Após receber tratamento, Érica Toledo superou a depressão e nunca mais pensou em suicídio
Crédito: Arquivo Pessoal
Últimos dados do Ministério da Saúde mostram que, a cada 45 minutos, uma pessoa se mata no país. No entanto, estudos da Organização Mundial de Saúde indicam que 90% dos suicídios poderiam ser evitados, se essas pessoas tivessem mais acesso a tratamentos.
Por Athos Moura
Em 2010, durante uma depressão profunda, a professora mineira Érica Toledo, de 39 anos, chegou a planejar o suicídio duas vezes. O casamento dela havia acabado e seu pai foi diagnosticado com Alzheimer. Hoje, Érica consegue falar sobre seus problemas, mas só depois de ter buscado tratamento.
"Foi a primeira vez que eu falei sobre isso. Eu não tinha com quem falar. Suicídio é um tabu na sociedade. Você não tem a menor abertura pra dizer isso, como você vai falar isso com alguém? Foi a primeira vez que falei sobre isso e a pessoa me ouviu sem preconceito. Aquilo foi libertador, foi catártico, sublimei tudo que tinha de negativo das minhas experiências de vida. Era possível seguir adiante. Nunca mais pensei nisso. Claro que tenho momentos de tristeza, mas me libertei de muita coisa", contou a professora.
Falar sobre suicídio é um tabu que precisa ser quebrado. É o que defendem especialistas e pessoas que já cogitaram se matar. O dia dez de setembro é o dia mundial de prevenção ao suicídio e, baseado nele, foi criada a campanha Setembro Amarelo, para alertar para o problema. Segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde, o Sistema de Informação de Mortalidade registrou 10.653 mortes por suicídio em 2014. É o mesmo que dizer que, a cada 45 minutos, uma pessoa se matou no país.
Mas esse dado podia ser menor. Um estudo da Organização Mundial de Saúde diz que, por ano, oitocentas mil pessoas se matam no mundo, mas 90% dessas vidas poderiam ser preservadas, caso recebessem tratamento adequado.
Ainda de acordo com a OMS, 36% dessas pessoas possuem problemas relacionados a transtornos afetivos, que são doenças como bipolaridade e depressão; 23% são dependentes químicos; e 10% possuem outros transtornos como ansiedade e esquizofrenia. O restante sofre de outras doenças.
O presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antonio Geraldo da Silva, explica que é preciso ficar atento aos sinais de que a pessoa não está bem e ressalta que o tratamento é essencial para prevenir o suicídio.
"A gente acha que o mais importante é fazer a intervenção precoce. Mostrar para essas pessoas que nós temos inúmeros casos de sucesso de bom tratamento que fez a pessoa perder para sempre a ideia de suicídio. Não se tem ideia de suicídio sem se ter uma doença psiquiátrica. Portanto, se a pessoa tem acesso ao tratamento, ela vai perder a ideia de suicídio e vai perder a possibilidade de cometer suicídio", disse o psiquiatra.
O vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio, Robert Paris, é um dos organizadores do Simpósio Internacional de Valorização da Vida, que acontece sempre em setembro, no Brasil, mas atrai pessoas de todo o mundo. Ele explica que o objetivo do encontro é criar redes regionais ou nacionais de prevenção, para auxiliar pessoas que estejam pensando em se matar.
"O que acontece nesse simpósio é uma troca de ideia, uma abertura de horizonte, para que a gente ache os caminhos para a prevenção de suicídio. Cada um dá a sua contribuição. O maior objetivo são formações de redes nacionais ou regionais de ações que possam efetivamente aumentar o apoio de quem procura ou deixar mais informações e lugares disponíveis para que se procure ajuda", alegou Robert.
Para os pesquisadores que participam do simpósio, um exemplo de mobilização da sociedade civil para a prevenção do suicídio é o Centro de Valorização da Vida, que desde 1962 atende pessoas em situação vulnerável. A sede fica em São Paulo, mas há outros 72 espaços de atendimento gratuito espalhados pelo Brasil, com dois mil voluntários.
A empresária Patrícia Fanteza é voluntária no Rio de Janeiro há 16 anos. Segundo ela, muitas pessoas apenas precisam ser ouvidas.
"A gente percebe que em geral as pessoas querem ser ouvidas. Elas querem poder falar de verdade aquilo que estão sentido sem esse medo e receio. Ou então às vezes até mesmo, a gente percebe uma tendência, mesmo que sem querer, das pessoas minimizarem um pouco. E quando elas encontram um espaço neutro, em geral, é como se ela tirasse um peso, como se aliviasse essa pressão", contou a voluntária.
O Centro de Valorização da Vida faz atendimento por telefone e em redes sociais. No âmbito do governo federal, o Ministério da Saúde informou que existem 2.328 Centros de Atendimento Psicossocial pelo país, onde o paciente recebe atendimento próximo da família, assistência médica especializada e cuidado terapêutico.
