A chegada de um bebê é sempre uma alegria para os pais. Mas no caso dessa família, as coisas foram completamente diferentes.
Um bebê de sete meses chamado Aidin, foi jogado em uma cova na Tailândia poucos dias depois de seu nascimento e como se não bastasse a crueldade, ele ainda foi esfaqueado 14 vezes.
No entanto, por uma sorte divina, ele foi encontrado por um fazendeiro Kachit Krongyut, que andava pela região e viu um pé saindo do chão debaixo de uma árvore de eucalipto. Em seguida, ele ouviu gritos do menino e então percebeu que era um bebê enterrado vivo.
No início, eu pensei que alguém tinha enterrado seu animal de estimação vivo, mas então eu vi um pé. Eu tentei me controlar para conseguir pedir ajuda, mas o bebê foi enterrado com sua face voltada para baixo, foi horrível", conta Kachit Krongyut.
Krongyut começou a cavar freneticamente a terra com as próprias mãos para tirar o recém-nascido de lá de dentro. Finalmente ele conseguiu, então, levou Aidin ao hospital para se recuperar dos graves ferimentos em seu pequeno corpo. Os médicos prontamente disseram que a pressão do solo contra o corpo de Aidin que impediu que ele sangrasse até a morte.
"Ele tem muita sorte. Algumas horas mais tarde e ele poderia não ter sobrevivido. Estamos muito felizes que ele tenha encontrado um lar amoroso para viver. Ele vai fazer o bem na terra, temos certeza disso", afirma Krongyut.
Quanto ao responsável pela atrocidade, algumas pegadas e uma trilha de moto deixadas na cena ajudaram a polícia a encontrar a criminosa: a própria mãe de Aidin. A mulher tem 42 anos de idade e segundo os médicos, ela pode ter abusado do menino antes de cometer a barbaridade. A mãe de Aidin foi acusada de tentativa de homicídio e abandono de incapaz. A suspeita é de que a mulher tenha feito isso pois abortos são ilegais na Tailândia.
Agora, Aidin se recupera bem e parece estar realmente muito contente pela nova chance de viver!
Esperamos que a justiça seja feita, mas o mais importante é que Aidin se recupere e seja imensamente feliz com sua nova família.
Fonte: best of web
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quarta-feira, 12 de outubro de 2016
terça-feira, 7 de julho de 2015
Rio: laudo do IML comprova que motorista de van escolar estuprou menina de cinco anos, diz delegada
Polícia investiga se João Batista Freitas, o tio João, teria feito outras vítimas
Um laudo do IML (Instituto Médico-Legal) comprovou que uma menina de cinco anos foi estuprada pelo motorista de uma van escolar no Complexo do Alemão, zona norte do Rio. João Batista Freitas, de 52 anos, está preso e foi indiciado por estupro de vulnerável. Conhecido como tio João, ele fazia transporte de estudantes na comunidade.
A delegada responsável pelo caso, Cristiana Bento, disse que não há dúvidas de que Freitas é culpado.
— O depoimento da criança é muito firme e muito preciso. Ela conta com riquíssimos detalhes o fato. Também há um laudo, que deu positivo. As provas são contundentes.
Por trabalhar o dia inteiro, a mãe da menina pagava R$ 400 para que a mulher de Freitas cuidasse da criança. Ela também pagava R$ 200 para que seus dois filhos fossem levados para a escola. Dessa forma, o suspeito tinha total acesso à garota.
A mãe desconfiou que havia algo errado porque a menina estava fazendo muito xixi na roupa e tinha noites agitadas, com pesadelos. Por duas vezes a criança, chorando, pediu para não ir para a casa da moça. Ela se ressente de não ter tomado uma atitude imediata após ver tantos indícios de que as coisas não estavam bem.
— Eu me sinto muito culpada, porque minha filha mostrou vários sintomas e eu não acreditei nela.
Traumatizada, a menina não queria voltar pra escola e não tem dormido direito. A família morava em uma casa alugada pela mãe de Freitas. Todos eram vizinhos.
Nas redes sociais, amigos e parentes dele têm insultado a mãe da vítima, dizendo que a história é uma grande mentira e que vão conseguir provar isso. Depois da confusão, com medo, a família da menina teve que se mudar.
— Eu não sei o que eles são capazes, já percebi que são uma família que tem dinheiro, tem condições e, assim, eu tenho muito medo.
A polícia investiga se outras crianças também foram abusadas sexualmente pelo homem.
Fonte: R7
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Creche do terror: crianças são vítimas de abuso sexual no interior de São Paulo
Os abusos começaram a ser descobertos depois que uma criança de apenas três anos, irmã de uma menina de cinco anos foi até à casa, que funcionava como creche, pela primeira vez. Mas, quando chegou em casa, a mãe percebeu que a menina estava estranha e ficou surpresa quando a filha começou a relatar o que tinha acontecido na escolinha. A polícia já pediu a prisão temporário de Tio Chiquinho, um dos donos da “creche”; mas o homem continua foragido.
R7
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terça-feira, 23 de setembro de 2014
Trabalho infantil artístico x violação de direitos: Justiça determina recolhimento da revista Vogue Kids e retirada da internet de fotos de crianças em poses sensuais
O ensaio fotográfico “Sombra e Água Fresca”, da revista Vogue Kids, publicado neste mês de setembro, chamou a atenção, principalmente nas redes sociais, por mostrar meninas em um cenário de veraneio fazendo poses com forte apelo sexual. O eco da manifestação virtual chegou à Justiça. O Ministério Público do Trabalho de São Paulo (MPT-SP) ajuizou uma ação, na sexta-feira 12, pedindo a retirada de circulação da edição de número 22 da revista. No processo, que corre em segredo de Justiça, a publicação é acusada de promover “trabalho infantil artístico não autorizado pelo ordenamento jurídico”. O MPT-SP acusa também a Vogue Kids de violar “o princípio da proteção integral, previsto no artigo 227 da Constituição Federal, Convenção 138 da OIT e legislação trabalhista”.
Tanto o Google quanto o Facebook, bem como veículos que trataram do assunto, entre eles a revista CartaCapital e os portais Imprensa e Yahoo!, foram igualmente obrigados a retirar as fotos (incluindo as que continham tarjas nos rostos das crianças) de seus sites.
