Ana Maria Ribas Bernardelli - 20 jan, 2017
O que é mais mportante para uma mãe: manter a casa em ordem, ou deixar os filhos à vontade, sem disciplina, e sem ordem? A resposta adequada seria: manter a casa em ordem, e esperar que os filhos fiquem à vontade sob disciplina e ordem. Basta que eles sejam educados para isso.
O que é mais importante para uma mulher: um marido satisfeito, feliz, relaxado, à custa de cuecas jogadas pelo banheiro, e toalhas molhadas sobre a cama, ou um parceiro ordeiro e colaborativo? A resposta adequada seria: um marido feliz, satisfeito, ordeiro e colaborativo, que ajude a manter a casa longe do caos.
A verdade é que há situações que não se excluem, pelo contrário, se complementam.
Esse é um tema nada excludente. Filhos e maridos devem colaborar com a mínima ordem reinante sob pena de se tornarem abusivos fora do convívio familiar. Não há felicidade na desordem. Não pode haver tolerância com a desordem organizada sistematicamente como se a desordem fosse a ordem.
A criança que cresce sem envolvimento com a ordem, aprenderá a envolver-se com a desordem. O adulto que foi criança e não guardou o brinquedo que usou, terá grandes possibilidades de vir a ser pouco colaborativo, daquele tipo que levanta da mesa na casa da tia sem retirar e lavar o seu prato, ou sem arrumar a sua cama.
Não é de nenhum tratado filosófico que retirei essas conclusões; é da vida, da experiência, da análise prática.
Todas as crianças que são deixadas sem a disciplina da ordem criam uma desordem amplificada, depois de adultos. As casas que habitam são uma bagunça. As tarefas que deveriam ser resolvidas diariamente passam a ser desempenhadas em prazos dilatados por semanas, meses, e anos. A louça é lavada quando não há mais lugar sobre a pia e embaixo da pia. As roupas vão para a máquina, quando a última calcinha vai para o corpo. Tudo é abusivamente acumulado.
Não há regras que possam valer para quem foi criado sem regra alguma.
Há nos desordeiros domésticos uma forte tendência para se tornarem acumuladores, aqueles indivíduos que guardam todo tipo de lixo fora e dentro deles. Começam por não catalogar objetos que, sem lugar definido, se misturam sob as mais diversas categorias. Livros no chão fazem companhia a chinelos jogados, documentos espalhados, travesseiros abandonados pelo caminho. As mais diversas coisas e coisinhas cujo destino é incerto, somam-se às coisas maiores que se acumulam na superfície.
A Teoria do Caos prevê a grosso modo que, se uma casa for deixada limpa, arejada, arrumada, com todos os objetos em seus devidos lugares, basta um tempo relativamente curto para que o abandono se encarregue de instalar o caos.
O que quero dizer com isso? Quero dizer que todas as forças do Universo decaído trabalham a favor do caos.
Não é preciso que eu e você façamos coisa alguma para que o caos se instale. Basta que não o façamos.
Dentro de pouco tempo, a poeira fina se depositará sobre a superfície em camadas sedimentadas, as aranhas farão suas teias, o mofo se expandirá sobre as áreas que guardam algum vestígio de umidade e tudo- absolutamente tudo- entrará em processo de desintegração e morte.
A vida cobra a sua e a minha colaboração para que o universo se mantenha em cadência de ritmo, harmonia, e perfeita intencionalidade da ordem.
Algumas mães parecem ignorar essa necessidade e não colocam os seus filhos na cadeia da ordem. Preferem que eles se juntem à cadeia da desordem.
É a pior coisa que uma mãe pode fazer.
Mães muito “boazinhas” se tornam incubadoras de adultos porcalhões e relaxados. Mães muito “boazinhas”, inconscientemente, esperam que seus filhos as amem mais por isso, e, no devido tempo, cobrarão que esse “amor” lhes seja devolvido.
Mães “muito boazinhas” são um dilema existencial para carregar, mais tarde. Choramingam o tempo todo dizendo quão boas foram para os seus filhos, e exatamente por terem criado filhos irresponsáveis, bagunceiros e relaxados, não receberão de volta nem o amor, e nem a ordem minimamente necessária, que a última etapa de vida pede, para que se morra em paz.
Dia desses, fui testemunha de um fato bastante humano e convincente: Diante do quarto do menino que apresentava um cenário bagunçado, a mãe o mandou tomar banho, e enquanto ele tomava o banho, ela entrou no quarto e confiscou o Ipad.
Ao sair, o menino perguntou:
– Mãe você pegou o meu Ipad?
– Peguei. O Ipad só volta quando o seu quarto estiver tão organizado como você o recebeu pela manhã.”
Assim aconteceu por dois dias. Não foi preciso mais do que dois dias para que o hábito se instalasse.
Haveria três caminhos: fazer tudo pelo filho; repetir todos os dias a mesma cantilena, elevando a voz; exercer autoridade acompanhada do seqüestro de um privilégio ao qual ele se acostumara: o uso do Ipad.
Penso que ela fez uma ótima escolha.
Então, é isso: mães eduquem os seus filhos para a manutenção da ordem. É um benefício que fará grande diferença na vida adulta e é tão importante que até o ar, o céu, o sol, o mar, as árvores, as plantas, os rios, os peixes, os animais, os homens de boa vontade, a Terra, e o Universo agradecem.
Fonte: CONTI outra
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sábado, 28 de janeiro de 2017
terça-feira, 15 de novembro de 2016
“Educação de berço é dever das famílias e não da escola”, diz juiz da infância
O juiz da Infância e Juventude de Dourados, Zaloar Murat Martins de Souza é o entrevistado de hoje de O PROGRESSO. O magistrado fala sobre os 25 anos de existência do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completados no último dia 13 de julho. Lei 8.069/90.
Embora seja considerada uma legislação avançada e exemplar para outros países, especialistas da área apontam que o texto precisa ser efetivamente aplicado para garantir uma transformação real na vida de crianças e adolescentes do País. Muitos aspectos da lei ainda não saíram do papel. Nesses 25 anos, cerca de 20 leis entraram em vigor modificando o estatuto. Ainda estão em análise na Câmara dos Deputados quase 300 propostas para alterar o ECA, mais de 50 destas com o intuito de endurecer a punição aos adolescentes infratores.
Para o juiz Zaloar, falta o Estado colocar em prática as políticas públicas para efetivação do ECA. “A questão é a aplicabilidade, é de fazer com que as chamadas políticas públicas ali previstas funcionem. Que a família, a sociedade civil e o Estado de fato implementem estas políticas públicas previstas no ECA. É um aspecto que tem caminhado a passos de tartagura”.
O juiz Zaloar se mostra favorável a um projeto de lei aprovado recentemente pelo senado que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e aumenta o tempo de internação de menores de 18 anos que tenham cometido crimes hediondos. A matéria seguirá agora para votação na Câmara dos Deputados.
Pelo projeto, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), os jovens que tenham cometido esse tipo de crime poderão ficar internados em centros de atendimento socioeducativo por até dez anos. Atualmente, o tempo máximo de internação é de três anos.
Originalmente, o relator do projeto, senador José Pimentel (PT-CE), havia proposto que o tempo máximo de internação ficasse em até oito anos. Porém, ele acatou emenda do próprio Serra e manteve o limite em até dez anos.
O texto também prevê uma alteração no Código Penal para agravar a pena do adulto que praticar crimes acompanhado de um menor de 18 anos ou que induzir o menor a cometê-lo. Nesses casos, a pena do adulto será de dois a cinco anos, podendo ser dobrada para os casos de crimes hediondos.
Outro ponto proposto por Pimentel prevê que os adolescentes passarão por avaliação, a cada seis meses, feita pelo juiz responsável pelo caso. O objetivo é que o magistrado possa analisar e optar por liberar antecipadamente ou não o jovem da reclusão.
Os internos ainda deverão estudar nos centros de internação até concluir o ensino médio profissionalizante. Atualmente, o Estatuto da Criança e do Adolescente prevê que os menores devem concluir somente o ensino fundamental.
O juiz Zaloar também alerta as famílias sobre o dever de educar seus filhos na questão da chamada educação de berço e não simplesmente transferir este dever as escolas. “Educação de berço é dever das famílias e não da escola”, confira a entrevista:
O Estatuto da Criança e do Adolescente foi uma boa ideia?
“O Estatuto da Criança foi uma brilhante ideia à época quanto ao seu sancionamento. Na verdade o ECA veio revolucionar o sistema então, vigente, chamado menorista. Então o menor chamado hoje de criança e adolescente era visto pelo Estado na situação de abandono e delinquência e com a entrada em vigor do ECA a criança e o adolescente passaram a ser sujeitos de direito, ou seja, sujeitos protegidos pelo Estado. Protegido na sua saúde, na sua educação, no seu lazer, no esporte, enfim, sob todos os ângulos, então neste aspecto foi uma grande vitória, tanto que até hoje o ECA foi considerado um excelente projeto, uma excelente lei, uma lei moderna comparada as melhores do mundo, agora a questão é a aplicabilidade, é de fazer com que as chamadas políticas públicas ali previstas funcionem. Que a família, a sociedade civil e o Estado de fato implementem estas políticas públicas previstas no ECA. É um aspecto que tem caminhado a passos de tartagura”.
O que falta para que o ECA funcione?
“Realmente o que falta ao ECA é a sua efetividade. São as chamadas políticas públicas ali previstas que ainda hoje continuam na dependência da sua colocação em funcionamento. Nós sabemos que temos parte das famílias desestruturadas e ali é que entra efetivamente a aplicação do ECA. Mas é através do que? Educação, saúde, cultura, lazer, segurança ao jovem, são falhas que vem ocorrendo ou omissões, talvez não falhas que vem ocorrendo por parte do estado e também da própria sociedade civil”.
Com relação às Uneis, a situação continua preocupante?
“Infelizmente é a mesma situação. As Uneis também vem sofrendo este mesmos problemas que eu aqui considerei, isto é, nestes vinte e cinco anos de entrada em vigor do ECA o sistema sócio educativo continua patinando por conta de um Estado que não tem investido neste trabalho de ressocialização. Se nós tivéssemos realmente um estado que investisse na recuperação do adolescente infrator com educação, com profissionalização, com o acompanhamento pós saída da unidade nós poderíamos ter melhores ou até bons resultados, mas infelizmente isso não acontece, e eu já tenho dito em outras oportunidades que nós temos Unei Cadeia hoje em dia, infelizmente”.
O senhor é contra ou a favor da alteração no tempo de internação dos menores infratores?
“Eu sempre fui favorável à elevação do prazo de internação. E esse projeto que é do senador Serra, vem ao encontro da minha ideia também que sempre foi de elevação do tempo de internação e não dessa redução da maioridade penal que também está sendo proposta e votada na Câmara Federal”.
Nestes 25 anos do ECA o que o senhor diria às famílias?
“Para as famílias eu digo que a chamada educação de berço é aquela primeira educação, que é responsabilidade e dever dos pais. Não se pode fazer como se tem falado hoje que essa educação é da escola, eu entendo que não, a escola tem o dever de transmitir o conhecimento, agora, a boa maneira, o respeito aos mais velhos, essa educação que antigamente era chamada de educação de berço continua sendo da família. Eu digo a educação primeira parte da família, infelizmente tem ocorrido muitos casos em que as famílias tentam atribuir toda a educação dos filhos à escola, sentar-se a mesa, de pegar os talheres para se alimentar, isso é dever da família, obrigação das famílias, dar afeto e carinho, ensinar este ser a ter um comportamento social adequado”.
