terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Haitiano sobrevive em escombros um mês após terromoto, diz CNN



Homem de 28 anos foi encontrado nos destroços de um mercado.
Desidratado e desnutrido, ele disse a médicos ter recebido água
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Um homem resgatado com vida dos escombros de um prédio na capital do Haiti, Porto Príncipe, pode ter sobrevivido soterrado desde o terremoto que devastou a cidade, no dia 12 de janeiro, segundo a rede de TV americana CNN.
O homem de 28 anos foi encontrado nos destroços de um mercado onde vendia arroz, disse a família dele a uma equipe médica do hospital de campo da Universidade de Miami, segundo a CNN.
Muito magro, ele sofre com uma grave desidratação e desnutrição, mas segundo um correspondente da emissora, aparentemente não apresenta ferimentos graves.
O sobrevivente teria relatado aos médicos que alguém estava lhe levando água enquanto estava soterrado, mas a equipe também informou que ele parecia confuso, conforme a CNN.


G1

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Alunos de Medicina acusados de agredir homem negro voltam às aulas em Ribeirão Preto, SP


SÃO PAULO - Três estudantes de Medicina do Centro Universitário Barão de Mauá, em Ribeirão Preto, a 319 km de São Paulo, voltaram hoje às aulas. Eles haviam sido expulsos pela universidade, mas foram beneficiados por uma decisão da Justiça. Os universitários foram presos acusados de agredir o auxiliar de serviços gerais Geraldo Garcia, de 55 anos, com um tapete de borracha e ofendê-lo por ele ser negro, em 12 de dezembro. A ação foi vista por várias testemunhas.
Em reunião no fim de janeiro, uma comissão composta por professores e funcionários do centro universitário decidiu pela expulsão, depois das investigações. Os estudantes respondem na Justiça pela agressão.
Segundo o delegado Mauro Coraucci, o trio gritava "toma nego!" enquanto batia na vítima com o tapete de borracha do carro. Os acusados são Abraão Afini Júnior, de 19 anos, Emílio Pechulo Éderson, de 20 anos, e Felipe Grion Trevisani, de 21.


Doutores em humilhação


Agredir e insultar um homem a caminho do trabalho é obviamente inaceitável. Pior quando os agressores estudam medicina

Três rapazes agridem um senhor em uma bicicleta com um tapete de carro. A força do impacto leva o homem a se desequilibrar e cair da bicicleta. Excitados pelo impulso sádico, os rapazes teriam gritado "ô, nego". Um grupo de testemunhas denuncia os rapazes à polícia. Eles são presos, o que poderia ser considerado um desfecho justo ao ritual de humilhação racial e de classe. Mas o Centro Universitário Barão de Mauá, no interior de São Paulo, decidiu também expulsá-los do curso. Eles estudavam medicina.
O que há de tão grave nessa história, além da injúria racial e da agressão física a um homem inocente a caminho do trabalho? O fato de os três rapazes estudarem medicina. Esses são desvios inaceitáveis para qualquer cidadão, mas particularmente inquietantes quando seus autores são futuros médicos. Há um espaço simbólico reservado ao médico em nossa vida social: a ele cabe o conforto, a escuta e o cuidado. Há uma expectativa de acolhimento universal que não distingue cor, idade, sexo ou religião. Um pacto silencioso de confiança é o que nos move ao entrar em um consultório médico: aquela pessoa de branco diante de nós está ali para cuidar de nosso medo da morte.
Dos médicos se espera mais do que o simples cumprimento das regras fundamentais da cidadania: é preciso uma consciência ética sobre o lugar sagrado que socialmente lhes é reservado. Por isso, não pode haver médicos racistas, sexistas ou violentos. As crenças privadas de um médico são simplesmente seus valores sobre o bem viver, o que não lhes confere nenhuma autoridade para julgar ou reprimir moralmente seus pacientes. Um ginecologista, por exemplo, não tem o direito de expressar suas inquietações homofóbicas ao atender uma paciente lésbica, assim como um obstetra de um hospital público, na ausência de colegas que o substituam em um plantão, deve atender uma mulher com autorização para o aborto legal. Esses encontros atualizam a consciência ética que todo médico deve ter ao exercer a medicina.
O homem da bicicleta foi humilhado pelos três rapazes que acreditavam ser divertido agredir ou assustar pessoas a caminho do trabalho. O exercício da humilhação é um instrumento de poder dos fortes e os médicos são indivíduos com poder sobre o corpo vulnerável de um paciente. Mesmo que não estivessem ainda no exercício da medicina, os rapazes testavam os limites das vantagens conferidas pela desigualdade de classe e de raça que contornam nossa vida social. Se um dia vierem a ser médicos e ainda distantes da consciência ética sobre a dor do outro, eles terão outros homens da bicicleta como pacientes e diante deles expressarão semelhante desprezo. Certamente, não mais os agrediriam com um tapete nas costas, mas com a indiferença pelo sofrimento.
Muito se fala na humanização da medicina e das outras profissões de saúde. Essa expressão é uma forma simples de traduzir alguns dos valores fundamentais que devem acompanhar a formação ética dos futuros médicos. Um bom médico não é apenas aquele que se atualiza nas técnicas e conhecimentos sobre sua especialidade, mas é principalmente aquele que se aproxima de seu paciente e é capaz de entender as sutilezas do seu sofrimento. O reconhecimento do papel simbólico do médico está diretamente relacionado ao exercício desses atributos. Por isso, no sentido mais clássico da expressão, um bom médico exercita a nobreza de caráter.
A expulsão do curso de medicina não deve ser entendida como um ato de vingança ou de duplo castigo. Os rapazes foram submetidos a duas ordens de julgamento. A primeira foi penal e resultou na prisão temporária e no pagamento da fiança pela agressão. A segunda foi ética e anuncia um sinal importante dado por aqueles que se preocupam com a formação dos futuros médicos - há valores fundamentais à consciência ética de um médico e um deles é o respeito ao humanismo. A decisão da faculdade em expulsá-los indica que, apesar da intensa mercantilização da medicina, a ética importa para a formação médica.
Há vários desafios éticos na formação das novas gerações de médicos. O modelo brasileiro de saúde pública se vê continuamente ameaçado pela sedução mercantil da medicina dos desejos, como é o caso das cirurgias estéticas. A medicina deve ser uma prática que reconhece a universalidade da condição humana e não simplesmente o poder de consumo de seus pacientes. O medo da morte e as fragilidades que nos acompanham são parte de nossa condição humana compartilhada e desconhecem qualquer diferença que nos situem como trabalhadores negros ou estudantes brancos de uma faculdade privada.

