sexta-feira, 31 de julho de 2015

Caverna escavada por mamíferos gigantes é descoberta na Amazônia

Pesquisadores dentro da paleotoca, labirinto cavado por animais como preguiças e tatus gigantes - Divulgação

Labirinto conhecido como paleotoca teria sido cavado por preguiça gigante extinta há mais de 10 mil anos

por Cleide Carvalho

SÃO PAULO - Uma equipe da CPRM- Serviço Geológico do Brasil achou a primeira paleotoca da região Amazônica em Ponta do Abunã, em Rondônia. Paleotocas são labirintos gigantes escavados por animais já extintos, como preguiças e tatus gigantes. No caso de Ponta do Abunã, o geólogo Amilcar Adamy, que chefiou a expedição, acredita que o túnel foi escavado por uma preguiça gigante extinta há cerca de 10 mil anos, uma vez que fósseis do mamífero já foram localizadas no vale do Rio Madeira durante a fase de garimpo. No túnel é possível identificar marcas de garra que podem ser do animal.

- A caverna havia sido visitada algumas vezes por moradores de uma comunidade próxima, mas eles imaginavam que ela era uma obra humana, não escavada por animais gigantes. É uma ocorrência única na Amazônia e é importante também por identificar o modo de vida desses animais e o clima do período Pleistoceno, caracterizado por uma megafauna na região. E está muito bem preservado - diz Adamy.

As preguiças gigantes, segundo especialistas, mediam até seis metros e pesavam em torno de uma tonelada e meia. Na época em que os túneis foram escavados não havia ali floresta. Segundo o geólogo, a região era uma extensa savana habitada por animais gigantes, como mastodontes e jacarés de grande porte, além das preguiças.

Adamy diz que, provavelmente, a região era muito mais fria e seca no local onde hoje é floresta Amazônica - caracterizada pelo clima oposto, quente e úmido. A entrada da caverna é hoje de difícil acesso justamente por estar encoberta pelas árvores.

A paleotoca da Ponta do Abunã tem estruturas circulares e semicirculares de grandes dimensões, com numerosos túneis interligados e a extensão é ainda indefinida. Os geólogos tomaram conhecimento de sua existência no Projeto Geodiversidade de Rondônia (GD-RO), realizado em 2010, que buscava identificar sítios geológicos que possam ser usados como atração turística e favorecer o desenvolvimento do estado de forma sustentável.

Adamy se interessou pela descoberta e fez contato com pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), que descobriram e estudam dezenas de paleotocas no Sul do país. Agora, Adamy e sua equipe foram a campo para explorar o local e verificar se, de fato, era uma toca de animal extinto, o que acabou confirmado. O próximo passo é fazer estudos complementares e realizar escavações de pequeno porte na busca de possíveis fósseis, além de identificar a extensão total da caverna. Em alguns trechos o túnel está mais estreito e foram registrados desabamentos. Por isso, é preciso desobstrui-lo para identificar a real extensão, estimada em cerca de 200 metros até agora.

Ponta do Abunã fica na divisa de Rondônia com o Acre e com a Bolívia. O local começou a ser explorado no tempo da exploração da borracha na Amazônia, no século XIX. A ocupação inicial foi feita por moradores do Acre, mas o maior fluxo de migrantes ocorreu na década de 70, com a construção da BR-364. Na década de 80 houve disputa entre Rondônia e Acre sobre a posse da área e só na década de 90 foi decidido que a área pertencia ao estado de Rondônia. O estado do Acre teve de retirar os equipamentos públicos que mantinha na região mas, mesmo assim, a relação é maior com o Acre, já que entre Porto Velho, a capital de Rondônia, e Ponta do Abunã há uma barreira natural, que é o Rio Madeira.

De acordo com pesquisadores, o Rio Grande do Sul é o estado brasileiro com maior número de paleotocas identificadas. São mais de mil. Segundo dados do Projeto Paleotocas, que reúne pesquisadores da UFRS e da Unesp, as paleotocas são exclusivas da América do Sul. Em média, os túneis têm larguras de quatro metros e alturas de 2 metros. As extensões costumam alcançar 200 metros. Em Morro Grande, Santa Catarina, foram identificados 150 metros de túneis, com cerca de 1,5 metro de diâmetro distribuídos em 4 andares. O local fica num morro e tem pelo menos oito saídas.

