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sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Mulher adota 6 irmãs de uma vez só para que elas ficassem juntas
Mulher adota 6 irmãs de uma vez só para que elas ficassem juntas
A coisa mais triste para irmãos que passam pelo processo de adoção é saber que um dia eles podem ser separados. Afinal, não é todo mundo que tem condições financeiras e emocionais para adotar mais de uma criança.
Mas, nunca se pode perder a esperança quando existem pessoas como a norte-americana Lacey Dunkin.
Em 2011, ela adotou seis irmãs de uma vez só, incluindo uma recém-nascida, para que elas não fossem separadas e tivessem seus corações partidos pela distância umas das outras.
“Elas [filhas] me trazem muita alegria e caos, mas a vida seria tão vazia, sem graça e chata sem elas. É uma honra ser mãe, elas derretem meu coração”, explicou Lacey.
Fonte: Razões para acreditar
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terça-feira, 24 de maio de 2016
PARA VER DEZ VEZES: GAROTINHA FALA SOBRE SEU IRMÃO ADOTIVO COM SÍNDROME DE DOWN
Em um relato repleto de amor e sinceridade, esta garotinha fala sobre a história de seu irmão adotivo e sua Síndrome de Down.
“Meu irmão nasceu com Síndrome de Down. Quando ele nasceu da barriga da sua primeira mãe, o médico disse que ele tinha Síndrome de Down. E a mãe disse que não poderia ficar com ele. Minha mãe já tentou me explicar, mas eu não consigo entender! Mas que seja! Eu estou muito feliz que ele é meu irmão.”
Fonte: Psicologia Acessível
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quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Crianças refugiadas são mantidas em prisões na Grécia
Criança síria chega à ilha de Kos. Menores são detidos em prisões em condições precárias na Grécia - AP
Crianças compartilham celas com adultos criminosos e só recebem uma refeição diária
ATENAS - O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) precisou intervir para salvar dezenas de crianças órfãs em prisões policiais em condições sanitárias precárias na ilha grega de Kos, após reclamações dos menores passarem despercebidas. Crianças a partir de 11 anos que saíram da Turquia e chegaram ao país sem os pais ou qualquer responsável adulto estão há semanas nas celas de detenção, compartilhando o espaço sujo de fezes com criminosos enquanto as autoridades gregas determinam para onde serão realocadas, informou o jornal inglês “The Independent”.
O jornal informou que, em duas delegacias de Kos, há cerca de 11 menores entre 12 e 17 anos. Na quarta-feira, havia sete menores na delegacia central da ilha, junto a dezenas de adultos. As autoridades policiais afirmam que são obrigadas a manter as crianças protegidas pela própria segurança delas como menores legais. Voluntários de uma organização não-governamental que visitam prisioneiros na delegacia central de Kos diariamente afirmaram que estavam chocados com as condições “medievais” constatadas.
— É realmente imundo — disse um voluntário sob condição de anonimato. — Há fios elétricos saindo do teto, fezes no chão e saindo da cela. Elas têm que estender o braço pelas grades para receber comida. Isso não é normal na Europa.
As crianças recebem uma refeição por dia, além de frutas e água fornecidas por organizações de caridade e ajuda humanitária. Elas não podem sair e, caso remanejadas para outro local, são algemadas, de acordo com testemunhas.
Tim Ubhi, diretor clínico da organização britânica Children’s E-Hospital, visitou a delegacia central de Kos três vezes durante visita recente para ajudar refugiados na ilha.
— É uma cela horrível — afirmou. — É como uma masmorra medieval, não há outra maneira de descrever.
INTERVENÇÃO DA ONU
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) alertou o governo grego e as autoridades locais sobre as condições precárias desde que passou a atuar na ilha em maio. O governo tem lutado para lidar com a chegada de milhares de refugiados e migrantes em barcos vindos da Turquia.
A agência da ONU chegou a um acordo com o Minsistério Público de Kos para que essas crianças estejam sob cuidados de uma ONG, que vai estabelecer um abrigo próprio com financiamento da ONU.
— Claramente (a custódia) permanece como responsabilidade do Estado. Porém, visto que isso não está acontecendo com a velocidade necessária de acordo com o número de refugiados chegando na Grécia, a ONU está feliz em intervir em ajudar — delcarou Marco Procaccini, diretor do escritório da Acnur em Kos.
Desde maio, a Acnur estimula a polícia de Kos a transferir alguns juvens da delegacia central para outra a cerca de 20 quilômetros do centro da ilha, onde as crianças ficariam detidas em células individuais, ao menos separadas de outros presos.
— Nós não os deixamos sair porque são menores de 18 anos — afirmou Sevastianos Marangos, chefe do Escritório de Proteção Civil de Kos. — Nós os mantemos lá pela própria segurança deles.
Maragons afirma que Kos estava despreparada para o volume de refugiados que começou a chegar no primeiro semestre. Segundo ele, a ilha, que tem uma população de quase 31 mil habitantes, não recebe financiamento ou equipe suficientes para atender às necessidades dos refugiados. Mais de 42 mil já chegaram à ilha este ano.
— Esse problema surgiu pela primeira vez em Kos — disse Marangos. — Tentamos nosso melhor para manter a ilha limpa e segura.
De acordo com a legislação grega, os menores de idade desacompanhados que solicitam abrigo ficam automaticamente sob custódia do Ministério Público até que possam ser supervisionados por um guardião legal apropriado. Na prática, eles ficam sob responsabilidade da polícia enquanto esperam abrigo de algum centro de cuidados em algum lugar da Grécia, o que pode levar dias ou várias semanas, segundo Procaccini.
A Convenção de Direitos da Criança da ONU estabelece que crianças detêm proteção e ajuda especial caso sejam refugiadas e não devem ser alojadas em prisões com adultos. Enquanto acordos da União Europeia determina linhas de proteção para menores desacompanhados, cada país estabelece sua legislação específica.
Stella Nanou, autoridade do Escritório de Informação Pública da Acnur na Grécia, afirmou que a prática de deter crianças sob custódia policial enquanto aguardam abrigo de longo prazo tem sido recorrente em outras partes do país. A agência alertou o governo repetidamente sobre a capacidade de acomodar menores desacompanhados em busca de asilo, mais recentemente em abril.
Fonte: O Globo
Crianças compartilham celas com adultos criminosos e só recebem uma refeição diária
ATENAS - O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) precisou intervir para salvar dezenas de crianças órfãs em prisões policiais em condições sanitárias precárias na ilha grega de Kos, após reclamações dos menores passarem despercebidas. Crianças a partir de 11 anos que saíram da Turquia e chegaram ao país sem os pais ou qualquer responsável adulto estão há semanas nas celas de detenção, compartilhando o espaço sujo de fezes com criminosos enquanto as autoridades gregas determinam para onde serão realocadas, informou o jornal inglês “The Independent”.
