Se você esteve em alguma praia durante o verão, pode perceber que não é difícil se deparar com algum adolescente desviando de guarda-sóis e de pessoas deitadas na areia, de um lado ao outro, servindo porções acompanhadas de caipirinha ou cerveja. Ou então crianças que, de ponta a ponta da praia, carregam nos ombros o peso da comida, bebida ou artesanato sob o sol e sobre a areia quente em troca de alguns trocados para complementar a renda da família.
O aumento do número de crianças e adolescentes trabalhando na época do verão é uma forte tendência, principalmente no litoral, de acordo com o coordenador do Projeto de Fiscalização do Trabalho Infantil no Rio Grande do Sul (SRTE/RS), Roberto Padilha. “Aumenta muito o número de trabalho infantil durante esse período. Existe um fluxo migratório de famílias inteiras que saem da capital e interior para trabalharem nas praias.”
Por meio das ações de fiscalização e das entrevistas nas praias, Padilha também percebe que a ausência da escola no período de férias se soma à demanda e exploração de trabalho. “Muitas dessas crianças estudam em suas cidades de origem, mas em épocas de recesso escolar aproveitam para terem renda extra. Um dado que nos chamou atenção é que há crianças e adolescentes que descem do Nordeste até aqui, passando por toda a costa litorânea como vendedores ambulantes.” O coordenador da SRTE/RS também se preocupa com esse fluxo nas cidades-sede da Copa do Mundo. “A nossa perspectiva é que esse comportamento migratório para trabalhar se repita durante os jogos do Mundial.”
A coordenadora do Programa Internacional para a Eliminação do Trabalho Infantil da Organização Internacional do Trabalho (IPEC/ OIT), Maria Cláudia Falcão, concorda que as férias podem ser um agravante para o trabalho infantil. “Nesse período há mais comércio por conta do turismo, então há uma demanda e um envolvimento maior de crianças no verão, principalmente em serviços de ambulantes”. Maria Cláudia afirma que o maior tempo na escola ajuda a evitar o envolvimento de crianças e adolescentes com o trabalho. “Estamos lutando cada vez mais por uma escola de tempo integral, a educação é uma das principais alternativas para atingir a população que está inserida no trabalho infantil.”
Riscos e consequências
Fadiga, desidratação, lesões musculares e problemas de desenvolvimento são apenas alguns dos riscos que crianças e adolescentes correm devidos às extensivas jornadas de trabalho, longas caminhadas carregando peso e sem proteção solar. “Essas crianças do comércio ambulante e que atuam como garçom nos bares, quiosques e restaurantes têm contato com álcool e outras drogas e diversos problemas físicos e psicológicos. Se para o adulto já é agressivo, para a criança em desenvolvimento é muito pior”, explica a coordenadora do IPEC.
Além disso, a falta de proteção e garantia de direitos acaba deixando a criança vulnerável. “O menino ou menina que está na rua também está exposto à violência sexual e outros tipos de exploração e abusos”, atenta Padilha.
Não à toa, o comércio ambulante e outras atividades realizadas em ruas e vias públicas estão na Lista de Piores Formas de Trabalho Infantil (Lista TIP), da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Entre as agressões à saúde, as crianças e adolescentes ficam expostas à violência, drogas, doenças, gravidez indesejada, assédio sexual e tráfico de pessoas; exposição à radiação solar, chuva e frio; acidentes de trânsito; atropelamento, entre outros. Outro ponto importante é que é em estabelecimentos que há venda de bebida alcóolica, é proibido o trabalho de pessoas com menos de 18 anos, sem exceções.
O que fazer?
Como forma de erradicar essa prática, o coordenador do Projeto de Fiscalização do Trabalho Infantil afirma que fiscalizar e autuar empregadores são as ações que mais surtem efeito. “É o terceiro ano consecutivo em que buscamos o explorador do trabalho infantil, que sofre consequências legais, e houve bastante redução no número de crianças trabalhando nesse período.” Além dessas ações, as famílias também são orientadas. “Fazemos os encaminhamentos para a rede de atendimento para que a família seja incluída no Sistema de Garantia de Direitos e em programas de transferência de renda.”