Fonte: O Globo

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Homossexualidade e Bissexualidade na adolescência


Texto de Laura Pires e Isabela Peccini
Desde crianças, somos influenciadas a seguir quase que um manual de como se viver na nossa sociedade. Regras e mais regras que dizem que devemos seguir para… para que mesmo? Nossa cabeça quase que dá um nó se pensarmos em tudo ao mesmo tempo:
“Se você é menina, goste de rosa, bonecas e sinta atração por meninos.”
“Se você é menino, goste de azul, carrinhos e sinta atração por meninas.”
Quando olhamos ao redor, parece que existem rótulos a serem seguidos: corpos, jeitos, roupas, pares e pensamentos perfeitos. É o que nos dizem muitas novelas, séries de TV, filmes, desenhos e propagandas. Mas por que não questionar todos esses modelos? Já falamos aqui na Capitolina sobre como a nossa identidade de gênero independe do nosso corpo ou da nossa sexualidade , mas diz respeito simplesmente a como nos vemos, nos reconhecemos e nos sentimos bem, ou seja, a nossa relação com a gente mesma. Mas e quando falamos das nossas relações com outras pessoas? O que nos diz por quem devemos ou não nos atrair ou apaixonar?
A sociedade muitas vezes nos impõe como a sexualidade “normal” a heterossexualidade, ou seja, meninas gostarem de meninos e meninos de meninas e ponto final. Isso pode ser observado de diversas maneiras. Pense nas novelas, filmes e séries às quais assistimos. A maioria dos pares afetivos é formada por um homem e uma mulher, certo? E, quando há um casal formado por duas mulheres ou por dois homens, costuma ser algo meio caricato, às vezes compondo até uma cota cômica no programa. É muito raro vermos a homoafetividade ser tratada de maneira completamente natural, como vemos na série Grey’s Anatomy, onde esse tipo de relação é tão normal, que nem é mostrada como a característica mais relevante das personagens.
Essa maneira reduzida de se mostrar a homoafetividade acaba nos reforçando a impressão de que ela é diferente do padrão e que ser diferente de um padrão é ser errado. Mas será que existe mesmo um padrão a ser seguido e respeitado? Quem é que cria esse padrão? Para que serve um padrão desses além de excluir indivíduos que não se encaixam nele? E por que os nossos sentimentos deveriam estar tão presos a essas definições? Nós acreditamos que não existe essa de ser “normal” ou ser “diferente”. A sexualidade é tão livre que não cabe em caixinhas como essas. A necessidade de encaixar algo tão abstrato em conceitos tão concretos é que nos parece estranha, afinal, existe fórmula pra sentimento? Os nossos sentimentos e desejos vão muito além disso. O nosso gênero e a nossa sexualidade dizem respeito somente a como nos sentimos em relação a nós mesmas e às outras pessoas, e pode ir muito além das pré-definições dadas pela nossa sociedade.
A adolescência é um momento único, é uma fase de tantas descobertas! E, com certeza, a sexualidade é uma delas. É, geralmente, o momento em que começamos a sentir vontade de ter relações mais profundas com pessoas que nos atraem. Esse momento pode ser muito diferente para cada uma de nós e essas definições do que é ou não “normal”, impostas pela nossa sociedade, podem dificultar muito as coisas. E se pela primeira vez você se apaixonar por outra menina? Sentir aquela vontade de ficar perto, trocar confidências, conhecer melhor, beijar, tocar? E se você contar isso pra alguém e te perguntarem: “Quem é ele?!” E você só quiser responder: “Ela é incrível!” Esse pequeno diálogo pode dar aquele frio na barriga, aquela sensação de que você é diferente. O que dizer? E agora?
Conversamos com algumas meninas que passaram por isso na adolescência, incluindo uma que ainda está passando por isso. Beatriz, 20 anos, não sabe bem como seu interesse por meninas começou. Para ela, sempre foi assim. Já Gabriela, 23 anos, diz que admitiu para si mesma lá pela 7ª série (8º ano), mas só foi confrontar isso bem mais tarde, quando já estava no 3º ano. A experiência de Laura, 17 anos, foi um pouco diferente. Ela nos contou que nunca sentiu muito interesse pelos meninos: “até fiquei com alguns e me apaixonei também, mas não tinha, sei lá, tesão, atração mesmo. Eu só fui notar isso com uns 13 anos.” A sexualidade de Laura só ficou mais clara para ela mesma quando uma menina mais velha se mostrou interessada e ela resolveu tentar: acabaram namorando por três anos.
Perceber-se “diferente” desse padrão que a sociedade tenta nos impor pode ser doloroso durante a adolescência, por causa da possível dificuldade de aceitação por parte de amigas, amigos e família. Gabriela nunca se abriu para a família, só para amigos e amigas mais próximos, bem mais velha. Beatriz teve uma ótima recepção entre as amizades, especialmente porque sua prima e melhor amiga se identifica como gay também. Com o restante da família foi um pouco mais complicado. Enquanto seu pai a aceitou e a apoiou, sua mãe, muito religiosa, não soube lidar muito bem: “ela só chorou por meses, contou pra família”. Para Laura, foi fácil conversar abertamente com amigos: Nenhum amigo meu tem algum problema com isso, ainda bem! Foi mais difícil assumir pra mim mesma do que pra eles, na verdade.” E, com a família, Laura assumiu sua ex-namorada logo nos primeiros meses da relação. De início, seus pais estranharam, mas foram se acostumando com o tempo e ficou tudo bem.
Para as meninas com quem conversamos, foi ou ainda é muito difícil se colocar para seus amigos ou família como homo ou bissexual. Muitas vezes, naturalizamos tanto o que nos é dito a vida toda que fica difícil até assumir para nós mesmas. Contar com amigos ou familiares que te apoiam é sempre de grande ajuda e dá coragem pra enfrentar as inseguranças. Saber que pessoas perto de você te entendem como você é, sem levar em conta o que se diz ser “normal” ou “diferente”.
No fim das contas, todas nós podemos dizer: o que importa é você se sentir bem. Se conhecer, saber que não importa o que os outros colocam como certo ou errado pra você, o seu sentimento é o que vale. E conhecer, reconhecer, se relacionar, se apaixonar é algo que nos faz viver tantas experiências, não importa por quem ou quando. Infelizmente, vivemos em uma sociedade que pode muitas vezes ser cruel. Algumas pessoas irão te olhar torto, mas, que fique claro: erradas estão elas. Você não precisa de gente te julgando e discriminando simplesmente porque você gosta diferente delas. O importante é se aceitar e se rodear de pessoas que gostam de você pelo que você é. Aquelas que preferem te julgar não merecem sua atenção e, veja bem, você vive muito melhor sem elas.

