Desde sempre se ouviu falar em hiperactividade, esta é caracterizada por uma ansiedade psicomotora, inquietação e agitação do pensamento articulado à linguagem. A este tipo de Hiperactividade designamos por – Hiperactividade genética.
O que acontece nos nossos dias e está a acontecer muito nas nossas escolas, é que as nossas crianças estão a ser todas catalogadas como hiperactivas. Os meninos(as) não param nas cadeiras, tem défices de atenção, são respondonas e muitas vezes respondem coisas adversas aquilo que lhes é questionado,… entra muitas outras coisas. – A este tipo de hiperactividade, designamos Hiperactividade Funcional.
O que muitos pais e professores desconhecem é que a origem da hiperactividade(Funcional) está relacionada com o, SPA – Síndrome de Pensamento Acelerado*.
A televisão e os jogos de computador, apresentam estímulos alucinantes visuais, cheios de cores e padrões que o nosso cérebro capta em milésimos de segundo em conjunto com os mais diversos estímulos sonoros. Mostram mais de sessenta personagem por hora, com diversas características e personalidades e é com estas personagens (Pessoas destemidas, irreverentes, tristes, alegres, sorridentes, mal criadas, verdadeiros “artistas”), que os nossos filhos vivem e pior do que isso, se identificam e nos comparam. Pelo menos quatro horas por dia, quando não é mais em alguns dos casos. Lamentavelmente, muitos pais já colocam bebés de seis meses e ainda mais pequenos, à frente da caixinha maravilha lá de casa chamada: televisão, ao quatro anos, oferecem PSP`s, NIntendos e outros.
Os resultados são muito mais graves, do que os pais e professores podem pensar.
A maior consequência dos estímulos é contribuir para o desenvolvimento do SPA, as crianças geram compulsão nos seus comportamentos, para tentar aliviar e compensar a falta dos estímulos, assim como um dependente necessita das drogas.
Sintomas:
Fadiga excessiva, sem exercício físico; sono insuficiente; irritabilidade, sofrimento por antecipação, esquecimento, défice de concentração, aversão à rotina e por vezes sintomas psicossomáticos como: dores musculares, taquicardia, gastrite, etc.
* Autor e investigador Dr.º Augusto Curry
Fonte: Espaço Psi
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
É POR ISSO QUE VOCÊ PRECISA DORMIR VIRADO PARA SEU LADO ESQUERDO
Quando eu vou para a cama, costumo dormir do meu lado direito.
Não há nenhuma razão específica para isso. Acontece que, eu poderia realmente fazer algo bom para mim dormindo do lado oposto.
Você pode dormir de várias maneiras e cada uma delas impacta sua saúde.
Dormir de barriga para baixo não é bom, se você tem problemas respiratórios.
Dormir do lado direito agrava distúrbios digestivos.
Então, como devemos dormir?
Quando você dorme em seu lado esquerdo, está provavelmente melhorando drasticamente a sua saúde e talvez até mesmo salvando sua vida.
A medicina holística chama o lado esquerdo de lado linfático dominante e, quando você dorme nesse lado, seu corpo filtra as toxinas de forma mais eficaz através dos gânglios linfáticos.
Dormir do lado direito pode reverter isso, o que aumenta a chance de doenças mortais.
Fonte: O SEGREDO
Não há nenhuma razão específica para isso. Acontece que, eu poderia realmente fazer algo bom para mim dormindo do lado oposto.
Você pode dormir de várias maneiras e cada uma delas impacta sua saúde.
Dormir de barriga para baixo não é bom, se você tem problemas respiratórios.
Dormir do lado direito agrava distúrbios digestivos.
Então, como devemos dormir?
Quando você dorme em seu lado esquerdo, está provavelmente melhorando drasticamente a sua saúde e talvez até mesmo salvando sua vida.
A medicina holística chama o lado esquerdo de lado linfático dominante e, quando você dorme nesse lado, seu corpo filtra as toxinas de forma mais eficaz através dos gânglios linfáticos.
Dormir do lado direito pode reverter isso, o que aumenta a chance de doenças mortais.
Fonte: O SEGREDO
sábado, 30 de julho de 2016
Saiba quantos insetos e pelos de roedor são tolerados nos alimentos que você consome
O anúncio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), há alguns dias, de que caixas de um lote do extrato de tomate Elefante continham “fragmentos de pelo de roedor” deixou os consumidores assustados. A surpresa foi não apenas por terem sido detectados vestígios de contaminação por rato, ratazana ou camundongo, mas por haver um limite de tolerância, aceito pelo órgão de fiscalização, de uma quantidade mínima de pelos de bichos em alimentos e bebidas vendidos no país.
Em março deste ano, entrou em vigor no Brasil uma resolução da agência reguladora, que determina até que ponto a presença de matérias estranhas em certos produtos é permitida. Segundo a Anvisa, é considerado um item estranho qualquer material que não faça parte da composição do alimento e que possa estar associado a condições inadequadas de produção, manipulação, armazenamento ou distribuição.
Em molhos, polpas e extratos de tomate e ketchup, por exemplo, o consumidor pode ingerir, sem saber, pedacinhos de insetos e de pelos de roedores. Neste caso, o limite é de até dez fragmentos de insetos ou um fragmento de pelo de roedor para cada cem gramas.
— Tenho horror a rato, e imaginar que posso estar comendo um pelo... Fica difícil fazer macarrão sem molho de tomate... Lá em casa, fazemos massa ao menos uma vez por semana — disse a dona de casa Elaine Medeiros, de 41 anos.
Para o taxista Pedro Paulo Viana, de 47 anos, a Anvisa e a indústria deveriam ser muito mais rigorosas com a fabricação de bebidas e alimentos.
Risco de doenças existe
Apesar de o padrão de limite de tolerância estar “entre os mais rígidos do mundo, se compararmos com países que são referência na regulação de alimentos”, afirma a Anvisa, para Sidnei Ferreira, presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), a legislação sanitária não deveria tolerar nenhum resquício de insetos ou pelos de roedores:
— É claro que nenhum tipo de contaminação deveria acontecer, principalmente por pelo de animais. É inadmissível. Não pode ter tolerância com a falta de higiene na manipulação e na fabricação dos alimentos.
O médico alerta que essas matérias estranhas, em determinados casos, podem até causar doenças a algumas pessoas.
— Dependendo do tipo de contaminação, uma série de doenças pode ser desencadeada, da mais simples à mais complexa. No caso de pelos de animais, pode ser de uma simples diarreia até uma hepatite — explicou o médico.
Suspensão de venda não é novidade
O caso mais recente de suspensão da venda de um produto por presença de corpos estranhos acima do limite permitido foi o do extrato de tomate Elefante, da marca Knorr. Um teste constatou fragmentos de pelo de roedor acima do limite de tolerância. O lote L6 do produto, fabricado pela empresa Cargill Agrícola, tem validade até 21 de maio de 2015. A interdição é por 90 dias. Nesses casos, a fabricante tem o direito de solicitar a realização da análise de contra-prova para a conclusão do caso.
Em agosto de 2014, a Anvisa determinou a retirada imediata de todas as lojas e a suspensão de comercialização do lote 2K04, com vencimento em janeiro de 2014, do Tomato Ketchup, da marca Heinz. A medida foi adotada após testes identificarem pelo de roedor no produto acima do permitido. Seis meses antes, a Proteste já havia detectado o problema e avisado à Anvisa. A agência, porém, afirmou que não poderia suspender as vendas, porque a análise não tinha sido feita por um laboratório oficial. Novos testes feitos no Instituto Adolfo Lutz confirmaram o problema.
Ainda no ano passado, em maio, a Secretaria estadual de Saúde do Rio suspendeu a venda e o consumo de lotes da polpa de tomate natural da marca Predilecta, nos quais foram encontrados pelos de animais. Os produtos retirados dos supermercados foram a polpa de tomate natural (lote 390M23SA) e o molho de tomate refogado (lote L134S/RT).
Em 2012, antes da nova resolução, a Proteste também notificou a Anvisa sobre a presença de pelo de rato em três amostras de uvas-passas e castanhas-do-pará sem cascas, à venda em São Paulo.
Fonte: Extra
Em março deste ano, entrou em vigor no Brasil uma resolução da agência reguladora, que determina até que ponto a presença de matérias estranhas em certos produtos é permitida. Segundo a Anvisa, é considerado um item estranho qualquer material que não faça parte da composição do alimento e que possa estar associado a condições inadequadas de produção, manipulação, armazenamento ou distribuição.
Em molhos, polpas e extratos de tomate e ketchup, por exemplo, o consumidor pode ingerir, sem saber, pedacinhos de insetos e de pelos de roedores. Neste caso, o limite é de até dez fragmentos de insetos ou um fragmento de pelo de roedor para cada cem gramas.
— Tenho horror a rato, e imaginar que posso estar comendo um pelo... Fica difícil fazer macarrão sem molho de tomate... Lá em casa, fazemos massa ao menos uma vez por semana — disse a dona de casa Elaine Medeiros, de 41 anos.
Para o taxista Pedro Paulo Viana, de 47 anos, a Anvisa e a indústria deveriam ser muito mais rigorosas com a fabricação de bebidas e alimentos.
Risco de doenças existe
Apesar de o padrão de limite de tolerância estar “entre os mais rígidos do mundo, se compararmos com países que são referência na regulação de alimentos”, afirma a Anvisa, para Sidnei Ferreira, presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), a legislação sanitária não deveria tolerar nenhum resquício de insetos ou pelos de roedores:
— É claro que nenhum tipo de contaminação deveria acontecer, principalmente por pelo de animais. É inadmissível. Não pode ter tolerância com a falta de higiene na manipulação e na fabricação dos alimentos.
O médico alerta que essas matérias estranhas, em determinados casos, podem até causar doenças a algumas pessoas.
— Dependendo do tipo de contaminação, uma série de doenças pode ser desencadeada, da mais simples à mais complexa. No caso de pelos de animais, pode ser de uma simples diarreia até uma hepatite — explicou o médico.
Suspensão de venda não é novidade
O caso mais recente de suspensão da venda de um produto por presença de corpos estranhos acima do limite permitido foi o do extrato de tomate Elefante, da marca Knorr. Um teste constatou fragmentos de pelo de roedor acima do limite de tolerância. O lote L6 do produto, fabricado pela empresa Cargill Agrícola, tem validade até 21 de maio de 2015. A interdição é por 90 dias. Nesses casos, a fabricante tem o direito de solicitar a realização da análise de contra-prova para a conclusão do caso.
Em agosto de 2014, a Anvisa determinou a retirada imediata de todas as lojas e a suspensão de comercialização do lote 2K04, com vencimento em janeiro de 2014, do Tomato Ketchup, da marca Heinz. A medida foi adotada após testes identificarem pelo de roedor no produto acima do permitido. Seis meses antes, a Proteste já havia detectado o problema e avisado à Anvisa. A agência, porém, afirmou que não poderia suspender as vendas, porque a análise não tinha sido feita por um laboratório oficial. Novos testes feitos no Instituto Adolfo Lutz confirmaram o problema.
Ainda no ano passado, em maio, a Secretaria estadual de Saúde do Rio suspendeu a venda e o consumo de lotes da polpa de tomate natural da marca Predilecta, nos quais foram encontrados pelos de animais. Os produtos retirados dos supermercados foram a polpa de tomate natural (lote 390M23SA) e o molho de tomate refogado (lote L134S/RT).
Em 2012, antes da nova resolução, a Proteste também notificou a Anvisa sobre a presença de pelo de rato em três amostras de uvas-passas e castanhas-do-pará sem cascas, à venda em São Paulo.
Fonte: Extra
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Losna: Uma erva que mata 98% das células cancerígenas em 16 horas
Tem muita gente perguntando sobre como usar a losna e se tomar o chá vai ajudar. Provavelmente não vai! Os pesquisadores citados usaram a substância processada, altamente concentrada, não usaram na forma de chá.
Outro trabalho que considero mais relevante e mais promissor é este artigo abaixo, de pesquisadores brasileiros, que utilizaram hibisco com resultados promissores:
Pesquisadores de SC descobrem que flor de hibisco pode inibir câncer
Já reconhecida há mais de 2000 anos pela medicina tradicional chinesa como um poderoso remédio contra a febre e, mais recentemente, contra a malária, Artemisia annua (conhecida também como Losna ou Absinto), é uma planta aromática com qualidades medicinais inequívocas.
