quarta-feira, 13 de março de 2013

Mulher é presa por deixar o filho de menos de 2 anos fumar maconha


Rachelle L. Braaten, de 24 anos, foi presa após filmar com o celular o filho de 1 ano e 10 meses fumar maconha com ajuda de um bong - aparelho também conhecido como water pipe e que é utilizado para qualquer tipo de erva, normalmente cannabis, tabaco e derivados.

No vídeo, Rachelle leva o bong à boca do filho e diz para ele inalar. O menino engasga, tosse e vai embora, deixando a mãe dando risadas.

Policiais de Centralia (Washington, EUA) tiveram acesso ao vídeo e foram até a residência onde Rachelle vive com o filho e o companheiro, Tyler J. Lee, de 24 anos.

De acordo com o "Sun", agentes acharam na casa 40 pés de maconha e uma arma.

O estado americano descriminalizou a posse de até 40 gramas de maconha, mas continua ilegal cultivar e distribuir a erva e a fornecer a menor de idade.

O Globo

Escolas do Rio terão semana de combate ao bullying


Durante a primeira semana de abril, as escolas públicas e privadas do Rio de Janeiro terão uma semana dedicada ao combate ao bullying (ato de agredir fisicamente ou verbalmente uma criança ou adolescente, de modo contínuo e intencional) e ao cyberbullying (agressão feita pela internet). O objetivo dessa iniciativa é lembrar as vítimas do massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste da capital fluminense.

De acordo com a Pesquisa Nacional da Saúde do Escolar (Pense), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 21% dos casos de bullying ocorrem nas salas de aula, mesmo com a presença do professor.

Saiba mais sobre a semana dedicada ao combate ao bullying

Com informações da Agência Brasil

promenino

Bebê internado morre após tomar injeção e pais acusam erro médico


Menina de 9 meses morreu após medicação dada por enfermeira, diz família.
Hospital não tem UTI e o Samu não compareceu para transportar criança.
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Um bebê de 9 meses morreu em um hospital de Anápolis, na tarde de terça-feira (12). Segundo a mãe da criança, Thays Oliveira Souza, a filha, Emily Vitória, passou mal após receber uma injeção. Revoltada, a família afirma que houve erro médico.

Na porta do hospital, Thays chorava, desesperada, a perda da única filha. Ela conta que Emily Vitória foi internada na segunda-feira (11), com princípio de pneumonia. Um dia depois, quando já estava melhor, uma enfermeira do hospital aplicou uma injeção e, imediatamente, a bebê começou a passar mal.

Segundo Thays, a enfermeira teria dito que aplicaria um antibiótico na bebê. Mas a mãe acredita que ela tenha aplicado o remédio errado.

“Acho que foi medicamento errado, não tem lógica. A minha filhinha estava boa, brincando, rindo. Só foi aplicar o remédio na veia dela, ela roxeou a boca, virou os olhos. Ela caiu”, relatou Thays.

Aos prantos, o pai da criança, Thiago Souza, relatou como Emily Vitória foi levada ao hospital: “Ela estava só com uma dorzinha no peito. Estava gripada, resfriada e minha esposa trouxe ela para cá”.

Falta de UTI
Com o hospital não tem Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) teve de ser acionado. Pacientes contam que ligaram inúmeras vezes, mas o socorro não apareceu.

“Muitas pessoas ligaram e eles [Samu] não vieram. Foi negligência da enfermeira, mas foi negligência deles também, que tinham a aparelhagem e não deram o socorro”, diz a administradora Raiane Ferreira Rocha.

Quase uma hora depois da morte da menina, uma ambulância chegou ao hospital, mas para atender a mãe da criança, que havia desmaiado. A família pede justiça.

O diretor-geral do Samu, Sérgio Marques, disse que o serviço não fez o transporte da criança porque ela estava em parada cardíaca e a unidade não pode transportar pacientes em reanimação. Informou também que o Samu ofereceu um médico para ajudar na reanimação, mas a menina morreu antes do hospital responder sobre a proposta.

