terça-feira, 18 de outubro de 2011

Sumiço de adolescente grávida intriga Três Passos, no Noroeste


Polícia espera contar com a ajuda da população para resolver o mistério

Mais de três meses sem notícia. A angústia pelo desaparecimento de Cíntia Luana Ribeiro Moraes, 15 anos, mobiliza a comunidade de Três Passos, noroeste do Estado. Ao sair de casa, Luana, como é chamada pela família, afirmou que iria se encontrar com o pai da criança que esperava e retornaria em seguida. Foram as últimas palavras da filha, que a mãe, Ivone Moraes, 54 anos, ouviu.

No dia 13 de julho, quando sumiu, ela estava grávida de sete meses e meio e já havia preparado o enxoval para a chegada da filha, Emily Vitória. Vestia calça jeans azul escura, com zíper na lateral direita, blusa cinza clara com bolso na altura da cintura e chinelos dourados.

Duas horas depois, a mãe recebeu uma mensagem do celular da adolescente, dizendo que ela iria viajar com o pai da criança, morador de Humaitá. Ele não viajou e Cíntia, desde então, não entrou mais em contato.

O desaparecimento da adolescente impediu que a família celebrasse seu aniversário de 15 anos, em 27 de julho, e o nascimento da criança, previsto para a metade de setembro. A mãe ainda tem esperanças de reencontrar a filha.

— Eu tenho esperança que ela volte ainda com o bebezinho nos braços — disse.

Por falta de notícias, a família se mobilizou e realizou protesto com faixas e cartazes por duas vezes, em frente à Delegacia de Três Passos. No entanto, o mistério continua.

A Polícia considera que não há motivos para Cíntia ter fugido, pois a família aceitava a gravidez. Segundo a delegada que assumiu o caso em outubro, Caroline Bamberg Machado, todas as informações recebidas nos últimos meses foram checadas, sem que pistas concretas indicassem a resolução do mistério.

— A gente não tem certeza do que aconteceu. Apenas sabemos que ela foi se encontrar com o pai do filho dela e que ele foi a última pessoa que a viu. Mas não temos nada de concreto, portanto, não tem como falarmos em suspeitos. Primeiro temos que especificar o que ocorreu — afirma.

Para chegar ao paradeiro da adolescente, a Polícia apela para a colaboração da população. Quem tiver informações que possam levar até Cíntia, pode entrar em contato com a Polícia Civil de Três Passos pelo telefone (55) 3522-1211, ou informar à polícia mais próxima pelo 197.

ZERO HORA

Pais e mães voltarão à escola para aprender a educar os filhos


Esta medida – extrema e polêmica – será adotada pelo governo na Grã-Bretanha, mas já está acontecendo em particular com famílias que se declaram incompetentes para educar os filhos. Será um laboratório: 50 mil pais e mães de classe média, com filhos de menos de cinco anos, ganharão do governo um voucher de 100 libras (R$ 275) para financiar aulas… sabe para quê? Para entender sua função no mundo ao dar à luz uma criança.

O primeiro-ministro inglês, David Cameron, está preocupado com a “decadência moral”, a falta de valores em crianças e jovens. A preocupação se acentuou quando houve em agosto em Londres aqueles distúrbios de rua, apedrejamentos de lojas e destruição de patrimônio público, capitaneados por gangues de jovens e adolescentes.

O que esses pais vão aprender na sala de aula? A disciplinar seus filhos, a se comunicar com seus filhos e a administrar direito os conflitos dentro de casa, sem violência mas com autoridade. Além disso, terão que entender como passar para suas criancinhas um código de valores morais.

