segunda-feira, 16 de junho de 2014

Por onde andará aproveitando a vida com sua nova família, Roger Abdelmassih ??????????!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Desaparecido, não creio...Com toda fortuna que fez tirando de suas pobres vítimas...está bem na frente de nosso nariz. Isso é certo!

Por que as pessoas que sabiam ou sabem onde se encontra não denunciam? Por medo, por $$$$$$$ ? Esse deve estar rolando até fora do país.
Quem o viu num cassino,foi à polícia, denunciou, voltou lá e nada foi feito.
E por isso as vítimas estão assustadas com o que poderá mandar fazer a elas...
Coragem gente, denunciem porque ele não é o que o atual sogro disse:"Um homem de Bem" !
A polícia só chega nos lugares por onde anda, uando já se foi e deixou rastros num certo lugar que deve ser seu esconderijo. Sabe-se lá lá dentro mesmo porque o espaço permite isso e lá mesmo deve ser o 'esconderijo'.

Devem estar rindo de todos como na foto acima.....

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Fiscalização encontra crianças vendendo produtos para a Copa em Fortaleza


Treze crianças e adolescentes foram encontrados em situação de trabalho infantil, comercializando produtos para a Copa nas ruas de Fortaleza. A equipe de fiscalização, composta pelo Ministério Público do Trabalho (MPT/CE) e pela Superintendência Regional do Trabalho (SRTE/CE), realizou a ação nos cruzamentos de quatro avenidas da capital cearense.

Segundo os fiscais, foram identificadas cinco crianças, de 10 e 11 anos, e oito adolescentes, de 12 a 16 anos, vendendo, principalmente, bandeiras do Brasil. Com exceção de um adolescente, os outros afirmaram que seguem na escola mas que têm faltado às aulas. Por meio de entrevista com as crianças, levantou-se informações sobre as famílias e seus contextos. O relatório será enviado à Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social e Combate à Fome de Fortaleza para que seja realizado um acompanhamento da família e a inclusão em programas sociais.

promenino

Pai vai buscar filho em protesto de black blocs em São Paulo

‘Você vai ter o seu direito quando trabalhar e ganhar o seu dinheiro, tá?’, gritou o pai. Jovem de 16 anos dizia que protestava por saúde e educação

SÃO PAULO - Um pai foi buscar o filho, que participava de um protesto de black blocs no Tatuapé, zona leste de São Paulo, nesta quinta-feira, marcado por atos de vandalismo e confronto com a Polícia Militar. O jovem, identificado apenas como Renan, de 16 anos, foi surpreendido com a chegada do pai, em meio à manifestação. O rapaz, que argumentava que tinha o direito de protestar, foi arrastado pelo pai. As imagens foram registradas pelo cinegrafista da TV Globo Marcelo Campos.

- Deixa eu protestar. Eu não quero isso. Esse governo é errado - dizia o rapaz.

- Você vai ter o seu direito quando trabalhar e ganhar o seu dinheiro, tá? Eu sou seu pai, escuta o seu pai - falou o pai logo na chegada. - Ele é meu filho - argumentava o pai, retirando o filho, entre os manifestantes.

O pai tirou a camiseta do rosto do filho, dizendo “ você não é criado para isso. Eu trabalho para te sustentar, não é para você esconder a cara”.

- Eu quero escola, eu quero saúde. Deixa eu protestar. Minha avó quase morreu num hospital público. Você acha certo isso? Pelo amor de Deus, deixa eu correr atrás. Tanta gente morrendo. Deixa eu fazer a minha parte, ajudar um pouco. Eu sei que eu tenho 16 anos. Eu não vou me machucar, relaxa.

- Eu pago a sua escola. Eu e sua mãe trabalhamos para te sustentar. Vamos para casa, por favor, Renan. Você não vai mudar o mundo. Meu filho, você tem 16 anos, não é a hora agora. Eu te amo, cara. Você é meu filho. Eu estou pedindo demais? Renan, um passo de cada vez - implorava o pai, na presença de câmeras da imprensa.

No fim, ele foi convencido a ir para casa.

O Globo

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Mulher de publicitário suspeito de matar zelador deve ser presa no RJ por assassinato do ex-marido

Segundo a polícia, novos depoimentos possibilitaram os pedidos de prisão temporária

A Polícia Civil do Rio de Janeiro pediu a prisão temporária da advogada Ieda Cristina Martins, de 42 anos. Ela é suspeita de ter participado da morte do ex-companheiro, o empresário José Jair Faria, em 2005. O publicitário Eduardo Tadeu Pinto Martins, de 47, atual marido de Ieda, está preso desde que confessou ter matado o zelador Jezi Lopes de Souza, de 63, que trabalhava o prédio em que moravam, na zona norte de São Paulo.