Enquanto cidadão, a pessoa que identificar qualquer situação de trabalho infantil, não deve comprar nenhum produto oferecido e denunciar imediatamente, como explica Maria Cláudia Falcão. “A denúncia é o mais importante e o mais eficaz, seja por meio do Disque 100 ou indo ao conselho tutelar mais próximo, para que essa criança possa ser encaminhada e inserida em programas sociais”. Outro caminho de denúncia é o aplicativo Proteja Brasil. Lançado para tablets e smartphones, a ferramenta pode ser baixada gratuitamente e apresenta, de forma simples, informações sobre os tipos de violência e os serviços e telefones mais próximos para a denúncia.
Para Maria Cláudia, campanhas contra trabalho infantil devem ser feitas o ano todo, sendo fonte de informação e sensibilização da sociedade. “As pessoas precisam compreender que nas férias essas crianças e adolescentes deveriam estar brincando, e no resto do ano na escola. Devemos exigir, enquanto cidadãos, que esses meninos e meninas estejam estudando e brincando, e não sendo explorados.”
promenino
notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
domingo, 19 de janeiro de 2014
E… ESSA GENTE VOTA! (18/01/2014)
As frases ditas por pessoas famosas ou anônimas enviadas para revistas e jornais pelo país ou enviadas por leitores do blog. Afinal, mesmo falando e fazendo muitas bobagens ou tendo certa limitação em seus conhecimentos… essa gente vota.
- Combinado. A gente se encontra em frente à estátua do Felini. (Moça, ao celular chegando no Maracanã e se referindo a estátua do Belini)
***
- É muito difícil prender alguém com dupla personalidade. A Itália não vai entregar um italiano ao Brasil. (Rapaz comentando sobre Pizzolato, um dos condenados do Mensalão, foragido na Itália)
***
- Cavaquinho é o instrumento de percussão mais legal. (Rapaz para amigos em um bar da Lapa)
***
- Onde você vai passar as férias?
- Lá em Santa Catarina, em Balneário Carandiru. (Conversa entre amigas na praça de alimentação de um shopping)
***
- Quando ele descobriu que a mulher era rica, passou a tratá-la a pão e jiló. (Rapaz para amigo em uma conversa no trabalho)
***
- Hoje em dia temos que ser energéticos com as crianças. (Mulher para outra em um ônibus)
***
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- Combinado. A gente se encontra em frente à estátua do Felini. (Moça, ao celular chegando no Maracanã e se referindo a estátua do Belini)
***
- É muito difícil prender alguém com dupla personalidade. A Itália não vai entregar um italiano ao Brasil. (Rapaz comentando sobre Pizzolato, um dos condenados do Mensalão, foragido na Itália)
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- Cavaquinho é o instrumento de percussão mais legal. (Rapaz para amigos em um bar da Lapa)
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- Onde você vai passar as férias?
- Lá em Santa Catarina, em Balneário Carandiru. (Conversa entre amigas na praça de alimentação de um shopping)
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- Quando ele descobriu que a mulher era rica, passou a tratá-la a pão e jiló. (Rapaz para amigo em uma conversa no trabalho)
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- Hoje em dia temos que ser energéticos com as crianças. (Mulher para outra em um ônibus)
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
GAMA FILHO, UNIVERCIDADE E A IRREVOGÁVEL INCOMPETÊNCIA.
Muitos podem ter sido pegos de surpresa com o descredenciamento de duas das mais famosas e, outrora, renomadas universidades cariocas: a Gama Filho e a UniverCidade.
Contudo, para quem acompanha a política nacional (sim, caro leitor, a política) o desfecho era líquido e certo. Como esperar uma solução diferente da apresentada pelo MEC quando sabemos que o Ministro da Educação é um conhecido robô sem cérebro e incapaz de tomar uma simples decisão.
Quem não se lembra do episódio lamentável em que Mercadante, contrário ao apoio do PT às mazelas de Sarney, declarou com todas as letras que tomava a decisão irrevogável de renunciar ao seu mandato de senador em protesto aquela imoralidade? Também quem não se lembra de que poucos dias depois, constrangido e de cabeça baixa, o mesmo “decidido” Mercadante ocupou a tribuna do senado para dizer que sua decisão “irrevogável” estava revogada?
