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quinta-feira, 9 de maio de 2013
Oficina mobiliza empresas contra exploração sexual de crianças e adolescentes
"As empresas podem contribuir com a erradicação da exploração sexual de crianças e adolescentes?" "Como inserir a questão nas agendas do mundo corporativo?" Essas e outras questões de mesma natureza foram pensadas durante a primeira oficina da Campanha contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes realizada pela ONG Terra dos Homens, com apoio da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, no último dia 3 de maio, em São Paulo.
Segundo a integrante da ONG Terra dos Homens e coordenadora do projeto, Vera Cristina de Souza, “o grande objetivo do encontro é fazer com que as empresas pensem formas de levar o tema para sua agenda de trabalho de forma contínua, com a proposição de ações”.
A oficina reuniu cerca de 20 representantes de empresas e instituições, como a construtora Camargo Corrêa e as redes de hotéis Accor e Meliá; entre as atividades, um momento de debate sobre possíveis ações e o compartilhamento de atividades já praticadas. A Petrobrás, por exemplo, têm entre seus critérios de contratação de fornecedores a existência de ações no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes.
Outra experiência apontada como exemplar é do grupo Mil, detentor de uma rede de supermercados e indústrias, na região serrana do Rio de Janeiro. Vera Cristina explica que o grupo prevê ações aos trabalhadores, clientes e à comunidade: “os colaboradores recebem workshop sobre a temática no horário do almoço; os clientes entram em contato com o logo da Faça Bonito [campanha de proteção à crianças e adolescentes] e com o telefone do disque denúncia ao levar as sacolinhas do estabelecimento; e, para a comunidade, há uma mobilização com encontros e seminários com a participação do sistema de garantia de direitos", pontua.
A construtora Camargo Corrêa, uma das maiores empresas do setor de construção civil pesada, há anos realiza espaços de sensibilização em suas obras. A analista de responsabilidade social e representante da companhia, Letícia Morais Silveira Santos, conta que a construtora possui o programa “Grandes Obras pela Infância” direcionado aos colaboradores e ao público externo. Segundo Letícia, internamente é feito um trabalho de educação e sensibilização e, externamente, em parceria com o Instituto Camargo Corrêa, é feito o aporte de recursos para o fortalecimento da rede de proteção.
A Campanha contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescente da ONG Terra dos Homens também realiza ações com os trabalhadores de obras. Vera Cristina relata que em uma das atividades de sensibilização, realizada em Porto Velho, percebeu uma questão equivocada relacionada à percepção que se tem sobre a adolescência das meninas por parte dos operários: "Embora eles reconheçam a necessidade de uma infância protegida, acreditam que, após essa fase, a menina já é mulher e pode ter qualquer tipo de relacionamento sexual", explica.
Para reverter o cenário, Vera Cristina acredita nas ações de conscientização. "A informação, nesse caso, é muito importante, pois se nota que eles não têm a leitura da violação, da violência", pondera a coordenadora.
A iniciativa de mobilização do setor empresarial para o combate à exploração sexual veio do III Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes realizado em 2008 no Rio de Janeiro. A partir daí criou-se uma declaração de compromisso para o engajamento das empresas com ações no combate ao enfrentamento da violência sexual. Até agora, há 140 signatários sendo quase 100 no estado do Rio de Janeiro.
A Campanha busca agora engajar empresas de outros estados. Em São Paulo, ocorrerá uma segunda oficina em 19 de julho e está prevista uma terceira para encerramento dos trabalhos. Em julho, também será realizado um encontro em Brasília que reunirá as empresas do norte, nordeste e centro-oeste do país.
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quarta-feira, 8 de maio de 2013
Pastor suspeito de estuprar seis fiéis dizia que vítimas estavam 'possuídas'
Ao ser preso, Marcos Pereira afirmou não saber quais eram as acusações.
Religioso comanda a Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias no Rio.
O delegado Márcio Mendonça, da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) do Rio de Janeiro, disse nesta quarta-feira (8), após ouvir as supostas vítimas do pastor Marcos Pereira, que o suspeito dizia às mulheres que elas estavam "possuídas" e que só iriam se livrar do "mal" caso tivessem relação sexual com um religioso.
Marcos Pereira, que comanda a Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias, foi preso na noite de terça-feira (7) suspeito de ter estuprado seis fiéis. Entre as vítimas está a ex-mulher e uma jovem que disse ter sido estuprada dos 14 aos 22 anos. A polícia apura a possibilidade de outras mulheres terem sido abusadas.
Ao ser encaminhado para a delegacia, o pastor não quis comentar a prisão e disse que não sabia quais eram as acusações. "Não tenho ideia", disse. Imagens gravadas pela Polícia Civil do Rio mostram o momento da prisão de Marcos Pereira (assista ao vídeo acima).