Estudos recentes que usaram a planta para combater as células cancerígenas foram muito surpreendentes. Assim, numa série de estudos, a artemisinina, uma substância extraída do losna e utilizada em fitoterapia chinesa há séculos, reduz as células do cancro do pulmão de até 28%. Em combinação com ferro, esta planta incrível mata 98% das células cancerígenas em apenas 16 horas. Ainda melhor; ele ataca seletivamente células “más” sem afetar o tecido saudável.
“Em geral, nossos resultados mostram que a artemisinina para o fator de transcrição” E2F1 ‘e está envolvido na destruição de células de cancro do pulmão “, foi indicado na conclusão da pesquisa realizada no laboratório de cancro da Universidade da Califórnia.
Um outro estudo da Universidade de Washington, liderado pelo Dr. Henry Lai e Narendra Singh, e até agora, o maior estudo feito à artemisinina nos Estados Unidos mostra que a artemisinina, sempre combinado com ferro, tem uma taxa comprovada de 75% de destruição do cancro da mama após apenas 8 horas e quase 100% de destruição em apenas 24 horas.
As células cancerígenas tendem a acumular mais ferro do que as células normais para promover a divisão celular, eles tornam-se mais suscetíveis à combinação de artemisinina e ferro. Finalmente, muitos outros experimentos foram realizados até agora todos eles têm mostrado que a artemisinina combinada com ferro pode efetivamente destruir o cancro em vários órgãos (intestino, próstata, etc). A infusão de artemisinina já oferece uma boa proteção contra vários tipos de cancro, mas a versão em pó seco seria muito mais eficaz.
Dr. Len Saputo classifica a artemisinina de “bomba inteligente contra o cancro.” Neste vídeo em Inglês, Dr. Saputo mostra como esta combinação de ferro e artemisinina pode ser desenvolvido em poderosos medicamentos anti-cancro.”
Fonte: http://www.segundo-sol.com
Outro trabalho que considero mais relevante e mais promissor é este artigo abaixo, de pesquisadores brasileiros, que utilizaram hibisco com resultados promissores:
Pesquisadores de SC descobrem que flor de hibisco pode inibir câncer
Já reconhecida há mais de 2000 anos pela medicina tradicional chinesa como um poderoso remédio contra a febre e, mais recentemente, contra a malária, Artemisia annua (conhecida também como Losna ou Absinto), é uma planta aromática com qualidades medicinais inequívocas.
Estudos recentes que usaram a planta para combater as células cancerígenas foram muito surpreendentes. Assim, numa série de estudos, a artemisinina, uma substância extraída do losna e utilizada em fitoterapia chinesa há séculos, reduz as células do cancro do pulmão de até 28%. Em combinação com ferro, esta planta incrível mata 98% das células cancerígenas em apenas 16 horas. Ainda melhor; ele ataca seletivamente células “más” sem afetar o tecido saudável.
“Em geral, nossos resultados mostram que a artemisinina para o fator de transcrição” E2F1 ‘e está envolvido na destruição de células de cancro do pulmão “, foi indicado na conclusão da pesquisa realizada no laboratório de cancro da Universidade da Califórnia.
Um outro estudo da Universidade de Washington, liderado pelo Dr. Henry Lai e Narendra Singh, e até agora, o maior estudo feito à artemisinina nos Estados Unidos mostra que a artemisinina, sempre combinado com ferro, tem uma taxa comprovada de 75% de destruição do cancro da mama após apenas 8 horas e quase 100% de destruição em apenas 24 horas.
As células cancerígenas tendem a acumular mais ferro do que as células normais para promover a divisão celular, eles tornam-se mais suscetíveis à combinação de artemisinina e ferro. Finalmente, muitos outros experimentos foram realizados até agora todos eles têm mostrado que a artemisinina combinada com ferro pode efetivamente destruir o cancro em vários órgãos (intestino, próstata, etc). A infusão de artemisinina já oferece uma boa proteção contra vários tipos de cancro, mas a versão em pó seco seria muito mais eficaz.
Dr. Len Saputo classifica a artemisinina de “bomba inteligente contra o cancro.” Neste vídeo em Inglês, Dr. Saputo mostra como esta combinação de ferro e artemisinina pode ser desenvolvido em poderosos medicamentos anti-cancro.”
Fonte: http://www.segundo-sol.com
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Pesquisadores dinamarqueses anunciam cura para o HIV ‘em alguns meses’
Cientistas dinamarqueses estão esperando resultados de um experimento que, se der certo, pode significar a criação de uma cura distribuível e acessível para o vírus HIV, que causa a Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), dentro de alguns meses. Pesquisadores estão conduzindo ensaios clínicos para testar uma "nova estratégia", no qual o vírus é despojado do DNA humano, onde se multiplica, e destruído permanentemente pelo sistema imunológico do paciente. A medida representaria um passo dramático na tentativa de encontrar uma cura para o vírus. As informações são do jornal inglês Telegraph.
A técnica envolve a libertação do vírus HIV de "reservatórios" que estes formam no DNA das células, levando-o para a superfície das mesmas. Uma vez “exposto” na superfície da célula, o vírus pode ser eliminado naturalmente pelo sistema imunológico, capaz de criar uma "vacina" contra ele. Os cientistas estão atualmente realizando testes em humanos, na esperança de provar que ele é eficaz. Em laboratório, os testes já foram bem-sucedidos.
Pesquisa em humanos
Em estudos in vitro - aqueles nos quais são usadas células humanas em laboratório - a nova técnica foi tão bem sucedida que, em janeiro, o Conselho de Pesquisa dinamarquês premiou os pesquisadores com cerca de R$ 5 milhões para darem prosseguimento na pesquisa, desta vez, em humanos.
De acordo com Dr. Søgaard, pesquisador sênior do Hospital da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, que lidera o estudo, os primeiros sinais são "promissores".
- Estou quase certo de que teremos sucesso. O desafio será fazer o sistema imunológico dos pacientes reconhecer o vírus, depois de exposto, e destruí-lo. Isto depende da força e da sensibilidade dos sistemas imunes individuais - afirmou
Quinze pacientes estão participando dos ensaios e, se eles forem considerados curados do HIV, o tratamento será testado em uma escala mais ampla.
A pesquisa da equipe dinamarquesa está entre o movimento mais avançado e rápido do mundo para a cura do HIV.
Comportamento seguro
Dr Søgaard ressaltou que a cura não é o mesmo que uma vacina preventiva e que a sensibilização de comportamento inseguro, incluindo relações sexuais desprotegidas e compartilhamento de agulhas, ainda são de suma importância na luta contra o HIV.
Com o tratamento moderno HIV, o paciente pode viver uma vida quase normal, mesmo em idade avançada, com efeitos colaterais limitados.
No entanto, se a medicação for interrompida, o vírus pode voltar a se multiplicar no organismo do indivíduo e os sintomas da Aids podem reaparecer em duas semanas.
Encontrar uma cura iria libertar o paciente da necessidade de tomar medicação contínua HIV e salvar bilhões em serviços de saúde pública.
Fonte: Extra
A técnica envolve a libertação do vírus HIV de "reservatórios" que estes formam no DNA das células, levando-o para a superfície das mesmas. Uma vez “exposto” na superfície da célula, o vírus pode ser eliminado naturalmente pelo sistema imunológico, capaz de criar uma "vacina" contra ele. Os cientistas estão atualmente realizando testes em humanos, na esperança de provar que ele é eficaz. Em laboratório, os testes já foram bem-sucedidos.
Pesquisa em humanos
Em estudos in vitro - aqueles nos quais são usadas células humanas em laboratório - a nova técnica foi tão bem sucedida que, em janeiro, o Conselho de Pesquisa dinamarquês premiou os pesquisadores com cerca de R$ 5 milhões para darem prosseguimento na pesquisa, desta vez, em humanos.
De acordo com Dr. Søgaard, pesquisador sênior do Hospital da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, que lidera o estudo, os primeiros sinais são "promissores".
- Estou quase certo de que teremos sucesso. O desafio será fazer o sistema imunológico dos pacientes reconhecer o vírus, depois de exposto, e destruí-lo. Isto depende da força e da sensibilidade dos sistemas imunes individuais - afirmou
Quinze pacientes estão participando dos ensaios e, se eles forem considerados curados do HIV, o tratamento será testado em uma escala mais ampla.
A pesquisa da equipe dinamarquesa está entre o movimento mais avançado e rápido do mundo para a cura do HIV.
Comportamento seguro
Dr Søgaard ressaltou que a cura não é o mesmo que uma vacina preventiva e que a sensibilização de comportamento inseguro, incluindo relações sexuais desprotegidas e compartilhamento de agulhas, ainda são de suma importância na luta contra o HIV.
Com o tratamento moderno HIV, o paciente pode viver uma vida quase normal, mesmo em idade avançada, com efeitos colaterais limitados.
No entanto, se a medicação for interrompida, o vírus pode voltar a se multiplicar no organismo do indivíduo e os sintomas da Aids podem reaparecer em duas semanas.
Encontrar uma cura iria libertar o paciente da necessidade de tomar medicação contínua HIV e salvar bilhões em serviços de saúde pública.
Fonte: Extra
terça-feira, 7 de junho de 2016
Uma doença pouco conhecida que pode ser confundida com preguiça
Prolongar o tempo na cama por mais alguns minutinhos, logo após acordar, ou tirar algumas horas no fim de semana para relaxar, sem fazer nada, é um comportamento comum e sadio. Mas quando o desejo de permanecer deitado é constante, pode ser sinal de um distúrbio: a clinomania.
O problema é caracterizado pelo desejo incontrolável de ficar deitado, dormindo ou não. E requer acompanhamento médico.
O diagnóstico não é simples e, geralmente, é feito por exclusão. “Como a clinomania pode ser facilmente confundida com outros males, como depressão e síndrome da fadiga crônica, é preciso fazer uma avaliação cuidadosa do quadro do paciente. Só após concluir que não se trata de nenhuma doença orgânica é que diagnosticamos o distúrbio”, explica Shigueo Yonekura, neurologista do Instituto de Medicina e Sono de Campinas e Piracicaba (SP).
Quem sofre de depressão também pode apresentar dificuldade na hora de sair da cama, mas por conta da melancolia, do desânimo e da falta de energia que são característicos da doença.
Já no caso da fadiga crônica, segundo o psiquiatra Sergio Tamai, conselheiro da Associação Brasileira de Psiquiatria, o que contribui para que o paciente permaneça deitado é um cansaço persistente, que vem acompanhado por sintomas como dores musculares, cefaleia e fraqueza.
O clinomaníaco, por outro lado, sente-se muito confortável na cama, tem uma vontade imensa de ficar deitado e pode permanecer assim por dias –principalmente se o tempo estiver chuvoso e nublado– sem sofrer com os sinais clínicos que marcam as outras doenças.
Porém, conforme afirma o psiquiatra Almir Ribeiro Tavares, coordenador do Departamento de Medicina do Sono da Associação Brasileira de Psiquiatria, a clinomania pode se estabelecer em associação com outras doenças.
“Muitos quadros produzem cansaço e fadiga e podem levar o paciente a enxergar o descanso como um tratamento. Só que, com o tempo, o que era apenas um repouso programado tem chances de se tornar clinomania”, explica.
O distúrbio pode afetar pessoas de qualquer faixa etária, mas mulheres entre 20 e 40 anos são mais suscetíveis. Uma explicação possível pode ser a alteração hormonal a que essas mulheres se submetem todos os meses, conforme explica Tamai. Idosos também são considerados mais vulneráveis à doença.
Leia mais: Deixa ela dormir! Mulheres precisam de mais sono do que os homens, diz a ciência
“Com a vida tranquila, sem muitas atividades e ocupações, os idosos se dão o luxo de deitar durante o dia. Mas o hábito pode se tornar nocivo e progredir para a clinomania”, afirma Tavares. “O ser humano não nasceu para ficar deitado. O organismo precisa estar sempre em movimento, caso contrário, uma série de funções é prejudicada”, diz o especialista.
A boa notícia é que o distúrbio tem cura. Após o diagnóstico, o paciente pode buscar o auxílio de um psicólogo, psiquiatra, neurologista ou médico especialista em distúrbios do sono. “Alguns quadros exigem o uso de medicamentos mas, em outros, apenas o acompanhamento psicológico, a prática de exercícios físicos e as mudanças comportamentais são suficientes para resolver o problema”, declara Yonekura.
Fonte: Fãs da Psicanálise
O problema é caracterizado pelo desejo incontrolável de ficar deitado, dormindo ou não. E requer acompanhamento médico.
