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quinta-feira, 4 de agosto de 2016
DOIS TERÇOS DO MUNDO FORAM DESCOBERTOS PELOS PORTUGUESES
Sabia que dois terços do mundo foram descobertos pelos portugueses?
Provavelmente não sabe. Mas é verdade. Foram os primeiros a chegar.
Investigaram. Experimentaram. Desbravaram. Deixando o testemunho da sua presença. Trouxeram novas de sítios que se julgavam inalcancáveis. Em menos de 100 anos mudaram o mundo. A esse Mundo deram novos Mundos.
Materializaram o sonho e modificaram a noção de distância. Fizeram crescer o comércio e o conhecimento científico. Anteciparam a História. Ajudaram ao nascimento de novos países. Foram os primeiros cidadãos do Mundo. E se mais Mundo houvesse lá teriam chegado.
1434 - Cabo Bojador
1471 - Equador
1488 - Cabo da Boa Esperança
1498 - Índia
1500 - Brasil
1513 - China
1522 - Austrália
1542 - Califórnia
1543 - Japão
1550 - Nova Zelândia
Fonte: Portugal Glorioso
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terça-feira, 24 de maio de 2016
Feitiços de amor são traduzidos de papiros egípcios de 1.700 anos
Papiros foram descobertos há mais de um século em cidade a cerca de 160 quilômetros do Cairo, no Egito - Egypt Exploration Society
Magia promete ‘queimar o coração’ de mulher até ela se apaixonar por feiticeiro
RIO — Os populares anúncios que prometem trazer o amor em sete dias são bem mais antigos do que se imagina. Pesquisadores da Universidade de Udine, na Itália, conseguiram decifrar dois papiros egípcios, escritos há aproximadamente 1.700 anos, com feitiços para conquistar a pessoa amada. Em um deles, deuses são invocados para “queimar o coração” de uma mulher até que ela ame o feiticeiro. No outro, palavras mágicas devem ser proferidas para “subjugar” um homem e forçá-lo a fazer tudo o que lhe for mandado.
Segundo o autor das traduções, Franco Maltomini, os dois feitiços não eram direcionados a uma pessoa específica, mas serviam como uma espécie de receita, informa o site Live Science. Quem quisesse lançar a magia precisava apenas inserir o nome do alvo desejado, que os deuses eram invocados. Os papiros são datados do século III d.C., mas a autoria dos feitiços é desconhecida. Os textos são escritos em grego, uma língua amplamente utilizada no Egito na época.
Os papiros foram descobertos há mais de um século pelos arqueólogos Bernard Grenfell e Arthur Hunt, em Oxirrinco, a cerca de 160 quilômetros do Cairo, no Egito, entre centenas de milhares de outros documentos. Ao longo do tempo, os textos foram estudados e traduzidos. Muitos deles fazem parte de coleção da Egypt Exploration Society, do Reino Unido, e armazenados da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
Maltomini é um dos pesquisadores associados baseados em outras universidades, que analisam a traduzem esse material. Os resultados serão publicados na próxima edição da revista “The Oxyrhynchus Papyri“, série de livros focada na publicação de estudos sobre os papiros de Oxirrinco.
Os feitiços decifrados invocam vários deuses gnósticos — Gnosticismo era uma antiga religião que incorporava elementos presentes no Cristianismo —, dizendo que os feiticeiros deveriam queimar uma série de oferendas em uma casa de banho, e o feitiço deveria ser escrito nas paredes.
“Eu vos conjuro, terra e água, pelo demônio que habita em você. E conjuro o destino deste banho para que, enquanto se queima, queime ela (a mulher alvo), que (nome da mãe da mulher alvo) pariu, até que ela venha a mim”, diz um dos textos, seguido por uma série de deuses e palavras mágicas. “Nomes sagrados, inflamem o caminho e queimem o coração dela”.
O outro papiro contém um feitiço para forçar um homem a fazer qualquer coisa que o feiticeiro mandar. O trabalho prescreve que uma série de palavras mágicas devem ser gravadas em uma pequena placa de cobre, que depois deve ser costurada em algo que o alvo usa, como uma sandália ou uma vestimenta.
No verso do papiro existe uma lista de receitas sobre o uso de excrementos de animais para tratar uma série de problemas, incluindo dores de cabeça e hanseníase, e até para melhorar o sexo. Umas das receitas diz que a combinação de mel com as fezes de uma ave, usada de uma forma específica não descrita no texto, serviria para “promover o prazer”.
Fonte: O Globo
Magia promete ‘queimar o coração’ de mulher até ela se apaixonar por feiticeiro
RIO — Os populares anúncios que prometem trazer o amor em sete dias são bem mais antigos do que se imagina. Pesquisadores da Universidade de Udine, na Itália, conseguiram decifrar dois papiros egípcios, escritos há aproximadamente 1.700 anos, com feitiços para conquistar a pessoa amada. Em um deles, deuses são invocados para “queimar o coração” de uma mulher até que ela ame o feiticeiro. No outro, palavras mágicas devem ser proferidas para “subjugar” um homem e forçá-lo a fazer tudo o que lhe for mandado.
Segundo o autor das traduções, Franco Maltomini, os dois feitiços não eram direcionados a uma pessoa específica, mas serviam como uma espécie de receita, informa o site Live Science. Quem quisesse lançar a magia precisava apenas inserir o nome do alvo desejado, que os deuses eram invocados. Os papiros são datados do século III d.C., mas a autoria dos feitiços é desconhecida. Os textos são escritos em grego, uma língua amplamente utilizada no Egito na época.
Os papiros foram descobertos há mais de um século pelos arqueólogos Bernard Grenfell e Arthur Hunt, em Oxirrinco, a cerca de 160 quilômetros do Cairo, no Egito, entre centenas de milhares de outros documentos. Ao longo do tempo, os textos foram estudados e traduzidos. Muitos deles fazem parte de coleção da Egypt Exploration Society, do Reino Unido, e armazenados da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
Maltomini é um dos pesquisadores associados baseados em outras universidades, que analisam a traduzem esse material. Os resultados serão publicados na próxima edição da revista “The Oxyrhynchus Papyri“, série de livros focada na publicação de estudos sobre os papiros de Oxirrinco.
Os feitiços decifrados invocam vários deuses gnósticos — Gnosticismo era uma antiga religião que incorporava elementos presentes no Cristianismo —, dizendo que os feiticeiros deveriam queimar uma série de oferendas em uma casa de banho, e o feitiço deveria ser escrito nas paredes.
“Eu vos conjuro, terra e água, pelo demônio que habita em você. E conjuro o destino deste banho para que, enquanto se queima, queime ela (a mulher alvo), que (nome da mãe da mulher alvo) pariu, até que ela venha a mim”, diz um dos textos, seguido por uma série de deuses e palavras mágicas. “Nomes sagrados, inflamem o caminho e queimem o coração dela”.
O outro papiro contém um feitiço para forçar um homem a fazer qualquer coisa que o feiticeiro mandar. O trabalho prescreve que uma série de palavras mágicas devem ser gravadas em uma pequena placa de cobre, que depois deve ser costurada em algo que o alvo usa, como uma sandália ou uma vestimenta.
No verso do papiro existe uma lista de receitas sobre o uso de excrementos de animais para tratar uma série de problemas, incluindo dores de cabeça e hanseníase, e até para melhorar o sexo. Umas das receitas diz que a combinação de mel com as fezes de uma ave, usada de uma forma específica não descrita no texto, serviria para “promover o prazer”.
Fonte: O Globo
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segunda-feira, 4 de abril de 2016
Casas subterrâneas do povo Kaingang
Os kaingang, uma das 305 atuais etnias do Brasil, já habitavam o Planalto Meridional Brasileiro três mil anos antes da chegada dos europeus. Estes povos eram conhecidos como Proto-Kaingang, povos da Tradição Taquara ou Povo das Casas Subterrâneas.
A arqueologia do sul do Brasil tem dado atenção, desde a década de 60, a um tipo muito especial de antiga ocupação humana encontrada em muitos pontos de planalto nos estados de São Paulo, Paraná e, principalmente, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de alguns achados semelhantes próximos ao litoral, no sul de Santa Catarina.
Para se proteger do inverno rigoroso que castiga as elevadas regiões do Sul do Brasil, chamados Campos de Cima da Serra, construíam suas casas de forma enterrada, mantendo-as, assim, protegidas dos ventos fortes e gelados que cortam o planalto.
Por vezes, as paredes eram compactadas com argila mais fina, resultando em uma camada de revestimento. O teto era apoiado sobre estacas: uma estaca principal no centro, que descia até o chão da casa, e estacas laterais, que irradiavam do mastro central e se apoiavam na superfície do solo, na parte externa. Este teto ficava pouco acima do nível do terreno, garantindo ventilação, iluminação e trânsito.