Fonte: CBN
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sábado, 10 de setembro de 2016
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Mulher adota 6 irmãs de uma vez só para que elas ficassem juntas
Mulher adota 6 irmãs de uma vez só para que elas ficassem juntas
A coisa mais triste para irmãos que passam pelo processo de adoção é saber que um dia eles podem ser separados. Afinal, não é todo mundo que tem condições financeiras e emocionais para adotar mais de uma criança.
Mas, nunca se pode perder a esperança quando existem pessoas como a norte-americana Lacey Dunkin.
Em 2011, ela adotou seis irmãs de uma vez só, incluindo uma recém-nascida, para que elas não fossem separadas e tivessem seus corações partidos pela distância umas das outras.
“Elas [filhas] me trazem muita alegria e caos, mas a vida seria tão vazia, sem graça e chata sem elas. É uma honra ser mãe, elas derretem meu coração”, explicou Lacey.
Fonte: Razões para acreditar
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segunda-feira, 5 de setembro de 2016
APROXIME-SE DOS SEUS FILHOS, NÃO SE DISTANCIE!
APROXIME-SE DOS SEUS FILHOS, NÃO SE DISTANCIE!
"A mente é maravilhosa"
Com o estilo de vida que levamos, cada vez nos encontramos mais ocupados e sem tempo para nos dedicar a nós mesmos e às pessoas que mais amamos. Nesse contexto encontram-se nossos filhos, os principais afetados que veem como seus pais vão se distanciando cada vez mais deles.
Quando pensamos em ter filhos, analisar se vamos poder fornecer a eles uma estabilidade econômica e encontrar uma resposta afirmativa é importante na hora de dar esse grande passo. Mas nos esquecemos de que antes da estabilidade econômica temos que analisar se podemos e estamos dispostos a compartilhar tempo de qualidade com eles. Podemos dar um quarto impressionante com muitos e muitos brinquedos, cheios de livros com ilustrações fantásticas, mas se não há com quem brincar ou quem leia para eles, não fará diferença.
Um filho dá um monte de alegrias mas também nos traz muitos desafios. Perguntas e mais perguntas, para as quais por vezes não temos resposta, mas que de alguma maneira temos que responder. Para isso temos que ouvi-los, conhecê-los e transmitir para eles nosso carinho, fazê-los entender que podem contar conosco. Isso pode se dar já com seus avós, com seus irmãos, seus tios, sua babá se houver. Mas o mais importante é o reconhecimento dos pais.
Ter filhos não nos torna pais automaticamente, assim como ter um piano não nos torna pianistas.
A síndrome dos pais ausentes nos filhos
Talvez pensemos que tudo o que falamos até então não seja tão grave assim, ou é isso que queremos acreditar. A verdade é que podemos estar provocando em nossos filhos uma síndrome chamada síndrome do pai ausente, em que ainda que o pai esteja presente, encontra-se inacessível emocionalmente.
Só nossa presença não basta para nossos filhos
Devemos estar ali para eles, falar, compreendê-los, compartilhar coisas, sonhar juntos. É muito importante ter isso em mente se não queremos que nossos filhos comecem a desenvolver condutas que não nos agradam, como essas a seguir:
Problemas para respeitar as regras ou a autoridade em todos os âmbitos.
Incapacidade para fazer um trabalho até o fim.
Indisciplina e falta de iniciativa.
Condutas abusivas com os companheiros.
Falta de sinceridade.
Ainda que não acreditemos, todos esses problemas que tentamos resolver por meio de gritos ou castigo têm uma só origem: nós mesmos. Estamos fazendo as coisas de uma forma muito ruim, e não nos damos conta. Não devemos ser pais ausentes, devemos ser pais presentes.
Não se mate trabalhando para dar tudo do bom e do melhor para o seu filho. Quando eles crescerem não se lembrarão dos presentes e dos brinquedos, mas sim dos momentos que passaram com você.
O desenvolvimento cerebral pode ser afetado
Os problemas anteriormente descritos já são graves e difíceis de resolver, mas você sabia que o desenvolvimento cerebral de nossos filhos pode ser gravemente afetado por nosso comportamento distante? Isso não é uma afirmação aleatória, é o resultado de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Sichuan.
Nesse estudo chegou-se à conclusão de que as crianças que passam muito tempo sem seus pais, sem manter um contato verdadeiro e próximo com eles, sem estabelecer um vínculo emocional, sem passar tempo juntos de verdade, manifestam um atraso no desenvolvimento cerebral.
O cérebro permanece imaturo. As áreas relacionadas com as emoções não se desenvolvem do jeito devido e, por isso, há uma resposta deficiente em relação a esses estímulos aos quais as crianças não foram expostas.
Mas podemos pensar que isso só tem a ver com as emoções, quando realmente tem a ver com muito mais. O estudo também descobriu que ter pais ausentes pode provocar graves problemas de aprendizagem, assim como um quociente intelectual muito menor.
