Mostrando postagens com marcador sequestro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sequestro. Mostrar todas as postagens

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Casal é preso suspeito de sequestrar e abusar de criança de 3 anos


Vizinho viu mulher raptando criança para dentro de um carro.
Suspeita confessou para a polícia que homem tirou a roupa da menina.


Um casal foi preso na noite deste sábado (13), em Ibirá (SP), suspeito de raptar e tentar abusar de uma criança de 3 anos. A criança estaria brincando na rua em frente de casa quando foi raptada, segundo a polícia.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, um vizinho viu quando um veículo se aproximou da garota e uma mulher a pegou a força, a jogando para dentro do carro. Depois disso, eles fugiram pela rodovia.

A testemunha então passou a placa e as características do veículo para a polícia, que fez buscas pela região. Os suspeitos foram encontrados na vicinal Abel Pinho Maia, entrando para a cidade de Potirendaba (SP). Segundo a polícia, o homem foi questionado sobre a criança e ele disse que tinha apenas dado uma volta com a menina e após 20 minutos, a deixou em uma rua.

A polícia então levou o casal de volta para Ibirá e encontrou a criança em uma rua, ferida com marcas nas costas e no pescoço. O casal então foi levado para a delegacia para prestar depoimento. A mulher confessou que o homem tirou a roupa da criança e teria abusado dela sexualmente. Ele só soltou a criança, segundo a mulher, porque a criança começou a chorar muito. No carro do casal a polícia encontrou dois pacotes de corda, dois celulares e um objeto erótico.

A criança foi submetida a exame de corpo de delito, que comprovou marcas nas costas e no pescoço, devido ao sequestrador a segurar contra sua vontade. A polícia então deu voz de prisão e registrou o caso como estupro e sequestro. Segundo a polícia, o homem já tinha passagem por outros crimes. O homem foi encaminhado para a cadeia de São José do Rio Preto (SP) e a mulher para a cadeia feminina de Santa Adélia (SP). A criança foi entregue aos pais.

Fonte : G1

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Em fúria: jovem mata namorada, esfaqueia idoso e foge com criança de dois anos


Cristiano Fontana da Silva, 22 anos, foi preso pelo assassinato da namorada a facadas em Curitiba, no Paraná. Além do homicídio, o jovem espancou o sogro de 63 anos e fugiu com o enteado de dois anos para o litoral.

De acordo com vizinhos, Silva já foi casado uma vez e é bastante violento. Em um momento de fúria, ele foi até a casa de Alessandra Correia de Miranda e a esfaqueou.

O pai da jovem tentou defendê-la, mas acabou sendo espancado. Uma pá foi encontrada no quarto onde o idoso estava. O idoso foi encaminhado para o hospital e está em estado grave.

Ele confessou o crime à Polícia Civil. O tio da vítima Aldoni Correta disse que a família espera punição ao suspeito. "Tem que pagar, condenado à prisão perpétua. O que ele fez não se faz nem com animal", disse.

meionorte.com


FONTE: Com informações do R7

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Mulher confessa sequestro de bebê no Recreio

Ela estava com o bebê numa casa em Inhoaíba e chegou a afirmar que a criança seria sua filha
Mãe do bebê, de apenas 13 dias, foi assassinada


RIO - Localizada na tarde desta terça-feira por policiais do 40º BPM (Campo Grande), uma mulher confessou o sequestro da bebê Jenifer da Silva Araújo, de 13 dias, levada na última segunda-feira numa região próxima a um posto de saúde do Recreio, na Zona Oeste do Rio. Aos PMs, ela se identificou apenas como Michele, mas não trazia nenhum documento de identidade. A mulher, contudo, negou envolvimento no homicídio de Diana Oliveira da Silva, de 33 anos, mãe da criança, cujo corpo trazia sinais de asfixia.

Segundo o comandante do 40º BPM, tenente-coronel Jorge Damião, Michele foi encontrada a partir de uma denúncia feita pelo Disque-Denúncia (2253-1177). Ela estava com o bebê numa casa em Inhoaíba, também na Zona Oeste, e chegou a afirmar que a criança seria sua filha. Os policiais, no entanto, não acreditaram e levaram a mulher para averiguação na 35ª DP para averiguações. Em seguida, Michele foi levada ao Hospital estadual Rocha Faria, em Campo Grande, onde exames poderiam confirmar sua suposta gravidez recente. Foi na unidade que ela, então, confessou o sequestro. Ainda de acordo com a Polícia Militar, testes clínicos serão realizados para confirmar que a criança é, realmente, Jenifer.

O sequestro aconteceu na noite da segunda-feira. Diana estava com a pequena Jenifer quando as duas foram abordadas por um casal, em frente a um posto de saúde, na comunidade do Terreirão, por volta do meio-dia.

O corpo da mulher foi encontrado em um terreno próximo à unidade hospitalar, onde foi fazer um curso de amamentação. O marido da vítima e pai da criança, Francisco de Assis, foi ao local e reconheceu o corpo. Ele afirmou ao site do Extra que a mulher, no dia anterior ao curso, não queria ir ao posto e não disse o motivo.

— Não tenho ideia do que aconteceu. Não conheço essa mulher que levou Jenifer. Viemos do Ceará em 2008 e estávamos construindo uma vida aqui. Tenho um emprego e minha mulher ia começar a trabalhar como doméstica. Agora perdi minha mulher — disse Francisco.