Trata-se de verdadeiras casas circulares, escavadas na terra: em alguns casos, em rocha basáltica, em outros, em basalto composto ou rocha mole de arenito. Suas dimensões são variáveis; os registros mais importantes revelam estruturas com tamanhos médios entre 2 e 13 metros de diâmetro com profundidade média de 2,5 a 5 metros de altura, havendo casos registrados de 4 e até 6 metros de profundidade. Segundo a descrição de vários pesquisadores, com base nas casas melhor conservadas, sobre a cova circular que delimitava a casa, erguia-se uma cobertura de folhas sustentada em uma armação de madeira, em parte fixada na base da casa, e em parte fixada nas bordas laterais da cova, inclusive com o auxílio de pedras.
Em algumas casas os arqueólogos mencionam ter encontrado um revestimento de piso e, em outras, revestimento em pedra nas paredes ou parte delas.
Ainda que, em um número significativo de sítios arqueológicos se encontrem casas subterrâneas isoladas, é comum encontrar-se conjuntos dessas casas, seja formando
pares, seja formando verdadeiras aldeias de mais de 5 casas, sendo vários os
agrupamentos entre 8 e 10 delas, e havendo, mesmo, casos de mais de 20 casas em um mesmo lugar. O espaçamento entre essas casas varia de 1 a 10 metros, em média.
Ainda que alguns arqueólogos tenham sugerido que as casas subterrâneas não teriam sido, de fato, casas de habitação, mas apenas centros cerimoniais, a posição mais comum e sustentável indica que realmente essas estruturas eram a residências dos grupos humanos que as construíram. O arqueólogo André Prous também descarta a hipótese de que as casas maiores fossem apenas centros cerimoniais, enquanto as menores seriam de moradia, uma vez que, com freqüência, as casas maiores ocorrem isoladas ou estão presentes justamente nos menores conjuntos de casas subterrâneas.
Screen Shot 2016-02-18 at 9.47.08 PM
É importante, porém, observar-se a época em que as casas subterrâneas foram construídas e habitadas, para pensarmos na relação delas com outras formas de habitação antigas dos Kaingang. A arqueologia brasileira tem relacionado as casas subterrâneas com o que convencionou chamar de “tradição Taquara-Itararé”. Segundo Prous, para essa tradição “até há pouco, as datações mais antigas eram
exclusivamente do Rio Grande do Sul, entre o primeiro e o sexto século de nossa era.
Várias outras obtidas para o mesmo estado, Argentina e Paraná eram do século XIV, e duas do início do período histórico. Recentemente, datações de 475 AD (fase Candoi) e 500 AD na Argentina vieram mostrar que a cultura das casas subterrâneas desenvolveu-se em diversas regiões, grosso modo, na mesma época, e não se pode descartar a possibilidade de aparecerem, com as novas pesquisas, datações tão antigas quanto a, isolada por enquanto, de 140 AD para a fase Guatambu, cujo término foi datado de 1790 AD”.
Fonte: Multiplica
A arqueologia do sul do Brasil tem dado atenção, desde a década de 60, a um tipo muito especial de antiga ocupação humana encontrada em muitos pontos de planalto nos estados de São Paulo, Paraná e, principalmente, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de alguns achados semelhantes próximos ao litoral, no sul de Santa Catarina.
Para se proteger do inverno rigoroso que castiga as elevadas regiões do Sul do Brasil, chamados Campos de Cima da Serra, construíam suas casas de forma enterrada, mantendo-as, assim, protegidas dos ventos fortes e gelados que cortam o planalto.
Por vezes, as paredes eram compactadas com argila mais fina, resultando em uma camada de revestimento. O teto era apoiado sobre estacas: uma estaca principal no centro, que descia até o chão da casa, e estacas laterais, que irradiavam do mastro central e se apoiavam na superfície do solo, na parte externa. Este teto ficava pouco acima do nível do terreno, garantindo ventilação, iluminação e trânsito.
Trata-se de verdadeiras casas circulares, escavadas na terra: em alguns casos, em rocha basáltica, em outros, em basalto composto ou rocha mole de arenito. Suas dimensões são variáveis; os registros mais importantes revelam estruturas com tamanhos médios entre 2 e 13 metros de diâmetro com profundidade média de 2,5 a 5 metros de altura, havendo casos registrados de 4 e até 6 metros de profundidade. Segundo a descrição de vários pesquisadores, com base nas casas melhor conservadas, sobre a cova circular que delimitava a casa, erguia-se uma cobertura de folhas sustentada em uma armação de madeira, em parte fixada na base da casa, e em parte fixada nas bordas laterais da cova, inclusive com o auxílio de pedras.
Em algumas casas os arqueólogos mencionam ter encontrado um revestimento de piso e, em outras, revestimento em pedra nas paredes ou parte delas.
Ainda que, em um número significativo de sítios arqueológicos se encontrem casas subterrâneas isoladas, é comum encontrar-se conjuntos dessas casas, seja formando
pares, seja formando verdadeiras aldeias de mais de 5 casas, sendo vários os
agrupamentos entre 8 e 10 delas, e havendo, mesmo, casos de mais de 20 casas em um mesmo lugar. O espaçamento entre essas casas varia de 1 a 10 metros, em média.
Ainda que alguns arqueólogos tenham sugerido que as casas subterrâneas não teriam sido, de fato, casas de habitação, mas apenas centros cerimoniais, a posição mais comum e sustentável indica que realmente essas estruturas eram a residências dos grupos humanos que as construíram. O arqueólogo André Prous também descarta a hipótese de que as casas maiores fossem apenas centros cerimoniais, enquanto as menores seriam de moradia, uma vez que, com freqüência, as casas maiores ocorrem isoladas ou estão presentes justamente nos menores conjuntos de casas subterrâneas.
Screen Shot 2016-02-18 at 9.47.08 PM
É importante, porém, observar-se a época em que as casas subterrâneas foram construídas e habitadas, para pensarmos na relação delas com outras formas de habitação antigas dos Kaingang. A arqueologia brasileira tem relacionado as casas subterrâneas com o que convencionou chamar de “tradição Taquara-Itararé”. Segundo Prous, para essa tradição “até há pouco, as datações mais antigas eram
exclusivamente do Rio Grande do Sul, entre o primeiro e o sexto século de nossa era.
Várias outras obtidas para o mesmo estado, Argentina e Paraná eram do século XIV, e duas do início do período histórico. Recentemente, datações de 475 AD (fase Candoi) e 500 AD na Argentina vieram mostrar que a cultura das casas subterrâneas desenvolveu-se em diversas regiões, grosso modo, na mesma época, e não se pode descartar a possibilidade de aparecerem, com as novas pesquisas, datações tão antigas quanto a, isolada por enquanto, de 140 AD para a fase Guatambu, cujo término foi datado de 1790 AD”.
Fonte: Multiplica
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quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Klementinum: Uma das Mais Belas Bibliotecas do Mundo!
Localizada em Praga, capital da República Tcheca, o complexo arquitetônico barroco que abriga a Biblioteca Klementinum é um dos mais belos exemplos deste estilo.
Sua história remonta à existência de uma capela dedicada a São Clemente, no século 11. Um mosteiro dominicano foi fundado no período medieval, sendo depois transformado, em 1556, em um colégio jesuíta. Em 1622, os jesuítas transferiram a biblioteca da Charles University para o Klementinum, e o colégio foi absorvido pela Universidade em 1654. Os jesuítas permaneceram até 1773, quando o Klementinum foi estabelecido como um observatório, biblioteca e universidade pela imperatriz Maria Theresa da Áustria.
A preciosa edificação abriga mais de 20.000 volumes e foi votada como a mais majestosa e impressionante biblioteca do mundo.
A biblioteca está aberta em quase todos os dias de manhã até que à tarde.
Para mais informações, visite o site klementinum.com (em inglês).
Os afrescos que decoram o teto são criação de Jan Hiebl, e apresentam motivos alegóricos sobre educação, bem como retratos de santos jesuítas, antigos patronos da biblioteca e outras pessoas proeminentes.
Ela também abriga uma preciosa coleção de globos geográficos e astronômicos, na sua maioria, feitos por padres jesuítas, que também também construíram relógios astronômicos.
Fonte: TudoPorEmail
sábado, 3 de outubro de 2015
Pequenas e Encantadoras Pinturas a Óleo de Dina Brodsky
artista Dina Brodsky possui duas paixões: pintura em miniatura e ciclismo. Utilizando seus cadernos de esboços, fotografias e recordações que acumulou nos últimos 10 anos de aventuras ciclísticas, ela criou esta série de pinturas em miniatura, que chama de “Guia de Ciclismo de Lilliput”, um projeto iniciado em 2015. Cada miniatura toma cerca de10-20 horas para ficar pronta, e nelas são empregadas técnicas de pintura a óleo usadas no Renascimento, combinadas com materiais modernos, como Plexiglas. Convidamos você a mergulhar neste mundo fascinante da arte em miniatura!
