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sábado, 17 de novembro de 2012
Acidente no Egito deixa ao menos 47 crianças mortas
Ministro de Transportes e líder da autoridade ferroviária apresentaram sua renúncia após a tragédia
Ao menos 47 crianças entre 4 e 6 anos morreram neste sábado (17) no Egito quando o ônibus no qual viajavam foi atingido por um trem em uma passagem de ferrovia na província de Asiut (centro), indicou o governador Yehya Keshk.
"O número de mortos chega agora a 47. Há treze crianças feridas", disse o governador da província à rede de televisão pública.
O ministro de Transportes, Rashad al-Metini, e o líder da autoridade ferroviária apresentaram sua renúncia após a tragédia.
O ônibus, que transportava 60 crianças em uma excursão organizada pela creche que frequentavam, cruzava uma passagem ferroviária em Manfalut (356 km ao sul do Cairo) quando foi atingido por um trem, explicou a polícia.
O repórter da televisão pública descreveu o cenário do acidente de "dantesco".
O presidente Mohamed Mursi ordenou que o primeiro-ministro e os ministros de Defesa e Saúde, assim como o governador de Asiut, "ofereçam toda a assistência às famílias das vítimas", informou a agência Mena.
O estado das ferrovias egípcias deixa muito a desejar devido à falta de manutenção e a uma gestão ruim. A tragédia mais mortífera no país ocorreu em 2002, quando ao menos 360 passageiros perderam a vida no incêndio de um trem.
R7
Alongamento é chave para uma vida mais saudável
Exercícios podem ser feitos em qualquer horário, não somente antes e após atividades físicas
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, alongamento não é nada dispensável. É importante, sim, praticar os exercícios antes e depois de qualquer atividade física. Eles são necessários para manter a saúde e a boa forma, como confirma a terapeuta Arandi Vasconcellos:
— Quando a musculatura é estimulada pela prática de exercícios físicos, ela ganha flexibilidade e elasticidade e melhora a oxigenação dos tecidos, essencial para o desenvolvimento dos músculos.
O ideal é que os alongamentos não sejam feitos apenas na academia antes e depois dos esportes. Eles devem fazer parte de uma rotina, incluindo a de trabalho. Quem passa muito tempo na mesma posição pode comprometer o fluxo da circulação sanguínea, por isso deve se esticar de tempos em tempos. Trabalhar por horas sem fazer pausas pode provocar, além dos problemas circulatórios, dores de cabeça, encurtamentos musculares e tensões nas articulações, com o passar do tempo a situação pode se tornar crônica e gerar hérnias de disco, bicos de papagaio e lesões por esforço repetitivo.
Que tal aderir? Respeite seus limites e crie um hábito de alongamentos no trabalho, na academia ou naqueles exercícios na rua. A prática não atrapalha suas atividades diárias e melhora a disposição e o rendimento do corpo e do cérebro.
DONNA ZH
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Bebê assassinado em onda de violência em SP é enterrado
Menino de 1 ano e 7 meses foi vítima mais nova desde que começaram ataques de violência na capital
SÃO PAULO - Foi enterrado na tarde desta sexta-feira, 16, o bebê de 1 ano e 7 meses, morto na noite da última quinta-feira, 15, em São Bernardo do Campo, após ser atingido por um tiro. Ele foi a vítima mais nova desde que começaram os ataques de violência na capital e na Grande São Paulo.
No enterro do bebê, que aconteceu na tarde desta sexta no cemitério Vale da Paz, em Diadema, familiares estavam indignados. "Não tem explicação. Esperávamos que houvesse lei. A cidade virou um bangue bangue e ninguém vai devolver ele para mim" disse o avô materno José do Patrocínio Silva, de 53 anos, motorista de transporte escolar.
Entenda o caso.
O menino estava em um carro - na Estrada Galvão Bueno, no Bairro Batistini - com a mãe, Thamyres Santos Silva Santos Manga, de 22 anos, e com o padrasto Jurandy Luis da Silva Filho, de 20 anos, quando outro carro, com três homens, que tentavam ultrapassá-los, disparou três tiros. Um deles atingiu o menino no pescoço. Ele foi levado a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Demarchi, onde já chegou sem vida.
Os mesmos homens que o atingiram haviam disparado poucos minutos antes contra outro menor: um jovem de 17 anos. Ele estava na porta de casa com a mãe, o irmão e a namorada quando o carro parou, um dos homens desceu, jogou o menor contra a parede e atirou. O homem ainda tentou atirar novamente, mas a arma falhou. O tiro pegou de raspão na cabeça do jovem. Ele também foi levado a UPA Demarchi, mas passa bem.
