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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Estudantes a favor da PM na USP fazem protesto
Manifestação teve início por volta das 17h na praça do Relógio, na Cidade Universitária
Um grupo de cerca de cem estudantes fazia um protesto, por volta das 18h50 desta terça-feira (1°), dentro da USP (Universidade de São Paulo), a favor da permanência da Polícia Militar no campus. A ação teve início às 17h e era realizada na praça do Relógio, na Cidade Universitária, zona oeste da capital.
De acordo com a assessoria de imprensa da USP, o protesto era pacífico. Outro grupo de estudantes, que é contra a permanência da corporação no local, deve fazer uma assembleia para discutir os novos rumos da manifestação no início desta noite. A ação é apoiada por funcionários.
Na noite de segunda-feira (31), cerca de 600 pessoas estavam trancando a entrada do campus, que é formada pelas ruas Alvarenga e Afrânio Peixoto, por volta das 20h20 desta segunda-feira (31).
De acordo com Aníbal Cavalli, da diretoria do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP), o grupo fez uma passeata pelo campus e encerrou o ato em frente à ocupação, que fica no prédio da administração da FFLCH.
Ele diz que a manifestação tem como objetivo apresentar à direção da USP as exigências necessárias para que o prédio da FFLCH seja desocupado. Entre as principais reivindicações está a quebra do convênio entre o Estado de São Paulo e a USP para retirar a polícia do campus.
PM na USP
O convênio que permite que a Polícia Militar atue dentro do campus da USP durará pelo menos cinco anos. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que a Polícia Militar realiza um trabalho “eficiente” dentro do campus.
- A Polícia Militar está há mais de 50 dias fazendo policiamento para proteger todos na universidade: professores, funcionários, alunos, visitantes, numa missão pacífica e que tem trazido bons resultados.
A universidade informou que o convênio com a polícia foi decidido pelo conselho após o assassinato do estudante Felipe Ramos de Paiva, da FEA (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade), e que foi "aprovada pela ampla maioria dos representantes da comunidade acadêmica".
Conflito
O impasse entre os alunos e a Polícia Militar começou na noite de quinta-feira (27). Centenas de universitários teriam se reunido em frente às viaturas em que estavam três estudantes supostamente flagrados com maconha, para evitar que eles fossem detidos.
De acordo com os estudantes, “a polícia continuou irredutível e chamou reforços”, o que teria provocado o confronto que terminou com uso de gás lacrimogênio, spray de pimenta, bala de borracha e uso de cassetetes, por parte da PM.
A Polícia Militar informou que, por conta do confronto, três policiais militares ficaram feridos e cinco viaturas foram danificadas pelos estudantes da USP. Os jovens presos foram levados para o 91º Distrito Policial (Ceagesp), onde iriam assinar um termo circunstanciado antes de serem liberados.
Em nota divulgada na sexta-feira (28), os alunos afirmam que a decisão de ocupar o prédio foi tomada por cerca de 500 alunos.
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terça-feira, 1 de novembro de 2011
Brasil está na 82ª posição em ranking de desigualdade entre os sexos
País é um dos piores do mundo na questão da diferença salarial entre homens e mulheres
NOVA YORK - Mesmo com uma mulher na Presidência pela primeira vez em sua história, o Brasil ocupa a 82ª posição no ranking de desigualdade elaborado pelo World Economic Forum publicado nesta terça-feira, logo atrás de países como a Albânia, Gâmbia, Vietnã e República Dominicana.
A má colocação do Brasil, que está em último na América do Sul, se deve a um desempenho extremamente fraco na iniciativa para combater a desigualdade entre os sexos na economia e na política. Um dos problemas mais graves é a diferença salarial entre homens e mulheres que exercem o mesmo cargo.
"O Brasil é um dos piores países do mundo nesta questão salarial. As mulheres chegam a ganhar metade dos homens em alguns casos para trabalhar na mesma função", disse ao Estado Saadia Zahidi, pesquisadora do World Economic Forum responsável pelo levantamento.
Na política, mesmo com a eleição da presidente Dilma Rousseff no ano passado, o Brasil também tem uma performance que o coloca fora dos cem primeiros colocados. Segundo Zahidi, "faltam mulheres em posições ministeriais e acima de tudo no Parlamento".