Acho tudo isso dramático e triste. Se acontece em países desenvolvidos onde a educação é muito melhor, imaginem no Brasil. Não se pode nem culpar a profunda desigualdade social em nosso país. Em São Paulo, nesta madrugada, um rapaz de 20 anos atropelou, embriagado, três trabalhadores que estavam num ponto de ônibus. Ele não tem carteira de habilitação, era 5h30 da manhã, ele tinha tomado três doses de uísque e alegou na delegacia ter apanhado o Honda Civic sem autorização da família. Difícil de acreditar. Por ironia, uma das vítimas trabalha como barman numa casa noturna: “Fico servindo esses playboys que se enchem de cachaça e uísque e depois um deles vem e me atropela”. Um dos atropelados corre o risco de amputar uma perna. No Brasil, além da contribuição dos pais para a falta de educação, existe a impunidade da lei para os riquinhos.

Na Inglaterra, a atriz Helena Bonham Carter (na foto que abre este post) admitiu que está “fazendo um curso para aprender a ser mãe” de seus dois filhos. Ela disse ao jornal Daily Mail: “Estou tendo aulas de maternidade. Nunca ninguém me ensinou o que devo fazer. É muito mais difícil do que ser atriz”.

E é mesmo. É difícil à beça educar. Vivemos cometendo erros, mas é preciso saber o essencial, não? Para mães pobres e abandonadas pelo marido, que trabalham o dia inteiro e precisam deixar a criança sozinha ou com uma babá analfabeta ou ainda com uma irmã ou irmão com um pouquinho mais de idade, numa comunidade que convive diariamente com a violência, eu diria que é uma tarefa acima de suas possibilidades.

Mas, como se vê, o problema transcende classes sociais e até mesmo o grau de desenvolvimento de um país. No ano que vem, o esquema de “educar pais para educar filhos” será testado em várias regiões da Inglaterra e no bairro londrino de Camden, durante dois anos, a um custo de 5 milhões de libras (R$ 13 milhões) para os cofres públicos.

Se der certo, o programa será ampliado para todo o país. Segundo a ministra da Infância Sarah Teather, “especialistas confirmam que os primeiros cinco anos de uma criança são decisivos para seu futuro, sua saúde, seu desempenho escolar e perspectivas profissionais”.

O mais importante, diz a ministra, é ter consciência de que esses cursos não se destinam apenas a “famílias-problema”. Da mesma forma que as mulheres se procupam com o pré-natal, deveriam recorrer a orientação profissional quando percebem que não estão conseguindo educar os filhos como gostariam, sem impor limites, produzindo involuntariamente crianças mimadas que batem, gritam, xingam. “É dever social e moral do Estado ajudar os pais nesse momento crítico”, diz a ministra.

Os maiores focos do curso serão: como estimular bom comportamento e administrar conflitos em casa, e como garantir que pai e mãe trabalhem juntos como um time, sem criar confusões na cabecinha infantil. E também demonstrar como é gratificante cumprir a rotina e a disciplina, além de se comportar seguindo regras de respeito ao próximo. Um dos problemas mais graves é o alcoolismo juvenil.

O deputado do Partido Conservador Philip Davies afirmou: “Não há dúvida de que há muitos adultos por aí que não estão aptos a ser pais. Mas não acredito no sucesso dessa iniciativa do Estado para transformar as pessoas”. Nick Seaton, que trabalha na Campanha para a Educação Real, concorda que há muitos pais que precisam ser orientados e aconselhados sobre a educação dos filhos. “Mas estou convencido de que quem realmente precisa de cursinho não irá procurar o Estado”.

E você, o que acha? Você se considera um bom pai, uma boa mãe? Ou precisa de umas aulas porque perdeu o controle da educação? Como reverter a indisciplina e a decadência moral e de valores? O Estado deve intervir? As escolas fazem seu papel? Sempre foi assim ou piorou?