Segundo o delegado titular do 3º distrito policial de SB do Campo, Kazuyoshi Kewamoto, o menor de 17 anos já tinha cometido atos infracionais e haveria indícios de que o ataque seria para acertar dívidas. A família, porém, nega que ele tenha antecedentes criminais.
Segundo a polícia, duas câmeras de segurança de estabelecimentos comerciais podem ter gravado toda a ação e suas imagens serão usadas para tentar identificar os bandidos.
Quando o carro em que estavam os bandidos começou a piscar o farol e tentar a ultrapassagem, o padrasto do menino pensou que fossem alguns amigos, pois o carro, um Pálio prata, era igual ao de seu primo. "Ele achou que era meu filho. Os três tinham acabado de sair de casa e iam para o supermercado. Nem quero mais que meu filho ande nesse carro. Foi por Deus que os dois (Jurandy e Thamyres) não morreram" afirmou Aparecida Maria Caetano, de 43 anos, tia de Jurandy.
Estadão
Imagens e colagens : visão da infância
Me chamo Roseny Luiza Moro , sou pós graduada em educação infantil e alfabetização e atuo a 14 anos como professora na Creche Municipal D. Tunica em São Félix do Araguaia.
Iniciei a atividade com relação ao trabalho infantil cheia de duvidas se conseguiria atingir o objetivo proposto inicialmente junto aos alunos que era deles compreenderem os males que o trabalho infantil provoca no individuo, uma vez serem crianças pequenas situadas na faixa etária entre 05 e 06 anos de idade. Não vou dizer aqui que foi fácil, que foi rápido; na verdade demandou bastante tempo, mudanças de abordagens, paciência. Contudo os resultados foram bastante satisfatórios e confesso que muito me surpreenderam.
Como toda criança gosta de assistir a desenhos, optei por trabalhar em sala de aula o vídeo Vida Maria, para a partir dele começar a debater com a turma seus conceitos sobre trabalho infantil. O tempo todo, durante o debate que estabelecemos , fui provocando-os com perguntas como: O que a menina do filme gostava de fazer? O que a mãe dela fez com ela? O que aconteceu com aquela menina? Como ela estava quando desenhava as letras e como ela ficou com o passar do tempo? Diante dessas e outras provocações os alunos colocaram respostas surpreendentes. Uma das crianças disse que a mãe era muito triste e que a menina também ficou triste. Explorei esta questão ao máximo e eles disseram que a menina mesmo trabalhando quando criança sonhava em estudar, mas depois ficou triste igual a mãe dela. Questionei então: se ela tivesse estudado ela teria ficado triste?
Eles responderam que não e pra minha surpresa disseram que não ia ficar tão triste com o futuro de seus filhos. Nesse momento levantei a seguinte questão: Isso que a gente viu no filme é trabalho infantil? E prontamente responderam que sim. Perguntei ainda se sabiam de algum caso assim e, uma das crianças respondeu: Uai, professora tá sempre passando na televisão. Perguntei então o que eles achavam que faltava para estas crianças e disseram que era estudar, para quando crescer ter um serviço melhor do que de sua mãe e de seu pai. Continuando com a provocação quis saber se só faltava estudar, se não estava faltando outras coisa. Eles então responderam : “Não vimos brinquedos”, “a menina andava descalça”, faltou comida” , “a mãe dela só brigava nunca brincou ou abraçou a menina” .
Depois dessas reflexões , iniciamos uma atividade de colagem . Fizemos 02 cartazes coletivos. Em um cartaz pedi que procurassem e recortassem figuras ou fotos de pessoas tristes e no outro de pessoas felizes. No cartaz da tristeza apareceram adultos puxando aqueles carrinhos de reciclagem, crianças trabalhando na lavoura de cana, puxando agua do poço, pedindo nos faróis, etc. e no cartaz da alegria apareceram crianças fazendo piqueniques com seus pais, estudando, na frente de computadores, correndo com animais etc.
Com este resultado foi fácil perceber que as crianças mesmo em uma idade tão tenra já sabem o que é melhor para elas e o que trará contentamento e satisfação quando forem pessoas adultas e, mesmo que não saibam pontuar verbalmente os males que o trabalho infantil provoca elas apontam de uma maneira bastante poética qual a consequência que uma pessoa levará para a vida toda.
promenino
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Mulher relata drama como escrava em loja na Rússia por mais de dez anos
A história de Leyla Asherova, mantida como escrava em uma loja de Moscou por mais de dez anos e forçada a entregar sua filha, ilustra como imigrantes de países como Uzbequistão e Cazaquistão podem sofrer na Rússia.
Ela é uma das 11 imigrantes que trabalhavam em condições de escravidão em um mercado da capital russa e que foram liberadas por ativistas de organizações que combatem o tráfico de pessoas.