O diagnóstico não é simples e, geralmente, é feito por exclusão. “Como a clinomania pode ser facilmente confundida com outros males, como depressão e síndrome da fadiga crônica, é preciso fazer uma avaliação cuidadosa do quadro do paciente. Só após concluir que não se trata de nenhuma doença orgânica é que diagnosticamos o distúrbio”, explica Shigueo Yonekura, neurologista do Instituto de Medicina e Sono de Campinas e Piracicaba (SP).
Quem sofre de depressão também pode apresentar dificuldade na hora de sair da cama, mas por conta da melancolia, do desânimo e da falta de energia que são característicos da doença.
Já no caso da fadiga crônica, segundo o psiquiatra Sergio Tamai, conselheiro da Associação Brasileira de Psiquiatria, o que contribui para que o paciente permaneça deitado é um cansaço persistente, que vem acompanhado por sintomas como dores musculares, cefaleia e fraqueza.
O clinomaníaco, por outro lado, sente-se muito confortável na cama, tem uma vontade imensa de ficar deitado e pode permanecer assim por dias –principalmente se o tempo estiver chuvoso e nublado– sem sofrer com os sinais clínicos que marcam as outras doenças.
Porém, conforme afirma o psiquiatra Almir Ribeiro Tavares, coordenador do Departamento de Medicina do Sono da Associação Brasileira de Psiquiatria, a clinomania pode se estabelecer em associação com outras doenças.
“Muitos quadros produzem cansaço e fadiga e podem levar o paciente a enxergar o descanso como um tratamento. Só que, com o tempo, o que era apenas um repouso programado tem chances de se tornar clinomania”, explica.
O distúrbio pode afetar pessoas de qualquer faixa etária, mas mulheres entre 20 e 40 anos são mais suscetíveis. Uma explicação possível pode ser a alteração hormonal a que essas mulheres se submetem todos os meses, conforme explica Tamai. Idosos também são considerados mais vulneráveis à doença.
Leia mais: Deixa ela dormir! Mulheres precisam de mais sono do que os homens, diz a ciência
“Com a vida tranquila, sem muitas atividades e ocupações, os idosos se dão o luxo de deitar durante o dia. Mas o hábito pode se tornar nocivo e progredir para a clinomania”, afirma Tavares. “O ser humano não nasceu para ficar deitado. O organismo precisa estar sempre em movimento, caso contrário, uma série de funções é prejudicada”, diz o especialista.
A boa notícia é que o distúrbio tem cura. Após o diagnóstico, o paciente pode buscar o auxílio de um psicólogo, psiquiatra, neurologista ou médico especialista em distúrbios do sono. “Alguns quadros exigem o uso de medicamentos mas, em outros, apenas o acompanhamento psicológico, a prática de exercícios físicos e as mudanças comportamentais são suficientes para resolver o problema”, declara Yonekura.
Fonte: Fãs da Psicanálise
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Sem incubadora livre, bebê é enrolado em saco de lixo em hospital do MA
Bebê prematuro foi enrolado em manta e saco de lixo para manter temperatura corporal
A foto de um recém-nascido prematuro enrolado em um saco de lixo no hospital municipal de Santa Inês (246 km de São Luís), no interior do Maranhão, causou revolta nas redes sociais.
A imagem foi compartilhada por vários meios de comunicação e políticos do Estado nesta segunda-feira (6) e gerou uma série de críticas.
Segundo o diretor do hospital municipal de Santa Inês, Tomaz Martins, o bebê que aparece na foto nasceu prematuramente e tinha um irmão gêmeo. Ele explicou que não havia incubadora no momento para colocar os dois recém-nascidos.
"A mãe foi atendida antes do parto e recebeu atendimento durante e depois do parto. Só que foram gêmeos e temos duas incubadoras; uma já estava ocupada. Então um dos bebês foi para a desocupada e o outro ficou em um berço, que foi aquecido da maneira correta", disse ao UOL. O parto aconteceu no dia 30 de junho.
Para Martins, houve um interpretação equivocada da foto. "Era um plástico que não era nada usado. A criança foi para casa assim. A pediatra enrolou com uma manta por baixo, colocou o plástico por cima e iria enrolar outra manta. Antes dela proceder o fechamento, tiraram essa foto e fizeram essa interpretação. O importante é que as crianças estão bem", assegurou. Um dos tios das crianças disse que os bebês seguem internados no hospital Juvêncio Matos, porque nasceram com sete meses de gestação e estão ainda em desenvolvimento.
Técnicas pouco ortodoxas
O diretor ainda defendeu o procedimento feito pela médica que realizou o parto. "A pediatra que fez esse procedimento é especialista, não é uma clínica geral. Ela fez tudo seguindo as orientações da Sociedade Brasileira de Pediatria, que diz que a temperatura, nesses casos, tem que ser melhorada. E, para isso, é preciso algumas vezes usar técnicas pouco ortodoxas", afirmou.
Martins disse ainda que os bebês foram transferidos por "procedimento praxe" para São Luís. "Houve o pedido da médica, mas ão houve questionamento dos médicos de São Luís sobre o que foi feito por nós", explicou.
O diretor defendeu a estrutura do hospital, que, para ele, é adequada para o porte da cidade. "Nós somos um hospital municipal muito bem estruturado. Para você ter ideia, o hospital regional mais próximo fica a 50 km daqui, no município de Monção, e só tem uma incubadora. E estamos prestes a inaugurar uma nova ala com quatro incubadoras", informou.
Fonte: UOL Notícias
A foto de um recém-nascido prematuro enrolado em um saco de lixo no hospital municipal de Santa Inês (246 km de São Luís), no interior do Maranhão, causou revolta nas redes sociais.
A imagem foi compartilhada por vários meios de comunicação e políticos do Estado nesta segunda-feira (6) e gerou uma série de críticas.
Segundo o diretor do hospital municipal de Santa Inês, Tomaz Martins, o bebê que aparece na foto nasceu prematuramente e tinha um irmão gêmeo. Ele explicou que não havia incubadora no momento para colocar os dois recém-nascidos.
"A mãe foi atendida antes do parto e recebeu atendimento durante e depois do parto. Só que foram gêmeos e temos duas incubadoras; uma já estava ocupada. Então um dos bebês foi para a desocupada e o outro ficou em um berço, que foi aquecido da maneira correta", disse ao UOL. O parto aconteceu no dia 30 de junho.
Para Martins, houve um interpretação equivocada da foto. "Era um plástico que não era nada usado. A criança foi para casa assim. A pediatra enrolou com uma manta por baixo, colocou o plástico por cima e iria enrolar outra manta. Antes dela proceder o fechamento, tiraram essa foto e fizeram essa interpretação. O importante é que as crianças estão bem", assegurou. Um dos tios das crianças disse que os bebês seguem internados no hospital Juvêncio Matos, porque nasceram com sete meses de gestação e estão ainda em desenvolvimento.
Técnicas pouco ortodoxas
O diretor ainda defendeu o procedimento feito pela médica que realizou o parto. "A pediatra que fez esse procedimento é especialista, não é uma clínica geral. Ela fez tudo seguindo as orientações da Sociedade Brasileira de Pediatria, que diz que a temperatura, nesses casos, tem que ser melhorada. E, para isso, é preciso algumas vezes usar técnicas pouco ortodoxas", afirmou.
Martins disse ainda que os bebês foram transferidos por "procedimento praxe" para São Luís. "Houve o pedido da médica, mas ão houve questionamento dos médicos de São Luís sobre o que foi feito por nós", explicou.
O diretor defendeu a estrutura do hospital, que, para ele, é adequada para o porte da cidade. "Nós somos um hospital municipal muito bem estruturado. Para você ter ideia, o hospital regional mais próximo fica a 50 km daqui, no município de Monção, e só tem uma incubadora. E estamos prestes a inaugurar uma nova ala com quatro incubadoras", informou.
Fonte: UOL Notícias
quinta-feira, 21 de abril de 2016
ESTAMOS CHEGANDO PERTO DE UMA CURA PARA A ESCLEROSE MÚLTIPLA?
02 . Set . 2014 / Pesquisas e novidades
Uma nova pesquisa sugere que este avanço poderia estar próximo
Mais de 2,3 milhões de pessoas em todo o mundo têm esclerose múltipla (EM), uma doença que interrompe o circuito entre o cérebro e o corpo. Ela geralmente atinge adultos jovens.
No momento, a doença pode ser gerenciada, mas não curada. Os tratamentos atuais para EM podem reduzir novos danos ao cérebro, mas a pessoa permanece com os danos que a doença já causou.
Inverter o dano pode significar a cura, ou algo próximo a isso. É o Santo Graal dos pesquisadores de EM e pode ser mais um passo para a descoberta.
Ensaios clínicos de Fase I de um novo medicamento apenas ter sido concluída em seres humanos, demonstrando que uma nova droga, chamada de anti-LINGI-1, é segura e não tem efeitos colaterais graves. Mais importante, o teste feito até agora sugere que pode reverter os danos nos nervos causados pela EM.
Danos aos nervos
Quando alguém tem EM, o sistema imunológico do corpo começa a atacar a mielina, uma substância que forma o corpo de isolamento em torno dos nervos do sistema nervoso central.
Quando este isolamento é danificado, de modo que são os nervos, o que torna mais difícil para eles enviarem mensagens para e a partir do cérebro e da medula espinhal.
Estudos com animais mostraram que os anticorpos anti-LINGO-1, também chamados BIIB033, podes ser capazes de inverter a desmielinização dos nervos. Funciona através do bloqueio da LINGO-1, uma proteína do sistema nervoso central que impede a mielinização.
Os ensaios de Fase I mostraram que a droga é segura para seres humanos. Isso é um grande passo em frente, mas há ainda maior espera nos ensaios de Fase II. Os pesquisadores agora têm que ver se eles podem alcançar os mesmos resultados positivos que tenho com animais em seres humanos.
"Com esses resultados, temos sido capazes de iniciar estudos de fase II para ver se a droga realmente pode reparar a mielina perdida em seres humanos e têm qualquer efeito para restaurar a função física e cognitiva e melhorar a deficiência", disse o autor do estudo, Diego Cadavid, MD, de Biogen Idec em Cambridge, Mass., que desenvolveu a droga.
Outra pesquisa promissora
Mas o anti-LINGO-1 não é o único tratamento promissor no desenvolvimento. Em uma conferência em maio, pesquisadores de EM apresentaram vários estudos que lhes dão esperança.
Dois estudos sugeriram que a IRX4204 composto pode reduzir as respostas do sistema imunológico e promover a reparação da mielina. Os pesquisadores disseram que, se esses estudos de laboratório em estágio inicial realizam-se em novas pesquisas, este tem o potencial de ambos parar respostas imunes que levam a danos no sistema nervoso e também reparar o que foi perdido.
Há também uma série de estudos com células-tronco promissoras que visam o tratamento de esclerose múltipla progressiva.
Um estudo de Harvard está investigando como uma dieta rica em sal ou bactérias intestinais podem contribuir para causar EM ou torna-la progressivamente pior.
Um projeto de reparação do sistema nervoso inovador na França está analisando o potencial do uso de células-tronco adultas da própria pessoa como “peças de reposição” para reparação do cérebro.
E a Universidade de Washington estuda o bem-estar, analisando como as mudanças na qualidade de vida influenciam a progressão da doença.
Todas estas pesquisa vem construindo sobre o investimento de milhões de dólares ao longo dos anos na busca de uma cura para a EM.
No início deste ano, a Sociedade Nacional de MS cometeu um adicional de US $ 29 milhões para apoiar uma expectativa de 83 novos projetos de pesquisa de EM. O objetivo, de acordo com a sociedade, é parar a EM, recuperando as funções que foram perdido por consequência da doença, e acabar com a doença de vez.
"A amplitude desses novos investimentos em pesquisa é muito emocionante", disse Timothy Coetzee, chefe de advocacia, os serviços da MS Sociedade Nacional e Diretor de Pesquisa. "Enquanto nós estamos dirigindo pesquisa para parar a EM, restaurar a função e acabar com a doença para sempre, ao mesmo tempo que estamos identificando as principais intervenções e soluções que podem ajudar as pessoas com EM a viverem suas vidas melhores agora mesmo."
Fonte: AME
Uma nova pesquisa sugere que este avanço poderia estar próximo
Mais de 2,3 milhões de pessoas em todo o mundo têm esclerose múltipla (EM), uma doença que interrompe o circuito entre o cérebro e o corpo. Ela geralmente atinge adultos jovens.
No momento, a doença pode ser gerenciada, mas não curada. Os tratamentos atuais para EM podem reduzir novos danos ao cérebro, mas a pessoa permanece com os danos que a doença já causou.
