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domingo, 26 de junho de 2016

MPF e MPE pedem interdição total do Zoológico do Parque da Cidade e transferência de animais

Após abertura de inquérito civil, o Ministério Público Federal (MPF/SE) e o Ministério Público Estadual (MPE/SE) ajuizaram ação conjunta contra a administração do Zoológico do Parque da Cidade, localizado em Aracaju (SE). A ação pede a interdição total do zoológico, transferência de animais e pagamento de indenização. A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (EMDAGRO) é responsável pela administração do zoológico.

"O inquérito contou com vistoria do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Durante a vistoria, foram constatadas diversas irregularidades no zoológico. A ação pede a interdição total e imediata até que a reforma seja realizada, transferências de animais para um local adequado, além de um pedido de indenização por conta do dano ambiental. Das irregularidades, grande maioria é por conta da falta de estrutura, bem como a falta das licenças ambientais e de manejo", explica Emanuel Matias, advogado da ONG Anjos de um Resgate.

A ação pede ainda a transferência do leão para outra instituição, onde possa ter a companhia de outros de sua espécie. "Além das reformas necessárias no recinto, existe uma Instrução Normativa (07-2015 do IBAMA) que indica que esta espécie (além de outras) não pode estar trancado sozinho sem um par. Além do mais, fica evidenciado no processo, inclusive com palavras de Joubert, médico veterinário coordenador do zoológico, que a administração não possui recursos para uma boa alimentação e bem menos o auxílio técnico veterinário de urgência", conclui Emanuel. ONGs como a Anjos de um Resgante e Elan Animais vêm lutando há muito tempo para que isso acontecesse.

Por Bruno Matos Franco

Fonte: Jornal de Segipe

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Galgos são forçados a operar máquina de abastecimento de água na Espanha


Na Espanha, cerca de 50 mil cães galgos são abandonados ou mortos todos os anos, após serem explorados principalmente na indústria das corridas.


Trata-se de um universo cruel, em que os cães são treinados por meio de choques elétricos, espancamentos e outras formas de tortura, para que gerem lucros aos apostadores. Depois de chegarem à exaustão, os cães demoram aproximadamente um ano para se tornarem aptos para adoção, tamanhos os traumas causados.

Mas as corridas não são o único problema dos galgos. Uma nova denúncia, feita pela Comunidade Proteção e Ativismo Animal, mostra cães galgos sendo obrigados a operar um tipo de máquina para abastecimento de água, onde ficam presos a um mecanismo e precisam girá-lo o dia todo embaixo de sol e chuva.

De maneira geral, esses cães são vistos de forma utilitarista, como máquinas de performance que podem ser exploradas, ao invés de vidas sencientes. A imagem revoltante mostra mais um trabalho escravo a que esses animais são submetidos, e provavelmente também serão abandonados ou mortos quando não suportarem mais a carga.

Há uma petição para impedir a tortura e abuso contra os galgos na Espanha, que pode ser assinada aqui.

Fonte: Direitos dos Animais

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Cuidado com a hipertermia dos pugs


Os Pugs sentem o calor da mesma forma que nós, pois não possuem glândulas sudoríparas espalhadas pelo corpo, somente algumas glândulas nas regiões dos coxins (almofadas das patas) e nas narinas. Portanto, trocam calor com o ambiente principalmente através da ofegação.

Como os pugs são braquicefálicos (focinho curto), desidratam ou sofrem insolações e são mais propensos a estresse térmico e exaustão do que outras raças. Os nossos amigos, ficam bem sacrificados, com sua respiração mais acelerados, mais quietos, muitas vezes até sem apetite.

Entre outras coisas a hipertermia pode causar no pug
:

• Edema pulmonar

• Convulsão

• Parada cardíaca

• Perda de consciência

• Óbito

Alguns dos sintomas:

• O animal fica ofegante
• Língua muito vermelha, assim como a parte interna das orelhas.
• Opug fica fraco
• Andar cambaleante
• Salivação em abundância
• Confusão mental
• Olhar vidrado
• Convulsões
• Vômito
• Diarreia

O que fazer quando meu pug tiver uma crise for LEVE?


• Colocar em lugar fresco e bem ventilado
• Dar água e gelo
• Borrifar ou molhar o cão
• Levar ao veterinário

O que fazer quando meu pug crise for GRAVE?


• Coloque o pug num lugar ventilado e fresco;
• Use toalhas molhadas com água para resfria-lo;
• Jogar água aos poucos para não causar choque térmico;
• Não dê alimentos;
• Leve o animal o mais rápido possível ao veterinário.

Dicas

• Nunca o deixe sozinho dentro do carro, mesmo que sejam poucos minutos. No verão, a temperatura interna do seu carro, mesmo na sombra é muito elevada, isso pode ser fatal para seu pug.
• Só levar para passear muito cedo pela manhã, ou ao anoitecer. E mesmo assim, tome muito cuidado, retire a sandália e deixei por 10 segundos e sinta a temperatura do chão antes de queimar as patas do pug.
– Evite passeios longos. Melhor horário é bem cedo ou ao entardecer.
– Evite esforço físico;
– NUNCA os deixe em lugar fechado e sem ventilação.