Mulher 7x7

Justiça ouve sexta testemunha de defesa no caso dos médicos acusados de fraudar mortes


Tribunal de Justiça confirmou que júri popular deve terminar só nesta quarta-feira

A Justiça ouvia, por volta das 14h45 desta terça-feira (18), a sexta testemunha de defesa no julgamento dos médicos acusados de fraudar mortes para traficar órgãos foi retomado em Taubaté, no interior de São Paulo. Outras duas pessoas deverão ser ouvidas ainda nesta tarde, no Fórum Desembargador Paulo da Costa Oliveira, informou o Tribunal de Justiça do Estado.

A denúncia do Ministério Público aponta que os médicos Paulo Henrique Masiuan, Rui Noronha Sacramento e Mariano Fiore Júnior usavam diagnósticos falsos de morte encefálica para extrair os rins dos pacientes, para fins de transplante. O primeiro dia de júri popular, nesta segunda-feira (17), ouviu sete testemunhas de acusação.

O julgamento começou na segunda-feira (17) e foi retomado nesta manhã. A previsão é de que o júri popular só termine na quarta-feira (19), mas sem horário previsto.

No total, dez pessoas foram convocadas para dar depoimento em defesa dos réus. A oitiva de uma delas aconteceu ontem e outra testemunha foi dispensada nesta manhã. No horário, duas pessoas ainda aguardavam para serem ouvidas. Em seguida, será a vez dos médicos acusados Paulo Henrique Masiuan, Rui Noronha Sacramento e Mariano Fiore Júnior se defenderem das acusações de fraude na morte de pacientes.

O júri ainda prevê ainda os debates entre a promotoria do Ministério Público e os advogados que representam os médicos acusados. Depois disso, as pessoas que formam o júri popular se reunirão em uma sala privada para decidirem se os profissionais são ou não culpados.

Histórico

Pedro Henrique Masjuan Torrecillas, Rui Noronha Sacramento e Mariano Fiore Júnior são acusados de quatro homicídios dolosos contra os pacientes Miguel da Silva, Alex de Lima, Irani Gobo e José Faria Carneiro, que morreram entre setembro e dezembro de 1986.

Depois da operação, o neurocirurgião e legista Mariano Fiori concluía como causa mortis exclusivamente as lesões cerebrais experimentadas pelas vítimas (traumatismo craniano, raquimedular ou aneurisma), ocultando a causa direta e eficiente das mortes: a retirada dos rins dos pacientes.

Os prontuários médicos e os laudos das angiografias cerebrais relativos a esses pacientes foram apreendidos e submetidos à análise de peritos, que concluíram que as vítimas não tinham diagnóstico seguro de morte encefálica apta a amparar a realização das cirurgias de retirada dos rins.

Também foram denunciados pelos mesmos crimes os médicos Antônio Aurélio de Carvalho Monteiro, que faleceu no ano passado, e José Carlos Natrielli de Almeida, que acabou impronunciado a pedido do Ministério Público.

R7

Gêmeas siamesas de 7 anos esperam por cirurgia milagrosa


Mãe das meninas afirma que família aguarda avanços na medicina que sejam capazes de garantir mais chances de sobrevivência para as duas depois da operação. Apesar da condição, as duas crianças levam uma vida normal

As gêmeas siamesas Anastacia e Tatiana Dogaru, unidas pela cabeça, superaram as expectivas dos médicos: vivem assim há 7 anos. "A cirurgia de separação é como uma faca de dois gumes: mudaria a vida das meninas, mas também poderia acabar com elas", disse a mãe, Claudia, ao jornal britânico Daily Mail. As garotas têm cérebros e órgãos separados, com exceção do rim, pois Anastácia depende desse órgão da irmã. Segundo a mãe das gêmeas, as pessoas costumam achar que Ana tem uma condição melhor que a Tati. “Ana tem uma mobilidade maior e consegue se manter reta por mais tempo. Tati às vezes precisa se arrastar. Mesmo assim, elas se amam muito”, afirmou Claudia. E, apesar de estarem sempre juntas, nunca puderam se olhar de frente.