Artigo publicado na revista Capitolina em 24 de maio de 2014.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

CUIDAR É PRECISO. ABUSAR É PROIBIDO


MARIA BERENICE DIAS
Advogada, vice-presidente do Ibdfam

Todo o Rio Grande chorou ao ler as reportagens sobre os maus-tratos cometidos contra crianças e adolescentes por quem deveria cuidá-las e protegê-las (ZH de 26 e 27/7).

Não há como não se sensibilizar com a verdade escancarada, de maneira nua e crua, do que acontece nos abrigos, que, como o próprio nome diz, deveria abrigar, acolher.

Quem lá está depositado já passou por situação de negligência, maus-tratos, violência física ou abuso sexual. Ou tudo isso junto.
Foram retirados do lar _ que deveria ser um lugar de proteção _ para serem cuidados pelo Estado. Não são.
Claro que, diante de tudo o que passam, anos a fio, não é difícil entender porque, ao serem adotados, acabam testando quem as acolhe. Afinal, foram inúmeras vezes traídas pelas pessoas nas quais confiaram: primeiro os pais e depois os chamados “educadores”. Quem sabe não é esta a origem de algumas devoluções que acontecem o que, é claro, gera mais traumas e a crença de que se tornaram um verdadeiro estorvo social.

Na reportagem chama a atenção a história de José. Foi institucionalizado aos quatro anos por ter sido abusado sexualmente pelo companheiro da avó. Por que não foi imediatamente disponibilizado à adoção? O que levou o Estado a permitir que lá permanecesse até a adolescência? Acabou sendo encaminhado à internação psiquiátrica por apresentar depressão, automutilação e ingestão de substâncias não alimentares. Durante anos continuou sendo abusado, inclusive depois que se encontrava hospitalizado, oportunidade em que denunciou os abusos de que foi vítima.