"Ele tinha um comportamento semelhante quando estuprava as mulheres dentro da própria igreja. Ele dizia que elas estavam possuídas, demoniadas e ele fazia crer que a única forma que essas pessoas pudessem ser libertadas daquele demônio era tendo relação com uma pessoa santa", afirmou o delegado Márcio Mendonça.
Marcos Pereira também é investigado por homicídio, associação ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ele foi transferido nesta quarta para o Complexo de Bangu, na Zona Oeste. Trinta pessoas já prestaram depoimento contra o pastor.
A prisão ocorreu na Avenida Brasil, quando o pastor seguia em direção a Copacabana, na Zona Sul da cidade. Ele estava acompanhado por fiéis da igreja. Contra Marcos, havia dois mandados expedidos pela Justiça.
De acordo com as investigações, parte dos crimes ocorreu em um apartamento na Avenida Atlântica, em Copacabana. O local seria usado pelo pastor para promover orgias e violência sexual. O imóvel, avaliado em R$ 8 milhões, está registrado em nome da Assembleia de Deus dos Últimos Dias.
O G1 entrou em contato com a assessoria da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, localizada em São João de Meriti que informou, por meio de nota que o pastor Marcos Pereira é inocente e sua conduta como homem de Deus, prova isso. A assessoria acrecentou ainda que todos estão "indignados com a injustiça e que isso não passa de especulação".
O pastor Marcos Pereira ficou conhecido por ajudar na reabilitação de dependentes químicos e no resgate de criminosos que seriam mortos por traficantes. Em 2004, ele negociou o fim de uma rebelião em um presídio do Rio de Janeiro.
Denúncia foi feita há 1 ano
O inquérito para investigar a associação do pastor Marcos Pereira com tráfico foi instaurado há um ano, depois que, em fevereiro de 2012, o líder do AfroReggae José Junior prestou depoimento à Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) sobre supostas ameaças que o religioso teria feito ao grupo.
Segundo José Júnior, o pastor teria também participado da onda de ataques cometidas por traficantes no Rio de Janeiro, entre 2006 e 2010. Na ocasião, em nota, o religioso disse que "durante muitos anos atraímos o olhar desconfiado de muitas pessoas, o que me colocou sob investigação e monitoramento intenso e permanente dos órgãos policiais, sem que nenhuma, repito, nenhuma ligação minha ou da igreja que presido tenha sido identificada. Trabalhar com criminosos visando a sua recuperação é diferente de se envolver com criminosos, e esta fronteira eu nunca ultrapassei".
A partir dessa investigação policial apareceram as informações sobre estupros. Segundo o delegado Márcio Mendonça, "as pessoas tinham medo de denunciar" porque começaram a ser ameaçadas. Segundo os relatos ouvidos pela polícia, o medo das vítimas devia-se ao fato do pastor abrigar criminosos e guardar armas na igreja.
Segundo o delegado, o pastor Marcos Pereira estuprava as vítimas também dentro da igreja, muitas vezes em seu gabinete. "Na igreja, tem pessoas que prestam serviço para ele e que não recebem nada. Elas servem o café, ajudam na limpeza, fazem o almoço. Ele se aproveitava e abusava das pessoas naquele local mesmo.", disse Márcio Mendonça, citando ainda que o religioso praticou "atos agressivos" e que fazia orgias com homens e mulheres no apartamento em Copacabana.
Homicídio
Segundo a polícia, uma jovem assassinada em 2008 queria denunciar o pastor depois de ter sido vitima de abuso. Três pessoas foram presas suspeitas do crime, entre elas, o sobrinho do religioso.
Há tambem uma investigação que aponta que, além do homicídio desta jovem, que já era maior de idade, há outros homicídios. "São pessoas que teriam descoberto as orgias e aí foram assassinadas", afirmou o delegado.
G1
QUE PAÍS É ESSE? DIREITO HUMANOS SÓ PARA MARGINAIS!!!!!
DOIS DIAS QUE A REDE LIXO ESTÁ FALANDO DA MORTE DO NOBRE CIDADÃO TRABALHADOR MATEMÁTICO....MAS ESSE AÍ QUE ESTÁ FARDADO E QUE DEU POR POUCO TEMPO O SANGUE PELA SOCIEDADE E PAI DE FAMÍLIA.....ESSE NÃO TEM VALOR NENHUM !! MELHOR PAÍS DO MUNDO ? QUAL ? AONDE ?
O CARRO DESTE SOLDADO FOI ENCONTRADO ABANDONADO, COM SEU FARDAMENTO E MASSA CEFÁLICA NO PORTA-MALAS...
E ATÉ HOJE SEU CORPO NÃO FOI ENCONTRADO...