“Dê a mão ao seu filho cada vez que tiver a oportunidade. Chegará ao momento em que nunca deixará de fazê-lo”
-H. Jackson Brown-
Em algumas ocasiões, não há nenhuma diferença entre um pai que passa tempo com seus filhos e aquele que quase nunca os vê. O importante é saber se aproximar deles, compartilhar coisas, falar e prestar atenção. O problema dos adultos é que consideramos que nossas preocupações são mais importantes quando, na realidade, não há nada mais importante que estar ali para nossos filhos.
Não são só os problemas que, como vimos, podem surgir da distância, mas também o valioso tempo que estamos perdendo e a irresponsabilidade que é não estar lá para ensinar aos nossos filhos como dar seus primeiros passos nesse mundo. Pensemos um momento em quando éramos pequenos, não precisávamos de pais presentes?
Fonte: O Segredo
"A mente é maravilhosa"
Com o estilo de vida que levamos, cada vez nos encontramos mais ocupados e sem tempo para nos dedicar a nós mesmos e às pessoas que mais amamos. Nesse contexto encontram-se nossos filhos, os principais afetados que veem como seus pais vão se distanciando cada vez mais deles.
Quando pensamos em ter filhos, analisar se vamos poder fornecer a eles uma estabilidade econômica e encontrar uma resposta afirmativa é importante na hora de dar esse grande passo. Mas nos esquecemos de que antes da estabilidade econômica temos que analisar se podemos e estamos dispostos a compartilhar tempo de qualidade com eles. Podemos dar um quarto impressionante com muitos e muitos brinquedos, cheios de livros com ilustrações fantásticas, mas se não há com quem brincar ou quem leia para eles, não fará diferença.
Um filho dá um monte de alegrias mas também nos traz muitos desafios. Perguntas e mais perguntas, para as quais por vezes não temos resposta, mas que de alguma maneira temos que responder. Para isso temos que ouvi-los, conhecê-los e transmitir para eles nosso carinho, fazê-los entender que podem contar conosco. Isso pode se dar já com seus avós, com seus irmãos, seus tios, sua babá se houver. Mas o mais importante é o reconhecimento dos pais.
Ter filhos não nos torna pais automaticamente, assim como ter um piano não nos torna pianistas.
A síndrome dos pais ausentes nos filhos
Talvez pensemos que tudo o que falamos até então não seja tão grave assim, ou é isso que queremos acreditar. A verdade é que podemos estar provocando em nossos filhos uma síndrome chamada síndrome do pai ausente, em que ainda que o pai esteja presente, encontra-se inacessível emocionalmente.
Só nossa presença não basta para nossos filhos
Devemos estar ali para eles, falar, compreendê-los, compartilhar coisas, sonhar juntos. É muito importante ter isso em mente se não queremos que nossos filhos comecem a desenvolver condutas que não nos agradam, como essas a seguir:
Problemas para respeitar as regras ou a autoridade em todos os âmbitos.
Incapacidade para fazer um trabalho até o fim.
Indisciplina e falta de iniciativa.
Condutas abusivas com os companheiros.
Falta de sinceridade.
Ainda que não acreditemos, todos esses problemas que tentamos resolver por meio de gritos ou castigo têm uma só origem: nós mesmos. Estamos fazendo as coisas de uma forma muito ruim, e não nos damos conta. Não devemos ser pais ausentes, devemos ser pais presentes.
Não se mate trabalhando para dar tudo do bom e do melhor para o seu filho. Quando eles crescerem não se lembrarão dos presentes e dos brinquedos, mas sim dos momentos que passaram com você.
O desenvolvimento cerebral pode ser afetado
Os problemas anteriormente descritos já são graves e difíceis de resolver, mas você sabia que o desenvolvimento cerebral de nossos filhos pode ser gravemente afetado por nosso comportamento distante? Isso não é uma afirmação aleatória, é o resultado de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Sichuan.
Nesse estudo chegou-se à conclusão de que as crianças que passam muito tempo sem seus pais, sem manter um contato verdadeiro e próximo com eles, sem estabelecer um vínculo emocional, sem passar tempo juntos de verdade, manifestam um atraso no desenvolvimento cerebral.
O cérebro permanece imaturo. As áreas relacionadas com as emoções não se desenvolvem do jeito devido e, por isso, há uma resposta deficiente em relação a esses estímulos aos quais as crianças não foram expostas.
Mas podemos pensar que isso só tem a ver com as emoções, quando realmente tem a ver com muito mais. O estudo também descobriu que ter pais ausentes pode provocar graves problemas de aprendizagem, assim como um quociente intelectual muito menor.
“Dê a mão ao seu filho cada vez que tiver a oportunidade. Chegará ao momento em que nunca deixará de fazê-lo”
-H. Jackson Brown-
Em algumas ocasiões, não há nenhuma diferença entre um pai que passa tempo com seus filhos e aquele que quase nunca os vê. O importante é saber se aproximar deles, compartilhar coisas, falar e prestar atenção. O problema dos adultos é que consideramos que nossas preocupações são mais importantes quando, na realidade, não há nada mais importante que estar ali para nossos filhos.