E o papel do Estado neste contexto?
“O Estado continua falhando, eu vejo que com poucos investimentos e a sociedade civil, eu vejo que um tanto quanto distante ainda do problema da desestruturação da família, especialmente as famílias de mais baixa renda, em que não tem havido a participação da sociedade civil como um todo, juntamente com o estado no sentido de dar a esta família desestruturada, condições de educar condignamente os seus filhos”.
Fonte: O PROGRESSO
Embora seja considerada uma legislação avançada e exemplar para outros países, especialistas da área apontam que o texto precisa ser efetivamente aplicado para garantir uma transformação real na vida de crianças e adolescentes do País. Muitos aspectos da lei ainda não saíram do papel. Nesses 25 anos, cerca de 20 leis entraram em vigor modificando o estatuto. Ainda estão em análise na Câmara dos Deputados quase 300 propostas para alterar o ECA, mais de 50 destas com o intuito de endurecer a punição aos adolescentes infratores.
Para o juiz Zaloar, falta o Estado colocar em prática as políticas públicas para efetivação do ECA. “A questão é a aplicabilidade, é de fazer com que as chamadas políticas públicas ali previstas funcionem. Que a família, a sociedade civil e o Estado de fato implementem estas políticas públicas previstas no ECA. É um aspecto que tem caminhado a passos de tartagura”.
O juiz Zaloar se mostra favorável a um projeto de lei aprovado recentemente pelo senado que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e aumenta o tempo de internação de menores de 18 anos que tenham cometido crimes hediondos. A matéria seguirá agora para votação na Câmara dos Deputados.
Pelo projeto, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), os jovens que tenham cometido esse tipo de crime poderão ficar internados em centros de atendimento socioeducativo por até dez anos. Atualmente, o tempo máximo de internação é de três anos.
Originalmente, o relator do projeto, senador José Pimentel (PT-CE), havia proposto que o tempo máximo de internação ficasse em até oito anos. Porém, ele acatou emenda do próprio Serra e manteve o limite em até dez anos.
O texto também prevê uma alteração no Código Penal para agravar a pena do adulto que praticar crimes acompanhado de um menor de 18 anos ou que induzir o menor a cometê-lo. Nesses casos, a pena do adulto será de dois a cinco anos, podendo ser dobrada para os casos de crimes hediondos.
Outro ponto proposto por Pimentel prevê que os adolescentes passarão por avaliação, a cada seis meses, feita pelo juiz responsável pelo caso. O objetivo é que o magistrado possa analisar e optar por liberar antecipadamente ou não o jovem da reclusão.
Os internos ainda deverão estudar nos centros de internação até concluir o ensino médio profissionalizante. Atualmente, o Estatuto da Criança e do Adolescente prevê que os menores devem concluir somente o ensino fundamental.
O juiz Zaloar também alerta as famílias sobre o dever de educar seus filhos na questão da chamada educação de berço e não simplesmente transferir este dever as escolas. “Educação de berço é dever das famílias e não da escola”, confira a entrevista:
O Estatuto da Criança e do Adolescente foi uma boa ideia?
“O Estatuto da Criança foi uma brilhante ideia à época quanto ao seu sancionamento. Na verdade o ECA veio revolucionar o sistema então, vigente, chamado menorista. Então o menor chamado hoje de criança e adolescente era visto pelo Estado na situação de abandono e delinquência e com a entrada em vigor do ECA a criança e o adolescente passaram a ser sujeitos de direito, ou seja, sujeitos protegidos pelo Estado. Protegido na sua saúde, na sua educação, no seu lazer, no esporte, enfim, sob todos os ângulos, então neste aspecto foi uma grande vitória, tanto que até hoje o ECA foi considerado um excelente projeto, uma excelente lei, uma lei moderna comparada as melhores do mundo, agora a questão é a aplicabilidade, é de fazer com que as chamadas políticas públicas ali previstas funcionem. Que a família, a sociedade civil e o Estado de fato implementem estas políticas públicas previstas no ECA. É um aspecto que tem caminhado a passos de tartagura”.
O que falta para que o ECA funcione?
“Realmente o que falta ao ECA é a sua efetividade. São as chamadas políticas públicas ali previstas que ainda hoje continuam na dependência da sua colocação em funcionamento. Nós sabemos que temos parte das famílias desestruturadas e ali é que entra efetivamente a aplicação do ECA. Mas é através do que? Educação, saúde, cultura, lazer, segurança ao jovem, são falhas que vem ocorrendo ou omissões, talvez não falhas que vem ocorrendo por parte do estado e também da própria sociedade civil”.
Com relação às Uneis, a situação continua preocupante?
“Infelizmente é a mesma situação. As Uneis também vem sofrendo este mesmos problemas que eu aqui considerei, isto é, nestes vinte e cinco anos de entrada em vigor do ECA o sistema sócio educativo continua patinando por conta de um Estado que não tem investido neste trabalho de ressocialização. Se nós tivéssemos realmente um estado que investisse na recuperação do adolescente infrator com educação, com profissionalização, com o acompanhamento pós saída da unidade nós poderíamos ter melhores ou até bons resultados, mas infelizmente isso não acontece, e eu já tenho dito em outras oportunidades que nós temos Unei Cadeia hoje em dia, infelizmente”.
O senhor é contra ou a favor da alteração no tempo de internação dos menores infratores?
“Eu sempre fui favorável à elevação do prazo de internação. E esse projeto que é do senador Serra, vem ao encontro da minha ideia também que sempre foi de elevação do tempo de internação e não dessa redução da maioridade penal que também está sendo proposta e votada na Câmara Federal”.
Nestes 25 anos do ECA o que o senhor diria às famílias?
“Para as famílias eu digo que a chamada educação de berço é aquela primeira educação, que é responsabilidade e dever dos pais. Não se pode fazer como se tem falado hoje que essa educação é da escola, eu entendo que não, a escola tem o dever de transmitir o conhecimento, agora, a boa maneira, o respeito aos mais velhos, essa educação que antigamente era chamada de educação de berço continua sendo da família. Eu digo a educação primeira parte da família, infelizmente tem ocorrido muitos casos em que as famílias tentam atribuir toda a educação dos filhos à escola, sentar-se a mesa, de pegar os talheres para se alimentar, isso é dever da família, obrigação das famílias, dar afeto e carinho, ensinar este ser a ter um comportamento social adequado”.
E o papel do Estado neste contexto?
“O Estado continua falhando, eu vejo que com poucos investimentos e a sociedade civil, eu vejo que um tanto quanto distante ainda do problema da desestruturação da família, especialmente as famílias de mais baixa renda, em que não tem havido a participação da sociedade civil como um todo, juntamente com o estado no sentido de dar a esta família desestruturada, condições de educar condignamente os seus filhos”.
Fonte: O PROGRESSO
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
NUNCA MANDE UMA CRIANÇA ENGOLIR O CHORO!
Conheço um rapaz que, quando criança, às vezes fazia travessuras e consequentemente apanhava da sua mãe, mas quando reagia à surra como qualquer criança, ou seja, chorando, sua mãe lhe dizia “Engole esse choro!” e o menino calava reprimindo toda tristeza e raiva.
Essa situação se repetiu muitas vezes durante sua infância e sua mãe, sem saber, formou um homem incapaz de lidar com os próprios sentimentos, que reprimia suas emoções e não conseguia falar sobre nada que o deixasse magoado.
Esse rapaz cresceu acumulando muito lixo emocional porque não se dava o direito de demonstrar o que sentia, nem mesmo derramar uma lágrima, na verdade ele engoliu tanto choro que sua alma estava morrendo por afogamento.
A história desse garoto está acontecendo agora em famílias no mundo inteiro. Quantas crianças nesse exato momento estão chorando por algum motivo e de repente ouvem um grito ensurdecedor de seus pais mandando-lhes engolir o choro!
É realmente essencial permitir que uma pessoa chore porque, segundo a ciência, o choro está relacionado ao instinto de defesa humano e é também uma forma de comunicação que pode expressar dor, sofrimento, alegria e até prazer.
Segundo a professora de psicologia da Universidade do Rio de Janeiro, Luciana Rizo, chorar faz bem a saúde, entretanto é necessário trabalhar a forma de expressão desse choro.
Os pais devem entender que o choro é uma válvula de escape para a criança, o único meio com que ela conta em alguns momentos para comunicar o que está sentindo e reprimir isso é como vedar uma panela de pressão, uma hora vai explodir e todo mundo pode sofrer as consequências…
Ás vezes, o motivo de a criança estar chorando é aparentemente insignificante, mas o que muitos pais não percebem é que seu filho não está chorando exatamente por ser obrigado a tomar banho ou comer determinado alimento naquele momento, mas por uma série de coisas que aconteceram antes naquele mesmo dia ou no dia anterior como uma briga entre eles, uma repreensão muito dura ou algo que lhe causou ressentimento.
A melhor maneira de reagir ao choro de uma criança é “escutar” o choro dela, simplesmente escutar, ficar do lado, junto, apoiando, deixando fluir aquele momento, sem tentar consolá-la com um doce ou brinquedo para desviar sua atenção. Deixe que ela sinta o gosto de suas lágrimas.
Na medida em que a criança cresce, é importante também ensinar-lhe a entender seus sentimentos, diferenciar o que é tristeza, alegria, raiva, medo e outros mais específicos para que ela possa expressar suas emoções também com palavras.
Uma dica relevante para lidar com uma criança que está chorando é demonstrar empatia, descrevendo seus sentimentos, como por exemplo, dizendo “Eu sei como você está triste, quando eu era criança minha mãe também disse que não compraria um brinquedo que pedi e por isso fiquei muito triste também”.
Referências: Douradonews – marianabassanpsicologia
Fonte: O Segredo
Essa situação se repetiu muitas vezes durante sua infância e sua mãe, sem saber, formou um homem incapaz de lidar com os próprios sentimentos, que reprimia suas emoções e não conseguia falar sobre nada que o deixasse magoado.
Esse rapaz cresceu acumulando muito lixo emocional porque não se dava o direito de demonstrar o que sentia, nem mesmo derramar uma lágrima, na verdade ele engoliu tanto choro que sua alma estava morrendo por afogamento.
A história desse garoto está acontecendo agora em famílias no mundo inteiro. Quantas crianças nesse exato momento estão chorando por algum motivo e de repente ouvem um grito ensurdecedor de seus pais mandando-lhes engolir o choro!
É realmente essencial permitir que uma pessoa chore porque, segundo a ciência, o choro está relacionado ao instinto de defesa humano e é também uma forma de comunicação que pode expressar dor, sofrimento, alegria e até prazer.
Segundo a professora de psicologia da Universidade do Rio de Janeiro, Luciana Rizo, chorar faz bem a saúde, entretanto é necessário trabalhar a forma de expressão desse choro.
Os pais devem entender que o choro é uma válvula de escape para a criança, o único meio com que ela conta em alguns momentos para comunicar o que está sentindo e reprimir isso é como vedar uma panela de pressão, uma hora vai explodir e todo mundo pode sofrer as consequências…
Ás vezes, o motivo de a criança estar chorando é aparentemente insignificante, mas o que muitos pais não percebem é que seu filho não está chorando exatamente por ser obrigado a tomar banho ou comer determinado alimento naquele momento, mas por uma série de coisas que aconteceram antes naquele mesmo dia ou no dia anterior como uma briga entre eles, uma repreensão muito dura ou algo que lhe causou ressentimento.