SUA FAMÍLIA HOJE AINDA SE ENCONTRA SEU A PENSÃO, DEIXANDO MULHER E FILHOS COM SÉRIAS DIFICULDADES FINANCEIRAS!
E AÍ? O QUE A PORRA DA REDE GLOBO FEZ PARA AJUDÁ-LOS?
QUAL COBERTURA ELA DEU SOBRE ESTE CASO?
CADÊ A PORRA DOS DIREITOS HUMANOS E SEUS DEFENSORES DE BANDIDOS NESSE CASO?
QUE PAÍS É ESSE ONDE UM BANDIDO TEM MUITO MAIS IMPORTÂNCIA DO QUE UM POLICIAL MILITAR PAI DE FAMÍLIA?
INFORMAÇÃO RECEBIDA PELO FACEBOOK
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
Fome e terrorismo: conheça o pior lugar do mundo para ser criança
Um estudo profundo sobre a crise de fome na Somália estima que 258 mil pessoas tenham morrido de fome, em 2011, por todo o país.
Desse total, 133 mil eram crianças com menos de cinco anos de idade, segundo Chris Hillbruner, conselheiro da FEWS NET, uma agência patrocinada pelos Estados Unidos, que divulga dados sobre a fome no mundo e países que necessitam de ajuda internacional.
Esse número fez com que a Somália se tornasse o lugar mais perigoso do mundo para ser uma criança em 2011.
A seguir, conheça melhor a situação do país africano
Foto: CARL DE SOUZA/AFP
R7
Corpo de João Goulart pode passar por exumação
O corpo do ex-presidente João Goulart pode passar por um processo de exumação com o objetivo de determinar se ele foi vítima de envenenamento. A investigação está sendo realizada pela Comissão da Verdade e pelo Ministério Público Federal, a pedido da família de Goulart.
O ex-presidente foi deposto em um golpe militar em 1964 e se exilou na Argentina. Ele morreu em 1976 supostamente devido a um ataque cardíaco. Porém, o depoimento de um ex-agente da inteligência uruguaia colocou a versão em dúvida.
Mário Barreiro afirmou que o Goulart teria sido envenenado em uma ação relacionada à Operação Condor, um ação conjunta de governos militares da América do Sul.
Antes da possível exumação, peritos devem avaliar se o processo será capaz ou não de esclarecer a suspeita.
BBC Brasil
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Trabalho precoce compromete a saúde e a vida de crianças e adolescentes
No Brasil, adolescentes só podem trabalhar a partir dos 14 anos, sob a condição de aprendiz. Antes dessa idade, qualquer atividade é proibida por lei. A luta pelo reconhecimento e sensibilização para trabalho infantil vem crescendo nos últimos anos com campanhas, políticas públicas, denúncias e fiscalização, porém, não é difícil se deparar com pessoas a favor de meninos e meninas em atividades laborais. As justificativas são diversas: das questões de classe social à cultura da naturalização da exploração infantil, a partir da falsa ideia de que o trabalho “enobrece o homem”.
“A sociedade tem que entender que o trabalho infantil não traz benefícios. Pelo contrário, atrapalha o desenvolvimento de crianças e adolescentes, causando prejuízos à saúde, à educação, ao lazer e à convivência familiar”. A afirmação é do coordenador nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Coordinfância) do Ministério Público do Trabalho (MPT), Rafael Dias Marques, que chama a atenção e corresponsabiliza a população em geral. “No momento em que a sociedade se conscientiza, passa a ser um agente de cobrança do poder público para que políticas sejam desenvolvidas e essas crianças e adolescentes possam se desenvolver de maneira integral”.
Nessa percepção, Marques faz uma triste análise. “Muitas dessas crianças e adolescentes estão perdendo a capacidade de elaborar um futuro por estarem desenvolvendo doenças decorrentes do trabalho, que os incapacitam para a vida produtiva quando na fase adulta. Essa é uma das mais perversas formas de violação dos direitos humanos de crianças e adolescentes”.
Impactos e consequências
Alguns tipos de trabalho podem sujeitar as pessoas a acidentes com muito mais frequência. De acordo com o Ministério da Saúde, crianças e adolescentes se acidentam seis vezes mais do que adultos em atividades laborais, e pelo menos três se acidentaram por dia trabalhando no Brasil de 2009 a julho de 2011. Nesse mesmo período, no mínimo 37 crianças morreram, sendo que uma delas não chegou sequer a completar os 13 anos. Os dados referentes a acidentes com pessoas com menos de 17 anos foram coletados pelo Ministério da Saúde a partir de comunicação de hospitais e postos de atendimento.