Procurada pela reportagem, a direção do Hospital da Criança de Anápolis informou que só vai se pronunciar sobre o caso depois que sair o laudo do Instituto Médico Legal (IML). O documento deve ficar pronto em 30 dias.

G1

terça-feira, 12 de março de 2013

Mais de 1,2 mil crianças e adolescentes viciadas em crack vivem nas ruas de São Paulo

São Paulo – Mais de mil crianças e adolescentes que vivem nas ruas da capital paulista são viciadas em crack. A estimativa é do Movimento Estadual da População em Situação de Rua de São Paulo. “O pessoal que atende na rua estima que haja 1,2 mil crianças e adolescentes envolvidas com crack só em São Paulo (na capital). É um número muito alto”, disse à Agência Brasil presidente da organização, Robson Cesar Correia de Mendonça.
Segundo o desembargador Antonio Carlos Malheiros, coordenador da Vara de Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo, só na região da Cracolândia, na área central da cidade, a estimativa é de que até 400 crianças estejam envolvidas com drogas especialmente crack. “Temos entre 22 e 23 cracolândias cercando a cidade. A central, que é a maior cracolândia do mundo, tem 2 mil usuários [entre adultos, crianças e adolescentes]. Calculamos que mais ou menos 20% dessas pessoas são crianças e adolescentes. Ou seja, devemos ter, no centro da cidade, entre 200 e 400 crianças e adolescentes em situação de drogadição. Fora nas outras [cracolândias], que não faço nem ideia”, disse o desembargador, que tem visitado a região praticamente todos os dias.
Para Ana Regina Noto, professora do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que em 2004 coordenou um estudo envolvendo 2.807 crianças e adolescentes em situação de rua de 27 capitais do país, o número de dependentes não cresceu muito depois da elaboraçãoo da pesquisa, mas houve mudanças no uso. “Cresceu o consumo de crack, mas a gente percebe também que houve substituição. Não houve aumento de crianças e adolescentes usando drogas, isso permaneceu o mesmo. Mas houve uma migração porque o crack começou a ocupar espaço nas grandes cidades e começou a ser uma droga de opção. Muitos que usavam cocaína começaram a migrar para o crack”, disse à Agência Brasil.
Um levantamento feito pela Frente Parlamentar de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas da Assembleia Legislativa sobre a situação do crack, da maconha e outras drogas nos municípios paulistas e divulgado em dezembro do ano passado, com o nome de Mapa do Crack, apontou que das 50.511 pessoas que foram atendidas nos sistemas públicos de saúde em 299 municípios de São Paulo por envolvimento com o crack 5.676 eram menores de 18 anos. Os dados, segundo a frente parlamentar se referem ao ano de 2011. Cerca de 6% dos usuários de crack que procuraram o sistema público de saúde para tratamento eram menores de até 13 anos de idade. Do total de pessoas que procuraram atendimento para se tratar do vício, 21% tinham entre 14 e 20 anos de idade.
A Agência Brasil procurou a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo para confrontar os números, mas não obteve retorno. Mas segundo o Censo da População em Situação de Rua na Municipalidade de São Paulo, que foi divulgado pela secretaria e que se encontra disponível em seu site oficial, 14.478 pessoas viviam nas ruas de São Paulo em 2011, sendo que 6.765 delas em situação de rua e 7.713 em centros de acolhimento da capital. O censo apontou que mais da metade dessa população vivia na região central. Desse total, 7.002 eram adultos, 1.455 idosos, 221 adolescentes e 212 crianças. O censo também apontou que 743 viviam entre a Rua Helvétia e a Alameda Dino Bueno, que fazem parte da chamada cracolândia.
O atendimento de crianças e adolescentes dependentes é feito principalmente hoje por meio de organizações não governamentais ou pela prefeitura, que as encaminham para os centros de Atenção Psicossocial (Caps).
Procurada pela Agência Brasil, a prefeitura de São Paulo, por meio de suas secretarias de Assistência Social (que faz a abordagem das crianças e adolescentes em situação de rua) e de Saúde (responsável pelo atendimento e tratamento dessas crianças e adolescentes viciados em crack), não respondeu e nem explicou como é feita a abordagem e o tratamento desses menores e nem deu uma média de quantos deles são abordados nas ruas ou encaminhados para os centros de tratamento a cada mês.
O governo de São Paulo, que desde janeiro desenvolve um programa voltado para a cracolândia, informou que as crianças e adolescentes, assim como os adultos, são atendidos pelo programa, mas não forneceu mais detalhes sobre como ele é desenvolvido, especificamente crianças e adolescentes viciados em crack. A Secretaria Estadual de Saúde declarou que algumas crianças e adolescentes são atendidos no Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), mas que a grande maioria é encaminhada para os Caps, de responsabilidade da prefeitura.

