sábado, 18 de agosto de 2012

Irmãos gêmeos: ligação vai muito além do que a simples semelhança física

Mães contam a experiência de gerar e criar esses filhos que não têm só um rosto parecido. A ligação efetiva dos gêmeos chama atenção até mesmo da medicina

Elas passaram nove meses dividindo a barriga da mamãe, se acostumaram com os batimentos cardíacos e a presença uma da outra, sempre ali, lado a lado. No nascimento, o baixo peso de Sophia fez com que ela se separasse de Jamylle, que logo foi embora para casa.

Com o passar dos dias, os choros das duas fizeram a mãe perceber que algo estava errado: era a saudade. A médica liberou o reencontro das irmãs na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. E juntas, no mesmo berço, encantaram a todos que estavam no lugar quando, em silêncio, uma tocava o rosto da outra, mostrando a forte ligação entre irmãos gêmeos.

“Foi uma sensação muito linda. Todas as enfermeiras apareceram na hora e ficaram olhando. Foi muito legal o contato das duas que já estavam um tempo sem se ver. Elas ficaram calmas na hora”, conta a mãe Claudiene Maria de Jesus, 29 anos.

Vida Saudável

Polícia fará retrato falado de homem que colocou bomba em mulher na Oscar Freire


Caso aconteceu na tarde desta sexta-feira em uma joalheria da região

Polícia pretende fazer um retrato falado do homem que colocou a bomba em uma mulher para assaltar uma joalheria da rua Oscar Freire, nos Jardins, região nobre de São Paulo. O crime ocorreu na tarde de sexta-feira (17), depois que a vítima foi abordada por oito criminosos, na região do Morumbi, e levada até a loja de joias na zona oeste. A imagem do suspeito deve ser elaborada a partir dos depoimentos da mulher.

Além desse recurso, a polícia vai pedir as imagens do circuito interno da joalheria de dias anteriores ao crime para ver se a mulher usada no roubo reconhece alguém. Há a suspeita de que os bandidos tenham visitado o alvo do assalto para estudar a melhor forma de roubar o estabelecimento. Policiais também vão procurar por possíveis receptadores das joias para identificar os autores do crime.

A hipótese de que o crime foi encomendado ainda está sendo analisada.

Na tarde de sexta, a vítima teve um dispositivo amarrado à cintura e foi obrigada a segurar uma caixa com a suposta bomba.

Ao chegar à joalheria, os bandidos ficaram do lado de fora e obrigaram a mulher a entrar levando também um saco e um aparelho celular. Os criminosos, então, ligaram e obrigaram a vítima a entregar telefone a uma das funcionária da joalheria. Eles orientaram a funcionária a recolher determinadas joias e colocá-las no saco.

Na sequência, a mulher sequestrada deixou a loja e entregou as joias aos assaltantes, que fugiram do local. Desesperada, a vítima se desvencilhou e abandonou os artefatos no local.

Ainda segundo a PM, no momento do assalto três vendedores e dois clientes estavam na joalheria.

Por volta das 16h50 desta sexta-feira (17), o Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) da Polícia Militar explodiu o artefato. O caso foi registrado no 78º Distrito Policial, mas deve também ser investigado pela delegacia especializada em roubo de joias do Deic (Departamento de Investigação sobre o Crime Organizado).

R7

Rio teve média de 335 mulheres vítimas de estupro por mês em 2011

Rio de Janeiro – Entre as 4.871 queixas de estupro registradas no estado do Rio de Janeiro no ano passado, 82,6% das vítimas eram do sexo feminino. Desse total, 53,6% eram meninas de até 14 anos e 24,1% tinham até 9 anos. Os dados fazem parte do Dossiê Mulher, divulgado hoje (14) pelo Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP), a partir das notificações da Polícia Civil de 2011.

O estudo apontou também um aumento de 7,2% no total de vítimas mulheres em relação ao ano anterior, mais 271 vítimas. Os registros de estupro ocorridos no estado no ano passado tiveram uma média de 335 mulheres vítimas desse tipo de crime, por mês.

Em 70,9% das notificações, o estupro aconteceu dentro da casa da vítima. Na metade dos casos (50,2%), a vítima conhecia o acusado e em 30,5%, elas tinham relação de parentesco com o estuprador (pais, padrastos, parentes).

O diretor-presidente do ISP, coronel Paulo Teixeira, disse ter esperança que os números apresentados gerem uma reflexão profunda, já que o fato desse tipo de violência ocorrer dentro dos domicílios ultrapassa a fronteira da polícia e exige mudanças também dentro da sociedade. “Precisamos pensar sobre que mudanças precisamos implementar para termos uma sociedade mais segura, não apenas no espaço público, mas também nas próprias casas e nas relações com as pessoas”, observou.