Testemunhas relataram a agentes da DH que viram uma mulher suja de terra com um bebê num ônibus do BRT. Carla Bispo, vizinha da vítima, estava nesse ônibus e reconheceu a criança:

— Abordei a mulher e disse que a menina era filha de uma amiga minha. Ela disse que não. Respondi que não ia esquecer o rosto dela e não esqueci — disse Carla.

A Divisão de Homicídios (DH) procurava por pistas que levassem à prisão da mulher que sequestrou o bebê. O delegado da DH, Fábio Cardoso, conseguiu nesta terça-feira imagens do BRT Transoeste, que mostram uma mulher com um bebê fugindo num ônibus com destino a Santa Cruz.

— A mãe foi encontrada com panos ao redor do rosto e do pescoço e com as mãos amarradas para trás. A causa da morte foi confirmada, pelos peritos, como asfixia — contou Cardoso.


Protesto

Uma manifestação de amigos e parentes da família interditou a Avenida das Américas, na altura da estação Notre Dame, e causou uma paralisação em toda a extensão do BRT por volta das 18h desta segunda-feira. O serviço ficou suspenso por 40 minutos, mas voltou a operar por volta das 18h50m, após o desbloqueio da via.

No fim de semana, Francisco e Diana fizeram um chá de bebê com os amigos. O casal mora na comunidade do Terreirão. A família de Diana mora em Boa Viagem, no Ceará, e ficou sabendo do que aconteceu na noite desta segunda-feira. Os pais de Diana querem que o corpo seja velado na terra natal da mulher. No entanto, a família não tem recursos para o transporte do corpo.

O Globo

sábado, 30 de março de 2013

[REALIZATTO] MEU AMIGO, MEU FILHO!


Não tenho mais lágrimas para chorar. Não sei onde voce está, onde dorme, como vive o seu dia a dia.
No começo dessa separação, sentia sua falta como se tivesse faltando alguma parte de mim mesmo.
Depois, quando entendi, como as coisas aconteceram, quem nos separou e como fomos vítimas de pessoas que frequentavam nossa casa, como parentes, sem levantar suspeita, estragando a vida de voces como crianças, que podendo ter tudo, não tiveram o direito de ter uma vida normal junto da mãe que os amava acima de qualquer coisa.
Os nossos algozes, Luiza e Massaru, alternavam voces dentro de minha própria casa, e como eram gêmeos, sem que eu soubesse que havia dado à luz filhos gêmeos, pois um de voces foi levado quando ainda estava na maternidade, sem que eu soubesse, eram trocados na porta da escola para ficar em minha casa. Além disso, haviam retirado óvulos do meu corpo, após me deixarem inconsciente, e como ela Luiza não podia engravidar, realizou junto com o médico Nakamura todas as experiências possíveis utilizando os meus óvulos. É uma história de terror, acontecida dentro de nossa casa, com personagens reais e pessoas que se passam por gente de bem.
Eu não via a diferença entre voces. Achava que era apenas 1 (um), e por isso sempre falava como se fosse para a mesma pessoa.
Em novembro/2012, ao rever documentos, entre eles a certidão de batismo, vi que houve um batismo do qual eu não participei, para voce, onde os dois (Luíza e Massaru) eram padrinhos. Depois, li suas cartas para mim, e então as coisas foram se esclarecendo. Entendi que era mais de um filho que eu tinha. E, teria amado e feito qualquer coisa para ajudar, para alegrá-los, para que tivessem conforto e o melhor que pudessem ter.
Poderiam ter me contado tudo. Por que silenciou sobre tudo isto? Nós teríamos conversado, decidido como arranjar tudo. Tenho certeza que poderíamos viver todos juntos. Mas, depois que a Luiza e o Massaru se intrometeram em nossas vidas sem serem chamados, mudando a vida de voces como se fosse um objeto que se tira de lugar ou se joga fora, e disseram ao seu irmão e sua irmã, que voces tinham um irmão com preblemas, da forma mais errada possível, sem me comunicar uma palavra sobre o assunto, estes dois resolveram deixar voce na rua. Eu não sabia que era voce, lá na portaria do prédio. Não sabia que não estavam deixando voce entrar no prédio, pois até então eu sabia que tinha apenas um filho. Se voce ler este texto, me diga onde voce está, mande uma mensagem, me ligue, meu celular é (16) 88222861. Saiba que eu jamais abandonaria nenhum dos meus filhos. Somos nós quem temos que fazer a justiça, e, para isto temos que nos reunir, precisamos falar tudo que os nossos algozes não deixaram e a distância se encarregou de calar.

Informação enviada por e-mail pela própria

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Polícia trata como sequestro relâmpago caso de jovem levada por bandidos no Bairro Peixoto


Camila Cukierman foi localizada nesta sexta-feira, após 13 horas desaparecida. Um dos suspeitos do crime foi baleado pela polícia na Favela Para Pedro

RIO — A polícia trabalha com a hipótese de a estudante Camila Cukierman, de 21 anos, ter sido vítima de um sequestro-relâmpago que acabou se prolongando por quase 13 horas, segundo informou no início da noite desta sexta-feira o delegado titular da Delegacia Antissequestro (DAS), Claudio Góis. A jovem foi abordada quando chegava em casa, na Rua Maestro Francisco Braga, no Bairro Peixoto, em Copacabana, no início da madrugada desta sexta-feira. Os bandidos a levaram a caixas eletrônicos do Bairro Peixoto, de Botafogo, do Centro e da Tijuca, mas por causa do horário não conseguiram realizar saques. Foi aí que decidiram ligar para a família da vítima, por volta das 3h, e pedir resgate, explicou Góis.