Às claras que situações como esta, e todas as demais retratadas nas reportagens, não podem se perpetuar. É necessário que o Estado assuma a responsabilidade de garantir a crianças e adolescente o direito à convivência familiar, que lhes é assegurado constitucionalmente.
Não é buscando de maneira negligente e morosa a reinserção na família biológica ou tentando encontrar alguém da família extensa e que, muitas vezes, sequer a criança conhece, para só então ter início o processo de destituição do poder familiar.

Fonte: Opinião ZH

Advogado pede documentos do caso Thyê, mas polícia de Toronto nega

Thyê quando ainda estava em Kazan para a disputa do Mundial de Esportes Aquáticos (Foto: Satiro Sodré/SSPress)

Marcelo Franklin aguarda próximo passo das autoridades canadenses e faz apelo para ajuda de cônsul: "Preciso ver as provas que amparam as acusações"

O caso de Thyê Mattos continua um mistério para a sua defesa. Nesta segunda-feira, a primeira tentativa de obter os documentos da acusação ao atleta da seleção brasileira de polo aquático de abuso sexual a uma canadense foi frustrada pela polícia de Toronto. Segundo Marcelo Franklin, advogado da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), o pedido feito pelo escritório local acabou sendo negado e o auxílio do Consulado Brasileiro no Canadá será necessário.

Marcelo, que está no Rio de Janeiro, vai manter as tentativas pela via particular e através do cônsul para conseguir as cópias. O advogado ainda não sabe em que provas a polícia de Toronto baseou a sua acusação. Ele já se encontrou com Thyê depois da chegada do atleta ao Brasil na tarde de domingo. Ele estava em Kazan, na Rússia, para a disputa do Mundial de Esportes Aquáticos

- É um brasileiro que está tendo seu direito de defesa cerceado. O pessoal nem deu satisfação. Apenas disseram que não é possível fornecer cópia da documentação. Falei com o cônsul (José Vicente de Sá Pimentel) e ele falou que vai tentar ajudar - afirmou Marcelo.

As autoridades brasileiras seguem em compasso de espera, mesma atitude do advogado da CBDA. A expectativa é para saber qual será o próximo passo do Canadá em relação ao caso. As informações divulgadas pela polícia de Toronto ainda deixam dúvidas na defesa do atleta em como agir diante da acusação.

- O próximo passo vem de lá. Preciso ver as provas que amparam essas acusações. Disseram que teriam mandado documentos aqui para o Brasil, mas até agora nada. Não tenho como especular. Podem tentar extradição, mas pela legislação fica difícil, já que não permite que aconteça para brasileiros natos - explicou.

Para o advogado, as autoridades canadenses ainda precisam explicar melhor o caso. Segundo ele, Thyê se declarou inocente na conversa que tiveram.

- Eles só fizeram acusações, não apresentaram nada. Não disseram quem depôs contra o atleta, quem é essa pessoa, o que faz da vida, se tem motivação. Simplesmente, acusaram. Meu trabalho é fazer a melhor defesa possível, pois o atleta é inocente totalmente. Não teve qualquer relação - garantiu Marcelo.


Entenda o caso


Thyê Mattos foi acusado de abuso sexual pela polícia do Canadá na última sexta-feira. Uma mulher de 22 anos acusou o brasileiro de tê-la abusado na madrugada ou pela manhã do último 16 de julho, um dia depois da derrota do Brasil para os EUA na disputa pela medalha de ouro.

De acordo com a polícia canadense, em declaração da inspetora de crimes sexuais, Joanna Beaven-Desjardins, o brasileiro esteve na casa da vítima na data informada na companhia de outro atleta, que não teve a identidade revelada, e outra mulher. No local, Thyê teria aproveitado da vítima estar dormindo para abusá-la sexualmente, indo embora na sequência. Com a identidade preservada, a responsável pela acusação alegou ter sido abusada enquanto estava dormindo.

Thyê negou a acusação e ficou muito abalado com o episódio. O atleta não concedeu entrevista, mas confirmou à comissão técnica da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos ter se relacionado com a vítima de forma consensual, garantindo ser inocente.

A polícia canadense garantiu ter evidências suficientes para incriminar o atleta brasileiro e emitiu ordem de prisão. Joanna Beaven-Desjardins entrou em contato com autoridades brasileiras pedindo apoio para uma extradição. De acordo com o site da Polícia do Canadá, "todo aquele que comete uma agressão sexual é culpado de infração grave, passível de prisão por um período de, no máximo, dez anos ou de delito punível e passível de prisão por, no máximo, 18 meses”. Porém, Joanna disse que a pena máxima para o crime é de 15 anos.