O preço dos brios e da honra (sua palavra) de Mercadante foi a reles chance de ser indicado candidato ao governo de São Paulo pelo PT (miseravelmente derrotado nas eleições). Para que não ficasse com “cara de bundão” e sem emprego público (vive disso), Lula e o PT lhe deram a “colher de chá” de ocupar o Ministério da Educação.
Mas, o que Mercadante e o MEC têm a ver com o desastre das universidades falidas?
Meu caro leitor. Simplesmente tudo!
É do MEC (e de seu cabeça) a responsabilidade pela fiscalização e manutenção da saúde do sistema educacional brasileiro; seja ele público ou privado. O caos nessas universidades já estava instalado há mais de dois anos e o MEC jamais tomou qualquer providência enérgica ou tentou intermediar qualquer solução definitiva para o problema.
Como é de seu feitio, Mercadante preferiu ser omisso e esperar a bomba estourar para tentar “posar de bom moço”. De nada adiantaram as reclamações e pedidos dos alunos, de nada adiantaram as inúmeras ligações para o MEC com relatos dantescos das barbaridades que as reitorias das duas universidades estavam cometendo (retenção de documentos, proibição de transferências, negativas de reembolso de valores indevidamente cobrados, etc). De nada adiantaram os clamores dos alunos prejudicados e dos professores abandonados à própria sorte, diante do desastre que se avolumava no horizonte.
Ao invés de intervir duramente e evitar o caos, o MEC e o Sr. Mercadante, preferiram esperar “o que ia dar”. E, a solução apresentada para uma situação que já se apresentava insustentável foi o descredenciamento puro e simples.
Faltou coragem. Faltou caráter. Faltou preocupação com os alunos e profissionais envolvidos (e as únicas vítimas desse triste golpe) e, principalmente, faltou competência em um ministério gerido por um idiota sem opinião e sem moral para tomar qualquer decisão que não envolva abaixar a cabeça e seguir as orientações dos donos de sua consciência.
Talvez, como o “Grande Líder” veja as universidades como “coisa da elite burguesa” e algo desnecessário, já que ele “nasceu analfabeto de mãe analfabeta” e hoje é “dotor” (e tendo sido Presidente da República); o enorme prejuízo para os alunos e profissionais das duas instituições é coisa “sem importância”. Mero “pó de traque” rumo à perpetuação do poder da corja que não gosta de trabalhar e só pensa em tirar proveito do poder o máximo que puder.
E você, o que pensa disso?
Leia o original aqui: http://www.visaopanoramica.com/2014/01/15/gama-filho-univercidade-e-a-irrevogvel-incompetncia/#ixzz2qafg2t98
Follow us: @arthurius_maxim on Twitter
Contudo, para quem acompanha a política nacional (sim, caro leitor, a política) o desfecho era líquido e certo. Como esperar uma solução diferente da apresentada pelo MEC quando sabemos que o Ministro da Educação é um conhecido robô sem cérebro e incapaz de tomar uma simples decisão.
Quem não se lembra do episódio lamentável em que Mercadante, contrário ao apoio do PT às mazelas de Sarney, declarou com todas as letras que tomava a decisão irrevogável de renunciar ao seu mandato de senador em protesto aquela imoralidade? Também quem não se lembra de que poucos dias depois, constrangido e de cabeça baixa, o mesmo “decidido” Mercadante ocupou a tribuna do senado para dizer que sua decisão “irrevogável” estava revogada?
O preço dos brios e da honra (sua palavra) de Mercadante foi a reles chance de ser indicado candidato ao governo de São Paulo pelo PT (miseravelmente derrotado nas eleições). Para que não ficasse com “cara de bundão” e sem emprego público (vive disso), Lula e o PT lhe deram a “colher de chá” de ocupar o Ministério da Educação.
Mas, o que Mercadante e o MEC têm a ver com o desastre das universidades falidas?
Meu caro leitor. Simplesmente tudo!