Camila dirigia um Nissan March no momento da abordagem. Ela foi colocada dentro de um Corsa, usado pelos bandidos. Dois dos homens seguiram no Nissan. Ao ser contatada pelos bandidos, que pediam um resgate, a família acionou a polícia. Num primeiro momento, os agentes encontraram o carro da vítima, em Colégio, nas proximidades da comunidade Para Pedro. Houve troca de tiros com os dois bandidos que estavam no automóvel, e um deles foi ferido. Mas ambos conseguiram fugir. Momentos depois, Camila foi libertada em Queimados, sem que houvesse o pagamento de resgate, segundo informações da polícia.

O delegado Góis afirmou que a escolha da vítima foi aleatória e que a quadrilha, provavelmente, não é especializada em sequestros. A vítima irá colaborar com a polícia fazendo retratos falados dos bandidos.

O carro de Camila foi encontrada por policiais da Delegacia Antissequestro (DAS), com auxílio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), na tarde desta sexta-feira. O carro estava na Favela Para Pedro, em Colégio, Zona Norte do Rio, assim como o da estudante. A jovem foi encontrada também nesta sexta. Ela chegou por volta de 13h30m à DAS, acompanhada do delegado da especializada, Cláudio Gois, e de policiais. A menina usava um colete à prova de balas e não falou com os jornalistas. Ainda não há informações sobre como ocorreu o resgate.

Mais cedo, um dos suspeitos de participar do sequestro foi baleado durante um tiroteio com policiais da DAS. Após a troca de tiros, o criminoso fugiu para o interior da comunidade, ferido.

Criança desaparece na Zona Oeste

E a polícia continua buscando a menina Camily Vitória Guedes Passos, de 4 anos, que desapareceu na calçada de casa, na localidade de Tijolinhos, em Nova Sepetiba, na Zona Oeste do Rio, no dia 4 deste mês. Segundo a avó da menina, a dona de casa Sandra Regina Guedes de Sá, de 40 anos, no dia do desaparecimento a menina vestia uma saia branca estampada com flores vermelhas e uma camiseta do Brasil. Ela mora com a avó e a mãe, a doméstica desempregada Edilaine Guedes Passos, de 21, grávida de cinco meses.

Sandra relata que a família já procurou a criança por todo o bairro, nos hospitais do Rio, no IML de Campo Grande, nas delegacias e registrou a ocorrência na 43ª DP (Sepetiba). O caso também foi relatado ao Programa SOS Crianças Desaparecidas.

— Minha neta deve ter sido sequestrada. Peço que se alguém tiver informações avise à delegacia de polícia mais próxima. Estamos desesperados — implora a avó.

O Globo

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Professor que fugiu com aluna comemora extradição para ficar perto do seu amor


O professor britânico Jeremy Forrest, que fugiu para a França com uma aluna de 15 anos, será extraditado nesta terça-feira (2) para a Inglaterra.

Forrest foi preso na sexta-feira (28) e responderá a um processo por sequestro.

A fuga do casal provocou comoção na Grã-Bretanha e gerou uma megaoperação de buscas envolvendo as polícias britânica, francesa e a Interpol

R7

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Bandido sequestra ônibus com crianças na Zona Norte do Rio após trocar tiros com PMs

Um homem sequestrou um ônibus cheio de crianças de uma escola particular de Coelho Neto, na Zona Norte do Rio, e obrigou o motorista a levá-lo para o Morro da Pedreira, na tarde desta terça-feira. O bandido, ainda não identificado, estava fugindo de policiais e havia acabado de invadir um Posto de Atendimento Médico (PAM) vizinho à unidade escolar, junto com um comparsa. Na ação, uma paciente do PAM foi baleada na barriga. A mulher está sendo operada no Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes.

Os dois homens estavam em fuga após um confronto com policiais do 41º BPM (Irajá). Os bandidos seguiam num Gol escuro roubado quando se depararam com os policiais, na Estrada de Botafogo. Começou então uma troca de tiros, e os policiais passaram a perseguir a dupla de criminosos até a Rua Ouseley, onde abandonaram o veículo.

No local, os criminosos seguiram a pé até o PAM de Coelho Neto, onde fizeram reféns. Novamente houve troca de tiros, desta vez no interior da unidade de saúde e deixando uma paciente ferida. A mulher, de 33 anos, foi ferida nas nádegas e encaminhada para o Hospital Estadual Carlos Chagas.

De lá, os bandidos pularam o muro e invadiram o colégio particular, na Rua Barra Mansa, onde um grupo de crianças estava embarcando em um ônibus para uma excursão. Um dos criminosos invadiu o veículo e, armado, obrigou o motorista a levá-lo, sem liberar os alunos ou professores antes, até o Morro da Pedreira. Em um dos acessos à comunidade, ele desceu do veículo e fugiu.