O jornal informou que, em duas delegacias de Kos, há cerca de 11 menores entre 12 e 17 anos. Na quarta-feira, havia sete menores na delegacia central da ilha, junto a dezenas de adultos. As autoridades policiais afirmam que são obrigadas a manter as crianças protegidas pela própria segurança delas como menores legais. Voluntários de uma organização não-governamental que visitam prisioneiros na delegacia central de Kos diariamente afirmaram que estavam chocados com as condições “medievais” constatadas.
— É realmente imundo — disse um voluntário sob condição de anonimato. — Há fios elétricos saindo do teto, fezes no chão e saindo da cela. Elas têm que estender o braço pelas grades para receber comida. Isso não é normal na Europa.
As crianças recebem uma refeição por dia, além de frutas e água fornecidas por organizações de caridade e ajuda humanitária. Elas não podem sair e, caso remanejadas para outro local, são algemadas, de acordo com testemunhas.
Tim Ubhi, diretor clínico da organização britânica Children’s E-Hospital, visitou a delegacia central de Kos três vezes durante visita recente para ajudar refugiados na ilha.
— É uma cela horrível — afirmou. — É como uma masmorra medieval, não há outra maneira de descrever.
INTERVENÇÃO DA ONU
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) alertou o governo grego e as autoridades locais sobre as condições precárias desde que passou a atuar na ilha em maio. O governo tem lutado para lidar com a chegada de milhares de refugiados e migrantes em barcos vindos da Turquia.
A agência da ONU chegou a um acordo com o Minsistério Público de Kos para que essas crianças estejam sob cuidados de uma ONG, que vai estabelecer um abrigo próprio com financiamento da ONU.
— Claramente (a custódia) permanece como responsabilidade do Estado. Porém, visto que isso não está acontecendo com a velocidade necessária de acordo com o número de refugiados chegando na Grécia, a ONU está feliz em intervir em ajudar — delcarou Marco Procaccini, diretor do escritório da Acnur em Kos.
Desde maio, a Acnur estimula a polícia de Kos a transferir alguns juvens da delegacia central para outra a cerca de 20 quilômetros do centro da ilha, onde as crianças ficariam detidas em células individuais, ao menos separadas de outros presos.
— Nós não os deixamos sair porque são menores de 18 anos — afirmou Sevastianos Marangos, chefe do Escritório de Proteção Civil de Kos. — Nós os mantemos lá pela própria segurança deles.
Maragons afirma que Kos estava despreparada para o volume de refugiados que começou a chegar no primeiro semestre. Segundo ele, a ilha, que tem uma população de quase 31 mil habitantes, não recebe financiamento ou equipe suficientes para atender às necessidades dos refugiados. Mais de 42 mil já chegaram à ilha este ano.
— Esse problema surgiu pela primeira vez em Kos — disse Marangos. — Tentamos nosso melhor para manter a ilha limpa e segura.
De acordo com a legislação grega, os menores de idade desacompanhados que solicitam abrigo ficam automaticamente sob custódia do Ministério Público até que possam ser supervisionados por um guardião legal apropriado. Na prática, eles ficam sob responsabilidade da polícia enquanto esperam abrigo de algum centro de cuidados em algum lugar da Grécia, o que pode levar dias ou várias semanas, segundo Procaccini.
A Convenção de Direitos da Criança da ONU estabelece que crianças detêm proteção e ajuda especial caso sejam refugiadas e não devem ser alojadas em prisões com adultos. Enquanto acordos da União Europeia determina linhas de proteção para menores desacompanhados, cada país estabelece sua legislação específica.
Stella Nanou, autoridade do Escritório de Informação Pública da Acnur na Grécia, afirmou que a prática de deter crianças sob custódia policial enquanto aguardam abrigo de longo prazo tem sido recorrente em outras partes do país. A agência alertou o governo repetidamente sobre a capacidade de acomodar menores desacompanhados em busca de asilo, mais recentemente em abril.
Fonte: O Globo
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
ONU elogia o Brasil pelo acolhimento a crianças refugiadas em escolas públicas
A Organização das Nações Unidas (ONU) elogiou o Brasil pelo acolhimento a crianças refugiadas em escolas públicas e destacou a atuação do País ao receber refugiados de regiões distantes.
Segundo o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), órgão ligado ao Ministério da Justiça, desde 2011, o Brasil já recebeu mais de dois mil refugiados sírios e a previsão é que esse número continue a subir.
"Eles se unem a nós como cidadãos que estimulam o crescimento de nossa nação multiétnica e multicultural. Suas crianças são nossas crianças e têm, sim, direito à matrícula em nossas escolas públicas”, disse Alexey Dodsworth, assessor especial do ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, durante sabatina na ONU, em Genebra.
Direitos das Crianças
A delegação brasileira, composta por representantes dos Ministérios da Educação, da Saúde, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Justiça e da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, foi enviada a Genebra para participar da 70ª sessão dos Direitos da Criança da ONU. O último encontro foi realizado em 2004.
Os representantes brasileiros responderam a diversas questões relativas aos direitos das crianças e adolescentes. Eles explicaram a situação do País e apontaram caminhos e esforços do governo para promover melhoras.
“Vocês têm muitos desafios pela frente, terão de vencer muitos problemas, mas são nossa esperança”, disse a equatoriana Sara Oviedo, vice-presidente do Comitê dos Direitos da Criança das Nações Unidas.
A ONU vai publicar recomendações para o Brasil. Com base nelas, o País definirá ações e estratégias para melhorar a qualidade da educação oferecida a crianças e adolescentes
Fonte: promenino
Segundo o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), órgão ligado ao Ministério da Justiça, desde 2011, o Brasil já recebeu mais de dois mil refugiados sírios e a previsão é que esse número continue a subir.
"Eles se unem a nós como cidadãos que estimulam o crescimento de nossa nação multiétnica e multicultural. Suas crianças são nossas crianças e têm, sim, direito à matrícula em nossas escolas públicas”, disse Alexey Dodsworth, assessor especial do ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, durante sabatina na ONU, em Genebra.
Direitos das Crianças
A delegação brasileira, composta por representantes dos Ministérios da Educação, da Saúde, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Justiça e da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, foi enviada a Genebra para participar da 70ª sessão dos Direitos da Criança da ONU. O último encontro foi realizado em 2004.
Os representantes brasileiros responderam a diversas questões relativas aos direitos das crianças e adolescentes. Eles explicaram a situação do País e apontaram caminhos e esforços do governo para promover melhoras.
“Vocês têm muitos desafios pela frente, terão de vencer muitos problemas, mas são nossa esperança”, disse a equatoriana Sara Oviedo, vice-presidente do Comitê dos Direitos da Criança das Nações Unidas.