O dossiê aponta ainda que pouco mais de 10% dos registros foram feitos por mulheres que denunciaram seus companheiros ou ex-companheiros pelo crime. Para a coordenadora da pesquisa, major Cláudia Moraes, o aumento no número de notificações está relacionado à ampliação de redes de apoio às mulheres vítimas de violência, como os juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e as delegacias especializadas, bem como a uma maior conscientização por parte das vítimas.

“A existência de uma rede de apoio faz a mulher se sentir mais acolhida, mais encorajada a romper o silêncio. Da mesma forma, temos hoje campanhas educativas na mídia que insistem que violência contra mulher é crime; que o sexo não é uma obrigação do casamento ou da convivência.”

Cláudia Moraes lembrou que, com a mudança na Lei 12.015 de 2009, que incluiu o estupro de pessoas do sexo masculino, o número de registros desse tipo de crime praticado contra meninos também tem tido certa expressividade. Em 2010, o número de notificações para esse tipo de crime foi 15,6% do total e em 2011, 15,5%.

Para ela, os números, que chamou de alarmantes, servem também como alerta para as mães que, por terem que trabalhar, acabam não podendo participar mais ativamente da criação dos filhos. “Muito dessa violência é detectada por outras pessoas e a mãe, muitas vezes, trabalha fora, chega tarde em casa e a criança já está dormindo. Mas a criança deixa sinais, ela muda, dá sinais de depressão. Quando divulgamos esse número alto [de estupros], é importante que cada um olhe para sua casa e observe seus filhos”.

Sobre o perfil das vítimas de estupro do sexo feminino, foi observado que 37,3% eram brancas e 54,4% eram pardas ou pretas, 76% eram solteiras e 29,5% tinham entre 10 e 14 anos de idade. A maior incidência de vítimas de estupro do sexo feminino ocorreu na Baixada Fluminense na zona oeste.

O dossiê completo pode ser acessado no endereço no site do ISP

Fonte: Agência Brasil

promenino

Bebê morre afogada em banheira enquanto pai tirava um cochilo


A pequena Maddie, de apenas 11 meses, escorregou ao tentar sair da banheira e se afogou

O inglês Joe Martin, 28 anos, colocou as duas filhas, Maddie, 11 meses, e Allie, 4 anos na banheira e foi até a sala de estar usar o celular e assistir um pouco de TV, mas acabou cochilando enquanto as crianças estavam tomando banho.

Algum tempo depois, Martin acordou ao ouvir os gritos arrepiantes de sua filha mais velha. Allie dizia que sua irmã não estava mais se movendo.

Quando chegou ao banheiro, o pai encontrou o bebê com a cabeça para baixo na água, que tinha cerca de 8 centímetros de profundidade.

De acordo com o jornal britânico Daily Mail, a pequena Allie contou à polícia que sua irmã estava chorando para sair da banheira e escorregou enquanto tentava escapar.

Maddie foi hospitalizada por 11 dias, mas teve morte cerebral. "Não sabemos quanto tempo ela ficou submersa”, disse Sherry Schumacher, avó da criança.

À polícia, Martin contou que colocou as crianças na banheira e foi até a sala, mas ainda assim, conseguia ver o que elas estavam fazendo. Só que pegou no sono.

Apesar da tragédia ser tratada pela justiça como um acidente, Martin, que já tinha um histórico de abuso, foi acusado de homicídio em segundo grau e negligência infantil. Se condenado deve ficar preso durante cinco anos.

Crescer

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Quando a Infância perde o jogo

Quando a Infância perde o jogo é produto da pauta vencedora do VI Concurso Tim Lopes de Investigação Jornalística na categoria Mídia Impressa. As repórteres Juliana Braga, Renata Mariz, e o fotografo Iano Andrade, do Correio Braziliense, percorreram 11,5 mil km em cinco estados e três regiões do País para contar o lado oculto da pedofilia, do abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, no País do futebol.

Na primeira matéria, conheça as histórias de meninos que perderam seus sonhos de serem ídolos dos gramados.

“Comércio de Crianças no Mercado da Bola” é o título da nova matéria da série “Quando a Infância perde o jogo”, publicada pelo jornal Correio Braziliense no dia 11 de agosto.

“Violência Velada em Grandes Clubes do País” é a segunda matéria da série. Publicada pelo Correio Braziliense no dia 11 de agosto de 2012, revela que meninos atletas de times de renome nacional são vítimas de abuso e exploração sexual. Em muitos dos casos, os processos acabam em acordos e termos de compromisso antes mesmo de serem julgados.

“Jogada Baseada na Confiança” é a terceira matéria da série, e relata como agem os abusadores dos meninos que sonham em jogar futebol nos grandes clubes do País. Publicada pelo Correio Braziliense no dia 12 de agosto de 2012.

