”, o evento pretende mostrar como educação e capacitação profissional podem transformar a vida e resgatar a cidadania dos jovens vítimas de violência. “Esse é um resgaste de vida, não só de autoestima. Esses jovens têm talento, inteligência, precisam apenas de oportunidade para mostrar capacidades”, conta o presidente do Conselho Nacional do Sesi, Jair Meneguelli, ao Promenino. “Eles não vem para o seminário apenas para ouvir palestras sobre experiências, mas sim também mostrar o seu poder”.

Cerca de três mil crianças de escolas públicas do Distrito Federal, além de representantes de instituições públicas, privadas e ONGs, poderão participar das oficinas, palestras e debates sobre questões ligadas à juventude até sábado, relacionando cuidados com a saúde, sexualidade, redes sociais, emprego e empreendedorismo, no seminário.

“Esses jovens mostram diariamente sua autonomia. Temos um jovem que participa do projeto que se tornou professor em mecatrônica, por exemplo. Por isso a troca de experiências como pilar para mostrar que há caminhos de superação”, ressalta Meneguelli.

Durante o seminário, os participantes do projeto escreverão a Carta da Juventude ViraVida, manifesto que expõe os desejos dos participantes por uma sociedade mais justa, democrática e sustentável. O documento será entregue à presidenta Dilma Rousseff.

ViraVida

O 4º Seminário Nacional ViraVida faz parte do projeto ViraVida, criado em 2008, pelo Conselho Nacional do Sesi (Serviço Social da Indústria), que atende jovens com idade entre 16 e 21 anos, de baixa renda e com histórico de violência sexual. Durante um ano, o projeto prepara os beneficiados para o mercado de trabalho, oferecendo cursos técnicos profissionalizantes e educação básica, além de atendimento psicossocial, médico e odontológico. Atualmente, o programa está presente em 23 cidades, de 19 estados brasileiros e já atendeu mais de 3,7 mil jovens.

promenino

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Polícia prende suspeito de matar menina de 9 anos na Rocinha

Elder Marinho já tem ficha criminal por estupro
Corpo foi achado a cerca de 100 metros de UPP


RIO - Policiais da Divisão de Homicídios prenderam no fim da tarde desta quinta-feira um suspeito de estuprar e matar a menina Rebeca Miranda Carvalho dos Santos, de 9 anos. O crime ocorreu no último sábado e o corpo da vítima foi achado a cerca de 100 metros da UPP da Rocinha.

Elder Marinho foi preso na favela do Rio das Pedras, em Jacarepaguá, na Zona Oeste. O suspeito, que já tem uma passagem na polícia por estupro no Ceará, teria confessado o crime, de acordo com o “RJ TV”. A prisão preventiva será pedida nesta sexta. Segundo os policiais, Elder estava com o celular da vítima.

O corpo de Rebeca estava debaixo de um monte de telhas. No local onde o corpo foi encontrado, agentes da Divisão de Homicídios (DH) recolheram uma sandália de adulto e um boné, que acreditam ser do autor do crime.

Nesta sexta-feira, uma manifestação na Rocinha pedia a solução do crime. Ao serem informados da prisão do suspeito, os moradores da comunidade comemoraram.

- Para mim é um alívio. Foi feita justiça. Ligaram para um amigo que nos passou a notícia - disse a mãe da menina, Maria Miranda, ao site G1.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/policia-prende-suspeito-de-matar-menina-de-9-anos-na-rocinha-10245742#ixzz2ghfHkjhZ
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O Globo

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Estupro

O estupro tornou-se um problema endémico na África do Sul. Uma técnica da área médica, Sonette Ehlers desenvolveu um produto que imediatamente chamou a atenção mundial. Ehlers nunca se esqueceu de uma vítima de estupro que lhe disse, "Se ao menos eu tivesse dentes lá em baixo..." Algum tempo depois, um homem chegou ao hospital no qual Ehlers trabalha com uma dor terrível, por conta do zipper que havia fechado sobre o seu pénis. Ehlers misturou as duas imagens e desenvolveu um produto chamado Rapex.
O produto parece um tubo, com farpas dentro. A mulher coloca-o como um absorvente interno, através de um aplicador, e qualquer homem que a tentar estuprar irá rasgar-se com as farpas e precisará de ir a um hospital para remover o Rapex.
Quando os críticos reclamaram que se tratava de uma punição medieval, Ehlers respondeu, "Uma punição medieval para uma atitude medieval."
A África do Sul tem índices nada agradáveis de violência sexual e, por isso, Sonette Ehlers inventou uma arma contra estupro, a camisinha feminina chamada Rape-aXe. Sonette é sul-africana e trabalha com vítimas de violência há bastante tempo.
A idéia de haver dentes num lugar tão inesperado é aterrorizante para qualquer homem e, segundo a inventora, a simples visão do mecanismo já inibe a acção de estupradores. Ela conta que um director de polícia lhe disse , depois de uma apresentação do produto, eles ficaram três meses sem registar qualquer queixa de violência contra mulheres.
A camisinha é cheia de farpas que ficam na parte interna e, depois que ela "morde", só pode ser solta com ajuda médica. Daí, além do desconforto de ter as suas partes pudentas (órgãos genitais) perfuradas, o homem também vai ter que conviver para sempre com o estigma de estuprador.