Fonte: Amigo Pug

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

PASSAGEIRO TIRA FOTO DE CÃO EM AVIÃO E IMAGEM REPERCUTE NA INTERNET


Um caso inusitado aconteceu dentro de um avião da empresa Delta Air Lines neste ano. Desde novembro de 2015 a empresa anunciou que não seria mais obrigatório que os passageiros levassem os animais de estimação no compartimento de carga das aeronaves. Segundo a diretoria, a nova regra ia começar a valer em março deste ano.

Mas alguns passageiros anteciparam a novidade e um cachorro foi visto sentado em uma das poltronas pronto para decolar. Nesta semana, um internauta usuário da rede social Twitter publicou uma foto em que mostra o animal sentado em um voo que ia de Atlanta a Chattanooga, nos Estados Unidos.

O cão ficou em um assento do lado da saída da emergência e segundo informações, seguiu comportado durante o voo.

Fonte: Olhar Animal

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Cão morre enforcado, com fome e sede após dona ir para praia em Campos

Um cachorro morreu de sede e fome na tarde desta segunda-feira (11), em uma casa na rua Eudoxo de Brito Falcão, no Parque Nova Brasília, em Campos. Agonizando, o animal ainda se enforcou na coleira tentando encontrar sombra e água. Segundo vizinhos, a dona do animal o deixou no quintal sem assistência e foi para a praia, onde passou o final de semana e só retornou no final da tarde de hoje.

Revoltado, um vizinho fotografou os maus-tratos e procurou a redação do jornal Notícia Urbana para divulgar a crueldade. Nas redes sociais, uma jovem escreveu. “Isso aconteceu hoje aqui em Campos… A dona do cão foi veranear e deixou o cachorro no sol. Ele morreu com sede, fome e enforcado. Ela ainda não chegou, não sei o que fazer e a quem recorrer!”, desabafou.

Em apenas uma hora, a postagem teve centenas de curtidas, comentários e compartilhamentos.

Cabe ressaltar que praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime e a pena varia de detenção, de três meses a um ano, e multa.

Fonte: Notícia Urbana

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Campeã das chicotadas leva coice de cavalo e morre


Conhecida como a ‘campeã das chicotadas’, depois de ser filmada dando 450 chicotadas em 30 minutos - Cristine Wels aos 67 anos de idade, literalmente recebeu seu castigo ‘à cavalo’, morrendo em decorrência de um coice que acertou seu crânio no dia 17 desse mês.

Nos últimos anos, Cristine Wels já havia sido condenada diversas vezes por crueldade com os animais.

Em 2007, já havia sido divulgado um vídeo mostrando Wels golpeando repetidamente um cavalo em treinamento.

Ela ainda tentou justificar seu comportamento defendendo-se contra a acusação de crueldade contra os animais, dizendo; "Claro que eu tenho uma mão forte, então os cavalos tem que obedecer e aceitar a guia.” E que ela não era a única a tratar os cavalos de competição daquela maneira.

Ela costuma treinar os cavalos na guia com rédeas auxiliares super apertadas, sempre fazendo uso excessivo e inadequado do chicote, e quando montava deixava marcas e feridas causadas pelas esporas,

Em 2008, ela foi condenada a uma pena de prisão de um ano e nove meses em liberdade condicional e uma proibição profissional de três anos sem trabalhar com cavalos. Depois disso parou de montar e se tornou somente adestradora de cavalos, utilizando-se dos mesmos métodos cruéis.

No vídeo de 2 anos atrás divulgado pela TV da Alemanha, o repórter faz uma série de perguntas a adestradora;


Repórter: Esse é o treinamento de um cavalo de competição: Uma e outra vez a amazona em cima do cavalo, e cujo nome não podemos revelar, devido a razões legais, bate no animal por 30 minutos sem parar. A câmera não consegue mostrar o rosto do cavalo totalmente aterrorizado, sendo espancado com a coronha do chicote. Mostramos as imagens para o editor-chefe de uma revista equestre respeitável (Oldenburger Sportpferd Magazine). Ele ficou chocado.

Jan Toenjes: Você não entende "O que ela está fazendo lá?" e o cavalo certamente não vai entendê-la também! Uma surra sem sentido ... Eu só estou sem palavras! "

Repórter: Uma antiga amazona de provas equestres bem conhecida golpeia seu cavalo quase 500 vezes nesta sessão de treinamento de 30 minutos, mas quando ela é confrontada com suas ações, ela lhe nega.

Repórter: "Por que você faz isso?"
Wels: "eu não faço" isto "em tudo!"
Repórter: "Por que você está negando isso?"
Wels: "Eu não torturo os cavalos-por que você não vai lá e olha para os cavalos?"