Não são só os problemas que, como vimos, podem surgir da distância, mas também o valioso tempo que estamos perdendo e a irresponsabilidade que é não estar lá para ensinar aos nossos filhos como dar seus primeiros passos nesse mundo. Pensemos um momento em quando éramos pequenos, não precisávamos de pais presentes?
Fonte: O Segredo
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016
SÍNDROME DE PENSAMENTO ACELERADO
Desde sempre se ouviu falar em hiperactividade, esta é caracterizada por uma ansiedade psicomotora, inquietação e agitação do pensamento articulado à linguagem. A este tipo de Hiperactividade designamos por – Hiperactividade genética.
O que acontece nos nossos dias e está a acontecer muito nas nossas escolas, é que as nossas crianças estão a ser todas catalogadas como hiperactivas. Os meninos(as) não param nas cadeiras, tem défices de atenção, são respondonas e muitas vezes respondem coisas adversas aquilo que lhes é questionado,… entra muitas outras coisas. – A este tipo de hiperactividade, designamos Hiperactividade Funcional.
O que muitos pais e professores desconhecem é que a origem da hiperactividade(Funcional) está relacionada com o, SPA – Síndrome de Pensamento Acelerado*.
A televisão e os jogos de computador, apresentam estímulos alucinantes visuais, cheios de cores e padrões que o nosso cérebro capta em milésimos de segundo em conjunto com os mais diversos estímulos sonoros. Mostram mais de sessenta personagem por hora, com diversas características e personalidades e é com estas personagens (Pessoas destemidas, irreverentes, tristes, alegres, sorridentes, mal criadas, verdadeiros “artistas”), que os nossos filhos vivem e pior do que isso, se identificam e nos comparam. Pelo menos quatro horas por dia, quando não é mais em alguns dos casos. Lamentavelmente, muitos pais já colocam bebés de seis meses e ainda mais pequenos, à frente da caixinha maravilha lá de casa chamada: televisão, ao quatro anos, oferecem PSP`s, NIntendos e outros.
Os resultados são muito mais graves, do que os pais e professores podem pensar.
A maior consequência dos estímulos é contribuir para o desenvolvimento do SPA, as crianças geram compulsão nos seus comportamentos, para tentar aliviar e compensar a falta dos estímulos, assim como um dependente necessita das drogas.
Sintomas:
Fadiga excessiva, sem exercício físico; sono insuficiente; irritabilidade, sofrimento por antecipação, esquecimento, défice de concentração, aversão à rotina e por vezes sintomas psicossomáticos como: dores musculares, taquicardia, gastrite, etc.
* Autor e investigador Dr.º Augusto Curry
Fonte: Espaço Psi
O que acontece nos nossos dias e está a acontecer muito nas nossas escolas, é que as nossas crianças estão a ser todas catalogadas como hiperactivas. Os meninos(as) não param nas cadeiras, tem défices de atenção, são respondonas e muitas vezes respondem coisas adversas aquilo que lhes é questionado,… entra muitas outras coisas. – A este tipo de hiperactividade, designamos Hiperactividade Funcional.
O que muitos pais e professores desconhecem é que a origem da hiperactividade(Funcional) está relacionada com o, SPA – Síndrome de Pensamento Acelerado*.
A televisão e os jogos de computador, apresentam estímulos alucinantes visuais, cheios de cores e padrões que o nosso cérebro capta em milésimos de segundo em conjunto com os mais diversos estímulos sonoros. Mostram mais de sessenta personagem por hora, com diversas características e personalidades e é com estas personagens (Pessoas destemidas, irreverentes, tristes, alegres, sorridentes, mal criadas, verdadeiros “artistas”), que os nossos filhos vivem e pior do que isso, se identificam e nos comparam. Pelo menos quatro horas por dia, quando não é mais em alguns dos casos. Lamentavelmente, muitos pais já colocam bebés de seis meses e ainda mais pequenos, à frente da caixinha maravilha lá de casa chamada: televisão, ao quatro anos, oferecem PSP`s, NIntendos e outros.
Os resultados são muito mais graves, do que os pais e professores podem pensar.
A maior consequência dos estímulos é contribuir para o desenvolvimento do SPA, as crianças geram compulsão nos seus comportamentos, para tentar aliviar e compensar a falta dos estímulos, assim como um dependente necessita das drogas.
Sintomas:
Fadiga excessiva, sem exercício físico; sono insuficiente; irritabilidade, sofrimento por antecipação, esquecimento, défice de concentração, aversão à rotina e por vezes sintomas psicossomáticos como: dores musculares, taquicardia, gastrite, etc.