A descoberta de que a gravidez era de gêmeas siamesas aconteceu na quarta semana de gestação. A família e amigos do casal os aconselharam a fazer um aborto, mas eles se recusaram. As meninas tinham apenas 25% de chances de sobreviver à gestação. Em janeiro de 2004 , porém, Claudia deu à luz por meio de uma cesárea, em Roma. Atualmente a família mora nos Estados Unidos por conta dos tratamentos médicos. “O momento mais emocionante da minha vida foi quando, aos 20 meses, elas deram os primeiros passos juntas”, contou a mãe. Apesar de tudo, as meninas têm uma rotina comum: frequentam a escola e adoram nadar.

A primeira tentativa de separação aconteceu em 2007, mas a equipe médica acabou decidindo que um procedimento cirúrgico naquele momento seria muito arriscado. A família foi informada de que era melhor esperar até que a pressão arterial das meninas se equiparasse, pois Ana tinha uma pressão muito baixa e Tati, muito alta. Exames recentes mostraram que a pressão arterial de ambas está equilibrada e especialistas de Chicago agora estão buscando novas maneiras de realizar a operação.

“Uma vez que as meninas nasceram, nosso maior sonho é dar a elas uma vida separada. Mas nós só vamos fazer isso quando os médicos nos derem garantias razoáveis de sobrevivência para as duas”, explicou a mãe. A família espera um avanço na medicina para que os especialistas consigam isolar os sistemas vasculares das garotas – o que aumentaria a chance de elas saírem com vida da operação.

Crescer

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Bebê com síndrome de Down é abandonado em hospital do Rio


O bebê foi abandonado em uma clínica particular na zona sul do Rio. Ele permanece internado com problemas cardíacos e luta para sobreviver.

R7

Transeuntes ignoram bebê atropelada na China


Vários transeuntes de uma cidade no sul da China ignoraram uma menina de dois anos de idade que havia sido atropelada, segundo a agência oficial de notícias do país, Xinhua.

O acidente na cidade de Foshan causou morte cerebral no bebê.

A menina é então ignorada, durante sete minutos, por várias pessoas que passam pelo local. Ela é ainda atropelada por um segundo veículo.

Yue Yue é socorrida por um lixeiro que pede ajuda a vários lojistas do mercado, mas é ignorado por eles. Por fim, ele consegue localizar a mãe da menina, que a leva ao hospital.

A Xinhuã afirma que a polícia prendeu os motoristas dos dois veículos envolvidos no acidente.

O incidente causou ultraje nos populares sites de redes sociais da China. Alguns sugeriram que os transeuntes temeriam ser responsabilizados pelo ocorrido se ajudassem a menina.

Alguns mencionaram o caso de um homem que tentou ajudar uma idosa que sofreu um tombo e acabou sendo processado, aparentemente porque sua intervenção teria violado as regras do governo sobre como lidar com vítimas de acidentes

Figura ilustrativa

Começa nesta segunda-feira julgamento de médicos acusados de retirar órgão de pacientes vivos


SÃO PAULO - Teve início na manhã desta segunda-feira o julgamento de três médicos acusados de retirar órgãos de pacientes ainda vivos, em Taubaté, a 134 quilômetros da capital paulista. A história chocou o Vale do Paraíba, interior de São Paulo, e todo o Brasil na década de 1980. Pedro Henrique Masjuan Torrecillas e Rui Noronha Sacramento são acusados de quatro homicídios dolosos contra os pacientes Miguel da Silva, Alex de Lima, Irani Gobbo e José Faria Carneiro, entre setembro e dezembro de 1986. O médico Mariano Fiore Júnior é acusado de ser partícipe dos crimes. Um quarto acusado, o neurologista Antônio Aurélio de Carvalho Monteiro, morreu em maio do ano passado. A previsão é que o julgamento só termine na noite desta terça-feira.

