domingo, 27 de maio de 2012

Menina de 9 anos denuncia abuso após ver desabafo de Xuxa


Apenas dois dias após a exibição do "Fantástico" em que Xuxa Meneghel contou ter sofrido abuso sexual na infância, a menor X., de 9 anos, — fã da apresentadora — resolveu revelar seu problema. Em confissão a uma amiga na escola, disse que tinha passado pelo mesmo caso da Rainha dos Baixinhos. A família foi avisada pelo colégio, e o abuso foi confirmado por um piscólogo, que ouviu a menina.

— Ela gosta muito da Xuxa. Viu o programa e se encorajou a contar — explica a mãe da criança, que estuda em uma escola particular do Rio de Janeiro.

História foi parecida

A história foi semelhante à de Xuxa. Aproveitando-se da intimidade com a criança, o companheiro da sua avó materna a levava para casa, dizendo que cuidaria dela. Os momentos em que estavam sozinhos eram usados para abusar de X. O suspeito foi ainda mais ousado: chegou a acariciar a meninar com a companheira em casa.

Segundo o delegado Marcello Maia, da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV), é fundamental que os pais fiquem atentos a mudanças no comportamento da criança que possam caracterizar o abuso. Com o relato, os pais devem imediatamente procurar a delegacia, onde a vítima será ouvida por profissionais especializados, evitando maiores traumas.

— Os pedófilos não podem controlar seus próprios impulsos, por isso a importância de prendê-los e tirá-los do convívio social — explica.

Crescem as denúncias de abuso

Segundo dados dos diversos órgãos que recebem e acolhem vítimas de abusos sexuais, o número de casos com menores de idade tem crescido continuamente.

Na semana passada, policiais da DCAV prenderam mais um acusado de estupro. Com o pretexto de aliviar dores nas costas, massageando a neta de sua companheira, o acusado a deitava na cama e tirava sua roupa.

Segundo o relato da menor, a cena ocorreu diversas vezes durante três meses. Na época com 7 anos, a menina desconfiou do pedido de sigilo sobre as massagens e questionou a mãe se "massagens eram feitas daquela maneira". A confissão da menor resultou em dez anos de prisão para o pedófilo.

Extra Online

Já usado no exterior, poderá agora ser produzido nacionalmente graças a tecnologia desenvolvida pela Unicamp

Ele não engorda, não provoca cáries e pode ser usado por diabéticos. É o açúcar FOS (sigla para fruto-oligossacarídeos), que passará a ser fabricado no Brasil graças a um novo modo de fabricação, desenvolvido por uma pesquisadora da Universidade de Campinas (Unicamp).

O açúcar FOS não engorda porque sua molécula é muito grande para ser quebrada pelo organismo. Ele é absorvido apenas pelos micro-organismos que vivem na parte final do intestino, daí seu papel probiótico. Ao ingerirem o açúcar, esses organismos crescem e ajudam no tratamento de algumas enfermidades, como problemas de absorção de cálcio, diabetes e câncer. Por causa do seu tamanho, o FOS também não consegue ser metabolizado pelos organismos que ficam alojados na boca e que causam a cárie e as placas dentárias.

O FOS já é conhecido e usado com maior frequência em países do hemisfério norte, inclusive em produtos voltados para diabéticos. No Brasil, seu consumo ainda é restrito. De acordo com Elizama Aguiar de Oliveira, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp e autora do estudo, é possível encontrar no Brasil alguns produtos que já contenham FOS. A variabilidade, no entanto, é pequena em função dos custos. Uma lata de leite em pó com FOS, por exemplo, tem preços entre 20 reais e 40 reais. "Se produzido nacionalmente, esses custos podem ser reduzidos", diz.

Tecnologia nacional — A metodologia desenvolvida por Elizama emprega uma liga de nióbio (um minério usado em alguns tipos de aços inoxidáveis) e de grafite para imobilizar a enzima que irá produzir o açúcar. Imobilizando a enzima nesse minério, evita-se que ela se dissolva e o resultado obtido é um xarope rico em oligossacarídeos, sacarose, frutose e glicose. Em seguida é feita a purificação, na qual os subprodutos são separados e os oligossacarídeos são encaminhados para o setor industrial, quando vários produtos com FOS poderão ser processados – como chicletes, balas, sorvetes e pães.