* Autor e investigador Dr.º Augusto Curry
Fonte: Espaço Psi
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
A importância de brincar sem brinquedo
Um foguete, uma varinha mágica, um trem ou qualquer tipo de
animal estão entre as muitas formas que um simples graveto pode tomar
pela criatividade e imaginação (principalmente) das crianças. O
exercício é importante para o desenvolvimento e para a construção
autoral dos pequenos e, ter esta consciência, ajuda os adultos a
garantir que haja momentos livres de brinquedos prontos.
“É preciso não planejar tantas atividades e não deixar tantas opções
de brinquedos com uma função específica disponível”, afirma Tatiana
Weberman, responsável pelo SlowKids,
movimento que propõe a desaceleração para a infância. “Deixar menos
opções, muitas vezes, é abrir uma porta para a criatividade e uma
vastidão de possibilidades.”
Criadora da plataforma de brincadeiras Massacuca,
Graziela Iacooca, conta que, ao contrário de muitos adultos, as
crianças não precisam de instruções para brincar com objetos do
cotidiano. “A nossa proposta é tirar o lúdico de objetos normais, o que a
criança sabe fazer. Estamos ensinando os adultos a disponibilizar isso
para os pequenos”, comenta.
O caso mais famoso é o tradicional baú de tesouros. Basta uma caixa,
balde ou sacola e diferentes objetos da casa, como utensílios de cozinha
em tamanhos e materiais variados. “Daí podem sair narrativas de
histórias incríveis ou um bolo ou qualquer coisa que a criança queira e
ela vai se divertir não apenas com os objetos, mas com a criação”,
comenta Graziela.
Construções das crianças podem ser ricas de significado. Foto: Território do Brincar
Os mesmos objetos podem ser também contornados, congelados,
ornamentados, mergulhados na água, enterrados e assim por diante. “Não
somos exatamente contra brinquedos, mas contra o excesso de brinquedos e
contra os que têm uma função específica”, explica.
Um animal bem pequeno, por exemplo, pode ser colocado dentro de uma
bexiga com água, congelado e depois se transformar em um ovo a ser
quebrado para retirar o bicho de lá de dentro.
O brincar espontâneo é objeto de pesquisa da cineasta Renata
Meirelles. Por conta disso, viajou por 9 estados e estabeleceu-se em 14
comunidades diferentes durante 1 a 3 meses para estudar o assunto e
produzir o documentário Território do Brincar, lançado este ano. “O foco foi sempre entender o que a criança faz, elas que dizem o que querem nos mostrar”, conta.
Ela e o marido viajaram com os dois filhos, agora com 6 e 8 anos, que
também participavam das brincadeiras. Os destinos escolhidos foram
locais com pouca estrutura como o Vale do Jequitinhonha, em Minas
Gerais, ou o Recôncavo Baiano.
“A gente viu muitas que não se utilizam de brinquedos comprados,
industrializados, elas reúnem o nada e organizam para compor o que elas
brincam”, explica, ainda com o encanto da riqueza percebida. “Nesta
busca, ela consegue se ver representada por aquelas coisas que ela fez,
compôs, arrumou. Cria um diálogo grande com quem ela é.”
Para ela, há um “sufocamento da própria infância” com a quantidade de
brinquedos de que algumas são cercadas. “Mesmo os brinquedos mais
comuns, como carrinhos e barquinhos, para os meninos, quando são feitos
por eles, com latas, tábuas, chinelos, pneus e uma gama de objetos
contam uma história e geram um vínculo diferente.”
Ela conta que impressionam os detalhes, por exemplo, em casinhas com
panos colocados como toalhas de mesa e flores para decorar. “Foi
incrível a diversidade de composições de brinquedos e brincadeiras”,
comenta.
Os filhos levaram uma mala de brinquedos que também eram
compartilhados e costumavam interessar às demais crianças. “Certamente
se você falar que vai dar, eles querem, mas sabem distinguir. Eles
dizem, por exemplo, que brinquedo comprado ‘quebra’, ou seja, os deles,
em sua percepção, são apenas modificados.”
Para ela, entre tantas lições do projeto Território do Brincar, uma
bastante clara é que a infância precisa do ócio e da ausência de
brinquedos prontos para que possam acessar os próprios desejos, vontades
e interesses. “Elas conseguem concretizar na prática seus sonhos com
sua imaginação.”
Fonte: Carta Educação
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
É POR ISSO QUE VOCÊ PRECISA DORMIR VIRADO PARA SEU LADO ESQUERDO
Quando eu vou para a cama, costumo dormir do meu lado direito.
Não há nenhuma razão específica para isso. Acontece que, eu poderia realmente fazer algo bom para mim dormindo do lado oposto.
Você pode dormir de várias maneiras e cada uma delas impacta sua saúde.
Dormir de barriga para baixo não é bom, se você tem problemas respiratórios.
Dormir do lado direito agrava distúrbios digestivos.
Então, como devemos dormir?
Quando você dorme em seu lado esquerdo, está provavelmente melhorando drasticamente a sua saúde e talvez até mesmo salvando sua vida.