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil
 

segunda-feira, 11 de março de 2013

Irmão de Mércia Nakashima chora e bate-boca com advogados de defesa de Mizael Bispo


Márcio falou sobre personalidade possessiva e ciumenta do acusado

Durante quase quatro horas, Márcio Nakashima foi ouvido pelo júri popular de Mizael Bispo, que começou nesta segunda-feira (11), no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo. O depoimento do irmão de Mércia Nakashima, encontrada morta em 2010, foi marcado pela emoção de Márcio e pelo bate-boca com os advogados de defesa de Mizael, acusado do crime. O julgamento chegou a ser interrompido pelo juiz Leandro Bittencourt Cano.

O bate-boca aconteceu após o irmão da vítima relembrar em sua fala que o advogado de Mizael, Ivon Ribeiro, havia dito que o acusado só conheceu Mércia porque ela seria garota de programa. Após reclamação da defesa e forte discussão entre eles, o juiz parou o júri por alguns minutos.

Além disso, em seu testemunho, Márcio falou sobre o início do relacionamento da irmã com Mizael e destacou a personalidade possessiva e ciumenta que o policial reformado passou a demonstrar após um tempo de namoro.

— A Mércia gostava dele, mas se afastou por causa dessa postura que ele tinha. Ele se transformou, ficou ciumento.

No entanto, ele disse que nunca presenciou nenhuma atitude violenta de Mizael com Mércia.

— Se tivesse assistido [a alguma violência contra a irmã], talvez a Mércia estivesse viva.

A defesa de Mizael realizou várias perguntas sobre a investigação, tentando mostrar contradição nos depoimentos anteriores de Márcio.

"Ele não é um pescador"

Márcio declarou, ainda, que o pescador que relatou ter visto uma pessoa empurrando o carro de Mércia na represa em Nazaré Paulista não era um pescador.

— Ele não deveria estar lá. Ele é um mecânico e estava lá com uma amante. Por isso ele não queria aparecer, não queria que a mulher dele ficasse sabendo.

Nervosismo

Além da discussão com Ivon Ribeiro, um dos advogados de Mizael Bispo, Márcio ficou exaltado em outros momentos
do julgamento. O assistente de acusação perguntou se Márcio sabia que Mizael era divorciado e se isso era visto como algo negativo pela família.

Emocionado, Márcio negou que tivesse problemas de relacionamento com Mizael e disse que sempre soube que ele era divorciado e que não havia nenhum problema com isso. Segundo ele, essas insinuações são "mentiras do Mizael".

— Ele já falou que era racista e isso não é verdade. Isso é o que me deixa chateado, é por isso que eu não queria estar aqui.

Ameaças

O irmão de Mércia descreveu também que sofreu ameaças de Mizael. Segundo ele, após o desaparecimento de sua
irmã, Márcio foi procurar Mizael em sua casa para pedir ajuda e saber se ele tinha informações de Mércia. No entanto, segundo ele, ao passar na frente da casa do ex-policial começou a ser perseguido.

— Fui perseguido pelo Mizael e pelo irmão dele. Eles estavam armados e tive que sair fugido do bairro dele.

Emocionada

Sentada na quarta fileira do plenário, Janete Nakashima, mãe de Mércia, acompanhou o depoimento do filho com a cabeça baixa. Por vezes, chegou a olhar fixo para o chão e levou a mão ao rosto quando se emocionava.