A omissão do Estado e dos órgãos relacionados ao futebol está na quarta matéria da série, “Sem fiscalização, atletas ficam desprotegidos”. Publicada pelo Correio Braziliense no dia 13 de agosto, o material demonstra o desamparado dos atletas e a falta da rede de atendimento à crianças e adolescentes abusados sexualmente.

A promessa de parlamentares e do governo de agir em favor dos jovens atletas está na quinta matéria da série. “CPI e Governo entram em campo contra os abusos” foi publicada pelo Correio Braziliense no dia 14 de agosto.

A série, pautada originalmente como Moeda de Troca, ganhou um hotsite que reúne fotos, vídeos e depoimentos. Conheça o hotsite “Quando a Infância perde o jogo”.

Fonte: Andi

promenino

Sono tem efeito protetor contra o câncer, diz oncologista

Tempo de descanso interfere na secreção da melatonina, que possui propriedades anticarcinogêneses e antioxidantes

Uma boa noite de sono pode ser um fator de proteção contra o câncer. Segundo o oncologista e pesquisador Stephen Stefani, do Instituto do Câncer Mãe de Deus, evidências revelam que há uma ligação entre a produção de melatonina e o risco de desenvolvimento de câncer, especialmente o de mama e próstata.

— Os indivíduos com menor tempo de sono noturno experimentam uma supressão da secreção da melatonina, que possui propriedades anticarcinogêneses e antioxidantes — explica o médico.

A melatonina é um hormônio produzido principalmente pela glândula pineal, localizada no cérebro, mas também por outras partes do corpo, incluindo os olhos, a medula óssea, o trato gastrointestinal, a pele e os linfócitos. Está envolvida na facilitação do sono, no crescimento e na função imune. Essa substância pode diminuir com a idade e sofre efeitos da luminosidade. Nos humanos, o cérebro identifica a variação da luminosidade e prepara o organismo para o sono durante a noite.

— Fotorreceptores não-visuais da retina identificam os períodos de iluminação do ambiente; e, através da glândula pineal, a melatonina é secretada à noite, especialmente durante o sono — esclarece Stephen.

Com o advento de novas tecnologias, especialmente a internet, há uma tendência de uma menor quantidade de sono diário na atualidade. Com isso, as pessoas podem estar perdendo a proteção ao câncer que o sono pode proporcionar através da produção da melatonina. Assim, a quantidade diária de sono deve ser preservada.

— A necessidade diária de sono varia conforme a idade e individualmente. Bebês chegam a dormir 18 horas por dia, mas os adultos necessitam em torno de sete a oito horas diárias — recomenda o oncologista.

Dicas para um sono reparador

:: Mantenha o quarto com iluminação reduzida, sem ruídos e com uma temperatura agradável.

:: Tenha um horário regular para dormir diariamente.

:: Algumas horas antes de dormir, busque atividades relaxantes e evite as que possam ser estimulantes, como fazer exercícios, usar a internet ou assistir a alguns tipos de filmes.

:: Antes de dormir, não consuma bebidas estimulantes, como café.

Bem-estar

Justiça de SP concede guarda da filha de Elize aos avós paternos

O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu a guarda provisória da filha do casal Elize Matsunaga, 30, e Marcos Matsunaga, 41, aos familiares do executivo.

Justiça nega pedido de habeas corpus a Elize Matsunaga

A menina, de quase dois anos, ficará com os pais de Marcos, um dos herdeiros da Yoki Alimentos.

A mãe da criança está presa sob acusação de ter matado o marido. Ontem, a Justiça negou o pedido de habeas corpus feito pela defesa de Elize.

Elize e Matsunaga se conheciam desde 2004 e estavam casados havia dois anos. Herdeiro da Yoki Alimentos, uma das maiores do setor no Brasil, vendida recentemente por R$ 1,75 bilhão, Matsunaga conheceu Elize quando ela era garota de programa.

Até a decisão da Justiça, a filha do casal estava sob os cuidados de uma tia de Elize, no apartamento onde vivia com os pais. A decisão da Justiça tem um prazo inicial de 180 dias para a guarda da menina.

Segundo a Polícia Civil e o Ministério Público Estadual, Marcos foi morto com um tiro na cabeça pela mulher e, depois, foi esquartejado.

O crime ocorreu em 19 de maio, no apartamento onde o casal vivia, na Vila Leopoldina (zona oeste de São Paulo), e os pedaços do corpo de Marcos foram jogados em locais distintos de Cotia (Grande São Paulo).

Elize foi presa em 4 de junho, logo após a Folha revelar o assassinato de Marcos. Segundo sua defesa, ela matou Marcos após uma discussão na qual foi agredida por ele e também porque temia ficar sem a guarda da filha, em uma eventual separação do casal. A briga entre o casal começou porque Elize confrontou Marcos com a descoberta de uma traição por parte dele.

