sexta-feira, 8 de abril de 2016

8 de Abril - Dia Mundial de Combate ao Câncer

ღ Angel Gil Gifs ღ
Todos nós sabemos que a luta contra o câncer é diária. No Dia Mundial do Combate ao Câncer, data criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é importante chamar ainda mais atenção de todas as nações, líderes governamentais e do público em geral para a importância da discussão dessa doença que atinge altos índices. A prevenção ainda é o melhor caminho para se evitar a doença. "Há dois tipos de prevenção: prevenção primária e secundária. A primeira consiste na mudança dos hábitos pessoais de um indivíduo com o objetivo de reduzir a influência dos fatores ambientais causadores de uma determinada doença. A segunda, diferentemente, foca no seu diagnóstico precoce, partindo da premissa de que, quanto antes for feito o diagnóstico do câncer, maiores são as chances de cura do paciente.

Fonte: Facebook

terça-feira, 5 de abril de 2016

Distúrbio do sono incurável afeta cerca de 800 crianças que tomaram vacina contra H1N1 na Europa

Cerca de 800 crianças europeias desenvolveram narcolepsia – uma doença incurável que causa crises de sono incontroláveis durante o dia – após terem recebido a vacina Pandemrix, contra o vírus da gripe H1N1 ('gripe suína'), produzida pela GlaxoSmithKline.

A jovem Emelie Olsson, de 14 anos, é uma delas. Ela tem dificuldade de se manter acordada durante o dia e perde aulas com frequência por causa do problema. Ao acordar, ela às vezes fica paralisada, com falta de ar e sem conseguir pedir ajuda. Além disso, ela tem pesadelos e alucinações.

Países como a Finlândia, a Noruega, a Irlanda e a França também registraram aumento nos casos de narcolepsia em crianças após a implementação da vacina. Por causa disso, a agência reguladora de remédios europeia decidiu restringir o uso da vacina em jovens abaixo dos 20 anos.

Já para o médico Emmanuel Mignot, da Universidade de Stanford (EUA), considerado um dos maiores especialistas em narcolepsia do mundo, não há dúvidas de que a vacina fez aumentar a ocorrência de narcolepsia. Mas ele concorda que ainda é preciso fazer mais pesquisas.

Mais de 30 milhões de pessoas de 47 países receberam a vacina da Glaxo entre 2009 e 2010. A companhia diz que 795 pessoas foram diagnosticadas com narcolepsia na Europa desde o início do uso da vacina.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacina adquirida em 2010 para imunização contra a H1N1 no Brasil não é a Pandemrix e não houve nenhum caso de narcolepsia associada a vacina no país.

Os cientistas ainda estão pesquisando o que, na vacina, pode deflagrar a doença. Alguns sugerem que é o adjuvante, chamado de AS03. Outros, que é o próprio vírus H1N1 o responsável por causar narcolepsia em pessoas geneticamente predispostas.

Mas os especialistas concordam que é preciso cautela para não gerar pânico na população. "Ninguém quer ser o próximo Wakefield", disse Mignot à Reuters, referindo-se ao médico britânico Andrew Wakefield, que perdeu seu registro após ter associado a vacina contra sarampo, caxumba e rubéola ao autismo.

Equipes independentes de pesquisadores já publicaram estudos revisados por outros especialistas na Suécia, na Finlândia e na Islândia. Todos eles mostraram que o risco de narcolepsia aumentou de sete a 13 vezes entre as crianças que tomaram a vacina, em comparação com as que não tomaram.

O médico especializado em saúde pública Goran Stiernstedt, da Suécia, questiona se valeu a pena imunizar a população - ele ajudou a coordenar a campanha no país.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pandemia de gripe H1N1, de 2009 e 2010, causou 18.500 mortes, embora um estudo publicado no ano passado conclua que o número foi 15 vezes maior.

Stiernstedt estima que a vacinação evitou a morte de 30 a 60 pessoas por gripe. Mas pode ter deflagrado 200 casos de narcolepsia, uma doença incapacitante. Para ele, trata-se de uma "tragédia médica".

Já o diretor de imunizações do governo britânico, David Salisbury, acredita que, diante de uma pandemia, o risco de morte é bem mais grave que o risco de narcolepsia. Para ele, caso os pesquisadores tivessem dedicado mais tempo às pesquisas com a vacina, muito mais gente teria morrido.