Fonte: TudoPorEmail
Fonte: TudoPorEmail
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
A Beleza das Estrelas do Mar Em Macrofotografias
Mais uma vez, o fotógrafo e biólogo marinho Alexander Semenov nos surpreende com um fascinante projeto em que exibe a complexa e intrincada beleza das estrelas do mar. Embora, à primeira vista, os objetos das imagens a seguir pareçam almofadas feitas de luzes e néon, ao olharmos mais de perto, descobriremos o lado mais fascinante da natureza nas formas destas criaturas marinhas…
Para ver mais trabalhos de Alexander Semenov, visite a suas página web e do Facebook.
Fonte: tudoporemail
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segunda-feira, 24 de agosto de 2015
24 de agosto - 61 Anos da Morte do Presidente Getúlio Vargas
Getúlio Dornelles Vargas (São Borja, 19 de abril de 1882 — Rio de Janeiro, 24 de agosto de 1954) foi um advogado e político brasileiro, líder civil da Revolução de 1930, que pôs fim à República Velha, depondo seu 13º e último presidente, Washington Luís, e, impedindo a posse do presidente eleito em 1 de março de 1930, Júlio Prestes.
Foi presidente do Brasil em dois períodos. O primeiro período foi de 15 anos ininterruptos, de 1930 até 1945, e dividiu-se em 3 fases: de 1930 a 1934, como chefe do "Governo Provisório"; de 1934 até 1937 como presidente da república do Governo Constitucional, tendo sido eleito presidente da república pela Assembleia Nacional Constituinte de 1934; e, de 1937 a 1945, como presidente-ditador, durante o Estado Novo[nota 2] implantado após um golpe de estado.
No segundo período, em que foi eleito por voto direto, Getúlio governou o Brasil como presidente da república, por 3 anos e meio: de 31 de janeiro de 1951 até 24 de agosto de 1954, quando se suicidou. Getúlio era chamado pelos seus simpatizantes de "o pai dos pobres", frase bíblica (livro de Jó-29:16)[1] e um dos títulos de São Vicente de Paula,[2] e, título criado pelo seu Departamento de Imprensa e Propaganda, o DIP, enfatizando o fato de Getúlio ter criado muitas das leis sociais e trabalhistas brasileiras. A sua doutrina e seu estilo político foram denominados de "getulismo" ou "varguismo". Os seus seguidores, até hoje existentes, são denominados "getulistas". As pessoas próximas o tratavam por "Doutor Getúlio", e as pessoas do povo o chamavam de "O Getúlio", e não de "Vargas".
Cometeu suicídio no ano de 1954, com um tiro no coração, em seu quarto, no Palácio do Catete, na cidade do Rio de Janeiro, então capital federal. Getúlio Vargas foi considerado o mais importante presidente da história do Brasil. Sua influência se estende até hoje. A sua herança política é invocada por pelo menos dois partidos políticos atuais: o Partido Democrático Trabalhista (PDT) e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Getúlio Vargas foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria, em 15 de setembro de 2010, pela lei nº 12.326.
17º Presidente do Brasil Brasil
Período 31 de janeiro de 1951
a 24 de agosto de 1954
Vice-presidente Café Filho
Antecessor(a) Eurico Gaspar Dutra
Sucessor(a) Café Filho
14° Presidente do Brasil Brasil
Período 3 de novembro de 1930
a 29 de outubro de 1945
Vice-presidente Nenhum
Antecessor(a) Junta Governativa Provisória
Sucessor(a) José Linhares
Senador pelo Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul
Período 1º de fevereiro de 1946
a 31 de janeiro de 1951
13º Presidente do Rio Grande do Sul
Período 25 de janeiro de 1928
a 9 de outubro de 1930
Vice-presidente João Neves
Antecessor(a) Borges de Medeiros
Sucessor(a) Osvaldo Aranha
Ministro da Fazenda
Período 15 de novembro de 1926
a 17 de dezembro de 1927
Presidente Washington Luís
Antecessor(a) Aníbal Freire da Fonseca
Sucessor(a) Oliveira Botelho
Deputado federal pelo Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul
Período 3 de maio de 1924
a 15 de novembro de 1926
Deputado estadual pelo Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul
Período 25 de janeiro de 1917
a 3 de maio de 1924
Período 25 de janeiro de 1909
a 25 de janeiro de 1913
Vida
Nome completo Getúlio Dornelles Vargas
Nascimento 19 de abril de 1882
São Borja, Rio Grande do Sul,
Brasil
Morte 24 de agosto de 1954 (72 anos)
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro1908.gif Distrito Federal , Brasil
Dados pessoais
Alma mater Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Cônjuge Darci Sarmanho (1911–1954)
Partido Republicano Rio-grandense (1909–1929)
Aliança Liberal (1929–1946)
Trabalhista Brasileiro (1946–1954)
Religião Catolicismo
Profissão Advogado
Fonte: Wikipédia
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sexta-feira, 10 de julho de 2015
10 de julho - Dia Mundial da Lei
O Dia Mundial da Lei surgiu com a intenção de lembrar a importância do cumprimento do Direito, em 1965, quando muitas nações adotaram a ideia do então presidente dos Estados Unidos da América, Dwight D. Eisenhower, que, em 1958, instituiu o 1º de maio como Dia da Lei no país. Do verbo latino ligare, que significa aquilo que liga, ou legere, que significa aquilo que se lê, a palavra lei significa, de acordo com o site Wikipedia uma norma ou conjunto de normas jurídicas criadas através dos processos próprios do ato normativo e estabelecidas pelas autoridades competentes para o efeito.
De acordo com o 4º juiz-corregedor, Wilson Safatle Faiad, o Dia da Lei tem sua importância na medida em que todos passem a perceber a lei no seu cotidiano. "A lei é o primeiro instrumento do Estado Democrático de Direito, enquanto instrumento formal disponibilizado pelo Estado para a condução da sociedade à paz social, afirma Faiad, esclarecendo que é a lei que torna possível uma forma civilizada para se viver em sociedade e é ela que regula todas as relações, sejam elas econômicas, sociais ou individuais. Já o juiz-auxiliar da Presidência e ouvidor-geral do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), Aureliano Albuquerque Amorim, ressalta que a Lei, antes de tudo, é o resultado do fato social, ou seja, tem origem na própria sociedade, em seus costumes e posicionamentos morais.
Lembrando que o cidadão não pode alegar como excludente de suas obrigações o desconhecimento da lei, o vice-presidente do TJGO, desembargador Vítor Barboza Lenza, aponta a importância que deve ser dada pela sociedade à lei, já que é projetada, discutida, aprovada, sancionada e publicada pelo regime publicista."Qualquer brasileiro ou estrangeiro em nosso país tem a obrigação de respeitar a norma legal", afirma Lenza, explicando que a legislação é um ordenamento jurídico-social que obriga a todos à obediência aos seus parâmetros legislativos, independente de qualquer conotação, defunção, raça ou estágio social.
O surgimento das leis
Um dos mais antigos conjuntos de leis escritas já encontrados é o Código de Hamurabi, oriundo da antiga Mesopotâmia e elaborado pelo rei Hamurabi por volta de 1700 A.C.. O documento foi encontrado por uma expedição francesa em 1901 na região da antiga Mesopotâmia, correspondente a cidade de Susa, no Irã.
Segundo o juiz-auxiliar da Presidência e ouvidor-geral do TJGO, durante o império romano, as leis eram trancadas a sete chaves, posto que os detentores do poder assim o faziam para que pudessem aplicar os seus regulamentos de acordo com suas próprias vontades."Assim, se o réu fosse um vassalo, de menor importância no seio social, o rigor era maior. Agora, se fosse um nobre, as leis poderiam ser modificadas, resultando em penalidades menores ou até mesmo na absolvição. A falta de publicidade daquelas previsões legais, impedia que o povo tivesse consciência daquilo que podia ou não realizar, razão pela qual houve uma movimentação social no sentido de que as leis fossem tornadas públicas. Nomeou-se uma comissão (naquela época também tinha) para a realização do trabalho, de modo que as principais determinações legais fossem escritas e delas fosse dado conhecimento geral ao público", explica Aureliano.
O ouvidor-geral ressalta que foi assim que surgiram a historicamente famosa"Lei das 12 tábuas", nas quais foram esculpidas as principais normas legais da época, normalmente relacionadas ao Direito patrimonial e de família."Com o tempo e as guerras, as tábuas originais desapareceram quase por completo, não se sabendo ao certo qual era o teor das mesmas. As informações existentes sobre seu conteúdo não possuem caráter oficial", afirma. Segundo Aureliano, o interessante é que desde aquela época, o princípio da publicidade das leis está no cotidiano do direito,"situação observada até mesmos nos dias atuais"."Mesmo aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente da República, a lei só existe após a sua publicação no Diário Oficial, fazendo as vezes das 12 antigas tábuas do Império Romano".
