segunda-feira, 9 de maio de 2011

Pesquisa feita por escritora revela que filhos têm orgulho das mães que trabalham


Para a maioria das mães, trabalhar e deixar os filhos sozinhos em casa, ou na escola, gera uma culpa, um sofrimento doloroso. Mas a psicóloga e escritora Cecília Troiano analisou, através de 500 entrevistas, o que se passa na cabeça e no coração de filhos e mães diante dos dilemas do mundo moderno. O resultado pode aliviar e peso na consciência de muitas pessoas.


R7

Brilho diferente em olho leva a diagnóstico de câncer em bebê



A mãe conta que foram prescritos remédios que visam amenizar os efeitos colaterais do tratamento, como uma solução de lactose para combater a constipação, e "um creme maravilhoso para prevenir o ressecamento da pele e a perda de cabelo". "Bem, ela só tem alguns fios, de qualquer maneira", afirma Ali.
A família vem recebendo a visita de enfermeiras duas vezes por semana. Elas monitoram a quimioterapia e realizam testes sanguíneos.

Na Grã-Bretanha, a retinoblastoma afeta um em cada 20 mil bebês por ano e representa 3% dos tipos de câncer no país.

A boa notícia é que 98% das crianças submetidas a tratamento sobrevivem. Mas cerca de 80% das crianças afetadas acabam tendo o olho removido porque a maior parte dos casos não é diagnosticada cedo o suficiente.

Prevenção
Ashwin Reddy, cirurgião ocular infantil e perito em retinoblastoma do Royal London Hospital diz que o tumor é capaz de matar.

“Detectar o reflexo branco ou brilho branco no olho pode fazer uma diferença vital porque, assim, o tumor não vai estar tão evoluído e nós não seremos obrigados a remover o olho’’, afirma.

A quimioterapia é o tratamento padrão para o retinoblastoma, mas também podem ser usados terapia a laser e radioterapia.

Um tipo relativamente novo de quimioterapia no qual medicamentos são submetidos diretamente ao olho por meio de uma artéria na perna evita as tradicionais complicações decorrentes da quimioterapia tradicional, que é aplicada através de uma linha intravenosa central.

Mas ainda não há garantias de que novos tratamentos sejam bem-sucedidos.

Crianças que acabam tendo de ter seu olho removido podem tê-lo substituído por um olho artificial aplicado seis semanas após a operação.

Ali Fryer adverte para a a necessidade de detectar os sinais da retinoblastoma ainda no estágio inicial.

“Se você constatar algo incomum no olho de seu bebê ou de sua criança, por favor leve-a ao médico. Pode muito bem não ser nada e você poderá permanecer tranquilo. Ou pode ser algo que exige tratamento. E se for retinoblastoma, você poderá salvar os olhos de sua criança, se não a própria vida dela.’’



BBC Brasil

Apenas quatro mil dos cerca 50 mil homicídios cometidos por ano no país são resolvidos


RIO - Por que é tão difícil a polícia identificar e prender um assassino no Brasil? A pergunta feita por muitas famílias vítimas desse tipo tragédia expõe uma triste realidade: dos cerca de 50 mil homicídios ocorridos no país por ano, a estimativa de Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da pesquisa Mapas da Violência 2011, divulgada pelo Ministério da Justiça, é de que apenas quatro mil crimes (8%) têm o autor (ou os autores) descoberto e preso. Para se ter uma ideia do problema, são pelo menos cem mil assassinatos sem solução no Brasil até 2007 - e muitos já prescritos dentro do prazo de 20 anos previsto pelo Código Penal Brasileiro - segundo o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Especialistas ouvidos pelo GLOBO na última semana apontam uma série de fatores que prejudicam o esclarecimento dos homicídios: o sucateamento das delegacias; a falta de infraestrutura das polícias técnicas nos estados para obtenção de provas; o déficit do número de investigadores; e a burocracia, além da não integração entre delegados, promotores e a Justiça no andamento dos inquéritos, são alguns.

- O Brasil não tem uma estrutura de segurança pública formada. Não há um sistema nacional integrado para o tema. Há uma resistência grande em abrir a caixa-preta da criminalidade no país. Tem estado, como Alagoas, que o índice de solução de homicídios não chega a 2% - afirma Waiselfisz.