O Brasil é o 103º e 111º colocado quando se leva em conta as mulheres em cargos ministeriais e parlamentares respectivamente em um desempenho considerado péssimo para um país com uma das maiores economia e democracias do mundo.
O World Economic Forum também adverte que faltam no Brasil mulheres em posições de liderança na iniciativa privada, ainda dominada pelos homens, de acordo com o levantamento.
Apesar de ter subido duas posições em relação ao mesmo ranking no ano passado, o Brasil manteve uma posição praticamente idêntica ao levantamento anterior. Mais grave, o país está bem distante da 67ª colocação de cinco anos atrás, quando teve a sua melhor performance.
Na América do Sul, Colômbia, Peru, Paraguai, Bolívia, Venezuela, Uruguai, Chile, Equador, Argentina estão à frente do Brasil. Os argentinos, com um desempenho incomparavelmente superior ao dos brasileiros, estão na 28° colocação.
Apesar da fraca performance para igualdade entre os sexos na economia e na política, o Brasil ocupa a primeira colocação no ranking na área da saúde, empatado com vários outros países. Na educação, os brasileiros também lideram quando se leva em conta a educação secundária, mas despencam para 105ª colocação na primária.
Estadão
NOVA YORK - Mesmo com uma mulher na Presidência pela primeira vez em sua história, o Brasil ocupa a 82ª posição no ranking de desigualdade elaborado pelo World Economic Forum publicado nesta terça-feira, logo atrás de países como a Albânia, Gâmbia, Vietnã e República Dominicana.
A má colocação do Brasil, que está em último na América do Sul, se deve a um desempenho extremamente fraco na iniciativa para combater a desigualdade entre os sexos na economia e na política. Um dos problemas mais graves é a diferença salarial entre homens e mulheres que exercem o mesmo cargo.
"O Brasil é um dos piores países do mundo nesta questão salarial. As mulheres chegam a ganhar metade dos homens em alguns casos para trabalhar na mesma função", disse ao Estado Saadia Zahidi, pesquisadora do World Economic Forum responsável pelo levantamento.
Na política, mesmo com a eleição da presidente Dilma Rousseff no ano passado, o Brasil também tem uma performance que o coloca fora dos cem primeiros colocados. Segundo Zahidi, "faltam mulheres em posições ministeriais e acima de tudo no Parlamento".
O Brasil é o 103º e 111º colocado quando se leva em conta as mulheres em cargos ministeriais e parlamentares respectivamente em um desempenho considerado péssimo para um país com uma das maiores economia e democracias do mundo.
O World Economic Forum também adverte que faltam no Brasil mulheres em posições de liderança na iniciativa privada, ainda dominada pelos homens, de acordo com o levantamento.
Apesar de ter subido duas posições em relação ao mesmo ranking no ano passado, o Brasil manteve uma posição praticamente idêntica ao levantamento anterior. Mais grave, o país está bem distante da 67ª colocação de cinco anos atrás, quando teve a sua melhor performance.
Na América do Sul, Colômbia, Peru, Paraguai, Bolívia, Venezuela, Uruguai, Chile, Equador, Argentina estão à frente do Brasil. Os argentinos, com um desempenho incomparavelmente superior ao dos brasileiros, estão na 28° colocação.
Apesar da fraca performance para igualdade entre os sexos na economia e na política, o Brasil ocupa a primeira colocação no ranking na área da saúde, empatado com vários outros países. Na educação, os brasileiros também lideram quando se leva em conta a educação secundária, mas despencam para 105ª colocação na primária.
Estadão
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Pai agride filho de 3 anos com chicote usado em cavalos, diz polícia em MS
Criança ficou com hematomas nas pernas e nas costas, diz delegado.
Suspeito disse à Polícia Civil que bateu no filho após uma travessura.
Um homem de 34 anos é suspeito de agredir o filho de 3 anos em Alcinópolis, cidade a 387 quilômetros de Campo Grande, usando um chicote de couro, que segundo a Polícia Civil tem aproximadamente um metro. A família mora em uma fazenda a 40 quilômetros do município, onde o pai trabalha como caseiro.