A medicina holística chama o lado esquerdo de lado linfático dominante e, quando você dorme nesse lado, seu corpo filtra as toxinas de forma mais eficaz através dos gânglios linfáticos.
Dormir do lado direito pode reverter isso, o que aumenta a chance de doenças mortais.
Fonte: O SEGREDO
Não há nenhuma razão específica para isso. Acontece que, eu poderia realmente fazer algo bom para mim dormindo do lado oposto.
Você pode dormir de várias maneiras e cada uma delas impacta sua saúde.
Dormir de barriga para baixo não é bom, se você tem problemas respiratórios.
Dormir do lado direito agrava distúrbios digestivos.
Então, como devemos dormir?
Quando você dorme em seu lado esquerdo, está provavelmente melhorando drasticamente a sua saúde e talvez até mesmo salvando sua vida.
A medicina holística chama o lado esquerdo de lado linfático dominante e, quando você dorme nesse lado, seu corpo filtra as toxinas de forma mais eficaz através dos gânglios linfáticos.
Dormir do lado direito pode reverter isso, o que aumenta a chance de doenças mortais.
Fonte: O SEGREDO
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Menina de 18 anos se prepara para casar com seu próprio pai após dois anos de namoro
Incesto aconteceu depois de 12 anos afastados. Eles se conheceram e passaram uma semana juntos - tempo suficiente para, segundo ela, se apaixonarem e terem a sua primeira relação sexual
"AS PESSOAS PRECISAM PESQUISAR MAIS SOBRE INCESTO E GSA", DIZ GAROTA QUE SE PREPRARA PARA CASAR COM O PRÓPRIO PAI (Foto: Thinkstock)
Na década de 80, Barbara Gonyo, fundadora de um grupo de apoio a crianças adotadas que tiveram a chance de conhecer os pais biológicos, cunhou o termo “Atração Sexual Genética” (GSA - sigla em inglês). Segundo ela, ele diz respeito aos intensos sentimentos amorosos e sexuais observados nas reuniões de reaproximação. Em entrevista ao The Guardian, contou que este sentimento tabu ocorre em 50% dos casos em que parentes afastados se reencontram na fase adulta. É exatamente esta a realidade vivida por uma garota americana de 18 anos.
Os pais da menina se conheceram no colégio, aos 18 anos, e a conceberam na noite da festa de formatura. Eles tinham um relacionamento sério há seis meses, mas romperam durante a gravidez. “Eu acho que os problemas psicológicos da minha mãe contribuíram para que a relação não funcionasse. Ela sofre de bipolaridade e outros problemas mentais”, disse. “Eles não eram felizes e não mantiveram o contato depois do meu nascimento.”
Nos dois primeiros anos de vida, ela foi criada pelos avós por conta do descontrole da progenitora e teve um breve contato com seu pai entre os 3 e 5 anos de idade. Mas os encontros eram sempre conturbados e marcados por discussões do ex-casal. Logo, as visitas cessaram.
“Quando eu tinha uns 15 anos, ele escreveu para a minha mãe dizendo que gostaria de me ver. Eu disse que sentia falta dele e não me importaria em encontrá-lo. Ela me perguntou como eu poderia sentir saudades de alguém que eu mal conhecia, que eu não via há muito tempo. Mas a minha carência era de uma figura paterna.” Segundo a jovem, a mãe sempre se relacionou com os caras errados e ela nunca conseguiu se sentir próxima dos padrastos.
Até que aos 17 anos, ela teve a chance de reencontrar o pai biológico. “Minha mãe era muito controladora. Ela tinha a senha do meu Facebook, desde a criação da conta. Um dia, depois de recuperar os meus privilégios de acessar a rede social, ele me adicionou como amigo. A princípio, pensei que fosse o meu avô, por causa do nome similar. Só depois me dei conta de que se tratava do meu pai. Eu disse que achava que ele estava morto e perguntei por que ele demorou para entrar em contato. Ele disse que sempre tentava me adicionar, mas eu sempre rejeitava o convite. Era a minha mãe controlando o meu perfil.”
Os dois passaram cinco dias juntos. “Ele estava morando com a namorada. Na primeira noite, dormiu no sofá e eu no chão, só para ter a certeza de que estava tudo bem. Dormir em lugares diferentes me deixava ansiosa e eu pedi para que ele ficasse comigo, caso eu tivesse pesadelo durante a noite. Na segunda noite, ele dormiu no sofá novamente. E no terceiro dia, eu me vi dormindo com ele no chão, deitada em seu peito, nos braços. A quarta noite passamos no chão de novo. Desta vez, nós realmente nos abraçamos. Quando acordamos, estávamos de conchinha. Eu não soube disso na hora, mas depois que nos declaramos, ele confessou ter tido uma ereção. [Não senti nada]. Eu estava dormindo e ele foi discretamente ao banheiro.”