Inverter o dano pode significar a cura, ou algo próximo a isso. É o Santo Graal dos pesquisadores de EM e pode ser mais um passo para a descoberta.
Ensaios clínicos de Fase I de um novo medicamento apenas ter sido concluída em seres humanos, demonstrando que uma nova droga, chamada de anti-LINGI-1, é segura e não tem efeitos colaterais graves. Mais importante, o teste feito até agora sugere que pode reverter os danos nos nervos causados pela EM.
Danos aos nervos
Quando alguém tem EM, o sistema imunológico do corpo começa a atacar a mielina, uma substância que forma o corpo de isolamento em torno dos nervos do sistema nervoso central.
Quando este isolamento é danificado, de modo que são os nervos, o que torna mais difícil para eles enviarem mensagens para e a partir do cérebro e da medula espinhal.
Estudos com animais mostraram que os anticorpos anti-LINGO-1, também chamados BIIB033, podes ser capazes de inverter a desmielinização dos nervos. Funciona através do bloqueio da LINGO-1, uma proteína do sistema nervoso central que impede a mielinização.
Os ensaios de Fase I mostraram que a droga é segura para seres humanos. Isso é um grande passo em frente, mas há ainda maior espera nos ensaios de Fase II. Os pesquisadores agora têm que ver se eles podem alcançar os mesmos resultados positivos que tenho com animais em seres humanos.
"Com esses resultados, temos sido capazes de iniciar estudos de fase II para ver se a droga realmente pode reparar a mielina perdida em seres humanos e têm qualquer efeito para restaurar a função física e cognitiva e melhorar a deficiência", disse o autor do estudo, Diego Cadavid, MD, de Biogen Idec em Cambridge, Mass., que desenvolveu a droga.
Outra pesquisa promissora
Mas o anti-LINGO-1 não é o único tratamento promissor no desenvolvimento. Em uma conferência em maio, pesquisadores de EM apresentaram vários estudos que lhes dão esperança.
Dois estudos sugeriram que a IRX4204 composto pode reduzir as respostas do sistema imunológico e promover a reparação da mielina. Os pesquisadores disseram que, se esses estudos de laboratório em estágio inicial realizam-se em novas pesquisas, este tem o potencial de ambos parar respostas imunes que levam a danos no sistema nervoso e também reparar o que foi perdido.
Há também uma série de estudos com células-tronco promissoras que visam o tratamento de esclerose múltipla progressiva.
Um estudo de Harvard está investigando como uma dieta rica em sal ou bactérias intestinais podem contribuir para causar EM ou torna-la progressivamente pior.
Um projeto de reparação do sistema nervoso inovador na França está analisando o potencial do uso de células-tronco adultas da própria pessoa como “peças de reposição” para reparação do cérebro.
E a Universidade de Washington estuda o bem-estar, analisando como as mudanças na qualidade de vida influenciam a progressão da doença.
Todas estas pesquisa vem construindo sobre o investimento de milhões de dólares ao longo dos anos na busca de uma cura para a EM.
No início deste ano, a Sociedade Nacional de MS cometeu um adicional de US $ 29 milhões para apoiar uma expectativa de 83 novos projetos de pesquisa de EM. O objetivo, de acordo com a sociedade, é parar a EM, recuperando as funções que foram perdido por consequência da doença, e acabar com a doença de vez.
"A amplitude desses novos investimentos em pesquisa é muito emocionante", disse Timothy Coetzee, chefe de advocacia, os serviços da MS Sociedade Nacional e Diretor de Pesquisa. "Enquanto nós estamos dirigindo pesquisa para parar a EM, restaurar a função e acabar com a doença para sempre, ao mesmo tempo que estamos identificando as principais intervenções e soluções que podem ajudar as pessoas com EM a viverem suas vidas melhores agora mesmo."
Fonte: AME
sábado, 9 de abril de 2016
H1N1 em circulação não tem mutação perigosa, revela sequenciamento
Imagem de microscopia eletrônica de transmissão colorida digitalmente mostra agrupamento de partículas de H1N1 (Foto: National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID))
Instituto Evandro Chagas fez sequenciamento parcial do genoma do vírus.
H1N1 já provocou 71 mortes em surto que começou antes do previsto.
O vírus H1N1 que circula hoje no Brasil não tem certas mutações perigosas associadas a casos mais graves da doença, segundo pesquisadores do Instituto Evandro Chagas (IEC), no Pará. Para chegar a essa conclusão, eles fizeram o sequenciamento parcial do genoma do vírus a partir de amostras de pacientes infectados coletadas nos primeiros meses do ano em diferentes estados do país.
Segundo a pesquisadora do IEC Mirleide Cordeiro dos Santos, o estudo partiu de uma preocupação: no ano passado, mutações foram identificadas no H1N1 que circulou na Índia e levou a uma grande epidemia no país. Essas mutações, encontradas no gene que codifica a hemaglutinina, proteína que tem como função ligar o vírus à célula hospedeira, levaram a uma maior patogenicidade do vírus. Isso significa que ele tinha uma capacidade maior de provocar sintomas a partir da entrada no organismo do paciente.
Os cientistas do IEC resolveram sequenciar parte do genoma do H1N1 para verificar se o vírus em circulação no Brasil tinha essas mesmas mutações. O resultado foi que elas não estão presentes. “Em relação a esse gene, o vírus não é mais patogênico do que o que circulou em 2009 ou 2013 (anos que tiveram epidemias de H1N1 no Brasil)”, diz Mirleide.
A descoberta assegura que a cepa do vírus em circulação é a mesma da vacina contra influenza disponível hoje. Mirleide observa que, como o H1N1 é um vírus que tem RNA como material genético, ele apresenta uma grande variabilidade genética, e pode sofrer mutações de uma estação para outra. Saber que o vírus atual não sofreu essas mutações nocivas identificadas na Índia, portanto, é uma boa notícia.
Vírus já provocou 71 mortes
O número inesperado de casos e de mortes por H1N1 este ano – foram 444 casos de síndrome respiratória aguda por influenza H1N1 e 71 mortes até 26 de março, segundo o Ministério da Saúde – provavelmente se deve ao adiantamento da chegada do vírus ao país, antes do início da vacinação, segundo Mirleide.
“Como a população ainda não estava vacinada e o vírus não circulava com intensidade grande desde 2013, havia uma população muito suscetível”, diz a pesquisadora. Agora, ela e sua equipe buscam fazer o sequenciamento completo do vírus, o que pode revelar, por exemplo, de onde exatamente veio a cepa que atingiu o país.
Especialistas discutem várias hipóteses que podem explicar a antecipação da chegada do vírus, que vão desde fatores climáticos até o aumento de viagens internacionais que podem ter trazido o H1N1 que circulava no hemisfério norte.
Fonte: BEM ESTAR
Instituto Evandro Chagas fez sequenciamento parcial do genoma do vírus.
H1N1 já provocou 71 mortes em surto que começou antes do previsto.
O vírus H1N1 que circula hoje no Brasil não tem certas mutações perigosas associadas a casos mais graves da doença, segundo pesquisadores do Instituto Evandro Chagas (IEC), no Pará. Para chegar a essa conclusão, eles fizeram o sequenciamento parcial do genoma do vírus a partir de amostras de pacientes infectados coletadas nos primeiros meses do ano em diferentes estados do país.
Segundo a pesquisadora do IEC Mirleide Cordeiro dos Santos, o estudo partiu de uma preocupação: no ano passado, mutações foram identificadas no H1N1 que circulou na Índia e levou a uma grande epidemia no país. Essas mutações, encontradas no gene que codifica a hemaglutinina, proteína que tem como função ligar o vírus à célula hospedeira, levaram a uma maior patogenicidade do vírus. Isso significa que ele tinha uma capacidade maior de provocar sintomas a partir da entrada no organismo do paciente.
Os cientistas do IEC resolveram sequenciar parte do genoma do H1N1 para verificar se o vírus em circulação no Brasil tinha essas mesmas mutações. O resultado foi que elas não estão presentes. “Em relação a esse gene, o vírus não é mais patogênico do que o que circulou em 2009 ou 2013 (anos que tiveram epidemias de H1N1 no Brasil)”, diz Mirleide.
A descoberta assegura que a cepa do vírus em circulação é a mesma da vacina contra influenza disponível hoje. Mirleide observa que, como o H1N1 é um vírus que tem RNA como material genético, ele apresenta uma grande variabilidade genética, e pode sofrer mutações de uma estação para outra. Saber que o vírus atual não sofreu essas mutações nocivas identificadas na Índia, portanto, é uma boa notícia.
Vírus já provocou 71 mortes
O número inesperado de casos e de mortes por H1N1 este ano – foram 444 casos de síndrome respiratória aguda por influenza H1N1 e 71 mortes até 26 de março, segundo o Ministério da Saúde – provavelmente se deve ao adiantamento da chegada do vírus ao país, antes do início da vacinação, segundo Mirleide.
“Como a população ainda não estava vacinada e o vírus não circulava com intensidade grande desde 2013, havia uma população muito suscetível”, diz a pesquisadora. Agora, ela e sua equipe buscam fazer o sequenciamento completo do vírus, o que pode revelar, por exemplo, de onde exatamente veio a cepa que atingiu o país.
Especialistas discutem várias hipóteses que podem explicar a antecipação da chegada do vírus, que vão desde fatores climáticos até o aumento de viagens internacionais que podem ter trazido o H1N1 que circulava no hemisfério norte.
Fonte: BEM ESTAR
terça-feira, 5 de abril de 2016
Distúrbio do sono incurável afeta cerca de 800 crianças que tomaram vacina contra H1N1 na Europa
Cerca de 800 crianças europeias desenvolveram narcolepsia – uma doença incurável que causa crises de sono incontroláveis durante o dia – após terem recebido a vacina Pandemrix, contra o vírus da gripe H1N1 ('gripe suína'), produzida pela GlaxoSmithKline.
A jovem Emelie Olsson, de 14 anos, é uma delas. Ela tem dificuldade de se manter acordada durante o dia e perde aulas com frequência por causa do problema. Ao acordar, ela às vezes fica paralisada, com falta de ar e sem conseguir pedir ajuda. Além disso, ela tem pesadelos e alucinações.
Países como a Finlândia, a Noruega, a Irlanda e a França também registraram aumento nos casos de narcolepsia em crianças após a implementação da vacina. Por causa disso, a agência reguladora de remédios europeia decidiu restringir o uso da vacina em jovens abaixo dos 20 anos.
Já para o médico Emmanuel Mignot, da Universidade de Stanford (EUA), considerado um dos maiores especialistas em narcolepsia do mundo, não há dúvidas de que a vacina fez aumentar a ocorrência de narcolepsia. Mas ele concorda que ainda é preciso fazer mais pesquisas.
Mais de 30 milhões de pessoas de 47 países receberam a vacina da Glaxo entre 2009 e 2010. A companhia diz que 795 pessoas foram diagnosticadas com narcolepsia na Europa desde o início do uso da vacina.
Segundo o Ministério da Saúde, a vacina adquirida em 2010 para imunização contra a H1N1 no Brasil não é a Pandemrix e não houve nenhum caso de narcolepsia associada a vacina no país.
Os cientistas ainda estão pesquisando o que, na vacina, pode deflagrar a doença. Alguns sugerem que é o adjuvante, chamado de AS03. Outros, que é o próprio vírus H1N1 o responsável por causar narcolepsia em pessoas geneticamente predispostas.
Mas os especialistas concordam que é preciso cautela para não gerar pânico na população. "Ninguém quer ser o próximo Wakefield", disse Mignot à Reuters, referindo-se ao médico britânico Andrew Wakefield, que perdeu seu registro após ter associado a vacina contra sarampo, caxumba e rubéola ao autismo.
Equipes independentes de pesquisadores já publicaram estudos revisados por outros especialistas na Suécia, na Finlândia e na Islândia. Todos eles mostraram que o risco de narcolepsia aumentou de sete a 13 vezes entre as crianças que tomaram a vacina, em comparação com as que não tomaram.
O médico especializado em saúde pública Goran Stiernstedt, da Suécia, questiona se valeu a pena imunizar a população - ele ajudou a coordenar a campanha no país.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pandemia de gripe H1N1, de 2009 e 2010, causou 18.500 mortes, embora um estudo publicado no ano passado conclua que o número foi 15 vezes maior.
Stiernstedt estima que a vacinação evitou a morte de 30 a 60 pessoas por gripe. Mas pode ter deflagrado 200 casos de narcolepsia, uma doença incapacitante. Para ele, trata-se de uma "tragédia médica".