A teoria mais aceita para explicar o surgimento da lei, segundo Aureliano, é de que ela passa por três situações."O fato social, assim considerado como o acontecimento de real importância para a sociedade; O Valor, ou seja, a análise deste fato social em face dos princípios éticos e morais de cada sociedade; e por fim a Norma, exteriorizada pela lei devidamente aprovada pelos organismos políticos de nossa nação, surgida da análise dos pontos anteriores", pontua. O juiz-auxiliar ainda destaca que em alguns países, principalmente os de origem inglesa, a existência de leis escritas é restrita, trabalhando o direito em face dos costumes e dos casos anterior julgados. Já no Brasil, o"sistema é o da lei escrita, do Direito Positivado, originário do Direito Romano".
Por fim, Aureliano afirma que é necessário a melhoria do nível dos legisladores em nosso país."Só assim teremos leis mais bem elaboradas e de acordo com as necessidades sociais. A eleição vem aí, é um bom momento para fazer a nossa parte para que isso ocorra", conclui.
Fonte: JusBrasil
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segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Tutancâmon usava bengala e teve pênis embalsamado a 90 graus
Aparência completa do rei egípcio foi revelada em um estudo recente
Foto: Daily Mail / Reprodução
Os pais do rei egípcio eram irmãos - o que teria causado problemas genéticos e disfunções hormonais
Em um dos estudos mais profundos sobre Tutancâmon, cientistas europeus e africanos conseguiram recriar a imagem do rei egípcio através de mais de 2 mil escâneres e autópsias virtuais. Segundo as análises genéticas, Tutancâmon tinha dentes tortos, quadril de mulher e uma deficiência na perna que o fazia mancar. As informações são do Daily Mail.
Pelo mapeamento genético, os cientistas conseguiram descobrir que os pais de Tutancâmon eram irmãos – por isso, ele apresentava diversos problemas hereditários, o que pode ter causado sua morte.
Apesar do mito de que o rei teria morrido em consequência de um acidente de carruagem, o estudo revela que esta informação é impossível, já que o rei egípcio precisava de bengalas para se movimentar, tendo uma das pernas bastante torta.
Ainda de acordo com o estudo, o rei sofria de distúrbios hormonais, o que teria causado o quadril largo, por exemplo, e a morte prematura durante a juventude. O radiologista egípcio Ashraf Selim disse que as autópsias virtuais mostram que “os dedos do pé eram divergentes, ou seja, tortos”. Também foi encontrada uma fratura no joelho que pode ter infeccionado e causado sua morte em 1323 a.C.
Casal alemão devolverá ao Egito esteira faraônica roubada
Algumas revelações curiosas sobre sua mumificação também foram feitas pelos cientistas: o rei teve o pênis embalsamado a 90 graus (como se estivesse ereto), estava coberto por um líquido preto e teve o coração retirado para que as pessoas pensassem que fosse um deus – inspirado em Osíris, como explicou o professor Salima Ikram, da Universidade Americana do Cairo. Em seu sarcófago, foram encontradas 130 bengalas – que teria usado ao longo da vida para andar.
As descobertas foram reveladas em um documentário da BBC One chamado “Tutankhamun: The Truth Uncovered”.
Foto: Daily Mail / Reprodução
Os pais do rei egípcio eram irmãos - o que teria causado problemas genéticos e disfunções hormonais
Em um dos estudos mais profundos sobre Tutancâmon, cientistas europeus e africanos conseguiram recriar a imagem do rei egípcio através de mais de 2 mil escâneres e autópsias virtuais. Segundo as análises genéticas, Tutancâmon tinha dentes tortos, quadril de mulher e uma deficiência na perna que o fazia mancar. As informações são do Daily Mail.
Pelo mapeamento genético, os cientistas conseguiram descobrir que os pais de Tutancâmon eram irmãos – por isso, ele apresentava diversos problemas hereditários, o que pode ter causado sua morte.
Apesar do mito de que o rei teria morrido em consequência de um acidente de carruagem, o estudo revela que esta informação é impossível, já que o rei egípcio precisava de bengalas para se movimentar, tendo uma das pernas bastante torta.
Ainda de acordo com o estudo, o rei sofria de distúrbios hormonais, o que teria causado o quadril largo, por exemplo, e a morte prematura durante a juventude. O radiologista egípcio Ashraf Selim disse que as autópsias virtuais mostram que “os dedos do pé eram divergentes, ou seja, tortos”. Também foi encontrada uma fratura no joelho que pode ter infeccionado e causado sua morte em 1323 a.C.
Casal alemão devolverá ao Egito esteira faraônica roubada
Algumas revelações curiosas sobre sua mumificação também foram feitas pelos cientistas: o rei teve o pênis embalsamado a 90 graus (como se estivesse ereto), estava coberto por um líquido preto e teve o coração retirado para que as pessoas pensassem que fosse um deus – inspirado em Osíris, como explicou o professor Salima Ikram, da Universidade Americana do Cairo. Em seu sarcófago, foram encontradas 130 bengalas – que teria usado ao longo da vida para andar.
As descobertas foram reveladas em um documentário da BBC One chamado “Tutankhamun: The Truth Uncovered”.
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sábado, 18 de outubro de 2014
AULA DE HISTÓRIA...
COMENTARISTA LÚCIA HIPPÓLITO MERECE UM TROFÉU !
Urgente Aula de História- Lúcia Hippólito, comentarista politica da CBN
“Nascimento” do PT:
O PT nasceu de cesariana, há 29 anos. O pai foi o movimento sindical, e a mãe, a Igreja Católica, através das Comunidades Eclesiais de Base.
Outros orgulhosos padrinhos foram os intelectuais, basicamente paulistas e cariocas, felizes de poder participar do crescimento e um partido puro, nascido na mais nobre das classes sociais, segundo eles: o proletariado.
“Crescimento” do PT:
O PT cresceu como criança mimada, manhosa, voluntariosa e birrenta. Não gostava do capitalismo, preferia o socialismo. Era revolucionário. Dizia que não queria chegar ao poder, mas denunciar os erros das elites brasileiras.
O PT lançava e elegia candidatos, mas não "dançava conforme a música". Não fazia acordos, não participava de coalizões, não gostava de alianças. Era uma gente pura, ética, que não se misturava com picaretas.
O PT entrou na juventude como muitos outros jovens: mimado, chato e brigando com o mundo adulto.
Mas nos estados, o partido começava a ganhar prefeituras e governos, fruto de alianças, conversas e conchavos. E assim os petistas passaram a se relacionar com empresários, empreiteiros, banqueiros.
Tudo muito chique, conforme o figurino.
“Maioridade” do PT:
E em 2002 o PT ingressou finalmente na maioridade. Ganhou a presidência da República. Para isso, teve que se livrar de antigos companheiros, amizades problemáticas. Teve que abrir mão de convicções, amigos de fé, irmãos camaradas.
Pessoas honestas e de princípios se afastam do PT.
A primeira desilusão se deu entre intelectuais. Gente da mais alta estirpe, como Francisco de Oliveira, Leandro Konder e Carlos Nelson Coutinho se afastou do partido, seguida de um grupo liderado por Plínio de Arruda Sampaio Junior.
Em seguida, foi a vez da esquerda. A expulsão de Heloisa Helena em 2004 levou junto Luciana Genro e Chico Alencar, entre outros, que fundaram o PSOL.
Os militantes ligados a Igreja Católica também começaram a se afastar, primeiro aqueles ligados ao deputado Chico Alencar, em seguida, Frei Betto.
E agora, bem mais recentemente, o senador Flávio Arns, de fortíssimas ligações familiares com a Igreja Católica.
Os ambientalistas, por sua vez, começam a se retirar a partir do desligamento da senadora Marina Silva do partido.
Quem ficou no PT?
Afinal, quem do grupo fundador ficará no PT? Os sindicalistas.
Por isso é que se diz que o PT está cada vez mais parecido com o velho PTB de antes de 64.
Controlado pelos pelegos, todos aboletados nos ministérios, nas diretorias e nos conselhos das estatais, sempre nas proximidades do presidente da República.
Recebendo polpudos salários, mantendo relações delicadas com o empresariado. Cavando benefícios para os seus. Aliando-se ao coronelismo mais arcaico, o novo PT não vai desaparecer, porque está fortemente enraizado na administração pública dos estados e municípios. Além do governo federal, naturalmente.
É o triunfo da pelegada.
Lucia Hippolito
O PERIGO É O SILÊNCIO
Eu pediria a todos que receberem esse e-mail o favor de ler o texto por inteiro, com calma e atenção e, se puder e entender que seja pertinente, gastar um tempinho, para reenviá-lo a todos da sua lista.