Fonte: globo.com

Lua Azul


Nesta proxima sexta feira, dia 31 de Julho
teremos a segunda Lua Cheia do Mes.

É a bela Lua Azul, toda cheia de misticismo e crenças.
A Lua Azul é o nome que recebe a segunda Lua Cheia de um mês, que é um momento especial de celebração, pois é um Lua de energia reforçada. É um tempo em que se pode buscar aconselhamento para caminhos espirituais, pedindo à Deus que reforce os laços de conexão com você. Tradicionalmente, a Lua Azul é uma Lua do Amor, onde poderemos trabalhar todas as questões relativas a esse sentimento que move os mundos: o amor próprio, o amor pelo outro, o amor universal. A lua recomenda cautela com os relacionamentos e anunciam que é tempo de reestruturações. Acredita-se também que a Lua Azul começou a ser cultuada, inicialmente, entre os egípcios, com a substituição do calendário Lunar, que marcava o tempo usando as fases da Lua, pelo calendário Solar, que introduziu o conceito do mês de trinta dias. Desde a antiguidade, a Lua Azul é considerada um acontecimento de muita força magnética e poder espiritual, reforçando o sentido de plenitude da Lua cheia. A Lua Azul nos proporciona uma oportunidade a mais de tocar o divino, um aumento de consciência diante das forças sobrenaturais reforçando assim, o intercâmbio com os outros planos, reinos e dimensões. Por ser considerada um tempo entre os tempos, um momento raro, e por isso, muito mais poderoso e mágico, fica mais fácil alcançar o mundo entre os mundos por meio dela. É uma Lua de abundância, que permite colher muito mais do que plantamos. Os encantamentos têm maior poder e os resultados são mais rápidos. Pensamentos e desejos tornam-se mais intensos e, assim, qualquer ritual exige maior cautela em relação aos objetivos e pedidos. Mais do que nunca vale a advertência... Cuidado com o que pedir, pois você pode conseguir! Com o surgimento do calendário Juliano, no início do cristianismo, o culto à Lua Azul passou a ser reprimido por ser considerado uma exacerbação da simbologia lunar, do poder feminino assuntos perseguidos e proibidos. Mesmo assim, permaneceu sua aura romântica e poética e a Lua Azul passou a ser associada à crença de que era propícia ao romance e ao encontro de parceiros. A Lua Azul é aquela que se torna a visão, a guardiã de todos os ciclos de transformação, a mãe das mudanças. Nos ensina a importância de seguir nosso caminho sem nos deixar desviar por ilusões que possam vir a interferir em nossas visões. Cada vez que nos transformamos, realizando nossas visões, uma nova perspectiva e compreensão se abre, permitindo-nos alcançar outro nível na eterna espiral da evolução do espírito. A última visão a ser alcançada é a decisão de simplesmente SER. Sendo tudo e sendo nada, eliminamos os rótulos e definições que limitam nossa plenitude.

Fonte: Crystal

sábado, 25 de julho de 2015

NOVO TRATAMENTO DO ALZHEIMER RESTAURA TOTALMENTE A FUNÇÃO DA MEMÓRIA: Bem-Estar e Saúde, Perfeito

Pesquisadores australianos criaram uma tecnologia de ultra-som não-invasiva que limpa o cérebro das placas amilóides neurotóxicos responsáveis ​​pela perda de memória e pelo declínio da função cognitiva em pacientes com Alzheimer.
Se uma pessoa tem a doença de Alzheimer, isso é geralmente o resultado de uma acumulação de dois tipos de lesões – placas amilóides e emaranhados neurofibrilares. As placas amilóides ficam entre os neurônios e criam aglomerados densos de moléculas de beta-amilóide.
Os emaranhados neurofibrilares são encontrados no interior dos neurónios do cérebro, e são causados por proteínas Tau defeituosas que se aglomeram numa massa espessa e insolúvel. Isso faz com que pequenos filamentos chamados microtúbulos fiquem torcidos, perturbando o transporte de materiais essenciais, como nutrientes e organelas.