Os impactos do trabalho em adultos e crianças são muito diferentes do ponto de vista fisiológico e psicológico, sendo mais graves no segundo caso, como explica a médica diretora da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), Márcia Bandini. “As crianças são mais suscetíveis por estarem em fase de crescimento e desenvolvimento, têm maior vulnerabilidade social e menor percepção de perigos e, frequentemente, não têm sequer tamanho adequado para o uso de equipamentos de proteção, destinados a adultos”.
Além da perda de direitos básicos como educação, lazer e esporte, as crianças e adolescentes que trabalham podem sofrer consequências irreversíveis. “As atividades que exigem esforço físico extremo, por exemplo, podem impactar no crescimento saudável”, afirma Márcia. Devido a baixa resistência, a criança é mais suscetível a infecções e lesões, se comparada ao adulto. Em termos psicológicos, a médica aponta o abuso físico, sexual e emocional como principais fatores desencadeadores de doenças. “O trabalho infantil cobra seu preço na saúde física e mental, bem como na inclusão socioeconômica das crianças de adolescentes”, avalia a médica.
Outro agravante diz respeito ao reconhecimento dos possíveis acidentes ocasionados por situações de trabalho. Márcia Bandini aponta que essas situações não são percebidas frequentemente nem pelo sistema de saúde, justamente por tramitarem na ilegalidade. A especialista faz uma recomendação: “Quando a criança ou adolescente é atendido no SUS, é necessário investigar as condições que levaram à lesão e, em caso de suspeita de trabalho ilegal, é preciso notificar o incidente ao Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), ao Conselho Tutelar e a Delegacia Regional do Trabalho. O profissional de saúde pode e deve exercer seu papel social no combate ao trabalho infantil”.
No tocante ao aprendizado e a escolaridade, o trabalho infantil também deixa sua carga negativa. “Toda criança ou adolescente que trabalha, acaba se cansando muito facilmente. No momento em que consegue acessar a escola, não assimila os conhecimentos para desenvolver as suas habilidades e competências. A educação e a saúde demonstram como uma situação de trabalho infantil pode prejudicar”, analisa Rafael Dias Marques, mencionando a necessidade do Estado evoluir para responder a este cenário e oferecer escolas e educação em tempo integral. “Assim poderemos garantir que as crianças permaneçam nas escolas, desenvolvendo habilidades psíquicas e de lazer, sociabilidade, cidadania, ou seja, constituindo-se como cidadãs”, afirma. Márcia Bandini reforça: “Lugar de criança é na escola, brincando e aprendendo”. Quem ainda discorda?
promenino
terça-feira, 30 de abril de 2013
Indiana de cinco anos estuprada e torturada morre no hospital
.Ela teria sido sequestrada e violentada por um amigo de seus pais
NOVA DÉLI - A menina de cinco anos violentada e torturada há duas semanas morreu no hospital na Índia, anunciaram fontes médicas nesta terça-feira. Ela sofreu uma parada cardíaca, depois de passar oito dias em coma induzido, disse um porta-voz.
A menina teria sido estuprada e torturada por um amigo de seus pais e abandonada em um quarto trancado por dois dias na região central da Índia. O ataque ocorreu quatro meses após o estupro coletivo de uma estudante em um ônibus de Nova Déli, que provocou uma onda de protestos contra a violência de gênero no país.
O Globo
domingo, 28 de abril de 2013
Documentário mostra 'vida normal' de gêmeas coligadas dos EUA
Abby e Brittany Hensel são gêmeas siamesas determinadas a viver uma vida normal.
Como a maioria das garotas de 23 anos, as irmãs gostam de passar tempo com amigos, viajar nas férias, dirigir, praticar esportes e viver a vida ao máximo. As gêmeas de Minnesota, nos Estados Unidos, se formaram na Universidade Bethel e estão começando uma carreira como professoras primárias. "Logicamente entendemos que no início vamos ganhar apenas um salário, porque vamos fazer o trabalho de uma pessoa", diz Abby. "Com a experiência, talvez possamos negociar um pouco, considerando que temos dois diplomas e porque somos capazes de dar duas perspectivas diferentes ou ensinar de duas maneiras diferentes", observa. "Enquanto uma está ensinando, outra pode fazer monitoramento ou responder perguntas", comenta Brittany. A amiga Cari Jo Hohncke sempre admirou o trabalho de equipe das irmãs. "Elas são duas garotas diferentes, mas ainda assim elas são capazes de trabalhar juntas para fazer as funções básicas que fazemos todos os dias sem pensar", diz. As irmãs são objeto do documentário Abby and Brittany: Joined for Life (Abby e Brittany: Juntas para a vida toda), que vai ao ar nesta quinta-feira na Grã-Bretanha pelo canal 3 da BBC. Elas disseram ter decidido participar do documentário para mostrar ao mundo que vivem uma vida normal.