Diamantina, Interior de Minas Gerais, 1914.
O jovem 'Juscelino Kubitschek', de 12 anos, ganha seu primeiro par de sapatos.
> Passou fome. Jurou estudar e ser alguém. Com inúmeras dificuldades, concluiu o curso de Medicina e se especializou em Paris.
> Como Presidente, modernizou o Brasil.
> Legou um rol impressionante de obras e; humilde e obstinado, era (E AINDA É) querido por todos. Brasília, 2003.
Lula assume a presidência. Arrogante, se vangloria de não haver estudado.
> Acha bobagem falar inglês. 'Tenho diploma da vida', afirma. E para ele basta.
> Meses depois, diz que 'ler é um hábito chato'.
Quando era 'sindicalista', percebeu que poderia ganhar sem estudar e sem trabalhar - sua meta até hoje.
Londres, 1940.
Os bombardeios são diários, e uma invasão aeronaval nazista é iminente.
O primeiro-ministro W. Churchill pede ao rei George VI que vá para o Canadá.
Tranquilo, o rei avisa que não vai.
Churchill insiste: então que, ao menos, vá a rainha com as filhas. Elas não aceitam e a filha entra no exército britânico; como 'Tenente-Enfermeira', e, sua função é recolher feridos nos bombardeios.
Hoje ela é a 'Rainha Elizabeth II'. Brasília, 2005.
A primeira-dama (? que nada faz para justificar o título) Marisa Letícia, requer 'cidadania italiana' - e consegue.
> Explica, candidamente, que quer 'um futuro melhor para seus filhos'.
E O FUTURO DOS NOSSOS FILHOS, CIDADÃOS E TRABALHADORES BRASILEIROS?
Washington, 1974.
A imprensa americana descobre que o presidente Richard Nixon está envolvido até o pescoço no caso Watergate. Ele nega, mas jornais e o Congresso o encostam contra a parede, e ele acaba confessando.
> Renuncia nesse mesmo ano, pedindo desculpas ao povo. Brasília, 2005.
Flagrado no maior escândalo de corrupção da história do País, e tentando disfarçar o desvio de dinheiro público em caixa 2, Lula é instado a se explicar.
> Ante as muitas provas, Lula repete o 'eu não sabia de nada', e ainda acusa a imprensa de persegui-lo.
> Disse que foi 'traído', mas não conta por quem.
Londres, 2001.
O filho mais velho do primeiro-ministro Tony Blair é detido, embriagado, pela polícia.
> Sem saber quem ele é, avisam que vão ligar para seu pai buscá-lo.
> Com medo de envolver o pai num escândalo, o adolescente dá um nome falso.
> A polícia descobre e chama Blair,' que vai sozinho à delegacia buscar o filho'.
> Pediu desculpas ao povo pelos erros do filho. Brasília, 2005.
O filho mais velho de Lula é descoberto recebendo R$ 5 milhões de uma empresa, financiada com dinheiro público. Alega que recebeu a fortuna vendendo sua empresa, de fundo de quintal, que não valia nem um décimo disso.
O pai, raivoso, o defende e diz que não admite que envolvam seu 'filhinho nessa sujeira'? ? ?
Nova Délhi, 2003.
O primeiro-ministro indiano pretende comprar um avião novo para suas viagens.
Adquire um excelente, brasileiríssimo 'EMB-195', da 'Embraer', por US$ 10 milhões. Brasília, 2003.
Lula quer um avião novo para a presidência. Fabricado no Brasil não serve.
> Quer um dos caros, de um consórcio franco-alemão. Gasta US$ 57 milhões e,
> AINDA, manda decorar a aeronave de luxo nos EUA. 'DO BRASIL NÃO SERVE'.
E você, já decidiu o que vai fazer nos próximos minutos?
Vamos repassar esse e-mail para nossos contatos!
Vamos dar ao BRASIL uma nova chance!
Ele precisa voltar para o caminho da dignidade.
Nós não merecemos o desgoverno que se instalou em nosso País e temos a OBRIGAÇÃO de acordar e lutar antes que seja tarde.
'O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons.'
Martin Luther King
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Descoberta enorme tumba no norte da Grécia do tempo de Alexandre, o Grande
Arqueológos dizem que é o maior cemitério já encontrado no país
ANFÍPOLIS, GRÉCIA - A descoberta de uma enorme tumba no Norte da Grécia, que data do tempo de Alexandre, o Grande, da Macedônia, entusiasmou os moradores do país no Mediterrâneo, distraindo-os da terrível crise que a economia local enfrenta há anos. Gregos, assim como arqueólogos do mundo todo, agora se perguntam quem estaria enterrado em um túmulo tão imponente.
A descoberta aconteceu no início de agosto. Segundo o site da BBC, uma equipe de arqueólogos gregos liderados por Katerina Peristeri desenterrou o que, dizem as autoridades, seria o maior cemitério já descoberto no país. O achado está num monte na Anfípolis antiga, uma grande cidade do reino da Macedônia, 100km a leste de Thessaloniki, segunda maior cidade da Grécia.
A estrutura remonta ao final do século IV a.C., e o muro ao redor dele é de 500 metros de circunferência, superando as dimensões do local de enterro do pai de Alexandre, Filipe II, em Vergina, a oeste de Thessaloniki.
- Estamos observando com admiração e com profunda emoção a escavação em Amphipolis. Este é um monumento enterro de dimensões únicas e impressionante maestria artística. Os mais belos segredos estão escondidos logo abaixo de nossos pés - disse o ministro da Cultura da Grécia, Konstantinos Tasoulas
Dentro da tumba, foram encontrados dois cariátides(estátuas de mulheres com túnicas) de cerca de 2,7 metros de altura, colocados ali, possivelmente, para afastar instrusos da câmara principal. O novo sítio arqueológico está sob proteção policial 24 horas por dia. A ideia é manter jornalistas e turistas afastados enquanto os cientistas realizam seu trabalho.
Só a equipe de arqueólogos pode dar pistas sobre quem está enterrado ali, mas os envolvidos ainda estão entretidos em medidas para preservar o local (uma das câmaras da tumba corre o risco de desabar). Para a população dos vilarejos ao redor do sítio, entretanto, não há dúvidas de que Alexandre, o Grande, é o dono do túmulo. Mas esta afirmação é tratada como especulação pelo governo grego, já que, até hoje, acredita-se que Alexandre estaria enterrado em algum lugar do Egito.
O Globo
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
175º Aniversário do Ernesto Carneiro Ribeiro é celebrado em Doodle
O 175º Aniversário do Ernesto Carneiro Ribeiro é o tema do Doodle do Google exposto na página inicial do buscador nesta sexta-feira (12). Médico, professor e linguista, nasceu em Itaparica, na Bahia, em 1839. Cuidadoso na correção da linguagem, foi pioneiro no Brasil em debates linguísticos na revisão ortográfica do Código Civil Brasileiro e envolveu-se em polêmicas com seu ex-aluno, Ruy Barbosa.
Doodle do Google celebra 175º Aniversário do Ernesto Carneiro Ribeiro (Foto: Reprodução/Google)Doodle do Google celebra 175º Aniversário do Ernesto Carneiro Ribeiro (Foto: Reprodução/Google)
O linguista destacou certos aspectos do português praticado no país que não eram percebidos pelos gramáticos, e tornou a língua a primeira com gramática adaptada em função da língua falada. Publicou A redação do projeto do código civil e A réplica do Dr. Ruy Barbosa (1905). Ribeiro morreu em sua terra natal, em 1920, aos 81 anos. Nesta sexta, são completados e celebrados 175 anos do seu nascimento.
techtudo
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
RIO – O brasileiro Ian Leitão Ferreira, aluno de engenharia com 20 anos de idade, sagrou-se campeão mundial de Excel 2007 em disputa realizada no evento “Certiport 2014 Microsoft Office Specialist World Championship” , ocorrido entre 27 e 30 de julho em Anaheim, na Califórnia.
Com a vitória, Ian tornou-se o primeiro brasileiro a vencer em uma das categorias do campeonato que, este ano, congregou mais de 400 mil candidatos de 130 países, que disputaram para mostrar sua destreza no uso dos recursos oferecidos pelos produtos Microsoft Office. A final reuniu 123 estudantes competindo nas categorias Word 2007, Excel 2007, PowerPoint 2007, Word 2010, Excel 2010 e PowerPoint 2010.
“Mais de 740 mil exames foram submetidos como parte da competição e os campeões mundiais em Microsoft Office estão no topo de um grupo de elite formado por indivíduos que sabem como usar as ferramentas do Office efetivamente”, declarou no blog oficial da Microsoft Brasil Bob Whelan, presidente e CEO da Pearson VUE, empresa de desenvolvimento de exames de certificação em tecnologia.