- Fui obrigado a dirigir até a comunidade. Meu medo era de que a polícia viesse atrás e acontecesse um tiroteio. As professoras distraíram as crianças e elas quase não perceberam o que estava acontecendo – disse o motorista Marco Antônio Pereira, de 56 anos.

Segundo uma moradora da região, muitos tiros foram ouvidos na área.

- Estou trancada em casa com a minha neta. Estou muito assustada. Eram muitos tiros - disse ela.

Havia um desfile cívico marcado para esta manhã na rua do PAM, que deveria ficar interditada até as 14h. O caso deve ser encaminhado para a 39ª DP (Pavuna).

Extra Online

terça-feira, 12 de junho de 2012

Justiça manda garoto levado aos EUA pelo pai voltar ao Rio



O juiz Scott N. Gordon, da Corte Superior da Califórnia, decidiu que o menino A.B.B.S. deve voltar ao Brasil. O garoto de três anos foi levado em janeiro aos Estados Unidos pelo pai, o técnico de vôlei de praia Márcio Sicoli, 33, sem consentimento da mãe, Isabel Bierrenbach, 33.

Agora, a guarda do garoto poderá ser disputada na Justiça brasileira, caso o pai deseje. Bierrenbach afirmou que o garoto já foi entregue à ela e que o levará ao Rio de Janeiro. "Estou muito feliz e aliviada. Conseguimos provar a história que era verdade", afirmou a mãe.

O pai não quis comentar o resultado da audiência. "Agora não tenho nada a declarar, mas com certeza vou me defender de todas as acusações [que apareceram] nos jornais, todas as opiniões pessoais que foram ao ar", disse Sicoli, que argumentou que nunca deu entrevista para preservar o filho.

Sicoli afirmou que "nem precisava responder" sobre a vontade de visitar o garoto no Rio de Janeiro. Bierrenbach disse que pretende permitir os encontros, mas que não pretende fazê-lo imediatamente.

"Eu quero deixar o Márcio ver o A. É importante para os dois. Só não sei como vou fazer isso. [...] Preciso consultar minha advogada no Brasil [...]. Acho que está cedo para entregar o A. para o Márcio para passar um fim de semana, acho que vai ser daqui a um tempo."

Sicoli e Bierrenbach, ambos brasileiros, casaram-se no Brasil e se mudaram para a Califórnia, onde nasceu a criança. O pai, que treina as bicampeãs olímpicas Walsh e May nos EUA, levou o garoto para passar férias com ele e não o devolveu.

A Secretaria de Direitos Humanos do governo brasileiro mandou carta à Washington pedindo o retorno de A. ao Brasil. A secretaria afirmara que no entendimento do órgão o pai havia concordado com a mudança de residência da criança dos EUA para o Brasil após a separação do casal.

Também tinha argumentado que, segundo a Convenção de Haia de 1980 sobre Subtração Internacional de Crianças, a criança não podia ficar nos Estados Unidos.

CASO SEAN

Em um caso semelhante, o garoto Sean Goldman foi pivô de uma disputa entre seu pai, o americano David Goldman e a família de sua mãe, Bruna Bianchi, que morreu ao dar à luz a segunda filha. O menino foi trazido ao Brasil em 2004 e retornou aos EUA apenas em 2009 após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).

Silvana Bianchi, avó materna do garoto, diz que não vê Sean há dois anos e cinco meses. No mês passado, os advogados dela disseram que ela aceita encerrar a disputa jurídica com o pai do garoto, desde que consiga visitar o neto.

Sean deu uma entrevista ao canal americano NBC no mês passado. Ele disse na ocasião que sua relação com o pai vai além da relação pai e filho, e que ele é seu melhor amigo. Durante a entrevista, Sean também disse que pensa em visitar o Brasil quando ficar mais velho.

Folha OnLine

terça-feira, 5 de junho de 2012

Família de jovem esquartejada diz que o motivo foi o bebê


Segundo o pai da adolescente, Renata foi morta pois não pretendia dar o filho. O bebê de um mês de idade teria sido sequestrado por um casal conhecido da vítima.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Menina sequestrada há 7 anos na Argentina é encontrada em MS


Garota foi levada pelo pai e foi achada em Dourados em 2011, diz juiz.
Representante da embaixada argentina esteve em MS e levou criança.


Uma menina de 10 anos que teria sido sequestrada pelo pai em 2005 na Argentina foi encontrada em Dourados, a 225 km de Campo Grande, e embarcou nesta sexta-feira (4) para reencontrar a mãe no país vizinho, segundo informações do juiz da Infância e Juventude da cidade, Zaloar Murat Martins. A embaixada da Argentina em Brasília confirmou ao G1 que uma representante foi enviada a Mato Grosso do Sul para acompanhar a criança na viagem até Buenos Aires.

Martins afirma que a garota tinha 2 anos quando desapareceu. Ele diz que a menina foi levada para um abrigo em Dourados em março de 2011. Na época, segundo ele, o suspeito morava com a criança em uma casa na cidade e a impedia de ir à escola e sair na rua. Isto, conforme o juiz, fez com que uma denúncia anônima de cárcere privado fosse feita à polícia.