É do MEC (e de seu cabeça) a responsabilidade pela fiscalização e manutenção da saúde do sistema educacional brasileiro; seja ele público ou privado. O caos nessas universidades já estava instalado há mais de dois anos e o MEC jamais tomou qualquer providência enérgica ou tentou intermediar qualquer solução definitiva para o problema.
Como é de seu feitio, Mercadante preferiu ser omisso e esperar a bomba estourar para tentar “posar de bom moço”. De nada adiantaram as reclamações e pedidos dos alunos, de nada adiantaram as inúmeras ligações para o MEC com relatos dantescos das barbaridades que as reitorias das duas universidades estavam cometendo (retenção de documentos, proibição de transferências, negativas de reembolso de valores indevidamente cobrados, etc). De nada adiantaram os clamores dos alunos prejudicados e dos professores abandonados à própria sorte, diante do desastre que se avolumava no horizonte.
Ao invés de intervir duramente e evitar o caos, o MEC e o Sr. Mercadante, preferiram esperar “o que ia dar”. E, a solução apresentada para uma situação que já se apresentava insustentável foi o descredenciamento puro e simples.
Faltou coragem. Faltou caráter. Faltou preocupação com os alunos e profissionais envolvidos (e as únicas vítimas desse triste golpe) e, principalmente, faltou competência em um ministério gerido por um idiota sem opinião e sem moral para tomar qualquer decisão que não envolva abaixar a cabeça e seguir as orientações dos donos de sua consciência.
Talvez, como o “Grande Líder” veja as universidades como “coisa da elite burguesa” e algo desnecessário, já que ele “nasceu analfabeto de mãe analfabeta” e hoje é “dotor” (e tendo sido Presidente da República); o enorme prejuízo para os alunos e profissionais das duas instituições é coisa “sem importância”. Mero “pó de traque” rumo à perpetuação do poder da corja que não gosta de trabalhar e só pensa em tirar proveito do poder o máximo que puder.
E você, o que pensa disso?
Leia o original aqui: http://www.visaopanoramica.com/2014/01/15/gama-filho-univercidade-e-a-irrevogvel-incompetncia/#ixzz2qafg2t98
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sábado, 11 de janeiro de 2014
Uma em cada quatro crianças sofrem violência doméstica na Argentina em 2013
De acordo com dados oficiais divulgados nesta quinta-feira (10), um em cada quatro casos de violência doméstica na Argentina afetou crianças e adolescentes em 2013. Os casos de maus-tratos e abusos a meninas representam 13% das 915 denúncias tramitadas pelo Escritório de Violência Doméstica (OVD) até novembro do ano passado, enquanto 12% dos casos correspondem a meninos, segundo as últimas estatísticas divulgadas pelo organismo da Corte Suprema Argentina.
Coincidentemente nesta mesma semana, o país está comovido com o caso de uma garota de três anos que foi espancada até a morte pelos próprios pais, na cidade de Mendoza. Outro caso similar foi registrado na cidade em Berazategui, na província de Buenos Aires.
promenino
Coincidentemente nesta mesma semana, o país está comovido com o caso de uma garota de três anos que foi espancada até a morte pelos próprios pais, na cidade de Mendoza. Outro caso similar foi registrado na cidade em Berazategui, na província de Buenos Aires.
promenino
Criança de 4 anos vítima de atropelamento é processada por danos causados ao caminhão
Perito alegou que menor deveria ter dado passagem para o veículo
Um menino de quatro anos que foi atropelado por uma caminhonete enquanto brincava com sua bicicleta em Querétaro, centro do México, foi acusado pelas autoridades locais de ter danificado o veículo que o atingiu, informou na última quinta-feira (9) a defensoria de direitos humanos.
O Ministério Público especializado em incidentes de trânsito determinou "a existência do crime de danos em prejuízo da condutora do veículo que atropelou (o menor), apontando o menino como responsável" de ter avariado sua caminhonete, indica um comunicado da defensoria de direitos humanos de Querétaro.