(Com Reuters e Folha.com)

Fonte: UOL Notícias

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Casas subterrâneas do povo Kaingang

Os kaingang, uma das 305 atuais etnias do Brasil, já habitavam o Planalto Meridional Brasileiro três mil anos antes da chegada dos europeus. Estes povos eram conhecidos como Proto-Kaingang, povos da Tradição Taquara ou Povo das Casas Subterrâneas.

A arqueologia do sul do Brasil tem dado atenção, desde a década de 60, a um tipo muito especial de antiga ocupação humana encontrada em muitos pontos de planalto nos estados de São Paulo, Paraná e, principalmente, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de alguns achados semelhantes próximos ao litoral, no sul de Santa Catarina.

Para se proteger do inverno rigoroso que castiga as elevadas regiões do Sul do Brasil, chamados Campos de Cima da Serra, construíam suas casas de forma enterrada, mantendo-as, assim, protegidas dos ventos fortes e gelados que cortam o planalto.
Por vezes, as paredes eram compactadas com argila mais fina, resultando em uma camada de revestimento. O teto era apoiado sobre estacas: uma estaca principal no centro, que descia até o chão da casa, e estacas laterais, que irradiavam do mastro central e se apoiavam na superfície do solo, na parte externa. Este teto ficava pouco acima do nível do terreno, garantindo ventilação, iluminação e trânsito.

Trata-se de verdadeiras casas circulares, escavadas na terra: em alguns casos, em rocha basáltica, em outros, em basalto composto ou rocha mole de arenito. Suas dimensões são variáveis; os registros mais importantes revelam estruturas com tamanhos médios entre 2 e 13 metros de diâmetro com profundidade média de 2,5 a 5 metros de altura, havendo casos registrados de 4 e até 6 metros de profundidade. Segundo a descrição de vários pesquisadores, com base nas casas melhor conservadas, sobre a cova circular que delimitava a casa, erguia-se uma cobertura de folhas sustentada em uma armação de madeira, em parte fixada na base da casa, e em parte fixada nas bordas laterais da cova, inclusive com o auxílio de pedras.

Em algumas casas os arqueólogos mencionam ter encontrado um revestimento de piso e, em outras, revestimento em pedra nas paredes ou parte delas.
Ainda que, em um número significativo de sítios arqueológicos se encontrem casas subterrâneas isoladas, é comum encontrar-se conjuntos dessas casas, seja formando
pares, seja formando verdadeiras aldeias de mais de 5 casas, sendo vários os
agrupamentos entre 8 e 10 delas, e havendo, mesmo, casos de mais de 20 casas em um mesmo lugar. O espaçamento entre essas casas varia de 1 a 10 metros, em média.

Ainda que alguns arqueólogos tenham sugerido que as casas subterrâneas não teriam sido, de fato, casas de habitação, mas apenas centros cerimoniais, a posição mais comum e sustentável indica que realmente essas estruturas eram a residências dos grupos humanos que as construíram. O arqueólogo André Prous também descarta a hipótese de que as casas maiores fossem apenas centros cerimoniais, enquanto as menores seriam de moradia, uma vez que, com freqüência, as casas maiores ocorrem isoladas ou estão presentes justamente nos menores conjuntos de casas subterrâneas.
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É importante, porém, observar-se a época em que as casas subterrâneas foram construídas e habitadas, para pensarmos na relação delas com outras formas de habitação antigas dos Kaingang. A arqueologia brasileira tem relacionado as casas subterrâneas com o que convencionou chamar de “tradição Taquara-Itararé”. Segundo Prous, para essa tradição “até há pouco, as datações mais antigas eram
exclusivamente do Rio Grande do Sul, entre o primeiro e o sexto século de nossa era.

Várias outras obtidas para o mesmo estado, Argentina e Paraná eram do século XIV, e duas do início do período histórico. Recentemente, datações de 475 AD (fase Candoi) e 500 AD na Argentina vieram mostrar que a cultura das casas subterrâneas desenvolveu-se em diversas regiões, grosso modo, na mesma época, e não se pode descartar a possibilidade de aparecerem, com as novas pesquisas, datações tão antigas quanto a, isolada por enquanto, de 140 AD para a fase Guatambu, cujo término foi datado de 1790 AD”.

Fonte: Multiplica

segunda-feira, 28 de março de 2016

A morte anunciada chegou: Adeus Tapajós, adeus encontro das águas, adeus praias, adeus Alter do Chão...