A melhor maneira de reagir ao choro de uma criança é “escutar” o choro dela, simplesmente escutar, ficar do lado, junto, apoiando, deixando fluir aquele momento, sem tentar consolá-la com um doce ou brinquedo para desviar sua atenção. Deixe que ela sinta o gosto de suas lágrimas.
Na medida em que a criança cresce, é importante também ensinar-lhe a entender seus sentimentos, diferenciar o que é tristeza, alegria, raiva, medo e outros mais específicos para que ela possa expressar suas emoções também com palavras.
Uma dica relevante para lidar com uma criança que está chorando é demonstrar empatia, descrevendo seus sentimentos, como por exemplo, dizendo “Eu sei como você está triste, quando eu era criança minha mãe também disse que não compraria um brinquedo que pedi e por isso fiquei muito triste também”.
Referências: Douradonews – marianabassanpsicologia
Fonte: O Segredo
domingo, 30 de outubro de 2016
Eduardo Sá e o pré escolar
A ideia foi defendida por Eduardo Sá no encontro “Vale a Pena ir à Pré”, uma iniciativa conjunta da Carlucci American International School of Lisbon (CAISL) e da revista Pais&filhos destinada a debater e esclarecer o valor do ensino pré-escolar na educação de uma criança.
Eduardo Sá, que começou por manifestar o seu desacordo pela “distinção que é feita entre educação infantil e ensino obrigatório”, considerou depois que ainda existem alguns “erros” nos moldes em que, por vezes, o ensino pré-escolar é praticado.
“O jardim de infância não é para aprender a ler nem a escrever”, criticou, lembrando que “as crianças antes de aprender a ler, aprendem a interpretar “ e que “não é por tornarmos uma criança um macaquinho de imitação que ela vai ser mais inteligente”. Eduardo Sá, psicólogo clínico com grande parte da sua carreira dedicada à psicologia infantil, defendeu que o jardim de infância deve antes ser um local onde a criança exerça atividade física pois, justificou, “as crianças aprendem a pensar com o corpo” e se souberem mexer o corpo “mais expressivas serão em termos verbais”.
Além disso, prosseguiu, o jardim de infância deve ser um local para a criança receber educação musical (“a música torna-os mais fluentes na língua materna”) e educação visual (“quanto mais educação visual tiverem, menos dificuldades têm de ortografia”). Por outro lado, disse ainda, as crianças precisam de “contar e ouvir histórias” no jardim de infância, sublinhando que “as histórias ajudam a pensar” e a “linguagem simbólica a arrumar os pensamentos”.
Mas, mais que tudo isso, o jardim de infância deve ser um espaço para a criança brincar. A brincadeira é um “património da humanidade” que a ajuda “a pensar em tempo real e a resolver dificuldades”, salientou o psicólogo, sublinhando que “brincar não pode ser uma atividade de fim de semana” nem os espaços para brincar podem estar confinados a pátios fechados. “É obrigatório que as crianças brinquem na rua”, defendeu.
Gosta de realizar Eventos? Faça disso a Seu Emprego? Veja aqui como o pode fazer >
Em suma, concluiu, “o jardim de infância faz bem à saúde” e é urgente que seja “acarinhado”. Sob pena de virmos a pagar no futuro “custos exorbitantes” por tal esquecimento.
Fonte: Coisas para crianças
Eduardo Sá, que começou por manifestar o seu desacordo pela “distinção que é feita entre educação infantil e ensino obrigatório”, considerou depois que ainda existem alguns “erros” nos moldes em que, por vezes, o ensino pré-escolar é praticado.
“O jardim de infância não é para aprender a ler nem a escrever”, criticou, lembrando que “as crianças antes de aprender a ler, aprendem a interpretar “ e que “não é por tornarmos uma criança um macaquinho de imitação que ela vai ser mais inteligente”. Eduardo Sá, psicólogo clínico com grande parte da sua carreira dedicada à psicologia infantil, defendeu que o jardim de infância deve antes ser um local onde a criança exerça atividade física pois, justificou, “as crianças aprendem a pensar com o corpo” e se souberem mexer o corpo “mais expressivas serão em termos verbais”.
Além disso, prosseguiu, o jardim de infância deve ser um local para a criança receber educação musical (“a música torna-os mais fluentes na língua materna”) e educação visual (“quanto mais educação visual tiverem, menos dificuldades têm de ortografia”). Por outro lado, disse ainda, as crianças precisam de “contar e ouvir histórias” no jardim de infância, sublinhando que “as histórias ajudam a pensar” e a “linguagem simbólica a arrumar os pensamentos”.
Mas, mais que tudo isso, o jardim de infância deve ser um espaço para a criança brincar. A brincadeira é um “património da humanidade” que a ajuda “a pensar em tempo real e a resolver dificuldades”, salientou o psicólogo, sublinhando que “brincar não pode ser uma atividade de fim de semana” nem os espaços para brincar podem estar confinados a pátios fechados. “É obrigatório que as crianças brinquem na rua”, defendeu.
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Em suma, concluiu, “o jardim de infância faz bem à saúde” e é urgente que seja “acarinhado”. Sob pena de virmos a pagar no futuro “custos exorbitantes” por tal esquecimento.
Fonte: Coisas para crianças
sábado, 29 de outubro de 2016
Adolescentes descobriram uma nova maneira de se embebedar! Atenção, pais!
INGREDIENTES
Essa é uma fase pela qual quase todo adolescente passa: experimentar bebidas alcoólicas. Como tal ato não é, em geral, autorizado pelos pais, garotos e garotas buscam alternativas nas ruas para provar os líquidos proibidos para sua idade. Entretanto, isso não os livra de uma baita bronca quando chegam em casa com aquele aroma suspeito na boca.
Para fugir deste controle, uma nova moda tem sido identificada entre os jovens, principalmente entre meninas. Esta maneira escondida de consumir bebidas alcoólicas é especialmente perigosa e os pais precisam ficar atentos.
Mas o que os adolescentes fazem? No caso das meninas, elas mergulham absorventes íntimos em bebidas fortes, como a vodka, e depois os introduzem na vagina! Quando o álcool entra em contato com a mucosa desta região, o liquido é transferido imediatamente para a corrente sanguínea, sem passar pelo estômago. Estas garotas pensam que assim podem ficar bêbadas mais rápido e sem que ninguém perceba. Porém, é exatamente aí que mora o perigo!
Tal método faz com que a pessoa não saiba exatamente quanto consumiu e pode levar a uma perda de controle muito acelerada. O pior é que como o álcool nunca passou pelo estômago, ele não pode ser colocado para fora através do vômito, uma defesa natural do organismo. Além disso, um risco adicional é acabar irritando a delicada mucosa da parte intima, causando uma possível queimadura ou inflamação no local.
Apesar das meninas serem as principais usuárias desta nova modalidade, meninos também seguem a nova cartilha, introduzindo os tampões embebidos em seus ânus. Independente do gênero, vale repetir mais uma vez o quão arriscado é tal método. Quando bebemos álcool por via oral, o corpo manda sinais de embriaguez, fazendo com que diminuamos o consumo. Além disso, nem tudo que cai no estômago segue diretamente para a corrente sanguínea.
MODO DE PREPARO
Porém, o álcool inserido nas partes intimas não tem nenhum ‘filtro’ natural do corpo para impedir sua entrada total no organismo, atingindo assim diretamente o sangue. Como resultado, o risco de um coma alcoólico, por exemplo, é muito maior. E o pior: quando o jovem bêbado é levado para um hospital, os médicos muitas vezes não identificam imediatamente a fonte da embriaguez, colocando sua vida ainda mais em risco.
Todo cuidado é pouco.
É difícil imaginar como os adolescentes chegam a ter ideias tão bizarras quanto essa. Devido a sua imaturidade, eles muitas vezes não fazem ideia do risco que correm. Neste caso, os jovens “criativos” que inventaram este método nauseante eram americanos, já que tal moda foi primeiro identificada nos Estados Unidos. Mas, no meio tempo, a ideia já se espalhou também pela Europa.
Como no Brasil é mais fácil para menores de idade comprarem bebidas, o que não ocorre nos países desenvolvidos, pode ser que esta modalidade seja menos atrativa para nossos jovens.
Entretanto, se você tem um adolescente na sua família, vale ficar atento! Compartilhe este alerta com todos que você conhece. Ele é de utilidade pública.
Atenção: Essa matéria é recomendada para maiores de 18 anos e serve como alerta.
Não façam isso em casa e antes de realizar qualquer procedimento no corpo peça auxilio para seu médico.
Fonte: Receitas exclusivas
terça-feira, 27 de setembro de 2016
ONU DISPONIBILIZA PLANOS DE AULA PARA PROFESSORES TRABALHAREM GÊNERO NA ESCOLA
A discussão sobre educação de gênero nas escola já é uma pauta discutida há algum tempo, porém o entendimento disso ainda é superficial. Não se leva em consideração que todas as nossas relações são pautadas pela maneira como nos enxergamos e enxergamos ao outro. Já existe educação de gênero nas escolas, mesmo que silenciosa, e ela não é inclusiva.
A ONU – Organização das Nações Unidas lançou, em parceria com a iniciativa O Valente não é Violento, organizou e publicou um currículo de gênero que pode ser implantado com facilidade nas escolas e mudar essa realidade. O projeto foi financiado pelo União Europeia e revisado pela área de Projetos de Educação da UNESCO.
A ideia é atingir alunos do ensino médio com debates,discussões e materiais que os façam refletir sobre as relações que criam entre si e como todas elas são influenciadas por papéis de gênero e amarras sociais.
As aulas falam sobre (1) Sexo, gênero e poder; (2) Violências e suas interfaces; (3) Estereótipos de gênero e esportes; (4) Estereótipos de gênero, raça/etnia e mídia; (5) Estereótipos de gênero, carreiras e profissões: diferenças e desigualdades; e (6) Vulnerabilidades e prevenção. Os documentos trazem referências, bibliografia e até indicação de filmes que abordam as questões.
Todas as aulas estão disponíveis para download e os profissionais que quiserem discutir o currículo ou falar sobre sua aplicação podem entrar em contato com a instituição pelo e-mail ovalentenaoeviolento@gmail.com
Fonte: ondda.com
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
APROXIME-SE DOS SEUS FILHOS, NÃO SE DISTANCIE!
APROXIME-SE DOS SEUS FILHOS, NÃO SE DISTANCIE!
"A mente é maravilhosa"
Com o estilo de vida que levamos, cada vez nos encontramos mais ocupados e sem tempo para nos dedicar a nós mesmos e às pessoas que mais amamos. Nesse contexto encontram-se nossos filhos, os principais afetados que veem como seus pais vão se distanciando cada vez mais deles.
Quando pensamos em ter filhos, analisar se vamos poder fornecer a eles uma estabilidade econômica e encontrar uma resposta afirmativa é importante na hora de dar esse grande passo. Mas nos esquecemos de que antes da estabilidade econômica temos que analisar se podemos e estamos dispostos a compartilhar tempo de qualidade com eles. Podemos dar um quarto impressionante com muitos e muitos brinquedos, cheios de livros com ilustrações fantásticas, mas se não há com quem brincar ou quem leia para eles, não fará diferença.
Um filho dá um monte de alegrias mas também nos traz muitos desafios. Perguntas e mais perguntas, para as quais por vezes não temos resposta, mas que de alguma maneira temos que responder. Para isso temos que ouvi-los, conhecê-los e transmitir para eles nosso carinho, fazê-los entender que podem contar conosco. Isso pode se dar já com seus avós, com seus irmãos, seus tios, sua babá se houver. Mas o mais importante é o reconhecimento dos pais.