Abatida, Janete chegou a ir ao hospital na ultima sexta-feira (8) por estar com a pressão alta. A mãe de Mércia chorou em diversos momentos do depoimento de Márcio e, com frequência, fez um movimento afirmativo com a cabeça.

R7

Brasil tem 13 milhões de pessoas com doenças raras, diz pesquisa


Há estimados 13 milhões de pessoas com doenças raras no Brasil, número superior à população da cidade de São Paulo, informa pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), em um seminário sobre o tema realizado na capital paulista.

O estudo diz ainda que diante da falta de uma política nacional para lidar com esse tipo de doença - cujo conceito, ainda que não seja unânime, é de doenças que atingem uma parcela pequena da população -, pessoas afetadas muitas vezes têm dificuldades em obter o tratamento adequado ou precisam recorrer à Justiça para ter acesso a medicamentos.

Entre as doenças raras estão males como a esclerose lateral amiotrófica (doença degenerativa dos neurônios motores), o hipotireoidismo congênito, a doença de Pompe (mal genético que causa hipertrofia cardíaca na infância), a fibrose cística do pâncreas ou do pulmão e até mesmo a doença celíaca (intolerância ao glúten).

Estima-se que haja 7 mil doenças raras diagnosticadas, sendo 80% delas de origem genética. Outras se desenvolvem como infecções bacterianas e virais, alergias, ou têm causas degenerativas. A maioria (75%) se manifesta ainda na infância dos pacientes.

"Se individualmente atingem um número restrito de pessoas, em conjunto elas afetam uma parcela considerável da população mundial – entre 6% e 8%, ou 420 milhões a 560 milhões de pessoas", diz o levantamento.

"O desafio é considerável, levando-se em conta que 95% das doenças raras não possuem tratamento e dependem de uma rede de cuidados paliativos que garantam ou melhorem a qualidade de vida dos pacientes."

'Barreiras'
No Brasil, pacientes com doenças raras enfrentam "diversas barreiras" para conseguir tratamento especializado e medicamentos, afirma a Interfarma. Como não existe uma política integrada de tratamento desses males, o atendimento ocorre de forma "fragmentada", na opinião da associação.

Dados do Ministério da Saúde citados pelo estudo apontam que há 26 protocolos clínicos para doenças raras no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde) - esses protocolos são a "porta de entrada" para a assistência para doenças raras na saúde pública.

O Ministério contabiliza 45 medicamentos, tratamentos cirúrgicos e clínicos para doenças raras, 70 mil consultas realizadas e mais de 560 procedimentos laboratoriais para tratamento e diagnóstico, a custos de mais de R$ 4 milhões por ano.

Mas, segundo a Interfarma, além de algumas doenças não estarem inseridas em nenhum protocolo, apenas um dos 18 protocolos (o da doença de Gaucher, mal em que restos de células envelhecidas se acumulam sobre órgãos como fígado, baço e medula óssea), prevê o uso de "drogas órfãs", que são medicamentos específicos para doenças raras ou negligenciadas.

Com isso, muitos pacientes do SUS acabam tendo acesso apenas a medicamentos paliativos, "que amenizam os sintomas das doenças, mas não interferem em sua evolução".

O estudo contabiliza 14 doenças raras que têm medicamentos órfãos já registrados na Anvisa (agência de vigilância sanitária) e comercializados no país, mas não disponíveis no SUS. Muitos pacientes recorrem então à Justiça, numa espécie de "corrida de obstáculos" para obter o tratamento adequado.

Segundo o estudo, "o fato de o Brasil não possuir uma política oficial específica para doenças raras não significa, porém, que os pacientes não recebam cuidados e tratamento. Os medicamentos acabam chegando até eles, na maioria por via judicial. E o SUS, de uma maneira ou de outra,
atende essas pessoas – porém, de forma fragmentada, sem planejamento, com grande desperdício de recursos públicos e prejuízo para os pacientes".