O delegado Camilo Kettenhuber Cavalheiro, responsável pelo caso, disse ao G1 que foi ao local acompanhado pelo Conselho Tutelar no último dia 28 de outubro, depois de receber uma denúncia anônima. Segundo ele, o menino não é filho biológico do suspeito, mas foi registrado por ele. “Chegando lá já vimos um hematoma na perna direita, como se tivesse apanhado com um laço. A mãe acabou dizendo que ele tinha sido agredido antes dos policiais chegarem”, relata.
A equipe de policiais civis esperou o suspeito, que estava trabalhando no campo, chegar em casa para levá-lo a delegacia. Segundo Cavalheiro, ele confessou ter agredido o filho após uma travessura. “Ele disse que bateu com um relho, um tipo de chicote para bater no cavalo feito de couro de anta. Não sei se usava sempre, mas segundo as denúncias, as agressões eram constantes”, afirmou o delegado ao G1.
O menino, segundo Cavalheiro, também apanhava da mãe, que disse, em depoimento, considerar a atitude adequada para a educação do filho. “A mãe disse que cresceu com esse tipo de educação. Os pais batiam nela quando criança com varinha de árvore. Ela acha esse tipo de educação normal”, relata.
De acordo com o delegado, o suspeito já tinha passagens na polícia por violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo. Ele foi indiciado e vai responder por maus tratos em liberdade.
O produtor rural Adaías Filho, dono da fazenda onde ocorriam as agressões disse ao G1 que o funcionário foi demitido no mesmo dia em que a polícia esteve no local. Ele afirma que o suspeito trabalhava há dez dias no local. "Uma pessoa que agride um menino de 3 anos é capaz de qualquer coisa", disse ao G1.
G1
Suspeito disse à Polícia Civil que bateu no filho após uma travessura.
Um homem de 34 anos é suspeito de agredir o filho de 3 anos em Alcinópolis, cidade a 387 quilômetros de Campo Grande, usando um chicote de couro, que segundo a Polícia Civil tem aproximadamente um metro. A família mora em uma fazenda a 40 quilômetros do município, onde o pai trabalha como caseiro.
O delegado Camilo Kettenhuber Cavalheiro, responsável pelo caso, disse ao G1 que foi ao local acompanhado pelo Conselho Tutelar no último dia 28 de outubro, depois de receber uma denúncia anônima. Segundo ele, o menino não é filho biológico do suspeito, mas foi registrado por ele. “Chegando lá já vimos um hematoma na perna direita, como se tivesse apanhado com um laço. A mãe acabou dizendo que ele tinha sido agredido antes dos policiais chegarem”, relata.
A equipe de policiais civis esperou o suspeito, que estava trabalhando no campo, chegar em casa para levá-lo a delegacia. Segundo Cavalheiro, ele confessou ter agredido o filho após uma travessura. “Ele disse que bateu com um relho, um tipo de chicote para bater no cavalo feito de couro de anta. Não sei se usava sempre, mas segundo as denúncias, as agressões eram constantes”, afirmou o delegado ao G1.
O menino, segundo Cavalheiro, também apanhava da mãe, que disse, em depoimento, considerar a atitude adequada para a educação do filho. “A mãe disse que cresceu com esse tipo de educação. Os pais batiam nela quando criança com varinha de árvore. Ela acha esse tipo de educação normal”, relata.
De acordo com o delegado, o suspeito já tinha passagens na polícia por violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo. Ele foi indiciado e vai responder por maus tratos em liberdade.
O produtor rural Adaías Filho, dono da fazenda onde ocorriam as agressões disse ao G1 que o funcionário foi demitido no mesmo dia em que a polícia esteve no local. Ele afirma que o suspeito trabalhava há dez dias no local. "Uma pessoa que agride um menino de 3 anos é capaz de qualquer coisa", disse ao G1.
G1
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Siamesas filipinas unidas pelo peito e abdôme serão operadas nos EUA
Elas têm cérebros distintos e seus próprios corações, estômagos, rins e intestinos
Duas siamesas nascidas nas Filipinas serão submetidas nesta terça-feira (1º) a uma cirurgia para separar as partes do peito e abdôme que compartilham, anunciou o hospital nos Estados Unidos onde irá acontecer a operação.