Ter filhos não nos torna pais automaticamente, assim como ter um piano não nos torna pianistas.
A síndrome dos pais ausentes nos filhos
Talvez pensemos que tudo o que falamos até então não seja tão grave assim, ou é isso que queremos acreditar. A verdade é que podemos estar provocando em nossos filhos uma síndrome chamada síndrome do pai ausente, em que ainda que o pai esteja presente, encontra-se inacessível emocionalmente.
Só nossa presença não basta para nossos filhos
Devemos estar ali para eles, falar, compreendê-los, compartilhar coisas, sonhar juntos. É muito importante ter isso em mente se não queremos que nossos filhos comecem a desenvolver condutas que não nos agradam, como essas a seguir:
Problemas para respeitar as regras ou a autoridade em todos os âmbitos.
Incapacidade para fazer um trabalho até o fim.
Indisciplina e falta de iniciativa.
Condutas abusivas com os companheiros.
Falta de sinceridade.
Ainda que não acreditemos, todos esses problemas que tentamos resolver por meio de gritos ou castigo têm uma só origem: nós mesmos. Estamos fazendo as coisas de uma forma muito ruim, e não nos damos conta. Não devemos ser pais ausentes, devemos ser pais presentes.
Não se mate trabalhando para dar tudo do bom e do melhor para o seu filho. Quando eles crescerem não se lembrarão dos presentes e dos brinquedos, mas sim dos momentos que passaram com você.
O desenvolvimento cerebral pode ser afetado
Os problemas anteriormente descritos já são graves e difíceis de resolver, mas você sabia que o desenvolvimento cerebral de nossos filhos pode ser gravemente afetado por nosso comportamento distante? Isso não é uma afirmação aleatória, é o resultado de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Sichuan.
Nesse estudo chegou-se à conclusão de que as crianças que passam muito tempo sem seus pais, sem manter um contato verdadeiro e próximo com eles, sem estabelecer um vínculo emocional, sem passar tempo juntos de verdade, manifestam um atraso no desenvolvimento cerebral.
O cérebro permanece imaturo. As áreas relacionadas com as emoções não se desenvolvem do jeito devido e, por isso, há uma resposta deficiente em relação a esses estímulos aos quais as crianças não foram expostas.
Mas podemos pensar que isso só tem a ver com as emoções, quando realmente tem a ver com muito mais. O estudo também descobriu que ter pais ausentes pode provocar graves problemas de aprendizagem, assim como um quociente intelectual muito menor.
“Dê a mão ao seu filho cada vez que tiver a oportunidade. Chegará ao momento em que nunca deixará de fazê-lo”
-H. Jackson Brown-
Em algumas ocasiões, não há nenhuma diferença entre um pai que passa tempo com seus filhos e aquele que quase nunca os vê. O importante é saber se aproximar deles, compartilhar coisas, falar e prestar atenção. O problema dos adultos é que consideramos que nossas preocupações são mais importantes quando, na realidade, não há nada mais importante que estar ali para nossos filhos.
Não são só os problemas que, como vimos, podem surgir da distância, mas também o valioso tempo que estamos perdendo e a irresponsabilidade que é não estar lá para ensinar aos nossos filhos como dar seus primeiros passos nesse mundo. Pensemos um momento em quando éramos pequenos, não precisávamos de pais presentes?
Fonte: O Segredo
"A mente é maravilhosa"
Com o estilo de vida que levamos, cada vez nos encontramos mais ocupados e sem tempo para nos dedicar a nós mesmos e às pessoas que mais amamos. Nesse contexto encontram-se nossos filhos, os principais afetados que veem como seus pais vão se distanciando cada vez mais deles.
Quando pensamos em ter filhos, analisar se vamos poder fornecer a eles uma estabilidade econômica e encontrar uma resposta afirmativa é importante na hora de dar esse grande passo. Mas nos esquecemos de que antes da estabilidade econômica temos que analisar se podemos e estamos dispostos a compartilhar tempo de qualidade com eles. Podemos dar um quarto impressionante com muitos e muitos brinquedos, cheios de livros com ilustrações fantásticas, mas se não há com quem brincar ou quem leia para eles, não fará diferença.
Um filho dá um monte de alegrias mas também nos traz muitos desafios. Perguntas e mais perguntas, para as quais por vezes não temos resposta, mas que de alguma maneira temos que responder. Para isso temos que ouvi-los, conhecê-los e transmitir para eles nosso carinho, fazê-los entender que podem contar conosco. Isso pode se dar já com seus avós, com seus irmãos, seus tios, sua babá se houver. Mas o mais importante é o reconhecimento dos pais.
Ter filhos não nos torna pais automaticamente, assim como ter um piano não nos torna pianistas.
A síndrome dos pais ausentes nos filhos
Talvez pensemos que tudo o que falamos até então não seja tão grave assim, ou é isso que queremos acreditar. A verdade é que podemos estar provocando em nossos filhos uma síndrome chamada síndrome do pai ausente, em que ainda que o pai esteja presente, encontra-se inacessível emocionalmente.
Só nossa presença não basta para nossos filhos
Devemos estar ali para eles, falar, compreendê-los, compartilhar coisas, sonhar juntos. É muito importante ter isso em mente se não queremos que nossos filhos comecem a desenvolver condutas que não nos agradam, como essas a seguir:
Problemas para respeitar as regras ou a autoridade em todos os âmbitos.
Incapacidade para fazer um trabalho até o fim.
Indisciplina e falta de iniciativa.
Condutas abusivas com os companheiros.
Falta de sinceridade.
Ainda que não acreditemos, todos esses problemas que tentamos resolver por meio de gritos ou castigo têm uma só origem: nós mesmos. Estamos fazendo as coisas de uma forma muito ruim, e não nos damos conta. Não devemos ser pais ausentes, devemos ser pais presentes.
Não se mate trabalhando para dar tudo do bom e do melhor para o seu filho. Quando eles crescerem não se lembrarão dos presentes e dos brinquedos, mas sim dos momentos que passaram com você.
O desenvolvimento cerebral pode ser afetado
Os problemas anteriormente descritos já são graves e difíceis de resolver, mas você sabia que o desenvolvimento cerebral de nossos filhos pode ser gravemente afetado por nosso comportamento distante? Isso não é uma afirmação aleatória, é o resultado de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Sichuan.
Nesse estudo chegou-se à conclusão de que as crianças que passam muito tempo sem seus pais, sem manter um contato verdadeiro e próximo com eles, sem estabelecer um vínculo emocional, sem passar tempo juntos de verdade, manifestam um atraso no desenvolvimento cerebral.
O cérebro permanece imaturo. As áreas relacionadas com as emoções não se desenvolvem do jeito devido e, por isso, há uma resposta deficiente em relação a esses estímulos aos quais as crianças não foram expostas.
Mas podemos pensar que isso só tem a ver com as emoções, quando realmente tem a ver com muito mais. O estudo também descobriu que ter pais ausentes pode provocar graves problemas de aprendizagem, assim como um quociente intelectual muito menor.
“Dê a mão ao seu filho cada vez que tiver a oportunidade. Chegará ao momento em que nunca deixará de fazê-lo”
-H. Jackson Brown-
Em algumas ocasiões, não há nenhuma diferença entre um pai que passa tempo com seus filhos e aquele que quase nunca os vê. O importante é saber se aproximar deles, compartilhar coisas, falar e prestar atenção. O problema dos adultos é que consideramos que nossas preocupações são mais importantes quando, na realidade, não há nada mais importante que estar ali para nossos filhos.
Não são só os problemas que, como vimos, podem surgir da distância, mas também o valioso tempo que estamos perdendo e a irresponsabilidade que é não estar lá para ensinar aos nossos filhos como dar seus primeiros passos nesse mundo. Pensemos um momento em quando éramos pequenos, não precisávamos de pais presentes?
Fonte: O Segredo
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
SÍNDROME DE PENSAMENTO ACELERADO
Desde sempre se ouviu falar em hiperactividade, esta é caracterizada por uma ansiedade psicomotora, inquietação e agitação do pensamento articulado à linguagem. A este tipo de Hiperactividade designamos por – Hiperactividade genética.
O que acontece nos nossos dias e está a acontecer muito nas nossas escolas, é que as nossas crianças estão a ser todas catalogadas como hiperactivas. Os meninos(as) não param nas cadeiras, tem défices de atenção, são respondonas e muitas vezes respondem coisas adversas aquilo que lhes é questionado,… entra muitas outras coisas. – A este tipo de hiperactividade, designamos Hiperactividade Funcional.
O que muitos pais e professores desconhecem é que a origem da hiperactividade(Funcional) está relacionada com o, SPA – Síndrome de Pensamento Acelerado*.
A televisão e os jogos de computador, apresentam estímulos alucinantes visuais, cheios de cores e padrões que o nosso cérebro capta em milésimos de segundo em conjunto com os mais diversos estímulos sonoros. Mostram mais de sessenta personagem por hora, com diversas características e personalidades e é com estas personagens (Pessoas destemidas, irreverentes, tristes, alegres, sorridentes, mal criadas, verdadeiros “artistas”), que os nossos filhos vivem e pior do que isso, se identificam e nos comparam. Pelo menos quatro horas por dia, quando não é mais em alguns dos casos. Lamentavelmente, muitos pais já colocam bebés de seis meses e ainda mais pequenos, à frente da caixinha maravilha lá de casa chamada: televisão, ao quatro anos, oferecem PSP`s, NIntendos e outros.
Os resultados são muito mais graves, do que os pais e professores podem pensar.
A maior consequência dos estímulos é contribuir para o desenvolvimento do SPA, as crianças geram compulsão nos seus comportamentos, para tentar aliviar e compensar a falta dos estímulos, assim como um dependente necessita das drogas.
Sintomas:
Fadiga excessiva, sem exercício físico; sono insuficiente; irritabilidade, sofrimento por antecipação, esquecimento, défice de concentração, aversão à rotina e por vezes sintomas psicossomáticos como: dores musculares, taquicardia, gastrite, etc.
* Autor e investigador Dr.º Augusto Curry
Fonte: Espaço Psi
O que acontece nos nossos dias e está a acontecer muito nas nossas escolas, é que as nossas crianças estão a ser todas catalogadas como hiperactivas. Os meninos(as) não param nas cadeiras, tem défices de atenção, são respondonas e muitas vezes respondem coisas adversas aquilo que lhes é questionado,… entra muitas outras coisas. – A este tipo de hiperactividade, designamos Hiperactividade Funcional.
O que muitos pais e professores desconhecem é que a origem da hiperactividade(Funcional) está relacionada com o, SPA – Síndrome de Pensamento Acelerado*.
A televisão e os jogos de computador, apresentam estímulos alucinantes visuais, cheios de cores e padrões que o nosso cérebro capta em milésimos de segundo em conjunto com os mais diversos estímulos sonoros. Mostram mais de sessenta personagem por hora, com diversas características e personalidades e é com estas personagens (Pessoas destemidas, irreverentes, tristes, alegres, sorridentes, mal criadas, verdadeiros “artistas”), que os nossos filhos vivem e pior do que isso, se identificam e nos comparam. Pelo menos quatro horas por dia, quando não é mais em alguns dos casos. Lamentavelmente, muitos pais já colocam bebés de seis meses e ainda mais pequenos, à frente da caixinha maravilha lá de casa chamada: televisão, ao quatro anos, oferecem PSP`s, NIntendos e outros.