Na noite seguinte, enquanto brincavam de lutinha antes de se deitarem, ela o mordeu. “Eu pude vê-lo arrepiado dos dedos dos pés aos ombros. Em seguida, ele beliscou minha coxa e eu me arrepiei toda. Paramos e dissemos que não sabíamos o que estava acontecendo, mas admitimos que sentíamos algo forte um pelo outro. Discutimos se isso era certo e nos beijamos. Depois, fizemos amor pela primeira vez. Foi quando eu perdi a virgindade.”
Ela conta que nunca teve vida social, namorou um garoto durante dois anos, mas foi traída. Em seguida, se relacionou com uma garota, mas ela era muito religiosa e a relação não vingou.
No depoimento, ela confirmou que eles se sentiram completamente apaixonados, sentimento que causou o fim do namoro do pai, na época. A mãe e a família materna os veem como pai e filha; já a família paterna os aceita como um casal e “estão ansiosos para que tenhamos filhos”.
Quase dois anos depois do início do relacionamento, eles planejam se casar. “Quero um casamento completo, mas não legalmente registrado. Não acredito que um pedaço de papel prove que você deseja ficar com a pessoa que ama.” Para isso, pretendem se mudar para Nova Jersey, onde podem se sentir seguros perante a lei. “O incesto entre adultos não é considerado ilegal por lá. E assim que mudarmos, vou contar a todo mundo.”
O desejo do casal é também ter filhos biológicos. Eles não temem risco algum. “Eu não correria o risco de ter um filho se eu soubesse que seria prejudicial. Eu pesquisei sobre isso. Todo mundo pensa que as crianças nascidas em relações incestuosas, certamente, terão problemas genéticos, mas isso não é verdade. Isso acontece quando há anos de consanguinidade, como com a família real.”
Mas ela admite que, às vezes, o procura como filha. “Quando eu preciso do meu pai, eu digo, ‘Ei, pai, preciso de você’. E nessa hora, ele não é meu noivo ou namorado, mas meu pai.”
Hoje, ela está com 18 anos e ele com 37, mas garantem que a diferença de idade não atrapalha em nada. “Eu nunca me senti dessa forma com ninguém.”
Quanto aos julgamentos, ela diz: “Eu não entendo por que estou sendo julgada por ser feliz. Somos dois adultos que salvaram um ao outro. As pessoas precisam pesquisar mais sobre incesto e GSA, porque eles não sabem do que se trata e não entendem como acontece. Quando você tem 18 anos, você sabe o que quer. Você é adulto diante da lei. Eu posso cuidar de mim mesma. Não preciso se proteção. Se eu estivesse em uma situação da qual eu tivesse que sair, eu sairia. Não tenho medo de me defender.”
Fonte: Marie Claire
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quinta-feira, 4 de agosto de 2016
DOIS TERÇOS DO MUNDO FORAM DESCOBERTOS PELOS PORTUGUESES
Sabia que dois terços do mundo foram descobertos pelos portugueses?
Provavelmente não sabe. Mas é verdade. Foram os primeiros a chegar.
Investigaram. Experimentaram. Desbravaram. Deixando o testemunho da sua presença. Trouxeram novas de sítios que se julgavam inalcancáveis. Em menos de 100 anos mudaram o mundo. A esse Mundo deram novos Mundos.
Materializaram o sonho e modificaram a noção de distância. Fizeram crescer o comércio e o conhecimento científico. Anteciparam a História. Ajudaram ao nascimento de novos países. Foram os primeiros cidadãos do Mundo. E se mais Mundo houvesse lá teriam chegado.
1434 - Cabo Bojador
1471 - Equador
1488 - Cabo da Boa Esperança
1498 - Índia
1500 - Brasil
1513 - China
1522 - Austrália
1542 - Califórnia
1543 - Japão
1550 - Nova Zelândia
Fonte: Portugal Glorioso
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quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Brasileiro com mais de 60 anos pode viajar gratuitamente de ônibus por todo o país, e obter 50% de desconto em passagens aéreas
O não cumprimento da lei dá direito a indenização por dano material e também por dano moral
O Brasil está envelhecendo, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), em 2050 estima-se que 30% da população brasileira terá 60 anos ou mais. De acordo com o Relatório Mundial de Saúde e Envelhecimento, o número de pessoas com mais de 60 anos no Brasil deverá crescer mais rápido do que a média internacional, enquanto nos outros países o número vai duplicar, no Brasil ele vai quase triplicar. A estimativa de vida do brasileiro também aumentou, segundo informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), hoje o brasileiro vive em média 72,7 anos. Esse aumento no tempo de vida tem gerado alguns benefícios para essa parcela da população que já deu sua contribuição ao País; entre esses benefícios está o desconto em viagens.
Pessoas com mais de 60 anos, possuem o direito de obter descontos de aproximadamente 50% em passagens aéreas. “Cerca de 5% dos assentos das aeronaves devem ser reservados e, em havendo procura, cedidos com esse benefício”, comenta o Advogado Roldão Lopes de Barros Neto. O Advogado explica que para obter o benefício, é necessário que o idoso realize a aquisição do bilhete com, no mínimo, 72 horas de antecedência.