Para agilizar as investigações, o CNMP criou, em parceria com o Conselho Nacional de Justiça, o Ministério da Justiça e os governos estaduais, a Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp), chamada de Meta 2. O objetivo é tentar concluir inquéritos abertos até dezembro de 2007. Na sexta-feira, já eram 95.272 casos de crimes sem conclusão no país. Mas o número passará dos cem mil já que 16 estados vão apresentar hoje relatórios com a estatística atualizada.

Sete meses para encerrar 4 mil casos
A missão de cumprir a Meta 2, porém, será difícil. O prazo dado às polícias para encerrar os casos nos estados com mais de quatro mil inquéritos em andamento terminaria em julho, mas já foi prorrogado para o fim de dezembro por causa da demanda.

- Os problemas não são de agora. A Enasp está jogando luz em cima do problema - diz a juíza federal Taís Ferraz, coordenadora do Grupo de Persecução Penal do Enasp, que cita dificuldades encontradas nas investigações:

- Há situação em que é preciso três pessoas assinarem um documento para realizar determinada diligência. E faltam equipamentos e peritos.

No Rio, o Centro Integrado de Apuração Criminal (Ciac) possui 30 mil inquéritos da capital, sendo 15 mil de homicídios ocorridos até dezembro de 2007.

Dos 15 mil procedimentos abertos, 60% estão prontos para serem arquivados. Ou seja: casos sem qualquer referência dos assassinos ou já investigados, mas com baixa possibilidade de se chegar ao autor. Outros 39% ainda dependem de investigações e apenas 1% tem a autoria identificada.

- Criamos o Programa de Resolução Operacional de Homicídios, com técnicas padronizadas para obter sucesso nas investigações. O conselho do Ministério Público recomendou a outros estados para que exista um padrão nas investigações - diz o procurador de Justiça Rogério Scantamburlo, coordenador do Ciac.


O Globo

'Sean nunca pergunta do Brasil', diz pai em entrevista para TV dos EUA


Foram exibidas as primeiras imagens do menino em quase um ano e meio.
Pai não permite visitas da família brasileira
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Sean Goldman, envolvido em uma batalha judicial entre suas famílias no Brasil e nos Estados Unidos, nunca mais perguntou da família materna desde que retornou a Nova Jersey em dezembro de 2009. A afirmação foi feita pelo seu pai, David Goldman, em entrevista para a rede de TV NBC na noite deste domingo (8). No programa de uma hora de duração, foram exibidas as primeiras imagens do menino em quase um ano e meio.

"Ele nunca pergunta da família do Brasil", disse o David Goldman, que na semana passada lançou o livro "A father's love", pela editora Penguin Books, em que conta a sua versão da disputa pela guarda de Sean.

O pai admitiu que, algumas vezes, Sean afirma sentir falta da mãe.

No programa, também foram exibidas entrevistas com a avó brasileira, Silvana Bianchi, e seus advogados no Brasil e nos EUA. Eles reclamaram que David Goldman não cumpriu acordo para que a família materna pudesse visitar Sean. "Gostaria de expressar a minha preocupação com a situação emocional dele", afirmou Silvana.

A avó acrescentou ainda que o avô do menino, que morreu recentemente, também teria morrido com o peso de não ter visto o neto pela última vez.

David Goldman reagiu às afirmações dizendo que não permite as visitas "porque a família (brasileira) continua apelando na Justiça" e ele teme que o menino seja sequestrado pela avó ou o padrasto, João Paulo Lins e Silva, que se casou com Bruna Bianchi, mãe do menino. O pai disse ainda que o avô não pôde visitar o neto por culpa da avó.