A ONU vai publicar recomendações para o Brasil. Com base nelas, o País definirá ações e estratégias para melhorar a qualidade da educação oferecida a crianças e adolescentes
Fonte: promenino
sábado, 19 de setembro de 2015
Milionárias brasileiras dão à luz em Miami para ter filhos americanos
por João Almeida Moreira, em São Paulo
Milionárias brasileiras dão à luz em Miami para ter filhos americanos
São ricos que buscam alternativas fora do país para fugir à crise. Classe média, mesmo crítica do governo, resiste a sair do Brasil
Wladimir Lorentz, médico brasileiro radicado em Miami há 17 anos, teve há um mês uma ideia luminosa: montar o site Ser Mamãe em Miami para atender brasileiras que desejem que os seus filhos nasçam nos Estados Unidos da América e, assim, garantir automaticamente a cidadania norte-americana. Logo nos primeiros dias recebeu quatro clientes - agora, as solicitações não param.
Juntamente com um sócio colombiano, Ernesto Cárdenas, o pediatra brasileiro já prestava serviços a turistas internacionais desde que mães russas milionárias começaram a procurá-lo com o mesmo objetivo: ter filhos norte-americanos. Seguiram-se dezenas de clientes das elites económicas da Venezuela, país que vive sob a instabilidade do regime bolivariano de Nicolás Maduro, e de outros países latino-americanos, até surgir o tal clique. Porque não um site dedicado só ao Brasil? "Com esta instabilidade económica e política, é a hora certa", explicou Lorentz, que já denota um ligeiro sotaque americano, ao DN.
"Mas eu, além de oferecer o conforto de falar português com as grávidas, só presto serviços médicos, todo o processo burocrático é com o cliente", adverte. Processo simples, sublinhe-se: por mais que o pré-candidato presidencial republicano Donald Trump venha censurando os chamados "bebés-âncora", a Constituição dos EUA garante cidadania a quem nasça no seu território, o que a posteriori facilita visto ou dupla nacionalidade aos pais.
Fonte: DN GLOBO
Milionárias brasileiras dão à luz em Miami para ter filhos americanos
São ricos que buscam alternativas fora do país para fugir à crise. Classe média, mesmo crítica do governo, resiste a sair do Brasil
Wladimir Lorentz, médico brasileiro radicado em Miami há 17 anos, teve há um mês uma ideia luminosa: montar o site Ser Mamãe em Miami para atender brasileiras que desejem que os seus filhos nasçam nos Estados Unidos da América e, assim, garantir automaticamente a cidadania norte-americana. Logo nos primeiros dias recebeu quatro clientes - agora, as solicitações não param.
Juntamente com um sócio colombiano, Ernesto Cárdenas, o pediatra brasileiro já prestava serviços a turistas internacionais desde que mães russas milionárias começaram a procurá-lo com o mesmo objetivo: ter filhos norte-americanos. Seguiram-se dezenas de clientes das elites económicas da Venezuela, país que vive sob a instabilidade do regime bolivariano de Nicolás Maduro, e de outros países latino-americanos, até surgir o tal clique. Porque não um site dedicado só ao Brasil? "Com esta instabilidade económica e política, é a hora certa", explicou Lorentz, que já denota um ligeiro sotaque americano, ao DN.
"Mas eu, além de oferecer o conforto de falar português com as grávidas, só presto serviços médicos, todo o processo burocrático é com o cliente", adverte. Processo simples, sublinhe-se: por mais que o pré-candidato presidencial republicano Donald Trump venha censurando os chamados "bebés-âncora", a Constituição dos EUA garante cidadania a quem nasça no seu território, o que a posteriori facilita visto ou dupla nacionalidade aos pais.
Fonte: DN GLOBO
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terça-feira, 15 de setembro de 2015
Bebê de cinco dias é resgatado em barco de imigrantes no Mediterrâneo
Embarcação líbia levava 285 passageiros e nove grávidas
ROMA — A marinha italiana resgatou na segunda-feira um bebê de apenas cinco dias de uma embarcação líbia que transportava imigrantes no canal da Sicília, ao sul da Itália. O navio pesqueiro em péssimas condições já enfrentava problemas para navegar, depois de ter partido da costa da Líbia na noite anterior, segundo autoridades locais. Entre os passageiros, ainda havia nove mulheres nos últimos meses de gravidez, que foram encaminhadas junto ao recém-nascido a um navio da marinha militar para receber atendimento médico.
O resgate dos 285 refugiados sírios e africanos é mais um episódio da crise migratória na Europa, que já é a mais grave ameaça humanitária no continente desde a Segunda Guerra Mundial. Quase 3 mil pessoas já morreram apenas em travessias no canal da Sicília desde o início do ano.
No mesmo dia, ministros da União Europeia (UE) não conseguiram chegar a um acordo durante uma reunião de emergência na Bélgica, em mais uma tentativa de equilibrar a reação dos países-membros à crise. Pelo contrário, Áustria, Eslováquia e Holanda anunciaram o início do controle das suas fronteiras na segunda-feira, enquanto a Alemanha restabeleceu o controle na entrada de refugiados do país no domingo, depois de nove dias com as fronteiras abertas ao intenso fluxo de refugiados.
Políticos e ONGs vêm aumentando a pressão sobre líderes europeus para uma ação mais eficaz e rápida na assistência aos imigrantes. Nesta segunda-feira, a ONG Médico Sem Fronteiras, que atua no salvamento de imigrantes no mar, publicou uma carta aos ministros do continente pedindo que “todos os canais de acesso seguro que permitam aos refugiados chegar à Europa sejam ativados com urgência”.
Fonte: O Globo
ROMA — A marinha italiana resgatou na segunda-feira um bebê de apenas cinco dias de uma embarcação líbia que transportava imigrantes no canal da Sicília, ao sul da Itália. O navio pesqueiro em péssimas condições já enfrentava problemas para navegar, depois de ter partido da costa da Líbia na noite anterior, segundo autoridades locais. Entre os passageiros, ainda havia nove mulheres nos últimos meses de gravidez, que foram encaminhadas junto ao recém-nascido a um navio da marinha militar para receber atendimento médico.
O resgate dos 285 refugiados sírios e africanos é mais um episódio da crise migratória na Europa, que já é a mais grave ameaça humanitária no continente desde a Segunda Guerra Mundial. Quase 3 mil pessoas já morreram apenas em travessias no canal da Sicília desde o início do ano.