Os resultados são muito mais graves, do que os pais e professores podem pensar.
A maior consequência dos estímulos é contribuir para o desenvolvimento do SPA, as crianças geram compulsão nos seus comportamentos, para tentar aliviar e compensar a falta dos estímulos, assim como um dependente necessita das drogas.
Sintomas:
Fadiga excessiva, sem exercício físico; sono insuficiente; irritabilidade, sofrimento por antecipação, esquecimento, défice de concentração, aversão à rotina e por vezes sintomas psicossomáticos como: dores musculares, taquicardia, gastrite, etc.
* Autor e investigador Dr.º Augusto Curry
Fonte: Espaço Psi
terça-feira, 12 de abril de 2016
Alunas do Colégio Pedro II denunciam abuso sexual
Alunas do Colégio Pedro II denunciam abuso sexual - Hudson Pontes - 22/11/2009 / Agência O Globo
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/alunas-do-colegio-pedro-ii-denunciam-abuso-sexual-19063966#ixzz45dqBpDg5
© 1996 - 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
Casos ocorridos em unidade do Humaitá são relatados em carta aberta
RIO - Alunas do Colégio Pedro II (campus Humaitá II) foram às ruas e às redes sociais denunciar casos de assédio e abuso sexual dentro da escola. Numa carta aberta à comunidade, publicada na quarta-feira passada na página do grêmio estudantil no Facebook, as jovens relatam atos de violência cometidos por estudantes e professores. De acordo com as jovens, o estopim da manifestação foi o caso de um aluno do 9º ano — hoje maior de idade — que, de acordo com as estudantes, desde o 7º ano vinha importunando as colegas de turma.
— Ele tinha como prática trancar colegas na sala e se esfregar nelas. Mandava mensagens de cunho sexual e, muitas vezes, foi fisicamente agressivo. Descobrimos que a solução desse caso seria a transferência dele para outro campus, o que consideramos absurdo, porque isso iria apenas acobertar o caso, não resolvê-lo — diz a estudante, acrescentando que alguns pais procuraram o Ministério Público.
As alunas se queixam de que as denúncias à direção da instituição são minimizadas ou ignoradas. A escola, por sua vez, negou a omissão e rebateu as acusações com uma carta, publicada no site do colégio, garantindo que todos os casos que chegam ao conhecimento da direção são apurados.
Para divulgar as histórias e pedir maior rigor na apuração, as estudantes da Frente de Mulheres do Grêmio Marcos Nonato da Fonseca decidiram protestar. No dia 7, alunas ocuparam o pátio da escola para fazer uma “roda de denúncias". Vestidas com o uniforme, muitas colaram adesivos com frases contra o machismo nas blusas e mochilas. Depois do encontro, elas saíram pela Rua Humaitá em passeata.
ESTUDANTE AFASTADO
No dia seguinte, o reitor do Pedro II, Oscar Halac, solicitou que a unidade preparasse os documentos do aluno do 9º ano, e o mesmo foi convidado a se retirar — a decisão foi comunicada ao Conselho Tutelar, à Delegacia de Mulheres e à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente.
A carta das jovens conta outros casos. “Um aluno do Ensino Médio levou uma aluna do 8º ano para matar aula e a embebedou. Ao acordar, a menina notou sinais claros de abuso sexual. O aluno é conhecido por abrir botões do uniforme das meninas enquanto elas cochilam no colégio ou no ônibus". Mais grave ainda são as denúncias que envolvem professores, diz a carta.
— A escola diz que só age se tivermos um boletim de ocorrência. Não dão importância às denúncias — reclamou a estudante.
A direção do campus Humaitá II diz que “se solidariza com todos aqueles que são vítimas de quaisquer tipos de assédios, ofensas, intolerâncias e sempre esteve — e estará — de portas abertas para receber os estudantes que sentirem-se ameaçados em seus direitos”.
Fonte: O Globo
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/alunas-do-colegio-pedro-ii-denunciam-abuso-sexual-19063966#ixzz45dqBpDg5
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Casos ocorridos em unidade do Humaitá são relatados em carta aberta
RIO - Alunas do Colégio Pedro II (campus Humaitá II) foram às ruas e às redes sociais denunciar casos de assédio e abuso sexual dentro da escola. Numa carta aberta à comunidade, publicada na quarta-feira passada na página do grêmio estudantil no Facebook, as jovens relatam atos de violência cometidos por estudantes e professores. De acordo com as jovens, o estopim da manifestação foi o caso de um aluno do 9º ano — hoje maior de idade — que, de acordo com as estudantes, desde o 7º ano vinha importunando as colegas de turma.
— Ele tinha como prática trancar colegas na sala e se esfregar nelas. Mandava mensagens de cunho sexual e, muitas vezes, foi fisicamente agressivo. Descobrimos que a solução desse caso seria a transferência dele para outro campus, o que consideramos absurdo, porque isso iria apenas acobertar o caso, não resolvê-lo — diz a estudante, acrescentando que alguns pais procuraram o Ministério Público.
As alunas se queixam de que as denúncias à direção da instituição são minimizadas ou ignoradas. A escola, por sua vez, negou a omissão e rebateu as acusações com uma carta, publicada no site do colégio, garantindo que todos os casos que chegam ao conhecimento da direção são apurados.
Para divulgar as histórias e pedir maior rigor na apuração, as estudantes da Frente de Mulheres do Grêmio Marcos Nonato da Fonseca decidiram protestar. No dia 7, alunas ocuparam o pátio da escola para fazer uma “roda de denúncias". Vestidas com o uniforme, muitas colaram adesivos com frases contra o machismo nas blusas e mochilas. Depois do encontro, elas saíram pela Rua Humaitá em passeata.
ESTUDANTE AFASTADO
No dia seguinte, o reitor do Pedro II, Oscar Halac, solicitou que a unidade preparasse os documentos do aluno do 9º ano, e o mesmo foi convidado a se retirar — a decisão foi comunicada ao Conselho Tutelar, à Delegacia de Mulheres e à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente.
A carta das jovens conta outros casos. “Um aluno do Ensino Médio levou uma aluna do 8º ano para matar aula e a embebedou. Ao acordar, a menina notou sinais claros de abuso sexual. O aluno é conhecido por abrir botões do uniforme das meninas enquanto elas cochilam no colégio ou no ônibus". Mais grave ainda são as denúncias que envolvem professores, diz a carta.
— A escola diz que só age se tivermos um boletim de ocorrência. Não dão importância às denúncias — reclamou a estudante.
A direção do campus Humaitá II diz que “se solidariza com todos aqueles que são vítimas de quaisquer tipos de assédios, ofensas, intolerâncias e sempre esteve — e estará — de portas abertas para receber os estudantes que sentirem-se ameaçados em seus direitos”.
Fonte: O Globo
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Aluno terá que indenizar professor por ofensas publicadas no Facebook

Um estudante de São Paulo terá de indenizar um professor devido a postagens ofensivas no Facebook. A decisão da 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determina que o professor receba R$ 10 mil por danos morais.
De acordo com as informações divulgadas no site do TJ-SP, um ex-aluno de Escola Técnica Estadual teria postado no Facebook imagens manipuladas do professor, que o associavam ao consumo de álcool e drogas e insinuavam que ele teria recebido vantagens com a venda de uniforme escolar.
O jovem terá de arcar pessoalmente com ônus pois já era maior de idade quando a sentença foi proferida. Em sua defesa, ele alegou que tratavam apenas de brincadeiras típicas de adolescente e que foram publicadas em um grupo fechado. Mas, segundo testemunhas, as imagens foram impressas e tiveram uma repercussão negativa no ambiente escolar.
O desembargador James Siano, que relatou o caso, declarou que a sentença tem por objetivo coibir a repetição desse tipo de conduta.
“A profissão de professor, atualmente tão desvalorizada, não deve, pela exposição àqueles que educa, tornar natural e contextualizadas imputações infundadas, jocosas ou não, suscetíveis até mesmo de colocar em xeque sua idoneidade, justamente em seu ambiente de trabalho”, afirmou Siano, segundo o site do Tribunal.
Fonte: Gazeta do Povo
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Pátria educadora? Pesquisa internacional revela que o Brasil é o 3º país mais ignorante do mundo
Pesquisa divulgada pelo instituto britânico Ipsis MORI, chamada “Perils of Perception” (Perigos da Percepção, em tradução livre do inglês), colocou o Brasil como o terceiro país mais ignorante entre 33 nações avaliadas.
Os brasileiros demonstraram níveis de ignorância mais baixos apenas do que os indianos, que ficaram em segundo lugar, e os mexicanos, que lideraram o ranking.
A ideia era levantar percepções de diversas pessoas ao redor do mundo sobre seus próprios países. Perguntas sobre a quantidade de pessoas que moram em áreas ruais, ou qual é a porcentagem de brasileiros com acesso à internet fizeram parte da enquete.
Os mil brasileiros que participaram das perguntas entre os dias 1 e 16 de outubro, em sua maioria, passaram longe das alternativas corretas. O pior desempenho foi na questão sobre a idade média dos habitantes do país. O palpite médio dos entrevistados apontou que o povo do Brasil tem média de idade de 56 anos, quando, na verdade, a resposta correta seria 31.
Ao serem questionados sobre a porcentagem de mulheres no poder, os voluntários acreditavam que 31% dos políticos brasileiros fossem mulheres, sendo que a resposta correta é menos que a metade disso: 14%.
A Coreia do Sul foi a nação que apresentou melhor conhecimento sobre si mesma entre as 33 participantes. Em segundo ficou a Irlanda e, em terceiro, a Polônia. Dos países que chamam a atenção por ficarem entre os 10 mais que são mais ignorantes, destacam-se a Itália em décimo lugar e a Nova Zelândia em quinto.
Fonte: Diário do Brasil
Os brasileiros demonstraram níveis de ignorância mais baixos apenas do que os indianos, que ficaram em segundo lugar, e os mexicanos, que lideraram o ranking.
A ideia era levantar percepções de diversas pessoas ao redor do mundo sobre seus próprios países. Perguntas sobre a quantidade de pessoas que moram em áreas ruais, ou qual é a porcentagem de brasileiros com acesso à internet fizeram parte da enquete.
Os mil brasileiros que participaram das perguntas entre os dias 1 e 16 de outubro, em sua maioria, passaram longe das alternativas corretas. O pior desempenho foi na questão sobre a idade média dos habitantes do país. O palpite médio dos entrevistados apontou que o povo do Brasil tem média de idade de 56 anos, quando, na verdade, a resposta correta seria 31.
Ao serem questionados sobre a porcentagem de mulheres no poder, os voluntários acreditavam que 31% dos políticos brasileiros fossem mulheres, sendo que a resposta correta é menos que a metade disso: 14%.
A Coreia do Sul foi a nação que apresentou melhor conhecimento sobre si mesma entre as 33 participantes. Em segundo ficou a Irlanda e, em terceiro, a Polônia. Dos países que chamam a atenção por ficarem entre os 10 mais que são mais ignorantes, destacam-se a Itália em décimo lugar e a Nova Zelândia em quinto.
Fonte: Diário do Brasil
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
A força da arte na conscientização sobre os danos do trabalho infantil
Dois Josés. Dois mineiros. E uma história que cruzou o tempo. O primeiro nasceu em 1942, com o poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), personificando aqueles que perdem, mas resistem. É o protagonista de um dos mais famosos versos da literatura brasileira: “E agora, José?”