Mas as imagens falam uma linguagem diferente:

Um ativista da proteção animal levou os cavalos para fora dos estábulos e eles mostravam sinais evidentes de maus-tratos. Os metacarpos tinham sangramento e suas bocas mostravam as cicatrizes de feridas profundas, obviamente o resultado dos métodos de treinamentos brutais. E esta não é a primeira vez que esta ex-atleta, hoje treinadora foi acusada de maus-tratos de animais, e esse é provavelmente a razão pela qual ela agora se mudou para Dinamarca. As organizações de proteção animal tem a intenção de entregar esse vídeo para as autoridades para que nunca mais haja dúvidas sobre estas imagens de cavalos torturados novamente.

Nota do blog: Testemunhas oculares do acidente que mataram Wels, disseram que o cavalo estava deitado no chão, e ao subir de repente, deu um pontapé na cabeça de Cristine, que esperamos que mesmo morta receba as mesmas chicotadas que distribuiu em vida, em sua estadia eterna no reino do inferno.

Uma vez que ela era somente a treinadora do animal pertencente a um haras, e que o erro de estar com a cabeça abaixada próxima da pata quando o animal se levantava, significa que não existe nenhuma possibilidade do animal ser sacrificado por isso.




Fonte: Mural Animal

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Cachorros e gatos sonham?

Muita gente se pergunta se, assim como nós, os cachorros e gatos sonham. Será que sim? Bom, antes de qualquer explicação, vale ressaltar que quando falamos de sonhos, devemos ter em mente que o assunto é controverso por si. Psicanalistas, psicólogos, neurocientistas discutem há mais de um século a função e simbologia dos sonhos. A única coisa que todos concordam através de pesquisas é que se um ser vivo entra no sono chamado de REM (rapid eye moviment ou em português Movimento rápido dos olhos) está experimentando um sono com sonhos.

O sonho e sua história

Na bíblia, alguns dos maiores profetas tiveram suas mensagens reveladas em sonhos. Alguns dos grandes primeiros cientistas tiveram a resolução das suas pesquisas durante os seus sonhos. O grande psicanalista Sigmund Freud lançou o livro “Interpretação dos sonhos” em 1900. Falava basicamente da função do sonho como uma forma do inconsciente realizar os desejos reprimidos pelo funcionamento mental consciente entre outras funções usadas dentro da psicanálise criada por ele. Já seu contemporâneo Carl Gustav Jung acreditava que os sonhos detinham em si significados maiores numa conexão com um inconsciente coletivo e podiam revelar coisas do indivíduo e do seu entorno através de uma análise mais profunda dos signos vivenciados no estado de sono profundo. Alguns neurocientistas atuais acreditam que os sonhos são uma forma do cérebro continuar trabalhando enquanto dormimos, ajustando informações que foram mal compreendidas durante o dia ou mesmo processando e armazenando as emoções pelas quais passamos em certo período da nossa vida.

Mas afinal, os cachorros e gatos sonham?

Curiosamente existe um ponto de convergência para todos esses teóricos. Os seres que experimentam sonhos semelhantes aos dos seres humanos o fazem durante a fase de sono profundo chamado REM. Pesquisas atuais sugerem que mamíferos e aves conseguem ter esse tipo de sono. Diferente dos seres humanos que demoram em torno de 2 horas para entrarem em REM, a maioria dos animais que convivem conosco demoram por volta de 20 minutos para conseguirem dormir profundamente e começarem a sonhar. Ou seja: cachorros e gatos sonham sim!

Como são os sonhos dos animais? Eles têm pesadelos?

Acredita-se que os cachorros e gatos sonham com diferentes coisas, momentos e situações, assim como nós. Os sonhos podem ser felizes ou pesadelos. Infelizmente não conseguimos ter a confirmação por uma psicanálise com discussão entre nós e os animais. Mas certamente podemos inferir algumas suposições. Observar nossos cães mexerem as patas como estivessem correndo deitados enquanto balançam a cauda nos leva a acreditar que estão tendo um sonho prazeroso correndo em algum lugar que conhecem e os agrada. No entanto quando os vemos chorando latindo e rosnando podemos extrapolar esse comportamento inconsciente dos animais como um pesadelo e que seus cérebros estão processando informações e imagens que os deixa incomodados a ponto de refletirem o incômodo em seus corpos adormecidos.

Relação entre sono e comportamento do cachorro ou gato

Animais que sofrem com privação de sono por viverem em ambientes extremamente barulhentos ou inadequados podem desenvolver problemas de comportamento: ansiedade, depressão e, dependendo do grau de privação, podem até morrer. Então se você tem um animal de estimação, o ideal é oferecer um bom lugar para ele dormir, seja uma casinha (veja aqui) ou uma caminha (veja aqui) confortável para os cães maiores ou feno (veja aqui) para ratos, hamsters e cavalos (pois é, cavalos também gostam de deitar para dormir). Evitem acordar seu animal se ele estiver dormindo. Lembre-se de que ninguém fica de muito bom humor quando é acordado com susto.

Respeite o espaço e o sono do seu pet

Quando eu era criança entrei na casinha dos nossos cachorros para ficar com nossa Dálmata que dormia lá dentro. Ela se assustou comigo e mordeu meu rosto. Quando percebeu quem eu era, ficou me lambendo e extremamente ansiosa. Por minha vez levei uma bronca gigantesca do meu pai por não respeitar o espaço e o tempo do cachorro. Ele me disse que se eu fizesse isso com meus amigos ninguém ia gostar de mim. Meu pai era desses caras que aproveitava as situações para me explicar como o mundo funciona, como devemos respeitar os outros e principalmente sempre cuidar dos mais fracos.