Leyla chegou a Moscou há uma década, quando ainda tinha 16 anos, para trabalhar como balconista de uma loja em dos subúrbios do leste de Moscou, acreditando tratar-se de uma boa oportunidade. Mas ela jamais foi paga pelos serviços.
"Quando eu cheguei, logo no primeiro dia, eles levaram meu passaporte. Aí percebi que a dona da loja estava espancando uma das meninas. Ela puxava o cabelo e chutava a garota com muita força. Foi quando eu me dei conta de que tinha vindo parar no lugar errado", conta.
Rotina de escravidãoEla relembra que era forçada a trabalhar durante muitas horas seguidas, com pouca alimentação, e sempre temendo ser alvo de violência.
"A dona da loja me batia muito. Uma vez ela me espancou por mais de duas horas sem parar. Eu ainda tenho marcas nas pernas, no corpo e no rosto. Ela me bateu até mesmo quando eu estava grávida", diz.
Leyla está grávida novamente, após dar à luz duas crianças no cativeiro. Uma delas, o menino Bakhyr, de seis anos, está com ela no abrigo em que os imigrantes resgatados estão morando provisoriamente.
A segunda, Diana, que teria cinco anos, foi tirada da mãe à força. Mais tarde Leyla ficou sabendo que a menina teria morrido ao cair de uma varanda, mas ela não tem certeza sobre a veracidade da história.
"Quando ela (a dona da loja) me contou que minha filha estava morta, fiquei completamente paralisada. Não senti pânico ou qualquer outra emoção, só pensei que precisava fazer alguma coisa para garantir que ela não ficasse impune por isso".
Leyla diz que o pai das crianças pertence à família da dona da loja. Ela não usou a palavra estupro, mas relatou que o homem a espancava com muita frequência.
Ela foi libertada quando um grupo de ativistas invadiu o mercado e encontrou muitas pessoas dormindo nos fundos da loja.
A maioria nunca tinha recebido permissão para cruzar a porta de entrada do estabelecimento.
Polícia e subornos
Leyla conta que pedir para algum cliente da loja ligar para a polícia seria inútil, já que a dona do mercado oferecia subornos regulares a diversas autoridades e policiais.
Ela diz que os policiais costumavam devolver à dona da loja todas as meninas que tentavam fugir.
Ao tentar reportar o caso ao Comitê de Investigação russo, órgão semelhante à Polícia Federal no Brasil, ela recebeu como retorno uma tentativa de prisão por imigração ilegal, mas após uma longa negociação, ativistas conseguiram libertá-la mais uma vez.
As investigações sobre o período de dez anos em que foi mantida como escrava foram encerradas, mesmo sem avançar e sem incluir a prisão de nenhum dos acusados
BBC Brasil
Cidades da região serrana entram em estágio de atenção nesta sexta-feira
Previsão de chuva para este sábado, segundo o Inmet
Os municípios de Nova Friburgo e Bom Jardim, na região serrana do Estado do Rio de Janeiro, entraram em estágio de atenção às 17h40 desta sexta-feira (16). Mais cedo, as cidades de Petrópolis e Teresópolis também foram colocadas em estágio de atenção devido às chuvas que atingem a região. As informações são do Inea (Instituto Estadual do Ambiente).
O estágio de atenção é o segundo nível em uma escala de quatro e significa a possibilidade de chuva moderada, ocasionalmente forte, nas próximas horas.
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), o tempo deve permanecer instável neste sábado (17). Segundo o instituto, o Estado deve ter céu nublado com possibilidade de chuva durante o período. A temperatura mínima deve ser de 17 °C e a máxima não deve passar dos 27 °C.
R7
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Mãe de Eliza irá ao júri e espera que Bruno diga onde está o corpo da filha
Ela tem a guarda definitiva do neto Bruninho, filho de Eliza com o jogador.
Goleiro e mais quatro réus começam a ser julgados pela morte da modelo.
A mãe de Eliza Samudio, Sônia de Fátima Moura, viajará de Mato Grosso do Sul até Minas Gerais para acompanhar o júri popular que, a partir desta segunda-feira (19), vai julgar Bruno Fernandes de Souza, ex-goleiro do Flamengo, e mais quatro réus pela participação na morte e desaparecimento da modelo.
