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quinta-feira, 16 de maio de 2013
Lembrem-se: Dia 18 de Maio
AGORA TAMBÉM E DIA ESTADUAL DO COMBATE.....MAS CADE AS POLITICAS PUBLICAS ESTADUAIS DE RESULTADO????
ASSIM QUE VC SOUBER DE ALGUÉM QUE ESTA SENDO VITIMA DENUNCIE, VAMOS FAZER NOSSA PARTE DE CIDADÃO JÁ QUE OS PODERES NÃO O FAZEM
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Sistema imunológico da mulher envelhece mais devagar
RIO. O sistema imunológico da mulher envelhece mais lentamente do que o do homem, segundo um estudo publicado esta semana pela revista “Immunity & Ageing”. Este fenômeno contribuiria para que elas vivam mais do que eles.
Os pesquisadores analisaram o sangue de voluntários saudáveis japoneses de ambos os sexos, todos entre 20 e 90 anos de idade. Em todos eles, o número total de glóbulos brancos diminuiu com a idade. O número de neutrófilos - que integram o sistema imunológico - diminuiu em ambos os sexos.
Os linfócitos, também presentes no sistema de defesa do organismo, foi reduzido com o tempo nos homens - enquanto aumentava nas mulheres. Ainda jovens, eles têm mais linfócitos com elas. Depois, essa quantidade torna-se equivalente.
A diferença de idade nos sistemas imunológicos entre homens e mulheres é um dos muitos processos alterados com a idade. O professor Katsuiku Hirokawa, da Universidade Médica e Dentária de Tóquio, explicou:
- O processo de envelhecimento é diferente por várias razões. As mulheres têm mais estrogênio do que os homens, o que parece protegê-las de doenças cardiovasculares até a menopausa. Os hormônios sexuais também afetam o sistema imunológico, especialmente em certos tipos de linfócitos. Como as pessoas envelhecem em diferentes ritmos, os parâmetros imunológicos poderiam prover uma indicação de sua verdadeira idade biológica.
O Globo
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Mensagem do SG das ONU por ocasião do Dia Internacional das Famílias
15 Maio 2013
“Promover a integração Social e a Solidariedade entre as gerações” é o lema das celebrações do Dia Internacional das Famílias, que se assinala esta quarta-feira, 15, e está muito presente nesta mensagem do Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que reproduzimos aqui na integre.
"As famílias mantêm as sociedades unidas, e as relações intergeracionais prolongam esse legado no tempo. O dia Internacional das Famílias deste ano é uma ocasião para celebrar as relações entre todos os membros da constelação que compõe uma família. É também uma oportunidade para refletir sobre a forma como elas são afetadas por tendências sociais e económicas, e sobre o que podemos fazer para fortalecer as famílias em resposta a isso.
O desemprego obriga muitos jovens, muitas vezes ansiosos por ser independentes, a continuar a depender dos seus pais mais tempo do que o esperado. A falta de creches e infantários acessíveis está a complicar os esforços dos pais em famílias em que os dois cônjuges trabalham para combinar as obrigações familiares com o trabalho. Ao mesmo tempo que somos bem sucedidos na nossa procura por prolongar vidas, precisamos de ter mais atenção a pensões inadequadas e cuidados para idosos.
Estes desafios tornam o apoio da família mais importante que nunca: para o jovem à procura de emprego, enquanto vive com os seus pais, para o avô que conta com os seus filhos para o abrigo e cuidado, e para os muitos membros de famílias extensas que assumem responsabilidades de tomar conta das crianças.
Em todo o mundo, os membros das famílias estão a fazer a sua parte. Eles merecem o apoio de políticos e tomadores de decisão, de instituições públicas e empresas privadas.
Há um crescente reconhecimento em todo o mundo que é preciso fortalecer as políticas de promoção da solidariedade entre gerações e apoiar programas e iniciativas intergeracionais. Evidências mostram que pensões adequadas e apoio ao cuidado ajudam, não somente as pessoas mais velhas, mas famílias inteiras. Programas intergeracionais de promoção ao voluntariado beneficiam jovens e idosos de todas as gerações. As oportunidades para as pessoas de todas as idades se relacionarem revitalizam comunidades inteiras.
