terça-feira, 10 de maio de 2011

Recém-nascido é achado morto em terreno baldio no RS


Os pais da criança, que teria entre um e três meses, ainda não foram identificados

Um bebê foi encontrado morto dentro de uma mochila em um terreno baldio na cidade de Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul, na noite de segunda-feira (9). A criança foi localizada por uma pessoa que passava pelo local.

A Brigada Militar isolou a área até a chegada do IML (Instituto Médico Legal). De acordo com informações iniciais, a criança teria entre um e três meses de vida. O caso é investigado pelo 2º Distrito Policial da cidade. Os pais da criança ainda não foram identificados.

Outro caso
No sábado (7), o corpo de um bebê recém-nascido foi encontrado em um aterro sanitário, na estrada de Guaraciaba em Mauá, Grande São Paulo. O caso está sendo investigado.

De acordo com informações da SSP (Secretaria de Segurança Pública), os policiais chegaram ao aterro e foram informados pelo gerente que um dos funcionários estava armazenando lixo com uma escavadeira pela manhã, quando encontrou um corpo aparentando ser de um bebê.


R7

Vagas para idosos em shoppings é desrespeitada


Embora a maioria dos 53 shoppings da capital respeite o número de vagas exclusivas para deficientes e idosos determinado por lei, a fiscalização contra o mau uso desses espaços é ineficiente, principalmente no caso dos idosos. Na sexta-feira, o JT visitou cinco centros de compras, um em cada região da cidade. Em dois deles flagrou motoristas parando de forma irregular nesses espaços.

Em outros dois, funcionários disseram ser comum flagrarem a irregularidade e disseram ter dificuldade em coibir o uso inadequado dos espaços. Já os consumidores reclamaram da demora para encontrar um local para parar, levando até 25 minutos rodando em busca de uma vaga.

Os shoppings visitados foram Ibirapuera (zona sul), Anália Franco (zona leste), Center Norte (zona norte), Bourbon (zona oeste) e Pátio Higienópolis (centro). Nos dois primeiros, havia diferença entre as vagas de idosos (que tinham apenas pintura de solo diferenciada) e de deficientes físicos, que, além da pintura, eram isoladas com cones ou cavaletes (leia mais ao lado).

No Anália Franco, às 11h30, ainda havia muitas vagas. Mesmo assim, em meia hora, foi possível flagrar dois motoristas parando na área para idosos do piso térreo. “Sinceramente, parei porque fica mais perto da entrada”, disse a turismóloga Maria Madalena Vito, de 44 anos. “Tenho consciência de que estou errada, mas não achei vaga. Não vejo tanto idoso assim no shopping.”

Pouco depois, o dentista Ricardo Rodrigues, de 46 anos, parou ao lado. “Não tenho constrangimento. Se um idoso tem condições de conduzir, não precisa de vaga preferencial.” Os dois motoristas disseram ter gastado 5 minutos procurando uma vaga comum, mas não viram que havia ao menos 11 delas vazias a poucos metros. Não havia fiscalização.

A história se repetiu no Center Norte, onde um jovem de menos de 30 anos ocupou uma vaga de idoso. No Ibirapuera e no Pátio Higienópolis, seguranças disseram que o desrespeito é comum e quando abordam os motoristas, ouvem todo o tipo de desculpa e há, até mesmo, alguns que se recusam a sair da vaga.

“O grande problema não é o número de vagas, mas a fiscalização”, diz Silvana Cambiaghi, presidente da Comissão de Mobilidade Urbana da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Leis municipais determinam a reserva de 5% de vagas para idosos e 3% para deficientes, mas fiscais da Prefeitura não podem atuar preventivamente nos espaços privados. Só se houver denúncia. “O Código de Trânsito Brasileiro não permite a atuação de agentes”, diz Silvana.

Os shoppings visitados pela reportagem afirmaram que fiscalizam os espaços e encaminham deficientes e idosos à área VIP quando não há lugar, sem cobrança adicional. A prática passou a ser adotada em 2009, após o Ministério Público Estadual (MPE) começar a investigar a questão.

No mesmo ano, começaram a ser assinados Termos de Ajuste de Conduta (TAC) entre o MPE e os estabelecimentos. Hoje são 27 shoppings signatários na capital, mas a punição é branda: multa de 500 cestas básicas em caso de não haver controle das vagas.


Jornal da Tarde

Crianças sonham vingar a morte de Bin Laden


Nas escolas do Paquistão, crianças, incluindo as de famílias ricas, agora sonham vingar a morte de Osama Bin Laden

Após decisão do STF, casal gay registra união estável em Curitiba


Outro casal, porém de mulheres, também oficializou a união estável nesta segunda na capital paranaense

O casal de homossexuais Toni Reis, 43 anos, e David Harrad, 53 anos, registrou no início da tarde desta segunda-feira o contrato de união estável no 6º Tabelionato de Curitiba. Pelo novo entendimento dado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na semana passada, a união entre pessoas do mesmo sexo passa a ser reconhecida como entidade familiar.