Intimidade
As gêmeas têm tanta intimidade que muitas vezes falam simultaneamente ou uma termina a frase da outra. Com dois pares de pulmões, dois corações, dois estômagos, um intestino e um sistema reprodutivo, elas aprenderam desde cedo a coordenar o corpo. Abby controla o lado direito e Brittany controla o lado esquerdo. Com 1 metro e 57, Abby é dez centímetros mais alta que a irmã, que precisa andar quase na ponta do pé para que elas mantenham o equilíbrio. Apesar de terem personalidades distintas, elas precisaram aprender também a chegar a um acordo para tudo o que fazem, desde a alimentação até a vida social ou as roupas que vestem. "Temos estilos muito diferentes", afirma Abby. "A Brittany gosta muito mais de cores neutras, pérolas e coisas assim, enquanto eu prefiro algo mais vivo e colorido", conta. DiferençasEnquanto Abby é vista como a irmã "expansiva" e sempre vence as discussões sobre o que elas vão vestir, Brittany diz que sua irmã gêmea é também muito mais "caseira", enquanto ela gosta de sair. Há outras diferenças também. Brittany tem medo de altura, mas Abby não tem. Abby tem interesse em matemática e ciência, enquanto Brittany prefere a arte. Elas também têm uma resposta diferente ao café. Após poucas xícaras, o batimento cardíaco de Brittany se acelera, mas Abby não é afetada. E elas têm temperaturas corporais diferentes. "Eu posso ter uma temperatura do corpo totalmente diferente da de Brittany", diz Abby. "E muitas vezes nossas mãos têm temperaturas diferentes. Eu fico super quente muito mais rápido."
Vida privada
Apesar de ter uma vida familiar e social normal, estudando e trabalhando como qualquer outra jovem, elas enfrentam problemas adicionais. Por exemplo, elas precisam lidar com as especulações sobre a vida privada - algo que preferem não discutir. As gêmeas negam os boatos de que Brittany teria ficado noiva, descrevendo a história como "uma piada tola". Viajar para o exterior nas férias também tem suas particularidades. Elas têm dois passaportes diferentes, mas podem comprar apenas uma passagem, porque ocupam apenas um assento no avião. Elas também precisam ficar atentas ao visitar locais com muita gente, porque muitas vezes chamam a atenção e são alvo de curiosidade e das lentes de câmeras do público. Uma das amigas mais próximas das gêmeas, Erin Junkans, diz que elas sempre precisam ficar em alerta, porque não sabem como as pessoas vão reagir ou o que vão dizer. "Eu sempre procuro garantir que elas fiquem seguras e que não fiquem completamente expostas", diz Junkans. "Às vezes elas ficam um pouco sufocadas com essa atenção, mas elas me surpreendem com sua habilidade para deixar isso de lado e continuar indo aonde querem", afirma.
Acontecimento raro
O nascimento de gêmeos coligados é algo extremamente raro - apenas um em cada 200 mil nascimentos -, e em até 60% desses casos, os bebês são natimortos. As gêmeas do sexo feminino tendem a ter uma taxa de sobrevivência mais alta do que a dos meninos. As operações para separar gêmeos siameses são processos altamente complexos e perigosos. E esse era um risco que os pais de Abby e Brittany não queriam correr, por medo de que uma delas pudesse não sobreviver à cirurgia ou ter a mesma qualidade de vida de que desfrutam hoje. Com apenas 12 pares de coligados adultos conhecidos em todo o mundo hoje, Abby e Brittany Hensel estão desafiando as probabilidades. A mãe delas, Patty Hensel, diz que suas expectativas e esperanças para as filhas são as mesmas de qualquer mãe. "Como qualquer mãe, espero que elas sejam bem sucedidas, felizes e saudáveis", diz. Com o início conjunto da vida profissional, as gêmeas se tornaram modelos para seus alunos, tanto no lado acadêmico quanto em relação à sua atitude sobre a vida. "Eu não acho que haja qualquer coisa que elas não tentariam ou algo que elas não fossem capazes de fazer se realmente quisessem", diz Paul Good, diretor da escola onde Abby e Brittany trabalham. "Para trazer isso para as crianças, especialmente para alunos que podem ter alguma dificuldade, é algo muito especial. Eles aprendem com um exemplo de vida", afirma.