Cachorros se mexendo enquanto dormem

Algumas pessoas acreditam que enquanto os animais estão se mexendo durante o sono são só espasmos musculares se manifestando. Eu prefiro acreditar na ciência e principalmente em Darwin quando dizia em seu livro “A expressão das emoções nos homens e nos animais” que as diferenças das emoções, razão e comunicação entre os animais e os seres humanos são basicamente quantitativas e não qualitativas. De uma forma ou de outra, o importante é respeitar os horários do sono dos nossos animais, oferecer lugares confortáveis para que eles possam descansar, sentir nosso coração feliz por estarmos fazendo outro ser vivo feliz! Afinal, dormir mesmo sem sonhar é tão bom… Quem não gosta?

Ah, e para quem nunca viu um cachorro sonhando, aqui vai um clássico vídeo da internet que mostra um cachorro durante um sonho aparentemente bastante agitado, tão agitado que o faz “correr” deitado e, na sequência, levantar para continuar correndo, até que…



.....tadinho

Fonte: petlove

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Empresário suspeito de agredir ex-noiva em festa é preso no Rio


Rafael Hermida, de 34 anos, teve prisão decretada pela Justiça e estava foragido

O empresário Rafael Hermida, de 34 anos, suspeito de agredir a ex-noiva, Carolina Mandin, em uma festa na Gávea, zona sul do Rio, foi preso por policiais da Delegacia da Barra da Tijuca (16ª DP) na tarde desta quinta-feira (23). Contra ele foi cumprido um mandado de prisão preventiva por lesão corporal com base na lei Maria da Penha. O empresário estava foragido há duas semanas.

Segundo os agentes, Rafael foi capturado na casa de um amigo, na rua Pedro Bolato, no Jardim Oceânico, zona oeste do Rio. No dia 6 de julho, Rafael teve a prisão decretada pela juíza Maria Daniella de Castro, do 1° Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

Procurado pelo R7, o advogado de Rafael, Vicente Donniti, não atendeu as ligações.

Entenda o caso

A produtora Carolina Mandin registou queixa contra o empresário Rafael Hermida no sábado (13), na delegacia da Gávea (15ª), zona sul do Rio. De acordo com Carolina, o empresário deu socos e pontapés nela durante uma festa no Jockey Club. Rafael Hermida foi indiciado por lesão corporal.

Rafael já está sendo processado por maus-tratos contra duas cadelas de Carolina, Gucci e Victoria, mas não compareceu às duas audiências marcadas no Juizado Criminal da Barra, na zona oeste.

Empresário alega “legítima defesa”

De acordo com o advogado Vicente Donnici, que defende Hermida no caso, a confusão teria começado após Ninna ter “partido para cima” ao vê-lo com uma outra mulher no evento.


— A Carolina, visivelmente embriagada, parece ter se incomodado e foi para cima dele com arranhões e tapas. Rafael inclusive tem marcas dos arranhões que sofreu.

Segundo Donnici, Hermida teria empurrado a jovem para se defender dos tapas que ela estava dando nele e alegou “legítima defesa”.

— Para interromper, ele a empurrou e ela caiu no chão e se cortou. Ele não sabe com que ela se cortou, se foi ele que ocasionou isso, mas no dia seguinte ele ligou para ela, que disse: “Depois que você me empurrou eu bati no chão e cortei o supercílio”. Foi legítima defesa.

De acordo com o advogado, ao menos duas pessoas que conhecem Hermida e Ninna estavam na festa e testemunharam a briga e devem prestar depoimentos a delegacia da Gávea (15ª DP), onde a vítima abriu um boletim de ocorrência.

Ninna esteve no IML (Instituto Médico Legal) onde foi submetida a um exame de corpo de delito. Os dois envolvidos devem prestar depoimento na delegacia que investiga o caso. Segundo a Polícia Civil, imagens das câmeras de segurança foram pedidas e seguranças e funcionários que trabalharam no evento foram intimados a depor.


Agressão de animais

Rafael Hermida já foi processado por Ninna após ser flagrado agredindo as cadelas da jovem. Ela desconfiou do comportamento das cadelinhas Gucci e Victória, e colocou uma câmera escondida que registrou toda a agressão sofrida pelos bichinhos.

O vídeo foi assistido mais de 250 mil vezes na época que foi divulgado, em fevereiro deste ano. Segundo informações da Agência Estado, Hermida não apareceu nas duas audiências marcadas no Juizado Criminal.

Fonte: R7

domingo, 28 de junho de 2015

Cachorro agredido pelo tutor em elevador está sob cuidados de defensoras de animais


Final feliz para Adam, o pug agredido pelo tutor na última segunda-feira no elevador de um prédio em Boa Viagem. O cão foi resgatado por uma defensora de animais que virou sua fiel depositária após prestar queixa do crime na Delegacia de Polícia do Meio Ambiente (Depoma). O momento em que o tutor agride o animal com uma sandália e o arrasta de um lado ao outro foi registrado por uma câmera de segurança.