Já o diretor de imunizações do governo britânico, David Salisbury, acredita que, diante de uma pandemia, o risco de morte é bem mais grave que o risco de narcolepsia. Para ele, caso os pesquisadores tivessem dedicado mais tempo às pesquisas com a vacina, muito mais gente teria morrido.
(Com Reuters e Folha.com)
Fonte: UOL Notícias
A jovem Emelie Olsson, de 14 anos, é uma delas. Ela tem dificuldade de se manter acordada durante o dia e perde aulas com frequência por causa do problema. Ao acordar, ela às vezes fica paralisada, com falta de ar e sem conseguir pedir ajuda. Além disso, ela tem pesadelos e alucinações.
Países como a Finlândia, a Noruega, a Irlanda e a França também registraram aumento nos casos de narcolepsia em crianças após a implementação da vacina. Por causa disso, a agência reguladora de remédios europeia decidiu restringir o uso da vacina em jovens abaixo dos 20 anos.
Já para o médico Emmanuel Mignot, da Universidade de Stanford (EUA), considerado um dos maiores especialistas em narcolepsia do mundo, não há dúvidas de que a vacina fez aumentar a ocorrência de narcolepsia. Mas ele concorda que ainda é preciso fazer mais pesquisas.
Mais de 30 milhões de pessoas de 47 países receberam a vacina da Glaxo entre 2009 e 2010. A companhia diz que 795 pessoas foram diagnosticadas com narcolepsia na Europa desde o início do uso da vacina.
Segundo o Ministério da Saúde, a vacina adquirida em 2010 para imunização contra a H1N1 no Brasil não é a Pandemrix e não houve nenhum caso de narcolepsia associada a vacina no país.
Os cientistas ainda estão pesquisando o que, na vacina, pode deflagrar a doença. Alguns sugerem que é o adjuvante, chamado de AS03. Outros, que é o próprio vírus H1N1 o responsável por causar narcolepsia em pessoas geneticamente predispostas.
Mas os especialistas concordam que é preciso cautela para não gerar pânico na população. "Ninguém quer ser o próximo Wakefield", disse Mignot à Reuters, referindo-se ao médico britânico Andrew Wakefield, que perdeu seu registro após ter associado a vacina contra sarampo, caxumba e rubéola ao autismo.
Equipes independentes de pesquisadores já publicaram estudos revisados por outros especialistas na Suécia, na Finlândia e na Islândia. Todos eles mostraram que o risco de narcolepsia aumentou de sete a 13 vezes entre as crianças que tomaram a vacina, em comparação com as que não tomaram.
O médico especializado em saúde pública Goran Stiernstedt, da Suécia, questiona se valeu a pena imunizar a população - ele ajudou a coordenar a campanha no país.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pandemia de gripe H1N1, de 2009 e 2010, causou 18.500 mortes, embora um estudo publicado no ano passado conclua que o número foi 15 vezes maior.
Stiernstedt estima que a vacinação evitou a morte de 30 a 60 pessoas por gripe. Mas pode ter deflagrado 200 casos de narcolepsia, uma doença incapacitante. Para ele, trata-se de uma "tragédia médica".
Já o diretor de imunizações do governo britânico, David Salisbury, acredita que, diante de uma pandemia, o risco de morte é bem mais grave que o risco de narcolepsia. Para ele, caso os pesquisadores tivessem dedicado mais tempo às pesquisas com a vacina, muito mais gente teria morrido.
(Com Reuters e Folha.com)
Fonte: UOL Notícias
sábado, 13 de fevereiro de 2016
Componente químico Pyriproxyfen é apontado como causa da microcefalia
Nem o Zika vírus e nem vacinas, para a Organização dos Médicos Argentinos o grande surto de microcefalia que se abateu sobre o Brasil é causado por um químico larvicida chamado Pyriproxyfen colocado na água ou pulverizado nas cidades afetadas pelo surto de microcefalia.
Nem o Zika vírus e nem vacinas, para a Organização dos Médicos Argentinos o grande surto de microcefalia que se abateu sobre o Brasil é causado por um químico larvicida chamado Pyriproxyfen colocado na água ou pulverizado nas cidades afetadas pelo surto de microcefalia.
Reportagem Especial
O relatório da entidade é enfático ao dizer que não é coincidência os casos de microcefalia surgirem na áreas onde o governo brasileiro fez a aplicação do Pyriproxyfen diretamente no sistema de abastecimento de água da população, mais especificamente em Pernambuco.
“O Pyroproxyfen é aplicado diretamente pelo Ministério da Saúde nos reservatório de água potável utilizados pelo povo de Pernambuco, onde a proliferação do mosquito Aedes é muito elevado ( uma situação semelhante à das ilhas do Pacífico ). (…) Malformações detectadas em milhares de crianças de mulheres grávidas que vivem em áreas onde o Estado brasileiro acrescentou Pyriproxyfen à água potável não é uma coincidência, apesar do Ministério da Saúde colocar a culpa direta sobre o Zika vírus para os danos causados (microcefalia).”, revela o relatório na página 3.
O relatório também observou que o Zika tem sido tradicionalmente considerado uma doença relativamente benigna, que nunca foi associada com defeitos congênitos, mesmo em áreas onde infectou 75% da população.
Posição da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)
O relatório argentino, que também aborda a epidemia de dengue no Brasil, concorda com as conclusões de um relatório separado sobre o surto Zika feito por médicos brasileiros e pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco.
A Abrasco também aponta o Pyriproxyfen como causa provável da microcefalia. A associação condena a estratégia de controle químico para frear o crescimento dos mosquitos portadores do Zika vírus. A Abrasco alega que tal medida está contaminando o meio ambiente, bem como pessoas e não está diminuindo o número de mosquitos. Para a Abrasco esta estratégia é, de fato, impulsionada por interesses comerciais da indústria química, a qual diz que está profundamente integrada com os ministérios latino-americanos de saúde, bem como a Organização Mundial de Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde.
Abrasco nomeou a empresa britânica Oxitec que produz insetos geneticamente modificados como parte do lobby empresarial que está a distorcer os fatos sobre o Zika vírus para atender a sua própria agenda com fins lucrativos.
A Oxitec vende mosquitos transgênicos modificados para esterilidade e os comercializa como um produto de combate à doença – uma estratégia condenada pelos médicos argentinos, tida como “um fracasso total, exceto para a empresa fornecedora de mosquitos”.
Vale lembrar também que o Zika vírus é propriedade da família/Fundação Rockefeller, conforme relatado pelo Panorama Livre no dia 31 de janeiro. Além, claro, da ONU já ter declarado que países com casos de microcefalia deveriam liberar o aborto – deixando claro a todos o enorme número de entidades envolvidas no lobby do controle/diminuição populacional.
Quem fabrica o Pyriproxyfen?
Os médicos acrescentaram que o Pyriproxyfen é fabricado pela Sumitomo Chemical, empresa japonesa e um “parceiro estratégico” da Monsanto. O Pyriproxyfen é um inibidor do crescimento de larvas de mosquitos, que altera o processo de desenvolvimento da larva, a pupa (estágio intermediário entre a larva e o adulto, no desenvolvimento de certos insetos), para adulto, gerando, assim, malformações no desenvolvimento dos mosquitos e matando ou desativando seu desenvolvimento. O composto químico atua como um hormônio juvenil de inseto e tem o efeito de inibir o desenvolvimento de características de insetos adultos (por exemplo – as asas e genitais externos maduros) e o desenvolvimento reprodutivo. É um disruptivo endócrino e é teratogênico (causa defeitos de nascimento), de acordo com os médicos.
Em dezembro de 2014 a Sumitomo Chemical anunciou que, juntamente com a Monsanto, expandiria seus trabalhos de controle de pragas para a América Latina, mais especificamente para Brasil e Argentina.
Referências:
March Against Monsanto
Relatório da Organização dos Médicos Argentinos
Abrasco
Sumitomo Chemical
Fonte: PANORAMALIVRE
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Idoso morre após misturar bebida alcoólica com estimulante sexual
Vítima, de 73 anos, estava com uma garota de programa num hotel no Centro
Um idoso, de 73 anos, morreu na tarde desta sexta-feira (5) após passar mal em um hotel na rua General Osório, no Centro de Ribeirão Preto.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima teria combinado o uso de estimulante sexual com conhaque, antes de ter relações sexuais com uma garota de programa.
Em determinado momento, o idoso deixou o quarto passando mal e uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada, mas a vítima não resistiu e morreu no local.
Fonte: Jornal A Cidade
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Exames de bebês com microcefalia dão negativo para zika e dengue
Duas meninas nasceram com microcefalia na Santa Casa de Rio Preto.
Município ainda aguarda o resultado dos exames das placentas.
27/01/2016 15h05 - Atualizado em 27/01/2016 17h10
Exames de bebês com microcefalia dão negativo para zika e dengue
Duas meninas nasceram com microcefalia na Santa Casa de Rio Preto.
Município ainda aguarda o resultado dos exames das placentas.
Os exames realizados nos dois bebês que nasceram com microcefalia em São José do Rio Preto (SP) em dezembro do ano passado deram negativo para o zika vírus e para a dengue, segundo a Secretaria de Saúde municipal. O município ainda aguarda o resultado dos exames das placentas, que ainda não tem data para ser divulgado pelo Instituto Adolfo Lutz.
Duas meninas nasceram com microcefalia na Santa Casa da cidade. Uma delas nasceu no dia 25 de dezembro com o crânio medindo 31,5 centímetros (cm). Já a outra nasceu no dia 28 de dezembro com 32 cm de crânio.
Segundo a Santa Casa, na época, as crianças nasceram com nove meses completos e por cesariana. De acordo com o Ministério da Saúde, se o bebê nascer com 32 centímetros ou menos é preciso notificar como microcefalia. Ainda de acordo com informações do hospital, as mães relataram que não tiveram dengue confirmada e nenhum sintoma que pudesse ser da doença durante a gestação.
Segundo a Secretaria de Saúde de Rio Preto, estes foram os dois primeiros casos de microcefalia neste ano na cidade e, em 2014, o município não registrou casos.
Fonte: G1
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Cuidado com a hipertermia dos pugs
Os Pugs sentem o calor da mesma forma que nós, pois não possuem glândulas sudoríparas espalhadas pelo corpo, somente algumas glândulas nas regiões dos coxins (almofadas das patas) e nas narinas. Portanto, trocam calor com o ambiente principalmente através da ofegação.
Como os pugs são braquicefálicos (focinho curto), desidratam ou sofrem insolações e são mais propensos a estresse térmico e exaustão do que outras raças. Os nossos amigos, ficam bem sacrificados, com sua respiração mais acelerados, mais quietos, muitas vezes até sem apetite.
Entre outras coisas a hipertermia pode causar no pug:
• Edema pulmonar
• Convulsão
• Parada cardíaca
• Perda de consciência
• Óbito
Alguns dos sintomas:
• O animal fica ofegante
• Língua muito vermelha, assim como a parte interna das orelhas.
• Opug fica fraco
• Andar cambaleante
• Salivação em abundância
• Confusão mental
• Olhar vidrado
• Convulsões
• Vômito
• Diarreia
O que fazer quando meu pug tiver uma crise for LEVE?
• Colocar em lugar fresco e bem ventilado
• Dar água e gelo
• Borrifar ou molhar o cão
• Levar ao veterinário
O que fazer quando meu pug crise for GRAVE?
• Coloque o pug num lugar ventilado e fresco;
• Use toalhas molhadas com água para resfria-lo;
• Jogar água aos poucos para não causar choque térmico;
• Não dê alimentos;
• Leve o animal o mais rápido possível ao veterinário.
Dicas
• Nunca o deixe sozinho dentro do carro, mesmo que sejam poucos minutos. No verão, a temperatura interna do seu carro, mesmo na sombra é muito elevada, isso pode ser fatal para seu pug.
• Só levar para passear muito cedo pela manhã, ou ao anoitecer. E mesmo assim, tome muito cuidado, retire a sandália e deixei por 10 segundos e sinta a temperatura do chão antes de queimar as patas do pug.
– Evite passeios longos. Melhor horário é bem cedo ou ao entardecer.
– Evite esforço físico;
– NUNCA os deixe em lugar fechado e sem ventilação.
Fonte: Amigo Pug
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Produto que usa bactéria para matar o Aedes está pronto desde 2006
Ampolas do larvicida orgânico Bt-Horus, que será usado no combate ao Aedes aegypti no Distrito Federal (Foto: Jéssica Nascimento/G1)
Piloto teve sucesso em 2007, mas governo 'ignorou'; bacilo ataca as larvas.