Outro problema é o déficit de geneticistas para desenvolver pesquisas a respeito e o fato de a maior parte dos centros de estudo de doenças raras se concentrarem apenas nas áreas mais ricas do Brasil.

Nos cálculos do estudo, faltam ao país 1800 geneticistas.

"Faltam pesquisas e informações sobre essas doenças; os profissionais da área carecem de treinamento e capacitação – o que compromete ou retarda o diagnóstico – e, muitas vezes, o próprio sistema de saúde não oferece meios para que seja realizado a tempo."

BBC Brasil

Presa, mãe confessa ter espancado criança de 3 anos em GO, diz polícia


Agressão teria ocorrido porque filha vomitou e limpou o chão com a roupa.
Menina teve perfuração no intestino e está internada em estado grave.


Um mulher de 27 anos confessou em depoimento que espancou a filha de apenas três anos de idade, informou ao G1 a Titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Renata Vieira, na manhã desta segunda-feira (11). A agressão, segundo a mãe, aconteceu na casa onde a família mora, no Setor Central, em Goiânia, e teria sido motivada porque a menina vomitou no chão após tomar banho e limpou com a própria roupa. A garota teve uma perfuração no intestino e está internada em estado grave.

A suspeita foi presa no sábado (9) na casa de uma tia, em Inhumas, na Região Metropolitana da capital, após uma denúncia anônima. A delegada Renata Vieira contou que, após ver a filha suja de vômito, a mãe afirmou que perdeu a cabeça e bateu na criança com um cinto, no último dia 3 de março. "Depois, segundo ela, mordeu o bumbum da menina com 'força, raiva e para machucar'", disse a delegada.

Após isso, a mãe, ainda transtornada, saiu para pegar um pedaço de madeira e voltar a bater na filha. A garota teria ido atrás pedindo perdão e mulher acabou a empurrando contra uma cadeira, na cozinha da casa.

Depois de voltar, ela ainda agrediu a menina com a madeira. Por conta do espancamento, a menina está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital Materno Infantil (HMI). Segundo o hospital, o estado de saúde dela é grave "Não sabemos se a perfuração no intestino foi em decorrência do choque com a cadeira ou dos golpes com o pedaço de madeira", explica a delegada.

A mulher responderá por lesão corporal grave resultante de perigo de vida e com agravo por agredir a própria filha. Se condenada, pode pegar até oito anos de prisão. O padrasto da criança, em tese, não parece ter envolvimento com o espancamento, pois a delegada informou que ele não estava em casa no momento em que tudo aconteceu.

Igreja
A mulher mora com o companheiro e mais três enteados. A polícia soube do espancamento depois que duas das enteadas comentaram na igreja que a família frequenta que a irmã mais nova estava muito machucada. Frequentadores da igreja resolveram então chamar a polícia que foi até a casa da mulher.

A pastora da igreja, Patrícia Gonçalves Maciel, disse ao G1 que aquela não seria a primeira vez que a menina havia sido agredida. "Há mais ou menos um mês, a criança também apareceu toda machucada na igreja. Ela disse que faz isso e depois se arrepende", revelou Patrícia.

G1

Cinco mulheres e dois homens formam o júri de Mizael


Antes do sorteio, o juiz destacou a importância de transmitir ao vivo o julgamento

Cinco mulheres e dois homens formam o conselho de sentença de Mizael Bispo. O julgamento do policial reformado começou por volta das 10h40, no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo. Ele vai a júri popular pela morte de Mércia Nakashima, assassinada em maio de 2010.

Antes do sorteio dos jurados, o juiz Leandro Jorge Bittencourt destacou a importância da transmissão ao vivo do julgamento.

— Nada mais do que justo que tenhamos o público presencial e o público virtual. A única coisa que não queremos é o sensacionalismo. Trará mais transferência ao público, bem como aqueles que tiverem interesse em acompanhá-lo.

O juiz afirmou ainda que a exibição é uma forma de aumentar a visibilidade do Poder Judiciário em relação à população.