Mineração está matando outro grande rio no Pará. Quem liga?


Por Manoel Dutra em seu blog, sob o título "A morte anunciada chegou: Adeus Tapajós, adeus encontro das águas, adeus praias, adeus Alter do Chão..." (via Diógenes Brandão, no As Falas da Pólis)
De nada adiantou mostrar, pedir, denunciar, publicar carta aberta ao governador do Estado, fazer abaixo-assinado, solicitar a interferência do vice-governador que nasceu às margens do Tapajós, prefeitos, vereadores, deputados. Até mesmo parte da sociedade da região Oeste do Pará parece ter imaginado que isso nunca aconteceria, aliás, que isso nunca se repetiria, como se verificou há quase três décadas: a contaminação de mais de 700 quilômetros de extensão do Rio Tapajós e de seus principais afluentes chegou à sua foz, diante de Santarém.

E agora, como ficará a nascente indústria do turismo que hoje emprega milhares de pessoas ao longo do rio entre Santarém e Itaituba? E a saúde pública, ameaçada pela contaminação dos cardumes por metilmercúrio? E a economia, de modo geral, do Oeste do Estado? E as decantadas belezas daquela região, que atrai os próprios moradores e visitantes de muitas outras partes do Brasil e do exterior?

Talvez ainda agora, hoje, alguém haverá de negar a realidade que está aí diante dos olhos: a poluição por barro, mercúrio, cianeto, sabões, detergentes, graxas e combustíveis tudo isso está agora chegando à frente de Santarém, matando o o encontro das águas e fazendo desaparecer a coloração verde/azulada cuja beleza sempre foi uma das características da foz do Tapajós, onde o grande rio deságua no Amazonas.

Hoje de manhã, o engenheiro agrônomo Nilson Vieira, uma voz quase solitária a mostrar a devastação das fontes de vida e beleza do Oeste do Pará, em sua página do Facebook, escreveu o que segue:

"As duas primeiras imagens foram feitas hoje (29/03/15) e mostram o Rio Tapajós com águas sem as cores verde-azuladas que lhe são características. As duas outras foram feitas em um passado bem recente, em agosto e novembro de 2014, apresentando cores bem típicas. Segundo moradores das margens do Tapajós, isso não resulta de um fenômeno natural, sendo consequência da atividade garimpeira no leito do Tapajós e de seus afluentes. Pelo jeito, a mistura de barro, lama e metais pesados chegou à foz do nosso lindo rio azul. E agora, José?"


Fonte: Blog do jornalista e professor Manuel Dutra

sábado, 26 de março de 2016

Dia do amigo virtual 26 de março!


Obrigado a todos os amigos que curtem o nosso blog , com certeza

vocês fazem dele muito mais bonito e nos sentimos felizes por ter feito

aqui grandes amigos(as).

Feliz dia do amigo Virtual , beijos com carinho.

Maria Célia e Carmen

quinta-feira, 24 de março de 2016

CODEPENDÊNCIA


CODEPENDÊNCIA: UM FENÔMENO RELEVANTE TCC – O termo codependência é polêmico e se refere a um processo de dependência basicamente emocional, mas com reflexos no físico e social, instalada a partir da convivência com um dependente de substâncias psicoativas (SPA) ou com problemas de comportamento.

CARMEN MONARI – R.A. 1126083

JAQUELINE GIRALDI DA SILVA – R.A. 1101503

MARIA CRISTINA PACHECO BORGES RIGHETTI

Um fenômeno relevante

Trabalho de conclusão de curso para obtenção do grau do título de Graduação em Serviço Social apresentado à Universidade Paulista – UNIP

Em termos gerais, a codependência é descrita como uma relação disfuncional, na qual o familiar passa a se preocupar mais com o dependente do que consigo mesmo. Com o tempo, esse padrão de pensamentos e comportamentos pode se tornar compulsivo e prejudicial, como se a pessoa se tornasse dependente do dependente.

É um processo de adoecimento que se desenvolve geralmente na família, mas que pode afetar outros sistemas, onde as trocas afetivas estão comprometidas.

De acordo com Zampiere (2004a), a codependência pode se manifestar no indivíduo, como um transtorno de personalidade ou como patologia de um sistema. Segundo a autora, a codependência não é reconhecida como doença, mas admitida como construção social.