Ministério diz que compra internacional impede uso de versão da Embrapa.
O larvicida biológico que usa uma bactéria para matar as larvas do mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, do chikungunya e do zika vírus – será usado no Distrito Federal a partir desta quinta-feira (21), mas já está pronto para utilização em larga escala há quase dez anos. A fórmula criada no Brasil foi registrada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2006, mas nunca foi usada de forma sistemática no país.
O produto pode ser aplicado em caixas d'água, piscinas, ralos, vasos de plantas e em qualquer ambiente doméstico, incluindo reservatórios de água potável. A compra só pode ser feita, no entanto, por governos ou empresas especializadas, e não pelo consumidor comum.
O larvicida tem como "princípio ativo" o Bacillum thuringiensis israelense (BTI), uma bactéria inofensiva para humanos e animais domésticos, mas letal para o mosquito. Quando a larva do Aedes come essa bactéria na água limpa e parada, recebe quatro toxinas que causam paralisia generalizada e matam o vetor.
A versão brasileira, criada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em parceria com a empresa nacional Bthek, traz um bacilo em uma solução líquida. Ela é vendida pelo nome comercial "Bt-Horus" e custa cerca de R$ 60 por litro.
Em nota enviada ao G1, o Ministério da Saúde informou que só pode incluir um produto no Programa Nacional de Combate à Dengue se ele obtiver registro na Organização Mundial de Saúde (OMS). Essa restrição se aplica, segundo a pasta, porque a aquisição é feita por licitação internacional, com verbas da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).
O ministério diz analisar, "além da segurança e da eficácia, o custo-efetividade, o impacto epidemiológico esperado, o protocolo e estratégia de utilização do produto e o impacto orçamentário que será produzido".
O ministério não soube informar porque mantém um regulamento que impede a compra de produtos nacionais para o Programa Nacional de Combate à Dengue, criado em 2002. mesmo aqueles com autorização da Anvisa. Os governos locais e a própria União podem comprar o Bt-Horus diretamente do fabricante mas, para isso, não podem contar com as verbas da Opas.
Apesar de não prever a aquisição do bacilo na formulação nacional, o governo federal importou oito toneladas do produto em 2010 e fez a distribuição para 13 estados e o DF.
A diferença, segundo o próprio ministério, está na forma de apresentação do produto. O BTI foi licitado na versão "efervescente" (WDG, na sigla em inglês), regulamentada pela OMS. A versão nacional, o Bt-Horus, é vendida em solução aquosa e, por isso, precisaria de nova permissão do órgão ligado à ONU.
Sem continuidade
Em 2007, o produto foi testado pela Embrapa e pela Bthek em São Sebastião, no DF, com resultados acima dos esperados pela equipe. O índice de infestação, medido pelo número de focos encontrados a cada cem casas inspecionadas, passou de 4 para 1 após a aplicação do bacilo. De "risco iminente de epidemia", o índice caiu para "aceitável", segundo critérios da Organização Mundial de Saúde.
As pesquisas foram concluídas na sede da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, a 8 km do Palácio do Buriti e a menos de 200 metros da sede da Secretaria de Saúde, no fim da Asa Norte. A Embrapa afirma que tem como missão "viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação", e que a criação de políticas públicas e aplicação de alternativas cabe ao Executivo.
Chamada Zika Vírus Samp (Foto: Divulgação/ Samp)
Mosquito Aedes aegypti transmite vírus da dengue, chikungunya e zika (Foto: Samp/Divulgação)
Depois do teste bem-sucedido em São Sebastião, o produto sumiu dos protocolos distritais até a última segunda-feira (18), quando o governo anunciou o recebimento de 600 litros do produto. A carga foi doada pela União Química, empresa brasileira que comprou a Bthek.
O subsecretário de Vigilância em Saúde do DF, Tiago Coelho, afirma que a estratégia foi "revisitada" em função do aumento da ameaça causada pelo Aedes aegypti, que passou a transmitir a chikungunya e o zika vírus. "Os instrumentos que estávamos utilizando para conter a dengue estavam se mostrando ineficientes. O controle químico, por inseticida e larvicida, e o ambiental, com retirada de entulho e água parada", diz.
Novo protocolo
Desta vez, a aplicação do BTI será feita apenas pelos agentes autorizados da Secretaria de Saúde, e não pela própria população, como em 2007. Coelho afirma que os testes daquela época foram feitos pela própria empresa, e não pela pasta, e diz que a estratégia utilizada "não se mostrou efetiva". Ele preferiu não comentar os dados de redução de epidemia passados pela Bthek e pela Embrapa.
"Neste momento, depois de revisitar os pontos positivos e negativos, nós estamos introduzindo [o produto] com um novo protocolo. Vamos fazer o monitoramento de todos os indicadores e divulgar o resultado, dentro do protocolo que a secretaria entende como correto. É um processo contínuo: a pesquisa alimenta a política pública, que fornece novos dados para a pesquisa", diz o subsecretário.
Os 600 litros doados devem ser suficientes para dois ou três meses de aplicação, nas estimativas do GDF e considerando o "nível atual" de focos. Nesse período, a Secretaria de Saúde promete avaliar os resultados. "Assim que a gente identificar a efetividade, a intenção é fazer um termo de referência para adotar a compra regular", diz Coelho.
Na manhã desta quinta (21), 150 agentes da Vigilância Ambiental receberam o treinamento necessário para usar o produto, que será dividido em 12 mil ampolas de 50 ml. A previsão do GDF é de que o produto começasse a ser aplicado ainda nesta quinta nas regiões com o maior índice de focos do mosquito: Santa Maria, Gama, Brazlândia, Lago Norte e Planaltina.
O GDF garante que seguirá o cronograma de reaplicação indicado pelo fabricante – onde houver foco, o agente de vigilância terá que retornar a cada três semanas. O governo não explicou como fará esse controle na segunda etapa de implementação, quando todo o DF passar a receber o bacilo.
Nova tentativa
O gerente de produção da Bthek e da divisão de biotecnologia da União Química, José Eduardo Sacconi Nunes, diz que a aplicação do BTI no DF vai funcionar como um "segundo projeto piloto", em uma tentativa de reinserir o larvicida no mercado. Desde 2010, segundo ele, nenhum governo municipal, estadual, distrital ou federal adquiriu o produto, de modo contínuo, para o combate à dengue.
"O produto foi utilizado sistematicamente na região Sul, mas no combate ao mosquito borrachudo, pelo incômodo que ele causa em populações ribeirinhas. É um mosquito que gosta de água corrente, não bota ovo em água parada. Como o larvicida ataca a larva, e não o adulto, pode ser que o Aedes volte a pôr ovos ali. Por isso, você precisa ir reaplicando até matar toda a cadeia", diz.
A dose necessária para eliminar as larvas de Aedes varia de uma gota (para ralos domésticos) a um litro (piscinas de 20 mil litros). "Dependendo da dose, as larvas morrem em 24 horas. A vantagem é a especificidade, ou seja, essas toxinas só agem nas larvas e são inofensivas aos humanos, animais, plantas", diz a pesquisadora Rose Monnerat, que liderou a pesquisa do bacilo na Embrapa.
Dependendo da dose, as larvas morrem em 24 horas. A vantagem é a especificidade, ou seja, essas toxinas só agem nas larvas e são inofensivas aos humanos, animais, plantas"
Após aplicado, o bacilo se reproduz muito pouco, e apenas dentro da larva morta. Como a bactéria é sensível à luz solar, o produto é mais eficiente para ambientes internos e precisa ser reaplicada, "religiosamente", a cada três semanas. A ação funcionaria como complemento ao uso dos "fumacês", mais eficazes na área externa porque os moradores fecham as portas e janelas durante a aplicação.
Dengue no DF
O Distrito Federal registrou aumento de 110% no número de casos de dengue nas primeiras duas semanas de 2016, em comparação com o mesmo período do ano passado. Foram 253 infecções confirmadas até a última segunda-feira (18), contra 120 apurados em 2015. Os dados foram divulgados nesta quarta (20) no boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde.
Entre os dias 11 e 18 deste mês, o índice de casos pulou de 59 para 253 – foram 194 infecções em apenas sete dias. A variação, segundo a Saúde, foi impulsionada pelo crescimento das ocorrências em Brazlândia – de 3, em 2015, para 100 em 2016. Em 13 regiões, o índice caiu em relação ao ano passado, e em outras nove, houve estabilidade.
Fonte: G1
Piloto teve sucesso em 2007, mas governo 'ignorou'; bacilo ataca as larvas.
Ministério diz que compra internacional impede uso de versão da Embrapa.
O larvicida biológico que usa uma bactéria para matar as larvas do mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, do chikungunya e do zika vírus – será usado no Distrito Federal a partir desta quinta-feira (21), mas já está pronto para utilização em larga escala há quase dez anos. A fórmula criada no Brasil foi registrada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2006, mas nunca foi usada de forma sistemática no país.
O produto pode ser aplicado em caixas d'água, piscinas, ralos, vasos de plantas e em qualquer ambiente doméstico, incluindo reservatórios de água potável. A compra só pode ser feita, no entanto, por governos ou empresas especializadas, e não pelo consumidor comum.
O larvicida tem como "princípio ativo" o Bacillum thuringiensis israelense (BTI), uma bactéria inofensiva para humanos e animais domésticos, mas letal para o mosquito. Quando a larva do Aedes come essa bactéria na água limpa e parada, recebe quatro toxinas que causam paralisia generalizada e matam o vetor.
A versão brasileira, criada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em parceria com a empresa nacional Bthek, traz um bacilo em uma solução líquida. Ela é vendida pelo nome comercial "Bt-Horus" e custa cerca de R$ 60 por litro.
Em nota enviada ao G1, o Ministério da Saúde informou que só pode incluir um produto no Programa Nacional de Combate à Dengue se ele obtiver registro na Organização Mundial de Saúde (OMS). Essa restrição se aplica, segundo a pasta, porque a aquisição é feita por licitação internacional, com verbas da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).
O ministério diz analisar, "além da segurança e da eficácia, o custo-efetividade, o impacto epidemiológico esperado, o protocolo e estratégia de utilização do produto e o impacto orçamentário que será produzido".
O ministério não soube informar porque mantém um regulamento que impede a compra de produtos nacionais para o Programa Nacional de Combate à Dengue, criado em 2002. mesmo aqueles com autorização da Anvisa. Os governos locais e a própria União podem comprar o Bt-Horus diretamente do fabricante mas, para isso, não podem contar com as verbas da Opas.
Apesar de não prever a aquisição do bacilo na formulação nacional, o governo federal importou oito toneladas do produto em 2010 e fez a distribuição para 13 estados e o DF.
A diferença, segundo o próprio ministério, está na forma de apresentação do produto. O BTI foi licitado na versão "efervescente" (WDG, na sigla em inglês), regulamentada pela OMS. A versão nacional, o Bt-Horus, é vendida em solução aquosa e, por isso, precisaria de nova permissão do órgão ligado à ONU.
Sem continuidade
Em 2007, o produto foi testado pela Embrapa e pela Bthek em São Sebastião, no DF, com resultados acima dos esperados pela equipe. O índice de infestação, medido pelo número de focos encontrados a cada cem casas inspecionadas, passou de 4 para 1 após a aplicação do bacilo. De "risco iminente de epidemia", o índice caiu para "aceitável", segundo critérios da Organização Mundial de Saúde.
As pesquisas foram concluídas na sede da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, a 8 km do Palácio do Buriti e a menos de 200 metros da sede da Secretaria de Saúde, no fim da Asa Norte. A Embrapa afirma que tem como missão "viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação", e que a criação de políticas públicas e aplicação de alternativas cabe ao Executivo.
Chamada Zika Vírus Samp (Foto: Divulgação/ Samp)
Mosquito Aedes aegypti transmite vírus da dengue, chikungunya e zika (Foto: Samp/Divulgação)
Depois do teste bem-sucedido em São Sebastião, o produto sumiu dos protocolos distritais até a última segunda-feira (18), quando o governo anunciou o recebimento de 600 litros do produto. A carga foi doada pela União Química, empresa brasileira que comprou a Bthek.
O subsecretário de Vigilância em Saúde do DF, Tiago Coelho, afirma que a estratégia foi "revisitada" em função do aumento da ameaça causada pelo Aedes aegypti, que passou a transmitir a chikungunya e o zika vírus. "Os instrumentos que estávamos utilizando para conter a dengue estavam se mostrando ineficientes. O controle químico, por inseticida e larvicida, e o ambiental, com retirada de entulho e água parada", diz.