As iniciativas intergeracionais também abordam as prioridades de desenvolvimento globais. Elas combatem a desigualdade e a exclusão, incentivam a cidadania ativa e até mesmo melhoram a infra-estrutura pública por meio de projetos de base comunitária.
Neste Dia Internacional das Famílias, exorto os governos, a sociedade civil, famílias e indivíduos a apoiarem as iniciativas que unem as pessoas ao longo de gerações para a construção de um mundo mais saudável para todos".
ASemana
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Dia Internacional da Família
terça-feira, 14 de maio de 2013
Sociedade civil se reúne em prol da primeira infância
É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao
adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à
saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à
cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e
comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência,
discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.”
-- Artigo 227 da Constituição Federal
Com a necessidade de desenvolver um movimento nacional de promoção, defesa e garantia dos direitos da primeira infância, no íltimo dia 8 de maio, o Sesc Pinheiros, em São Paulo, recebeu o segundo encontro da Mobilização Brasileira Pela Primeira Infância (MOBI).
Idealizado pela instituição Zero a Seis (ZAS), o evento contou com a participação de vereadores, representantes de empresas, ONGs, Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), ativistas, psicólogos e interessados em elaborar propostas executivas pelo direito de crianças de zero a seis anos, como é o caso do cartunista Maurício de Sousa.
Entre seus objetivos, o coletivo pretende mobilizar a população brasileira, criando “exigibilidade cidadã” para que toda a criança na primeira infância tenha condições necessárias para o seu pleno desenvolvimento. “Até o terceiro ano de vida o cérebro se constitui em torno de 90%. Segundo o idealizador da MOBI e representante da ZAS, João Figueiró, o que somos hoje se estabelece no início da vida, até os seis anos de idade.
“É nesse momento que a criança desenvolve as bases de suas competências para aprender,fazer, se relacionar e ser. É quando se dá a formação básica de sua personalidade e caráter”, completa Figueiró apontando também que é a fase em que o ser humano desenvolve valores éticos e morais a partir de suas relações na família, na escola e na comunidade.
Baseado em casos internacionais de sucesso, Figueiró afirma que falta políticas públicas voltadas para crianças e adolescentes, principalmente na fase do nascimento aos seis anos. “Há falta de compromisso com a Constituição Federal, em especial com o artigo 227. Devemos investir na primeira infância como fator chave para a redução da pobreza, das iniquidades e da violência, para que assim possamos promover a cidadania, a cultura de paz e da saúde social”.
Próximos passos
Em fase de planejamento estratégico e agregação de parceiros, a MOBI pretende ser uma plataforma de comunicação para servir como ferramenta mobilizadora e fonte de informações, além de influenciar políticas públicas e garantir direitos sobre a primeira infância no Brasil.
“Os próximos passos incluem contratar três profissionais para atuar somente com a MOBI, e promover em São Paulo o primeiro encontro do comitê organizador com especialistas internacionais de casos de sucesso; também queremos desenvolver um planejamento estratégico para os próximos três anos do grupo”, explica o idealizador do projeto.
O grupo é aberto. Para o caso de mais informações ou contribuições, deve-se entrar em contato com o Instituto Zero a Seis. O grupo já prevê um novo encontro, em 5 de junho, no Sesc Pinheiros, ainda sem horário definido.
promenino
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Em defesa da Infância
Por descuido ou propositalmente, crianças são deixadas em carros pelos pais
Casos de criança deixadas trancadas dentro de carros chamam a atenção e chocam a população. Com razão: especialmente sob o sol forte e com vidros totalmente fechados, esses casos podem levar à morte de uma criança. Nesta semana, um homem foi preso depois de esquecer a filha de apenas seis meses trancada dentro de um carro em Goiânia (GO). A menina chorou muito. A polícia foi chamada e resgatou a criança. Veja a seguir outros casos de crianças deixadas no carro.
