O Dia Internacional da Síndrome de Down foi proposto pela Down Syndrome International como o dia 21 de Março, porque esta data se escreve como 21/3 (ou 3-21), o que faz alusão à trissomia do 21. A primeira comemoração da data foi em 2006.
No Brasil, houve muita repercussão na mídia desta data em 2007, pela presença do jogador de futebol Romário e da novela Páginas da Vida.
A Cor eletrônica (321000) foi proposta por Gaston Schwabacher. Também fazendo alusão à trissomia do 21.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
Mostrando postagens com marcador Dia Internacional da Síndrome de Down. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dia Internacional da Síndrome de Down. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 21 de março de 2014
quinta-feira, 21 de março de 2013
Sociedade Educacional Juliano F. Varela promove 2ª Caminhada pelo Dia Internacional da Síndrome de Down
A concentração acontece na Praça Ary Coelho, às 8 horas.
Sociedade Educacional Juliano Fernandes Varela, especializada no atendimento de crianças e jovens portadores da Síndrome de Down, promoverá, nesta quinta-feira, 21 de março, a 2ª Caminhada pelo Dia Internacional da Síndrome de Down. A concentração acontece na Praça Ary Coelho, às 8 horas. Os alunos irão percorrer a rua 14 de Julho, esquina com avenida Afonso Pena, passando pela rua Barão do Rio Branco e seguirão até a Praça do Rádio Clube, onde haverá apresentações especiais dos alunos.
Com o tema “Sociedade, não nos decepcione”, o evento tem como objetivo apresentar à sociedade as potencialidades e qualidades das pessoas portadoras da Síndrome, quebrar preconceitos e estimular a inclusão social. O encontro será marcado ainda pela apresentação do grupo de capoeira da instituição e da Banda Down Rítmica, que animará o público. No ano passado, a 1ª Caminhada contou com a participação de aproximadamente 500 pessoas, entre alunos, voluntários, funcionários públicos estaduais e autoridades locais.
Fundada em janeiro de 1991, a instituição atende, atualmente, 141 alunos, com o objetivo de desenvolver a pessoa com Síndrome de Down, favorecendo sua educação sua inclusão junto à sociedade. A Juliano Varela é uma instituição filantrópica, mantém convênios com órgãos públicos e privados, recebe doações de empresas e pessoas físicas e tem como meta para 2013 a conclusão da construção de sua sede própria.
A TRIBUNA news
quarta-feira, 21 de março de 2012
Programação marca o 'Dia Internacional da Síndrome de Down'
Em entrevista ao Imirante, geneticista reforça importância da inclusão social.
SÃO LUÍS – Hoje, 21 de março, é o "Dia Internacional da Síndrome de Down". A data homenageia o médico britânico que primeiro relatou a síndrome, em 1862, John Langdon Down. O dia foi escolhido porque faz referência, no calendário americano, à trissomia do cromossoma 21 ("3/21"), conhecida popularmente como "síndrome de Down".
Em São Luís, uma programação especial vai marcar a data comemorativa. A Associação dos Familiares e Amigos dos Down do Maranhão (Afadma) realiza, durante todo o dia, no Jardim Botânico da Vale, na avenida dos Portugueses, o lançamento da "Coleção Incluir", com livros paradidáticos que promovem a inclusão social dos portadores da síndrome de Down voltados para o ambiente escolar. A Afadma solicitou, ainda, uma audiência pública da Câmara Municipal para discutir a melhoria das condições dos serviços prestados aos portadores de Down.
A Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), também, realiza programação especial, com exibição de filmes e distribuição de materiais informativos. A associação, pioneira no auxílio às famílias com portadores de Down, comemora, nesta sexta-feira (23), quarenta anos de fundação no Maranhão.