Debora Diniz
Antropóloga, professora da Universidade de Brasília e pesquisadora da Anis: Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero


Tempestades solares afetarão mundo em 2012


Tempestades magnéticas no sol podem danificar sistemas de comunicação e causar blecautes no mundo em 2012

O aviso foi feito enquanto astrônomos se preparam para o lançamento do Solar Dynamics Observatory (SDO), projeto da NASA que irá monitorar de forma muito mais precisa o Sol.
"Uma nuvem solar pode literalmente engolir a Terra", explica o professor Richard Harrison, diretor da divisão de Física Espacial do Rutherford Appleton Laboratory, umas das organizações envolvidas na missão da NASA.
A interação do campo magnético da nuvem com o do nosso planeta pode levar a fenômenos como a formação de auroras boreais, mas também causar impactos nos sistemas de navegação, distribuição de energia e controle de satélites. "Podemos ter blecautes e panes nos sistemas de comunicação", diz Harrison.
Mas calma: não se trata de alguma análise catastrófica ou de previsões do Armageddon envolvendo o ano de 2012. Este é um fenômeno natural do Sol, que pode nos afetar a qualquer momento, mas torna-se mais provável quando atinge o pico de seu ciclo de 11 anos.
"O Sol é uma grande bola de gás, cujos campos magnéticos se embaralham. Não podemos ver na luz visível, mas em ultra violeta percebemos que sua atmosfera não é lisa: parece um espaguete", ensina o professor.
Dessa grande massa saem nuvens carregadas de magnetismo em direção ao espaço, algumas de até um bilhão de toneladas. Elas se propagam e podem chegar à Terra, ou não. "É tudo uma questão de sorte, ou azar - e os efeitos podem ser poucos ou muitos", explica Harrison.
Em 1859, por exemplo, um evento significativo causou problemas no sistema de telégrafos do mundo todo. "Na época, poucas pessoas conseguiram associar a pane ao Sol. Hoje em dia, temos que ter em mente que somos muito mais dependentes de sistemas que podem ser afetados do que antes", explica Rutherford. Em 2012, o professor ressalta que a transmissão de eventos como as Olimpíadas de Londres poderá ser prejudicada.

Paula Rothman, de INFO Online


Portal Exame

Desenvolvimento e aprendizagem



Crianças de 3 a 6 anos explicam o funcionamento de alguns fenômenos naturais. A educadora Monique Deheinzelin comenta as falas, indicando como elas revelam a forma de pensar das crianças pequenas.