R7
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Estrangeiros resgatados de escravidão no Brasil são 'ponta de iceberg'
No dia em que o Brasil comemora 125 anos da abolição da escravatura, especialistas ouvidos pela BBC Brasil afirmam que no cenário atual do combate ao trabalho escravo no país, a situação que desponta como a mais preocupante é a dos estrangeiros que chegam ao Brasil em busca de um eldorado de oportunidades.
A crescente demanda por mão de obra no país, resultante da expansão econômica na última década, tem exposto imigrantes de várias nacionalidades a condições de trabalho análogas às da escravidão - servidão por dívida, jornadas exaustivas, trabalho forçado e condições de trabalho degradantes.
Segundo Renato Bignami, coordenador do programa de Erradicação do Trabalho Escravo da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em São Paulo, o número de estrangeiros resgatados no Estado vem aumentando.
Ele afirma que, desde 2010, quando começaram as operações de combate ao trabalho escravo voltadas exclusivamente para estrangeiros, 128 bolivianos e um peruano foram resgatados no Estado de São Paulo, que concentra o maior contingente de trabalhadores estrangeiros do país.
Todos eles foram encontrados em oficinas de costura ilegais, terceirizadas por confecções contratadas por marcas conhecidas, como Zara, Cori, Emme e Luigi Bertolli.
"O número de resgatados está crescendo por causa de dois fatores: por um lado aumentou o interesse dos estrangeiros pelo Brasil, que muitas vezes entram de maneira irregular e se envolvem em condições de trabalho degradantes. Por outro, intensificamos as fiscalizações. Logo, a tendência é encontrarmos cada vez mais estrangeiros de nacionalidades variadas vítimas desse crime", afirma o auditor-fiscal à BBC Brasil.
Haitianos
Ele estima que 300 mil bolivianos, 70 mil paraguaios e 45 mil peruanos estejam vivendo na região metropolitana de São Paulo, a maioria sujeita a condições de trabalho análogas à de escravo.
Além dos 128 bolivianos e um peruano resgatados em São Paulo, cerca de 80 paraguaios foram libertados de duas fazendas no Paraná em duas operações desde outubro do ano passado, segundo informações da ONG Repórter Brasil, que investiga o tema há mais de uma década.
Mas os imigrantes sul-americanos não são as únicas vítimas da escravidão contemporânea no Brasil. No mês passado, um chinês foi resgatado de uma pastelaria no Rio de Janeiro. Segundo a polícia, ele sofria agressões físicas e era submetido a condições de trabalho humilhantes.
Em dezembro de 2010, uma operação do Ministério Público do Trabalho libertou quatro chineses que eram explorados em uma madeireira na Zona Franca de Manaus.
Desde a semana passada, a fiscalização do MTE em São Paulo está apurando pela primeira vez denúncias de exploração de haitianos em oficinas de costura.
"Era só uma questão de tempo", diz Bignami. "Esses trabalhadores de países pobres com problemas recentes, como o terremoto no Haiti, acham que o eldorado é no Brasil. Já sabíamos que essa mão de obra estava sendo muito aproveitada pela construção civil, mas para confecção ainda não", afirma o auditor fiscal.
Ponta do iceberg
Na avaliação de Luiz Machado, Coordenador Nacional do Programa de Combate ao Trabalho Forçado e Tráfico de Pessoas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o número de estrangeiros resgatados não ilustra a realidade porque esses trabalhadores têm medo de serem encontrados, o que resulta em poucas denúncias.
"É só a ponta de um iceberg", diz Machado.
Utilizando os bolivianos como exemplo, ele conta que esses trabalhadores são aliciados ainda na Bolívia, atraídos por falsas promessas de emprego. Eles já chegam à cidade de destino, na maioria das vezes São Paulo, endividados com os custos da viagem e "acabam escravizados, com a liberdade cerceada por meio de dívidas e ameaças".
Como entram no Brasil ilegalmente, eles têm medo de denunciar a exploração a que são submetidos e enfrentar a deportação, sem saber que a Resolução Normativa número 93 do Conselho Nacional de Imigração prevê a concessão de vistos de permanência para estrangeiros que estejam no país em situação de vulnerabilidade.