— Agora somos uma família com todos os direitos — comemorou Reis, que é presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).

Segundo ele, foi a primeira união registrada após a votação da última quinta-feira. Logo depois, em outro cartório de Curitiba, duas mulheres — Daiana Bruneto e Léa Ribas — também assinaram oficializaram a união estável.

Após a assinatura do documento, que custou R$ 89,30 pela tabela vigente no Paraná, Reis e Harrad foram até a entrada do edifício onde fica o tabelionato para, diante de pedestres, selarem o ato com um beijo. Não houve nenhum protesto de quem passava pela rua e algumas pessoas aproveitaram para tirar fotos.

Reis disse que o evento seria comemorado apenas com um chope em um tradicional local em que normalmente se encontram.

— A festa ficará para daqui a quatro anos, quando faremos bodas de prata.

Neste domingo, Reis já havia informado que registraria nesta segunda-feira a união estável com seu parceiro.

Entenda o que muda com a decisão do STF
Ao ser entendida como família, a união homossexual passa a ser equiparada do ponto de vista jurídico à união heterossexual tradicional. A decisão judicial deverá ser seguida por tribunais inferiores no julgamento de futuras ações, estendendo uma série de garantias constitucionais aos homossexuais. Veja algumas delas:

— Poderão ser beneficiados por planos de saúde e previdência do companheiro (a).

— Também poderão pleitear pensão alimentícia e partilha dos bens em caso de separação.

— Um casal homossexual estará em condições de igualdade a casais heterossexuais em processos de adoção.

— Um casal do mesmo sexo também poderá pleitear financiamento habitacional, somando as rendas individuais como um casal heterossexual.



ZERO HORA

Siameses nascidos na China estão em estado crítico


Devido à proximidade das cabeças, eles têm dificuldade para respirar.
Bebês têm duas espinhas dorsais e dois esôfagos, e dividem demais órgãos.


Hospital de Suibing, em Sichuan, sudoeste da China, exibe imagem de gêmeos siameses: corpo único e duas cabeças, que nasceram dia 5 de maio. Segundo médicos, eles estão em estado crítico, com dificuldades respiratórias devido à proximidade das cabeças.
Bebês siameses pesam 4 kg, medem 51cm, têm duas espinhas dorsais, dois esôfagos e compartilham demais órgãos.


G1

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Que LAR é esse? O abrigo enquanto espaço de acolhimento para crianças e adolescentes


O conceito de moradia estabelecido pelo homem ao longo da história, compreende-se como o local onde seus moradores têm privacidade e onde o período mais significativo das suas vidas se desenvolve. É nele que o ser humano recebe os ingredientes básicos, indispensáveis para a formação da personalidade humana.
O primeiro abrigo começa no ventre materno e se estende até o nascimento, quando é recebido pela vida do lado de fora. Mas quando esse abrigo deixa de ser o lar natural, surgem outras opções:guarda, tutela, adoção e, quando esgotadas todas as demais possibilidades, surge o ABRIGO, enquanto espaços de acolhimento para crianças e adolescentes.

Mas que Lar é esse?

Também gostaria de saber, pois a realidade de muitos Abrigos não condizem com as normas determinadas pelo ECA. A maioria deles, espalhados por todo país, estão longe de assegurar às nossas crianças e adolescentes, tudo aquilo que por Lei lhes são garantidos. São crianças e adolescentes carentes de apoio pedagógico, jurídico, psicológico, social e, principalmente afetivo, vivendo em verdadeiros depósitos, sofrendo a violação dos seus direitos, amargando o gosto do esquecimento até completar a maioridade, quando são devolvidos às ruas ou retornam para o círculo de violências de onde saíram.

Que Lar é esse?