"Condições nocivas"
Em entrevista ao Promenino, o procurador do Trabalho Rafael Marques, da Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes (Coordinfância), explica que a Justiça considerou o ensaio inadequado, porque foi realizado em condições nocivas ao desenvolvimento saudável da criança, “principalmente no que tange a seu desenvolvimento psíquico, em razão da sensualidade, da erotização presente nessa divulgação”.
“Quando se fala de trabalho infantil artístico, é possível excepcionar algumas situações, estabelecidas pela Convenção 138 da Organização Internacional do Trabalho”, diz o coordenador nacional da Coordinfância. Tais exceções, complementa, devem ser autorizadas por um juiz do Trabalho, que impõe uma série de condições especiais para a atividade ser realizada de maneira protegida, como a fixação de trabalho assistido, a compatibilidade com o horário escolar, entre outros cuidados – admitindo-se, apenas com tais regras cumpridas, a possibilidade de participação de crianças e adolescentes menores do que a idade mínima de admissão (16 anos) em atividades artísticas.
“Também não há comprovação de que houvesse autorização do Poder Judiciário, do juiz, para que esse tipo de trabalho feito pela revista fosse desenvolvido. Sem essa autorização, a norma é ferida”, assegura.
Perigos para as crianças
Segundo o procurador, “a erotização precoce pode intervir na formação moral dessas crianças e adolescentes, determinando atitudes e condutas sexuais inadequadas para essa fase da vida”.
A opinião é compartilhada pela psicóloga Sônia Roman. Para a especialista, normas morais precisam ser respeitadas, de modo a não comprometer a educação e a formação da criança. “Eu fico impressionada que uma revista tão importante tenha cometido um deslize assim. A criança tem de brincar, não pode ser explorada com fotos de conotação sexual. Seus direitos têm de ser respeitados”, diz. “Quando os limites não estão claros, o desenvolvimento desses meninos e meninas é colocado em risco. Alguns pais, na ânsia da busca pela fama, tornam-se também carentes de limites. Creio que a Justiça deveria chamá-los, para que sejam mais bem orientados e até mesmo advertidos. Práticas como essa devem ser sempre coibidas.”
O que diz a Vogue
Nota oficial publicada no Facebook da revista
“A Vogue Brasil, responsável pela publicação de Vogue Kids, em razão de recentes discussões em redes sociais envolvendo a última edição da revista, mais especificamente o ensaio de moda intitulado “Sombra e Água Fresca”, vem esclarecer que jamais pretendeu expor as modelos infantis a nenhuma situação inadequada. Seguimos princípios jornalísticos rígidos, dentre os quais o respeito incondicional aos direitos da criança e do adolescente. Como o próprio título da matéria esclarece, retratamos as modelos infantis em um clima descontraído, de férias na beira do rio. Não houve, portanto, intenção de conferir característica de sensualidade ao ensaio. Respeitamos a diversidade de pontos de vista e iremos nos aprofundar no entendimento das diversas vozes nesse caso, buscando o aperfeiçoamento das nossas edições. Repudiamos, porém, as tentativas de associar a Vogue Kids ao estímulo de qualquer prática prejudicial aos menores. Lamentamos que o açodamento e a agressividade imotivada de algumas pessoas tenham exposto desnecessariamente as menores que participaram do ensaio, que são nossa maior preocupação nesse episódio. A missão da Vogue Kids foi e continuará a ser a de tratar a infância com o respeito que ela merece, abordando com respeito e sensibilidade questões contemporâneas e que vão muito além dos editoriais de moda.”
promenino
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sábado, 23 de agosto de 2014
Nova lei em Salvador obriga hospitais a denunciar violência contra crianças e adolescentes
Casos de violência sexual, física ou psicológica ocorridos dentro ou fora do contexto familiar contra crianças e adolescentes, além de mulheres e idosos, terão que ser informados pelos profissionais de saúde de hospitais das redes pública e privada de Salvador.
É o que determina nova lei, publicada no Diário Oficial do Município na última sexta-feira (16). Os dados do hospital serão encaminhados a um comitê especializado, formado por delegacias de proteção especial, Ministério Público e ONGs. As informações de casos de violação, tortura, maus-tratos, tráfico de pessoas, prostituição forçada, entre outros, devem ser registradas contendo o nome do agressor.
A lei será regulamentada dentro de 90 dias e prevê ainda a capacitação de profissionais para atender as vítimas. Ela também será válida em instituições de ensino.
promenino
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Menino yazidi com deficiência é resgatado no deserto do Iraque
Um menino deficiente da minoria religiosa yazidi foi encontrado no deserto do norte do Iraque. Caçados pelo Estado Islâmico, milhares de pessoas da etnia já deixaram as suas casas.
Sob circunstâncias ainda não esclarecidas, o menino foi abandonado à própria sorte no deserto. Ele foi encontrado por militantes curdos à beira da morte, sob temperaturas de até 50ºC.
BBC Brasil
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Uma criança é morta por hora em Gaza, denuncia ONG Save the Children
Em apenas duas semanas de ataque militar israelense na Faixa de Gaza, no mínimo 70 mil crianças viram-se obrigadas a abandonarem seus lares com suas famílias. Além disso, os ataques se intensificaram na semana passada e uma criança é morta por hora, de acordo com Osama Damo, representante da organização não governamental Save the Children em entrevista à TV americana ABC. Até o dia 26 de julho foram contabilizadas 121 crianças mortas pelas ofensivas israelenses.
Além disso, a ONG alerta que 116 mil crianças necessitam de “apoio psicossocial especializado imediato”, e que os recém-nascidos estão muito vulneráveis, com comida para bebês “extremamente escassa”, colocando as mães em situação de estresse.
A equipe da Save the Children em Gaza tem objetivo de atuar nas áreas mais castigadas pelos ataques, proporcionando ajuda médica e materiais de higiene e proteção.
promenino
sábado, 26 de julho de 2014
Vigilância Sanitária encontra crianças amarradas em creche de Curitiba
Caso aconteceu na manhã desta quarta-feira (23), no bairro Uberaba.
Conselho Tutelar foi acionado pelos fiscais da Vigilância.
Crianças com idades entre dois e três anos de idade foram encontradas amarradas com fraldas em uma creche particular, no bairro Uberaba, em Curitiba. O flagrante aconteceu durante uma vistoria de rotina da Vigilância Sanitária ao estabelecimento, nesta quarta-feira (23).
De acordo com a Secretaria de Saúde, as crianças estavam amarradas às cadeiras da sala em que estudavam. A equipe da Vigilância Sanitária que presenciou a cena fez imagens do flagrante e denunciou o caso ao Conselho Tutelar.