BBC Brasil
Como a maioria das garotas de 23 anos, as irmãs gostam de passar tempo com amigos, viajar nas férias, dirigir, praticar esportes e viver a vida ao máximo. As gêmeas de Minnesota, nos Estados Unidos, se formaram na Universidade Bethel e estão começando uma carreira como professoras primárias. "Logicamente entendemos que no início vamos ganhar apenas um salário, porque vamos fazer o trabalho de uma pessoa", diz Abby. "Com a experiência, talvez possamos negociar um pouco, considerando que temos dois diplomas e porque somos capazes de dar duas perspectivas diferentes ou ensinar de duas maneiras diferentes", observa. "Enquanto uma está ensinando, outra pode fazer monitoramento ou responder perguntas", comenta Brittany. A amiga Cari Jo Hohncke sempre admirou o trabalho de equipe das irmãs. "Elas são duas garotas diferentes, mas ainda assim elas são capazes de trabalhar juntas para fazer as funções básicas que fazemos todos os dias sem pensar", diz. As irmãs são objeto do documentário Abby and Brittany: Joined for Life (Abby e Brittany: Juntas para a vida toda), que vai ao ar nesta quinta-feira na Grã-Bretanha pelo canal 3 da BBC. Elas disseram ter decidido participar do documentário para mostrar ao mundo que vivem uma vida normal.
Intimidade
As gêmeas têm tanta intimidade que muitas vezes falam simultaneamente ou uma termina a frase da outra. Com dois pares de pulmões, dois corações, dois estômagos, um intestino e um sistema reprodutivo, elas aprenderam desde cedo a coordenar o corpo. Abby controla o lado direito e Brittany controla o lado esquerdo. Com 1 metro e 57, Abby é dez centímetros mais alta que a irmã, que precisa andar quase na ponta do pé para que elas mantenham o equilíbrio. Apesar de terem personalidades distintas, elas precisaram aprender também a chegar a um acordo para tudo o que fazem, desde a alimentação até a vida social ou as roupas que vestem. "Temos estilos muito diferentes", afirma Abby. "A Brittany gosta muito mais de cores neutras, pérolas e coisas assim, enquanto eu prefiro algo mais vivo e colorido", conta. DiferençasEnquanto Abby é vista como a irmã "expansiva" e sempre vence as discussões sobre o que elas vão vestir, Brittany diz que sua irmã gêmea é também muito mais "caseira", enquanto ela gosta de sair. Há outras diferenças também. Brittany tem medo de altura, mas Abby não tem. Abby tem interesse em matemática e ciência, enquanto Brittany prefere a arte. Elas também têm uma resposta diferente ao café. Após poucas xícaras, o batimento cardíaco de Brittany se acelera, mas Abby não é afetada. E elas têm temperaturas corporais diferentes. "Eu posso ter uma temperatura do corpo totalmente diferente da de Brittany", diz Abby. "E muitas vezes nossas mãos têm temperaturas diferentes. Eu fico super quente muito mais rápido."
Vida privada
Apesar de ter uma vida familiar e social normal, estudando e trabalhando como qualquer outra jovem, elas enfrentam problemas adicionais. Por exemplo, elas precisam lidar com as especulações sobre a vida privada - algo que preferem não discutir. As gêmeas negam os boatos de que Brittany teria ficado noiva, descrevendo a história como "uma piada tola". Viajar para o exterior nas férias também tem suas particularidades. Elas têm dois passaportes diferentes, mas podem comprar apenas uma passagem, porque ocupam apenas um assento no avião. Elas também precisam ficar atentas ao visitar locais com muita gente, porque muitas vezes chamam a atenção e são alvo de curiosidade e das lentes de câmeras do público. Uma das amigas mais próximas das gêmeas, Erin Junkans, diz que elas sempre precisam ficar em alerta, porque não sabem como as pessoas vão reagir ou o que vão dizer. "Eu sempre procuro garantir que elas fiquem seguras e que não fiquem completamente expostas", diz Junkans. "Às vezes elas ficam um pouco sufocadas com essa atenção, mas elas me surpreendem com sua habilidade para deixar isso de lado e continuar indo aonde querem", afirma.
Acontecimento raro
O nascimento de gêmeos coligados é algo extremamente raro - apenas um em cada 200 mil nascimentos -, e em até 60% desses casos, os bebês são natimortos. As gêmeas do sexo feminino tendem a ter uma taxa de sobrevivência mais alta do que a dos meninos. As operações para separar gêmeos siameses são processos altamente complexos e perigosos. E esse era um risco que os pais de Abby e Brittany não queriam correr, por medo de que uma delas pudesse não sobreviver à cirurgia ou ter a mesma qualidade de vida de que desfrutam hoje. Com apenas 12 pares de coligados adultos conhecidos em todo o mundo hoje, Abby e Brittany Hensel estão desafiando as probabilidades. A mãe delas, Patty Hensel, diz que suas expectativas e esperanças para as filhas são as mesmas de qualquer mãe. "Como qualquer mãe, espero que elas sejam bem sucedidas, felizes e saudáveis", diz. Com o início conjunto da vida profissional, as gêmeas se tornaram modelos para seus alunos, tanto no lado acadêmico quanto em relação à sua atitude sobre a vida. "Eu não acho que haja qualquer coisa que elas não tentariam ou algo que elas não fossem capazes de fazer se realmente quisessem", diz Paul Good, diretor da escola onde Abby e Brittany trabalham. "Para trazer isso para as crianças, especialmente para alunos que podem ter alguma dificuldade, é algo muito especial. Eles aprendem com um exemplo de vida", afirma.