Também é certo que toda regra tem exceção e sei também que ainda existem ( poucos) abrigos capazes de oferecer às nossas crianças e adolescentes tudo aquilo que eles jamais receberiam no lar natural e de onde saíram após serem violentados de todas as maneiras. Continuando, quero dizer, que embora o ECA nos seus artigos 92, 93 e 94, além do parágrafo único 101, determine que o Abrigo deve ser medida excepcional e transitória, o que vemos é o crescente número de crianças e adolescentes abrigados sem receber o devido investimento na manutenção dos seus vínculos familiares e na integração da familia substituta. São pequenos indefesos que vão dormir sem um abraço carinhoso de boa noite, sabendo que a sua insônia, seus pesadelos e suas angústias, não serão divididos com ninguém.
Um outro contraste observado, é que diante da falta de programas e apoio sócio familiar que possam atender a demanda das comunidades, alguns Conselhos Tutelares sem antes passar pela autoridade judiciária, aplicam exageradamente as medidas de abrigo, arrancando crianças e adolescentes de suas famílias e comunidades, sem antes intervir na dinâmica familiar. Normalmente o retorno dessas crianças e adolescentes ao lar natural não ocorre a curto prazo, pois depende da agilização da equipe técnica dos abrigos (quando existe) e da própria justiça da Infância e Juventude.
Essas ações de alguns Conselhos Tutelares vêm sendo equivocadamente aplicada em vários municípios brasileiros e diante dessa violação aos direitos de crianças e adolescentes, a medida de abrigamento vem sendo excessivamente aplicada, sem que se busque meios menos radicais. Não seria mais fácil a justiça aplicar o artigo 130 e retirar o agressor do lar ao invés de punir os inocentes? Fica aqui a minha indagação e indignação.
A justiça por sua vez, precisa deixar de ser um espaço apenas burocrático, com aglomerado número de ocorrências e processos, articulando entre todos que possam contribuir na tentativa de mudar o triste quadro de crianças e adolescentes institucionalizados, para que estes não percam os melhores anos das suas vidas esperando voltar para casa, ou encontrar um novo Lar.

"Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade
Mais do que de inteligência, de afeição e doçura"

(Charlie Chaplin)


Arytan Lemos
Feira de Santana - Bahia
Finalista do sexto concurso causos do ECA


Mulher perde a guarda dos filhos por estar com câncer de mama


Carolina do Norte (EUA) - A americana Alaina Giordano, diagnosticada com câncer de mama terminal, perdeu a guarda dos dois filhos - Sofia, de 11 anos, e Bud, de 5 - porque os médicos não sabem quanto tempo ela ainda tem de vida. A juiza determinou que as crianças irão ficar com o pai - de quem Alaina está separada por conta de traições e outros problemas domésticos.

Alaina - que recebeu a notícia sobre seu câncer em 2007 - disse estar "arrasada" e contou que seus filhos eram a fonte de sua força. A decisão da juiza foi tomada após a avaliação de um psiquiatra, que afirmou que as crianças deveriam ficar com o pai já que a saúde da mãe estava em um "estado degenerativo". O fato de Alaina não estar trabalhando também contou na decisão.

"Porque eu tenho câncer, tive que passar os último 16 meses me defendendo dos ataques do meu marido, que entrou com um processo contra mim pedindo a guarda integral dos meus dois filhos, utilizando minha doença como argumento", relatou em seu blog. "Como pode uma mulher que não tem filhos e nunca foi casada julgar um caso familiar?", alfinetou.

A mãe, que está recebendo tratamento em um hospital espcializado na Carolina do Norte, disse que sua doença se encontra estável e não progrediu. Mais de duas mil pessoas curtiram, no Facebook, uma petição que convoca o governador do estado a rever o caso.

A decisão da juiza prevê que Alaina entregue seus filhos ao marido no dia 17 de junho.


O DIA ONLINE

WWF filma raros tigres de Sumatra em área 'a ser desmatada'


A organização ambientalista internacional WWF pediu nesta segunda-feira que madeireiras desistam de desmatar uma área de floresta na Indonésia onde foram registradas imagens de 12 raros tigres de Sumatra.

Os vídeos gravados em março e abril foram feitos com câmeras escondidas na floresta de Bukit Tigapuluh, no leste da ilha de Sumatra, e mostram duas tigresas brincando com quatro filhotes além de outros seis tigres da espécie ameaçada de extinção.

"O que não está claro é se encontramos tantos tigres porque estamos posicionando melhor nossas câmeras ou porque o habitat dos tigres está encolhendo tão rapidamente que eles estão sendo forçados a dividir pedaços cada vez menores de floresta", disse o líder do grupo que pesquisa os tigres em Sumatra, Karmila Parakkas


Segundo a WWF, os 12 tigres estão concentrados em áreas de floresta densa que incluem terras pertencentes à empresa Barito Pacific Timber, fornecedora de madeira para a gigante regional da indústria de papel Asia Pulp and Paper.

"O vídeo confirma a extrema importância destas florestas para o ecossistema de Bukit Tigapuluh e seu corredor ecológico", disse o diretor da WWF Anwar Purwoto.

"A WWF pede que todas as concessões operando nessa área abandonem planos de desmatar a floresta e que protejam as áreas com alto valor de preservação."