No mesmo dia, ministros da União Europeia (UE) não conseguiram chegar a um acordo durante uma reunião de emergência na Bélgica, em mais uma tentativa de equilibrar a reação dos países-membros à crise. Pelo contrário, Áustria, Eslováquia e Holanda anunciaram o início do controle das suas fronteiras na segunda-feira, enquanto a Alemanha restabeleceu o controle na entrada de refugiados do país no domingo, depois de nove dias com as fronteiras abertas ao intenso fluxo de refugiados.
Políticos e ONGs vêm aumentando a pressão sobre líderes europeus para uma ação mais eficaz e rápida na assistência aos imigrantes. Nesta segunda-feira, a ONG Médico Sem Fronteiras, que atua no salvamento de imigrantes no mar, publicou uma carta aos ministros do continente pedindo que “todos os canais de acesso seguro que permitam aos refugiados chegar à Europa sejam ativados com urgência”.
Fonte: O Globo
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quinta-feira, 16 de julho de 2015
Imagem vista por milhões não desvenda mistério sobre identidade de menina
Uma imagem que mostra a reconstituição do rosto de uma menina encontrada morta dentro de um saco de lixo no Porto de Boston, nos Estados Unidos, já foi vista por mais de 50 milhões de pessoas na página do Facebook da polícia do Estado de Massachusetts.
Após um apelo dos investigadores para que usuários de mídias sociais continuassem a compartilhar a imagem gerada por computador, o caso ganhou manchetes em várias partes do mundo, alcançando um número ainda maior de pessoas. A identidade da vítima, no entanto, continua um mistério.
"Como é possível que ninguém sinta falta dessa menina", questionou uma internauta no perfil da corporação no Facebook. Era uma entre as mais de 50 mil mensagens deixadas ali. Entre elas, pêsames, registros de compartilhamento em diferentes partes do mundo e diversas teorias que incluem a possibilidade de que a vítima seja estrangeira, de que os pais também estejam mortos ou de que ela tenha sido sequestrada anos antes impossibilitando o reconhecimento imediato por parentes.
Segundo a polícia, a menina tinha por volta de quatro anos de idade, cabelos e olhos castanhos e usava brincos.
A imagem foi divulgada pelo Centro Nacional de Crianças Desaparecidas e Exploradas (National Center for Missing & Exploited Children em inglês).
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Polícia de Massachusetts também divulgou imagem de manta que estava com criança quando ela foi encontrada (Foto: Divulgação/Polícia Estadual de Massachusetts)
O corpo encontrado na praia estava em estágio inicial de decomposição. Não havia sinais de trauma e a autópsia não foi capaz de identificar a causa da morte. Exames feitos no corpo indicam que a menina não foi envenenada por produtos químicos de fácil acesso como, por exemplo, água sanitária ou soda cáustica. Outros testes serão feitos para determinar a causa da morte.
A polícia está investigando também a hipótese de que o corpo tenha sido colocado no local onde foi encontrado (uma praia com pedras na área do porto) e não trazido pela água como sugerido inicialmente.
"Nós estamos fazendo um apelo para que os pais ou responsáveis por essa menina se apresentem e limpem sua conciência", disse o promotor Dan Conley.
Além da imagem do que seria o rosto em vida da criança, a polícia divulgou também uma foto de uma coberta e da calça que ela vestia quando foi encontrada no dia 25 de junho.
Criança usava esta calça quando foi encontrada (Foto: Divulgação/Polícia Estadual de Massachusetts)
"Por favor, ajude-nos a falar por esta criança que não mais pode falar por si própria", diz a mensagem da polícia que gerou mais de 700 mil compartilhamentos.
A polícia recebeu uma série de denúncias que levaram à verificação de dezenas de casos. Nenhum relacionado à vítima.
Um comunicado da corporação faz referência ao caso da americana Aliayah Lunsford, desaparecida no Estado de West Virginia e mencionado por vários internautas devido à semelhança física entre as fotos, dizendo que a vítima não é a Aliayah.
Outra suspeita levantada era que a menina fosse Kate, bebê desaparecida em Michigan em 2011. Testes de DNA descartaram essa hipótese.
Leitores brasileiros chamaram a atenção para a semelhança física entre a vítima de Boston e uma menina desaparecida em Jaraguá do Sul (SC). Emili Miranda Anacleto desapareceu, sem deixar pistas, há mais de um ano.
A delegada que cuida do caso no Brasil, no entanto, disse à BBC Brasil que uma observação mais atenta de certas características das duas vítimas indica que não sejam a mesma pessoa.
"Eu descartaria a princípio a relação entre as duas, por características físicas e pela idade", disse a delegada Milena de Fátima Rosa à BBC Brasil.
"Olhos, boca, cabelo diferem bastante da reconstituição da polícia americana. Emili tem o cabelo bem fininho, clarinho, e no intervalo do desaparecimento não chegaria ao volume do da menina encontrada nos Estados Unidos", afirmou Rosa. "A idade também não bate: Emili faria 3 anos em junho, a criança americana tinha cerca de 4."
A BBC Brasil também conversou com a polícia americana, que pediu detalhes sobre o caso brasileiro e informou que vai "apurar a suposta semelhança".
"Há um mistério impressionante em torno dessa criança", disse um investigador do FBI à rede americana CNN.
Fonte: BBC Brasil
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Bebê com alto grau de miopia vê os pais com nitidez pela primeira vez
RIO - Os pais da pequena Piper Verdusco, preocupados porque a filha estava demorando para começar a engatinhar, decidiram levar a questão a um médico. Alguns exames depois, souberam que a menina tem 7 graus de miopia em um olho e 5 no outro, o que seria, provavelmente, o motivo da demora. A solução foi, então, comprar óculos. Aliviada, a mãe, Jessica Sinclair, de Ohio, nos EUA, registrou o momento em que Piper enxerga claramente pela primeira vez, através de um par de óculos de armação cor de rosa. O vídeo que mostra a reação do bebê vem encantando milhares de internautas.
No vídeo de 30 segundos, Piper inicialmente reluta em deixar que seus pais coloquem os óculos em seu rosto. Em seguida, a óbvia diferença faz a criança abrir um sorriso. Mãe de dois filhos, Jessica postou o vídeo no Facebook com o subtítulo: “Peguei os óculos. Saímos para comer e colocamos nela. A reação dela derrete meu coração”.
Em seguida, o pai, também emocionado, chama a filha e responde ao questionamento de Jessica sobre se ela consegue ver:
“Acho que sim!”. Os dois gargalham.
Fonte:O Globo
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segunda-feira, 29 de junho de 2015
Crianças em zonas de conflito precisam de US$ 2,3 bilhões para ir à escola, diz Unesco
Alunos de uma escola evangélica em Canaan, no Haiti - Rebecca Blackwell / AP
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/criancas-em-zonas-de-conflito-precisam-de-us-23-bilhoes-para-ir-escola-diz-unesco-16591218#ixzz3eTSKbydi
© 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
Meta sugerida é que 4% da ajuda humanitária seja direcionada para a educação
LONDRES - As 34 milhões de crianças que estão fora da escola em países afetados por conflitos precisam de US$ 2,3 bilhões para que consigam ser escolarizadas, dez vezes o total que recebem atualmente em ajuda para a educação, segundo uma declaração dada pela agência de educação das Nações Unidas, a Unesco, nesta segunda-feira.