O segundo José veio ao mundo neste ano, pelas mãos do estudante Mateus Augusto dos Santos. Aos 15, o morador da área rural de Espera Feliz – município de 24 mil habitantes distante 272 km de Itabira, cidade natal de Drummond – escreveu o poema “Rumo à Colheita” (confira ao lado) durante uma atividade na escola. A ideia era questionar as consequências do trabalho na infância.
Seu talento acaba de ser reconhecido. A escola do campo na qual concluiu o 9o ano atua em parceria com o Projeto MPT na Escola, que leva às salas de aula e às equipes escolares do país formações e debates sobre o trabalho infantil e os direitos da infância garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Filho dos meeiros Aparecida e Pedro, separados, ambos trabalhadores da lavoura de café sem oportunidades de finalizar os estudos, Mateus ganhou o primeiro lugar na categoria poesia.
Pela primeira vez, a premiação teve caráter nacional. Colégios representaram as regiões Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com projetos artísticos que, além da poesia, produziram esquetes teatrais, músicas e pinturas. Duas escolas do Ceará e duas de Minas Gerais (uma delas a espera-felizense Escola Municipal Álvaro de Sá Barbosa, onde Mateus estuda) foram contempladas com R$ 50 mil cada, valor dividido entre autores, escolas, coordenadores municipais do projeto e educadores. Ao todo, 32 jurados participaram da etapa nacional do prêmio, sendo oito por categoria. Na modalidade música, a equipe vencedora foi a da Escola Municipal Maria Isabel Queiroz, de Patrocínio (MG).
“Eu escrevi sem conhecer o poema do Carlos Drummond de Andrade, que é tão bonito! Tentei explicar o que se passa na vida de quem tem de trabalhar e deixar a escola”, conta o jovem poeta, incentivado pelos professores de história e português a se arriscar nas letras. Para a secretária municipal de Educação de Espera Feliz, Adriana Muller Dimas e Souza, o orgulho é grande, não só pelo prêmio, mas por tudo o que ele agrega à comunidade.
“O MPT na Escola é um projeto que descortina horizontes”, ressalta Adriana. “Temos a intenção de inscrever todas as escolas da cidade no projeto, para que realizem atividades e capacitações durante o ano letivo, como já fazemos em seis delas. Além de esclarecer os riscos que o trabalho infantil causa para o desenvolvimento físico e psicológico, as famílias também participam do processo, tornam-se mais cautelosas em relação aos mitos relacionados ao assunto.”
Pedagogia da esperança
“É preciso destacar a quantidade e a qualidade dos trabalhos inscritos na etapa nacional, principalmente nos estados do Ceará, com 208, Minas Gerais, com 93, Paraná com 49 e São Paulo, com 46”, afirma Antonio de Oliveira Lima, procurador do Trabalho no Ceará e idealizador do MPT na Escola. A melhor pintura foi de uma aluna da Escola João Hudson Saraiva, do município de Uruburetama (CE). A estudante Livia Barroso criou o quadro “As duas faces da infância” .
“Fico muito feliz ao sentir o engajamento de toda a comunidade escolar no processo”, destaca Lima, satisfeito com o elevado número de pessoas envolvidas desde as formações até a fase final da premiação. Uma das visitas especiais, ele comenta, aconteceu no município cearense de Aracati, vencedor na modalidade esquete teatral. A peça João e Maria foi criada e encenada na Escola de Ensino Fundamental Antonieta Cals, de Fortaleza (CE):
Apaixonado por futebol, Mateus, flamenguista de sorriso tímido, tem plena consciência de que o valor do poema não é só financeiro. “Lá em casa, minha mãe ensinou que eu e meus irmãos precisávamos estudar. O trabalho não pode atrapalhar nunca os estudos”, contou ao Promenino, coincidentemente no dia de sua formatura do 9o ano.
“Gosto de escrever, mas quero mesmo é ser piloto de helicóptero. Sempre achei bonito e paro para ver quando sobrevoam a lavoura, sabe? Acabei de fazer minha primeira viagem de avião [ao receber a premiação, no Ceará] e foi legal demais ver tudo lá de cima. Não tenho nenhum medo, não.”
Quem não tem medo de voar, Mateus, pode ser tudo o que quiser.
Fonte: Promenino Fundação Telefônica
O segundo José veio ao mundo neste ano, pelas mãos do estudante Mateus Augusto dos Santos. Aos 15, o morador da área rural de Espera Feliz – município de 24 mil habitantes distante 272 km de Itabira, cidade natal de Drummond – escreveu o poema “Rumo à Colheita” (confira ao lado) durante uma atividade na escola. A ideia era questionar as consequências do trabalho na infância.
Seu talento acaba de ser reconhecido. A escola do campo na qual concluiu o 9o ano atua em parceria com o Projeto MPT na Escola, que leva às salas de aula e às equipes escolares do país formações e debates sobre o trabalho infantil e os direitos da infância garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Filho dos meeiros Aparecida e Pedro, separados, ambos trabalhadores da lavoura de café sem oportunidades de finalizar os estudos, Mateus ganhou o primeiro lugar na categoria poesia.
Pela primeira vez, a premiação teve caráter nacional. Colégios representaram as regiões Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com projetos artísticos que, além da poesia, produziram esquetes teatrais, músicas e pinturas. Duas escolas do Ceará e duas de Minas Gerais (uma delas a espera-felizense Escola Municipal Álvaro de Sá Barbosa, onde Mateus estuda) foram contempladas com R$ 50 mil cada, valor dividido entre autores, escolas, coordenadores municipais do projeto e educadores. Ao todo, 32 jurados participaram da etapa nacional do prêmio, sendo oito por categoria. Na modalidade música, a equipe vencedora foi a da Escola Municipal Maria Isabel Queiroz, de Patrocínio (MG).
“Eu escrevi sem conhecer o poema do Carlos Drummond de Andrade, que é tão bonito! Tentei explicar o que se passa na vida de quem tem de trabalhar e deixar a escola”, conta o jovem poeta, incentivado pelos professores de história e português a se arriscar nas letras. Para a secretária municipal de Educação de Espera Feliz, Adriana Muller Dimas e Souza, o orgulho é grande, não só pelo prêmio, mas por tudo o que ele agrega à comunidade.
“O MPT na Escola é um projeto que descortina horizontes”, ressalta Adriana. “Temos a intenção de inscrever todas as escolas da cidade no projeto, para que realizem atividades e capacitações durante o ano letivo, como já fazemos em seis delas. Além de esclarecer os riscos que o trabalho infantil causa para o desenvolvimento físico e psicológico, as famílias também participam do processo, tornam-se mais cautelosas em relação aos mitos relacionados ao assunto.”
Pedagogia da esperança
“É preciso destacar a quantidade e a qualidade dos trabalhos inscritos na etapa nacional, principalmente nos estados do Ceará, com 208, Minas Gerais, com 93, Paraná com 49 e São Paulo, com 46”, afirma Antonio de Oliveira Lima, procurador do Trabalho no Ceará e idealizador do MPT na Escola. A melhor pintura foi de uma aluna da Escola João Hudson Saraiva, do município de Uruburetama (CE). A estudante Livia Barroso criou o quadro “As duas faces da infância” .
“Fico muito feliz ao sentir o engajamento de toda a comunidade escolar no processo”, destaca Lima, satisfeito com o elevado número de pessoas envolvidas desde as formações até a fase final da premiação. Uma das visitas especiais, ele comenta, aconteceu no município cearense de Aracati, vencedor na modalidade esquete teatral. A peça João e Maria foi criada e encenada na Escola de Ensino Fundamental Antonieta Cals, de Fortaleza (CE):
Apaixonado por futebol, Mateus, flamenguista de sorriso tímido, tem plena consciência de que o valor do poema não é só financeiro. “Lá em casa, minha mãe ensinou que eu e meus irmãos precisávamos estudar. O trabalho não pode atrapalhar nunca os estudos”, contou ao Promenino, coincidentemente no dia de sua formatura do 9o ano.
“Gosto de escrever, mas quero mesmo é ser piloto de helicóptero. Sempre achei bonito e paro para ver quando sobrevoam a lavoura, sabe? Acabei de fazer minha primeira viagem de avião [ao receber a premiação, no Ceará] e foi legal demais ver tudo lá de cima. Não tenho nenhum medo, não.”
Quem não tem medo de voar, Mateus, pode ser tudo o que quiser.
Fonte: Promenino Fundação Telefônica
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Vídeo de menino derrubando móveis em escola gera comoção nas redes sociais
O vídeo que mostra um menino derrubando móveis e objetos na sala de uma escola tem gerado enorme comoção nas redes sociais. A cena foi registrada por funcionários da escola, que nada fizeram. “Deixa ele, a gente não pode bater nele ou segurá-lo”, diz uma funcionária. “Quero saber da orientação educacional, da assistência social, o que a gente faz com uma criança dessas?”, questiona outra. No fim das contas, os professores ameaçam acionar a polícia.
Somente em uma página do Facebook, o vídeo foi compartilhado mais de 100 mil vezes por internautas indignados e divide opiniões. "Acho que nem os pais dessa criança têm domínio sobre ele. Que absurdo, meu Deus", escreveu um deles. "Total despreparo dos educadores. Ninguém manda parar e ainda estão incentivando a quebradeira", escreveu outro.
O caso ocorreu na Escola Municipal Paulo Freire, localizada na cidade de Macaé. De acordo com a Secretaria de Educação do município, o menino tem 7 anos e é aluno do 1° ano do Ensino Fundamental. A secretaria não informou quando o caso ocorreu, mas disse que soube do fato nesta quarta-feira. Segundo o órgão, não há registros de problemas anteriores com o estudante.
Além disso, a Secretaria de Educação informou que “solicitou à Procuradoria Geral do Município a abertura de um inquérito administrativo para a apuração dos fatos”. Segundo o órgão, a direção geral ficará afastada da escola enquanto as investigações estiverem em andamento. Também informaram que assistentes sociais foram à residência do menino para oferecer apoio à família, e que ele terá acompanhamento de profissionais da equipe multidisciplinar na escola a partir desta quinta-feira.
Especialistas questionam conduta dos funcionários
A pergunta feita pela funcionária da escola sobre o que fazer com o menino divide opiniões entre especialistas. De acordo com o desembargador Siro Darlan, ex-coordenador da Comissão Judiciária de Articulação das Varas da Infância e Juventude e Idoso, não existe uma receita a ser seguida pelos funcionários diante de uma situação como essa, mas é categórico ao afirmar que a violência nunca é a melhor opção.
— Em uma situação como essa, o ideal é esperar a criança se acalmar e oferecer uma resposta de acolhimento. Em vez de puxá-la com força, é preciso abraçá-la. Provavelmente o menino está acostumado à violência e espera que os funcionários da escola o tratem desta forma. Mas, se é surpreendido com uma ação diferente, pode mudar o seu comportamento — defende.
Para Darlan, a falta de reação dos funcionários reflete uma falta de orientação educacional e preparo adequados. Segundo ele, os professores não podem abrir mão de sua autoridade pedagógica.
— O educando testa o educador a todo momento. A juventude é contestadora, e não passiva. Cabe aos professores, através de técnicas aprendidas nas universidades, controlar, dialogar e se aproximar dos alunos — diz.
A professora Miriam Paura, pedagoga da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), acredita que a conduta adotada pelos funcionários da escola foi “erradíssima”.