Ao G1, a Secretaria da Saúde não quis informar o nome da escola em que aconteceu o flagrante. A reportagem entrou em contato com o Conselho Tutelar do bairro Cajuru, que cuida da região, mas ninguém retornou a ligação para dizer se o caso será investigado e se a creche pode sofrer algum tipo de sanção.
G1
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sexta-feira, 18 de julho de 2014
MÉXICO: 500 CRIANÇAS VÍTIMAS DE ABUSO SÃO RESGATADAS DE ABRIGO
Os primeiros testemunhos entre as 600 crianças e jovens encontrados em um internato do México
confirmam as denúncias sobre maus-tratos, abusos sexuais e cárcere
privado cometidos no local, situado na cidade de Zamora, estado de
Michoacán, informou nesta quarta-feira (15) a promotoria.
Um dia após a operação policial, a promotoria divulgou detalhes dos
relatos de 12 jovens vítimas de abusos no orfanato "A Grande Família".
Os testemunhos narram agressões físicas, castigos em um cubículo sem
água ou comida, alimentos podres e com baratas e abuso sexual, revelou à
imprensa Tomás Zerón, diretor da agência de investigação criminal da
promotoria.
Algumas crianças revelaram que foram forçadas a fazer sexo oral por
maiores não identificados, e um relato cita um funcionário do orfanato
que "pagou por atos sexuais" com um menor, disse Zerón.
Uma jovem com mais de 18 anos disse que foi mantida contra sua vontade
no orfanato para ser abusada sexualmente por um dos administradores que,
quando soube que ela estava grávida, a agrediu para "provocar um
aborto", revelou o funcionário.
Fernando Román, um jovem que viveu durante 11 anos no orfanato, disse à
AFP que sofreu severos castigos durante sua permanência no local, mas
estimou que há exagero em certas acusações.
"Se você se comportasse, tudo ia bem", mas o roubo de sapatos novos era
punido com "três dias sem comer" e a tentativa de fuga, "com uma semana
preso no banheiro sem alimentos".
Nesta quarta-feira, a promotoria revisou o número de crianças e jovens
encontrados na véspera no internato: 607; sendo 438 menores e 159
maiores, além de 10 indivíduos cuja idade não pode ser determinada
devido ao "alto grau de desnutrição", precisou Rodrigo Archundia,
titular da vice-promotoria especializada no crime organizado.
As forças federais foram ao orfanato, que funcionava há 40 anos no
município de Zamora, após a denúncia de cinco pessoas de que o
estabelecimento retinha crianças à força.
Na operação, que teve o apoio do Exército, as autoridades encontraram
crianças sequestradas, adultos com idades entre 18 e 40 anos privados de
sua liberdade e menores de idade - entre eles bebês de entre dois meses
e três anos - que viviam em condições de abuso e insalubridade.
G1
quarta-feira, 21 de maio de 2014
PF prende cinco em operação contra pornografia infantil
Foram cumpridos 40 mandados de busca e apreensão em 14 estados
BRASÍLIA - A Polícia Federal já prendeu nesta quarta-feira cinco pessoas em flagrante durante operação para o combate ao crime de divulgação de imagens com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes pela internet. As prisões ocorreram em Goiás, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Foram cumpridos os 40 mandados de busca e apreensão em 14 estados, após 6 meses de investigação. O Rio Grande do Sul concentra o maior número de prisões, com dois detidos.
A operação, denominada "Proteja Brasil", ocorre na Semana Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. E está sendo realizada nos estados de Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina e Tocantins.
Segundo a PF, a operação pretende conter os crimes de abuso e violência sexual, principalmente, no período da Copa do Mundo. Cerca de 200 policiais federais trabalham na operação.
A PF informou que, de janeiro de 2013 até o dia de hoje, 1.441 inquéritos foram instaurados para investigar crimes de pornografia infantil. As últimas três operações para combater a exploração sexual de crianças e adolescentes prenderam 100 pessoas acusadas de cometer esse tipo de crime.
Segundo o G1, há a expectativa de que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, assine nesta quarta-feira uma portaria para deportar estrangeiros que venham para a Copa no Brasil interessados em turismo sexual, principalmente com menores. A PF já tem uma lista internacional de suspeitos.
Também nesta quarta-feira, a presidente Dilma Rousseff sancionará o projeto aprovado pela Câmara dos Deputados que torna crime hediondo e a exploração sexual de crianças e adolescentes.
Com a sanção, o cumprimento das penas passará a respeitar o que é previsto no caso da prática de crime hediondo, como o início da pena no regime fechado e com progressão para o semiaberto (que permite trabalho fora da prisão) somente após o cumprimento de, ao menos, 2/5 da pena (ou de 3/5, se for reincidente), e não 1/6, como nos demais crimes.
O Globo
BRASÍLIA - A Polícia Federal já prendeu nesta quarta-feira cinco pessoas em flagrante durante operação para o combate ao crime de divulgação de imagens com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes pela internet. As prisões ocorreram em Goiás, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Foram cumpridos os 40 mandados de busca e apreensão em 14 estados, após 6 meses de investigação. O Rio Grande do Sul concentra o maior número de prisões, com dois detidos.
A operação, denominada "Proteja Brasil", ocorre na Semana Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. E está sendo realizada nos estados de Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina e Tocantins.
Segundo a PF, a operação pretende conter os crimes de abuso e violência sexual, principalmente, no período da Copa do Mundo. Cerca de 200 policiais federais trabalham na operação.
A PF informou que, de janeiro de 2013 até o dia de hoje, 1.441 inquéritos foram instaurados para investigar crimes de pornografia infantil. As últimas três operações para combater a exploração sexual de crianças e adolescentes prenderam 100 pessoas acusadas de cometer esse tipo de crime.
Segundo o G1, há a expectativa de que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, assine nesta quarta-feira uma portaria para deportar estrangeiros que venham para a Copa no Brasil interessados em turismo sexual, principalmente com menores. A PF já tem uma lista internacional de suspeitos.
Também nesta quarta-feira, a presidente Dilma Rousseff sancionará o projeto aprovado pela Câmara dos Deputados que torna crime hediondo e a exploração sexual de crianças e adolescentes.