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Bola é condenado a 22 anos de prisão por morte e ocultação do cádaver de Eliza Samudio
.Dezenove em regime fechado e três em aberto, além de 360 dias/multa
.Bola se recusou a responder ao interrogatório e afirmou ser inocente
.Promotor disse que morte da ex-modelo foi ordenada e planejada pelo goleiro Bruno em fevereiro de 2010
CONTAGEM (MG) e RIO – Após seis dias consecutivos de julgamento e de várias medidas protelatórias da defesa, o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, foi condenado a 22 anos pelo assassinato da jovem Eliza Samudio, então com 25 anos de idade, em junho de 2010. Dezenove em regime fechado e três em aberto, além de 360 dias/multa. E não poderá recorrer em liberdade. Segundo o Ministério Público (MP), o goleiro Bruno Fernandes planejou e pagou pela morte de Eliza porque não queria reconhecer a paternidade de Bruninho, fruto do seu relacionamento com a vítima. Bola teria recebido R$ 70 mil pelo crime.
O Globo
sábado, 27 de abril de 2013
Consumo de álcool por vias anal e vaginal preocupa médicos
Por Aline Lacerda
Além de consumir bebida via anal, vários jovens no mundo têm assustado pais e médicos com métodos nada convencionais de se embriagar. Nos Estados Unidos e Europa, vídeos se espalharam na internet com adolescentes pingando vodca nos olhos, método chamado por eles de "vodka eyeballing". Meninas que encharcam absorventes internos de álcool e os colocam na vagina também tem parecido uma prática difundida, além de beberem álcool em gel.
Segundo a Dra. Zila Van Der Meer Sanchez, pesquisadora do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), da Unifesp, os adolescentes que chegam aos prontos-socorros alcoolizados usam menos destas práticas no Brasil do que em outros países, apesar de casos terem sido registrados.
“Os riscos para quem consome álcool desta maneira são exatamente os mesmos de métodos convencionais. O que conta é a quantidade de álcool ingerida, porque independente de onde for, o corpo vai absorver do mesmo jeito”, explicou ao Terra.
O clínico geral do Hospital das Clínicas, Dr. Arnaldo Lichtenstein, também alerta para o uso cada vez maior de álcool. “O grande problema é o uso abusivo do álcool, independente da via”.
No entanto, além do comportamento extremamente invasivo ao corpo, o ânus, por exemplo, tem mais terminações nervosas e mucosas mais expostas, o que causa uma absorção mais rápida e compromete a percepção da quantidade ingerida.
“Se for tomando de pouquinho em pouquinho, a pessoa vai sentindo e consegue identificar mais fácil a hora de parar. Mas, mesmo assim, depois de parar ainda há uma grande quantidade de álcool no estômago para ser metabolizado e, neste ponto é comum as pessoas passarem mal, vomitarem e colocarem para fora o que ainda não foi absorvido. No entanto, nestes casos de consumo por outras vias, a substância vai ficar ali até ser completamente absorvida”, informou.
Além do estômago e intestino, o álcool é mais rapidamente absorvido pelas mucosas do corpo, desde a boca até o ânus e a vagina. “A absorção é muito grande pelas mucosas. Se você bebe uma taça de vinho e demora uma hora ou duas para ser processado, o consumo pela mucosa leva minutos”, explicou o Dr. Arnaldo Lichtenstein.
“O problema é que o álcool é irritante. Do mesmo modo que irrita o estômago, vai irritar o olho e causar uma conjuntivite, no ânus e na vagina vai acontecer a mesma coisa e pode gerar problema sérios a curto, médio e longo prazo”, esclareceu o clínico do HC.
Os adolescentes que bebem álcool em gel podem ter reflexos no fígado. “Você vai sobrecarregar seu fígado com as substâncias que têm no produto, além do álcool. Pode intoxicar e vai retardar o metabolismo”, informou a Dra. Zila Van Der Meer.
Vale ainda esclarecer que a exceção é pingar bebida no olho, prática que não tem efeito nenhum. “Esta história de pingar nos olhos, teria que ser um caminhão de álcool para deixar bêbado. Nesta região não tem nenhuma relação fazer isto”, comentou a especialista.