Ainda de acordo com Martins, conselheiros tutelares levaram a menina para um abrigo, enquanto o pai foi chamado para prestar depoimento na delegacia da cidade. A Polícia Civil disse ao G1 que o homem passou nomes falsos dele e da garota, foi liberado e fugiu levando os documentos pessoais da filha.

O juiz relata que a garota não foi encaminhada para adoção porque não tinha documentos de identidade. “Nós não sabíamos a nacionalidade dela, mas descobrimos que havia morado com o pai no Paraguai, em Pedro Juan Caballero”, afirma Martins.

Segundo ele, a vara da infância entrou em contato com a embaixada paraguaia e perguntou se havia registros de crianças com o nome informado pelo pai da garota, o que não foi confirmado.

Em janeiro de 2012, segundo Martins, a embaixada argentina entrou em contato com a Polícia Civil em Dourados pedindo informações sobre a menina. As informações foram repassadas à vara da infância. “Fomos informados pela embaixada de que o pai, que está foragido, entrou em contato com a mãe da criança e informou que ela estava aqui na cidade”, afirmou o juiz.

Um exame de DNA foi feito e o resultado, que saiu em abril de 2012, confirmou que a garota era a criança sequestrada em 2005.

A embaixada não informa quando a menina chegará a Buenos Aires. Disse apenas que a garota está “em trânsito” até o país vizinho.

G1

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

'Tinha certeza de que reencontraria meu filho', diz mãe de bebê sequestrado


Acusada de raptar o recém-nascido, Cláudia Ferreira Dantas de Oliveira, de 35 anos, foi presa em flagrante

Rio - Jéssica da Silva, de 20 anos, reencontrou o filho na tarde desta segunda-feira, cinco dias após a criança ter sido sequestrada em São Gonçalo, na Região Metropolitana "Estou muito feliz. Agradeço a Deus, à imprensa e às pessoas que denunciaram. Foram dias de angústia, mas tinha certeza de que reencontraria meu filho", disse, emocionada

Policiais militares encontraram, na manhã desta segunda-feira, em Itaboraí, na Região Metropolitana, o bebê recém-nascido. Cláudia Ferreira Dantas de Oliveira, de 35 anos, acusada de raptar a criança, foi detida. De acordo com PMs, eles foram até o local checar uma informação passada ao Disque-Denúncia e encontraram o bebê e a mulher. A prisão ocorreu em uma casa na localidade de Marambaia.


De acordo com o delegado-titular da 71ª DP (Itaboraí), Wellington Pereira Vieira, a suspeita afirmou que a tia entregou o bebê a ela alegando que a família não teria condições de criar o menino. O delegado, contudo, não acredita nessa versão. Cláudia teria, inclusive, simulado uma gravidez e mentido para seu companheiro, que negou ter conhecimento do sequestro.

Imagens flagraram sequestradora

A mulher acusada de sequestrar o menino haia sido flagrada pelas câmeras do circuito interno do ônibus no qual Gleice Kelly da Silva Moreira, 22 anos, viajou com o sobrinho.

Jéssica e outros parentes assistiram ao vídeo, para uma possível identificação da mulher. Mas ninguém a reconheceu.


Além de Gleice, a mãe do recém-nascido, Jéssica, a avó e o pai do bebê, Valdir, foram ouvidos pela polícia, que fez buscas na região onde a criança foi levada.


A tia do recém-nascido levaria o bebê para ser vacinado e fazer exame do pezinho, na tarde de quarta-feira. Na volta, a tia foi atacada com um soco e ele foi levado de seus braços. Um retrato falado da sequestradora foi feito.


Também nesta quinta-feira, Gleice Kelly prestou novo depoimento na 74ª DP (Alcântara) e recontou como a sequestradora arrancou o sobrinho dos seus braços. De acordo com os investigadores responsáveis pelo caso, o vídeo confirma a versão da tia e afasta a possibilidade de ela estar envolvida no sumiço da criança.


Mãe e tia estão à base de calmantes

O sequestro da criança levou desespero à família. Desde a tarde de quarta-feira, a mãe, Jéssica, e a tia, Gleice Kelly, estão sendo medicadas com calmantes e sedativos para suportar o drama. “É uma situação muito desgastante. Não é possível acreditar que uma pessoa consiga fazer isso. Toda a família está abalada com o sumiço do neném”, contou Tatiana, prima do bebê.


O DIA ONLINE

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Polícia investiga caso de desaparecimento de bebê


Uma denúncia anônima levou a polícia até uma casa no bairro do Prado, no Recife, onde estava a mulher que levou um recém-nascido do Hospital Barão de Lucena. A GPCA investiga o caso.

G1

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Polícia divulga imagens de sequestro de jovem que se salvou com bilhete em papel higiênico


Estudante de Direito foi encontrada no Jardim Rubru, na zona leste da capital

A Polícia Civil divulgou nesta semana as imagens que mostram o momento em que uma estudante de Direito foi sequestrada na zona leste de São Paulo. A jovem ficou mantida em cárcere por nove dias e foi liberta, no último domingo (9), após escrever um bilhete em pedaço de papel higiênico.

Ele foi encontrada em um cativeiro ficava na rua Henrique Montes, nº 42, Jardim Rubru, zona leste de São Paulo. A estudante foi sequestrada na porta da casa dela no bairro do Limão, na zona norte da capital.