Nova Escola

Médico que operou Lanusse Martins presta depoimento


O cirurgião plástico Haeckal Cabral Moraes foi interrogado nessa sexta-feira (5), na Delegacia de Polícia da Asa Sul.

Haeckal Cabral chegou com o advogado. De acordo com a delegada Martha Vargas, primeiro o médico alegou que a perfuração na veia do rim teria ocorrido por causa da massagem cardíaca.
Mas, ao ser questionado sobre o local da massagem ser acima do rim, ele mudou a versão. Disse que o problema pode ter ocorrido por causa das mudanças de posição da paciente para a lipoaspiração. Negou que a perfuração tenha sido provocada pela cânula de aspiração e se defendeu dizendo que não houve erro médico.
O depoimento não convenceu a polícia, que se baseia no laudo do IML. O exame constatou que a veia foi perfurada por um objeto perfurante. A delegada ainda quer ouvir alguns parentes de Lanusse, antes de concluir o inquérito. O documento deve ser enviado ainda esta semana para o Ministério Público.
A polícia manteve o indiciamento de Haeckal Cabral Moraes por homicídio doloso, já que ele teria assumido o risco de matar a paciente.


DFTV

Homem mata mulher a facadas na frente dos filhos em BH



Casal vivia junto há 17 anos. Pedro Paulo do Santos chegou a fugir, mas depois se entregou à policia

Um homem matou a mulher a facadas, neste domingo, em Belo Horizonte. Segundo a polícia, o crime aconteceu na frente dos filhos do casal, depois de uma discussão.
O crime aconteceu em um prédio no bairro Solimões, região norte da capital. Leonice Eulália da Costa tinha 40 anos. De acordo com a polícia, ela foi assassinada pelo marido na frente dos três filhos, uma adolescente de 16 anos, uma de 12 e um menino de oito anos.
Segundo a polícia, Leonice foi morta com 13 facadas. Um vizinho teria escutado os gritos dela e dos filhos e veio até o apartamento do casal, encontrou o corpo da doméstica no banheiro.
Pedro Paulo Pereira do Santos, de 36 anos, chegou a fugir, mas voltou e se entregou à polícia. Ele confessou que matou a mulher durante uma briga. O casal vivia junto há 17 anos. Os três filhos foram levados para a casa dos avós paternos.
Pedro Paulo Pereira dos Santos foi levado para o Ceresp de São Cristóvão, na capital. Ele vai responder por homicídio qualificado. A pena varia de 12 a 30 anos de prisão.


Globo Minas

A lição dos portugueses

SEM CRIME
Usuário fuma maconha numa rua do Porto. Deixar de prender não incentivou

Tratar o usuário de drogas como paciente, e não como criminoso, reduziu o consumo em Portugal. Isso pode dar certo também no Brasil?