O vídeo foi assistido pela síndica do prédio – que não quis se identificar – na noite do incidente. No outro dia, ela entrou em contato com Mayne Almeida, 50, defensora dos animais há sete anos, e informou sobre a agressão. Mayne foi então ao local com outra defensora, Amanda Kelle, 20, visitar o animal e conversar com seu tutor.

“Ele gritou com o cachorro quando tocamos a campainha, dizendo para ele sair de lá. Quando abriu a porta, ele passou correndo para o lado de fora e Amanda já pegou ele nos braços”, contou Mayne. “Ele falou que estava em um momento de insanidade quando machucou o animal. Dali levamos o animal e avisamos que, caso ele o quisesse de volta, teria que lutar por ele e ir à delegacia.”

À reportagem da TV Clube/Record, o tutor do cachorro, um cabeleireiro que não revelou sua idade, ressaltou que as agressões foram um “ato impensado” e que vai tentar recuperar o animal na Justiça. O cabeleireiro, que tinha o cachorro há quatro meses, chamava o animal de Roco. O pug foi rebatizado pelas defensoras.

Ontem, após depoimento de duas horas, Mayne explicou na delegacia o acontecido e mostrou as imagens. “Quando eu estava na delegacia, ele (o tutor) ainda me ligou e disse que seu advogado entraria em contato comigo. Mas, para reaver o animal, ele agora precisa prestar uma queixa contra mim e justificar aquilo que todos veem”, explicou. A pena para quem maltrata animais é de três meses a um ano de detenção, além de multa.

O delegado Erivaldo Guerra abriu inquérito para investigar o caso. “O que aconteceu é muito grave e é necessária punição exemplar”, disse Erivaldo. Adam foi levado pelas defensoras a um consultório veterinário, onde foram averiguadas dores nas costas.

Revolta nas redes

A revolta diante das agressões também ganhou espaço nas redes sociais. Citado em alguns comentários, um salão de beleza situado no Pina, onde o tutor do cachorro já trabalhou, publicou um post informando que o profissional já não fazia mais parte de seus quadros e declarando-se “contra quaisquer maus-tratos a animais.”

Fonte: Diário de Pernambuco

domingo, 12 de outubro de 2014

A emocionante história de um garoto deficiente e um cão de 3 patas que vem fazendo o mundo inteiro chorar



Essa é a amizade mais linda e profunda que alguém já tenha visto. Owen e Haatchi são amigos mais que especiais, pois um ajuda o outro. Owen sofre de uma síndrome rara e encontrou em Haatchi forças para viver e ser feliz. O cachorro também é especial, pois foi muito mal tratado, acidentou-se e acabou perdendo uma das patas. Quando Owen e Haatchi se encontraram tiveram uma forte ligação de amor e companheirismo, era como se um soubesse que precisava do outro. Uma linda e emocionante história de amizade e amor, onde as dificuldades são superadas, um ajudando o outro, um buscando forças no outro para continuar, pois Owen diz que o seu melhor amigo é o Haatchi e que ele é tudo em sua vida.

A história vem sendo compartilhada aos montes pelo mundo. Uma amizade dessa é algo de se ver em filmes, mas a história desses dois é tão pura e verdadeira que vem conquistando todos, tanto que virou livro.

Fatos Inéditos

terça-feira, 23 de setembro de 2014

A CAMPANHA ALERTA VERMELHO AVANÇA!


AMPA - Associação Amigos do Peixe-boi
23 de set de 2014 — A Campanha Alerta Vermelho avança e cria o Fundo Alerta Vermelho.



Nas últimas semanas, representantes da Ampa, Batalhão Ambiental e do Ministério Público Federal estiveram reunidos na sede do Ministério Público, em Manaus –AM, para a regulamentação do fundo financeiro, criado pela Ampa, na Campanha Alerta Vermelho, destinado a apoiar a fiscalização de frigoríficos, entrepostos de pesca e o combate ao comércio ilegal de produtos derivados da fauna silvestre; assim como, buscar soluções e alternativas sustentáveis para as comunidades.

De acordo com o diretor-executivo da Ampa, Jone César Silva, o “Fundo Alerta Vermelho” foi criado para dinamizar o gerenciamento de recursos financeiros e evitar os entraves burocráticos que órgãos de fiscalização ambiental do Estado do Amazonas, como o Batalhão Ambiental, por exemplo, sofre para manter suas ações rotineiras de fiscalização.
“Além de auxiliar na manutenção destas instituições, o Fundo será utilizado para oferecer cursos técnicos de reciclagem e capacitação ambiental, que serão oferecidos por especialistas de instituições parcerias, entre elas, o Inpa”, explica Silva.