Atualmente há menos de 400 tigres de Sumatra vivendo na natureza. Ativistas ambientais dizem que os animais estão tendo cada vez mais contato com humanos devido à perda de seu habitat natural por causa do desmatamento para a exploração de madeira ou para a plantação de palmeiras.



BBC Brasil

Detentos de Maringá produzem material didático para deficientes visuais

Em seis anos foram gravados 90 livros falados

Detentos da Penitenciária Estadual de Maringá produzem material didático para pessoas com deficiência visual. O trabalho é resultado de uma parceria entre a Secretaria da Justiça e o Centro de Apoio Pedagógico (CAP) para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual de Maringá. Além da digitação de livros em braile e da confecção de peças em relevo – como mapas e figuras geométricas –, os detentos fazem a locução de livros de história.

Atualmente 16 detentos participam do projeto “Visão de Liberdade”, iniciado em 2004, com o CAP local, que é vinculado à Secretaria da Educação. Eles fazem parte de um grupo de 3.694 condenados pela Justiça, em todo o Paraná, que desenvolvem algum tipo de trabalho durante o cumprimento da pena. “No mês que vem mais cinco serão treinados por um locutor voluntário para ampliar a produção de audiolivros”, informou o diretor da Penitenciária Estadual de Maringá, Marcos Roberto Rodrigues.

Os livros falados são gravados em uma cabine acústica instalada dentro do presídio, com sonoplastia e efeitos de voz. O material é distribuído para os 129 municípios vinculados ao Centro de Apoio Pedagógico de Maringá. “Nossos livros também são enviados para todo o Brasil e para uma biblioteca pública da cidade de Sobreda, em Portugal”, informou a coordenadora do centro, Maria Ângela Bassan Sierra.

Desde 2004, foram produzidos pelos detentos de Maringá 25.305 peças de material didático em relevo e digitados 338 livros e apostilas diversas. De dezembro de 2005 a abril de 2011, foram gravados 90 livros falados, com tiragem de 150 cópias cada, e mais 16 apostilas. Os presos envolvidos no projeto são beneficiados pela redução de um dia de pena para cada três dias trabalhados e recebem um pecúlio pelo trabalho realizado.




O que é Síndrome de Down?


A Síndrome de Down é definida por uma alteração genética caracterizada pela presença de um terceiro cromossomo de número 21, o que também é chamado de trissomia do 21. Trata-se de uma deficiência caracterizada pelo funcionamento intelectual inferior à média, que se manifesta antes dos 18 anos. Além do déficit cognitivo e da dificuldade de comunicação, a pessoa com Síndrome de Down apresenta redução do tônus muscular, cientificamente chamada de hipotonia. Também são comuns problemas na coluna, na tireoide, nos olhos e no aparelho digestivo. Muitas vezes, a criança com essa deficiência nasce com anomalias cardíacas, solucionáveis com cirurgias.

A origem da Síndrome de Down é de difícil identificação e engloba fatores genéticos e ambientais. As causas são inúmeras e complexas, envolvendo fatores pré, peri e pós-natais.

A Síndrome de Down na sala de aula
A primeira regra para a inclusão de crianças com Down é a repetição das orientações em sala de aula para que o estudante possa compreendê-las. "Ele demora um pouco mais para entender", afirma Mônica Leone Garcia, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. O desempenho melhora quando as instruções são visuais. Por isso, é importante reforçar comandos e solicitações com modelos que ele possa ver, de preferência com ilustrações grandes e chamativas, com cores e símbolos de fácil compreensão.

A linguagem verbal, por sua vez, deve ser simples. Uma dificuldade de quem tem a síndrome, em geral, é cumprir regras. "Muitas famílias não repreendem o filho quando ele faz algo errado, como morder e pegar objetos que não lhe pertencem", diz Mônica. Não faça isso. O ideal é adotar o mesmo tratamento dispensado aos demais. "Eles têm de cumprir regras e fazer o que os outros fazem. Se não conseguem ficar o tempo todo em sala, estabeleça combinados, mas não seja permissivo."

Mantenha as atividades no nível das capacidades da criança, com desafios gradativos. Isso aumenta o sucesso na realização dos trabalhos. Planeje pausas entre as atividades. O esforço para desenvolver atividades que envolvam funções cognitivas é muito grande. Às vezes, o cansaço da criança faz com que as atividades pareçam missões impossíveis. Valorize sempre o empenho e a produção. Quando se sente isolada do grupo e com pouca importância no trabalho e na rotina escolares, a criança adota atitudes reativas, como desinteresse, descumprimento de regras e provocações.

Dia Internacional da Síndrome de Down
Em 2006, a associação Down Syndrome International instituiu o dia 21 de março como o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data foi escolhida por ser grafada como 21/3, que faz alusão à trissomia do cromossomo 21.



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