Novo protocolo
Desta vez, a aplicação do BTI será feita apenas pelos agentes autorizados da Secretaria de Saúde, e não pela própria população, como em 2007. Coelho afirma que os testes daquela época foram feitos pela própria empresa, e não pela pasta, e diz que a estratégia utilizada "não se mostrou efetiva". Ele preferiu não comentar os dados de redução de epidemia passados pela Bthek e pela Embrapa.
"Neste momento, depois de revisitar os pontos positivos e negativos, nós estamos introduzindo [o produto] com um novo protocolo. Vamos fazer o monitoramento de todos os indicadores e divulgar o resultado, dentro do protocolo que a secretaria entende como correto. É um processo contínuo: a pesquisa alimenta a política pública, que fornece novos dados para a pesquisa", diz o subsecretário.
Os 600 litros doados devem ser suficientes para dois ou três meses de aplicação, nas estimativas do GDF e considerando o "nível atual" de focos. Nesse período, a Secretaria de Saúde promete avaliar os resultados. "Assim que a gente identificar a efetividade, a intenção é fazer um termo de referência para adotar a compra regular", diz Coelho.
Na manhã desta quinta (21), 150 agentes da Vigilância Ambiental receberam o treinamento necessário para usar o produto, que será dividido em 12 mil ampolas de 50 ml. A previsão do GDF é de que o produto começasse a ser aplicado ainda nesta quinta nas regiões com o maior índice de focos do mosquito: Santa Maria, Gama, Brazlândia, Lago Norte e Planaltina.
O GDF garante que seguirá o cronograma de reaplicação indicado pelo fabricante – onde houver foco, o agente de vigilância terá que retornar a cada três semanas. O governo não explicou como fará esse controle na segunda etapa de implementação, quando todo o DF passar a receber o bacilo.
Nova tentativa
O gerente de produção da Bthek e da divisão de biotecnologia da União Química, José Eduardo Sacconi Nunes, diz que a aplicação do BTI no DF vai funcionar como um "segundo projeto piloto", em uma tentativa de reinserir o larvicida no mercado. Desde 2010, segundo ele, nenhum governo municipal, estadual, distrital ou federal adquiriu o produto, de modo contínuo, para o combate à dengue.
"O produto foi utilizado sistematicamente na região Sul, mas no combate ao mosquito borrachudo, pelo incômodo que ele causa em populações ribeirinhas. É um mosquito que gosta de água corrente, não bota ovo em água parada. Como o larvicida ataca a larva, e não o adulto, pode ser que o Aedes volte a pôr ovos ali. Por isso, você precisa ir reaplicando até matar toda a cadeia", diz.
A dose necessária para eliminar as larvas de Aedes varia de uma gota (para ralos domésticos) a um litro (piscinas de 20 mil litros). "Dependendo da dose, as larvas morrem em 24 horas. A vantagem é a especificidade, ou seja, essas toxinas só agem nas larvas e são inofensivas aos humanos, animais, plantas", diz a pesquisadora Rose Monnerat, que liderou a pesquisa do bacilo na Embrapa.
Dependendo da dose, as larvas morrem em 24 horas. A vantagem é a especificidade, ou seja, essas toxinas só agem nas larvas e são inofensivas aos humanos, animais, plantas"
Após aplicado, o bacilo se reproduz muito pouco, e apenas dentro da larva morta. Como a bactéria é sensível à luz solar, o produto é mais eficiente para ambientes internos e precisa ser reaplicada, "religiosamente", a cada três semanas. A ação funcionaria como complemento ao uso dos "fumacês", mais eficazes na área externa porque os moradores fecham as portas e janelas durante a aplicação.
Dengue no DF
O Distrito Federal registrou aumento de 110% no número de casos de dengue nas primeiras duas semanas de 2016, em comparação com o mesmo período do ano passado. Foram 253 infecções confirmadas até a última segunda-feira (18), contra 120 apurados em 2015. Os dados foram divulgados nesta quarta (20) no boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde.
Entre os dias 11 e 18 deste mês, o índice de casos pulou de 59 para 253 – foram 194 infecções em apenas sete dias. A variação, segundo a Saúde, foi impulsionada pelo crescimento das ocorrências em Brazlândia – de 3, em 2015, para 100 em 2016. Em 13 regiões, o índice caiu em relação ao ano passado, e em outras nove, houve estabilidade.
Fonte: G1
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Entrevista com o neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho
Edson Luiz Teixeira
19 de julho de 2013
Dr. Paulo Niemeyer Filho - Neurocirurgião.
Recentemente, devolveu ao Maestro João Carlos Martins os movimentos no braço e mão esquerda através de cirurgia no
cérebro, uma experiência inédita e magnifica!
Relembra-nos dos cuidados que devemos ter para manter uma mente sã.
Parte da entrevista da revista PODER ao neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho, abaixo, quando lhe foi perguntado:
PODER: O que fazer para melhorar o cérebro?
Resposta: Vc. tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se tu estás deprimido, reclamando de tudo, com a autoestima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter alegria. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a autoestima no ponto.
PODER: Cabeça tem a ver com alma?
PN: Eu acredito que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma... Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo. Isto comprova que os sentimentos se originam no cérebro e não no coração.
PODER: Você acha que a vida moderna atrapalha?
PN: Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.
PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?
PN: Todo exagero.
Na bebida, nas drogas, na comida, no mau humor, nas reclamações da vida, nos sonhos, na arrogância, etc.
O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra.
É muito difícil um cérebro muito bom num corpo muito maltratado, e vice-versa.
PODER: Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?
PN: Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter e colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente que te faz infeliz. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.
PODER: Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?
PN: Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem mentalmente, com saúde e bom aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha.
PODER: Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?
PN: O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.
Você acredita em Deus?
PN: Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando acabamos de operar, vamos até a família e dizemos:
"Ele está salvo".
Aí, a família olha pra você e diz:
"Graças a Deus!".
Então, a gente acredita que não fomos apenas nós, que existe algo mais, independente de religião.
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
COMO SALVAR UMA PESSOA DE UM DERRAME USANDO APENAS UMA AGULHA
Uma agulha pode salvar a vida de um paciente que está tendo um acidente vascular cerebral (AVC), o popular derrame.
Isso é o que garante uma técnica herdada da milenar medicina chinesa.
Tem muito artigo por aí na internet dizendo que esta técnica não funciona, que é um absurdo, uma mentira.
No entanto, esses artigos foram escritos por pessoas sem nenhum conhecimento sobre medicina chinesa.
A sangria periférica é um dos mais antigos procedimentos de um dos ramos da medicina chinesa – a acupuntura.
Para um ocidental não iniciado, esta terapia pode parecer estranha e sem fundamento.
Mas o agulhamento em pontos periféricos do corpo (como os dedos) é explicado como um método de se ajustar o fluxo de qi nos vasos.
Os estudiosos da medicina chinesa acreditam que algumas gotas de sangue saindo de um ou mais pontos periféricos têm efeitos significativos.
Enfim, antes de criticar, leia, estude, e não se baseie na medicina ocidental.
Esta técnica pertence a outra medicina, muito mais antiga e com mais de 5 mil anos.
Além do mais, não é para substituir o auxílio médico.
É para usar enquanto esse auxílio não chega.
E que mal fará um simples furo de agulha nos dedos?
Quando alguém está sofrendo um acidente vascular cerebral, são necessários primeiros socorros de emergência.
Deve-se procurar um médico imediatamente.
Enquanto o auxílio não chega, estas dicas herdadadas da antiga medicina chinesa podem ajudar:
1. Segure a agulha no fogo para esterilizá-la e usá-la para picar a ponta de todos os 10 dedos.
Não há necessidade de perfurar um ponto específico (como na acupuntura); deve-se fazer apenas um furinho a poucos milímetros da unha.2. Realize os furos de modo que o sangue saia.
3. Se o sangue não começar a sair, aperta a área para que ele possa fluir.
4. Quando todos os 10 dedos começarem a sangrar, espere alguns minutos e você vai ver que a vítima pouco a pouco melhorará.
5. Se a boca da vítima estiver deformada ou torcida, massageie as orelhas dela até que fiquem vermelhas, para que o sangue possa chegar a elas.
6. Em seguida, fure a parte mais macia das orelhas com a agulha, até cair duas gotas de sangue de cada uma.
Poucos minutos depois, a boca não estará mais deformada.
7. Mesmo a vítima retornando ao normal, leve-a para ser atendida e examinada em uma emergência.
Esta técnica, apesar de tão simplória, é muito séria, pois vem de uma medicina com mais de 5 mil anos de existência.
Mas, repetimos, é para ser usada em casos de suspeita de derrame apenas enquanto o atendimento médico não chega.
E, se quiser começar seus estudos sobre a técnica da sangria em pontos periféricos da medicina chinesa, aqui está um bom resumo:http://www.itmonline.org/arts/bleeding.htm
Fonte: Lá na Roça
Isso é o que garante uma técnica herdada da milenar medicina chinesa.
Tem muito artigo por aí na internet dizendo que esta técnica não funciona, que é um absurdo, uma mentira.
No entanto, esses artigos foram escritos por pessoas sem nenhum conhecimento sobre medicina chinesa.
A sangria periférica é um dos mais antigos procedimentos de um dos ramos da medicina chinesa – a acupuntura.
Para um ocidental não iniciado, esta terapia pode parecer estranha e sem fundamento.
Mas o agulhamento em pontos periféricos do corpo (como os dedos) é explicado como um método de se ajustar o fluxo de qi nos vasos.
Os estudiosos da medicina chinesa acreditam que algumas gotas de sangue saindo de um ou mais pontos periféricos têm efeitos significativos.
Enfim, antes de criticar, leia, estude, e não se baseie na medicina ocidental.
Esta técnica pertence a outra medicina, muito mais antiga e com mais de 5 mil anos.
Além do mais, não é para substituir o auxílio médico.
É para usar enquanto esse auxílio não chega.
E que mal fará um simples furo de agulha nos dedos?
Quando alguém está sofrendo um acidente vascular cerebral, são necessários primeiros socorros de emergência.
Deve-se procurar um médico imediatamente.
Enquanto o auxílio não chega, estas dicas herdadadas da antiga medicina chinesa podem ajudar:
1. Segure a agulha no fogo para esterilizá-la e usá-la para picar a ponta de todos os 10 dedos.
Não há necessidade de perfurar um ponto específico (como na acupuntura); deve-se fazer apenas um furinho a poucos milímetros da unha.2. Realize os furos de modo que o sangue saia.
3. Se o sangue não começar a sair, aperta a área para que ele possa fluir.
4. Quando todos os 10 dedos começarem a sangrar, espere alguns minutos e você vai ver que a vítima pouco a pouco melhorará.
5. Se a boca da vítima estiver deformada ou torcida, massageie as orelhas dela até que fiquem vermelhas, para que o sangue possa chegar a elas.
6. Em seguida, fure a parte mais macia das orelhas com a agulha, até cair duas gotas de sangue de cada uma.
Poucos minutos depois, a boca não estará mais deformada.
7. Mesmo a vítima retornando ao normal, leve-a para ser atendida e examinada em uma emergência.
Esta técnica, apesar de tão simplória, é muito séria, pois vem de uma medicina com mais de 5 mil anos de existência.
Mas, repetimos, é para ser usada em casos de suspeita de derrame apenas enquanto o atendimento médico não chega.
E, se quiser começar seus estudos sobre a técnica da sangria em pontos periféricos da medicina chinesa, aqui está um bom resumo:http://www.itmonline.org/arts/bleeding.htm
Fonte: Lá na Roça
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
JOELHOS – VEJA COMO SE CURAR DEFINITIVAMENTE DE PROBLEMAS NOS JOELHOS PELA LINGUAGEM DO CORPO/METAFÍSICA DA SAÚDE:
Saúde, metafísica, Perfeito
Simbolizam suas atitudes para com você mesmo, no presente.
Eles deveriam equilibrar o seu passado (coxas) com o seu futuro (pernas).
Pessoas que não conseguem aceitar opiniões alheias, e agem como crianças para defender seu espaço, mostram que precisam amadurecer mais para poder compreender novas formas de se defender contra aqueles que se lhe opõem.
Faltar com respeito para consigo mesmo deixando de realizar seus objetivos ou suportando todas as contrariedades, domésticas ou profissionais, também não é uma maneira correta de comunicar-se. A anulação pessoal só acontece quando a pessoa não conhece outros meios de se expressar e acredita que já tentou de tudo para mudar uma situação desagradável que a aflige.