— Voltar para a escola pode ser a única centelha de esperança e de normalidade para muitas crianças e jovens em países mergulhados em crises — disse a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova. — A educação deve ser vista como parte da primeira resposta quando a crise bate.
A meta sugerida em vigor desde 2011 é que 4% da ajuda humanitária seja direcionada para a educação, mas esse setor, no ano passado, recebeu apenas 2% do valor total, de acordo com um comunicado da Unesco.
ADVERTISEMENT
— As metas atuais são imensamente insuficiente e desviam a atenção das verdadeiras necessidades das crianças e jovens em suas regiões — afirmou Aaron Benavot, diretor para o Relatório de Monitoramento Global (RMG), na Unesco.
Crianças e adolescentes em países afetados por conflitos, particularmente as meninas, são muito mais propensos a ficar fora da escola do que os de outros países, assinalou o RMG no comunicado. De acordo com a Unesco, mesmo que a meta de 4% fosse alcançada em 2013, 15,5 milhões de crianças e jovens ainda teriam ficado sem receber ajuda humanitária para a educação.
Apenas 4% dos apelos feitos por ajuda à educação em todo o mundo receberam metade de todo o financiamento humanitário para o setor, observa o relatório, sendo que o Chade e o Congo se saíram particularmente mal. Já o Haiti, o Sudão e os países afetados pelo tsunami asiático 2005 foram mais bem-sucedidos.
O GLOBO
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Meta sugerida é que 4% da ajuda humanitária seja direcionada para a educação
LONDRES - As 34 milhões de crianças que estão fora da escola em países afetados por conflitos precisam de US$ 2,3 bilhões para que consigam ser escolarizadas, dez vezes o total que recebem atualmente em ajuda para a educação, segundo uma declaração dada pela agência de educação das Nações Unidas, a Unesco, nesta segunda-feira.
— Voltar para a escola pode ser a única centelha de esperança e de normalidade para muitas crianças e jovens em países mergulhados em crises — disse a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova. — A educação deve ser vista como parte da primeira resposta quando a crise bate.
A meta sugerida em vigor desde 2011 é que 4% da ajuda humanitária seja direcionada para a educação, mas esse setor, no ano passado, recebeu apenas 2% do valor total, de acordo com um comunicado da Unesco.
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— As metas atuais são imensamente insuficiente e desviam a atenção das verdadeiras necessidades das crianças e jovens em suas regiões — afirmou Aaron Benavot, diretor para o Relatório de Monitoramento Global (RMG), na Unesco.
Crianças e adolescentes em países afetados por conflitos, particularmente as meninas, são muito mais propensos a ficar fora da escola do que os de outros países, assinalou o RMG no comunicado. De acordo com a Unesco, mesmo que a meta de 4% fosse alcançada em 2013, 15,5 milhões de crianças e jovens ainda teriam ficado sem receber ajuda humanitária para a educação.
Apenas 4% dos apelos feitos por ajuda à educação em todo o mundo receberam metade de todo o financiamento humanitário para o setor, observa o relatório, sendo que o Chade e o Congo se saíram particularmente mal. Já o Haiti, o Sudão e os países afetados pelo tsunami asiático 2005 foram mais bem-sucedidos.
O GLOBO
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domingo, 12 de outubro de 2014
A emocionante história de um garoto deficiente e um cão de 3 patas que vem fazendo o mundo inteiro chorar
Essa é a amizade mais linda e profunda que alguém já tenha visto. Owen e Haatchi são amigos mais que especiais, pois um ajuda o outro. Owen sofre de uma síndrome rara e encontrou em Haatchi forças para viver e ser feliz. O cachorro também é especial, pois foi muito mal tratado, acidentou-se e acabou perdendo uma das patas. Quando Owen e Haatchi se encontraram tiveram uma forte ligação de amor e companheirismo, era como se um soubesse que precisava do outro. Uma linda e emocionante história de amizade e amor, onde as dificuldades são superadas, um ajudando o outro, um buscando forças no outro para continuar, pois Owen diz que o seu melhor amigo é o Haatchi e que ele é tudo em sua vida.
A história vem sendo compartilhada aos montes pelo mundo. Uma amizade dessa é algo de se ver em filmes, mas a história desses dois é tão pura e verdadeira que vem conquistando todos, tanto que virou livro.
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sexta-feira, 21 de março de 2014
Beagle recebe recém-nascido com muito carinho
O primeiro encontro de Charlie e sua irmãzinha
O beagle Charlie ficou todo contente com a chegada do mais novo membro da família, a sua irmãzinha recém-nascida. Após o primeiro encontro, Charlie se acalma e com todo amor do mundo, se deita ao lado de seu papai e o bebê.
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Aflição: Bebê anda em borda de janela no 9º andar de um prédio
São três minutos de imagens de tirar o fôlego. O vídeo abaixo, postado nesta terça-feira (21) na internet, mostra um bebê andando na borda de uma janela, no 9º andar de um prédio. O vídeo foi publicado por um usuário na Índia, mas não há informações sobre onde o fato aconteceu.
Ao que parece, as imagens são captadas por um cinegrafista amador no edifício vizinho. Há momentos em que a criança olha para baixo e se segura na parede. Também senta na janela. Ao final, pelo o que o vídeo mostra, uma pessoa puxa o bebê para dentro. Ufa!
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sábado, 11 de janeiro de 2014
Uma em cada quatro crianças sofrem violência doméstica na Argentina em 2013
De acordo com dados oficiais divulgados nesta quinta-feira (10), um em cada quatro casos de violência doméstica na Argentina afetou crianças e adolescentes em 2013. Os casos de maus-tratos e abusos a meninas representam 13% das 915 denúncias tramitadas pelo Escritório de Violência Doméstica (OVD) até novembro do ano passado, enquanto 12% dos casos correspondem a meninos, segundo as últimas estatísticas divulgadas pelo organismo da Corte Suprema Argentina.
Coincidentemente nesta mesma semana, o país está comovido com o caso de uma garota de três anos que foi espancada até a morte pelos próprios pais, na cidade de Mendoza. Outro caso similar foi registrado na cidade em Berazategui, na província de Buenos Aires.
promenino
Coincidentemente nesta mesma semana, o país está comovido com o caso de uma garota de três anos que foi espancada até a morte pelos próprios pais, na cidade de Mendoza. Outro caso similar foi registrado na cidade em Berazategui, na província de Buenos Aires.