O incidente ocorreu no dia 29 de julho de 2013 e a procuradoria local iniciou uma averiguação "sem que esta tenha ditado nenhuma medida de proteção para o menino", razão pela qual um perito impôs "ao menor de 4 anos a obrigação de ceder passagem à caminhonete", e o Ministério Público enviou o caso a uma Agência Especializada em Justiça para Adolescentes, disse a mesma fonte.
Um porta-voz da defensoria de direitos humanos de Querétaro informou à AFP que o menino precisou ser hospitalizado após o acidente, mas que já recebeu alta.
A instituição emitiu uma série de recomendações às autoridades, entre as quais figuram a reparação de danos ao menor e uma "investigação autônoma sobre a provável responsabilidade penal das agentes ministeriais, assim como do perito e dos que forem responsáveis".
R7
Um menino de quatro anos que foi atropelado por uma caminhonete enquanto brincava com sua bicicleta em Querétaro, centro do México, foi acusado pelas autoridades locais de ter danificado o veículo que o atingiu, informou na última quinta-feira (9) a defensoria de direitos humanos.
O Ministério Público especializado em incidentes de trânsito determinou "a existência do crime de danos em prejuízo da condutora do veículo que atropelou (o menor), apontando o menino como responsável" de ter avariado sua caminhonete, indica um comunicado da defensoria de direitos humanos de Querétaro.
O incidente ocorreu no dia 29 de julho de 2013 e a procuradoria local iniciou uma averiguação "sem que esta tenha ditado nenhuma medida de proteção para o menino", razão pela qual um perito impôs "ao menor de 4 anos a obrigação de ceder passagem à caminhonete", e o Ministério Público enviou o caso a uma Agência Especializada em Justiça para Adolescentes, disse a mesma fonte.
Um porta-voz da defensoria de direitos humanos de Querétaro informou à AFP que o menino precisou ser hospitalizado após o acidente, mas que já recebeu alta.
A instituição emitiu uma série de recomendações às autoridades, entre as quais figuram a reparação de danos ao menor e uma "investigação autônoma sobre a provável responsabilidade penal das agentes ministeriais, assim como do perito e dos que forem responsáveis".
R7
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
Manaus registra mais de 600 casos de maus-tratos a crianças e adolescentes em 2013
Por mês, em média, 55 crianças e adolescentes foram vítimas de maus-tratos em Manaus em 2013. A Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) registrou 604 casos de janeiro a novembro, 7,2% superior ao mesmo tipo de crime cometido no ano passado, quando houve 563 denúncias de casos de maus-tratos.
Segundo a delegada titular da Depca, Linda Gláucia de Moraes, normalmente esses crimes acontecem dentro do lar por causa de problemas de desemprego, bebidas alcoólicas ou drogas. “O infrator acaba jogando toda essa explosão de raiva ou energia em uma criança ou adolescente no momento de corrigir o filho”, explicou a delegada. O principal infrator, no caso de maus-tratos, são os pais.
Para a delegada Linda Gláucia, o aumento deste crime na delegacia deve-se a partir de denúncias de vizinhos por meio do disque-denúncia da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, pelo telefone 100. “Aqui mesmo na delegacia os casos aumentaram porque as pessoas estão vindo denunciar e não ficam mais caladas diante dessas injustiças”, revelou a delegada.
promenino
Segundo a delegada titular da Depca, Linda Gláucia de Moraes, normalmente esses crimes acontecem dentro do lar por causa de problemas de desemprego, bebidas alcoólicas ou drogas. “O infrator acaba jogando toda essa explosão de raiva ou energia em uma criança ou adolescente no momento de corrigir o filho”, explicou a delegada. O principal infrator, no caso de maus-tratos, são os pais.
Para a delegada Linda Gláucia, o aumento deste crime na delegacia deve-se a partir de denúncias de vizinhos por meio do disque-denúncia da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, pelo telefone 100. “Aqui mesmo na delegacia os casos aumentaram porque as pessoas estão vindo denunciar e não ficam mais caladas diante dessas injustiças”, revelou a delegada.
promenino
Ex-namorado é suspeito de atirar jovem de terraço no Réveillon
Ex-namorado é suspeito de atirar jovem de terraço no Réveillon
A estudante de Direito Nívea Araújo, 24 anos, teria sido atirada do terraço pelo ex-namorado na noite de Réveillon
A estudante de Direito Nívea Araújo, 24 anos, caiu do terraço da casa onde mora, no bairro do Rocha, em São Gonçalo, e sofreu traumatismo craniano no noite de Réveillon. Ela foi socorrida no Hospital Estadual Alberto Torres, onde passou por cirurgia e está em estado grave. O ex-namorado da vítima, Leonardo Carvalho Oliveira, 25 anos, é suspeito de ter arremessado a jovem, segundo a versão da família dela, e teve prisão temporária pedida pela 73ª DP (Neves).