A polícia chegou até o cativeiro depois de ser informada do sequestro por uma pessoa que viu um bilhete no quintal da casa onde ela estava.

A vítima foi libertada na noite daquele dia e não apresentava ferimentos. O sequestrador havia pedido resgate para os familiares, mas o valor solicitado não foi divulgado. O caso foi encaminhado para o 50º Distrito Policial (Itaim Paulista).

R7

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Mulher sequestrada pede ajuda em bilhete em papel higiênico


Uma mulher que era mantida refém foi resgatada do cativeiro na noite de ontem (9) após escrever um bilhete em um pedaço de papel higiênico na região do Jardim Lourdes, na zona leste de São Paulo. Um suspeito foi preso.

Segundo a polícia, a vítima tinha sido sequestrada havia cerca de dez dias. No cativeiro, localizado na rua Henrique Montes, ela escreveu um bilhete em que dizia que estava com medo e pedia para que a polícia fosse acionada.

A polícia foi comunicada ontem sobre o bilhete. Policiais então localizaram o cativeiro e libertaram a mulher sem ferimentos. Um homem vigiava o local no momento em que a polícia chegou, e foi preso.

O suspeito foi encaminhado para o 50º DP (Itaim Paulista), onde permanecia na manhã desta segunda-feira. A polícia ainda investiga quem são os demais envolvidos no crime.

Folha OnLine

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Médicos são sequestrados para atender traficante no Rio


Uma equipe de saúde da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Maré (zona norte do Rio) foi obrigada por homens armados a entrar no conjunto de favelas para socorrer um dos chefes do tráfico de drogas na região, que havia sido baleado.

O caso, ocorrido no último dia 1º, foi revelado ontem à Folha por funcionários da unidade --reaberta pelo governo após uma semana fechada devido a ameaças do tráfico.

"Ele [o traficante ferido] veio acompanhado de mais de 20 bandidos armados com fuzis e pistolas para pedir atendimento", afirmou um funcionário que pediu para não ter o nome revelado. Segundo ele, armas eram exibidas para intimidar médicos, enfermeiros e auxiliares.

Por volta das 10h, a equipe levou o criminoso de ambulância para um hospital particular, mas o atendimento foi negado. O grupo, então, retornou à Maré para deixar o homem numa casa no local --onde permaneceram até o final da tarde.

O funcionário contou que o criminoso recebeu atendimento básico dentro da ambulância, mas não soube dizer se a equipe realizou procedimentos mais complexos no interior da favela.

De acordo com pessoas que trabalham na UPA, localizada num dos principais acessos ao complexo de favelas, é comum que traficantes furem a fila e obriguem médicos a atendê-los na frente de outros pacientes. "Isso virou prática habitual. Pelo menos duas vezes por mês chegava alguém de moto para avisar que precisava de atendimento na favela", disse.

Funcionários também contam que o sequestro do dia 1º foi o quarto envolvendo equipes da unidade. Eles também afirmam que os profissionais sequestrados são militares do Corpo de Bombeiros.

"O comando da corporação está ciente dos outros sequestros, mas até agora não se posicionou", contaram os funcionários. O comandante do Corpo de Bombeiros, Sérgio Simões, disse --através da assessoria de imprensa-- que "não consta nenhum registro da situação citada".

A Folha apurou ainda que a ameaça de traficantes foi o motivo que levou ao fechamento da UPA no último dia 20. Segundo os relatos, criminosos foram até o local exigindo o fim de operações policiais na região, sob risco de ataque à unidade.

A presidente do Conselho Distrital de Saúde da região, Maria de Fátima Lopes, diz que, por causa da violência, seis médicos pediram demissão nos últimos dias.

Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde afirmou que o quadro de profissionais de saúde da UPA está completo. O órgão informou ainda que a Secretaria de Segurança e a Polícia Militar têm conhecimento das denúncias dos funcionários, "que estão sendo apuradas".

"A segurança de pacientes e funcionários da UPA está sendo asassegurada por policiamento 24h feito pelo 22º Batalhão", afirmou a assessoria de imprensa.

Folha OnLine

domingo, 24 de julho de 2011

Mulher que sequestrou bebê em São Gonçalo pede perdão e diz que se arrependeu



RIO - 'Minha pequena está aqui e não vai sair nunca mais. Sem mim, ela não vai nem para tomar banho'. Assim a auxiliar administrativa Elisa Silva Barbosa resumiu, no início da madrugada deste domingo, o alívio ao reencontrar a filha recém-nascida, Ayana Mlila, sequestrada de dentro do Hospital São José dos Lírios, em São Gonçalo, na noite de sexta-feira . O pai da criança, Joffre Lazarius, foi até a cidade de Cordeiro, onde mora Tanit Cardoso Peixoto, de 27 anos, a ex-estagiária de enfermagem que raptou a criança e, se dizendo arrependida, se apresentou à polícia horas depois.

Usando um jaleco branco e um carteira profissional falsa (não há a informação se de médica ou de enfermeira), Tanit entrou no hospital e se apresentou aos pais de Ayana como pediatra. Afirmou que precisava levar o bebê para fazer exames e fugiu com a criança dentro de uma bolsa, pela porta da frente da unidade.

