terça-feira, 29 de novembro de 2011

ALERTA - Para quando fizer Mamografia


É bom saber!
Em um programa na televisão israelense, disse um médico que é cada vez mais comum o número de mulheres que sofrem de câncer de tireóide. E observou que, talvez, isso seja devido ao uso de raios-X em Mamografia.
Ele explicou que um manto deve ser fornecido para fazer esse tipo de estudo e que ele se destina a cobrir e proteger o pescoço.
E muitos não levam em conta sobre isso !!!
Esse manto de proteção pode ser colocado sobre a área da tireóide, no caso da Mamografia.
A pessoa que escreveu esse e-mail foi fazer esse estudo de Mamografia e, encorajada, solicitou esse manto de proteção.
Perguntou para a enfermeira porque nunca colocam essa proteção nas pacientes e ela respondeu:
- Não sei. Devem solicitá-lo!!!
ENTÃO, SOLICITEMO-LO!!!!
É UM DIREITO NOSSO QUE NÃO SABEMOS E QUE AS CLÍNICAS NÃO CUMPREM, POR LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE.
Então solicitemo-lo ! Por favor, encaminhe esse e-mail para que não somente você saiba desse assunto, mas possa ajudar outras mulheres também na sua prevenção.

Informação enviada por e-mail pela amiga e colaboradora Yeda Lins

Campeão olímpico de judô é demitido por assédio sexual

Duas vezes campeão olímpico, o ex-judoca japonês Masato Uchishiba foi demitido do cargo de treinador da Universidade de Enfermagem e Bem-Estar Social de Kyushu, acusado de assédio sexual a uma aluna em setembro.

Uchishiba, de 33 anos, anunciou sua aposentadoria dos tatames em outubro de 2010, mas já treinava a equipe feminina da universidade desde abril do ano passado. De acordo com a imprensa local, ele havia passado a perseguir uma aluna, de menos de 20 anos, depois de servir bebida alcoólica a ela - no Japão, a idade mínima para o consumo de álcool é de 20 anos.

Ainda como judoca, Masato Uchishiba conquistou duas medalhas de ouro olímpicas na categoria até 66 kg, em Atenas, 2004, e Pequim, 2008. Em 2005, ele foi derrotado pelo brasileiro João Derly e ficou com a prata no Mundial do Egito.

Estadão

Cão é arrastado no asfalto por vários metros na capital da Paraíba

Animal foi arrastado por aproximadamente setecentos metros no asfalto.
Cão estava amarrado a uma corda e tinha um saco plástico na cabeça.

Um cinegrafista amador flagrou um homem arrastando um cachorro pelo asfalto no bairro de Jaguaribe, na capital. O animal que foi arrastado por aproximadamente setecentos metros amarrado a uma corda e com a cabeça enrolada em um saco de plástico, estava machucado e sangrando. O agressor não foi identificado e disse ao cinegrafista que estava levando o cachorro para a carrocinha. (Foto: Divulgação/Deusemar Chaves)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

RS é o Estado com maior índice de casos de Aids por habitante, aponta ministério

Todas as 10 cidades com maior incidência da doença estão no sul do país

O sul do Brasil concentra 23% dos casos de Aids, com apenas 14% da população total do país. O dado chama atenção do Ministério da Saúde, que promete investimentos na região para reverter essa estatística. O número faz parte do Boletim Epidemiológico DST Aids, divulgado pelo ministério em coletiva de imprensa em Brasília, na manhã desta segunda-feira.

De acordo com o boletim, todas as 10 cidades que lideram a lista de maior incidência da doença estão no Sul (veja lista abaixo). Na estatística por Estado, o Rio Grande do Sul é o que mais registra casos de Aids: são 27,7 por 100 mil habitantes. O segundo do ranking é Roraima (26/100mil), seguido por Santa Catarina (23,5/100mil). O Paraná é o quinto da lista, com 15,7 casos por 100 mil habitantes. No ranking por capitais, Porto Alegre também se destaca com 99,8 casos por 100 mil habitantes, enquanto Florianópolis, segunda da lista, registra 57,9 casos por 100 mil. Os dados se referem a 2010.