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Criança de 4 anos vítima de atropelamento é processada por danos causados ao caminhão
Perito alegou que menor deveria ter dado passagem para o veículo
Um menino de quatro anos que foi atropelado por uma caminhonete enquanto brincava com sua bicicleta em Querétaro, centro do México, foi acusado pelas autoridades locais de ter danificado o veículo que o atingiu, informou na última quinta-feira (9) a defensoria de direitos humanos.
O Ministério Público especializado em incidentes de trânsito determinou "a existência do crime de danos em prejuízo da condutora do veículo que atropelou (o menor), apontando o menino como responsável" de ter avariado sua caminhonete, indica um comunicado da defensoria de direitos humanos de Querétaro.
O incidente ocorreu no dia 29 de julho de 2013 e a procuradoria local iniciou uma averiguação "sem que esta tenha ditado nenhuma medida de proteção para o menino", razão pela qual um perito impôs "ao menor de 4 anos a obrigação de ceder passagem à caminhonete", e o Ministério Público enviou o caso a uma Agência Especializada em Justiça para Adolescentes, disse a mesma fonte.
Um porta-voz da defensoria de direitos humanos de Querétaro informou à AFP que o menino precisou ser hospitalizado após o acidente, mas que já recebeu alta.
A instituição emitiu uma série de recomendações às autoridades, entre as quais figuram a reparação de danos ao menor e uma "investigação autônoma sobre a provável responsabilidade penal das agentes ministeriais, assim como do perito e dos que forem responsáveis".
R7
Um menino de quatro anos que foi atropelado por uma caminhonete enquanto brincava com sua bicicleta em Querétaro, centro do México, foi acusado pelas autoridades locais de ter danificado o veículo que o atingiu, informou na última quinta-feira (9) a defensoria de direitos humanos.
O Ministério Público especializado em incidentes de trânsito determinou "a existência do crime de danos em prejuízo da condutora do veículo que atropelou (o menor), apontando o menino como responsável" de ter avariado sua caminhonete, indica um comunicado da defensoria de direitos humanos de Querétaro.
O incidente ocorreu no dia 29 de julho de 2013 e a procuradoria local iniciou uma averiguação "sem que esta tenha ditado nenhuma medida de proteção para o menino", razão pela qual um perito impôs "ao menor de 4 anos a obrigação de ceder passagem à caminhonete", e o Ministério Público enviou o caso a uma Agência Especializada em Justiça para Adolescentes, disse a mesma fonte.
Um porta-voz da defensoria de direitos humanos de Querétaro informou à AFP que o menino precisou ser hospitalizado após o acidente, mas que já recebeu alta.
A instituição emitiu uma série de recomendações às autoridades, entre as quais figuram a reparação de danos ao menor e uma "investigação autônoma sobre a provável responsabilidade penal das agentes ministeriais, assim como do perito e dos que forem responsáveis".
R7
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Bebê nasce com metade do coração e sobrevive por quatro meses sem tratamento
Muitos bebês que nascem com a síndrome rara de Scarlett morrem poucos dias depois de nascer
A britânica Scarlett Dougan, que nasceu com metade do coração, sobreviveu mesmo depois de ter passado os primeiros quatro meses de vida sem diagnóstico. A bebê nasceu com uma doença rara chamada síndrome da hipoplasia do coração direito, na qual o lado direito do coração não se desenvolveu totalmente, o que significa que o corpo dela não era capaz de enviar sangue suficiente para seus pulmões.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, 600 bebês diagnosticados com essa condição a cada ano sobre vive, mas muitos morrem dias em poucos dias após o nascimento. Por isso, Scarlett é uma vencedora.
Esse tipo de síndrome é detectada no ultrassom por volta da 22ª semana de gestação. Mas isso não acontece com Nichola, mãe da bebê. Ela só começou a perceber que tinha algo estranho com a filha ao comparar o temperamento entre ela e seu irmão Nathanial, de 1 ano e 11 meses. “Nathanial é um menino tão feliz, todo mundo sabe como ele é feliz”, disse a Nichola, que é professora de uma escola primária. Já Scarlett parecia infeliz e gritava o tempo todo, conta.
Após conversar com uma pediatra sobre o choro constante de Scarlett e as noites sem dormir, a bebê fez um exame rápido na filha e Nichola foi orientada a procurar um hospital. Ao chegar, ela foi imediatamente encaminhada a uma UTI para um tratamento mais elaborado. Os médicos disseram a Nichola que sua filha tinha ultrapassado várias barreiras por ter passado tanto tempo sem tratamento. “É um milagre ela ainda estar aqui”, diz a mãe, que, a princípio, achou que a filha poderia sofrer de asma.
Scarlett já passou por duas graves cirurgias cardíacas nas quais os medicos passaram horas ligando suas artérias diretamente aos pulmões para melhorar o fluxo de oxigênio. Os médicos da bebê acreditam que ela possa ter uma infância normal, apesar de, provavelmente, precisar de um transplante de coração para chegar à adolescência.
Crescer
A britânica Scarlett Dougan, que nasceu com metade do coração, sobreviveu mesmo depois de ter passado os primeiros quatro meses de vida sem diagnóstico. A bebê nasceu com uma doença rara chamada síndrome da hipoplasia do coração direito, na qual o lado direito do coração não se desenvolveu totalmente, o que significa que o corpo dela não era capaz de enviar sangue suficiente para seus pulmões.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, 600 bebês diagnosticados com essa condição a cada ano sobre vive, mas muitos morrem dias em poucos dias após o nascimento. Por isso, Scarlett é uma vencedora.
Esse tipo de síndrome é detectada no ultrassom por volta da 22ª semana de gestação. Mas isso não acontece com Nichola, mãe da bebê. Ela só começou a perceber que tinha algo estranho com a filha ao comparar o temperamento entre ela e seu irmão Nathanial, de 1 ano e 11 meses. “Nathanial é um menino tão feliz, todo mundo sabe como ele é feliz”, disse a Nichola, que é professora de uma escola primária. Já Scarlett parecia infeliz e gritava o tempo todo, conta.
Após conversar com uma pediatra sobre o choro constante de Scarlett e as noites sem dormir, a bebê fez um exame rápido na filha e Nichola foi orientada a procurar um hospital. Ao chegar, ela foi imediatamente encaminhada a uma UTI para um tratamento mais elaborado. Os médicos disseram a Nichola que sua filha tinha ultrapassado várias barreiras por ter passado tanto tempo sem tratamento. “É um milagre ela ainda estar aqui”, diz a mãe, que, a princípio, achou que a filha poderia sofrer de asma.