O delegado responsável pelo inquérito da morte do empresário no Rio foi a São Paulo entregar os mandados de prisão de Ieda e Martins. Segundo o delegado, a prisão do publicitário, o encontro do cano de uma pistola 380, além de novos depoimentos de testemunhas, possibilitaram que a polícia tivesse elementos suficientes para pedir a prisão do casal.

O publicitário, que nunca prestou depoimento sobre o caso, deve ser ouvido nos próximos dias. Já Ieda, vai ficar presa por um tempo em São Paulo por conta das investigações da morte do zelador. Depois, ela será levada ao Rio.

A advogada foi ao 13º Distrito Policial prestar depoimento por volta das 16h desta segunda-feira (9). A polícia de São Paulo também deve pedir a prisão da advogada, mas ainda vai aguardar o resultado de um laudo. O exame pode mostrar que a bota usada por ela no dia da morte do zelador tem manchas de sangue. Isso poderia provar que ela ajudou o marido a matar a vitima.

Casal suspeito de matar zelador em SP extorquiu empresário assassinado no Rio em 2005; ouça
Zelador pode ter sido colocado ainda vivo dentro de mala, diz delegado

R7

JOAQUIM BARBOSA NÃO DECLINOU O NOME, MAS SABEMOS DE QUEM SE TRATA... DO SEMI-ANALFABETO LULA.

Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa.

"Lamento profundamente que um ex-Presidente da República tenha escolhido um órgão da imprensa estrangeira para questionar a lisura do trabalho realizado pelos membros da mais alta Corte do País. A desqualificação do Supremo Tribunal Federal, pilar essencial da democracia brasileira, é um fato grave que merece o mais veemente repúdio. Essa iniciativa emite um sinal de desesperança para o cidadão comum, já indignado com a corrupção e a impunidade, e acuado pela violência. Os cidadãos brasileiros clamam por justiça.

A Ação Penal 470 foi conduzida de forma absolutamente transparente.
Pela primeira vez na história do Tribunal, todas as partes de um processo criminal puderam ter acesso simultaneamente aos autos, a partir de qualquer ponto do território nacional uma vez que toda a documentação fora digitalizada e estava disponível em rede. As cerca de 60 sessões do julgamento foram públicas, com transmissão ao vivo pela TV Justiça, além de terem recebido cobertura jornalística de mais de uma centena de profissionais de veículos nacionais e estrangeiros.
Os advogados dos réus acompanharam, desde o primeiro dia, todos os passos do andamento do processo e puderam requerer todas as diligências e provas indispensáveis ao exercício do direito de defesa.
Acolhida a denúncia em agosto de 2007, o Ministério Público e os réus tiveram oportunidade de indicar testemunhas. Foram indicadas, no total, cerca de 600. Acusação e defesa dispuseram de mais de quatro anos para trazer ao conhecimento do Supremo Tribunal Federal as provas que eram do seu respectivo interesse.
Além da prova testemunhal, foram feitas inúmeras perícias, muitas delas realizadas por órgãos e entidades situadas na esfera de mando e influência do Presidente da República, tais como:
- Banco Central do Brasil;
- Banco do Brasil;
- Polícia Federal;
- COAF;
Também contribuíram para o resultado do julgamento provas resultantes de trabalhos técnicos elaborados por órgãos da Câmara dos Deputados, do Tribunal de Contas da União e por Comissão Parlamentar de Inquérito Mista do Congresso Nacional.
Portanto, o juízo de valor emitido pelo ex-chefe de Estado não encontra qualquer respaldo na realidade e revela pura e simplesmente sua dificuldade em compreender o extraordinário papel reservado a um Judiciário independente em uma democracia verdadeiramente digna desse nome".
Joaquim Barbosa
Presidente do Supremo Tribunal Federal



terça-feira, 3 de junho de 2014

Caso JK: Comissão Municipal da Verdade vai à Justiça contra Comissão Nacional


Professor Gilberto Bercovici defende inversão do ônus da prova
e que Estado prove que Juscelino Kubitschek não foi assassinado


O presidente da Comissão Municipal da Verdade Vladimir Herzog (CMVVH), Gilberto Natalini, anunciou nesta terça-feira (3) que entrará com mandado de segurança para impedir a Comissão Nacional da Verdade (CNV) de transformar um documento preliminar sobre a morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek em relatório definitivo.

Natalini quer que a CNV leve em consideração os depoimentos de pelo menos oito pessoas que testemunharam os acontecimentos que culminaram com a morte de JK e de seu motorista, Geraldo Ribeiro, num "acidente de trânsito" na Rodovia Presidente Dutra, em 22 de agosto de 1976.

A CNVVH investigou a morte de JK e concluiu que ele sofreu um atentado político. A CNV considera a morte do ex-presidente consequência natural de um acidente, com base nas perícias criminais feitas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, em plena ditadura militar.