Estima-se que a parte de maior risco da cirurgia de Angelina e Angelica Sabuco será a divisão de seu fígado, detalhou o Hospital Infantil Lucile Packard, situado em Palo Alto.
- Os índices de sobrevivência de gêmeos toracópagos dependem da complexidade da conexão do coração, se existir, e de eventuais complicações relacionadas ao fígado.
As meninas, que completaram 2 anos de idade em agosto, são unidas pelo peito e umbigo. Elas têm cérebros distintos e seus próprios corações, estômagos, rins e intestinos.
A cirurgia deve durar entre oito e nove horas: seis horas para separar as crianças, e entre duas e três horas para a reconstrução. Ela será dirigida por Gary Hartman, que já realizou seis operações desse tipo.
- Essa é uma cirurgia maior, mas realmente esperamos que as gêmeas sobrevivam e se desenvolvam bem.
A mãe das meninas, Ginady, soube que as filhas eram unidas quando estava no sétimo mês de gestação, enquanto seu marido, Fidel, trabalhava em San José, Estado da Califórnia.
As siamesas nasceram em agosto de 2009, e Ginady viajou até a Califórnia para se unir ao marido no fim de 2010, quando as filhas começaram a ser atendidas pelos médicos do hospital infantil de Packard.
- Quero que elas tenham uma vida normal, como as outras crianças.
Copyright AFP - Todos os direitos de reprodução e representação reservados
R7
Duas siamesas nascidas nas Filipinas serão submetidas nesta terça-feira (1º) a uma cirurgia para separar as partes do peito e abdôme que compartilham, anunciou o hospital nos Estados Unidos onde irá acontecer a operação.
Estima-se que a parte de maior risco da cirurgia de Angelina e Angelica Sabuco será a divisão de seu fígado, detalhou o Hospital Infantil Lucile Packard, situado em Palo Alto.
- Os índices de sobrevivência de gêmeos toracópagos dependem da complexidade da conexão do coração, se existir, e de eventuais complicações relacionadas ao fígado.
As meninas, que completaram 2 anos de idade em agosto, são unidas pelo peito e umbigo. Elas têm cérebros distintos e seus próprios corações, estômagos, rins e intestinos.
A cirurgia deve durar entre oito e nove horas: seis horas para separar as crianças, e entre duas e três horas para a reconstrução. Ela será dirigida por Gary Hartman, que já realizou seis operações desse tipo.
- Essa é uma cirurgia maior, mas realmente esperamos que as gêmeas sobrevivam e se desenvolvam bem.
A mãe das meninas, Ginady, soube que as filhas eram unidas quando estava no sétimo mês de gestação, enquanto seu marido, Fidel, trabalhava em San José, Estado da Califórnia.
As siamesas nasceram em agosto de 2009, e Ginady viajou até a Califórnia para se unir ao marido no fim de 2010, quando as filhas começaram a ser atendidas pelos médicos do hospital infantil de Packard.
- Quero que elas tenham uma vida normal, como as outras crianças.
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Mãe descobre que filho morreu pelo Facebook
A mãe de Ridge Barden, um aluno do ensino médio de 16 anos, só descobriu que ele morreu em um jogo de futebol americano devido a uma página no Facebook. Jackie Barden não foi informada durante a partida porque não estava listada como um contato para emergências, e sim seu ex-marido, que também não lhe avisou.
Algumas horas depois do acidente fatal, inúmeras páginas prestando luto ao jovem surgiram na rede social. "Pelo Facebook e pelos noticiários, foi assim que descobri morte de meu filho", disse ao programa americano WSYR TV. "Eu realmente espero que as pessoas simplesmente deem uma olhada e comecem a perceber que as coisas têm que mudar para que nenhum outro pai tenha que sofrer e passar pelo que eu passei".
O chefe de polícia Dan Mack lamentou pela mãe não ter sido notificada e garantiu que medidas serão tomadas para que isso não aconteça novamente. Os resultados da autópsia revelaram que ele morreu devido a uma forte pancada na cabeça. Ele chegou a ser levado para o hospital, mas não resistiu. "Ainda é chocante. Ele estava conosco e agora se foi", declarou a mãe.
Jackie Barden conversou com os outros jogadores do time da escola e adversário naquela noite para não se sentirem culpado pela morte do jovem: "Ele só não gostaria que as pessoas pensassem que foi culpa delas. Foi apenas um acidente", garantiu.