Como não temos qualquer tipo de vacina ou medida preventiva para a doença de Alzheimer – uma doença que afeta 50 milhões de pessoas em todo o mundo – tem havido uma corrida para descobrir a melhor forma de tratá-la, começando com a forma de limpar as proteínas beta-amilóide e Tau defeituosas do cérebro dos pacientes.
Agora, uma equipa do Instituto do Cérebro de Queensland, da Universidade de Queensland, desenvolveu uma solução bastante promissora. Publicando na Science Translational Medicine, a equipa descreve a técnica como a utilização de um determinado tipo de ultra-som chamado de ultra-som de foco terapêutico, que envia feixes feixes de ondas sonoras para o tecido cerebral de forma não invasiva.
Por oscilarem de forma super-rápida, estas ondas sonoras são capazes de abrir suavemente a barreira hemato-encefálica, que é uma camada que protege o cérebro contra bactérias, e estimular as células microgliais do cérebro a moverem-se. As células da microglila são basicamente resíduos de remoção de células, sendo capazes de limpar os aglomerados de beta-amilóide tóxicos.

Os pesquisadores relataram um restauro total das memórias em 75 por cento dos ratos que serviram de cobaias para os testes, havendo zero danos ao tecido cerebral circundante. Eles descobriram que os ratos tratados apresentavam melhor desempenho em três tarefas de memória – um labirinto, um teste para levá-los a reconhecer novos objetos e um para levá-los a relembrar lugares que deviam evitar.

Via: CienciaOnline

Fonte: O SEGREDO

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Mãe com câncer prepara caixa com cartas para participar da vida da filha

Heather prepara caixa com cartas para a filha ler no futuro

Heather McManamy, 35 anos, que vive em Wisconsin, nos Estados Unidos, luta contra um câncer de mama desde 2013. De acordo com o site americano "BuzzFeed News", mesmo estando com a doença em estágio avançado, ela resolveu aproveitar ao máximo o tempo de vida que ainda tem, ao lado da filha Brianna, 4, e do marido.

No início deste ano, Heather começou a pensar em como poderia confortar o marido e a menina, caso seu tratamento não desse certo. "Sempre partiu meu coração imaginar que eles ficariam tristes se eu morresse, e que eu não poderia fazer nada a respeito", afirmou ao site.

Por isso, a mulher decidiu deixar uma caixa de memórias para Brianna, cheia de cartões, cartas e vídeos, para que a filha possa "estar em contato" com ela, mesmo depois que se for. Heather levou um tempo para dar início ao projeto, mas, atualmente, considera a atividade terapêutica.

A caixa destinada à filha tem, ao todo, mais de 40 itens. Nas cartas, Heather deixou mensagens para os futuros aniversários de Brianna e para outras fases e momentos importante da vida da menina, como a aprovação no teste para tirar a carteira de motorista, o noivado, o casamento e a chegada do primeiro filho.

Além disso, Heather também escreveu bilhetes para encorajar a filha nos dias mais difíceis, dizendo que ela é bonita, que deve sempre ser ela mesma e que precisa se lembrar do quanto a mãe se orgulha dela.

"Muitas pessoas apenas morrem, mas estou tendo tempo para preparar tudo, portanto, farei o que posso para tornar a vida da minha família mais fácil", falou ao "BuzzFeed News".

Ela afirma que escrever as cartas não é desistir de lutar contra a doença. "Ainda tenho esperança, pois enquanto existirem opções de tratamento, estarei aqui tentando."

Heather contou ao site americano que não ficaria chateada se Brianna resolvesse não abrir as cartas, pois cada um lida com o luto de uma maneira diferente. "Só penso que, se existe uma forma de confortá-la, quero oferecer isso à ela", disse a mulher, que resolveu contar sua história para dar esperança e inspirar as pessoas a viverem como se não houvesse amanhã.

Fonte: UOL

Empresário suspeito de agredir ex-noiva em festa é preso no Rio


Rafael Hermida, de 34 anos, teve prisão decretada pela Justiça e estava foragido

O empresário Rafael Hermida, de 34 anos, suspeito de agredir a ex-noiva, Carolina Mandin, em uma festa na Gávea, zona sul do Rio, foi preso por policiais da Delegacia da Barra da Tijuca (16ª DP) na tarde desta quinta-feira (23). Contra ele foi cumprido um mandado de prisão preventiva por lesão corporal com base na lei Maria da Penha. O empresário estava foragido há duas semanas.