Em audiência pública promovida nesta terça-feira pela CMVVH e o Centro Acadêmico XI de Agosto da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), o professor Gilberto Bercovici afirmou que a CNV tem de analisar a documentação e os depoimentos tomados pela CMVVH antes de concluir o caso. "Não faz sentido a Comissão Nacional assumir laudo da ditadura militar, provavelmente forjado, e decidir encerrar a discussão sobre a morte de JK", afirmou ele.

Bercovici elabora parecer sobre o assunto. O jurista defende que a inversão do ônus da prova, prevista no Direito brasileiro, tem de valer no caso JK. "A ditadura que torturou e matou não exitaria em fraudar um inquérito policial para encobrir o assassinato de JK. Cabe ao Estado provar que não houve um assassinato".

De acordo com o professor da Faculdade de Direito da USP, a CNV poderá ser contestada na Justiça por abuso de poder. "Até para que não haja dúvidas sobre o conjunto dos trabalhos da CNV, não se pode encerrar as investigações sobre a morte de JK com a desculpa de que não há tempo suficiente para aprofundá-las", declarou Bercovici. "Isso seria um desserviço à memória e à verdade".

Natalini, da CMVVH, deixou claro que não deseja abrir uma guerra contra a CNV, mas assegurou não aceitar que um inquérito da ditadura se sobreponha a uma investigação democrática. "Em vez da perícia da polícia da ditadura, eu fico com o testemunho de um homem negro e pobre", afirmou Natalini, referindo-se ao motorista de ônibus Josias Nunes de Oliveira, acusado injustamente de ter causado o acidente que provocou as mortes de JK e de Geraldo Ribeiro.

Bercovici, por sua vez, criticou a falta de consideração com a memória de JK. "Não há provas de que foi um acidente. Não aceitamos a história oficial, e sim queremos buscar a verdade efetiva dos fatos".

Informações: Gilberto Natalini (99654-9532) e Ivo Patarra (99603-5058)




sábado, 31 de maio de 2014

Às vésperas do início da Copa, exploração sexual de crianças e adolescentes preocupa

Yuri Kiddo, do Promenino com Cidade Escola Aprendiz

A menos de um mês do Mundial, basta conversar com alguns taxistas para ouvir que parte dos mais de 600 mil turistas estrangeiros esperados para o evento já está no Brasil. A estimativa do Ministério do Turismo é de quase quatro milhões de pessoas, entre brasileiros e outras nacionalidades, circulando por todo o país.

Se dentro de campo a maior preocupação é se a seleção brasileira de futebol conseguirá erguer a taça de hexacampeão, fora dele o foco é na infraestrutura. No entanto, pouco é questionado se o país conseguirá ser bem sucedido no campo de direitos humanos e de proteção à infância. O alto número de pessoas circulando pelo país pode trazer riscos, especialmente quando se trata de violência sexual contra crianças e adolescentes.

Em fevereiro, a entidade sueca Childhood fez um alerta à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) sobre os riscos de aumento de violência sexual. A entidade entregou à SDH um estudo sobre o aumento de casos de exploração sexual de mulheres, crianças e adolescentes nos países-sede de grandes eventos esportivos nos últimos anos. Os dados revelam que, nos dois meses anteriores ao início da Copa na África do Sul em 2010, o crime contra meninos e meninas aumentou em cerca de 40 mil casos (63%). Já no Mundial de 2006 na Alemanha, em 20 mil (28%).

Por sua vez, o estudo “Exploração de crianças e adolescentes e a Copa do Mundo: uma análise dos riscos e das intervenções de proteção” aponta que a exploração sexual de crianças e adolescentes relacionada aos grandes eventos esportivos está atrelada a outros problemas sociais que o país já sofre, como desvio na oferta de atendimento, estresse familiar, pobreza e violência doméstica.

Dados do Disque 100 (2003 - 2011)

275.638 denúncias de violações de direitos humanos de crianças e adolescentes;

Do total, 27.664 referem-se a casos de exploração sexual de meninos e meninas;

Média de 294 denúncias por mês.


A questão foi tomada como prioridade pela SDH nos últimos tempos. A partir das denúncias registradas pelo Disque 100, entre maio de 2003 e março de 2011, a Secretaria constatou que os crimes sexuais contra crianças e adolescentes já são recorrentes no país, inclusive nas cidades-sede. Com base nos números, a SDH colocou como prioridade ações em rodovias, fronteiras, grandes obras e nas cidades-sede para o campeonato mundial, visando coibir o crime.