G1

domingo, 8 de maio de 2011

HOMENAGEM ÀS MÃES

Claudia Abreu no papel de mãe

'Eu saio de casa arrastando corrente e aos prantos quando sei que eles estão precisando de mim' | Foto: João Laet / Agência O Dia

Neste Dia das Mães, grávida do quarto filho, atriz não contém a felicidade e assume que esse é seu papel mais importante

Com mais de 20 anos de carreira, Claudia fez, nos últimos tempos, raríssimas aparições. Não participa de uma montagem no teatro desde 2003 e sua última novela foi ‘Três Irmãs’ (2008) — antes fez ‘Belíssima’ (2005) e ‘Celebridade’ (2003). Está no elenco de ‘Todo Mundo Tem Problemas Sexuais’, filme de Domingos Oliveira que estreia na próxima sexta-feira, mas foi rodado em 2007. Um caminho escolhido por ela. “Quando tive minha primeira filha, pensei: ‘Isso aqui é que faz sentido, que é o centro da minha vida. E aí eu vou me adaptar ao resto’. Muitas vezes, eu tenho aberto mão de papéis que eu gostaria de fazer porque naquele momento seria danoso para os meus filhos. A minha profissão é muito forte para mim, mas eu tenho escolhido ser uma mãe presente acima de qualquer coisa”, conta Claudia.

Mesmo quando dá para conciliar, as crianças estão sempre por perto. Felipa era um bebê quando Claudia recebeu o convite para ‘Todo Mundo Tem Problemas Sexuais’, e foi amamentada entre os takes do filme. “Eu tive que me readaptar nas filmagens. Pois você fica muito fora do ar quando acaba de ter filho. Sem ir a um cinema, uma festa, quanto mais encontrar uma galera para trabalhar. Você fica quase autista. E eu tenho estado assim há muitos anos”, brinca.

Da fase de isolamento, o que menos incomoda a atriz é o afastamento do que ela chama de “olho do furacão”. “É um alívio não estar na mídia. É preciso um tempo para ter a minha vida, para ser a pessoa comum que eu sou”, diz ela, que ainda não se conforma com o interesse sobre sua vida particular. “Essa última gravidez foi uma coisa muito louca. Eu falei numa festa de criança, da minha filha, entre amigos, e isso vazou”.

Hoje, Claudia se define como uma “mulher clássica”. Não desses tempos, certamente. Pois além de numerosa, sua prole tem o mesmo DNA — todos frutos do seu casamento com o cineasta José Henrique Fonseca. Com ele, também abriu a produtora Goritzia Filmes, a que tem se dedicado como criadora.

E onde a relação marido e mulher entra nesta equação mãe/dona de casa/profissional? “Você tem que jogar bolinha no sinal, ser malabarista (risos). Fora que você não quer virar só pai e mãe, quer continuar sendo um casal”, confessa. A surpresa do novo bebê também deu uma balançada na rotina já organizada para a criação de três filhos. “Eu agora terei que ter duas babás durante a semana, duas no fim de semana”, faz a conta.

As atividades maternais também ajudam a espantar uma possível crise dos 40. Rosto e corpo de menina, Claudia é adepta do envelhecimento sem neuras. “Quero minhas marcas do tempo, parecer que tenho a idade que tenho. Quero envelhecer com dignidade, mas mantendo preocupação de não me largar”, afirma a atriz, que também não vê problemas na gestação: “Eu sou veterana. Estou grávida há uma década! Me cuido, faço exercícios e alimentação saudável”.

De difícil mesmo em sua vida é saber fechar a porta e dizer adeus: “Eu saio de casa arrastando corrente e aos prantos quando sei que eles estão precisando de mim. Ou, às vezes, nem estão, nem olham pra mim, mas eu mesma é que preciso deles...”

A nudez no cinema
Cheio de humor, amor e sacanagem, ‘Todo Mundo Tem Problemas Sexuais’, de Domingos Oliveira, traz Claudia Abreu como uma conselheira sexual e uma mulher liberal, entre outras intervenções. “É aquela velha história de que tudo é permitido quando se tem amor, você pode fazer qualquer tipo de experiência. A intimidade, quando vem de uma relação afetiva, permite tudo, o respeito já está implícito”, afirma Claudia, que ganhou o papel depois que Maria Mariana teve que recusá-lo por estar envolvida com seus quatro filhos: “Agora sou eu grávida do meu quarto. Acho que o papel leva à fertilidade (risos)”.

Por sugestão do protagonista Pedro Cardoso, o filme não possui cenas de nudez. Sobre o assunto, a atriz é taxativa: “Não é fácil fazer cenas de nudez. Algumas pessoas têm espírito índio, ficam peladas na frente de todo mundo com muita facilidade. Não é o meu caso. Eu acho que tem que ter nudez no cinema sim, desde que ela seja apropriada e de bom gosto. Nunca me neguei em fazer, quando achava apropriado. Graças a Deus foram poucas vezes (risos)”, brinca Claudia. Mas a atriz perde o humor quando essas cenas vão parar na Internet, invariavelmente com apelação erótica.