Primeiro, falarão sete testemunhas de acusação. E depois, as dez de defesa. Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, a primeira pessoa a dar seu depoimento será o médico que denunciou os acusados, Roosevelt de Sá Kalume, que na época era diretor do departamento de Medicina da Universidade de Taubaté (Unitau). Segundo ele, as cirurgias foram realizadas sem autorização, sempre durante a noite e pelos mesmos médicos.

Depois de Kalume, devem falar outras seis testemunhas de acusação, entre elas Ivã Gobbo, irmão de uma das vítimas, Irani Gobbo.

Os médicos faziam parte do corpo de profissionais da Universidade de Taubaté e realizaram os procedimentos no Hospital Santa Isabel, hoje Hospital Regional do Vale do Paraíba. As informações são do site VNews.
Segundo a acusação, os médicos se utilizaram de diagnósticos falsos de morte para extrair os rins dos pacientes para utilizá-los em uma rede de transplante de órgãos. Na época, os procedimentos foram presenciados por uma enfermeira, que foi testemunha no processo.

Tomando conhecimento do procedimento, o médico Roosevelt Kalume, na época diretor do departamento de Medicina da Universidade de Taubaté (Unitau), denunciou o caso. Segundo ele, as cirurgias foram realizadas sem autorização, sempre durante a noite e pelos mesmos médicos.

Ivan Gobbo viveu um drama familiar em 1986. O irmão dele, Irani Gobo, foi internado no antigo hospital Santa Isabel com um aneurisma. A família autorizou a doação dos rins assim que fosse constatada a morte cerebral. Mas Ivan diz que os médicos desligaram os aparelhos antes disso.

- Tem gente que não fica em coma dois, três, quatro anos e de repente se recupera? Por que não ele? Vamos dizer até que poderia ser um milagre, mas existia a possibilidade - diz.

Na época, outras três famílias contaram histórias parecidas. Então, em 1987, a polícia abriu um inquérito para investigar os atos de quatro médicos. Mais de duas décadas depois, ele quebrou o silêncio. E reafirmou: no momento da retirada dos órgãos, os pacientes estavam vivos:

- Pelos padrões científicos internacionais, você não pode ter um diagnóstico de morte cerebral num paciente que tem fluxo cerebral. E os doentes tinham fluxo cerebral. Tinham arteriografias perfeitas.

O inquérito policial durou dez anos. E o delegado Roberto Martins, que investigou o caso, concorda: houve precipitação na extração dos rins:

- Nós temos uma testemunha, uma enfermeira, que foi incisiva quando ela disse que um dos médicos deu um golpe, uma estocada com bisturi, no coração de uma das vítimas. E também um detalhe importante: morto não volta para a UTI. Era o caso que acontecia. Retirava os rins, diziam que estavam mortos, e voltavam pra UTI. Pra quê?

No tribunal do júri de Taubaté, serão contadas histórias com versões completamente diferentes: a promotoria diz ter provas de que os médicos cometeram, ao menos, quatro assassinatos. Mas a defesa vai tentar mostrar que as denúncias são absurdas e que não passam de mentiras.

Dois acusados, o neurologista Marione Fiore Junior e o urologista Rui Sacramento falaram à VNews. Eles alegaram que a equipe fez todos os procedimentos de forma correta. E disseram que Kalume retirou dos prontuários os laudos que comprovariam a morte dos pacientes.

- O doutor denunciante encaminhou para o conselho prontuários manipulados, manuseados, dos quais ele retirou documentos importantes - afirma o urologista Rui Sacramento.

Mas Mariano Fiore Jr., neurologista, afirma, "não havia sinais de fluxo cerebral compatível com vida nestes pacientes". O quarto médico, também urologista Pedro Henrique Torrecillas, não quis falar.

Ivan Gobo diz que espera por uma decisão da Justiça há 25 anos:

- Quanto tempo de espera e o negócio só vai enrolando, enrolando... É uma emoção muito grande saber que agora pode resolver esse problema desse processo.