— Não se educa deixando os alunos fazerem o que querem. Os pais e educadores devem estabelecer limites para as ações das crianças. Deveriam ter o retirado da sala e conversado com ele, dito que não estava certo. Ele pode não entender hoje ou amanhã, mas um dia começa a entender. Se o caso é mais sério, o ideal é que os pais levem a criança até um médico para que, junto com a escola, ajude a resolver o problema — explica.
Para o especialista em educação Cláudio de Moura e Castro, a indisciplina é um problema sistêmico no país, onde existe uma confusão entre autoridade e autoritarismo.
— Sem autoridade, nenhuma organização funciona. O que acontece é que esses funcionários são partes de um sistema. Eles não têm autoridade ou autonomia para se rebelarem individualmente contra a incapacidade da escola de lidar com indisciplina. É um problema sistêmico, estrutural. O pensamento educacional é incapaz de entender que há limites que não podem ser ultrapassados. Criou-se uma enfermidade social, uma permissividade que é disfuncional em qualquer país do mundo — defende.
O especialista defende que, para mudar o cenário, deve haver uma “tomada de consciência coletiva”.
— Acho que a mudança deve começar pelas secretarias de educação, pelos diretores e professores, que devem dar um basta na situação. Os conselhos tutelares e juizados também devem ser parte do processo — argumenta.
Leia a nota da Secretaria de Educação de Macaé na íntegra:
“A secretaria de Educação solicitou, junto à Procuradoria Geral do Município, a abertura de um inquérito administrativo para apuração dos fatos sobre a exibição do vídeo do aluno, de 7 anos, do 1º ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Paulo Freire, localizada no bairro Lagomar, que foi divulgada nas redes sociais. Baseado na solicitação da abertura do inquérito, para apuração isenta dos fatos, foi recomendado o afastamento da direção geral da unidade municipal.
As assistentes sociais da secretaria de Educação foram até a residência do aluno para oferecer apoio necessário à família. O estudante terá acompanhamento dos profissionais da equipe multidisciplinar na unidade escolar, a partir desta quinta-feira (29).
O secretário de Educação, Guto Garcia, que ficou ciente do caso nesta quarta-feira (28), adotou, de imediato, as providências necessárias. Ele destacou que o vídeo confirma a preservação da integridade física do aluno e que não há registros de problemas anteriores com o estudante.
A Prefeitura de Macaé lamenta o fato ocorrido e ressalta que a rede municipal de ensino trabalha em prol do bem-estar dos alunos.”
Fonte: Extra
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Klementinum: Uma das Mais Belas Bibliotecas do Mundo!
Localizada em Praga, capital da República Tcheca, o complexo arquitetônico barroco que abriga a Biblioteca Klementinum é um dos mais belos exemplos deste estilo.
Sua história remonta à existência de uma capela dedicada a São Clemente, no século 11. Um mosteiro dominicano foi fundado no período medieval, sendo depois transformado, em 1556, em um colégio jesuíta. Em 1622, os jesuítas transferiram a biblioteca da Charles University para o Klementinum, e o colégio foi absorvido pela Universidade em 1654. Os jesuítas permaneceram até 1773, quando o Klementinum foi estabelecido como um observatório, biblioteca e universidade pela imperatriz Maria Theresa da Áustria.
A preciosa edificação abriga mais de 20.000 volumes e foi votada como a mais majestosa e impressionante biblioteca do mundo.
A biblioteca está aberta em quase todos os dias de manhã até que à tarde.
Para mais informações, visite o site klementinum.com (em inglês).
Os afrescos que decoram o teto são criação de Jan Hiebl, e apresentam motivos alegóricos sobre educação, bem como retratos de santos jesuítas, antigos patronos da biblioteca e outras pessoas proeminentes.
Ela também abriga uma preciosa coleção de globos geográficos e astronômicos, na sua maioria, feitos por padres jesuítas, que também também construíram relógios astronômicos.
Fonte: TudoPorEmail
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Um em cada cinco alunos do 3º ano fundamental não entende o que está lendo
Além disso, 34%não sabem localizar uma informação explícita quando a mesma está no meio do texto
por Eduardo Vanini / Paula Ferreira
RIO - Boa parte dos alunos no 3° ano do ensino fundamental brasileiro não entende o que lê. De acordo com a Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), divulgada nesta quinta-feira, 22,21% dos estudantes de escolas públicas nessa fase da educação foram classificados no "nível 1", o mais baixo de uma escala que vai até o "nível 4". Ou seja, essas crianças conseguem ler as palavras, mas não são capazes de compreender o que diz o texto diante delas.
Ainda segundo os resultados da ANA, 34% dos alunos estão no "nível 2". Eles compreendem o sentido do texto, mas não são capazes de encontrar uma informação explícita quando a mesma está no meio ou no final desse texto. De acordo com a avaliação, 32% das crianças estão no "nível 3" e apenas 11,2% estão no "nível 4".
A avaliação foi elaborada com base em questionários contextuais e teste de desempenho, nos quais foram verificados os níveis de alfabetização e letramento em Língua Portuguesa e a alfabetização em Matemática. Os resultados da ANA não compõem o Índice de Desenvolvimento Educação Básica (Ideb), mas funcionam como um diagnóstico das crianças na alfabetização. Este ano, a avaliação, que começou a ser aplicada em 2013, seria aplicada pela terceira vez, mas foi suspensa em função dos cortes de gastos. São avaliadas crianças do 3º ano do ensino fundamental, fase final do ciclo de alfabetização.
No que diz respeito à escrita, a ANA aponta que 34,46% dos dessas crianças não conseguem escrever um texto adequado ao que foi proposto. O resultado é a soma dos três primeiros níveis de aprendizagem. Na faixa 1, a mais baixa, estão 11,64% dessas crianças. Neste patamar elas não conseguem escrever palavras e relacionar os sons às letras. No nível 5 (índice ideal), há somente 9,88% dos estudantes, o que significa que sabem atender à proposta e escrevem textos com maior complexidade, embora possam ocorrer erros ortográficos e de pontuação.
A diretora-executiva do Movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz, considerou os dados "muito preocupantes". Segundo ela, a alfabetização é base da aprendizagem e o percentual de crianças que alcançaram os níveis máximos na avaliação — patamar ideal de letramento — são muito baixos: 11,20% em leitura e 9.88% em escrita.
— A meta do Todos pela Educação é que toda criança esteja plenamente alfabetizada até os 8 anos. Nessa idade, é importante que isso esteja consolidado para que ela alcance autonomia para continuar aprendendo e evoluindo na escola. Se isso não acontece, fica mais difícil corrigir as deficiências e ela é atropelada pelo currículo.
DISCREPÂNCIA ENTRE LEITURA E ESCRITA CHAMA ATENÇÃO
A discrepância entre os índices de leitura e escrita chamou a atenção de especialistas. De acordo com Inês Kisil Miskalo, gerente-executiva de Educação do Instituto Ayrton Senna, é estranha a diferença de resultados, já que uma depende da outra.
- Isso pode revelar dois quadros. O primeiro é que os alunos estão melhor na escrita do que na leitura, o que seria improvável, já que a criança precisa ler bem para ter repertório para a escrita. O segundo é que a avaliação da leitura foi mais rigorosa que a da escrita. Mas, para descobrir isso, precisamos nos debruçar sobre os instrumentos de avaliação.
Entre as regiões brasileiras, a que apresentou maior número de crianças no nível 4 de leitura (considerado ideal) foi o Sudeste com 16,75%. O índice mais baixo de alunos na faixa ideal foi registrado na região Norte: 4,84%. No recorte sobre o desempenho em escrita, o Sudeste também apresentou a maior quantidade de alunos no último nível, 15,43%. O quantitativo mais baixo, neste ponto, foi registrado no Nordeste, onde apenas 3,72% dos estudantes estão na última faixa de desenvolvimento.
Priscila Cruz ressaltou o caso de estados como Maranhão, Alagoas e Amapá, que têm os piores índices, quadro que vem se arrastando ao longo de várias avaliações.
— Mais de 40% das crianças no Maranhão são analfabetas, visto que estão no nível 1, ou seja, não conseguem ler uma sentença. As crianças só começam a entrar no contexto de pré-alfabetização no nível 2 — ilustrou. — É preocupante porque estes estados sempre ficam mal, mas nada acontece. Se o Brasil quer universalizar a aprendizagem, precisa garantir a alfabetização das crianças.
No Rio, 21,59% das crianças avaliadas estão na faixa mais baixa de leitura e 10,74% no mesmo patamar em relação à escrita. O número de crianças no patamar ideal de alfabetização é de 10,13% em escrita e 8,38% em escrita
Fonte: O Globo
por Eduardo Vanini / Paula Ferreira
RIO - Boa parte dos alunos no 3° ano do ensino fundamental brasileiro não entende o que lê. De acordo com a Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), divulgada nesta quinta-feira, 22,21% dos estudantes de escolas públicas nessa fase da educação foram classificados no "nível 1", o mais baixo de uma escala que vai até o "nível 4". Ou seja, essas crianças conseguem ler as palavras, mas não são capazes de compreender o que diz o texto diante delas.
Ainda segundo os resultados da ANA, 34% dos alunos estão no "nível 2". Eles compreendem o sentido do texto, mas não são capazes de encontrar uma informação explícita quando a mesma está no meio ou no final desse texto. De acordo com a avaliação, 32% das crianças estão no "nível 3" e apenas 11,2% estão no "nível 4".
A avaliação foi elaborada com base em questionários contextuais e teste de desempenho, nos quais foram verificados os níveis de alfabetização e letramento em Língua Portuguesa e a alfabetização em Matemática. Os resultados da ANA não compõem o Índice de Desenvolvimento Educação Básica (Ideb), mas funcionam como um diagnóstico das crianças na alfabetização. Este ano, a avaliação, que começou a ser aplicada em 2013, seria aplicada pela terceira vez, mas foi suspensa em função dos cortes de gastos. São avaliadas crianças do 3º ano do ensino fundamental, fase final do ciclo de alfabetização.
No que diz respeito à escrita, a ANA aponta que 34,46% dos dessas crianças não conseguem escrever um texto adequado ao que foi proposto. O resultado é a soma dos três primeiros níveis de aprendizagem. Na faixa 1, a mais baixa, estão 11,64% dessas crianças. Neste patamar elas não conseguem escrever palavras e relacionar os sons às letras. No nível 5 (índice ideal), há somente 9,88% dos estudantes, o que significa que sabem atender à proposta e escrevem textos com maior complexidade, embora possam ocorrer erros ortográficos e de pontuação.
A diretora-executiva do Movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz, considerou os dados "muito preocupantes". Segundo ela, a alfabetização é base da aprendizagem e o percentual de crianças que alcançaram os níveis máximos na avaliação — patamar ideal de letramento — são muito baixos: 11,20% em leitura e 9.88% em escrita.
— A meta do Todos pela Educação é que toda criança esteja plenamente alfabetizada até os 8 anos. Nessa idade, é importante que isso esteja consolidado para que ela alcance autonomia para continuar aprendendo e evoluindo na escola. Se isso não acontece, fica mais difícil corrigir as deficiências e ela é atropelada pelo currículo.
DISCREPÂNCIA ENTRE LEITURA E ESCRITA CHAMA ATENÇÃO
A discrepância entre os índices de leitura e escrita chamou a atenção de especialistas. De acordo com Inês Kisil Miskalo, gerente-executiva de Educação do Instituto Ayrton Senna, é estranha a diferença de resultados, já que uma depende da outra.