O pai de Ridge Barden divulgou um comunicado sobre a perda de seu filho: "Não tenho palavras agora. Meu mundo foi devastado. Mas, eu quero dizer muito obrigado a todos vocês que me escreveram e estão enviando suas orações para mim. Eu não sei o que vou fazer sem você, Ridge. Eu te amo tanto".
Via MailOnline
TechTudo
Algumas horas depois do acidente fatal, inúmeras páginas prestando luto ao jovem surgiram na rede social. "Pelo Facebook e pelos noticiários, foi assim que descobri morte de meu filho", disse ao programa americano WSYR TV. "Eu realmente espero que as pessoas simplesmente deem uma olhada e comecem a perceber que as coisas têm que mudar para que nenhum outro pai tenha que sofrer e passar pelo que eu passei".
O chefe de polícia Dan Mack lamentou pela mãe não ter sido notificada e garantiu que medidas serão tomadas para que isso não aconteça novamente. Os resultados da autópsia revelaram que ele morreu devido a uma forte pancada na cabeça. Ele chegou a ser levado para o hospital, mas não resistiu. "Ainda é chocante. Ele estava conosco e agora se foi", declarou a mãe.
Jackie Barden conversou com os outros jogadores do time da escola e adversário naquela noite para não se sentirem culpado pela morte do jovem: "Ele só não gostaria que as pessoas pensassem que foi culpa delas. Foi apenas um acidente", garantiu.
O pai de Ridge Barden divulgou um comunicado sobre a perda de seu filho: "Não tenho palavras agora. Meu mundo foi devastado. Mas, eu quero dizer muito obrigado a todos vocês que me escreveram e estão enviando suas orações para mim. Eu não sei o que vou fazer sem você, Ridge. Eu te amo tanto".
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Médicos recomendam três dias sem álcool por semana
Uma noite de bebedeira deve ser seguida por dois ou três dias sem álcool, afirmam médicos britânicos.
Segundo a associação Royal College of Physicians (RCP), o fígado precisa de tempo para se recuperar.
"Além das quantidades, limites seguros para o consumo de álcool também precisam levar em conta a frequência. Há um maior risco de problemas no fígado para aqueles que bebem diariamente ou quase diariamente na comparação com aqueles que bebem esporadicamente ou alternadamente", disse Ian Gilmore, conselheiro sobre álcool do RCP.
"Recomendamos um limite seguro de consumo de álcool entre zero e 21 unidades por semana para homens e um máximo de 14 unidades para mulheres, desde que o total não seja consumido em apenas um ou dois episódios e que haja dois ou três dias sem álcool por semana."
Uma garrafa de 330 ml de cerveja tem em torno de 1,7 unidades, enquanto uma taça pequena de vinho (125 ml) tem 1,5 unidade.
"Se alguém bebe um drink por dia, uma bebida pequena todos os dias de sua vida, é improvável que haja algum problema, mas se você sai e bebe muito, é aconselhável deixar seu corpo descansar."
De acordo com números oficiais, as internações relacionadas a álcool chegaram a um número recorde no ano passado na Grã-Bretanha.
Mais de um milhão de pessoas foram admitidas em hospitais em 2009-2010 no país e, em quase dois terços dos casos, os pacientes eram homens.
BBC Brasil
Segundo a associação Royal College of Physicians (RCP), o fígado precisa de tempo para se recuperar.
"Além das quantidades, limites seguros para o consumo de álcool também precisam levar em conta a frequência. Há um maior risco de problemas no fígado para aqueles que bebem diariamente ou quase diariamente na comparação com aqueles que bebem esporadicamente ou alternadamente", disse Ian Gilmore, conselheiro sobre álcool do RCP.
"Recomendamos um limite seguro de consumo de álcool entre zero e 21 unidades por semana para homens e um máximo de 14 unidades para mulheres, desde que o total não seja consumido em apenas um ou dois episódios e que haja dois ou três dias sem álcool por semana."
Uma garrafa de 330 ml de cerveja tem em torno de 1,7 unidades, enquanto uma taça pequena de vinho (125 ml) tem 1,5 unidade.