Para viagens rodoviárias, o idoso possui direito ao bilhete gratuito. Entretanto, esse benefício só é concedido àqueles que ganhem menos de dois salários mínimos por mês. É fundamental a comprovação de renda para obtenção da passagem gratuita. “As passagens para idosos são possíveis para todos os dias e horários, inclusive nos feriados mais concorridos, pois, pela legislação, as empresas são obrigadas a reservar no mínimo dois assentos por ônibus, para os beneficiários desta gratuidade”, explica o Advogado. Para obter o benefício, o idoso deve solicitar o bilhete de viagem com antecedência mínima de três horas, em relação ao horário de partida da linha. Na mesma ocasião, o idoso pode solicitar a passagem de volta e deve comparecer para o embarque com antecedência mínima de 30 minutos, sob pena de perder o benefício e a empresa vender seu assento para outra pessoa.
De acordo com o Dr. Roldão, muitas empresas alegam que a cota já foi concedida, ou seja, que os dois lugares já estão ocupados, e assim livram-se da obrigatoriedade de conceder o benefício. “É direito do idoso, nessa situação, de exigir a comprovação da concessão, bem como o número dos assentos cedidos, a fim de poder conferir a veracidade das alegações”, ressalta. De qualquer forma, já tendo esse benefício sido concedido, ainda há a possibilidade, amparada pela lei, do idoso obter 50% de desconto na sua passagem, nesse mesmo coletivo, desde que ele tenha chegado na rodoviária com antecedência mínima de três horas para viagens de até 500 quilômetros e de seis horas para viagens acima de 500 quilômetros. “O não atendimento, o desrespeito ao estatuto do idoso, dentre outras punições, inclusive de natureza criminal, dá direito a uma indenização por danos materiais (restituição do valor pago a maior, acrescido de juros e correção monetária) e por danos morais, através da justiça”, enfatiza Dr. Roldão.
Sobre o Advogado Roldão Lopes de Barros Neto – Diretor da Roldão Lopes de Barros & Advogados Associados, Roldão Lopes de Barros Neto é graduado em Ciências Jurídicas e advogado militante desde 1983, sendo titular em três bancas; uma na cidade de São Paulo, uma em Campinas (SP) e outra em Vargem Grande Paulista (SP), e também adjunto em outras duas bancas: Paraná e Rio de Janeiro. Pós-graduado, lato senso, com habilitação para o Magistério em Direito Civil; Mestre em Direito com concentração em Direito Civil e formação complementar em Direito Processual Constitucional. Atualmente desenvolve sua tese em doutorado. Foi professor de Direito, fundador, da Faculdade de Paulínia (SP) e ministrou aulas de Direito em diversas universidades do Estado de São Paulo. Atua constantemente como palestrante em Seminários, Congressos e Universidades. Destaca-se também no segmento de livros, com oito títulos publicados, entre eles: Livro de Direito para Administração de Empresas; Direito do Trabalho – Apontamentos Legais, Doutrinários e Jurisprudenciais e O suicídio como acidente de trabalho.
Detentor de diversos prêmios, como o Super Cap de Ouro, por duas vezes, devido ao seu destaque no setor jurídico; e do Prêmio Destaque, outorgado pelos jornalistas independentes do Estado de São Paulo, duas vezes consecutivas, em decorrência de sua atuação no setor jurídico em defesa do Direito da mulher. Dr. Roldão também escreve para diversos jornais e sobre vários assuntos jurídicos no site www.roldaodebarros.com.br.
Fonte: MG Turismo
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domingo, 31 de julho de 2016
Golpe no Banco Santander de Santa Rosa
Havia um telefone celular dentro do telefone do banco, ao que tudo consta, grampeando a ligação
A atuação da bandidagem está cada vez mais engenhosa. Há pouco uma jovem sofreu um golpe na agência do banco Santander, localizada na rua Noronha Torrezão, próxima ao Largo do Marrão, em Santa Rosa. Segundo uma testemunha que estava no local, a jovem disse que a máquina de auto-atendimento "engoliu" o seu cartão. Nervosa, acionou o telefone institucional do banco, sendo imediatamente acolhida pela "voz de atendimento" do outro lado da linha, identificada como "Ana Paula". Seguindo a orientação da suposta atendente, a jovem informou as senhas do cartão e, logo em seguida, foi surpreendida com um saque em sua conta bancária. A Polícia Militar foi acionada e lá chegando tratou de averiguar o aparelho de telefone do banco. Para surpresa dos que estavam no local, havia um TELEFONE CELULAR DENTRO DO TELEFONE DO BANCO, ao que tudo consta, GRAMPEANDO A LIGAÇÃO!!! É, pessoal, TÁ OSSO!!! Bandido agora dá aula de ciência e tecnologia!!!
Fonte: Jornal de Niterói
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