— O que nos chama atenção é que o RS tem muito mais casos em relação à sua população, mas não é um fator isolado que leva a isso, como o acesso ao diagnóstico, por exemplo. Nós reforçamos as campanhas no Sul, em especial no RS, inclusive com ações regionalizadas em pequenas cidades — disse o ministro Alexandre Padilha.

No país inteiro, 630 mil pessoas convivem com HIV/Aids. A prevalência da doença (estatística de pessoas infectadas por HIV) permanece estável em cerca de 0,6% da população, enquanto a incidência (novos casos notificados) teve leve redução de 18,8/100 mil habitantes em 2009 para 17,9/100 mil habitantes em 2010. Houve um aumento significativo de casos identificados em pequenos municípios (com até 50 mil habitantes). Essas cidades respondiam por 5,6% dos casos e passaram a representar 8,4% dos casos, conforme o boletim divulgado hoje.

Ranking da taxa de incidência de Aids (por 100 mil) em municípios brasileiros com mais de 50 mil habitantes

1. Porto Alegre (RS) — 99,8

2. Alvorada (RS) — 81,8

3. Balneário Camboriú (SC) — 77,7

4. Uruguaiana (RS) — 67,0

5. Sapucaia do Sul (RS) — 66,4

6. Criciúma (SC) — 61,9

7. Biguaçu (SC) — 60,1

8. Pinhais (PR) — 58,1

9. Florianópolis (SC) — 57,9

10. Canoas (RS) — 57,4

Taxa de incidência de Aids (por 100 mil habitantes) nas capitais brasileiras

1. Porto Alegre (RS) — 99,8

2. Florianópolis (SC) — 57,9

3. Manaus (AM) — 50,9

4. Boa Vista (RR) — 46,4

5. Curitiba (PR) — 41,8

6. Belém (PA) — 41,3

7. Porto Velho (RO) — 37,8

8. Vitória (ES) — 35,1

9. Rio de Janeiro (RJ) — 34,7

10. Recife (PE) — 33,4

Outros dados

Em alguns grupos, o avanço no combate à epidemia é mais marcante. Entre os menores de cinco anos de idade, casos relacionados à transmissão vertical, ou seja, da mãe para o bebê durante a gravidez, o parto ou pelo leite materno, a taxa de incidência (número de casos por 100 mil habitantes), caiu 41% de 1998 a 2010. Em relação à taxa de mortalidade, o boletim também sinaliza queda. Em 12 anos, a taxa de incidência baixou de 7,6 para 6,3 a cada 100 mil pessoas. A queda foi de 17%.

O documento chama a atenção para públicos específicos, que têm tido comportamento diverso e ampliado o número de casos. Ao longo dos últimos 12 anos, a porcentagem de casos na população de 15 a 24 anos caiu. Já entre os gays da mesma faixa, houve aumento de 10,1%. No ano passado, para cada 16 homossexuais dessa faixa etária vivendo com Aids, havia 10 heterossexuais. Essa relação, em 1998, era de 12 para 10.

Na população de 15 a 24 anos, entre 1980 e 2011, foram diagnosticados 66.698 casos de aids, sendo 38.045 no sexo masculino (57%) e 28.648 no sexo feminino (43%). O total equivale a 11% do total de casos de Aids notificados no Brasil desde o início da epidemia ocorre entre jovens. O quadro levou o Ministério da Saúde a priorizar este público na campanha do Dia Mundial de Luta Contra a Aids, que ocorre em 1º de dezembro.

BEM-ESTAR

Com 6 horas de atraso, começa o julgamento da viúva da Mega-Sena

Após seis horas de atraso, começou, por volta das 16h, o julgamento da ex-cabeleireira Adriana Ferreira de Almeida, viúva do milionário René Senna e de outros três acusados: a professora de educação física Janaína Sousa e os PMs PMs Ronaldo Amaral, o China; e Marco Antônio Vicente.