Iniciativas


Para diminuir e tentar coibir os crimes sexuais contra crianças e adolescentes, o governo federal e organizações da sociedade civil realizam campanhas para tirar o tema da invisibilidade e intensificar o número de denúncias. “Temos várias ações que já utilizamos em megaeventos como o Carnaval e que servirão para a Copa do Mundo. Plantões, acolhimento para crianças perdidas ou que sofreram alguma violência, além do reforço da rede de proteção, delegacias e do Disque 100”, explica o coordenador geral de proteção à infância do Ministério do Turismo, Adelino Neto.

Nas cidades-sede estão ocorrendo formações para profissionais do turismo e materiais sobre a questão serão distribuídos em hotéis, bares, restaurantes, aeroportos e para taxistas. “O turista terá todo tipo de informação a respeito desse assunto para promover uma visita ao país de forma consciente, responsável, sustentável e decente.”

Antes mesmo de chegarem ao Brasil, os turistas de 17 países europeus já terão informações por meio da campanha comandada pela rede internacional ECPAT (Redes Nacionais de Defesa dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes). Sob o mote “Não Desvie o Olhar”, a campanha abordará nos aviões e aeroportos fora do Brasil quatro dimensões da questão: prostituição, pornografia, tráfico e turismo para fins de exploração sexual. O governo federal também promove a campanha “Proteja Brasil” que busca envolver a sociedade na proteção das crianças e adolescentes e estimular as denúncias de casos de violações de direitos.

“A campanha é importante porque tira o assunto da invisibilidade. Nós que defendemos direitos de crianças e adolescentes sabemos que o crime existe e estamos atentos. Então, a primeira parte é tornar o problema público e não fazer com que isso seja uma prática natural”, explica a representante da ECPAT no Brasil, Tiana Sento-Sé. “Em seguida, queremos empoderar as pessoas para que elas não fiquem caladas e denunciem. Acredito ainda que temos uma terceira função, que é colocar de forma efetiva o tema na nossa agenda de prioridades para que os setores de assistência, saúde, judiciário e segurança estejam melhores preparados.”

Além das campanhas, na noite desta quarta-feira (21) foi sancionado pela presidenta Dilma Rousseff o Projeto de Lei (PL) que torna a exploração sexual de crianças e adolescentes crime hediondo. A lei vem para reforçar o enfrentamento à questão. “Esse tema nunca foi tão debatido no Brasil como agora. Temos que ter como legado da Copa o fortalecimento da rede de atendimento e a união de esforços de todos que trabalham na área”, afirma o coordenador do Ministério, Adelino Neto.

Limitações


No entanto, Tiana relata que os esforços não serão suficientes. “Infelizmente não foram planejados recursos financeiros suficientes, não tem nada no orçamento público a não ser para obras.” Para ela e diversos especialistas na área de direitos da infância, o Sistema de Garantia de Direitos precisa de recursos humanos e materiais para que o atendimento dê conta da demanda do atendimento das crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, seja Copa do Mundo ou não.

A partir da experiência com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual Infantil em São Paulo, a vereadora Patrícia Bezerra aponta que há falhas na rede de proteção que deveriam ser sanadas antes mesmo da Copa. “As redes não dão conta de contemplar o assunto na complexidade que ele exige. Elas funcionam apenas no atendimento pontual e sem devidos processos e encaminhamentos, então não temos essa proteção garantida”.

Tiana concorda que as deficiências da rede se amplificam com o evento. “Para a Copa, o problema só se agrava porque o país não priorizou a infância e porque direitos humanos não é assunto da FIFA. Ela não está preocupada com isso.” Tiana ainda cita a permissão de pessoas com menos de 18 anos trabalharem como gandula no Mundial. “Isso só mostra que a preocupação maior é dinheiro e não o bem-estar de ninguém, nem das próprias crianças e adolescentes, que representam o futuro.”

A vereadora Patrícia Bezerra relata que a Federação Internacional do Futebol (FIFA) foi convidada a participar de uma campanha internacional sobre crimes sexuais envolvendo crianças e adolescentes e se recusou com a justificativa de “não querer atrelar o nome da marca e a imagem da Copa com a exploração sexual infantil”. “Eles [FIFA] vêm aqui e faturam bilhões de reais e não investem um centavo na proteção da infância.”

Antes mesmo de começar, a Copa já contribuiu no aumento da vulnerabilidade de crianças e adolescentes. Canteiros de obras com intensa presença de homens, muitas vezes afastados de suas famílias, levaram a casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. As denúncias foram comuns em várias cidades-sede e repercutiram até na imprensa internacional.

Parte das denúncias foram relativas à Arena Corinthians, em São Paulo, que será palco da festa de abertura da Copa. O estádio foi escolhido como local de protesto no último domingo, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e data da inauguração da Arena. “Quisemos levar a manifestação para esse lugar emblemático, construído com o histórico de exploração sexual de crianças e adolescentes”, afirma a vereadora Patrícia Bezerra.

promenino

DIA MUNDIAL SEM TABACO

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