G1
Polícia trata como sequestro relâmpago caso de jovem levada por bandidos no Bairro Peixoto
Camila Cukierman foi localizada nesta sexta-feira, após 13 horas desaparecida. Um dos suspeitos do crime foi baleado pela polícia na Favela Para Pedro
RIO — A polícia trabalha com a hipótese de a estudante Camila Cukierman, de 21 anos, ter sido vítima de um sequestro-relâmpago que acabou se prolongando por quase 13 horas, segundo informou no início da noite desta sexta-feira o delegado titular da Delegacia Antissequestro (DAS), Claudio Góis. A jovem foi abordada quando chegava em casa, na Rua Maestro Francisco Braga, no Bairro Peixoto, em Copacabana, no início da madrugada desta sexta-feira. Os bandidos a levaram a caixas eletrônicos do Bairro Peixoto, de Botafogo, do Centro e da Tijuca, mas por causa do horário não conseguiram realizar saques. Foi aí que decidiram ligar para a família da vítima, por volta das 3h, e pedir resgate, explicou Góis.
Camila dirigia um Nissan March no momento da abordagem. Ela foi colocada dentro de um Corsa, usado pelos bandidos. Dois dos homens seguiram no Nissan. Ao ser contatada pelos bandidos, que pediam um resgate, a família acionou a polícia. Num primeiro momento, os agentes encontraram o carro da vítima, em Colégio, nas proximidades da comunidade Para Pedro. Houve troca de tiros com os dois bandidos que estavam no automóvel, e um deles foi ferido. Mas ambos conseguiram fugir. Momentos depois, Camila foi libertada em Queimados, sem que houvesse o pagamento de resgate, segundo informações da polícia.
O delegado Góis afirmou que a escolha da vítima foi aleatória e que a quadrilha, provavelmente, não é especializada em sequestros. A vítima irá colaborar com a polícia fazendo retratos falados dos bandidos.
O carro de Camila foi encontrada por policiais da Delegacia Antissequestro (DAS), com auxílio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), na tarde desta sexta-feira. O carro estava na Favela Para Pedro, em Colégio, Zona Norte do Rio, assim como o da estudante. A jovem foi encontrada também nesta sexta. Ela chegou por volta de 13h30m à DAS, acompanhada do delegado da especializada, Cláudio Gois, e de policiais. A menina usava um colete à prova de balas e não falou com os jornalistas. Ainda não há informações sobre como ocorreu o resgate.
Mais cedo, um dos suspeitos de participar do sequestro foi baleado durante um tiroteio com policiais da DAS. Após a troca de tiros, o criminoso fugiu para o interior da comunidade, ferido.
Criança desaparece na Zona Oeste
E a polícia continua buscando a menina Camily Vitória Guedes Passos, de 4 anos, que desapareceu na calçada de casa, na localidade de Tijolinhos, em Nova Sepetiba, na Zona Oeste do Rio, no dia 4 deste mês. Segundo a avó da menina, a dona de casa Sandra Regina Guedes de Sá, de 40 anos, no dia do desaparecimento a menina vestia uma saia branca estampada com flores vermelhas e uma camiseta do Brasil. Ela mora com a avó e a mãe, a doméstica desempregada Edilaine Guedes Passos, de 21, grávida de cinco meses.
Sandra relata que a família já procurou a criança por todo o bairro, nos hospitais do Rio, no IML de Campo Grande, nas delegacias e registrou a ocorrência na 43ª DP (Sepetiba). O caso também foi relatado ao Programa SOS Crianças Desaparecidas.
— Minha neta deve ter sido sequestrada. Peço que se alguém tiver informações avise à delegacia de polícia mais próxima. Estamos desesperados — implora a avó.
O Globo
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quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Desmatamento da Amazônia cresce pelo segundo mês seguido
O desmatamento da Amazônia voltou a crescer em outubro, de acordo com dados divulgados na quarta-feira (14) pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). Segundo o Imazon, que faz um monitoramento independente por meio de imagens de satélites, foram derrubados mais de 487 km² de florestas em outubro de 2012. Essa quantidade representa um aumento de 377% em relação a outubro de 2011, quando se desmatou 102 km².
É o segundo mês seguido de aumento do desmatamento – em setembro, a quantidade de mata derrubada também foi alta. Nos últimos três meses, o desmate aumentou em todos os Estados, com exceção de Acre e Roraima. Mais da metade (51%) de toda a área derrubada se concentra no Pará, seguido de Mato Grosso (22%) e Rondônia (13%).
A maior parte do desmate continua concentrada em propriedades rurais – 62% do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou de posse. O Imazon também detectou grande parte do desmatamento em assentamentos da reforma agrária (22%) e unidades de conservação (12%). A unidade de conservação mais desmatado foi a APA Triunfo do Xingu, no Pará.
As cidades de Altamira (PA) e Porto Velho (RO) continuam na lista dos municípios que mais desmatam. As duas contam com grandes obras de infraestrutura, as usinas do Rio Madeira e Belo Monte, e como já mostramos aqui no Blog do Planeta, as hidrelétricas na Amazônia são um dos fatores que contribuem com o desmatamento na região.
Foto: Arquivo/MMA
(Bruno Calixto)
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