"Não existe contraindicação, o único cuidado é evitar o exagero no consumo, que pode causar cólicas e diarreias", diz Elizama. Segundo a pesquisadora, alguns estudos estimam que o ideal será um consumo máximo de 6 a 10 gramas do FOS por dia. "Mas essa quantia varia muito, depende da maneira que o organismo da pessoa responde ao produto", diz.

Matéria-prima — De acordo com a engenheira, mesmo com a riqueza de matéria-prima para o FOS no país, eles são pouco processados no Brasil. A maioria do que é hoje comercializado vem da Europa, do Japão e dos Estados Unidos, regiões onde os fruto-oligossacarídeos são ingeridos de maneira mais variada. Nesses lugares, ele é empregado em produtos como chicletes, sorvetes, biscoitos, doces, sucos e na linha de alimentação infantil e animal.

Saiba mais

NIÓBIO
Minério usado em alguns tipos de aços inoxidáveis. O Brasil é o maior produtor desse minério no mundo. As suas jazidas estão mais concentradas no estado de Minas Gerais, na Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, próxima da região de Araxá, e no Estado do Rio de Janeiro, na Companhia Fluminense.

FOS
O esse tipo de açúcar é um fruto-oligossacarídeo, que não consegue ser metabolizado pelos seres humanos, como acontece com o açúcar comum, por ser formado por uma molécula muito grande e que precisa ser quebrada em partículas menores com enzimas específicas, não existentes no organismo humano. Os FOS não são tão doces quanto o açúcar de mesa (têm cerca de 60% da doçura da sacarose), porém são mais finos e mais brancos.

Veja

Criança cadeirante faz novela e esporte radical


O esporte radical que João Lucas começou a treinar recentemente --já tem até patrocínio de uma marca de cadeiras de rodas resistente a impactos-- chegou ao Brasil há cerca de quatro anos.

O "hardcore sitting" veio dos EUA, onde foi criado por Aaron Fotheringham, 18, o único no mundo a dar um giro de 360º saltando de uma rampa em cadeira de rodas.

Nove anos depois, o moleque se prepara agora para estrear como ator mirim na novela "Carrossel", do SBT, e é uma das primeiras crianças "cadeirantinhas" a treinar manobras radicais em cadeira de rodas.

A informação é da reportagem de Jairo Marques, publicada na edição deste domingo da Folha. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

"Não consigo nem andar de bicicleta e o João tem essa energia toda. É da natureza dele. Acho que as conquistas que ele tem tido vão ser refletidas para todas as crianças com deficiência, que poderão ser vistas de forma menos estigmatizada", declarou a mãe, Adriana Dutra.

Folha OnLine

Sem educação formal, irmãos ganham prêmios


Davi e Jônatas estão com as malas prontas para a primeira viagem ao exterior: vão para a Califórnia em agosto. Ganharam as passagens e a estadia para a Campus Party americana após vencerem um concurso na edição brasileira do evento.

Por aqui, eles concorreram com mais de 7 mil "nerds", egressos dos cursos de Engenharia e Ciência da Computação. O currículo dos campeões, no entanto, é bem mais modesto. Eles abandonaram a escola antes de concluir o ensino fundamental.

Os dois foram educados pelos próprios pais, em casa. "Se eu estivesse no colégio, estaria entrando na universidade. Em casa, foquei apenas no que gosto. Não perdi tempo nas disciplinas que não me interessam", diz Davi, de 19 anos. Jônatas, um ano mais novo, alfineta: "Mesmo porque o melhor é ter uma boa ideia. Depois, se for preciso, coloco um engenheiro para programar".

A cada afirmação, os dois olham de soslaio para o pai, sentado no sofá ao lado e se segurando para ele mesmo não responder a todas as perguntas. A cada prêmio dos filhos - só nos primeiros quatro meses deste ano eles já ganharam cerca de R$ 30 mil em concursos - Cléber Nunes se convence ainda mais da decisão tomada no fim de 2005, quando Jônatas e Davi terminaram a 5.ª e a 6.ª série.