Com a sanção, o cumprimento das penas passará a respeitar o que é previsto no caso da prática de crime hediondo, como o início da pena no regime fechado e com progressão para o semiaberto (que permite trabalho fora da prisão) somente após o cumprimento de, ao menos, 2/5 da pena (ou de 3/5, se for reincidente), e não 1/6, como nos demais crimes.
O Globo
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domingo, 4 de maio de 2014
Pai dava remédios tarja preta para Bernardo, diz madrinha
Ela disse que notou comportamento estava estranho nas últimas férias
A madrinha de Bernardo, encontrado enterrado em um matagal em Frederico Westphalen (RS), no dia 14 de abril, disse em entrevista ao R7 que o pai do garoto dava remédios tarja preta para ele e que foi possível notar um comportamento estranho nas últimas férias em que o menino passou em sua casa. Clarissa da Silva Oliveira era amiga de infância da mãe de Bernardo, morta em 2010, e disse ter certeza de que a morte de Be, como o chamava, foi premeditada.
— O pai do Bernardo me disse que o levou a um médico psiquiatra que receitou remédios tarja preta, mas o menino desmentiu isso e acredito nele porque os medicamentos eram todos amostras grátis. Tenho certeza que o Leandro [pai] pegou no hospital que trabalhava e deu para o menino por conta própria. Não tinha nem receita.
Clarissa explica que nos dias em que o garoto esteve com ela, no mês de janeiro, ela não deixou que ele ingerisse a medicação. Ela o descreveu como um menino calado, apático, mas que passou a ser ‘revoltado’ nos últimos tempos.
— Eu sempre estranhei que ele aceitava com muita facilidade tudo o que o pai falava e mandava. Não era um comportamento normal para um menino da idade dele. Mas ele estava diferente. Estava respondão e parecia revoltado. Hoje eu sei que é porque ele estava sofrendo e sabe-se lá o que passou na mão do pai e madrasta.
O pai de Bernardo, o médico Leandro Boldrini, a madrasta, a enfermeira Graciele Ugulini, e Edelvânia, amiga da madrasta, estão detidos desde o dia 14 de abril, quando o corpo da criança foi encontrado. Graciele confirmou em depoimento que fez a aplicação do medicamento Midazolam, mas que a morte do menino foi acidental. A amiga confessou que ajudou a esconder o corpo e ambas dizem que o pai não tem participação na morte. Para a polícia, Boldrini teria conhecimento do crime e quer apurar o que realmente cada um colaborou no caso.
A madrinha disse que a última vez que viu Leandro pessoalmente foi em 2011. Depois disso, a madrasta era quem levava o garoto até ela nos períodos de férias e sempre acompanhada de um parente. Clarissa conta que não conversava com eles e quando queria falar com Bernardo ligava direto no celular do menino.
— Eu falei com ele pela última vez dez dias antes dele ser morto. Ele queria saber do Miguel, meu bebê, perguntei se ele estava bem. Eu tenho certeza que a madrasta premeditou tudo. Ela foi a Frederico Westphalen dois dias antes de enterrar o corpo. Para mim, ela foi ver o local. Em fevereiro o Bernardo confirmou para o juiz que sofria maus-tratos e todos ficaram bravos por isso.
Morte da mãe
Clarissa conheceu a mãe de Bernardo ainda na infância, quando tinham cerca de dez anos. Odilaine morreu com um disparo de arma de fogo em 2010, aos 32 anos, três dias antes de assinar a separação do pai do garoto. A polícia concluiu que ela cometeu suicídio. Clarissa recebeu uma carta de despedida escrita por ela.
— Na carta, ela se despedia de todo mundo e dizia que tomou a decisão porque estava cansada da vida. Eu culpo o Leandro pela morte dela também. A Odilaine estava depressiva e ele não contou para ninguém. Ela tomava remédios receitados por ele e morreu dentro da clínica dela com uma arma de fogo. Dois meses depois ele casou com a Graciele. Se ela realmente cometeu suicídio, ele contribuiu muito para isso.
O advogado Marlon Adriano Balbon pretende protocolar na próxima terça-feira (5) um pedido na Justiça para que a Polícia Civil abra novas investigações sobre a morte de Odilaine Segundo Balbon, que representa a avó de Bernardo, Jussara Uglione, a família nunca se convenceu de que Odilaine cometeu suicídio, como concluiu o inquérito sobre o caso. Com a morte de Bernardo, os parentes querem acusar o pai do menino como um possível suspeito também do falecimento de Odilaine.
— Vou argumentar a partir das falhas no inquérito que já existe sobre a morte dela e pedir novas diligências no caso. A família acredita que ela foi assassinada e que o pai do Bernardo pode ser considerado um suspeito. Uma tomografia computadorizada foi feita em Odilaine, mas nunca anexada ao processo. Queremos rever as provas para esclarecer tudo.
Ela receberia R$ 1,5 milhão e uma pensão de R$ 10 mil por mês após a separação. Para a família, ela foi morta para não receber esse valor. O pedido será protocolado no fórum da cidade de Três Passos. A Justiça não tem um prazo determinado para dar um parecer.
R7
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terça-feira, 1 de abril de 2014
Bebê passa fome e frio em dez horas de voo da US Airways
Mulher é impedida de embarcar com bolsa com fraldas, comida e agasalho para seu bebê
Companhia americana terá de indenizar mãe e filho em R$ 40 mil
RIO - A 27ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro condenou a companhia aérea US Airways a indenizar um bebê de dois anos em R$ 20 mil por danos morais. Segundo a ação, a mãe da criança foi impedida de entrar no avião com uma bolsa com itens para cuidado infantil, como fraldas, alimento e agasalhos e o bebê passou fome e frio durante cerca de dez horas de viagem.
A mãe do bebê também afirma que, após o desembarque, notou que as malas da família estavam com o fecho danificado e que alguns itens foram furtados. Ela também receberá indenização de R$ 20 mil por danos morais.
Os desembargadores consideraram que os fatos narrados pela passageira não são meros aborrecimentos cotidianos e destacam o descaso e desrespeito com mãe e filho.
O Globo
Companhia americana terá de indenizar mãe e filho em R$ 40 mil
RIO - A 27ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro condenou a companhia aérea US Airways a indenizar um bebê de dois anos em R$ 20 mil por danos morais. Segundo a ação, a mãe da criança foi impedida de entrar no avião com uma bolsa com itens para cuidado infantil, como fraldas, alimento e agasalhos e o bebê passou fome e frio durante cerca de dez horas de viagem.