Adriana chegou ao fórum acompanhada do seu advogado, Jackson Costa Rodrigues, às 15h43. Usando calça jeans, moletom roxo, cabelo trançado e pouca maquiagem, ela se recusou a falar com a imprensa. A ex-cabeleireira aparentava calma e assistiu ao julgamento concentrada, fazendo eventuais comentários com Rodrigues.

O júri que irá decidir a sorte dos réus foi composto, após sorteio, por cinco homens e duas mulheres.

A primeira testemunha ouvida pela juíza Roberta Costa foi o médico especialista em cirurgia vascular Carlos Alberto Barreto Miranda, arrolado pela defesa. Ele contou que atendeu Renné em agosto de 2006, a pedido de Adriana, por conta de complicações decorrentes da sua diabetes.

Logo após foi a vez de Luiz Penco, dono do bar em que o milionário estava quando foi executado. Penco disse que estava no balcão quando dois homens chegaram em uma moto. Um deles desceu armado e atirou contra Renné. Neste momento, Penco se escondeu nos fundos do estabelecimento e ouviu apenas uma série de tiros.

Segundo o dono do bar, Renné era uma pessoa calma, que costumava brincar com a sua recém adquirida riqueza, mas evitava falar da vida pessoal.

As irmãs de Renné, Aldinéia, Jucimar e Miriam Senna também acompanham o julgamento. Para Jucimar é o fim de uma espera de cinco anos. "Espero que ela [Adriana] seja presa logo e que se faça justiça." "Tudo que fizemos nos últimos anos foi esperar por este momento", completou Aldinéia.

A previsão é de que o julgamento dure de quatro a cinco dias. Serão ouvidas cerca de 40 testemunhas.

Inicialmente, a audiência foi marcada para o dia 4 de novembro, mas acabou adiada após o advogado de Adriana alegar problemas de saúde.

Folha OnlLine

Motorista linchado após passar mal e cometer acidente será enterrado na terça-feira


Sepultamento ocorrerá no cemitério da Vila Alpina, na zona leste de São Paulo

O corpo do motorista de ônibus Edmilson dos Reis Alves, de 59 anos, que morreu após passar mal e ser linchado, será enterrado às 9h de terça-feira (29), no cemitério da Vila Alpina, na zona leste de São Paulo.

De acordo com a Polícia Civil, Alves teria perdido o controle do coletivo porque passou mal enquanto estava ao volante. Os policiais não souberam informar, no entanto, se o motorista morreu por causa de algum tipo de doença ou em decorrência do espancamento.

A cobradora Adglelse de Figueiredo, de 24 anos, disse que ele foi brutalmente espancado por várias pessoas que vinham de um baile funk, após bater em cinco veículos. O acidente ocorreu na rua Torres Florêncio e Rielli, também na zona leste.

- Ele começou a passar mal, ficou meio que paralisado e o pessoal começou a invadir o ônibus, pular da janela. Pularam por tudo quanto era buraco, arrastaram ele para fora do ônibus e bateram muito nele.

Alves chegou a dar entrada no pronto socorro do Hospital Sapopemba, mas não resistiu. De acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), a rua foi bloqueada durante a madrugada.

Por volta das 16h30 desta segunda, o corpo já havia sido liberado do IML (Instituto Médico Legal). O caso foi registrado no 69º Distrito Policial, do Teotônio Vilela.

R7

Com a crise, avós espanhóis sofrem estresse por excesso de responsabilidade com netos

Cuidar dos netos pode ser um prazer, mas também um problema. Um relatório espanhol indica que, desde o início da crise econômica em 2009, o número de avós que passaram a cuidar dos netos para ajudar o bolso dos filhos aumentou 47%. E, com isso, subiu o nível de estresse entre os mais velhos.

Patologias como ansiedade e depressão foram detectadas por excesso de responsabilidades no estudo Avôs e avós para tudo - Percepções em relação à educação e cuidado dos netos, apresentado recentemente pela Fundação Obra Social Caixa Madri.