Já com a filha nos braços, Eliza, muito emocionada, afirmou que tinha certeza de que a criança seria encontrada. Comparou o episódio a um pesadelo e afirmou que ela e a filha nasceram de novo. Não poupou críticas à segurança do hospital e, principalmente, à Tanit. A sequestradora, mãe de dois meninos (3 e 6 anos), pediu perdão à família de Ayana e justificou sua atitude argumentando que sempre sonhou em ter uma filha. Segundo ela, até dois meses atrás, ela criava uma menina, que lhe foi dada pela mãe biológica. A mulher, porém, se arrependeu e exigiu que Tanit devolvesse a criança. A explicação, porém, não comoveu Eliza.

- Jamais vou perdoar essa mulher. Não quero saber se ela perdeu uma filha ou não. O que ela fez foi coisa de monstro, não de ser humano. Minha outra filha (de um casamento anterior), de 4 anos, ficava perguntando onde estava a maninha dela, por que o monstro levou a maninha dela - lembrou Eliza, no hall do hospital.

Com o 'coração a mil', como ela mesmo definiu a sensação de receber a filha de volta, criticou o hospital São José, uma unidade particular, no bairro do Zé Garoto, em São Gonçalo.

- Entraram e saíram pessoas (do hospital) sem nenhuma identificação. Essa mulher (Tanit) não apresentou nem um crachá. Uma funcionária desconfiou, mas não fez nada. Minha filha estava aqui dentro, e foi daqui que a tiraram. Fiquei muito triste com a questão da segurança.

Pai da recém-nascida, Joffre também afirmou não ser capaz de perdoar Tanit e fez coro à esposa ao comentar a facilidade com que a criança foi raptada.



- Se ela (Tanit) sabe a dor de perder uma filha, como é capaz de fazer isso com o filho dos outros? Se eu a encontrasse, não sei do que seria capaz. E me incomodou muito como ela conseguiu levar minha filha. Antes de entrar aqui, ela tentou fazer a mesma coisa em dois hospitais públicos, mas foi barrada na porta. A gente imagina que isso acontece em hospital público, mas não num privado, como a São José. Pagamos um plano de saúde caro e temos que passar por isso - criticou.

Mãe e filha deixaram o Hospital São José dos Lírios neste domingo. Com a menina nos braços, os pais deixaram o hospital sob aplausos. A doméstica Benedita de Souza, de 41 anos, foi uma das que vibraram pelo desfecho feliz da história.

- Estou com meu marido internado aqui e acabei fazendo amizade com eles. Todos estavam torcendo para que encontrassem a menina. Foi uma vitória - comemora ela, enquanto fotografa a bebê.


Tanit sustenta que não premeditou o sequestro. Ela disse ter ido a São Gonçalo visitar amigos que fez no hospital quando trabalhava como estagiária de enfermagem. Segundo ela, ao entrar no quarto em que estavam Ayana e os pais, pediu para ver se estava tudo bem com a criança, mas ao pegá-la nos braços,"se apaixonou" pelo bebê, o colocou numa bolsa e saiu pela porta da frente da São José. Em seguida, embarcou num táxi até Itaboraí, onde comprou roupas e artigos para bebê, como fraldas e mamadeira, antes de ir para Cordeiro. No dia seguinte, foi à casa do pai, na mesma cidade, e, se dizendo arrependida, prometeu que se apresentaria à polícia.

Tanit contou ainda, que pouco antes de ir à polícia, assistiu na televisão a uma reportagem sobre o sequestro da criança. Só então se apresentou à delegacia de Cordeiro, onde confessou o crime. Ela foi trazida para a 72ªDP (São Gonçalo), responsável pelo caso.

- Eu tenho dois filhos e estava criando uma menina. Mas como não tinha documentação, há dois meses, a mãe biológica pediu a criança de volta. Pelo amor de Deus, quero pedir perdão à família. Ao passar pela guarita do hospital, me arrependi. No dia seguinte, vi que não podia fazer essa família passar pela mesma dor que eu passei quando levaram minha filha. Fui à delegacia por vontade própria e estou aqui para pagar pelo que fiz - chorando, afirmou Tanit, que disse ser adotada.

De acordo com Jofre, o pai da criança, assim que Tanit saiu da loja de Itaboraí, o proprietário do comércio, que conhece os donos do Hospital São José, entrou em contato para contar que a sequestradora havia feito compras. A partir dessa pista, a polícia chegou à Tanit, que garante não ter feito qualquer mal à criança:

- Dei banho, perfumei a criança e a coloquei no bebê-conforto do meu carro para levá-la à delegacia.

O Globo

terça-feira, 19 de julho de 2011

Criança sequestrada é encontrada em Cascavel


Mãe e filho estão sendo acusados pelo crime

Policiais civis de Cascavel descobriram o cativeiro de uma crinaça de 5 anos seqüestrada na manhã desta terça-feira e a resgataram ilesa. Os sequestradores estavam vestidos com o uniforme de uma floricultura, quando capturaram a criança. Logo após a família do menino começou a receber ligações pedindo por um resgate de R$ 50 mil. As ligações começaram a ser rastreadas indicando como origem uma residência na Rua Machado de Assis, no centro da cidade.