"Se alguém bebe um drink por dia, uma bebida pequena todos os dias de sua vida, é improvável que haja algum problema, mas se você sai e bebe muito, é aconselhável deixar seu corpo descansar."
De acordo com números oficiais, as internações relacionadas a álcool chegaram a um número recorde no ano passado na Grã-Bretanha.
Mais de um milhão de pessoas foram admitidas em hospitais em 2009-2010 no país e, em quase dois terços dos casos, os pacientes eram homens.
BBC Brasil
Histórias de superação se escondem por trás das medalhas conquistadas no Pan
Thiago Pereira, Maurren Maggi, Cesar Cielo e outros heróis tiveram que superar seus limites
Thiago Pereira, Maurren Maggi, Cesar Cielo, Maurine e outros heróis dos Jogos Pan-Americanos tiveram que passar por momentos de superação antes de estar no lugar mais alto do pódio em Guadalajara. Veja no vídeo os próprios heróis contando suas histórias de sucesso.
A Rede Record transmitiu os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara com exclusividade para a televisão aberta, ao lado da Record News. O R7 fez transmissões ao vivo das competições e uma cobertura completa dos eventos.
A emissora também mostrará a Olimpíada de Londres 2012 com exclusividade na TV aberta brasileira, e também pela internet. A Record detém ainda os direitos de transmissão dos Jogos Pan-Americanos de Toronto 2015 e 2019 e da Olimpíada do Rio de Janeiro 2016.
R7
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variedades
População mundial chega a 7 bilhões de habitantes
Segunda-feira, 31/10/2011
A ONU elegeu uma menina filipina como a representante simbólica da marca. Danica May Camacho nasceu com 2,5 kg, num hospital da capital Manila.
G1
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curiosidades,
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'Fechei os olhos e pensei em Deus', diz jovem que pulou do 12º andar
Muniki Goulart se jogou para fugir de um incêndio em seu apartamento.
Mãe da mulher se feriu e já recebeu alta, mas o pai e o marido morreram.
Muniki Dias Goulart, de 25 anos, que sobreviveu à queda do 12º andar de um prédio em chamas, no Setor Oeste, em Goiânia, no dia 29 de setembro, conversou com a TV Anhanguera e deu detalhes do drama que viveu junto com a família. Ela contou que no momento da queda pensou em Deus. “Quando caí lá de cima eu fechei os olhos e pensei em Deus. E a minha mãe também disse: 'Deus te proteja minha filha'. Em nenhum momento eu desmaiei. Eu estava com o pensamento em Deus e ele está mostrando para todo mundo que ele existe”, afirma.
A moça, que está morando na casa dos avós, contou que o desespero foi grande e que na hora não teve como pensar de forma racional: "Você só quer socorro, só isso. Parece que a fumaça entra em você e vai te apagando. Você não pensa, só quer sair dali. Então, a gente fica procurando o ar e eu fui de uma vez. Não tem como pensar em nada. Você vai.”
Muniki conta sobre os últimos momentos que viveu com o pai: “Ele estava me procurando, andando de um lado para o outro. Daí, ele me deu um beijo na boca e falou graças a Deus, respirou e entrou na ambulância. Essas são as últimas lembranças que eu tenho do meu pai.”
E lamenta a morte do pai e do esposo: “Eu perdi o amor da minha vida, meu companheiro. Era uma pessoa maravilhosa. Só Deus para tirar essa dor, esse aperto. Dá uma saudade. Meu pai também eu amo demais. Ele foi um herói de voltar lá. É saudade demais”, desabafa.
Tragédia
O Corpo de Bombeiros suspeita que uma churrasqueira elétrica que foi esquecida ligada tenha causado o incêndio. No momento, quatro pessoas estavam no apartamento. O marido de Muniki Dias, Eduardo Oliveira, foi o primeiro a pular do prédio e morreu na hora. Muniki pulou em seguida e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros. A jovem fraturou a costela e a região do quadril e sofreu queimaduras nos pés e mãos. O pai dela foi salvo pela vizinha, que o puxou pela janela da cozinha, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 10 de outubro. A mãe de Muniki, Kátia Dias Goulart, foi salva pelo Corpo de Bombeiros e recebeu alta no dia 11 de outubro.