Diante dos cortes de gastos dos pais com creches, atividades extraescolares e babás, os avós viraram serviços de primeira necessidade. Assim, 50% dos maiores de 65 anos na Espanha cuidam de seus netos diariamente; 45% o fazem todas as semanas.

Essa responsabilidade quintuplicou em menos de uma década. Em 1993, apenas 9,5% dos avós tinham a tarefa de ocupar-se dos netos. Atualmente, duas em cada três famílias apelam para o que os sociólogos definem como "avós-pais" ou "avós-babás".

Em outros países, como a Grã Bretanha, uma de cada quatro famílias recorre aos avós para o cuidado das crianças.

O problema, segundo o informe, é que na Espanha "estão ocorrendo muitos casos de abusos".

'Angustiados'

Há avós que precisam eles mesmos de cuidados e que afirmam que se sentem "angustiados e utilizados por filhos que lhes delegam excessiva responsabilidade no cuidados dos netos".

"Por um lado, reivindicam seus direitos de serem avós, não educadores. Demandam que haja limites em relação as suas obrigações, porque existe um temor de interferir nas estratégias educativas dos pais. Não sabem se aplicam seus critérios ou os dos seus filhos", disse à BBC Brasil o coordenador da pesquisa e psiquiatra, Eusébio Megías.

"E, por outro, temem que depois de cuidar de filhos e netos durante toda a vida, ninguém se preocupe por cuidar deles, acrescentou ele."Eusébio Megías, coordenador da pesquisa e psiquiatra

Segundo as conclusões do relatório, os avós se sentem divididos entre o prazer de passar tempo com seus netos e os excessos de exigências de seus filhos nestas tarefas.

Nestas circunstâncias estão aumentando as consultas médicas por estresse, ansiedade e depressão, de acordo com as estatísticas da Sociedade Espanhola de Geriatria e Gerontologia (SEGG) feitas para o Ministério da Saúde.

Para a SEGG, "o fato de 50% dos maiores de 65 anos dedicarem em média seis horas por dia de maneira forçada ao cuidado dos netos, negligenciando suas próprias necessidades, está causando problemas nervosos, porque muitos avós se sentem sobrecarregados".

Cultura e expectativa de vida

Além da crise econômica, o aumento da expectativa de vida e a cultura de ajuda familiar também são fatores que colocam os avós espanhóis nesta nova realidade de educadores por imposição. As espanholas lideram os índices europeus de expectativa de vida, com 84,9 anos, sendo que a média continental é de 82,4; entre os homens espanhóis, 78,7 contra 76,4 anos de média na Europa) .

Ao contrário de vários países ocidentais europeus, 56% dos espanhóis acham que os parentes devem ser a primeira opção na hora de pedir apoio financeiro e ajuda com o cuidado de algum integrante da família.

A taxa cai para 20% na França, 32% na Alemanha e não chega aos 10% nos países escandinavos.

"(Isso ocorre) provavelmente porque nestas sociedades há mais ajuda social. A questão é que, na Espanha, os avós passam mais horas com os netos do que a média europeia. Aí se produz um desajuste", afirmou à BBC Brasil a investigadora Maria Teresa López.

Professora de Economia Aplicada da Universidade Complutense de Madri e co-autora da pesquisa Dupla dependência: avós que cuidam de netos na Espanha, López disse que os idosos são os mais adequados para substituir os pais no cuidado de netos, mas com pré-condições.

"Precisam de agradecimento pelo esforço, que os filhos não abusem de suas possibilidades e que as pautas de atuação sejam negociadas, porque eles devem ter suas necessidades também atendidas e valorizadas."

O psiquiatra Paulino Castells, uma das maiores autoridades nacionais no assunto com 18 livros publicados, acredita que o papel dos avós nos tempos de crise é tão importante que, "se fizessem greve, o país entraria em colapso".

O psiquiatra e avô de três netos disse à BBC Brasil que "está havendo uma mudança hierárquica. Pais que procuram refúgios no lar da infância e se transformam em irmãos mais velhos de seus filhos. Isso é um erro".