Dez anos separam duas realidades de um mesmo país. Até 2000, Portugal era tomado pela pior epidemia de drogas de sua história – e uma das mais graves da Europa. Hoje, os portugueses orgulham-se de sua bem-sucedida política de descriminalização. Na década de 1990, o país chegou a ter 150 mil viciados em heroína (quase 1,5% da população). Em 2001, o governo português arriscou: descriminalizou a posse individual de todas as drogas, da maconha à heroína. De lá para cá, a polícia portuguesa não prende quem porta pequenas quantidades de droga. No lugar da punição, os usuários flagrados são encaminhados para tratamento. Quando essa decisão foi aprovada pelo Parlamento, temia-se uma explosão no consumo. Mas o que se vê agora é uma queda no uso de todas as drogas e em todas as faixas etárias (leia nos quadros) . Os números positivos da descriminalização só vieram a público no ano passado, com a publicação de um relatório do Cato Institute. Entre 2001 e 2006, as mortes por overdose caíram de 400 para 290. O registro de pessoas infectadas pelo HIV por compartilhar seringas contaminadas passou de 2 mil para 1.400. Mais importante: Portugal não virou destino para jovens europeus dispostos a se drogar sem que a polícia os incomodasse.
A teoria por trás da política liberal de descriminalização se baseou numa premissa humanista: “Você precisa fazer uma escolha entre tratar o usuário como criminoso ou como um paciente que precisa de ajuda”, diz Manuel Cardoso, diretor do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT). Para a lei portuguesa atual, quem é flagrado usando ou portando pequenas quantidades de droga não responde criminalmente. O limite é uma dose suficiente para dez dias de consumo. Se apanhado pela polícia, no entanto, esse usuário será encaminhado para uma “comissão de dissuasão”. No ano passado, cerca de 7.500 portugueses passaram pelas comissões. Um psicólogo, um advogado e um assistente social avaliam o perfil do usuário e recomendam tratamento ou multa. A penalidade para os traficantes em nada mudou. Quem negocia qualquer tipo de droga vai para a cadeia como um criminoso comum.
A medida pode parecer radical, mas seus efeitos mostram que ela teve êxito ao enfrentar a explosão da droga, iniciada nos anos 70, no embalo das mudanças de comportamento que sacudiram o país com a Revolução dos Cravos. Quando Portugal decidiu mudar sua lei antidrogas, em 2001, a Europa carregava na memória as imagens deprimentes de “zumbis” vagando pela Platzspitz, em Zurique, na Suíça. Lá, o que era para ser uma praça pública para os usuários se drogarem de maneira “segura”, com vigilância médica e seringas limpas, transformou-se num parque de diversões para drogados e traficantes. A Suíça reconheceu o fracasso da medida e fechou a praça em 1992.
A experiência de descriminalização em Portugal não repetiu o fracasso dos suíços. As primeiras estatísticas a chamar a atenção das autoridades portuguesas foram as do sistema de reabilitação dos usuários de drogas. De 1999 a 2008, o número de viciados que passaram por tratamento saltou de 6 mil para 24 mil. Para atender os novos usuários que procuraram a reabilitação, o uso de metadona, uma substância química usada no tratamento de toxicodependentes de heroína, quase triplicou entre 2001 e 2006. “Quando era tratado como criminoso, o usuário ficava no submundo”, diz Cardoso. “É esse o usuário que agora busca tratamento.”
O crescimento da procura pela reabilitação não mostrou nenhuma relação com o aumento do consumo – um dos maiores temores de quem criticara a lei no passado. As estatísticas do IDT mostram que o número de crianças e adolescentes que já experimentaram algum tipo de droga na vida diminuiu em todas as faixas etárias e em todos os tipos de droga. O uso de heroína, um indicador muito sensível para os portugueses que se lembram da epidemia da droga, continuou estável. Entre 2001 e 2007, a porcentagem de pessoas de todas as idades que admitem ter experimentado a droga pelo menos uma vez passou de 1% para 1,1%, uma diferença considerada insignificante pelos estudiosos.
A maconha, droga que já foi consumida por pelo menos 10% dos portugueses acima dos 15 anos, também parece ter saído de moda. Hoje, Portugal está entre os países com um dos menores índices de consumo da droga na Europa. O número impressiona quando comparado, por exemplo, ao consumo de maconha nos Estados Unidos, onde 39% da população acima de 12 anos já consumiu a droga. Proporcionalmente, há mais americanos cheirando cocaína que portugueses fumando “baseados”. Esse tipo de comparação virou argumento poderoso para os defensores da descriminalização. “Portugal é um exemplo que deveria ser cuidadosamente levado em conta por outros países”, escreveu o advogado americano Glenn Greenwald, diretor do Cato Institute e autor da pesquisa sobre a descriminalização.
Greenwald, considerado um dos advogados mais influentes dos EUA, ressalta outra vantagem: o tráfico de drogas parece ter diminuído. O número de traficantes acusados pela Justiça portuguesa diminuiu depois da lei. Em 2000, houve 2.211 acusações. Em 2008, foram 1.327. Se o rigor da polícia e da Justiça portuguesas se manteve inalterado na última década, isso poderia mostrar que a “guerra contra as drogas” defendida pelos Estados Unidos tem uma natureza falha.

Andres Vera


Época

Você conhece os bancos de dentes?


Lá, os dentes do seu filho que valeram uma moedinha da fada do dente ajudam pesquisadores em novos estudos. Confira como fazer para doar

O que você faz com os dentinhos que seu filho coloca embaixo do travesseiro para a fada dos dentes levar? Entre correntinhas ou guardar numa caixinha, você pode doá-los para os bancos de dente.
Vinculados a Universidades (ainda existem poucos no Brasil), eles têm como objetivo armazenar dentes, tanto os de leite quanto os permanentes, para que profissionais e estudantes de odontologia possam realizar pesquisas, entre elas investigar o melhor produto para limpar cavidades de dentes ou fazer uma restauração, por exemplo.
E não são só aqueles dentes branquinhos e impecáveis do seu filho que servem como doação. “Os bancos aceitam dentes quebrados, com cárie, escurecidos. Até aqueles que estão guardados há anos podem ser doados. Há estudos para todos os tipos de dentes, da maneira como estiverem”, afirma José Carlos Pettorossi Imparato, dentista e professor de odontologia das Universidades de São Paulo (USP) e São Leopoldo Mandic, em Campinas.
Você pode doar um ou mais dentes. “O ideal é que, assim que forem tirados, não demorem a serem doados. Basta lavar o dente em água corrente, secar e colocar num saquinho plástico ou gaze seca. Há alguns bancos que pedem para deixar o dente em água, mas, se ela não for trocada e houver demora na entrega, há risco do surgimento de bactérias”, diz.
No Banco, um cadastro do doador é realizado. Depois, os dentes são limpos, selecionados e separados por grupos (incisivos, caninos, molares, pré-molares, com cárie) para então serem colocados sob refrigeração em recipientes com água.