Segundo a mãe da vítima, Neuzeli Barboza da Costa, 45 anos, o suspeito é um homem violento e ciumento e havia ameaçado a jovem quando ela pôs fim ao relacionamento no último domingo.
Neuzeli disse que a filha, que também é mãe de uma menina de dois anos, teria passado o Réveillon com amigos e foi surpreendida quando voltava para casa ao encontrar o ex-namorado no portão da residência, localizada na Estrada do Boqueirão Pequeno.
"Um vizinho contou que ele aguardava a chegada dela desde às 2h. Quando ela chegou, ele tentou arrombar o portão, mas como não conseguiu subiu até a varanda, arrombou a porta e quebrou toda a casa. Ela se trancou no quarto, mas ele consegiu entrar. Tem um pedaço do vestido dela dentro do quarto", disse a mãe da jovem, afirmando que o laudo policial constatou que Nívea teria sido golpeada com socos até ficar inconsciente e ser jogada da sacada.
"Na delegacia ele afirmou que ela estaria embriagada e que teria caído, mas é mentira. Minha filha tomou apenas uma taça de champanhe", disse Neuzeli.
Logo após o ocorrido, Leonardo acionou os Bombeiros, que desconfiados da situação, o conduziram à 73ª DP, que registrou o fato como acidente.
A direção do Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, informou que a universitária deu entrada na unidade com quadro de traumatismo craniano.
TrbunaHoje
A estudante de Direito Nívea Araújo, 24 anos, teria sido atirada do terraço pelo ex-namorado na noite de Réveillon
A estudante de Direito Nívea Araújo, 24 anos, caiu do terraço da casa onde mora, no bairro do Rocha, em São Gonçalo, e sofreu traumatismo craniano no noite de Réveillon. Ela foi socorrida no Hospital Estadual Alberto Torres, onde passou por cirurgia e está em estado grave. O ex-namorado da vítima, Leonardo Carvalho Oliveira, 25 anos, é suspeito de ter arremessado a jovem, segundo a versão da família dela, e teve prisão temporária pedida pela 73ª DP (Neves).
Segundo a mãe da vítima, Neuzeli Barboza da Costa, 45 anos, o suspeito é um homem violento e ciumento e havia ameaçado a jovem quando ela pôs fim ao relacionamento no último domingo.
Neuzeli disse que a filha, que também é mãe de uma menina de dois anos, teria passado o Réveillon com amigos e foi surpreendida quando voltava para casa ao encontrar o ex-namorado no portão da residência, localizada na Estrada do Boqueirão Pequeno.
"Um vizinho contou que ele aguardava a chegada dela desde às 2h. Quando ela chegou, ele tentou arrombar o portão, mas como não conseguiu subiu até a varanda, arrombou a porta e quebrou toda a casa. Ela se trancou no quarto, mas ele consegiu entrar. Tem um pedaço do vestido dela dentro do quarto", disse a mãe da jovem, afirmando que o laudo policial constatou que Nívea teria sido golpeada com socos até ficar inconsciente e ser jogada da sacada.
"Na delegacia ele afirmou que ela estaria embriagada e que teria caído, mas é mentira. Minha filha tomou apenas uma taça de champanhe", disse Neuzeli.
Logo após o ocorrido, Leonardo acionou os Bombeiros, que desconfiados da situação, o conduziram à 73ª DP, que registrou o fato como acidente.
A direção do Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, informou que a universitária deu entrada na unidade com quadro de traumatismo craniano.