“O Ministério Público Federal pretende colaborar na medida em que, ao celebrar um termo de ajuste de conduta, poderá fixar como destinação o repasse para esse fundo. Essa participação do Ministério Público confere legitimidade à instituição para que possa acompanhar o trabalho do fundo e solicitar a prestação de contas, o que também é vantajoso, em relação a quem administra o fundo, porque confere transparência para consolidar o trabalho e segurança às pessoas que estão fazendo as doações”, ressalta o Procurador da República, Rafael Rocha.

“O fundo é importante primeiro porque com ele vai vir com a cooperação técnica, que é uma cooperação de informações, educação ambiental, dentro de um planejamento. Com os recursos do fundo, a gente vai poder realizar coisas que o Estado não tem a rapidez de realizar, por conta da burocracia brasileira, que é necessária; mas, para uma organização não governamental como a Ampa, ela facilitaria ser mais rápido para a gente abordar o problema com mais eficiência”, salienta o tenente-coronel do Batalhão Ambiental, Flávio Diniz.

A campanha “Alerta Vermelho” foi lançada no dia 20 de julho e pretende combater a matança cruel e indiscriminada dos botos da Amazônia que servem de isca para a captura de um peixe liso, chamado piracatinga. A iniciativa é Ampa e do Inpa.

AJUDE A COMPARTILHAR NOSSA PETIÇÃO: www.change.org/boto


ACESSE O HOTSITE DA CAMPANHA: www.alertavermelho.org


FACEBOOK AMPA: www.facebook.com/peixeboi.ampa


Agradecemos o apoio de você, em breve enviaremos novas atualizações da Campanha Alerta Vermelho.

Obrigado pelo apoio,

Jone César e equipe Alerta Vermelho.

domingo, 29 de junho de 2014

Boto não é isca


Das centenas de mamíferos que povoam a Amazônia, um animal quase sempre vem à mente de todo brasileiro quando falamos de nossa maior floresta. A beleza, inteligência e graciosidade, aliadas ao folclore que o rodeia, transformam o boto vermelho (ou cor-de-rosa para outros) em um ícone da cultura e biodiversidade brasileiras.

Esse cetáceo endêmico da bacia amazônica, apesar de protegido pela lei brasileira desde 1987, está sendo morto de modo extremamente cruel. Sua carne está sendo utilizada para pescar um tipo de bagre conhecido como piracatinga (Calophysus macropterus).

Esse peixe, praticamente um urubu aquático porque come restos de animais mortos, não tem muito valor, digamos, gastronômico para a população da Amazônia, que já conhece sua fama. Mas está sendo vendido filetado e congelado para outras regiões do país sob outras denominações: douradinha, pintadinha, piratinga, pirosca, pati, pati-bastardo, piraquara, piraguaruga.

Fora do Brasil, ele é exportado principalmente para a Colômbia, onde enganosamente é vendido como capaz ou capacete, um peixe apreciado pelos colombianos, mas que está se tornando escasso devido à sobrepesca.

Uma morte cruel
Desde que a pesca da piracatinga ganhou valor comercial, há pouco mais de dez anos, estima-se que a população de botos vem se reduzindo a uma taxa de 10% ao ano. Apesar de não constar na lista oficial de animais ameaçados do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), não é difícil imaginar o risco que ele corre. O boto vive até 30 anos, começa a se reproduzir por volta dos cinco, e tem apenas um único filhote a cada dois a quatro anos.

A caça ao boto é extremamente cruel. Os animais são presos nas redes e arpoados até a morte. Outro método é ferir o animal com o arpão e amarrá-lo pela cauda a um tronco de árvore, até que o pescador precise utilizá-lo como isca. Nestes casos, os botos podem demorar vários dias para morrer, lutando para se libertar, com fome e extremo sofrimento.

Posteriormente, a carne em decomposição é colocada em caixas de madeira chamadas de curral, atraindo uma grande quantidade de piracatinga. O peixe então é capturado nessas caixas e retirado à mão pelos pescadores.

Moratória não é a única solução
Em uma tentativa de conter a morte dos botos, o Ministério da Pesca e o Ministério de Meio Ambiente brasileiros estabeleceram no dia 22 de maio uma moratória para a pesca do piracatinga. Essa moratória se iniciará em janeiro e terá uma duração de cinco anos.

Apesar de ser uma medida que pode ajudar a combater a matança cruel dos botos, é difícil acreditar que, sozinha, ela consiga resolver o problema complexo, que atravessa fronteiras.

Afinal, matar boto já é ilegal no Brasil há 27 anos, e nem por isso esse cetáceo esta a salvo.

Precisamos de uma solução definitiva e efetiva para salvar o boto. É preciso fiscalizar frigoríficos e fronteiras para garantir que o piracatinga deixe de ser exportado irregularmente para a Colômbia ou outros países da América Latina. É preciso reforçar a polícia ambiental e punir os responsáveis pela morte do boto. É necessário trabalhar com as comunidades ribeirinhas a ajudá-las a entender a importância deste mamífero, o risco que ele está correndo e que o boto, vivo, pode ser um aliado a seu desenvolvimento.


Proteção Animal Mundial

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Já basta!!!!!