“A certificação de especialista em Microsoft Office continua a crescer em popularidade e permite que mais estudantes provem que têm habilidades acadêmicas e de trabalho para ter sucesso”, complementou.
De acordo com Margo Day, vice-presidente de educação da Microsoft nos EUA, “a certificação de Microsoft Office Specialist dá aos estudantes uma forma tangível de estar preparado para a universidade e uma carreira. Afinal, o mercado de trabalho de hoje exige proficiência no uso do computador e todos os indivíduos que conquistam a certificação têm uma credencial valiosa que atesta suas habilidades”.
Cearense de Fortaleza, Ian ganhou um tablet Surface PRO 3, uma bolsa de estudos no valor de US$ 5.000 (R$ 11.500), uma medalha e uma taça de campeão.
“Passei um ano inteiro estudando, me preparando muito com meus professores e o time da SOS. Estudei em casa e trabalhei duro para estar aqui. Fiquei muito orgulhoso e feliz com o resultado do esforço”, relata Ferreira, que contou com o suporte da SOS Vocational Education e da ETC Brasil.
“Antes dessa competição, eu pensava que a certificação iria me ajudar na minha carreira. Agora, com o prêmio, creio que tudo isso irá me ajudar muito, é inacreditável”, rejubila-se.
O Globo
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sexta-feira, 25 de julho de 2014
Teresa de Benguela
Teresa de Benguela foi a mulher de José Piolho, que chefiava o Quilombo do Piolho (ou Quariterê), em Guaporé, O Quilombo do Quariterê em Cuiabá ficava próximo à fronteira de Mato Grosso com a Bolívia. Sob a liderança da Rainha Teresa (viúva), a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão por duas décadas, sobrevivendo até 1770, quando o quilombo foi destruído pelas forças de Luiz Pinto de Souza Coutinho e a população (79 negros e 30 índios), morta ou aprisionada.
A Rainha Teresa comandou a estrutura política, econômica e administrativa do Quilombo, mantendo um sistema de defesa com armas trocadas com os brancos ou resgatadas das vilas próximas. Os objetos de ferro utilizados contra a comunidade negra que lá se refugiava eram transformados em instrumento de trabalho, visto que dominavam o uso da forja.
O Quilombo do Quariterê, além do parlamento e de um conselheiro para a rainha, desenvolvia agricultura de algodão e possuía teares onde se fabricavam tecidos que eram comercializados fora dos quilombos, como também os alimentos excedentes. Mato Grosso.1
O dia de 25 de julho é instituído no Brasil, pela Lei número 12.987, como o Dia Nacional de Teresa de Benguela e da Mulher Negra2
Wikipédia
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segunda-feira, 15 de julho de 2013
Museu de Londres reúne melhores fotos de natureza do mundo
O holandês Frans Lanting só “se deu conta” de que poderia ser um fotógrafo quando já tinha “vinte e poucos anos”, depois de um diploma em ciências sociais. Com ídolos como Ansel Adams, ele acabou se mudando para a Califórnia, onde vive até hoje, 25 anos depois de ter dado início à carreira. Aqui ele retrata um grupo de elefantes no Parque Nacional de Chobe, em Botsuana (Foto: Frans Lanting /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Em parceria com a BBC, o Museu de História Natural de Londres publica o livro Masters of Nature Photography, uma seleção das melhores imagens das últimas 49 edições do concurso anual Wildlife Photography of the Year (Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano, em tradução livre).
Nascido na Alemanha, Christian Ziegler tem nutrido uma fascinação por florestas tropicais desde a adolescência. Com 19 anos conheceu a Tailândia e um tempo depois fez um mestrado em biologia tropical. Nesta imagem clicada no Panamá, ele retrata um morcego após inúmeras tentativas (Foto: Christian Ziegler /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Organizado pelas duas instituições britânicas, o renomado concurso premia todos os anos as cem melhores fotografias retratando cenas de natureza e vida selvagem.
Dez fotógrafos tiveram suas imagens selecionadas para o livro comemorativo, entre eles veteranos considerados "lendas" no tema e jovens "mestres" que têm se destacado.
Após tirar sua primeira foto com 15 anos, o americano Jim Brandenburg focou seu trabalho na fotografia de animais e lugares selvagens, descrita por ele como “pintar a beleza da natureza com uma câmera”. Com mais de 50 anos de carreira e diversos prêmios, o americano de Minnesota tem atuado cada vez mais na Europa. Nesta imagem, dois cavalos poloneses konik foram retratados na reserva de Oostvaardersplassen, na Holanda, que tenta recriar ambientes pré-históricos da Europa (Foto: Jim Brandenburg /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography). .
Cada um escolheu dez fotos que julgaram ser mais representativas de seu trabalho ao longo dos anos.
Assim como outros fotógrafos escandinavos, o norueguês Pål Hermansen apresenta um bom domínio de luz, motivado pelas características da região, que conta com as luzes do norte e os meses de longas noites. Seu primeiro livro foi lançado em 1985, e desde então seguiram-se outras 30 publicações. Esta imagem de 2005, tirada em Svalbard, na Noruega, mostra o “café da manhã” de um urso polar (Foto: Pål Hermansen /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
"Alguns diriam que há outros fotógrafos de natureza de igual estatura que, assim como eles, também foram agraciados com o prêmio. Mas juntos, estes dez representam o conjunto de uma obra que abrange 30 anos de trabalho, diferentes nacionalidades e distintas maneiras de ver o mundo da natureza", diz a organização do livro.
BBC Brasil
Em parceria com a BBC, o Museu de História Natural de Londres publica o livro Masters of Nature Photography, uma seleção das melhores imagens das últimas 49 edições do concurso anual Wildlife Photography of the Year (Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano, em tradução livre).
Nascido na Alemanha, Christian Ziegler tem nutrido uma fascinação por florestas tropicais desde a adolescência. Com 19 anos conheceu a Tailândia e um tempo depois fez um mestrado em biologia tropical. Nesta imagem clicada no Panamá, ele retrata um morcego após inúmeras tentativas (Foto: Christian Ziegler /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Organizado pelas duas instituições britânicas, o renomado concurso premia todos os anos as cem melhores fotografias retratando cenas de natureza e vida selvagem.
Dez fotógrafos tiveram suas imagens selecionadas para o livro comemorativo, entre eles veteranos considerados "lendas" no tema e jovens "mestres" que têm se destacado.
Após tirar sua primeira foto com 15 anos, o americano Jim Brandenburg focou seu trabalho na fotografia de animais e lugares selvagens, descrita por ele como “pintar a beleza da natureza com uma câmera”. Com mais de 50 anos de carreira e diversos prêmios, o americano de Minnesota tem atuado cada vez mais na Europa. Nesta imagem, dois cavalos poloneses konik foram retratados na reserva de Oostvaardersplassen, na Holanda, que tenta recriar ambientes pré-históricos da Europa (Foto: Jim Brandenburg /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography). .
Cada um escolheu dez fotos que julgaram ser mais representativas de seu trabalho ao longo dos anos.
Assim como outros fotógrafos escandinavos, o norueguês Pål Hermansen apresenta um bom domínio de luz, motivado pelas características da região, que conta com as luzes do norte e os meses de longas noites. Seu primeiro livro foi lançado em 1985, e desde então seguiram-se outras 30 publicações. Esta imagem de 2005, tirada em Svalbard, na Noruega, mostra o “café da manhã” de um urso polar (Foto: Pål Hermansen /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
"Alguns diriam que há outros fotógrafos de natureza de igual estatura que, assim como eles, também foram agraciados com o prêmio. Mas juntos, estes dez representam o conjunto de uma obra que abrange 30 anos de trabalho, diferentes nacionalidades e distintas maneiras de ver o mundo da natureza", diz a organização do livro.
BBC Brasil
sábado, 30 de março de 2013
REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES
Imperdível para amantes da língua portuguesa, e claro também para Professores.
Isso é o que eu chamo de jeito mágico de juntar palavras simples para formar belas frases.
REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES
Tema:'Como vencer a pobreza e a desigualdade'
Por Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - RJ
'PÁTRIA MADRASTA VIL'
Onde já se viu tanto excesso de falta?
Abundância de inexistência...
Exagero de escassez...
Contraditórios?
Então aí está!
O novo nome do nosso país!
Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe.
Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil, está mais para madrasta vil.
A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira.'
Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir.
Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa.
A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade.
Uma segue a outra...
Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição.
Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí.
O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito.
Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura.
As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)...
Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra?
De que serve uma mãe que não afaga?
E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo.
Cada um por todos.
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas.
Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil?
Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil?
Ser tratado como cidadão ou excluído?
Como gente... Ou como bicho?