Comportamento folgado faz Mizael apanhar de presos

— O problema do Poder Judiciário é que falta transparência. Nós, juízes, somos muito criticados. Somos chamados até de bandidos de toga. E apanhamos quietos.

O julgamento será transmitido ao vivo pela televisão e rádio e deverá durar até cinco dias. Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, é a primeira vez na história do País que um júri envolvendo crime contra a vida é exibido em tempo real.

O policial militar reformado e também advogado responde por homicídio triplamente qualificado — motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Acusação

Para o Ministério Público, o acusado matou Mércia porque se sentia “humilhado” pela jovem, que queria ter um relacionamento descompromissado com ele.

Defesa diz que Mércia ligou para Mizael Bispo mais de 200 vezes

Advogada foi morta em represa. Relembre o caso

O advogado teria levado a ex-namorada, no carro dela, para Nazaré Paulista, interior de São Paulo. Lá, ela foi baleada, e o carro, jogado em uma represa. Ainda de acordo com a promotoria, Mizael teria contado com a ajuda do vigilante Evandro Bezerra da Silva. Ele também irá a júri popular, no dia 29 de julho deste ano.

Defesa

Já a defesa pretende tentar desconstruir as provas contra o policial reformado, convocando especialistas na área de telefonia e biologia como testemunhas. Os advogados afirmam que não haverá elementos surpresa, mas que tentarão mostrar no plenário que quando o veículo de Mércia foi jogado na represa, Mizael estava 48 km longe do local dos fatos.

R7

Acusado de matar advogada Mércia começa a ser julgado após 3 anos


.Ex-PM Mizael Bispo é acusado de homicídio triplamente qualificado
. Crime aconteceu em 2010. Advogada morreu afogada, diz polícia


SÃO PAULO - Começa hoje no Fórum de Guarulhos, na Grande São Paulo, o julgamento do policial militar reformado e advogado Mizael Bispo de Souza, acusado de matar, há três anos, a ex-namorada e também advogada Mércia Nakashima. Quem decidirá se Mizael é culpado ou inocente serão sete jurados. O julgamento do ex-policial, que será transmitido ao vivo pela TV, rádio e internet, está previsto para terminar nesta sexta-feira.

Mizael é acusado por homicídio triplamente qualificado. Ele alega ser inocente. O crime ocorreu em 23 de maio de 2010, numa represa em Nazaré Paulista. A advogada Mércia, sua ex-namorada, foi atingida dentro do carro por um tiro no rosto. Em seguida, o veículo foi empurrado para dentro de uma represa, onde, segundo a perícia, ela morreu afogada.

O motivo do crime seria, de acordo com a acusação, o fato de Mércia, então com 28 anos, não querer reatar o romance. O veículo de Mércia e o corpo dela foram encontrados, respectivamente, nos dias 10 e 11 de junho de 2010.

O acusado respondeu ao processo em liberdade, devido a um habeas corpus concedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, até a sentença de pronúncia, em dezembro de 2010. A prisão preventiva foi novamente decretada por suposta ameaça a testemunhas e interferência na produção de provas, e tanto o Tribunal de Justiça quanto o Superior Tribunal de Justiça mantiveram a ordem.

Mizael permaneceu foragido até janeiro de 2012, quando se entregou. Desde então, encontra-se no Presídio Militar Romão Gomes, no bairro de Tremembé, zona norte de São Paulo.

Outro acusado

Também preso, o vigia Evandro Bezerra Silva é acusado de participar do crime e responde por homicídio duplamente qualificado (meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima). De acordo com a acusação, ele saberia do plano de Mizael para matar a ex-namorada e deu carona para a sua fuga do local do crime. Ele nega.

O Globo

sexta-feira, 8 de março de 2013

AQUI FICA A HISTORIA DO DIA 8 DE MARÇO - "DIA INTERNACIONAL DA MULHER"


No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada.
Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

NÓS MULHERES, PRINCIPALMENTE, DEVEMOS NOS LEMBRAR SEMPRE DESSAS MULHERES!
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