Facebook

terça-feira, 23 de julho de 2013

Caso Bianca Consoli: réu matou porque não conseguiu sexo consensual, diz promotor

Para MP, acusado é uma pessoa calculista, fria e que não admitia ser contrariada

Uma pessoa calculista, fria e que não admitia ser contrariada. É desta maneira que o Ministério Público irá apresentar, em plenário, o motoboy Sandro Dota, acusado de matar a universitária Bianca Consoli, 19 anos, em setembro de 2011, na zona leste de São Paulo. Dota começa ser julgado nesta terça-feira (23) por homicídio triplamente qualificado (meio cruel, motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima) e pelo estupro da cunhada.

O promotor Nelson dos Santos Pereira Júnior tentará convencer os jurados de que o acusado matou porque não conseguiu manter um relacionamento sexual consensual com a jovem. Na denúncia, ele diz que Dota "mantinha atração sexual pela vítima" e, como não obteve "resposta positiva" de Bianca ao invadir a casa dela, "passou a agredi-la e, tomando-a a força, introduziu agente contundente em seu ânus. Em seguida, continuou com as agressões e asfixiou Bianca, vindo a matá-la". O representante do MP espera que o acusado seja condenado a uma pena que gire em torno de 30 a 40 anos para os dois crimes.

Entre as provas que irá apresentar a partir de terça-feira, está o laudo pericial que atesta ser o DNA da pele encontrada debaixo das unhas de Bianca compatível com o sangue que estava na calça jeans apreendida na casa do motoboy. A peça de roupa foi entregue à polícia pela mulher dele na época, Daiane Consoli, irmã de Bianca.

Pereira lembra que as manchas na calça estavam na perna esquerda, na mesma altura onde o réu apresentava um ferimento na ocasião, segundo constatou perícia. Pereira destaca que o exame de DNA concluiu que a compatibilidade entre os dois materiais genéticos (o que estava sob as unhas da vítima e o sangue) é de 62 quatrilhões de vezes.

— A conclusão do laudo é com relação à hipótese de ser o réu o autor do crime, de haver, portanto, compatibilidade entre o que foi encontrado na calça dele e

o material sob as unhas de Bianca. A perícia apontou essa probabilidade em 62 quatrilhões de vezes. Então, antes de se questionar se outra pessoa poderia ser portadora do material, a perícia diz: a probabilidade de que isso não irá ocorrer é de 62 quatrilhões de vezes. Ou seja, seria mais do que a população da terra.

“Não teria a capacidade de matar um ser humano”, diz acusado de estuprar e assassinar Bianca Consoli

O representante do MP enfatiza ainda o fato de Dota ter se recusado a ceder sangue para fazer novo exame de DNA. O advogado do motoboy, Ricardo Martins, chegou a solicitar que fosse extraído material biológico para confronto. Em abril de 2012, a Justiça deferiu o pedido e, em junho do mesmo ano, ficou estabelecido que o IML

(Instituto Médico Legal) colheria o sangue do réu, que, na ocasião, declinou.

— Neste dia, eu me desloquei ao instituto para garantir ao réu que o Ministério Público estaria lá para verificar a coleta. Naquela oportunidade, ele se recusou a oferecer o sangue. Depois, seu advogado, nos autos do processo, veio a justificar ao juiz que ele [ Sandro Dota] não forneceu, porque não foi garantido que o exame seria realizado por peritos distintos.

O promotor acrescentou que, ao aceitar o pedido, o magistrado não considerou necessária a intervenção do judiciário na indicação do perito, cabendo ao próprio IML a escolha dos profissionais.

— Ele [Dota], simplesmente, sem saber quem seriam os peritos do novo exame se recusou a fornecer o sangue. No momento em que seria feita a coleta, ele nem sabia quem seriam os peritos. Ele simplesmente se recusou sob argumento absurdo de que efetivamente não seriam novos peritos.