Segundo os agentes, Rafael foi capturado na casa de um amigo, na rua Pedro Bolato, no Jardim Oceânico, zona oeste do Rio. No dia 6 de julho, Rafael teve a prisão decretada pela juíza Maria Daniella de Castro, do 1° Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

Procurado pelo R7, o advogado de Rafael, Vicente Donniti, não atendeu as ligações.

Entenda o caso

A produtora Carolina Mandin registou queixa contra o empresário Rafael Hermida no sábado (13), na delegacia da Gávea (15ª), zona sul do Rio. De acordo com Carolina, o empresário deu socos e pontapés nela durante uma festa no Jockey Club. Rafael Hermida foi indiciado por lesão corporal.

Rafael já está sendo processado por maus-tratos contra duas cadelas de Carolina, Gucci e Victoria, mas não compareceu às duas audiências marcadas no Juizado Criminal da Barra, na zona oeste.

Empresário alega “legítima defesa”

De acordo com o advogado Vicente Donnici, que defende Hermida no caso, a confusão teria começado após Ninna ter “partido para cima” ao vê-lo com uma outra mulher no evento.


— A Carolina, visivelmente embriagada, parece ter se incomodado e foi para cima dele com arranhões e tapas. Rafael inclusive tem marcas dos arranhões que sofreu.

Segundo Donnici, Hermida teria empurrado a jovem para se defender dos tapas que ela estava dando nele e alegou “legítima defesa”.

— Para interromper, ele a empurrou e ela caiu no chão e se cortou. Ele não sabe com que ela se cortou, se foi ele que ocasionou isso, mas no dia seguinte ele ligou para ela, que disse: “Depois que você me empurrou eu bati no chão e cortei o supercílio”. Foi legítima defesa.

De acordo com o advogado, ao menos duas pessoas que conhecem Hermida e Ninna estavam na festa e testemunharam a briga e devem prestar depoimentos a delegacia da Gávea (15ª DP), onde a vítima abriu um boletim de ocorrência.

Ninna esteve no IML (Instituto Médico Legal) onde foi submetida a um exame de corpo de delito. Os dois envolvidos devem prestar depoimento na delegacia que investiga o caso. Segundo a Polícia Civil, imagens das câmeras de segurança foram pedidas e seguranças e funcionários que trabalharam no evento foram intimados a depor.


Agressão de animais

Rafael Hermida já foi processado por Ninna após ser flagrado agredindo as cadelas da jovem. Ela desconfiou do comportamento das cadelinhas Gucci e Victória, e colocou uma câmera escondida que registrou toda a agressão sofrida pelos bichinhos.

O vídeo foi assistido mais de 250 mil vezes na época que foi divulgado, em fevereiro deste ano. Segundo informações da Agência Estado, Hermida não apareceu nas duas audiências marcadas no Juizado Criminal.

Fonte: R7

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Dia do Amigo e Internacional da Amizade


O Dia do Amigo é comemorado em várias datas no Brasil, mas o 20 de julho é a data oficial do Dia do Amigo, que é ao mesmo tempo o Dia Internacional da Amizade.

O Dia do Amigo é oficialmente comemorado em 20 de julho, e é uma data para celebrar a amizade, e é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras.

A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro, que com a chegada do homem à lua, enviou cerca de quatro mil cartas para diversos países e idiomas, pois ele considerava a chegada do homem a lua significava que se os homens se unissem, não haveria objetivos impossíveis.

Origem do Dia do Amigo

O Dia do Amigo e Dia Internacional da Amizade, celebrado a 20 de julho, foi primeiramente adotado em Buenos Aires, na Argentina, através de um Decreto, e depois sendo gradualmente adotado em outras partes do mundo, e hoje quase todos os países comemoram a data.

A primeira comemoração pretendia comemorar a chegada do Homem na Lua, significando que juntos, os povos poderiam conseguir superar desafios quase impossíveis.

Frases para o Dia do Amigo
•"Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade." - Confúcio
•"Há 2 espécies de chatos: os chatos propriamente ditos e... os amigos, que são os nossos chatos prediletos." - Mário Quintana
•"Ter muitos amigos é não ter nenhum." - Aristóteles

Dedicatórias para o Dia do Amigo
•"Amigão, valeu. Nem preciso dizer mais nada, né?"
•"Amiga como você é difícil de encontrar, por isso veja se não foge que eu sou muito preguiçosa!"

Fonte: calendarr.com