“Isso é horrível, péssimo. Quando fiz cena de nudez, pedi contratualmente que não fosse tirado de contexto, colocado em trailer, chamada de televisão. Mas a Internet fura qualquer tipo de acordo contratual. E é chato, pois minha filha tem acesso à Internet, os amigos da minha filha também. E tudo fica mais difícil de explicar”.

Se tudo der certo e a barriga não crescer muito, Claudia poderá ser vista em outro trabalho ainda neste ano. Ela foi convidada a participar do seriado ‘Louco Por Elas’, estrelado por Eduardo Moscovis, na Globo. “O João Falcão (diretor) me chamou e quero fazer, mas só se não atrasar muito, ou não vai dar pra esconder a barriga”.


O DIA ONLINE

Entrevista com a mulher que encontrou a cadela Rosinha


Entrevista com Bárbara Levandovski Colombo, que encontrou a cadela Rosinha há três dias pintada de rosa no Bairro Anchieta, em Porto Alegre.


Zero Hora

Rio tem 7 "candidatos" a pai ou mãe para cada criança disponível para adoção

Jéssica, hoje com 18 anos, foi adotada por Fabiana quando tinha apenas 11.

Casais, pessoas divorciadas ou solteiras podem adotar uma criança ou adolescente

À espera de um filho, 2.244 pessoas estão hoje na fila para adoção no Estado do Rio de Janeiro, segundo dados do Cadastro Nacional de Adoção da última de sexta-feira (6). Em todo o país, são mais de 29 mil futuros pais e mães à espera de adoção. No entanto, estão disponíveis no Rio apenas 315 crianças e adolescentes - no Brasil, o total é de 5.459 menores de idade. Assim, no Estado fluminense, há sete pessoas interessadas em adoção para cada criança.

A juíza Ivone Ferreira Caetano, da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da capital, explica que o tempo das ações de adoção depende de vários fatores.

- O tempo de espera para acolher uma criança ou adolescente é proporcional às exigências apresentadas pelos candidatos a pais, como sexo, cor e faixa etária da criança.

Só neste ano, 443 pessoas entraram com pedido no Tribunal de Justiça do Estado para adotar. Em 2010, foram mais de 1.400 processos.

No município do Rio, os interessados em requerer a habilitação para adoção devem participar de uma reunião realizada toda última quinta-feira do mês, às 13h, no auditório da Vara da Infância, onde são orientados sobre os procedimentos e a inscrição no cadastro para adoção.

Quem pode adotar
Casais, divorciados e solteiros podem adotar uma criança. De acordo com a juíza Ivone, ser hétero ou homossexuais também não interfere no processo de adoção.

- Negar-se um pedido de adoção pelo simples fato de os pretendentes apresentarem condição homossexual ou viverem em união homoafetiva seria impedir uma criança de ter carinho, afeto e proteção, além de ser uma atitude discriminatória, vetada pela Constituição Federal. Frise-se que as adoções deste gênero, ocorridas nesta Vara [da capital], têm sido de inteiro êxito.

Ainda segundo a juíza, a legislação não fixa limite de idade para quem for adotar, mas determina que a diferença de idade entre o adotante e o adotando seja de, no mínimo, 16 anos. Também não há idade limite para que uma pessoa seja adotada, sendo que, após a maioridade civil, aos 18 anos, as ações tramitam em Vara de Família.

As regiões Sul e Sudeste se destacam como as que mais têm crianças e adolescentes disponíveis para adoção e pais pretendentes, segundo o cadastro, que mostra também que o Estado de São Paulo está em primeiro lugar nas duas situações, e Rio de Janeiro, em 5º e 6º, respectivamente.

Amor de mãe
A psicóloga Fabiana Toledo já tinha dois filhos biológicos quando decidiu adotar uma menina de 11 anos. Ela realizou o que se chama de adoção tardia, quando a criança tem mais de quatro anos, o que significa que já tem uma história, que pode ser de privação afetiva ou material. Hoje, a filha de Fabiana tem 18 anos. De acordo com a psicóloga, a ligação com a criança não acontece à primeira vista, mas com o dia a dia, assim como é com toda mãe.