A mãe do bebê também afirma que, após o desembarque, notou que as malas da família estavam com o fecho danificado e que alguns itens foram furtados. Ela também receberá indenização de R$ 20 mil por danos morais.
Os desembargadores consideraram que os fatos narrados pela passageira não são meros aborrecimentos cotidianos e destacam o descaso e desrespeito com mãe e filho.
O Globo
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
O menino de um ano e oito meses teve uma folha de maconha desenhada de um lado da cabeça e do outro, foi escrito 4:20, conhecido por ser um código de usuários da droga. A criança foi vista por policiais na zona rural de Santa Rita do Suaçuí, no Vale do Aço.
R7
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sábado, 11 de janeiro de 2014
Uma em cada quatro crianças sofrem violência doméstica na Argentina em 2013
De acordo com dados oficiais divulgados nesta quinta-feira (10), um em cada quatro casos de violência doméstica na Argentina afetou crianças e adolescentes em 2013. Os casos de maus-tratos e abusos a meninas representam 13% das 915 denúncias tramitadas pelo Escritório de Violência Doméstica (OVD) até novembro do ano passado, enquanto 12% dos casos correspondem a meninos, segundo as últimas estatísticas divulgadas pelo organismo da Corte Suprema Argentina.
Coincidentemente nesta mesma semana, o país está comovido com o caso de uma garota de três anos que foi espancada até a morte pelos próprios pais, na cidade de Mendoza. Outro caso similar foi registrado na cidade em Berazategui, na província de Buenos Aires.
promenino
Coincidentemente nesta mesma semana, o país está comovido com o caso de uma garota de três anos que foi espancada até a morte pelos próprios pais, na cidade de Mendoza. Outro caso similar foi registrado na cidade em Berazategui, na província de Buenos Aires.
promenino
domingo, 24 de novembro de 2013
Moradores ameaçam Guilherme Longo durante reconstituição do caso Joaquim
Nesta sexta-feira (22) a Polícia Civil iniciou a reconstituição da morte do menino Joaquim em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Durante a ação dos policiais e peritos, moradores da região ameaçaram Guilherme Longo que também estava presente no local.
R7
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Morte de Joaquim pode ter sido premeditada, diz delegado
Para Polícia Civil, mãe e padrasto de garoto são os principais suspeitos
O delegado Paulo Henrique Martins de Castro, responsável pela investigação da morte de Joaquim, de três anos, declarou nesta terça-feira (12) que a polícia ainda investiga o que pode ter motivado a morte do garoto e disse que há indícios de que o crime possa ter sido premeditado.
— Isso a gente precisa analisar, a motivação desse crime é uma incógnita, não temos essa resposta, mas há alguns indícios de que isso tenha sido previamente previsto.
Em coletiva de imprensa realizada em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, Castro reforçou que o padrasto do menino, Guilherme Longo, e a mãe de Joaquim, Natália Mingoni Ponte, continuam sendo os principais suspeitos. Os dois tiveram a prisão temporária decretada no último domingo (10), mesmo dia em que o corpo da criança foi localizado.
— O casal ainda é o principal suspeito, mas não podemos descartar nenhuma linha de investigação.
Castro informou, ainda, que em novo depoimento Natália acrescentou alguns detalhes "que ainda estavam nebulosos", mas não detalhou o teor dessas declarações. Segundo o delegado, Natália tem colaborado mais com as investigações após a localização do corpo do filho.
— Ela estava tranquila [antes do corpo ser encontrado], isso levou com que a gente pedisse a prisão temporário do casal. Ao ver o corpo do filho ela entrou em choque, chorou. Talvez o fato dela ter visto o corpo encontrado e ter se conscientizado disso e também a prisão, talvez [isso] a leve a colaborar de um modo mais eficaz.
Além disso, imagens que mostrariam o pai de Longo saindo de carro da casa da família no dia em que o garoto desapareceu também serão analisadas.
— Temos algumas imagens, mas são só alguns indícios. Isso [se o pai de Longo participou do crime de alguma forma] vai ser apurado.
Em relação à possibilidade de Joaquim ter sido levado por um traficante como pagamento de uma dívida de Longo, que admitiu ser usuário de drogas, o delegado acredita que isso é pouco provável.
— Não descartamos, mas trabalhamos com a hipótese de que ninguém entrou na residência. Então é muito improvável que um traficante fique de posse de uma criança com problemas de saúde para tentar negociar qualquer tipo de divida que o Guilherme poderia ter. É muito improvável.
O delegado informou também que o padrasto deve ser ouvido pela primeira vez nesta tarde. Além disso, a polícia pretende realizar uma reconstituição do crime.
Agressão ou negligência
A investigação tenta esclarecer se Joaquim foi vítima de agressão ou negligência. Os policiais também apuram se ele poderia ter morrido por excesso ou falta de insulina. O garoto era diabético.
O corpo da criança, sepultado nesta segunda-feira (11), na cidade de São Joaquim da Barra, no interior de São Paulo, foi encontrado por pescadores boiando no rio Pardo, em Barretos. Ele usava um pijama estampado idêntico ao descrito pela mãe e pelo padrasto no boletim de ocorrência, feito horas depois do desaparecimento da criança. Segundo os dois suspeitos, o menino sumiu de dentro do quarto durante a madrugada da última terça-feira (5), em Ribeirão Preto. No mesmo cômodo, dormia o bebê de quatro meses.
O promotor Marcus Tulio Alves Nicolino enfatizou que somente a perícia poderá determinar a causa da morte de Joaquim.
— Só poderemos ter certeza do que aconteceu, se houve algum ferimento, se houve sinais de morte violenta com a divulgação do laudo, que demora de 20 a 30 dias. O que o médico afirmou de antemão é que a criança não morreu afogada.
R7
O delegado Paulo Henrique Martins de Castro, responsável pela investigação da morte de Joaquim, de três anos, declarou nesta terça-feira (12) que a polícia ainda investiga o que pode ter motivado a morte do garoto e disse que há indícios de que o crime possa ter sido premeditado.
— Isso a gente precisa analisar, a motivação desse crime é uma incógnita, não temos essa resposta, mas há alguns indícios de que isso tenha sido previamente previsto.
Em coletiva de imprensa realizada em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, Castro reforçou que o padrasto do menino, Guilherme Longo, e a mãe de Joaquim, Natália Mingoni Ponte, continuam sendo os principais suspeitos. Os dois tiveram a prisão temporária decretada no último domingo (10), mesmo dia em que o corpo da criança foi localizado.