G1
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acidentes
Médicos de Lula dizem que tumor tem agressividade média e descartam cirurgia
RIO - A equipe médica que trata o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou, em entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira, que está descartada neste momento a cirurgia para a retirada do tumor na laringe do paciente. A biópsia feita no fim de semana confirmou que o tumor de Lula é do tipo mais comum, está em estágio intermediário e tem agressividade média. Segundo Dr. Paulo Hoff, a radioterapia acontecerá de três a quatro semanas depois da quimioterapia, que costuma durar sete semanas. Todo o tratamento terminará em fevereiro.
- Não há cirurgia no cronograma de tratamento - disse Hoff, descartando a intervenção neste momento.
Somente se o tumor não responder bem à quimioterapia, poderá ser feita a cirurgia para preservar a voz de Lula.
- Mas pela localização do tumor, ele tem chance grandes de não precisar da operação - disse o médico.
Após dois ciclos de quimioterapia, os médicos poderão avaliar se o ex-presidente responderá bem ao tratamento, o que deve acontecer em aproximadamente 40 dias. No domingo, em entrevista ao programa "Fantástico", da TV Globo, o médico Roberto Kalil disse que, pela avaliação dos oncologistas, a chance de recuperação de Lula é de 80%.
Ex-presidente deve ter alta somente na terça-feira
Lula colocou um catéter na altura do tórax que vai permitir que medicamentos quimioterápicos sejam inseridos em seu organismo.
Hoje foi a primeira sessão de três de quimioterapia a que Lula será submetido. Haverá um intervalo de 21 dias entre elas.
Um medicamento foi aplicado nesta segunda-feira e um outro será recebido ao longo das próximas 120 horas, quando ele já estiver em casa, por meio de uma sonda. Entre a segunda e terceira sessão haverá uma avaliação médica.
Mesmo depois de curado o tumor, Lula precisará fazer exames periódicos para descartar a volta do câncer:
- A fase de maior risco são nos dois primeiros anos. Depois de cinco anos, poderemos falar que o paciente está curado desse tipo de câncer - disse o médico Luiz Paulo Kowalski, na coletiva desta segunda.
Lula recebe a visita da presindete Dilma
Lula recebeu a visita da presidente Dilma Rousseff no início da noite desta segunda-feira. A presidente,que antecipou em duas horas o horário do embarque para São Paulo, onde tem agenda oficial, chegou ao Sírio e Libanês acompanhada do secretário da presidência Gilberto Carvalho.
Mais cedo, o ministro da Fazenda Guido Mantega e o empresário e advogado Roberto Teixeira também foram ao hospital para uma visita. Mantega entrou pela porta dos fundos, evitando o assédio da imprensa, e Teixeira deixou o local apressado sem falar com os jornalistas.
Segundo integrantes do Instituto Cidadania, o ex-presidente torceu pelo Corinthians no fim de semana, mas sem gritar e teve recomendações médicas de falar pouco. Ele foi informado de que importantes líderes políticos internacionais telefonaram para desejar boa recuperação, entre eles, os presidentes Cristina Kichner (Argentina), Hugo Chavez (Venezuela) e Raul Castro (Cuba). Nesta segunda, o presidente do Uruguai, José Mujica, enviou mensagem de solidariedade ao ex-presidente.
No domingo, passado o choque do diagnóstico, o ex-presidente viveu um dia de ansiedade , à espera da internação e do início do tratamento . Evitou os amigos, mesmo os mais íntimos, e cercou-se da mulher, dos filhos e dos netos.
Mãe e irmãos de Lula tiveram câncer
Lula recebeu o diagnóstico de câncer na laringe com o susto de quem já sofreu com essa doença na família. Sua mãe, dona Lindu, morreu em um hospital público com câncer de útero. Em junho, a irmã mais velha de Lula, Marinete, morreu de câncer no pulmão. Um de seus irmãos, Jaime, teve um tumor na laringe semelhante ao que o ex-presidente enfrenta agora e curou-se. O médico que tratou Jaime faz parte da equipe que cuidará do ex-presidente. É o oncologista Luiz Paulo Kowalski. Para Kalil, esse passado familiar pode, sim, ter influenciado no desenvolvimento da doença.
O Globo
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