Premiada pelaUNESCO, Clarice Zeitel Vianna Silva, 26, estudante que termina Faculdade de Direito da UFRJem julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio daOrganização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade.' A redação deClariceintitulada 'Pátria Madrasta Vil',foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site daBiblioteca Virtual da UNESCO.
domingo, 16 de dezembro de 2012
Projeto Aquarius embala 4 mil pessoas no Complexo do Alemão
Evento leva música erudita e popular à comunidade pacificada no Morro do Adeus
RIO - A chuva não esfriou os ânimos das 4 mil pessoas que, segundo bombeiros e organização do evento, compareceram à apresentação da Orquestra Sinfônica Brasileira, no concerto do Projeto Aquarius na noite deste sábado no alto do Morro do Adeus, no Complexo do Alemão.
A festa, que começou por volta das 21h, foi apresentada por Regina Casé e a jornalista Ana Paula Araújo, âncora do RJTV 1ª edição, da TV Globo, e trouxe uma rara oportunidade aos moradores da comunidade. Muitos deles jamais haviam assistido a um concerto de música erudita.
— Nunca vi a OSB, era impossível perder essa chance. A música é bem difertente do que costumo ouvir, mas estou adorando - disse Sueli Meneses, que saiu da Comunidade de Nova Brasília com a irmã, Marlene, só para conferir o espetáculo de música clássica.
Mas a dupla também estava ansiosa por outra parte do evento: a inauguração da árvore de Natal.
— Os fogos são sempre lindos. Não é como a árvore da Lagoa, mas é a do Morro do Adeus, também vale muito a pena — vibra Marlene.
Muito aguardada também é a participação de Alcione, a Marrom, que vai subir ao palco para cantar seus grandes sucessos e algumas canções natalinas, e dos percussionistas do Grupo Cultural AfroReggae.
O governador Sergio Cabral disse que o poder público está cada vez mais presente na comunidade, mas lembrou que ainda há muitos desafios:
— É impressionante. Agora posso comparar os dois projetos Aquarius realizados no Alemão, o do ano passado e este: e vejo como o ambiente está mais solto, a energia melhorou, as pessoas estão mais felizes. Claro que ainda temos muitos desafios, sobretudo a empregabilidade e geração de investimentos. Mas avançamos muito. Eu fico muito feliz com isso. O poder público está cada vez mais presente. E isso reforça: não basta segurança, é preciso cultura, arte e emoção - disse Cabral.
Sob a regência do maestro Roberto Minczuk, os músicos da Orquestra Sinfônica Brasileira tocou trechos da ópera “O morcego”, de Strauss; “Bachianas brasileiras nº 4”, de Villa-Lobos; e a suíte de “O Quebra-nozes”, de Tchaikovsky.
— É a segunda noite que estamos aqui no Alemão, e é sempre um presente, ainda mais porque estamos perto do Natal. Teremos música de primeira qualidade — disse o maestro Roberto Minczuk.
A estrutura de 18 metros de diâmetro e cobertura oval foi montada próxima à estação de teleférico do Morro do Adeus.
O ator Marcos Frota também prestigiou o evento:
— Fui convidado e vim correndo. Por tudo: desde a vista, que é lindíssima, até a música, que é magnífica. A comunidade ganha um presente - afirma.
O concerto desta noite faz parte das comemorações pelo 40º aniversário do Projeto Aquarius.
O Globo
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Judeu alemão relembra infância como vizinho de Hitler
Um judeu alemão relatou à BBC como foi passar uma parte de sua infância como vizinho do líder nazista Adolf Hitler.
O historiador Edgar Feuchtwanger contou que tinha apenas cinco anos quando Hitler se mudou para a rua onde ele morava com a família.
Ele se lembra de sua mãe falando naquela época de como eles tinham menos leite porque "o leiteiro deixou muitas garrafas" na casa do líder nazista.
Feuchtwanger cresceu em um bairro rico de Munique e ainda se lembra da primeira vez que viu Hitler caminhando na rua. Foi no começo da década de 30, quando ele saiu para um passeio com sua babá. Na época, tinha oito anos.
Feuchtwanger viu o líder nazista vestido com um casaco e chapéu, saindo de um prédio de apartamentos.
"Ele olhou diretamente para mim. Acho que não sorriu", diz.
Algumas pessoas pararam e gritaram a saudação "heil Hitler". Em resposta, ele levantou o chapéu antes de entrar no carro que o esperava.
"Claro que eu sabia quem ele era, mesmo sendo um menino. Como chanceler, ele dominava toda a cena (política do país)", conta Feuchtwanger.
Sem medoNaquele momento, porém, a figura de Hitler ainda não gerava medo em Feuchtwanger. "Apenas fiquei curioso de ver ele ali", afirma.
O alemão de 88 anos admite que é estranho lembrar do líder nazista como um vizinho. "Falo sobre como vivi na mesma rua que Hitler como se não fosse grande coisa", diz. "É difícil pensar que pessoas que você viu quase diariamente foram responsáveis por virar o mundo de cabeça para baixo."
Em seu caminho para a escola, Feuchtwanger passava em frente ao prédio onde ficava o luxuoso apartamento do líder nazista, na Prinzregentenplatz, 16, e parava com frequência para tentar ver o chanceler.
"Hitler vinha a Munique nos finais de semana. Sabíamos que ele estava em casa quando podíamos ver os carros estacionados do lado de fora", lembra.
A chegada de Hitler era marcada pelos pneus cantando. Ele vinha em um comboio de três carros, com um grupo de guarda-costas e, logo, um som de botas batendo no chão podia ser ouvido de longe.
As pessoas costumavam parar para saudar o líder nazista. "Toda a coisa nazista estava sendo inculcada em nós na escola", explica Feuchtwanger, acrescentando que os professores faziam as crianças da época desenharem suásticas ou listar os inimigos da Alemanha.
Visita da GestapoNa metade da década de 30 algumas famílias de judeus alemães ainda não se sentiam ameaçadas pelo nazismo, mas isso mudou rapidamente.
O irmão mais velho do pai de Feuchtwanger, Lion, por exemplo, era um autor de teatro famoso por sua posição contra o nazismo e depois de uma viagem, não voltou mais para a Alemanha.
Os pais de Feuchtwanger pensavam que, de alguma forma, poderiam não ser atingidos pelo nazismo.
No dia 10 de novembro de 1938, porém, oficiais da Gestapo foram a casa da família logo pela manhã para levar o pai de Feuchtwanger, Ludwig. "Eles não o trataram mal. Minha mãe foi muito corajosa", conta o historiador.
Pouco depois, a Gestapo voltou com caminhões e caixas para levar os livros mais valiosos da grande biblioteca da família. "Eles disseram que iriam 'garantir a segurança dos livros'", afirma.
Os dois episódios ocorreram em meio a uma grande onda de violência organizada de nazistas contra judeus na Alemanha e partes ocupadas da Áustria.
Presos em casa
A partir deste momento, Feuchtwanger não podia mais sair de casa nem ir para a escola e passou a conviver apenas com a mãe e familiares próximos.
"Nos sentíamos muito impotentes, (pensando) que alguém poderia nos matar e ninguém faria nada."
A família esperou por notícias de Ludwig durante seis semanas e tudo o que sabiam é que ele tinha sido levado com um dos tios de Feuchtwanger para o campo de Dachau, perto de Munique.
Um dia, sem aviso, o pai de Feuchtwanger foi liberado e chegou em casa exausto e doente.
Quando ele voltou, a família tomou a decisão de deixar a Alemanha e, com a ajuda de familiares que já estavam fora do país, todos conseguiram os vistos para ir para a Grã-Bretanha.
Em fevereiro de 1939, Feuchtwanger e seu pai embarcaram em um trem para Londres. Ludwig voltou para pegar o resto da família e, em maio daquele ano, todos estavam na Inglaterra.
Eles nunca mais voltaram à Alemanha e apenas Feuchtwanger visitou Munique na década de 50.
Ele estudou em Cambridge e deu aulas na Universidade de Southampton, além de publicar vários livros de história e biografias. Casou-se com uma britânica e teve três filhos.
BBC Brasil
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
31 de Outubro - Dia do Saci: folclore brasileiro tem criaturas do além!
Entre todos os entes do folclore brasileiro, a MULA SEM CABEÇA é um dos mais assustadores. Vira mula sem cabeça a mulher que se engraça com um padre e, para quebrar o encantamento, é preciso furá-la com um alfinete virgem. Apesar de não ter cabeça, ela relincha tão alto que pode ser ouvida a quilômetros de distância.
R7
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Vidas e costumes sob o risco de extinção
Isoladas, tribos indígenas da Etiópia, que mantêm práticas culturais inusitadas, são vítimas de invasões de terras e obras de infraestrutura
A África despede-se aos poucos de um de seus estereótipos mais fortes, suas tribos primitivas. Grupos indígenas desaparecem à medida que surgem quilômetros de asfalto e novas torres de celular. As áreas mais isoladas do continente são conquistadas e não há mais refúgios para as populações nativas. Uma barragem no sul da Etiópia, a maior do país e a mais alta da África, modificará para sempre a paisagem que abriga as diferentes tribos do vale do Rio Omo.