— O casal ainda é o principal suspeito, mas não podemos descartar nenhuma linha de investigação.
Castro informou, ainda, que em novo depoimento Natália acrescentou alguns detalhes "que ainda estavam nebulosos", mas não detalhou o teor dessas declarações. Segundo o delegado, Natália tem colaborado mais com as investigações após a localização do corpo do filho.
— Ela estava tranquila [antes do corpo ser encontrado], isso levou com que a gente pedisse a prisão temporário do casal. Ao ver o corpo do filho ela entrou em choque, chorou. Talvez o fato dela ter visto o corpo encontrado e ter se conscientizado disso e também a prisão, talvez [isso] a leve a colaborar de um modo mais eficaz.
Além disso, imagens que mostrariam o pai de Longo saindo de carro da casa da família no dia em que o garoto desapareceu também serão analisadas.
— Temos algumas imagens, mas são só alguns indícios. Isso [se o pai de Longo participou do crime de alguma forma] vai ser apurado.
Em relação à possibilidade de Joaquim ter sido levado por um traficante como pagamento de uma dívida de Longo, que admitiu ser usuário de drogas, o delegado acredita que isso é pouco provável.
— Não descartamos, mas trabalhamos com a hipótese de que ninguém entrou na residência. Então é muito improvável que um traficante fique de posse de uma criança com problemas de saúde para tentar negociar qualquer tipo de divida que o Guilherme poderia ter. É muito improvável.
O delegado informou também que o padrasto deve ser ouvido pela primeira vez nesta tarde. Além disso, a polícia pretende realizar uma reconstituição do crime.
Agressão ou negligência
A investigação tenta esclarecer se Joaquim foi vítima de agressão ou negligência. Os policiais também apuram se ele poderia ter morrido por excesso ou falta de insulina. O garoto era diabético.
O corpo da criança, sepultado nesta segunda-feira (11), na cidade de São Joaquim da Barra, no interior de São Paulo, foi encontrado por pescadores boiando no rio Pardo, em Barretos. Ele usava um pijama estampado idêntico ao descrito pela mãe e pelo padrasto no boletim de ocorrência, feito horas depois do desaparecimento da criança. Segundo os dois suspeitos, o menino sumiu de dentro do quarto durante a madrugada da última terça-feira (5), em Ribeirão Preto. No mesmo cômodo, dormia o bebê de quatro meses.
O promotor Marcus Tulio Alves Nicolino enfatizou que somente a perícia poderá determinar a causa da morte de Joaquim.
— Só poderemos ter certeza do que aconteceu, se houve algum ferimento, se houve sinais de morte violenta com a divulgação do laudo, que demora de 20 a 30 dias. O que o médico afirmou de antemão é que a criança não morreu afogada.
R7
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Polícia prende suspeito de matar menina de 9 anos na Rocinha
Elder Marinho já tem ficha criminal por estupro
Corpo foi achado a cerca de 100 metros de UPP
RIO - Policiais da Divisão de Homicídios prenderam no fim da tarde desta quinta-feira um suspeito de estuprar e matar a menina Rebeca Miranda Carvalho dos Santos, de 9 anos. O crime ocorreu no último sábado e o corpo da vítima foi achado a cerca de 100 metros da UPP da Rocinha.
Elder Marinho foi preso na favela do Rio das Pedras, em Jacarepaguá, na Zona Oeste. O suspeito, que já tem uma passagem na polícia por estupro no Ceará, teria confessado o crime, de acordo com o “RJ TV”. A prisão preventiva será pedida nesta sexta. Segundo os policiais, Elder estava com o celular da vítima.
O corpo de Rebeca estava debaixo de um monte de telhas. No local onde o corpo foi encontrado, agentes da Divisão de Homicídios (DH) recolheram uma sandália de adulto e um boné, que acreditam ser do autor do crime.
Nesta sexta-feira, uma manifestação na Rocinha pedia a solução do crime. Ao serem informados da prisão do suspeito, os moradores da comunidade comemoraram.
- Para mim é um alívio. Foi feita justiça. Ligaram para um amigo que nos passou a notícia - disse a mãe da menina, Maria Miranda, ao site G1.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/policia-prende-suspeito-de-matar-menina-de-9-anos-na-rocinha-10245742#ixzz2ghfHkjhZ
© 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
O Globo
Corpo foi achado a cerca de 100 metros de UPP
RIO - Policiais da Divisão de Homicídios prenderam no fim da tarde desta quinta-feira um suspeito de estuprar e matar a menina Rebeca Miranda Carvalho dos Santos, de 9 anos. O crime ocorreu no último sábado e o corpo da vítima foi achado a cerca de 100 metros da UPP da Rocinha.
Elder Marinho foi preso na favela do Rio das Pedras, em Jacarepaguá, na Zona Oeste. O suspeito, que já tem uma passagem na polícia por estupro no Ceará, teria confessado o crime, de acordo com o “RJ TV”. A prisão preventiva será pedida nesta sexta. Segundo os policiais, Elder estava com o celular da vítima.
O corpo de Rebeca estava debaixo de um monte de telhas. No local onde o corpo foi encontrado, agentes da Divisão de Homicídios (DH) recolheram uma sandália de adulto e um boné, que acreditam ser do autor do crime.
Nesta sexta-feira, uma manifestação na Rocinha pedia a solução do crime. Ao serem informados da prisão do suspeito, os moradores da comunidade comemoraram.
- Para mim é um alívio. Foi feita justiça. Ligaram para um amigo que nos passou a notícia - disse a mãe da menina, Maria Miranda, ao site G1.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/policia-prende-suspeito-de-matar-menina-de-9-anos-na-rocinha-10245742#ixzz2ghfHkjhZ
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O Globo
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Mãe deixa filho passar fome até a morte porque ele era malcriado
Segundo testemunha, pequeno comia apenas uma vez ao dia
O caso do pequeno Hamzah Khan, que morreu após a própria mãe deixá-lo passar fome, está chocando a Inglaterra. Durante o julgamento do caso nesta quinta-feira (19), uma testemunha contou que a mãe deixava o pequeno passar fome porque ele era “malcriado”.
A punição aplicada por Amanda Hutton, de 41 anos, ao próprio filho deverá lhe render uma dura pena pela Corte de Bradford, na Inglaterra.
Hamzah foi encontrado morto pela polícia em dezembro de 2011. Mas o pequeno já estava morto havia dois anos, o que levou a mãe a mumificar o garoto.