Testemunha protegida

O promotor pretende ainda apresentar uma testemunha protegida, amiga íntima da vítima, que teria ouvido de Bianca reclamações sobre Sandro Dota. Em depoimento, anexado ao processo, ela contou que a estudante se queixava de assédio por parte do motoboy:

— Sandro passou a mão no rosto de Bianca, pegou em seu cabelo e fez um comentário malicioso.

Na avaliação do promotor, Bianca não relatou o problema aos familiares na tentativa de poupá-los.

— Assédios esses que, muitas vezes, a vítima suportou, não contou para a família com receio de criar um mal-estar. Acredito eu que a vítima buscava um futuro melhor.

Inclusive, buscava se desvencilhar daquele local e do próprio cunhado. Portanto, ela poupou os familiares de levar esses fatos a conhecimento.

“Não consigo perdoar”, diz mãe de Bianca Consoli

Violência sexual


Em agosto do ano passado, a acusação de estupro foi incluída no processo contra Sandro Dota. A defesa do réu, entretanto, nega o crime e diz que o laudo pericial é inconclusivo. O documento diz que um “agente contundente” foi introduzido no ânus da vítima, mas não determina o que seria exatamente, conforme esclarece o promotor.

— O agente contundente pode ser o pênis? Pode. Por que a acusação não pode fazer esta afirmação e a perícia também não? A perícia só consegue afirmar isso em um laudo, quando há vestígios, secreções, espermatozoides e não foram encontrados. Então, não há como se afirmar que foi a introdução do pênis no ânus da vítima que caracterizou esse delito.

Indagado se os ferimentos na estudante poderiam ter sido provocado por uma relação sexual anterior, o promotor afirma que a perícia constatou que houve uma ação violenta e argumenta:

— Ela [Bianca] não mantinha relações sexuais, a não ser com o namorado. O namorado não manteve relações sexuais dessa natureza com ela nos últimos dias, nos últimos meses [antes do crime]. Ela não tinha qualquer relação com Sandro. Portanto, pelo contexto da prova, pelo perfil da vítima, pelo local do crime, esse ato não foi consentido. Não há ato consentido com objetos modificados no local do crime, com chumaço de cabelo pelas escadas, com uma casa trancada e, ao final, uma vítima asfixiada com uma sacola prática. Então, é evidente que isso não foi consentido.

O caso

O corpo da universitária Bianca Consoli, 19 anos, foi achado pela mãe dela, caído próximo à porta de saída de casa, na zona leste de São Paulo, no dia 13 de setembro de 2011. Segundo a polícia, a jovem foi atacada quando havia acabado de tomar banho e se preparava para ir à academia.

Na cama, os investigadores encontraram a toalha usada pela estudante, ainda molhada. A garota teria reagido à presença do criminoso e começado uma luta escada abaixo. Foram localizadas mechas de cabelo pelos degraus. Dentro da garganta da vítima, a polícia encontrou uma sacola plástica, usada pelo autor para asfixiar universitária.

"Não tem como dizer que não foi ele", diz irmã de Bianca Consoli e ex-mulher do acusado

Mãe de Bianca Consoli chora ao receber notícia de que acusado pela morte da filha vai a júri popular

As investigações apontaram o motoboy Sandro Dota, cunhado da vítima, como o suposto autor do crime. Ele está preso desde o dia 12 de dezembro de 2011.

O motoboy nega as acusações e se diz inocente. Em julho do ano passado, ele foi para o Complexo Penitenciário de Tremembé, a 147 km de São Paulo. Dota alegou ter sofrido ameaças de morte no Centro de Detenção Provisória 3 de Pinheiros, na zona oeste, onde estava. Por este motivo, a Justiça teria determinado sua transferência.

R7

terça-feira, 21 de maio de 2013

"Me arrependo de ele não ter ficado pior", diz menina de 12 anos que cortou estuprador


A menina de 12 anos que usou um caco de vidro para se livrar de um homem que tentava estuprá-la em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, na manhã de quinta-feira (7), disse não se arrepender de ter reagido, por mais que tenha corrido risco. Segundo ela, a única lamentação é por não ter conseguido machucar mais o agressor.
— O meu arrependimento é de ele não ter ficado pior, porque alguém que faz isso é doente.
A mãe da menina teme pela segurança da filha. A família pensa até em tirar a jovem da escola, com medo de que o suspeito tente ir atrás dela quando for solto.

— Nós estamos muito abalados com o que aconteceu. Não sei o que vamos fazer daqui para frente, se tiro ela da escola, se paro de trabalhar para ficar com a minha filha. Tenho medo de deixar ela sozinha e algo de ruim acontecer.