Preciso da ajuda de todos vocês em nome daqueles que não podem se defender sozinhos. Preciso que vocês reverberem e amplifiquem esta denúncia nas redes sociais porque esta vai ser a luta dos cavaleiros que não esqueceram seu compromisso de amor e lealdade a seus animais contra o poder do dinheiro e da influência, que trata esses animais como cifras e objetos.

Na manhã deste sábado, 05 de Abril de 2014, dois cavalos morreram eletrocutados nas dependências da Sociedade Hípica Brasileira (SHB) e outros dois estão feridos em estado grave devido a um acidente com uma instalação elétrica precária. Os animais participariam do evento de abertura do calendário hípico da Feerj e foram alojados em baias improvisadas com fiação elétrica exposta. Cavalos, como os responsáveis pela SHB e pela Feerj certamente sabem, são animais irracionais e curiosos que não entendem o que é eletricidade e que representa perigo. Um deles mordeu o fio que pendia solto em sua baia, causando o curto circuito que vitimou os animais. Essa crueldade, esse descaso com a vida e segurança de seres vivos, não aconteceu nas ruas, não aconteceu em uma favela. Aconteceu na zona sul carioca, em um clube de elite e por isso tende a ficar impune.
Nós que vivemos com cavalos, sabemos que acidentes acontecem e é nossa responsabilidade para com esses animais que estejamos alertas para evitar esse tipo de fatalidade. Acontece que um acidente que se repete a cada ano não é mais um acidente. É descaso, é crime ambiental porque deixar fiação elétrica pendendo dentro de uma baia é nada além de negligência e desleixo. Quando você conhece um risco e o assume, existe o dolo não a fatalidade. A SHB expôs voluntariamente esses animais à dor e morte.

Expõe frequentemente e impunemente. Em 2013, durante o concurso de aniversário da SHB, cavalos também foram eletrocutados no mesmo cenário, sob as mesmas condições. O que aconteceu hoje foi uma tragédia anunciada, da qual a administração da SHB e a federação que deveria zelar prioritariamente pelo bem estar dos animais envolvidos em suas provas tentam se esquivar, como é de costume. Só no ano de 2013, um animal morreu de exaustão em uma prova chancelada da Feerj na SHB, outro teve uma parada cardíaca também por exaustão e outros foram eletrocutados com graus diversos de gravidade e agora, graças ao profundo descaso que estas instituições têm pelos seus cavaleiros e cavalos, dois tiveram uma morte dolorosa. Animais amados por seus donos, animais que deram a seus cavaleiros o melhor de si, seu esforço e confiança.

A Feerj, como sempre, alega que não pode fazer nada, embora conste do seu estatuto postura muito diferente. A SHB tentará novamente abafar este novo, reincidente, episódio de maus tratos e negligência. Cavaleiros e amazonas do Rio de Janeiro temem retaliações dentro dos órgãos a que estão filiados. Por eles, amigos e companheiros das pistas, pessoas decentes e honestas que amam seus animais, e pelos cavalos, que foram tirados de nós dessa forma brutal, eu peço a ajuda de vocês e vou ser sincera em meu apelo: não é a primeira vez que tentamos responsabilizar tanto a Feerj quanto a Sociedade Hípica Brasileira pelo que acontece em suas dependências e competições, e repetidas vezes, esbarramos no profundo silêncio com que nossas denúncias são recebidas devido ao poder da influência de seus membros. Quantos cavalos mais morrerão na SHB vítimas de exploração, maus tratos e descaso até que sua administração seja responsabilizada? Para que a morte brutal desses animais não esbarre novamente nesta barreira de silêncio e normalidade erguida em torno dessas instituições, é preciso que a denúncia alcance o maior número possível de pessoas, que lote as caixas de entrada de jornalistas e ouvidorias. Este é o meu pedido de ajuda, e estes são os animais que perderam a vida por causa do descaso da Sociedade Hípica Brasileira e da Federação que deveria protegê-los. “Não podemos fazer nada”, disse a Federação Equestre do Estado do Rio de Janeiro. Mas eu posso. E farei.

Isso é por eles e é só o começo, Sociedade Hípica Brasileira e FEERJ - Federação Equestre do Estado do Rio de Janeiro. Por eles
. — com Suzete Zete.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Beagle recebe recém-nascido com muito carinho


O primeiro encontro de Charlie e sua irmãzinha

O beagle Charlie ficou todo contente com a chegada do mais novo membro da família, a sua irmãzinha recém-nascida. Após o primeiro encontro, Charlie se acalma e com todo amor do mundo, se deita ao lado de seu papai e o bebê.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Nova pesquisa atesta que cães realmente nos amam

Uma nova pesquisa confirma tecnicamente aquilo que já sabemos: que os cães nos amam, que eles precisam de afeto e que eles dão muito afeto. A nova pesquisa usou um processo de escaneamento sofisticado do cérebro dos animais, com permissão de seus guardiões e com liberdade de abandonarem o exame quando quisessem. Os resultados indicaram atividade cerebral acelerada quando eles ouviam uma voz familiar, e não apenas de pessoas que os alimentam. Mais ou menos isso.