- Independe se você é mãe biológica ou adotiva, o amor vem com a convivência diária. Quando se adota, a criança também tem que adotar você. Por isso que é preciso um período de adaptação. Visita-se o abrigo para passar tempo com a criança, depois é um final de semana juntos, até que a leve definitivamente para casa.

Uma das decisões a ser tomada por quem adota crianças menores de quatro anos é contar ou não que a criança é adotada. Para a psicóloga, a resposta é simples: falar a verdade.

- Por que não contar? A gente não conta o que é feio? E a adoção é tão bonita! Adota só quem quer, enquanto muita gente engravida sem querer. Não se deve esconder essa história tão bonita. Na época em que decidi adotar, contei com a opinião dos meus outros filhos, que agora têm um ótimo relacionamento com a irmã.

Sobre as dificuldades diárias de ser mãe adotiva, Fabiana responde que são iguais as que tem com os outros filhos. Ela trabalha como coordenadora de um projeto (o Quintal da Casa de Ana) que funciona em Niterói para ajudar as pessoas interessadas em adoção.

- Não vejo diferença entre ser mãe biológica ou adotiva, pois toda mãe enfrenta o mesmo desafio: lidar com os valores da sociedade atual. É remar contra a maré, pois ensinamos uma coisa em casa e os filhos aprendem algo diferente na escola e na televisão.


R7

Manual para as mães nas redes sociais



”Ai, caramba! Minha mãe pediu para ser minha amiga no Facebook. Aceitei, né? Mas que medo de ela escrever no meu mural ‘oi, Fofuchinho’”. Ih! De fato, quem tem mãe como amiga nas redes sociais deve ficar um pouco #tenso!

Imagine se ela coloca aquela foto que você está vestido de índio com seis anos de idade? Ou vestido de coelhinho na Páscoa de 1982? Hum, nem pensar né?

Para isso, é fundamental que ela tenha um guia de como agir nas redes sociais. A operadora Claro lançou um “Manual para Mães nas redes sociais”. Criada pela Ogilvy & Mather, a série em vídeo dá dicas do que sua “velha” pode e não pode fazer no Twitter, no Facebook e no Orkut.

Se você não quer que sua mãe pague aquele mico (ou melhor, você não quer pagar um king kong com seus amigos) dá um toque para assistir aos vídeos. E não se esqueça de deixar um scrap com feliz dia das mães para ela amanhã, hein?! Vou desejar já para a minha, que ainda não está no Facebook (Ufa!). Só no Orkut e no Twitter..(#PAM!).


Veja os vídeos em:
Época Negócios

Sobe para dez o número de mortos em confronto entre muçulmanos e cristão no Egito


CAIRO - O número de mortos de um confronto armado entre cristãos e muçulmanos, que começou na noite de sábado, no bairro de Imbaba, subúrbio do Cairo, aumentou para dez. Segundo a mídia estatal, outras 186 pessoas ficaram feridas. O primeiro-ministro do país convocou uma reunião de emergência para discutir a violência. O conflito começou quando cerca de 500 islamitas conservadores, conhecidos como salafis, atacaram a igreja de Mar Mina exigindo que cristãos libertassem uma mulher convertida ao Islã para se casar com um jovem.

Houve um tiroteio, e os dois lados jogaram coquetéis molotov e pedras. Soldados e policiais correram para a igreja, dispararam para o ar e usaram bombas de gás lacrimogêneo para dissipar o tumulto, disseram testemunhas.

Uma testemunha informou à agência de notícias Reuters que outra igreja na mesma área estava em chamas e havia sido seriamente danificada.

O Exército do Egito, que interinamente governa o país após a queda do ditador Hosni Mubarak, disse, neste domingo, que vai submeter os 190 presos nos conflitos de sábado ao Supremo Tribunal Militar. O incidente oferece um novo teste para os governantes que comandam o país.

Os salafis têm ganhando mais terreno no Egito. Já os cristãos, a maioria coptas, representam 10% da população. Os confrontos entre eles têm se tornado cada vez mais comum, principalmente no sul do país.


O Globo
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