A teoria sistêmica afirma que, todas as pessoas que compõem a unidade familiar têm um papel na maneira como funciona a família, como se relacionam os membros entre si e na forma como o sintoma aparece. (BOWEN, 1974 apud TANAJURA; FERREIRA, 2012).

Os codependentes enfrentam problemas de toda ordem: físicos, psicológicos, sociais, financeiros, etc. e apesar da controvérsia em relação a sua definição, é inegável o papel na recuperação de um dependente. Inicialmente apresenta-se como uma resposta doente ao processo, podendo promover o avanço da adicção através dos comportamentos facilitadores. Muitos profissionais compartilham a ideia de que o núcleo familiar deve ser trabalhado sempre que um de seus membros apresentar um problema que cause impacto na estrutura familiar. codependência

O termo codependência foi inicialmente utilizado para referir-se aos familiares de dependentes do álcool, mas atualmente generalizou-se para outros problemas de personalidade e relações disfuncionais como pais agressivos e autoritários; crianças e adolescentes com problemas de comportamento; indivíduos perturbados emocionalmente; doentes crônicos (esclerose múltipla, insuficiência renal, câncer, esquizofrenia, Alzheimer); pessoas em relacionamentos com indivíduos irresponsáveis; compulsivos por sexo, jogo, trabalho, comida, etc.; enfermeiros, assistentes sociais e outros profissionais.

Boyd (2000, p. 17) coloca que cada pessoa “pode se tornar codependente não apenas em relação a pessoas que lhe são mais próximos afetivamente, como até a pessoas de quem não gosta, como o chato do vizinho”.

CODEPENDÊNCIA UM FENÔMENO RELEVANTE TCC


O presente estudo procura se ater à questão da codependência gerada pelo convívio com um dependente químico e espera contribuir positivamente, já que a literatura apresenta uma grande lacuna sobre o tema, carecendo de rigor científico, fato este corroborado pela pesquisa de Pereira e Sobral (2012), que ressaltam ser este tema muito importante para se pensar em programas eficientes de tratamento da adicção.

O Levantamento Nacional de Famílias dos Dependentes Químicos (Lenad Família), feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em 2013, revelou que ao menos 28 milhões de pessoas no Brasil têm algum familiar que é dependente químico e mais de 10 milhões de familiares e amigos de dependentes em cocaína e crack sofrem do martírio da codependência.

De acordo com a Federação do Amor Exigente (FAE), que reúne 920 grupos de apoio aos familiares de usuários de drogas, por trás de um dependente, há pelo menos outras quatro pessoas que também precisam de tratamento.

Um estudo desenvolvido pelo Ligue 132, em 2007, avaliou que 71% dos familiares que buscaram ajuda do serviço apresentaram atitudes codependentes em relação aos usuários de drogas.

O tema escolhido propõe um olhar especial para aqueles que cuidam de alguém cuja dependência física e/ou psicológica é intensa, dificultando e até prejudicando a relação entre ambos e, em consequência, afetando todas as outras relações sociais. Busca esclarecer a questão do comportamento dos familiares que vivenciam a doença e comprova, pela relevância, a necessidade da intervenção junto à família do indivíduo dependente químico.

Fonte: CONTROLESOCIAL

quinta-feira, 17 de março de 2016

Bebê de 7 meses morre acidentalmente ao ser ninado pelo pai


Uma menina de 7 meses morreu acidentalmente enquanto seu pai a balançava e cantava canções de ninar. O caso aconteceu em Taiwan, e segundo o jornal chinês “People´s Daily”, o homem, que é pai de trigêmeos, segurava a menina no colo numa cadeira de balanço quando a filha começou a espumar pela boca.
Assustados, o pai e a mãe correram para o hospital, mas o bebê foi declarado morto. A menina não tinha ferimentos aparentes, e foi diagnosticada como vítima da síndrome do bebê sacudido, quando a criança sofre lesões cerebrais porque quem está cuidando dela a balança com força.

O médico Tong Meiling do hospital da criança de Nanjing explicou que os pais podem causar danos se não tiverem cuidado ao sacudir os bebês. “Adultos frequentemente se sentem cansados depois de um dia difícil no trabalho. Então, não é irracional que eles queiram que um bebê durma. Pais sem conhecimento médico podem facilmente machucar um bebê ao sacudi-lo fortemente, e o resultado é uma hemorragia cerebral”, disse.

Fonte: Extra

terça-feira, 8 de março de 2016

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