Se você se sente ferido em seus sentimentos e em seu orgulho porque está fazendo coisas que contrariam seu verdadeiro modo de ser, se está se desrespeitando ao forçar uma situação por não saber como corrigi-la e vive com o coração repleto de críticas e desapontamentos, saiba que seus meniscos, ligamentos e ossos do joelho serão afetados. Eles irão inflamar e poderá até ocorrer estiramento ou rompimento dos ligamentos, mesmo que seja provocado por algum acidente.
Nós somos conduzidos, cegamente, pelo nosso inconsciente, para o bem ou para o mal, conforme o que acreditamos ou pensamos constantemente.
As pessoas que não se dobram aos outros e teimam em sustentar as suas opiniões acabam somatizando um joelho que não dobra, que não flexiona e é extremamente dolorido. A análise de nossa conduta mais secreta é, realmente, um trabalho difícil que requer sinceridade e lealdade com relação a nós mesmos.
Para revertermos o quadro de doenças, dores, etc., para a saúde e a felicidade, devemos reconhecer nossas emoções diárias e não somente nossos pensamentos, para que possamos trabalhar na mudança do nosso interior.
Linguagem do Corpo Vol 1 – Cristina Cairo.
Fonte: O Segredo
Simbolizam suas atitudes para com você mesmo, no presente.
Eles deveriam equilibrar o seu passado (coxas) com o seu futuro (pernas).
Pessoas que não conseguem aceitar opiniões alheias, e agem como crianças para defender seu espaço, mostram que precisam amadurecer mais para poder compreender novas formas de se defender contra aqueles que se lhe opõem.
Faltar com respeito para consigo mesmo deixando de realizar seus objetivos ou suportando todas as contrariedades, domésticas ou profissionais, também não é uma maneira correta de comunicar-se. A anulação pessoal só acontece quando a pessoa não conhece outros meios de se expressar e acredita que já tentou de tudo para mudar uma situação desagradável que a aflige.
Se você se sente ferido em seus sentimentos e em seu orgulho porque está fazendo coisas que contrariam seu verdadeiro modo de ser, se está se desrespeitando ao forçar uma situação por não saber como corrigi-la e vive com o coração repleto de críticas e desapontamentos, saiba que seus meniscos, ligamentos e ossos do joelho serão afetados. Eles irão inflamar e poderá até ocorrer estiramento ou rompimento dos ligamentos, mesmo que seja provocado por algum acidente.
Nós somos conduzidos, cegamente, pelo nosso inconsciente, para o bem ou para o mal, conforme o que acreditamos ou pensamos constantemente.
As pessoas que não se dobram aos outros e teimam em sustentar as suas opiniões acabam somatizando um joelho que não dobra, que não flexiona e é extremamente dolorido. A análise de nossa conduta mais secreta é, realmente, um trabalho difícil que requer sinceridade e lealdade com relação a nós mesmos.
Para revertermos o quadro de doenças, dores, etc., para a saúde e a felicidade, devemos reconhecer nossas emoções diárias e não somente nossos pensamentos, para que possamos trabalhar na mudança do nosso interior.
Linguagem do Corpo Vol 1 – Cristina Cairo.
Fonte: O Segredo
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
O verão 'mais quente dos últimos anos' começou: não morra de calor
Previsão é de temperaturas ultrapassando facilmente os 40ºC por vários dias seguidos. Saiba como se prevenir; médicos explicam os riscos mais graves que o calor traz.
Morrer de calor é uma das expressões mais usadas no Brasil, sobretudo no verão. Num país tropical em que as temperaturas passam com frequência dos 30ºC - e, na estação mais quente, chegam aos 40ºC - não é de se espantar que muita gente esteja sempre "morrendo de calor".
Mas será que é possível mesmo morrer de calor?
O professor da Faculdade de Medicina da USP Paulo Saldiva explica que, embora seja raro, isso pode acontecer sim.
"Estudos mostram que durante as ondas de calor há um aumento da mortalidade, sobretudo de idosos e bebês, que têm menos capacidade de adaptação e, muitas vezes, dependem dos cuidados alheios para se proteger", explica o especialista.
Quando está quente, suamos como uma forma de regular a temperatura do corpo: o suor é uma das reações ordenadas pelo cérebro par fazer declinar a temperatura da pele e, consequentemente, do sangue circulando nos vasos sanguíneos superficiais.
O sangue refrescado corre pelo corpo, baixando a temperatura do organismo.
Entretanto, quando está quente demais, a tendência é que haja cada vez mais vasos de regulação térmica abertos no nosso corpo, para que suemos mais. O primeiro problema óbvio desse suor excessivo é a desidratação.
Alguns idosos - por conta de outras condições comuns à idade avançada, que danificam mecanismos de controle do corpo – podem perder uma quantidade significativa de água sem sentir sede. Quando perdemos muita água e não repomos líquido, junto com a desidratação podem surgir também outros problemas.
Com muitos vasos da pele dilatados ao mesmo tempo, por exemplo, a pressão sanguínea cai – o que pode levar a vertigem e tonturas, por exemplo. Com a pressão mais baixa, a tendência é que o coração comece a bater mais rápido numa tentativa de elevar a pressão e equilibrar o organismo.
O coração sobrecarregado e a menor quantidade de líquidos circulando deixa o sangue mais denso, o que aumenta também a chance de ocorrer algum tipo de obstrução – ou trombo. E também de uma parada cardíaca.
Em situações normais, a própria variação natural da temperatura ao longo do dia se encarrega de regular esse processo, evitando o superaquecimento do corpo.
Mesmo num verão quente, as noites sempre tendem a ser mais frescas que os dias, regulando naturalmente a temperatura corporal.
O grande problema, como explica o climatologista Carlos Nobre, atualmente à frente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), são as ondas de calor extremas e prolongadas, quando essa variação de temperatura ao longo do dia é tão mínima que não dá conta de regular a temperatura do corpo, provocando o superaquecimento.
"O pico de temperatura elevada, mesmo que acima dos 40ºC, não é o grande problema", explica Nobre.
"O risco é quando, ao longo de pelo menos três dias consecutivos, a temperatura máxima passa dos 36ºC e a mínima não cai abaixo de 21ºC. Quando isso ocorre, o corpo não consegue se resfriar de forma apropriada, o que pode levar a paradas cardíacas e derrames."
Fresco e hidratado
A forma de prevenir tais problemas é tão óbvia quanto intuitiva: se manter sempre hidratado e refrescado – por meio de ar-condicionado, ventilador, banho frio.
A adaptação das cidades às temperaturas altas é uma ajuda valiosa. Centros urbanos com árvores (e sombra), arquitetura que valorize a circulação de ar, a proximidade da praia, instalações refrigeradas, por exemplo, ajudam a minimizar os efeitos do calor excessivo e evitar problemas maiores.
Vale lembrar que estamos às vésperas de um verão que promete ser um dos mais quentes de todos os tempos no país, com as temperaturas ultrapassando facilmente os 40ºC por vários dias seguidos nos locais tradicionalmente mais quentes, como Rio de Janeiro, Piauí e Tocantins.
Segundo meteorologistas, os termômetros podem registrar um calor até 4ºC acima da média.
Isso porque estamos diante de uma combinação inédita de fenômenos: a elevação da temperatura média do planeta por conta do aquecimento global (que já é de quase 1ºC) somada a um fenômeno El Niño dos mais intensos já registrados.
O fenômeno está relacionado ao aquecimento das águas do Pacífico Sul e, em geral, à elevação das temperaturas globais. De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, o El Niño deste ano pode ser um dos quatro mais intensos dos últimos 65 anos.
O El Niño também costuma causar chuvas mais intensas. Se, por um lado, as chuvas são importantes para baixar a temperatura, por outro, o calor com umidade tende a ser percebido com mais intensidade. A sensação térmica aumenta.
Não custa nada estar preparado para morrer de calor apenas metaforicamente e manter a saúde neste verão.
Fonte: BBC Brasil
Morrer de calor é uma das expressões mais usadas no Brasil, sobretudo no verão. Num país tropical em que as temperaturas passam com frequência dos 30ºC - e, na estação mais quente, chegam aos 40ºC - não é de se espantar que muita gente esteja sempre "morrendo de calor".
Mas será que é possível mesmo morrer de calor?
O professor da Faculdade de Medicina da USP Paulo Saldiva explica que, embora seja raro, isso pode acontecer sim.
"Estudos mostram que durante as ondas de calor há um aumento da mortalidade, sobretudo de idosos e bebês, que têm menos capacidade de adaptação e, muitas vezes, dependem dos cuidados alheios para se proteger", explica o especialista.
Quando está quente, suamos como uma forma de regular a temperatura do corpo: o suor é uma das reações ordenadas pelo cérebro par fazer declinar a temperatura da pele e, consequentemente, do sangue circulando nos vasos sanguíneos superficiais.
O sangue refrescado corre pelo corpo, baixando a temperatura do organismo.
Entretanto, quando está quente demais, a tendência é que haja cada vez mais vasos de regulação térmica abertos no nosso corpo, para que suemos mais. O primeiro problema óbvio desse suor excessivo é a desidratação.
Alguns idosos - por conta de outras condições comuns à idade avançada, que danificam mecanismos de controle do corpo – podem perder uma quantidade significativa de água sem sentir sede. Quando perdemos muita água e não repomos líquido, junto com a desidratação podem surgir também outros problemas.
Com muitos vasos da pele dilatados ao mesmo tempo, por exemplo, a pressão sanguínea cai – o que pode levar a vertigem e tonturas, por exemplo. Com a pressão mais baixa, a tendência é que o coração comece a bater mais rápido numa tentativa de elevar a pressão e equilibrar o organismo.
O coração sobrecarregado e a menor quantidade de líquidos circulando deixa o sangue mais denso, o que aumenta também a chance de ocorrer algum tipo de obstrução – ou trombo. E também de uma parada cardíaca.
Em situações normais, a própria variação natural da temperatura ao longo do dia se encarrega de regular esse processo, evitando o superaquecimento do corpo.
Mesmo num verão quente, as noites sempre tendem a ser mais frescas que os dias, regulando naturalmente a temperatura corporal.
O grande problema, como explica o climatologista Carlos Nobre, atualmente à frente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), são as ondas de calor extremas e prolongadas, quando essa variação de temperatura ao longo do dia é tão mínima que não dá conta de regular a temperatura do corpo, provocando o superaquecimento.
"O pico de temperatura elevada, mesmo que acima dos 40ºC, não é o grande problema", explica Nobre.
"O risco é quando, ao longo de pelo menos três dias consecutivos, a temperatura máxima passa dos 36ºC e a mínima não cai abaixo de 21ºC. Quando isso ocorre, o corpo não consegue se resfriar de forma apropriada, o que pode levar a paradas cardíacas e derrames."
Fresco e hidratado
A forma de prevenir tais problemas é tão óbvia quanto intuitiva: se manter sempre hidratado e refrescado – por meio de ar-condicionado, ventilador, banho frio.
A adaptação das cidades às temperaturas altas é uma ajuda valiosa. Centros urbanos com árvores (e sombra), arquitetura que valorize a circulação de ar, a proximidade da praia, instalações refrigeradas, por exemplo, ajudam a minimizar os efeitos do calor excessivo e evitar problemas maiores.
Vale lembrar que estamos às vésperas de um verão que promete ser um dos mais quentes de todos os tempos no país, com as temperaturas ultrapassando facilmente os 40ºC por vários dias seguidos nos locais tradicionalmente mais quentes, como Rio de Janeiro, Piauí e Tocantins.
Segundo meteorologistas, os termômetros podem registrar um calor até 4ºC acima da média.
Isso porque estamos diante de uma combinação inédita de fenômenos: a elevação da temperatura média do planeta por conta do aquecimento global (que já é de quase 1ºC) somada a um fenômeno El Niño dos mais intensos já registrados.
O fenômeno está relacionado ao aquecimento das águas do Pacífico Sul e, em geral, à elevação das temperaturas globais. De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, o El Niño deste ano pode ser um dos quatro mais intensos dos últimos 65 anos.
O El Niño também costuma causar chuvas mais intensas. Se, por um lado, as chuvas são importantes para baixar a temperatura, por outro, o calor com umidade tende a ser percebido com mais intensidade. A sensação térmica aumenta.
Não custa nada estar preparado para morrer de calor apenas metaforicamente e manter a saúde neste verão.
Fonte: BBC Brasil
domingo, 6 de dezembro de 2015
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