"Esse trabalhador não quer ser encontrado", afirma o coordenador da OIT. "A situação no país de origem é tão ruim, que ele aceita a exploração como forma de alimentar o sonho de um dia virar o dono da oficina e ter uma vida melhor".
As inspeções feitas nas oficinas de costura expõem um cenário degradante. Os imigrantes trabalham até 16 horas por dia, de segunda a sábado, amontoados em salas claustrofóbicas. Eles dividem pequenos alojamentos improvisados instalados junto às oficinas, sem condições adequadas de higiene e ganham cerca de R$ 300 por mês, sobre os quais são aplicados descontos ilegais relativos a gastos com alimentação, habitação e também com a viagem feita para o Brasil.
Como as denúncias são raras, Bignami diz que a maior parte das 50 oficinas desmontadas até agora no Estado de São Paulo são fruto do serviço de inteligência da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, que trabalha com base em cruzamento de dados e longas investigações.
Mão de obra informal
O setor da construção civil atrai uma boa parte da mão de obra estrangeira, mas é na indústria do vestuário que os imigrantes estão mais sujeitos à exploração.
Bignami diz que há décadas a indústria têxtil vem substituindo funcionários contratados por mão de obra precária e informal. Para reduzirem seus custos, as confecções contratadas por grandes marcas terceirizam parte de sua produção por meio das oficinas de costura, na maioria das vezes ilegais.
"O fato de (o trabalhador) ser estrangeiro alimenta o sistema, porque se baseia na vulnerabilidade da pessoa, que fica escondida, não reclama", avalia.
Até agora, cinco grandes redes varejistas têxteis foram responsabilizadas diretamente por trabalho em condição análoga à de escravo: Lojas Marisa, Pernambucanas, Gregory, Zara e Gep. No total, foram emitidos cerca de 300 autos de infração que resultaram no pagamento de R$ 6,5 milhões em multas e notificações e mais de R$ 1 milhão em rescisões contratuais e indenizações pagas diretamente aos trabalhadores.
Para aumentar a punição dos empregadores que impõem condições de trabalho subumanas, o Estado de São Paulo aprovou em janeiro a lei nº 14.946/2013, que caça o registro do ICMS das empresas infratoras. A legislação foi sancionada pelo governador Geraldo Alckmin, mas ainda precisa ser regulamentada.
Uma vez resgatados e com indenizações individuais que podem chegar até R$ 30 mil, o imigrante ganha um visto para permanecer no Brasil e a carteira de trabalho, tendo a opção de procurar um trabalho no mercado formal. As autoridades observam, no entanto, que a maioria desses trabalhadores prefere voltar para casa.
"Para os poucos que ficam aqui, procuramos dar apoio, oferecendo aulas de português e cursos profissionalizantes para ajudar na integração", conta Renato Bignami.
Convenção da ONU
Apesar de elogiar as iniciativas do Brasil no combate do trabalho escravo contemporâneo, a ONU vem pedindo ao governo que ratifique a Convenção sobre a Proteção dos Direitos dos Trabalhadores Migrantes e Membros de Sua Família, que prevê mais proteção para trabalhadores estrangeiros.
Segundo a ONG Repórter Brasil, o país é o único membro do Mercosul que não é signatário do acordo, em vigor desde 2003.
Apesar de ter sido o último país das Américas a abolir a escravidão, o Brasil foi um dos primeiros a assumir a existência de trabalho escravo contemporâneo, em 1995. Desde então vem implementando ações para o seu combate, como a criação dos Grupos Especiais de Fiscalização Móvel - GEFM, formados por Auditores Fiscais do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego e Procuradores do Trabalho, que já resgataram mais de 44 mil trabalhadores, a maior parte no meio rural.
Os empregadores flagrados com trabalho escravo atuam principalmente em setores como pecuária, produção agrícola (soja, algodão, cana-de-açúcar) e carvoeiro. No meio urbano, eles são geralmente ligados à construção civil. Os Estados do Norte e Centro-Oeste são campeões no número de flagrantes.