- Isso pode revelar dois quadros. O primeiro é que os alunos estão melhor na escrita do que na leitura, o que seria improvável, já que a criança precisa ler bem para ter repertório para a escrita. O segundo é que a avaliação da leitura foi mais rigorosa que a da escrita. Mas, para descobrir isso, precisamos nos debruçar sobre os instrumentos de avaliação.
Entre as regiões brasileiras, a que apresentou maior número de crianças no nível 4 de leitura (considerado ideal) foi o Sudeste com 16,75%. O índice mais baixo de alunos na faixa ideal foi registrado na região Norte: 4,84%. No recorte sobre o desempenho em escrita, o Sudeste também apresentou a maior quantidade de alunos no último nível, 15,43%. O quantitativo mais baixo, neste ponto, foi registrado no Nordeste, onde apenas 3,72% dos estudantes estão na última faixa de desenvolvimento.
Priscila Cruz ressaltou o caso de estados como Maranhão, Alagoas e Amapá, que têm os piores índices, quadro que vem se arrastando ao longo de várias avaliações.
— Mais de 40% das crianças no Maranhão são analfabetas, visto que estão no nível 1, ou seja, não conseguem ler uma sentença. As crianças só começam a entrar no contexto de pré-alfabetização no nível 2 — ilustrou. — É preocupante porque estes estados sempre ficam mal, mas nada acontece. Se o Brasil quer universalizar a aprendizagem, precisa garantir a alfabetização das crianças.
No Rio, 21,59% das crianças avaliadas estão na faixa mais baixa de leitura e 10,74% no mesmo patamar em relação à escrita. O número de crianças no patamar ideal de alfabetização é de 10,13% em escrita e 8,38% em escrita
Fonte: O Globo
domingo, 19 de julho de 2015
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Crianças em zonas de conflito precisam de US$ 2,3 bilhões para ir à escola, diz Unesco
Alunos de uma escola evangélica em Canaan, no Haiti - Rebecca Blackwell / AP
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/criancas-em-zonas-de-conflito-precisam-de-us-23-bilhoes-para-ir-escola-diz-unesco-16591218#ixzz3eTSKbydi
© 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
Meta sugerida é que 4% da ajuda humanitária seja direcionada para a educação
LONDRES - As 34 milhões de crianças que estão fora da escola em países afetados por conflitos precisam de US$ 2,3 bilhões para que consigam ser escolarizadas, dez vezes o total que recebem atualmente em ajuda para a educação, segundo uma declaração dada pela agência de educação das Nações Unidas, a Unesco, nesta segunda-feira.
— Voltar para a escola pode ser a única centelha de esperança e de normalidade para muitas crianças e jovens em países mergulhados em crises — disse a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova. — A educação deve ser vista como parte da primeira resposta quando a crise bate.
A meta sugerida em vigor desde 2011 é que 4% da ajuda humanitária seja direcionada para a educação, mas esse setor, no ano passado, recebeu apenas 2% do valor total, de acordo com um comunicado da Unesco.
ADVERTISEMENT
— As metas atuais são imensamente insuficiente e desviam a atenção das verdadeiras necessidades das crianças e jovens em suas regiões — afirmou Aaron Benavot, diretor para o Relatório de Monitoramento Global (RMG), na Unesco.
Crianças e adolescentes em países afetados por conflitos, particularmente as meninas, são muito mais propensos a ficar fora da escola do que os de outros países, assinalou o RMG no comunicado. De acordo com a Unesco, mesmo que a meta de 4% fosse alcançada em 2013, 15,5 milhões de crianças e jovens ainda teriam ficado sem receber ajuda humanitária para a educação.
Apenas 4% dos apelos feitos por ajuda à educação em todo o mundo receberam metade de todo o financiamento humanitário para o setor, observa o relatório, sendo que o Chade e o Congo se saíram particularmente mal. Já o Haiti, o Sudão e os países afetados pelo tsunami asiático 2005 foram mais bem-sucedidos.
O GLOBO
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/criancas-em-zonas-de-conflito-precisam-de-us-23-bilhoes-para-ir-escola-diz-unesco-16591218#ixzz3eTSKbydi
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Meta sugerida é que 4% da ajuda humanitária seja direcionada para a educação
LONDRES - As 34 milhões de crianças que estão fora da escola em países afetados por conflitos precisam de US$ 2,3 bilhões para que consigam ser escolarizadas, dez vezes o total que recebem atualmente em ajuda para a educação, segundo uma declaração dada pela agência de educação das Nações Unidas, a Unesco, nesta segunda-feira.
— Voltar para a escola pode ser a única centelha de esperança e de normalidade para muitas crianças e jovens em países mergulhados em crises — disse a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova. — A educação deve ser vista como parte da primeira resposta quando a crise bate.
A meta sugerida em vigor desde 2011 é que 4% da ajuda humanitária seja direcionada para a educação, mas esse setor, no ano passado, recebeu apenas 2% do valor total, de acordo com um comunicado da Unesco.
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— As metas atuais são imensamente insuficiente e desviam a atenção das verdadeiras necessidades das crianças e jovens em suas regiões — afirmou Aaron Benavot, diretor para o Relatório de Monitoramento Global (RMG), na Unesco.
Crianças e adolescentes em países afetados por conflitos, particularmente as meninas, são muito mais propensos a ficar fora da escola do que os de outros países, assinalou o RMG no comunicado. De acordo com a Unesco, mesmo que a meta de 4% fosse alcançada em 2013, 15,5 milhões de crianças e jovens ainda teriam ficado sem receber ajuda humanitária para a educação.
Apenas 4% dos apelos feitos por ajuda à educação em todo o mundo receberam metade de todo o financiamento humanitário para o setor, observa o relatório, sendo que o Chade e o Congo se saíram particularmente mal. Já o Haiti, o Sudão e os países afetados pelo tsunami asiático 2005 foram mais bem-sucedidos.
O GLOBO
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Creche do terror: crianças são vítimas de abuso sexual no interior de São Paulo
Os abusos começaram a ser descobertos depois que uma criança de apenas três anos, irmã de uma menina de cinco anos foi até à casa, que funcionava como creche, pela primeira vez. Mas, quando chegou em casa, a mãe percebeu que a menina estava estranha e ficou surpresa quando a filha começou a relatar o que tinha acontecido na escolinha. A polícia já pediu a prisão temporário de Tio Chiquinho, um dos donos da “creche”; mas o homem continua foragido.
R7
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Violações no sistema socioeducativo do Espírito Santo são condenadas pela OEA
Relatos contínuos de agressão entre internos, uso abusivo de algemas, agressões, ameaças e encarceramento como forma de castigo na Unidade de Internação Socioeducativa (Unis), no município de Serra, na região da Grande Vitória (ES), levaram a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), no âmbito da Organização dos Estados Americanos (OEA), a renovar pela sétima vez desde 2011 as determinações de mudanças urgentes no sistema socioeducativo do Estado.
Embora algumas medidas tenham sido adotadas, principalmente em relação à superlotação, o relatório apresentado não foi considerado suficientemente convincente para demonstrar avanços permanentes na eliminação de situações de risco e proteger a vida e a integridade pessoal, psíquica e moral das crianças e adolescentes privados de liberdade, segundo atesta a resolução da CIDH.
Na avaliação de Sandra Carvalho, coordenadora da organização não governamental Justiça Global, que denunciou a Unis em 2009, quando três internos morreram por violações aos direitos humanos, medidas paliativas foram adotadas, mas não uma política mais estruturante. “Há muita incidência de violência entre os socioeducandos, violência de agentes contra os socioeducandos, muitos casos de adolescentes, por causa do confinamento excessivo, casos em que eles se autolesionam. Então, é ainda uma situação extremamente grave.”
A corte determinou o envio de relatórios a cada três meses sobre o andamento da questão, além da investigação das denúncias e dos agentes envolvidos em casos de violação.
promenino
sábado, 13 de setembro de 2014
A vacinação contra HPV é segura?
Eu fiquei muito preocupada quando ouvi a notícia sobre as alunas da escola de Bertioga que foram internadas no hospital por causa de sintomas como a perda de movimentos e sensibilidade das pernas causados, supostamente, pela vacina contra o HPV.
Para quem ainda não sabe, desde março, a vacina contra o HPV passou a ser distribuída gratuitamente pelo SUS para meninas entre 11 e 13 anos e a segunda fase da campanha começou no dia 1o de setembro. Obviamente, minha primeira reação ao saber do acontecido foi querer saber sobre as meninas. Mas, depois, o impacto que uma notícia como essa pode causar na população ocupou os meus pensamentos como educadora sexual. Fui saber o que as pessoas estavam pensando.
Não deu outra! Como diz o ditado, notícia ruim chega logo. São inúmeros os sites, blogs e canais de notícias que divulgaram o acontecido, e os comentários são exatamente aqueles que eu suspeitava: “e agora, devo vacinar minha filha?”
As escolas serão bastante questionadas por muitos pais até que se esclareça de fato o que aconteceu com a essas garotas. Procurei me assessorar com médicos ginecologistas, neurologistas e imunologistas, e todos foram unânimes: não há nenhum motivo para pânico ou medo de vacinar as meninas.
Segundo a Folha de S. Paulo, a Secretaria Estadual de Saúde está acompanhando de perto os casos das 11 jovens e já descartou qualquer problema com o lote de vacinas utilizado em Bertioga. De acordo com a responsável pelo setor de Imunizações da Secretaria, Helena Sato, a vacinação contra o HPV vai continuar em todo o estado. Ela disse que não há nenhuma associação dos sintomas apresentados pelas adolescentes de Bertioga com a aplicação da vacina, uma vez que o mesmo lote, composto por 320 mil doses, vem sendo aplicado desde o início do mês em estudantes de todo o estado de São Paulo.
O suporte do educador
Quando se fala na prevenção de doenças como hipertensão ou diabetes, as pessoas conversam, buscam informações, trocam receitas de comidas saudáveis, dão dicas de formas de se exercitarem etc. Mas quando a doença está ligada ao sexo, geralmente não há diálogo, há julgamento. A vacinação gratuita contra HPV é uma grande conquista e é triste vê-la posta em risco.
A aids, por exemplo, foi descoberta nos anos 80 e até hoje há quem julgue que ensinar os jovens a se prevenir contra essa doença incurável é incentivá-los a ter relações sexuais. Isso é negar o benefício da informação. O conhecimento é uma das maiores virtudes para evitar os riscos a que todos nós estamos sujeitos na vida sexual. Ah! Como eu ficarei feliz no dia em que me defrontar com amigos trocando receitas de como colocar a camisinha de um jeito mais prazeroso ou dando dicas de práticas sexuais que evitam a possibilidade de infecção… Imaginem que atitude saudável a família dar camisinhas de lembrancinha do aniversário!!! Uma verdadeira festa para os meus olhos!
A vacina contra o HPV está por um triz de cair no conceito popular como algo nocivo. Nós, educadores, temos a obrigação de não deixar que isso aconteça! Como disse, a vacina contra o HPV (papiloma vírus humano) foi uma grande conquista para a prevenção dessa doença, que é uma das principais responsáveis pelos casos de câncer de colo do útero, um tumor frequente na população feminina e a segunda causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.
Conseguimos incluir a vacina no calendário nacional de imunizações, mas é preciso continuar falando sobre ela. Não ignore o assunto em sua escola, ao contrário! Converse com os pais e com seus alunos. Traga o tema à tona, perguntando suas opiniões e esclarecendo as dúvidas que aparecerem.
Nova Escola
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