- Eu acho que a Justiça tem que dar um basta nessa história. Foi um negócio assim, que me causa náusea até hoje. Me causa espanto - afirma Roosevelt Kalume.

- Eu sofrendo, a família sofrendo, um desespero dos amigos. Só não sei por que isso demorou tanto tempo. Nós estamos atrás dessa absolvição faz tempo - diz Mariano Fiore Jr.

Já o urologista Rui Sacramento se defende:

- Não me formei e não estudei 20 anos para prejudicar a vida dos outros. Pelo contrário: eu me formei pra salvar vidas e pra ajudar as pessoas a viver melhor.

Sobre a possível manipulação dos prontuários das vítimas, o médico denunciante, Roosevelt Kalume, nega as acusações dos réus.

A pena pode variar de seis a 20 anos de prisão.

O Globo

domingo, 16 de outubro de 2011

Governo envia ao Congresso projeto de lei que proíbe 'palmadas' em crianças


O governo federal enviou nesta quarta-feira ao Congresso um projeto de lei que proíbe a prática do castigo físico em crianças. Caso aprovado o texto, pais, professores e cuidadores de menores em geral podem ficar proibidos de beliscar, empurrar ou mesmo dar "palmadas pedagógicas" em menores de idade. “Eu me considero uma criança abençoada, porque não lembro da minha mãe ter batido em um filho. Eu nunca bati nos meus filhos. Não é necessário bater”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao defender o projeto na cerimônia dos 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O presidente afirmou ainda que confia que os congressistas vão, não só aprovar, como também aperfeiçoar o texto.“Tenho consciência de que o Congresso irá aperfeiçoar, irá conseguir fazer melhor [o projeto] do que nós mandamos. Temos consciência de que alguns conservadores irão fazer disputa conosco. Mas esse é o debate bom. E temos que mostrar que nós estaremos atentos para garantir que as crianças sejam crianças.”
A medida visa garantir o direito de uma criança ou jovem de ser educado sem o uso de castigos corporais ou "tratamento cruel e degradante". Atualmente, a Lei 8.069, que institui o ECA, condena maus-tratos contra a criança e o adolescente, mas não define se os maus-tratos seriam físicos ou morais. Com o projeto, o artigo 18 passa a definir "castigo corporal" como "ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente". Para os infratores, as penas são advertência, encaminhamento a programas de proteção à família e orientação psicológica.
"A definição proposta se aplica não só para o ambiente doméstico, mas também para os demais cuidadores de crianças e adolescentes - na escola, nos abrigos, nas unidades de internação. O projeto busca uma mudança cultural", diz a subsecretária nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira. Segundo ela, "1/3 das denúncias no Disque 100 refere-se à violência doméstica, seja na forma de negligência ou de maus tratos".
Será necessário o testemunho de terceiros - vizinhos, parentes, funcionários, assistentes sociais - que atestem o castigo corporal e queiram delatar o infrator para o Conselho Tutelar. Vale lembrar que, no caso de lesões corporais graves, o responsável é punido de acordo com o Código Penal, que prevê a pena de 1 a 4 anos de prisão para quem "abusa dos meios de correção ou disciplina", com agravante se a vítima for menor de 14 anos.

Fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/projeto-lei-priobe-palmadas-em-criancas


Publicado em 27/7/10

FloreSer

Muçulmana se recusa a tirar véu e é impedida de fazer exame de motorista


Uma funcionária de um CFC (Centro de Formação de Condutores) de São Bernardo do Campo impediu neste sábado (15) que a brasileira muçulmana Ahlan Saifi (foto) terminasse um prova teórica de renovação de carteira de motorista por ter se recusado a tirar o véu. Ahlan chamou a PMs, e o caso foi parar na polícia.

“Eles [funcionários] me falaram que nenhum aluno pode entrar de boné, de gorro, com alguma coisa que não tenha como identificar", disse.