Em relação ao consumo via anal, ela esclareceu ainda: “pode dar uma concepção de violência sexual. Vai além do álcool, pode ter caráter de uma agressão sexual”.
O Dr. Arnaldo Lichtenstein ressaltou que a procura pelo prazer sexual também vem junto nestas práticas. “Isto é a busca pelo prazer mais rápido que está sendo misturado com sexualidade. São duas grandes sensações de busca de prazer”, explicou .
Ele alertou ainda que estas práticas não muito comuns acontecem há bastante tempo, mas o que mais preocupa é a quantidade exagerada de álcool que tem sido colocado em questão. “Esta busca desenfreada por sensações de euforia e anestesia é muito preocupante. Alguns pacientes falam em anestesia e usam estes meios mais rápidos para conseguir não só a desinibição que o álcool produz”, concluiu.
Fonte: Terra
Além de consumir bebida via anal, vários jovens no mundo têm assustado pais e médicos com métodos nada convencionais de se embriagar. Nos Estados Unidos e Europa, vídeos se espalharam na internet com adolescentes pingando vodca nos olhos, método chamado por eles de "vodka eyeballing". Meninas que encharcam absorventes internos de álcool e os colocam na vagina também tem parecido uma prática difundida, além de beberem álcool em gel.
Segundo a Dra. Zila Van Der Meer Sanchez, pesquisadora do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), da Unifesp, os adolescentes que chegam aos prontos-socorros alcoolizados usam menos destas práticas no Brasil do que em outros países, apesar de casos terem sido registrados.
“Os riscos para quem consome álcool desta maneira são exatamente os mesmos de métodos convencionais. O que conta é a quantidade de álcool ingerida, porque independente de onde for, o corpo vai absorver do mesmo jeito”, explicou ao Terra.
O clínico geral do Hospital das Clínicas, Dr. Arnaldo Lichtenstein, também alerta para o uso cada vez maior de álcool. “O grande problema é o uso abusivo do álcool, independente da via”.
No entanto, além do comportamento extremamente invasivo ao corpo, o ânus, por exemplo, tem mais terminações nervosas e mucosas mais expostas, o que causa uma absorção mais rápida e compromete a percepção da quantidade ingerida.
“Se for tomando de pouquinho em pouquinho, a pessoa vai sentindo e consegue identificar mais fácil a hora de parar. Mas, mesmo assim, depois de parar ainda há uma grande quantidade de álcool no estômago para ser metabolizado e, neste ponto é comum as pessoas passarem mal, vomitarem e colocarem para fora o que ainda não foi absorvido. No entanto, nestes casos de consumo por outras vias, a substância vai ficar ali até ser completamente absorvida”, informou.
Além do estômago e intestino, o álcool é mais rapidamente absorvido pelas mucosas do corpo, desde a boca até o ânus e a vagina. “A absorção é muito grande pelas mucosas. Se você bebe uma taça de vinho e demora uma hora ou duas para ser processado, o consumo pela mucosa leva minutos”, explicou o Dr. Arnaldo Lichtenstein.
“O problema é que o álcool é irritante. Do mesmo modo que irrita o estômago, vai irritar o olho e causar uma conjuntivite, no ânus e na vagina vai acontecer a mesma coisa e pode gerar problema sérios a curto, médio e longo prazo”, esclareceu o clínico do HC.
Os adolescentes que bebem álcool em gel podem ter reflexos no fígado. “Você vai sobrecarregar seu fígado com as substâncias que têm no produto, além do álcool. Pode intoxicar e vai retardar o metabolismo”, informou a Dra. Zila Van Der Meer.
Vale ainda esclarecer que a exceção é pingar bebida no olho, prática que não tem efeito nenhum. “Esta história de pingar nos olhos, teria que ser um caminhão de álcool para deixar bêbado. Nesta região não tem nenhuma relação fazer isto”, comentou a especialista.
Em relação ao consumo via anal, ela esclareceu ainda: “pode dar uma concepção de violência sexual. Vai além do álcool, pode ter caráter de uma agressão sexual”.
O Dr. Arnaldo Lichtenstein ressaltou que a procura pelo prazer sexual também vem junto nestas práticas. “Isto é a busca pelo prazer mais rápido que está sendo misturado com sexualidade. São duas grandes sensações de busca de prazer”, explicou .
Ele alertou ainda que estas práticas não muito comuns acontecem há bastante tempo, mas o que mais preocupa é a quantidade exagerada de álcool que tem sido colocado em questão. “Esta busca desenfreada por sensações de euforia e anestesia é muito preocupante. Alguns pacientes falam em anestesia e usam estes meios mais rápidos para conseguir não só a desinibição que o álcool produz”, concluiu.
Fonte: Terra
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