De acordo com a presidente da Regional Norte-Nordeste da Sociedade Brasileira de Genética Médica (SBGM), a médica geneticista Juliana Rodovalho – ligada à Apae –, a síndrome pode aparecer em qualquer família. "É muito importante procurar um grupo de apoio. Quanto mais próximo o grupo de apoio estiver, melhor para a família", disse em entrevista, pela manhã, ao Imirante. Ela ressalta, ainda, que a família deve procurar o máximo de informações em fontes seguras, como sites de associações que prestam auxílio na área ou de universidades que realizam pesquisas genéticas.
Alguns sinais – como afastamento entre o primeiro e segundo dedo dos pés e excesso de pele na nuca do bebê – apontam, desde cedo, a presença da trissomia do cromossoma, e podem ser detectados, ainda na gestação, por meio de exames médicos. Daí a importância de fazer o pré-natal. "A hipotonia (redução da força muscular) é presente desde o nascimento, então você percebe a dificuldade para o bebê sugar o seio materno e nos marcos do desenvolvimento, como firmar o pescoço sozinho, tentar andar. Então, hoje em dia, com esse tratamento da equipe multidisciplinar, incluindo fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia, a pessoa com Down vai sentar na época certa, falar na época certa", afirma a geneticista.
Outros sinais, no entanto, podem ser perigosos para os próprios portadores da síndrome, como a má formação cardíaca. Entre 40% a 50% dos portadores de Down apresentam a má formação cardíaca, que pode ser detectada por meio de um cardiograma, ressalta a médica. "É importante a gente reconhecer cedo, porque é uma das maiores causas de mortalidade na síndrome", diz. Com o avanço da medicina, é possível reverter a má formação por meio de cirurgias cardíacas e prolongar a vida do portador.
Inclusão social
Datas como o 23 de Março ajudam a conscientizar a população para a inclusão social de pessoas portadoras de deficiência ou portadores de alguma síndrome. No caso da síndrome de Down, a data comemorativa serve para uma reflexão da inserção dos portadores no ambiente escolar, quando crianças ou adolescentes, ou, ainda, no mercado de trabalho, quando adultos.
"Geralmente, a própria família reconhece as características clínicas da síndrome. Então, quanto mais você reconhece, começa mais cedo o tratamento precoce, para ter toda uma readaptação, um enfrentamento da família em conjunto, para que ela procure tanto cuidar do filho dela, quanto, também, a educar a sociedade ao seu redor, você consegue, melhor, essa inclusão. A inclusão seria o direito da pessoa com Down, ou com qualquer outra deficiência, seja física ou intelectual, ou sensorial, de estar exercendo sua cidadania. É ter o direito de ir à escola, ter direito à saúde, ao trabalho. Eles conseguem, muito bem, estar executando várias funções na sociedade, ter o seu papel, o seu trabalho, desde que tenha toda uma estrutura de treinamento. A gente deve saber que a diferença está em cada um de nós", finaliza a geneticista.
Imirante
21 de Março: Dia Internacional da Síndrome de Down
O dia 21 de março é uma data importante: é comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down.
O dia 21 de março foi escolhido pela associação "Down Syndrome International" para ser o Dia Internacional da Síndrome de Down em referência ao erro genético que a provoca. Todo mundo tem 23 pares de cromossomos. Quem tem Down tem três cromossomos no par de número 21 (daí a data 21/03).
A Síndrome de Down é um acontecimento genético natural e universal. Isso quer dizer que a síndrome não é resultado da ação ou do descuido de mães ou pais, como muitos pensam. E nem é uma doença. Ela é causada por um erro na divisão das células durante a formação do bebê (ainda feto). Só para você ter uma idéia, de cada 700 bebês que nascem, UM tem Síndrome de Down. Por isso, qualquer mulher, independente da raça ou classe social pode ter um bebê Down. Até hoje, a ciência ainda não descobriu os motivos que provocam essa alteração genética, portanto não há como evitar.
Fonte: Meio norte.com
Blog Campanário Net
terça-feira, 20 de março de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)
Verbratec© Desktop.