Empresas acusadas de praticar o crime são incluídas na "Lista Suja", um cadastro do governo que tem o objetivo de barrar linhas de crédito e fornecimento de produtos para empregadores infratores.
Um dos principais entraves nos avanços ao combate do trabalho escravo é a demora na aprovação da PEC do Trabalho Escravo, que tramita na Câmara dos Deputados desde 2004. O projeto foi aprovado em segundo turno na casa no ano passado e agora está parado na Comissão de Constituição e Justiça.
O texto prevê a expropriação de propriedades rurais e urbanas onde forem encontradas situação análoga à escravidão. No meio rural, essas propriedades serão destinadas à reforma agrária e, no urbano, a projetos de função social.
Na avaliação do fundador da ONG Repórter Brasil, Leonardo Sakamoto, além da demora na aprovação da PEC, o governo falha em políticas de prevenção e reinserção de trabalhadores resgatados.
"O governo tem de agir de forma mais eficiente nos municípios pobres, aumentando a oferta de empregos e a conscientização de trabalhadores sujeitos à ação dos aliciadores", diz o jornalista.
Ele opina que, no campo da reinserção, mais projetos educacionais devem ser introduzidos com objetivo de qualificar trabalhadores resgatados para evitar índices de reincidência de trabalho escravo, que ficam entre 10% e 15%.
"O trabalhador volta para casa com três meses de seguro-desemprego no bolso, mais verbas rescisórias, mas assim que o dinheiro acaba, ele volta a migrar e acaba escravizado de novo", diz.
BBC Brasil
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COMENTÁRIO EM DESTAQUE
José Carlos Bortoloti deixou um novo comentário sobre a sua postagem "CARTA DA PATROA":
Maria Célia & Carmem!
Primeiro,a tentativa de "desconstruir" do ser que lhes respondeu em outro email, deve ter a inteligência de uma ameba. Segundo isso, acima é uma opinião. Muito bem humorada e inteligente. E Opinião nao se discute. Voce gosta ou não.
Amei o senso de humor colocado sobre o assunto, visto termos coisas tão importantes e darmos destaque ou "cortina de fumaça" para isso, Que elas, as empregadas domésticas merecem, nao se discute. Mas fazer dissso uma bandeira nacional é normal em paises de baixa cultura e inteligencia mediana. Se faz e pronto. Ponto.
Cumprimento pelo gênio e bom senso.
E nao ofendeu ninguem, ao contrário ambos querem direitos, só que tudo tem dois lados.
Amei.
Beijos e afetos no coraçao do sul
Profe Borto
Passo Fundo - RS -
www.epensarnaodoi.blogspot.com.br
AGRADECENDO A GENTILEZA
Maria Célia e Carmen
Maria Célia & Carmem!
Primeiro,a tentativa de "desconstruir" do ser que lhes respondeu em outro email, deve ter a inteligência de uma ameba. Segundo isso, acima é uma opinião. Muito bem humorada e inteligente. E Opinião nao se discute. Voce gosta ou não.
Amei o senso de humor colocado sobre o assunto, visto termos coisas tão importantes e darmos destaque ou "cortina de fumaça" para isso, Que elas, as empregadas domésticas merecem, nao se discute. Mas fazer dissso uma bandeira nacional é normal em paises de baixa cultura e inteligencia mediana. Se faz e pronto. Ponto.
Cumprimento pelo gênio e bom senso.
E nao ofendeu ninguem, ao contrário ambos querem direitos, só que tudo tem dois lados.
Amei.
Beijos e afetos no coraçao do sul
Profe Borto
Passo Fundo - RS -
www.epensarnaodoi.blogspot.com.br
AGRADECENDO A GENTILEZA
Maria Célia e Carmen
domingo, 12 de maio de 2013
Não tem explicação. Temos de olhar isso com o coração.
Emocionante...
Só mesmo usando as palavras da Clarice Lispector:
“Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos é
tirar esta pessoa de nossos sonhos e abraçá-la.”
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