TrbunaHoje
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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
MP denuncia padrasto e mãe do menino Joaquim por homicídio triplamente qualificado
Promotor entende que mãe foi omissa e pede à Justiça que casal fique preso até o julgamento
SÃO PAULO – O promotor de Justiça Marcus Túlio Alves Nicolino entregou nesta quinta-feira à Justiça de Ribeirão Preto, no interior paulista, denúncia por homicídio triplamente qualificado (motivo fútil, emprego de meio cruel e uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima) contra o técnico em TI Guilherme Longo e a psicóloga Natália Ponte, respectivamente, padrasto e mãe do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos. A criança desapareceu de casa, em Ribeirão Preto, no dia 5 de novembro do ano passado. O corpo dela corpo foi encontrado em um rio, na cidade de Barretos, dias depois.
Segundo o promotor, Longo foi denunciado também por ocultação de cadáver. Natália, na opinião dele, foi omissa e colaborou para o crime. No inquérito policial sobre o caso, a mãe de Joaquim não foi indiciada pelo delegado Paulo Henrique Martins de Castro. Além da denúncia, Nicolino pediu à Justiça também que o casal fique preso preventivamente até o julgamento do crime.
- Ela é penalmente responsável, por omissão. Permitiu que o crime ocorresse – diz o promotor.
- Endossei o pedido de prisão preventiva feito pelo delegado à Justiça em relação ao Guilherme. E acredito que a prisão de ambos é necessária para conveniência da instrução criminal e garantia da ordem pública – acrescenta.
O promotor espera que a Justiça decida sobre o pedido das prisões até esta sexta-feira. Em relação à aceitação ou não da denúncia, isso só deve ocorrer na próxima semana, em razão do recesso judiciário.
Ambos, Polícia Civil e Promotoria, creem que Longo matou o menino Joaquim, que era diabético, com uma superdosagem de insulina.
O padrasto está preso na Delegacia Seccional de Barretos desde o início das investigações. Já a mãe do menino, Natália, ficou presa durante 31 dias na Cadeia Feminina de Franca, interior de SP, e foi solta no dia 11 de dezembro, após vencer o prazo do primeiro pedido da Polícia Civil de prisão temporária por trinta dias.
O Globo
SÃO PAULO – O promotor de Justiça Marcus Túlio Alves Nicolino entregou nesta quinta-feira à Justiça de Ribeirão Preto, no interior paulista, denúncia por homicídio triplamente qualificado (motivo fútil, emprego de meio cruel e uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima) contra o técnico em TI Guilherme Longo e a psicóloga Natália Ponte, respectivamente, padrasto e mãe do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos. A criança desapareceu de casa, em Ribeirão Preto, no dia 5 de novembro do ano passado. O corpo dela corpo foi encontrado em um rio, na cidade de Barretos, dias depois.
Segundo o promotor, Longo foi denunciado também por ocultação de cadáver. Natália, na opinião dele, foi omissa e colaborou para o crime. No inquérito policial sobre o caso, a mãe de Joaquim não foi indiciada pelo delegado Paulo Henrique Martins de Castro. Além da denúncia, Nicolino pediu à Justiça também que o casal fique preso preventivamente até o julgamento do crime.
- Ela é penalmente responsável, por omissão. Permitiu que o crime ocorresse – diz o promotor.
- Endossei o pedido de prisão preventiva feito pelo delegado à Justiça em relação ao Guilherme. E acredito que a prisão de ambos é necessária para conveniência da instrução criminal e garantia da ordem pública – acrescenta.
O promotor espera que a Justiça decida sobre o pedido das prisões até esta sexta-feira. Em relação à aceitação ou não da denúncia, isso só deve ocorrer na próxima semana, em razão do recesso judiciário.
Ambos, Polícia Civil e Promotoria, creem que Longo matou o menino Joaquim, que era diabético, com uma superdosagem de insulina.
O padrasto está preso na Delegacia Seccional de Barretos desde o início das investigações. Já a mãe do menino, Natália, ficou presa durante 31 dias na Cadeia Feminina de Franca, interior de SP, e foi solta no dia 11 de dezembro, após vencer o prazo do primeiro pedido da Polícia Civil de prisão temporária por trinta dias.
O Globo
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