BBC Brasil

Pai e madrasta são presos por morte de menina de 2 anos em SP

O pai e a madrasta de uma menina de 2 anos foram presos em flagrante suspeitos de matar a criança na Zona Leste de São Paulo. O corpo dela foi deixado por ele em um bueiro no Jardim Iva neste domingo (27).

Segundo a Polícia Militar, o homem de 30 anos assumiu que forjou um assalto. Ele ligou para a central telefônica da PM por volta das 10h deste domingo, afirmando ter sido abordado por criminosos em duas motos que levaram seu carro com a filha dentro.

Uma hora depois, a polícia encontrou o veículo em uma rua do Jardim Iva. Moradores disseram à polícia que o carro havia sido deixado no local por volta das 6h. A PM também estranhou o fato de o motor estar frio.

Em conversa com a polícia, ele teria confessado que matou a menina e a jogou no bueiro. O depoimento em que ele admite ter batido na criança foi gravado pela polícia. A madrasta, de 22 anos, também teria participado do crime e foi presa.

"Eu bati muito forte, sei que já ficou inchado na hora. Com a queda da cabeça, fiquei com medo de levar ela no médico. Ela piorou mesmo de quarta pra quinta. Quando foi na sexta-feira de manhã, acordei, mandei a minha mulher ver. E a mulher falou: ‘Ela não tá respirando, não’. Deixei ela embrulhada no cobertor pra ver o que eu vou fazer. Aí, ficava pensando se levava no médico, ia ver o machucado na cabeça e o roxo do olho. Iam falar que eu tinha espancado a menina. Falei é ruim, né, não vou pra cadeia por causa disso daí", contou o pai.

Segundo o delegado Arli Antônio Reginaldo, do 69º DP, em Teotônio Vilela, a menina tinha hematomas pelo corpo e havia sido vítima de maus-tratos.

A mãe de Cauane, Jéssica de Moura, havia visto a filha pela última vez no dia 12 de outubro. “Não esperava que ele fosse fazer uma dessas com ela”, disse Jéssica.

O pai e a madrasta da vítima irão responder a processo por falsa comunicação de crime, ocultação de cadáver e homicídio duplamente qualificado. Para a polícia, eles a mataram por motivo fútil e usando meio cruel.

G1

domingo, 27 de novembro de 2011

Comentário em destaque - Procurando atender a pedidos sobre o Avelós


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Freira chilena acusada de pedofilia diz que só era carinhosa com noviças

Santiago do Chile - A freira e diretora chilena acusada de abusos contra noviças e alunas negou as acusações e disse que "só praticou gestos de carinho" em suas supostas vítimas. "Madre Paula", que comandou por mais de duas décadas o colégio das Freiras Ursulinas e também o mosteiro dessa ordem, no Chile, disse ao jornal chileno "El Mercurio" que nunca abusou de ninguém.

Atualmente, a freira, que se chama Isabel Lagos Droguett, mora num convento na Alemanha. "Tive gestos de carinho, sem dúvida, mas nenhum que pudesse ser interpretado de outra maneira", assegurou a freira, que afirmou que soube das denúncias pela imprensa, em março.

Na audiência desta semana, a defesa da religiosa sustentou que "beijos entre adultos não são abusos", em alusão a uma das denúncias, apresentada em outubro de 2009 por Macarena Vicuña Vergara, uma ex-noviça das Ursulinas.

"A superiora abusou de mim, me tocou, despertou meu corpo, me iniciou em campos desconhecidos, me fez levar uma vida dupla entre 1988 e 1991 ou 1992", denunciou a ex-noviça, atualmente uma professora de 46 anos.

Na entrevista, Madre Paula diz que é normal que nos conventos freiras e noviças durmam no mesmo cômodo, "como em qualquer família", mas assegurou que nunca dormiu com ninguém na mesma cama, como afirma Macarena. "Transformar isso numa questão de conteúdo sexual me parece uma maldade", reclamou a freira.

As informações são da EFE

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