Segundo disse a testemunha, que não pôde ser identificada por questões de segurança, o corpo do pequeno foi encontrado dentro de uma gaveta, coberto por folhas. As informações são do jornal britânico Mirror.
— Ele estava duro e pálido. Aparentava estar muito magro. Parecia uma vara fina, porque ele não se alimentava muito.
Sempre de acordo com a testemunha, que prestou seu depoimento ontem ao tribunal, a mãe, Amanda Hutton, oferecia comida ao pequeno apenas uma vez ao dia como uma forma de punição, por considerar a criança “bagunceira” e “malcriada”.
A testemunha disse que Amanda continuou solicitando um auxílio do governo para a criação do pequeno, durante os dois anos em que o bebê já estava morto.
O dinheiro teria sido usado por Amanda para comprar bebida e cigarros.
A testemunha ainda descreveu as condições precárias da casa, que estava cheia de lixo e fezes de gato.
— A casa estava repleta de sacos de lixo, alimentos mofados e roupas sujas. Havia fezes de gato no banheiro.
Durante o julgamento, enquanto a testemunha relatava as condições da casa, Amanda enxugava algumas lágrimas.
O julgamento entra nesta sexta-feira (20) em seu terceiro dia.
R7
O caso do pequeno Hamzah Khan, que morreu após a própria mãe deixá-lo passar fome, está chocando a Inglaterra. Durante o julgamento do caso nesta quinta-feira (19), uma testemunha contou que a mãe deixava o pequeno passar fome porque ele era “malcriado”.
A punição aplicada por Amanda Hutton, de 41 anos, ao próprio filho deverá lhe render uma dura pena pela Corte de Bradford, na Inglaterra.
Hamzah foi encontrado morto pela polícia em dezembro de 2011. Mas o pequeno já estava morto havia dois anos, o que levou a mãe a mumificar o garoto.
Segundo disse a testemunha, que não pôde ser identificada por questões de segurança, o corpo do pequeno foi encontrado dentro de uma gaveta, coberto por folhas. As informações são do jornal britânico Mirror.
— Ele estava duro e pálido. Aparentava estar muito magro. Parecia uma vara fina, porque ele não se alimentava muito.
Sempre de acordo com a testemunha, que prestou seu depoimento ontem ao tribunal, a mãe, Amanda Hutton, oferecia comida ao pequeno apenas uma vez ao dia como uma forma de punição, por considerar a criança “bagunceira” e “malcriada”.
A testemunha disse que Amanda continuou solicitando um auxílio do governo para a criação do pequeno, durante os dois anos em que o bebê já estava morto.
O dinheiro teria sido usado por Amanda para comprar bebida e cigarros.
A testemunha ainda descreveu as condições precárias da casa, que estava cheia de lixo e fezes de gato.
— A casa estava repleta de sacos de lixo, alimentos mofados e roupas sujas. Havia fezes de gato no banheiro.
Durante o julgamento, enquanto a testemunha relatava as condições da casa, Amanda enxugava algumas lágrimas.
O julgamento entra nesta sexta-feira (20) em seu terceiro dia.
R7
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Desabafo da minha filha!
"Estava sentada ao lado da minha mãe e do meu filho dentro do avião. Um funcionário me perguntou: vc tem atestado? Falei: do q? Do medico sobre a criança. Apontando na cara do meu filho. Falei: ele esta bem, tem um problema genético, sou mãe dele e responsável por ele. Insatisfeito, O cara foi até a cabine. Voltou uma mulher funcionaria. O constrangimento começou. Falei em tom ja ríspido. Ele eh o meu filho tem eb e nao tem problema nenhum em viajar sua doença nao eh contagiosa e ele esta bem. Ja viajei inúmeras vezes c ele para dentro e fora do Brasil. Nunca passei por isso. Basta olhar para mim, p pai e para avo q vivem agarrados nele e nao tem nada. Falei p Peu filmar o q ela ia dizer. Na hora ela disse q nao falaria se fosse filmada e q nao podemos filmar. Neste momento uma mulher a 3 filas de distancia grita p mim; chama o ministério publico! Isso eh preconceito e discriminação! Comecei a chorar. O theo vendo isso tudo. Surreal. A funcionaria saiu. Ficou 10minutos fora. Jurava q o avião seguiria viagem e ainda falei , deviam pedir desculpas p theo e para mim. Volta a funcionaria dizendo q o avião só vai partir com aval do medico. As pessoas começaram a se manifestar mt. Minha mãe q estava controlada até então levantou. Afinal de contas, meu filho passaria por uma analise de um medico q iria até nosso assento para avalia-lo! Surreal! Qd o medico chegou falamos: ele tem uma deficiência Genetica! Epidermolise bolhosa! E o medico fala: Ah ! Epidermolise bolhosa! Nao tem problema nenhum. O cenário dentro do avião era: quase tds passageiros em pé, indignados, vindo falar comigo, com meu filho. Super chateados. Mts tinham conexão e estavam perdendo suas conexões. Ja tinham 40 min de atraso. O medico foi falar com o comandante. Mesmo assim o comandante disse q nos só viajaríamos se ele , o medico, fizesse atestado. Aí nao tinha papel, nao tinha carimbo... Pegou um papel branco sem nada timbrado e fez o atestado. Minha vontade era descer do avião e Qd disse quero sair daqui. A mesma mulher, a primeira a gritar sobre o MP, disse q se nos saíssemos do avião tds desceriam conosco. Me sensibilizei demais. Estavam tds as pessoas do avião super solidarias, preocupadas com o constrangimento com o Theo. Resolvi ficar no avião. Nisso ja passava 1hora de atraso e o constrangimento mega. Theo me viu chorando. Tentei disfarçar q o avião inteiro nao estava atrasado por causa dele. Sei q ele percebeu. Sei q ele eh mais forte do q esse bando ignorante. Estou mt triste.
Chegaria no rio 13h50. São 14h50 e ainda estamos no ar. Devemos chegar as 15h30. Chegamos no rio as 16h10.
Como deve ser abordada uma pessoa com um problema de saúde aparente?"
Chegaria no rio 13h50. São 14h50 e ainda estamos no ar. Devemos chegar as 15h30. Chegamos no rio as 16h10.
Como deve ser abordada uma pessoa com um problema de saúde aparente?"