Scarlett já passou por duas graves cirurgias cardíacas nas quais os medicos passaram horas ligando suas artérias diretamente aos pulmões para melhorar o fluxo de oxigênio. Os médicos da bebê acreditam que ela possa ter uma infância normal, apesar de, provavelmente, precisar de um transplante de coração para chegar à adolescência.
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
ONG diz que gravidez é a principal causa de morte entre adolescentes no mundo
Grávida é examinada por médica em campo de refugiados na Tailândia (Foto: Paula Bronstein/Getty Images)
A organização Save The Children, que defende direitos da infância, afirmou nesta quarta-feira (27) que a gravidez é a principal causa de morte entre adolescentes em todo o mundo. Anualmente, um milhão morrem ou sofrem lesões graves devido à gestação ou parto.
Segundo relatório da ONG, o problema atinge, principalmente, meninas pobres, menos escolarizadas e residentes em áreas rurais. A gravidez na adolescência é mais comum em países em desenvolvimento e sem programas de planejamento familiar. Cerca de 222 milhões de mulheres no mundo que não querem engravidar não têm acesso a métodos contraceptivos.
Muitas das que têm entre 15 e 18 anos engravidam logo após o casamento. Globalmente, uma em cada cinco meninas terão tido um filho com 18 anos, de acordo com estimativas.
Para a Save The Children, milhares de vidas seriam salvas se as jovens pudessem escolher o momento de ter filhos e respeitassem a recomendação de não engravidar em menos de 24 meses após um parto. O período maior entre uma gestação e outra reduz os riscos de complicações maternas e neonatais e poderia salvar 1,8 milhão de vidas a cada ano, diz a entidade.
Reportagem da BBC mostra que em uma clínica de uma região pobre no norte da Libéria um terço de todos os bebês que nascem tem mães entre 15 e 19 anos de idade. Algumas sequer passaram dos 13. Um dos diretores do projeto Save the Children na região, George Kijana, disse à rede britânica que essas mães estão expostas a complicações médicas. “O corpo destas jovens não está preparado, pode desenvolver fístulas em um parto prolongado”, diz.
Durante anos, os programas de planejamento familiar lutaram para encontrar financiamento e apoio, por vezes sofrendo resistência de grupos religiosos. Líderes internacionais se encontram em Londres em julho para uma conferência sobre planejamento familiar.
Amanda Polato
Época
A organização Save The Children, que defende direitos da infância, afirmou nesta quarta-feira (27) que a gravidez é a principal causa de morte entre adolescentes em todo o mundo. Anualmente, um milhão morrem ou sofrem lesões graves devido à gestação ou parto.
Segundo relatório da ONG, o problema atinge, principalmente, meninas pobres, menos escolarizadas e residentes em áreas rurais. A gravidez na adolescência é mais comum em países em desenvolvimento e sem programas de planejamento familiar. Cerca de 222 milhões de mulheres no mundo que não querem engravidar não têm acesso a métodos contraceptivos.
Muitas das que têm entre 15 e 18 anos engravidam logo após o casamento. Globalmente, uma em cada cinco meninas terão tido um filho com 18 anos, de acordo com estimativas.
Para a Save The Children, milhares de vidas seriam salvas se as jovens pudessem escolher o momento de ter filhos e respeitassem a recomendação de não engravidar em menos de 24 meses após um parto. O período maior entre uma gestação e outra reduz os riscos de complicações maternas e neonatais e poderia salvar 1,8 milhão de vidas a cada ano, diz a entidade.
Reportagem da BBC mostra que em uma clínica de uma região pobre no norte da Libéria um terço de todos os bebês que nascem tem mães entre 15 e 19 anos de idade. Algumas sequer passaram dos 13. Um dos diretores do projeto Save the Children na região, George Kijana, disse à rede britânica que essas mães estão expostas a complicações médicas. “O corpo destas jovens não está preparado, pode desenvolver fístulas em um parto prolongado”, diz.
Durante anos, os programas de planejamento familiar lutaram para encontrar financiamento e apoio, por vezes sofrendo resistência de grupos religiosos. Líderes internacionais se encontram em Londres em julho para uma conferência sobre planejamento familiar.
Amanda Polato
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sexta-feira, 27 de abril de 2012
Censo: mortalidade infantil tem queda de 47,6% na última década
Ainda assim, Brasil está longe do índice de países desenvolvidos
RIO - O Brasil diminuiu consideravelmente os índices de mortalidade infantil na última década. Dados do Censo 2010 divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a queda chegou a 47,6%. Em 2000, a cada mil crianças nascidas vivas, 29,7 morriam antes de completar um ano de idade. Em 2010, eram 15,6 mortes para cada mil nascidos vivos. Em cinco décadas, a queda foi de 88%, pois há 50 anos, o índice era de 131.
A maior redução no período aconteceu no Nordeste (58,6%). Apesar da melhora, o Brasil ainda está longe do nível de países desenvolvidos, como os da Europa e Japão, além de Cuba, onde o índice é de cinco mortes por mil.
Para o IBGE, o índice de mortalidade infantil pode continuar em queda, mas os percentuais de redução já não devem ser os mesmos. Isso porque, quando o nível é muito alto, medidas emergenciais, como a ampliação do saneamento básico e campanhas de vacinação, já diminui drasticamente a taxa. Agora, chegou-se a um nível em que as ações para diminuição devem ser mais específicas.
A taxa de mortalidade de menores de um ano é importante por refletir níveis gerais de saúde, condição de vida e desenvolvimento econômico de uma população. Segundo o IBGE, os principais fatores que contribuíram para tamanha queda na mortalidade infantil foram políticas como o aumento do salário mínimo e ampliação de programas de transferência de renda.
As mudanças nos padrões reprodutivos, com quedas acentuadas nos índices de fecundidade desde os anos 60, e o aumento da escolaridade das mães também ajudaram a manter a taxa de mortalidade em ritmo de queda.
Menos de dois filhos por mulher
Os dados divulgados nesta sexta-feira também mostram a queda na taxa de fecundidade das brasileiras. Em 2000, o índice era 2,38 filhos por mulher e, em 2010, a taxa foi de 1,90. Ou seja, uma redução de 20,1%. A queda maior aconteceu no Nordeste: 23,4% na década pesquisada.
O IBGE chama atenção para o fato de que o Brasil chegou a um patamar abaixo do chamado nível de reposição (de 2,1), que garante a substituição das gerações. Assim, se o país mantiver a taxa de fecundidade abaixo deste patamar, a população absoluta começará a diminuir, embora não haja uma projeção para que isso aconteça.
- O Rio e São Paulo já têm taxas no padrão europeu - afirmou Luiz Antônio Pinto de Oliveira, coordenador de população de indicadores sociais do IBGE.