A vítima estava sozinha em casa quando um rapaz de 19 anos tentou estuprá-la. Segundo a mãe da adolescente, que não quis se identificar, a menina aproveitou um momento de distração do criminoso para atacá-lo com um caco de vidro de um copo quebrado. Inicialmente, a informação era de que ela teria usado uma faca para atacar o suspeito.

— Como ele pediu para minha filha tirar a roupa, ela tirou e pediu para ele tirar a dele também. Quando ele se abaixou para tirar a calça, ela aproveitou, quebrou um copo que estava na estante e foi para cima dele. Foi aí que conseguiu fugir e pedir ajuda.

O homem invadiu a casa da garota depois que o pai dela, um guarda municipal, foi trabalhar. Mesmo após a tentativa de abuso sexual, ele se vestiu e saiu tranquilamente da casa, quando foi espancado pelos vizinhos. Logo depois, policiais militares do Batalhão de Belford Roxo (39º BPM) conseguiram resgatar o homem da fúria dos moradores do bairro do Malhapão.


Após ser atendido em um hospital da região, o criminoso foi encaminhado para a Delegacia de Belford Roxo (54ª DP). Já a adolescente, acompanhada do pai, foi levada para o IML (Instituto Médico Legal) de Nova Iguaçu, também na baixada, para fazer exame de corpo de delito. Apesar do que aconteceu, os pais da jovem disseram que a menina aparenta estar bem.

Brasil e Mundo

terça-feira, 30 de abril de 2013

Indiana de cinco anos estuprada e torturada morre no hospital


.Ela teria sido sequestrada e violentada por um amigo de seus pais

NOVA DÉLI - A menina de cinco anos violentada e torturada há duas semanas morreu no hospital na Índia, anunciaram fontes médicas nesta terça-feira. Ela sofreu uma parada cardíaca, depois de passar oito dias em coma induzido, disse um porta-voz.

A menina teria sido estuprada e torturada por um amigo de seus pais e abandonada em um quarto trancado por dois dias na região central da Índia. O ataque ocorreu quatro meses após o estupro coletivo de uma estudante em um ônibus de Nova Déli, que provocou uma onda de protestos contra a violência de gênero no país.

O Globo

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Corpo de mulher morta com brinquedo sexual será sepultado nesta segunda em Alagoas


Italiano foi preso suspeito de cometer o crime; vítima foi espancada antes de morrer

O corpo de Judite Fonseca de França Riccardi, de 48 anos, morta sufocada com um brinquedo sexual, será sepultado nesta segunda-feira (22) na Praia do Francês, em Alagoas. O marido da vítima, um italiano, foi preso na noite de sábado (20) suspeito de ter cometido o crime.

Segundo a polícia, a mulher foi espancada e teria sido morta sufocada com um pênis de borracha. Os agentes acreditam se tratar de asfixia porque um pedaço do pênis ainda estava dentro da garganta da mulher no momento que os policiais localizaram o cadáver.

Vizinhos denunciaram o caso e os policiais chegaram até a residência quando o suspeito ainda estava mexendo no corpo. Os policiais apreenderam o brinquedo usado no homicídio e informaram que um laudo deve comprovar as causas da morte.


Testemunhas relatam que o homem era bastante violento e agredia a mulher constantemente. Em uma situação, ele teria quebrado as duas pernas dela. A população tentou linchar o italiano no momento da prisão.

O corpo da vítima foi levado para o IML (Instituto Médico Legal) da capital. O suspeito ficou detido e indiciado por homicídio qualificado.

R7

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Adolescente sofre estupro coletivo após sair da escola na Paraíba


Exames médicos já comprovaram o abuso; polícia ainda tenta identificar suspeitos

Cinco homens são suspeitos de praticar um estupro coletivo contra uma adolescente de 14 anos em Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba, na tarde de quarta-feira (10). A garota saía do Colégio Carlos Chagas, no bairro do Tibiri II, quando foi abordada por dois homens que a colocaram em uma van. Outros três rapazes estavam dentro do veículo.

Segundo a Polícia Militar, a estudante teve o rosto coberto com um pano e foi dopada. O estupro coletivo ocorreu em um matagal e depois a adolescente foi abandonada na avenida Campina Grande, cerca de três horas depois de ter sido levada pelos criminosos.

O pai da vítima foi chamado e levou a estudante ao hospital. A PM informou que os exames realizados já comprovaram os abusos.

A única pista é de que a van era de cor branca, mas nenhum suspeito identificado, segundo a PM. O caso foi registrado no 14ª Delegacia Distrital de Santa Rita.

R7
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