
Ella passou grande parte da sua curta vida no hospital enquanto os médicos intrigados lutavam para diagnosticar a doença que causava dores violentas no estômago. Depois de anos de testes e meses ligada a máquinas, os médicos do Great Ormond Street identificaram a doença.
Hoje a menina se alimenta com uma fórmula hipoalergênica través de um tubo de alimentação permanente em seu estômago. Ella também é obrigada a tomar imunossupressores - um tipo de quimioterapia - regularmente, o que a deixa aberta a infecções.
Para que não seja excluída na hora do lanche, Ella leva uma maleta com comida para escola mesmo não podendo comer. A mãe de Ella, Karen, contou ao jornal que sua filha se sente muito pressionada para comer. "Ela leva uma maleta com seu almoço, pois se sente muito pressionada, para ela é muito doloroso", relatou a mãe aflita.
Como se sabe muito pouco sobre a doença, Karen e seu marido, Andy, estão lutando para divulgar o problema para que pesquisas possam ser feitas.
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