Ela argumentou que não podia tirar o véu porque se trata de uma vestimenta religiosa, mas não conseguiu convencer a funcionária. A prova foi bloqueada via rede de computador pelo Detran.

O 1º DP (Distrito Policial) da cidade vai apurar o que aconteceu. Orivaldo Marchi, dono do CFC, disse que provavelmente houve um travamento no computador da Ahlan. Ele informou que ela poderá se submeter a um novo exame na segunda-feira.

Ahlan foi acompanhada à delegacia por Sheikh Hassan Hammdeh, representante da Sociedade Islâmica de São Paulo. Ele disse ter havido uma discriminação por motivo religioso, o que é crime no Brasil.

Em alguns países islâmicos, como o Irã, mulher é proibida de dirigir.

Não há um levantamento oficial sobre o número de muçulmanos no Brasil. De acordo com algumas estimativas, o número de brasileiros convertidos aumentou 25% nos últimos dez anos.

Com informação das agências

Paulopes

CÂNCER E FUNGOS


3-Dr Simoncini, Cancer, l'hypothèse fongique (VO... por JLGUIGUIL

Um médico oncologista italiano, depois de anos de pesquisas e observações, descobriu algo simples, que considera a causa do câncer.

Inicialmente banido da comunidade médica italiana, foi aplaudido de pé na Associação Americana contra o Câncer quando apresentou suas conclusões e os resultados de sua terapia.
O médico observou que todo paciente de câncer apresenta aftas. Isso já era sabido da comunidade médica, mas sempre foi tratada como uma infecção oportunista por fungos [Candida albicans].
Ele achou muito estranho que todos os tipos de câncer tivessem essa característica, ou seja, embora a váriedade de tipos de tumores, todos têm em comum o aparecimento das famosas aftas no paciente.

Então, pensou ele, pode estar ocorrendo o contrário: a causa do câncer pode ser o fungo. E para tratar esse fungo usa-se o medicamento mais simples que a humanidade conhece: bicarbonato de sódio.
Assim ele começou a tratar seus pacientes com bicarbonado de sódio, não apenas ingerível, mas aplicado, mediante enxagues metodicamente controlados, diretamente sobre as manchas brancas (fungos) dos tumores.
Resultados surpreendentes começaram a acontecer.
Tumores de pulmão, próstata e intestino desapareciam como num passe de mágica, junto com as aftas.
Desta forma, muitíssimos pacientes de câncer foram curados pelo médico e hoje comprovam, por seus exames, os resultados altamente positivos do tratamento.
Eis o método: a aplicação do bicarbonado de sódio diretamente sobre o tecido tumoral... Quaisquer tumores podem ser debelados com esse tratamento simples e barato.
Parece brincadeira, não é?
Mas foi notícia nos EUA e nunca chegou por aqui.
Bem que a homeopatia recomenda tratar tumores com borax, que é o remédio homeopático para aftas.
Afinal, uma boa notícia em meio a tantas ruins.
De novo, a pergunta que não quer calar: por que a grande imprensa não dá a menor cobertura a isso? Nem na TV, nem nas rádios, nem nos grandes jornais... Absolutamente nada. Quem os proíbe de noticiar?
O médico italiano teve que construir um site para divulgar o seu trabalho sobre a cura o câncer (ou, pelo menos, várias das suas formas) mediante a aplicação de solução de bicarbonato de sódio a 20% (200mg/l).
Imaginem! Bicarbonato de sódio... coisa que a gente encontra até no boteco da esquina.
No endereço http://www.cancerfungus.com/ você encontra o vídeo onde o especialista italiano mostra a evolução do tratamento, até a completa cura do paciente, em quatro casos. O site é apresentado também em Português: clicando-se na bandeirinha do Brasil, no alto da página, muda-se o idioma.
Repasse. Milhares de pessoas estão precisando saber o que causa essa doença letal e uma das formas possíveis de tratamento.


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