Confira abaixo alguns locais para onde a fada do dente pode levar os dentinhos do seu filho:

Universidade de São Paulo (SP) - Faculdade de Odontologia
Av. Professor Lineu Prestes, 2.227 - Cidade Universitária - São Paulo - SP - CEP 05508-000
É preciso enviar uma carta de doação. Mais informações: (11) 3091-7835 ou acesse http://www.fo.usp.br/

Universidade Estadual de Ponta Grossa (PR)
Av. Carlos Cavalcanti, 4.728 - Bloco M - Sala 11 - Campus de Uvaranas - Ponta Grossa - PR - CEP 84030-900
É preciso levar um termo de doação que está no site http://www.uepg.br/uepg_departamentos/deodon/dentes/index.htm.

Mais informações: (42) 3220-3104 ou por e-mail: bancodedentes@uepg.br

Universidade Federal de Santa Maria (RS)
R. Floriano Peixoto, 1.184 - sl. 114 - Santa Maria - RS - CEP 97015-372 - A/C Banco de Dentes
Mais informações: (55) 3220-9268 ou acesse http://www.ufsm.br/

Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic (SP)
Rua Dr. José Rocha Junqueira, 13 - Ponte Preta - Campinas - SP - CEP 13045-755 - A/C Banco de Dentes Humanos
É preciso enviar uma carta de doação, com nome, RG e quantidade de dentes enviados no envelope. Mais informações pelo site http://www.slmandic.com.br/

Universidade Camilo Castelo Branco (SP)
Rua Carolina Fonseca, 548 - Itaquera - São Paulo - SP - CEP 08230-030 - A/C Banco de Dentes
É preciso enviar uma carta de doação e os dentes em um pote com soro fisiológico. Mais informações: (11) 2070-0196 ou acesse http://www.unicastelo.br/

Polícia paulista prende em Guarulhos suspeito de estuprar e matar mulheres na Grande Belo Horizonte


SÃO PAULO - Foi preso na manhã desta segunda-feira, em Guarulhos, na Grande São Paulo, um homem acusado de estuprar e matar três mulheres na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a polícia, o serial killer escolhia mulheres magras, morenas e de cabelos longos , todas de carro. Ele estuprava e enforcava as mulheres.
Exames comprovaram que o material genético dele estava nas roupas das três vítimas. Ana Carolina Assunção, de 25 anos, foi encontrada seminua, no banco traseiro do carro. O filho dela, de 1 ano e 2 meses, dormia no colo da mãe, sem ferimentos. O crime foi no dia 16 de abril do ano passado.
Cinco meses depois, ocorreu o assassinato de Maria Helena Lopes Aguilar, de 48 anos. Em novembro, o de Edna Cordeiro de Oliveira Freitas, de 35 anos. O assassino seria responsável por mais dois crimes na região do Barreiro. Um deles foi a morte de Adina Feitor Porto, de 34 anos, em janeiro, no bairro Lindéia. O corpo estava em decomposição e não foi possível fazer exames. O outro foi o desaparecimento de Natália Cristina de Almeida Paiva, de 27 anos, no mesmo mês, no bairro Santa Margarida.
A busca em São Paulo foi feita a pedido da polícia de Minas Gerais, que encaminhou à polícia paulista alguns endereços onde o acusado poderia estar. Ele não fioi achado nos endereços indicados, mas diligências permitiram a localização do suspeito em Guarulhos.
A polícia mineira fez retrato falado do acusado, mas não divulgou. Quatro homens que eram tidos como suspeitos já foram descartados. O suspeito teria sido indicado por uma testemunha, que estava perto do carro de uma vítima e viu um homem rondando o carro dela. Por não serem características passadas por uma vítima, as informações não são tão precisas.
Os crimes ocorreram no bairro Industrial, em Contagem, onde a população busca respostas para tanta violência.


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