Segundo o delegado adjunto da 15ª SDP, Pedro Fernandes de Oliveira, a criança foi encontrada sonolenta dentro da casa, pois os sequestradores a teriam sedado. “Ele estava muito sonolento, quando adentramos à casa. Não esboçou nenhuma reação no momento da invasão por conta do processo do medicamento, um Rivotril tarja preta, que foi encontrado ao lado da cama em que estava”.

Um rapaz e uma mulher que moram no local acabaram detidos, mãe e filho foram identificados como Mara Livi e Maicon Livi, ela é diretora geral de uma revista de moda que circula em Cascavel e região, e ele é arquiteto. Os dois alegaram não saber que a criança estava ali. A polícia apreendeu uma arma de brinquedo ue teria sido utilizada no crime.

Dois carros que estavam na garagem também foram apreendidos, de acordo com os policiais um Corsa possivelmente foi utilizado durante o sequestro, a perita do Instituto de Criminalística identificou algumas marcas de mãos de criança em um dos vidros.

Jornale

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mulher adota filha biológica mais de 40 anos após sequestro por babá


Uma americana adotou a própria filha biológica em um tribunal de Los Angeles mais de 40 anos depois de ela ter sido sequestrada pela babá.

Ronique 'Pepper' Smith, hoje com 41 anos, foi levada de casa aos três meses de idade pela babá, Shirley Berthelot. A mãe dela, Jolene Coleman, diz ter passado a vida tentando achar a menina, sem sucesso.
O reencontro só foi possível, tanto tempo depois, devido a uma série de coincidências.

Adoção
Após sequestrar Ronique ainda bebê, Shirley teria dado a menina para uma amiga, Barbara Christie, que a adotou legalmente junto com o marido, Robert, e deu a ela o nome de Rhonda Patricia Christie.

Neste momento, os direitos legais de Coleman em relação à filha terminaram, apesar de ela nunca ter sido contactada sobre o assunto, segundo suas declarações à imprensa local.


Quatro anos depois, Shirley sequestrou a menina novamente. Agora sob o nome de 'Pepper Smith', a menina passou a ter uma vida nômade, morando em trailers e hotéis de beira de estrada e indo muito pouco à escola.

Em declarações a jornais locais, ela contou que se lembrava de um quarto cor-de-rosa e de uma mãe carinhosa e que sabia que tinha sido sequestrada, mas nunca teve uma pista sobre sua verdadeira identidade.

Shirley morreu de câncer, em 1986, quando Pepper tinha 16 anos, mas teria se recusado a dar qualquer informação sobre a família da jovem.

Documentos
A vida inteira, Pepper enfrentou problemas por não ter documentos. O problema se agravou quando ela teve uma filha.

Segundo o Nevada Appeal News Service, tudo o que ela tinha era uma data de nascimento, 16 de setembro de 1969, e a lembrança de que seus pais se chamavam "Bobby e Bobby".

Em 2010, uma funcionária de um cartório da Califórnia deduziu que Bobby poderia ser um apelido para Barbara e encontrou uma certidão de nascimento. Pepper era "Rhonda Patricia Christie", a filha adotiva de Barbara e Bob Christie.

Pepper foi atrás da família e encontrou a mãe adotiva lutando contra um câncer terminal, mas muito feliz em reencontrá-la.

Desenrolar
A adoção pela mãe biológica movimentou o tribunal de Los Angeles
A história ganhou destaque no noticiário americano e teria sido assistida na TV por Jolene Coleman, a mãe biológica, que reconheceu a filha.

Coleman contactou a advogada de Pepper, Gloria Allred, e passou por um exame de DNA que confirmou a relação entre as duas.

Pepper ganhou então mais uma mãe, que decidiu então adotá-la legalmente em um tribunal de Los Angeles.

"Pela primeira vez na minha vida, me sinto uma pessoa inteira...não mais fragmentada. Eu sinto que posso ter orgulho, falar meu nome com confiança, sabendo que sou eu", disse Ronique 'Pepper' Smith a jornalistas.

"É um milagre que eu nunca achei que iria acontecer. E eu sou muito agradecida", disse Coleman.

BBC Brasil

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Polícia encontra bebê sequestrado em maternidade de Maceió


Ação foi registrada pelas câmeras de segurança do hospital nesta quarta.
Mulher foi presa em uma praça com criança no colo na capital alagoana.


A Polícia Civil de Alagoas localizou, nesta quinta-feira (14), um recém-nascido que tinha sido sequestrado de uma maternidade de Maceió, na noite desta quarta-feira (13). De acordo com a investigação, uma mulher entrou no hospital e saiu minutos depois com uma sacola e com o bebê nos braços.

A ação foi registrada pelas câmeras de segurança do local.

Policiais localizaram a mulher suspeita de ser responsável pelo sequestro após analisar as imagens do circuito de segurança. Uma denúncia anônima também passou informações sobre o paradeiro dela.

Os investigadores não encontraram a sequestradora na casa dela, mas vizinhos teriam informado que ela estava em uma praça nas proximidades, onde ela foi localizada pelos policiais, com a criança no colo.

De acordo com a polícia, ela foi levada para a Central de Polícia, onde vai aguardar a decisão da Justiça sobre o caso.

A mãe permanece internada para se recuperar do parto.

G1
Verbratec© Desktop.