O resultado da pesquisa levou a um editorial no NYT dizendo que ‘cães são pessoas também.’ Os pesquisadores querem reconhecimento legal de cães como pessoas, ou algo próximo a isso. Neurociência já é usada em tribunais como evidência, o que abre a possibilidade de pesquisas sobre essa de incluir animais.

Do ponto de vista vegano, esse tipo de avanço é bem-vindo porque quer dizer que com tal reconhecimento os cães não podem ser considerados propriedade e sua procriação comercial poderia ser proibida porque ela implica que o animal seja tratado como tal.

O ideal seria que todo animal fosse tratado como pessoa. Aliás, quem somos nós para decidir quem é uma pessoa ou não? Esse tipo de discussão, embora represente algum tipo de avanço, demonstra como o ser humano é primitivo em sua relação com outras espécies.

ANDA

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Duplas ao mar

Importada do Havaí e da Califórnia, a prática do stand-up paddle por cães (e seus donos) entrou para o rol de novidades do verão carioca. "O Rio é a única cidade do mundo que sedia um campeonato dessa modalidade disputado por cachorros", assegura Marco Antônio Totó, idealizador do torneio, que chega à segunda edição neste domingo (16), às 9 horas, no Quebra-Mar da Barra. Serão aceitas quarenta duplas na prova, que consiste em completar um percurso de 300 metros no menor tempo possível, sem poder sentar na prancha nem cair na água. As inscrições serão feitas no local, uma hora antes da competição, mediante doação de 5 quilos de alimento não perecível. Qualquer animal pode participar, desde que não demonstre stress.

Mundo Animal

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Liberem o medicamento veterinário para Leishmaniose - MILTEFORAN 20mg

Por que isto é importante

Esse medicamento é usado para tratar a Leishmaniose Visceral em cães, com êxito. Ele é permitido em diversos países e no Brasil que é o 4º país no panorama mundial e responde por 90% dos casos da doença na América Latina, o medicamento é proibido. O Laboratório VIRBAC que o produz, tem filial no Brasil e não tem autorização para vendê-lo no Brasil. Milhões de cães são assassinados inutilmente em todo o território nacional por estarem com a doença, sendo que há tratamento para eles. Precisamos desse medicamento em nosso país, bem como, medidas efetivas para combate ao VETOR da leishmaniose. Esse medicamento salvará animais e ajudará a proteger a sociedade dessa doença terrível. Cães sem o parasita, diminuirão a transmissão em pessoas. As medidas de responsabilidade do Estado que diminuem a incidência da doença envolvem a promoção da saúde e nutrição da população mais excluída; diagnóstico precoce e tratamento imediato em humanos e cães, ou seja, exterminar cães que podem ser tratados, não é a saída.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

COMO ELES SOUBERAM ?

Lawrence Anthony, uma lenda viva na África do Sul, autor de 3 livros, entre eles o best-seller O Encantador de Elefantes, valentemente resgatou inúmeros animais selvagens e reabilitou elefantes por todo o planeta, após serem vitimados por atrocidades humanas, entre elas o corajoso resgate dos animais do Zoológico de Bagdá, durante a invasão dos Estados Unidos, em 2003.

No dia 7 de março de 2012, Lawrence Anthony faleceu, mas é sempre lembrado por sua esposa, dois filhos, dois netos e numerosos elefantes. Dois dias após seu falecimento, elefantes selvagens apareceram em sua casa, guiados por duas grandes matriarcas. Outras manadas selvagens apareceram em bandos, para dizer adeus a seu amado amigo.

31 elefantes haviam caminhado pacientemente, por mais de 12 milhas, para chegar à sua residência sul-africana. Como eles souberam?

Ao testemunhar este espetáculo, as pessoas obviamente ficaram abismadas, não só pela inteligência e 'timing' perfeito que os elefantes demonstraram, pressentindo o falecimento de Lawrence, mas também pela profunda emoção que os amados animais causaram, agindo de forma tão organizada, marchando por dois dias, numa fila solene, desde seu 'habitat' até a casa de Lawrence.
Sentindo que haviam perdido um amado amigo humano, moveram-se numa solene procissão fúnebre, para visitar a família enlutada na residência do falecido. Mas, como elefantes da reserva, pastando a milhas de distância, em partes diversas do parque, poderiam saber da morte de Anthony?
A esposa de Lawrence, Françoise, estava particularmente comovida. Havia mais de três anos que os elefantes não visitavam a sua casa! "Se alguma vez houve ocasião em que pudemos realmente sentir a maravilhosa intercomunicação entre todos os seres, foi quando pensamos sobre os elefantes de Thula Thula. O coração de um homem para de bater e os corações de centenas de elefantes se entristecem. O coração tão generoso e dedicado deste homem ofereceu a cura a esses elefantes, e agora eles vêm prestar carinhosa homenagem a seu amigo".
Os elefantes permaneceram por dois dias inteiros homenageando o amigo, sem comer absolutamente nada. Na manhã seguinte, partiram para a longa viajem de volta.


"O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria, se aprende é com a vida e com os humildes".


Cora Coralina


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