
Cubano gasta R$ 50 mil por mês em Sorocaba para reabilitar espécies.
Local recebe macacos, ursos e leões vindos de circos.
Animais que sofrem maus-tratos em circos espalhados pelo país encontram refúgio no Grupo de Apoio aos Grandes Primatas (GAP), santuário localizado em Sorocaba, a 99 km de São Paulo. O local, idealizado para acolher inicialmente apenas primatas, passou a receber este ano outras espécies que viviam em circos.
No refúgio de concreto, os animais podem viver em segurança. No local, estão protegidos - não de seus predadores naturais - mas do homem. Aos poucos, eles deixam os humanos se reaproximarem. O processo é lento, porque os traumas da vida que eles levavam nos picadeiros, em treinos forçados e sessões de tortura, é difícil de esquecer.
O amor do cubano Pedro Ynterian, presidente do GAP, acelera a recuperação dos animais. Há mais de uma década, ele dedica tempo, dinheiro e atenção aos macacos. E eles retribuem.
Um filhote nascido há quatro meses é a alegria do local. Serelepe, Sofia é tratada como uma princesa, e tem até babá exclusiva. Ela também já aprendeu a fazer manha.
Desde o início do ano, o santuário - que abriga 40 macacos - passou a receber também outras espécies, todas de animais que trabalhavam em circos e sofreram maus tratos Um urso veio da Bahia. Chegou desnutrido, com os dentes serrados e uma corrente no pescoço.
Duas leoas e um leão de circo também são moradores recentes. Eles vieram do Espírito Santo. Viviam em uma jaula em condições precárias. Viajavam pelo país inteiro, e não saiam da jaula há pelo menos três anos.
“Estamos oferecendo comida abundante, para eles recuperarem o peso, que está abaixo do normal, e a partir do momento que ela recuperar, a gente começa a fazer a dieta normal”, conta o biólogo Luiz Fernando Leal.
“Os animais estão aqui antes de nós, e eles têm direitos inalienáveis que não podem ser destruídos. A sociedade tem que entender que tem que mudar, e isso tem que acabar, a exploração dos animais”, explica Ynterian, que gasta R$ 50 mil por mês na manutenção do lugar. O trabalho é acompanhado pelo Ibama, e não é permitida a visitação.
G1
Local recebe macacos, ursos e leões vindos de circos.
Animais que sofrem maus-tratos em circos espalhados pelo país encontram refúgio no Grupo de Apoio aos Grandes Primatas (GAP), santuário localizado em Sorocaba, a 99 km de São Paulo. O local, idealizado para acolher inicialmente apenas primatas, passou a receber este ano outras espécies que viviam em circos.
No refúgio de concreto, os animais podem viver em segurança. No local, estão protegidos - não de seus predadores naturais - mas do homem. Aos poucos, eles deixam os humanos se reaproximarem. O processo é lento, porque os traumas da vida que eles levavam nos picadeiros, em treinos forçados e sessões de tortura, é difícil de esquecer.
O amor do cubano Pedro Ynterian, presidente do GAP, acelera a recuperação dos animais. Há mais de uma década, ele dedica tempo, dinheiro e atenção aos macacos. E eles retribuem.
Um filhote nascido há quatro meses é a alegria do local. Serelepe, Sofia é tratada como uma princesa, e tem até babá exclusiva. Ela também já aprendeu a fazer manha.
Desde o início do ano, o santuário - que abriga 40 macacos - passou a receber também outras espécies, todas de animais que trabalhavam em circos e sofreram maus tratos Um urso veio da Bahia. Chegou desnutrido, com os dentes serrados e uma corrente no pescoço.
Duas leoas e um leão de circo também são moradores recentes. Eles vieram do Espírito Santo. Viviam em uma jaula em condições precárias. Viajavam pelo país inteiro, e não saiam da jaula há pelo menos três anos.
“Estamos oferecendo comida abundante, para eles recuperarem o peso, que está abaixo do normal, e a partir do momento que ela recuperar, a gente começa a fazer a dieta normal”, conta o biólogo Luiz Fernando Leal.
“Os animais estão aqui antes de nós, e eles têm direitos inalienáveis que não podem ser destruídos. A sociedade tem que entender que tem que mudar, e isso tem que acabar, a exploração dos animais”, explica Ynterian, que gasta R$ 50 mil por mês na manutenção do lugar. O trabalho é acompanhado pelo Ibama, e não é permitida a visitação.
G1
Nenhum comentário:
Postar um comentário