Durante um percurso de 40.000 quilômetros, por 18 países do continente, conheci comunidades nativas que caminham a passos lentos em direção ao século XXI. De todas as etnias, as tribos do vale foram as que mais me impressionaram. A região é enclaustrada: os primeiros ocidentais conheceram o rio e suas etnias há apenas pouco mais de um século. Tribos como hamer, karo, ari, banna ou mursi são os últimos arquétipos de povos nativos com (quase) nenhuma influência da vida moderna. Falam somente seus idiomas, vestem roupas de couro de animais e (ainda) não têm telefones celulares.
Turmi é um vilarejo dentro da área hamer que ganha vida às segundas-feiras, dia de mercado. O movimento só engrena às 11h30: os locais precisam de três a seis horas para chegar a pé até o lugar. Turmi está fora das rotas de comércio e aqui não existem objetos de plástico “made in China”. As mercadorias são básicas: alimentos para sobreviver. É um mercado africano como eram todos os outros há 50 anos. Há mais mulheres que homens, e quase todas usam vestimentas nativas. Elas levam um longo pedaço de pele de cabra pendurado no pescoço, cobrindo a frente do corpo. A borda da pele do animal é decorada com búzios. As laterais estão abertas, deixando transparecer os seios. As costas estão nuas. Estou em território nativo, num dos últimos bastiões de tribos de tradição pastoril. “Você pode entender a base da economia dos hamers pelos produtos do mercado”, afirma Adimas Genebo, um intérprete. “Além da manteiga, eles trazem leite, mel e animais vivos. E voltam com sorgo, milho e folhas de tabaco.”
Corre a notícia de que haverá, depois do mercado, uma cerimônia bullah, a mais importante da tribo hamer. É um rito de passagem, em que um jovem deve saltar sobre seis touros para ser considerado adulto. O ponto de encontro é uma clareira. A primeira parte da cerimônia envolve as mulheres e sempre acontece perto de um rio. “O lugar simboliza a renovação da vida, porque as águas, na época da chuva, limpam a areia”, diz Adimas. “As cenas do ritual são fortes.”
Um grupo de mulheres entra em fila no palco natural. Todas são da família de Gusho, aquele que será iniciado. São irmãs, primas ou tias. Elas preparam a festa há dias e darão, a sua maneira, um exemplo de coragem e motivação para que o rapaz vença a prova. Graças à cerveja de sorgo e ao vinho de mel que tomam desde a véspera, as mulheres estão sob o efeito do álcool, o que as torna atrevidas e destemidas. A tradição hamer manda que as mulheres mostrem que a dor não importa e que a bravura é o valor mais nobre.
O próximo passo é provocar um grupo particular de homens adultos, os mazas. Elas os chamam de covardes, dizem que não são machos e os insultam. Os mazas sorriem. Eles passaram pelo ritual de iniciação e conhecem o procedimento. Os mazas formam um pequeno grupo que percorre o território hamer, participando de cerimônias como o bullah. Eles não têm nenhuma relação de parentesco com Gusho ou com as mulheres. O papel do maz é cumprir a tradição, sem estar envolvido emocionalmente com a família que organiza a festa. Depois de tanta zombaria e escárnio, os mazas tomam em suas mãos varas flexíveis de 2 metros de comprimento, os miceres. A provocação escrita no roteiro hamer serve como estopim para a ação masculina. Eles revidam os insultos açoitando as costas das mulheres audaciosas. É esta a reação que elas buscam: que a vara bata com vigor em seu corpo e que possam mostrar a Gusho quanto elas aguentam a dor.
O episódio não é um show, é um ritual baseado num sistema de vida tradicional e simbólico. As mulheres estão em transe. Saltam nas pontas dos pés, gritam e tocam a infernal corneta no rosto dos mazas. Provocam para receber mais chicotadas. Algumas mulheres expõem vários cortes de um palmo de comprimento nas costas, e o sangue brota. Quando vejo as gotas escorrendo, fico arrepiado, imaginando a dor que sentem. No lombo das mais maduras, há cicatrizes das cerimônias do passado. Cabe aos mais idosos avisar quando o ritual termina. Com palavras pacificadoras, eles pedem às mulheres para abandonar o recinto. Enfim, terminam os flagelos.
Caminhamos 500 metros, para longe do rio. Sigo a multidão e entro no mato. Caio numa clareira ampla, onde encontro dezenas de touros e bezerros machos. Os mazas estão sentados no chão, num canto da clareira. Gusho chega com os anciãos. Ele tem 20 e poucos anos e deveria ter feito o bullah antes. Segundo um membro da família, ele passou os últimos anos no mato, longe da aldeia, cuidando do rebanho, razão do atraso. Seu cabelo foi cortado de forma bizarra. Os mazas aproximam-se do rebanho para escolher seis touros fortes. Todos são zebus, com corcovas grandes. Os mazas, os anciãos da família e os amigos íntimos de Gusho seguram os animais. Seis deles agarram o rabo, outros seis a cabeça e os chifres dos touros.
Tudo está preparado para o ritual de iniciação. Gusho precisa saltar, caminhar por cima dos seis touros emparelhados e, sem cair, chegar ao outro lado. A tensão é grande. Ele não pode falhar, sua honra está em jogo. Os membros da família estão reunidos para assistir a um momento de glória, e não de fracasso. “Todos zombarão do rapaz se ele não conseguir passar a prova, se tropeçar e cair de um touro”, afirma Adimas. “Não poderá se casar, pois nenhuma mulher vai querer alguém que perdeu o bullah. Provavelmente ele terá de deixar a comunidade.” Gusho está pronto. E completamente nu, símbolo do nascimento para sua nova vida. Veste apenas duas tiras de casca de árvore. Ele toma impulso, corre e salta para chegar à altura das costas do primeiro touro. Sem perder o equilíbrio, coloca o outro pé no segundo animal e, assim, segue adiante. Entre o quarto e o quinto touro, ameaça cair, mas consegue continuar sua caminhada, de braços abertos, sobre a espinha dorsal dos animais – e retorna ao solo firme.
As mulheres tocam suas cornetas com entusiasmo, os gritos femininos são eufóricos. Gusho consegue vencer a primeira prova. Ele tem mais cinco pela frente. Não pode errar nenhuma. Ele se concentra, toma distância e acelera. Levanta seu pé direito e consegue alcançar o dorso do touro branco, a 1 metro de altura. Seu pé esquerdo sobe até as costas do touro cinza, o segundo animal. Como que andando sobre uma ponte frágil e perigosa, ele vence a barreira bovina e chega ao chão. A terceira, quarta e quinta rodadas também são bem-sucedidas. Mais toques de cornetas! Todos gritam palavras de apoio a Gusho, que, com determinação, parte com tudo o que lhe resta de energia. Ele dá seis passos firmes sobre os touros e está de volta ao terreno. Vitória!
Se os saltos sobre os touros emocionaram a plateia, as chicotadas nas mulheres assombram. De um lado, o vigor de uma tradição, repleta de emblemas incompreensíveis; de outro, a violência de um ato que levaria, no mundo ocidental, qualquer maz à cadeia durante anos por chicotear tantas mulheres numa só tarde. Deve o governo etíope, em nome dos direitos humanos ou do desenvolvimento, proibir o ritual dos açoites? Impedindo a manifestação, não estariam as autoridades destruindo um elemento da tradição hamer? Lars Krutak, antropólogo do Instituto Smithsonian especializado em rituais de escarificação, considera que, mesmo se o governo declarar o ritual ilegal, os hamers continuarão com ele. “É uma cerimônia tão antiga como o próprio povo e representa um aspecto essencial da identidade cultural hamer. Sem a participação feminina e o autossacrifício, o ritual perderia força”, afirma Krutak. Ele passou por uma sessão de açoites ao visitar a etnia.
Os povos do Omo estão com seus dias contados por outra razão. A barragem Gibe III está sendo construída no Rio Omo. A entrada de milhares de empregados na região traz as benesses e também os vícios da vida moderna. Segundo a ONG Survival International, a represa, desenhada por italianos e financiada por chineses, não passou por uma avaliação independente de impacto cultural e ambiental, e os povos nativos já sofrem com a invasão de seu território. “A barragem permitirá que empresas estrangeiras irriguem territórios indígenas, arrendados pelo governo etíope para plantar cana-de-açúcar, algodão e palma de óleo”, afirma Stephen Corry, diretor da ONG. “Os povos do Omo não foram consultados e, quando os indígenas protestam, eles são presos. Mais de 100 nativos foram detidos.” O governo de Adis Abeba quer apenas acelerar o crescimento do país.
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