- A redução da taxa de fecundidade está ligada ao planejamento do casal, à entrada da mulher no mercado de trabalho e ao estilo de vida urbano. É um fenômeno internacional que está acontecendo no Brasil - disse o coordenador.
Na década de 1940, a média era de 6,16 filhos por mulher. A cada Censo, o nível diminui e agora apenas a Região Norte, com índice 2,47, tem taxa acima do nível de reposição. O Ceará foi onde houve maior queda da taxa de fecundidade: 29,7%.
O recenseamento mostra ainda que houve queda nos índices de todas as idades, mas a redução foi menos acentuada nas faixas entre 35 a 49 anos.
- Isso significa que há uma tendência clara ao chamado envelhecimento da fecundidade - afirmou Oliveira.
Diante dos resultados do Censo, o Ministério do Desenvolvimento Social divulgou nota na qual diz que a ministra Tereza Campello considera que os dados contribuem para rebater "mitos" em torno do Bolsa Família.
"Os dados mostram que o Bolsa Família não incentiva a natalidade. Ao contrário. A queda é maior nas regiões que mais recebem os benefícios do programa", disse a ministra.
O Globo
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terça-feira, 20 de março de 2012
França: atirador que matou 4 em escola pode ter filmado ataque
Segundo ministro, extremista estava com câmera muito usada entre paraquedistas
TOULOUSE, França — Um dia depois de um homem em uma scooter matar quatro pessoas em uma escola judaica de Toulouse, na França, testemunhas revelaram que o atirador levava uma pequena câmera em volta do pescoço. Policiais investigam se o vídeo foi disseminado na internet. Enquanto isso, a França prepara uma das maiores caçadas humanas de sua História. Cerca de 200 homens vieram de Paris para Toulouse ajudar nas investigações, e todas as escolas e prédios religiosos — islâmicos ou judeus — na região dos Pirineus estão sendo vigiados por policiais.
Segundo a imprensa francesa, a câmera usada pelo atirador de Toulouse seria de um modelo popular no país, custaria cerca de 200 euros e seria comum entre paraquedistas. A polícia francesa trabalha com duas hipóteses principais: um crime ligado ou ao Islamismo ou à extrema-direita.
— As câmeras de segurança mostram que o assassino gravava enquanto atuava. Isto soma mais um elemento ao perfil do assassino. Alguém cruel o bastante para gravar tudo, alguém muito frio, determinado, com gestos precisos e muito cruel — disse o ministro do Interior, Claude Guéant, nesta terça-feira.
Guéant disse que os investigadores acreditam que os responsáveis pelos três últimos atentados na região dos Pirineus — o ataque à escola judaica na segunda-feira e a morte de três policiais de origens árabe e caribenha — seriam ex-militares expulsos das Forças Armadas por comportamentos neonazistas. Uma fonte próxima ao caso, no entanto, teria dito à Reuters nesta manhã que os homens já não seriam mais suspeitos. Dois dos três soldados reformados teriam sido interrogados na noite de ontem e o terceiro já teria sido ouvido pela polícia na semana passada.
Nesta manhã, todas as escolas francesas fizeram um minuto de silêncio em homenagens às vítimas da tragédia. Em um ato de solidariedade, o prefeito de Toulouse, Pierre Cohen, condenou os incidentes recentes que classificou de “atos racistas”. Cohen pediu para a população ser prudente e “se manter vigilante” e não descartou a hipótese de um quarto ataque. Em Paris, o presidente Nicolas Sarkozy participou de uma solenidade no colégio François Couperin.
— Infelizmente, não temos nada — disse Sarkozy sobre o avanço das investigações.
Paris aumenta cerco em Toulouse
Logo após o atentado que deixou três crianças e um homem morto, na segunda-feira, autoridades francesas acionaram o alerta máximo para terrorismo na região de Toulouse. O “sinal vermelho” permite que autoridades implementem medidas de segurança mais duras, incluindo patrulhas de policiais e militares, suspendam o transporte público e fechem escolas.
Uma equipe de 200 investigadores foi de Paris a Toulouse para ajudar no caso, e guardas estão sendo posicionados em frente a todas escolas e prédios islâmicos e judeus da região. A scooter usada pelo atiradora — um modelo preto da marca Yamaha — foi roubada cinco dias antes do atentado na cidade. Segundo fontes policiais, o número da placa do veículo foi encontrado nas imagens do circuito de segurança da escola.
Na segunda-feira, Sarkozy, confirmou que a mesma arma foi usada na escola e em outros dois atentados envolvendo policiais de origem estrangeiras também nos Pirineus. O governante chamou o episódio de “abominável”.
Na manhã de ontem, um homem abriu fogo em frente ao colégio judaico Ozar Hatora, matando o professor de religião Jonathan Sandler, de 29 anos, um rabino israelense que havia se mudado recentemente para a França e que dava aulas no colégio, segundo o jornal israelense “Yediot Ahronot”.
Ele foi assassinado junto com os filhos Gabriel, de 3 anos, e Arie, de 6 anos. A quarta vítima foi a filha do diretor da escola, Miriam Monsonego, de 7 anos. O atirador teria entrado na escola e continuado a disparar. Os quatro serão repatriados nesta noite para Israel, onde serão enterrados na quarta-feira. O chanceler francês, Alain Juppé, deve acompanhar os funerais. Um adolescente de 17 anos também estaria gravemente ferido.
O Globo
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sábado, 3 de março de 2012
Desnutrição ameaça 500 mi de crianças ao redor do mundo
Problema afeta o crescimento e mata 2,6 milhões de crianças todos os anos
Pelo menos 500 milhões de crianças podem ter problemas de crescimento nos próximos 15 anos por não ter o que comer, informa um relatório da ONG Save de Children divulgado nesta quarta-feira. Muitas famílias não têm condições de comprar carne, leite ou vegetais em países como Índia, Bangladesh, Peru, Paquistão e Nigéria, onde a pesquisa foi realizada. Nessas regiões vivem a metade das crianças desnutridas do mundo.
No relatório, a organização diz que há muito a ser feito para diminuir a desnutrição nos países mais pobres. Nessas regiões, um em cada cinco pais disseram à Save the Children que seus filhos abandonaram a escola para trabalhar e ajudar a comprar comida. Um terço dos pais afirmaram que seus filhos reclamam por não ter comida o suficiente.
“O mundo progrediu muito na redução da mortalidade infantil, de 12 para 7,6 milhões, mas agora nós falhamos em combater a desnutrição”, disse à rede BBC a chefe executiva da Save the Childres Justin Forsyth. Segundo a organização, uma em cada quatro crianças no mundo tem crescimento comprometido devido à desnutrição, sendo que 80% delas vivem em apenas quatro países. A desnutrição mata 2,6 milhões de crianças anualmente, informou o relatório.
Veja
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