Elize foi denunciada à Justiça pelo Ministério Público Estadual por homicídio triplamente qualificado (o que serve para aumentar a pena): motivo torpe (vingança), recurso que dificultou defesa da vítima e meio cruel. Ela também será processada por ocultação de cadáver.

Para a Promotoria, Elize matou e esquartejou o marido de maneira premeditada para se vingar porque era traída e também para ficar com R$ 600 mil de um seguro de vida da vítima.

Folha OnLine

Misturar álcool com energético pode causar problemas cardíacos



Quem consome ambos juntos tem seis vezes mais chances de sentir o coração acelerado, além de problemas para dormir e sintomas de irritabilidade

Misturar álcool com bebidas do tipo energético pode causar palpitações cardíacas e distúrbios do sono. É o que diz pesquisa realizada pela Universidade da Tasmânia, na Austrália, e publicada pelo jornal Daily Mail.

Segundo o estudo, realizado com 400 homens e mulheres entre 18 e 35 anos, os que consomem a mistura têm seis vezes mais chances de sentir o coração acelerado do que os que ingerem apenas a bebida alcoólica. Apresentam também quatro vezes mais problemas para dormir, assim como tremores, irritabilidade e momentos de exaustão.

O que provoca os sintomas é a cafeína, já que as bebidas do tipo energético contêm aproximadamente 80mg da mesma. É o equivalente a uma xícara de café instantâneo.

A pesquisa, porém, também mostra que as pessoas que consomem as duas bebidas juntas tendem a abusar menos do álcool. Os autores do estudo admitem, no entanto, que o assunto deve ser estudado ainda mais. Lembram que investigações anteriores já provaram a associação entre energéticos e problemas cardíacos por aumentar a pressão arterial. A conclusão, portanto, é que os amantes da bebida devem estar alertas quanto à dose de consumo.

O Globo

Cães para auxiliar crianças especiais

Egresso Cristian Leitão abordou benefícios da relação homem-animal em TCC e foi destaque na mídia regional

Dono de um projeto pioneiro, o médico veterinário Cristian Leitão conseguiu levar dos bancos universitários para o mercado profissional sua experiência com o adestramento de cães a favor dos portadores de necessidades especiais. O egresso da Unicastelo foi contratado pela indústria Royal Canin, do setor de alimentação de pequenos animais, que mantém este projeto social.

Junto de uma equipe composta por fonoaudióloga, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e psicóloga, Leitão atende, atualmente, crianças, jovens e até mesmo adultos com síndrome de down da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Descalvado. O trabalho tem sido enaltecido pelos dirigentes da entidade e pela população e recentemente foi destaque no portal G1 e no Jornal da EPTV, afiliada da TV Globo na região.

Tudo começou há dois anos quando Cristian iniciou os trabalhos no GACC (Grupo de Apoio a Crianças com Câncer) da cidade de Leme. Adestrador há quase uma década, ele também trabalhou com crianças autistas e percebeu que muitos benefícios eram notados a favor dos pacientes e dos próprios cães. “Foi isso que motivou meu projeto de pesquisa. Quis realmente observar todas essas características e tentar explicar como isso acontecia. Cada um dos animais tem suas habilidades próprias e que servem para diferentes tratamentos. Ver os resultados nos pacientes sempre foi algo muito gratificante”, acrescentou.

A abrangência da pesquisa foi defendida pela orientadora do projeto. Patrícia Orlandini Gonçalez disse na fase de elaboração da monografia: “Temos trabalhado com a Terapia Assistida há algum tempo nos trabalhos que conduzimos no campus. Há linhas de pesquisa sobre a Zooterapia que identificam somente o benefício gerado ao homem, mas o animal também demonstra melhores condições. As pesquisas que orientamos objetivam oferecer parâmetros para seleção de outros animais que possam servir às terapias assistidas”.

Coordenadoras do grupo, mães de pacientes e colegas de equipe sempre atribuíram grande parte dos resultados positivos observados nos pacientes ao trabalho desenvolvido por Leitão. E assim também acontece atualmente com os grupos de atendidos da APAE. São vários alunos protagonistas deste projeto social e cães que realmente mostram sua importância no processo de reabilitação. “A ajuda dos cães auxilia na coordenação motora, nossos alunos se sentem mais à vontade, mais felizes e motivados”, afirmou a coordenadora do projeto, Daniela Nascimento.

A reportagem completa feita pela emissora EPTV, bem como o vídeo, podem ser acessados pelo link http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2012/05/terapia-com-caes-ajuda-portadores-da-sindrome-de-down-em-descalvado.html

Unicastelo
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