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abuso infantil,
discriminação,
irregularidades
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Crianças cuidam de irmãos menores por falta de vagas em creches em GO
Garoto de 10 anos é responsável pela irmã de 1 ano : 'Não posso brincar'.
Lista de espera para vaga em Cmeis de Goiânia tem 5 mil pessoas.
Pedro da Silva Santos tem apenas dez anos, mas já assume uma responsabilidade de adulto. Ele cuida da irmã mais nova, de 1 ano, porque a mãe, a operadora de caixa Cristina da Silva Santos, não encontra vaga em uma creche pública. "Quando arrumar uma creche para ela [a irmã], vou poder brincar", diz o menino.
A mãe de Pedro é uma das 5 mil pessoas que esperam por vaga em uma dos Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis), em Goiânia. A família mora no Setor Faiçalville, região oeste da capital. Pedro é responsável pela alimentação da irmã e por todos os outros cuidados que ela necessita. "Também faço mamadeira e tento fazê-la dormir, mas ela é complicada e demora muito", conta. O garoto confesso que gostaria de jogar bola quando chega da escola, mas que por conta da situação, precisa ficar com o bebê.
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), toda criança com até seis anos tem direito a creche. O conselheiro tutelar Osmar Borges informa que já advertiu algumas mães que deixam os filhos sozinhos em casa por negligência. Mas ele explica que compreende a situação e diz que vai tentar buscar uma solução para o problema.
“Vou pedir à Secretaria de Educação que atenda essas mães. Caso contrário, vamos representar diretamente na Justiça por descumprimento da lei federal 8.069, no artigo 54, que fala que é direito das crianças ter creche”, afirma.
A mãe de Pedro admite que sabe do perigo em deixar os filhos sozinhos. Contudo, cobra da prefeitura o atendimento que a filha precisa e tem direito por lei.
"O mais revoltante é saber que tem gente conseguindo vaga porque conhece gente dentro da Secretaria [Municipal] de Educação. Não conheço ninguém lá dentro. então minha filha não vai ter vaga na creche?", questiona. "Não é justo. trabalho o dia inteiro e cuido dos meus filhos sozinha. Não sei mais a quem recorrer", desabafa.
Por meio de nota, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Educação (SME) informou ao G1 que o Ministério Público acompanha periodicamente a fila de espera e que há prioridade somente em casos determinados pela Justiça.
Outro caso
No Jardim Caravelas, na região sudoeste da capital, a família da costureira Erica Regina convive com o mesmo problema. Com a renda de R$ 800 por mês, ela não consegue pagar uma creche para as filhas. Por isso, no período de férias, as meninas de oito e nove anos é que cuidam das irmãs menores, de dois e quatro.
Antes de sair de casa, a mãe prepara um lanche e coloca em cima da mesa. Porém, na hora do almoço, são as meninas que têm de mexer no fogão. “Fico preocupada. Comprei celular para elas e ligo toda hora. Trabalho longe e não sei se pode acontecer alguma coisa. Para mim, é difícil", diz Erica.
De acordo com a diretora de administração escolar da Secretaria Municipal de Saúde, Clarismene Paula Domingos, até o final do mandato da atual prefeitura, em 2016, a previsão é de que pelo menos 81 Cmeis devem ser construídos na capital.
Segundo ela, cinco unidades já deveriam estar prontas, mas as obras atrasaram porque a empresa vencedora da licitação, em 2010, não concluiu as obras, pois decretou falência, abandonando o trabalho. Os centros agora devem ficar prontos no final do mês de setembro deste ano.
G1
Lista de espera para vaga em Cmeis de Goiânia tem 5 mil pessoas.
A mãe de Pedro é uma das 5 mil pessoas que esperam por vaga em uma dos Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis), em Goiânia. A família mora no Setor Faiçalville, região oeste da capital. Pedro é responsável pela alimentação da irmã e por todos os outros cuidados que ela necessita. "Também faço mamadeira e tento fazê-la dormir, mas ela é complicada e demora muito", conta. O garoto confesso que gostaria de jogar bola quando chega da escola, mas que por conta da situação, precisa ficar com o bebê.
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), toda criança com até seis anos tem direito a creche. O conselheiro tutelar Osmar Borges informa que já advertiu algumas mães que deixam os filhos sozinhos em casa por negligência. Mas ele explica que compreende a situação e diz que vai tentar buscar uma solução para o problema.
“Vou pedir à Secretaria de Educação que atenda essas mães. Caso contrário, vamos representar diretamente na Justiça por descumprimento da lei federal 8.069, no artigo 54, que fala que é direito das crianças ter creche”, afirma.
A mãe de Pedro admite que sabe do perigo em deixar os filhos sozinhos. Contudo, cobra da prefeitura o atendimento que a filha precisa e tem direito por lei.
"O mais revoltante é saber que tem gente conseguindo vaga porque conhece gente dentro da Secretaria [Municipal] de Educação. Não conheço ninguém lá dentro. então minha filha não vai ter vaga na creche?", questiona. "Não é justo. trabalho o dia inteiro e cuido dos meus filhos sozinha. Não sei mais a quem recorrer", desabafa.
Por meio de nota, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Educação (SME) informou ao G1 que o Ministério Público acompanha periodicamente a fila de espera e que há prioridade somente em casos determinados pela Justiça.
Outro caso
No Jardim Caravelas, na região sudoeste da capital, a família da costureira Erica Regina convive com o mesmo problema. Com a renda de R$ 800 por mês, ela não consegue pagar uma creche para as filhas. Por isso, no período de férias, as meninas de oito e nove anos é que cuidam das irmãs menores, de dois e quatro.
Antes de sair de casa, a mãe prepara um lanche e coloca em cima da mesa. Porém, na hora do almoço, são as meninas que têm de mexer no fogão. “Fico preocupada. Comprei celular para elas e ligo toda hora. Trabalho longe e não sei se pode acontecer alguma coisa. Para mim, é difícil", diz Erica.
De acordo com a diretora de administração escolar da Secretaria Municipal de Saúde, Clarismene Paula Domingos, até o final do mandato da atual prefeitura, em 2016, a previsão é de que pelo menos 81 Cmeis devem ser construídos na capital.
Segundo ela, cinco unidades já deveriam estar prontas, mas as obras atrasaram porque a empresa vencedora da licitação, em 2010, não concluiu as obras, pois decretou falência, abandonando o trabalho. Os centros agora devem ficar prontos no final do mês de setembro deste ano.
G1
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irregularidades,
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