"Mas, mesmo com todos esses prêmios, ainda dizem que neguei educação para os meninos", diz o pai, referindo-se ao crime de abandono intelectual pelo qual ele e a mulher, Bernadeth Nunes, foram condenados em 2010. Também teriam de pagar uma multa, estimada hoje em R$ 9 mil, pela condenação em um processo na área cível por descumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "Não quitamos porque temos certeza de que nossos filhos receberam instrução adequada", afirma a mãe.

Quem a vê tão convicta nem imagina que ela era terminantemente contra a decisão do marido. Tanto que, na primeira tentativa de Cleber, no fim de 2004, Bernadeth vetou a ideia. Para convencer a mulher, ele foi aos Estados Unidos, conheceu famílias que praticavam o ensino domiciliar e trouxe uma mala cheia de material sobre o tema.

Começava aí seu processo de "doutrinação" que só tem ganhado adeptos. A mais nova convertida é a pequena Ana, a caçula da família. Aos 5 anos, ela já sabe ler e escrever, é fluente em inglês e, apesar de nunca ter frequentado uma escola, tem uma opinião formada sobre o que se aprende na instituição: "Nada".

Informal. A sala de aula da menina é um cantinho do escritório coletivo que fica no térreo do sobrado em que a família vive, no município mineiro de Vargem Alegre. No espaço, as bonecas ficam junto dos livrinhos de tecido costurados por Bernadeth.

Enquanto a mãe ensina a menina a ver as horas, Jônatas desenvolve um software para informatizar as mercearias do município, e Davi é capaz de se esquecer de comer só para programar os códigos que darão origem a um programa capaz de ajudar os candidatos a vereador e a prefeito a mapear redutos eleitorais e traçar estratégias de comunicação.

Creditam todo o aprendizado à técnica implementada pelo pai, autodidata que saiu da escola no 1.º ano do ensino médio.

Assim que os tirou da colégio, Cléber os ensinou lógica, argumentação e aritmética, base a partir da qual eles poderiam estudar o que lhes conviessem. Davi e Jônatas decidiram ignorar disciplinas como química, biologia e geografia. "Por que eu deveria saber o que são rochas magmáticas?", questiona Jônatas.

Das disciplinas oficiais, ficou somente o inglês. Para estimular a fluência, Cléber comprava cursos de informática em inglês e pedia que os filhos legendassem documentários.

Atualmente, cada um faz seu currículo e seu horário. Mas nunca são menos de seis horas diárias, seis dias por semana. Jônatas, webdesigner, dispersa fácil, tanto que decidiu sair do Facebook para não perder tempo. Davi, programador, é mais centrado, cumpre à risca a grade horária colada no mural do seu quarto, ao lado de onde se vê um versículo bíblico em hebraico, idioma que ele aprendeu sozinho com o intuito de compreender melhor textos do livro sagrado.

Motivação. A retirada dos filhos da escola coincidiu com a decisão da família por uma vida mais simples e de retorno a padrões morais descritos na Bíblia.

Cléber abriu mão de sua empresa de produtos de aço inoxidável, como troféus e placas de honra, para fabricar as peças no quintal de casa. Bernadeth, que era decoradora e cursava Arquitetura, abandonou o curso e, desde então, dedica-se a cuidar da casa e a alfabetizar a filha.

Por fim, trocaram a cidade de Timóteo, com 80 mil habitantes, pela pequena Vargem Alegre, de apenas 7 mil moradores e quase nenhuma opção de lazer. "O pai nos comunicou sobre a mudança. No começo, estranhamos, mas agora já me acostumei com o passeio na pracinha da igreja", diz Davi.

Vez ou outra, jogam futebol com os vizinhos e viajam a Timóteo para encontrar os primos e os ex-amigos de escola. No dia a dia, e sem TV em casa, os cinco estudam, trabalham, fazem as refeições e divertem-se assistindo a vídeos do Youtube. Mas não cansa ficar tanto tempo juntos? Pelo jeito, não. Como acompanhantes da viagem à Califórnia, os meninos não hesitaram: vão levar o pai e a mãe.

Educadores divergem sobre metodologia de ensino fora da escola

Profissionais da educação divergem sobre a possibilidade de pais educarem seus filhos em casa, fora do ambiente escolar. A pedagoga Maria Celi Chaves Vasconcelos, professora na Universidade do Estado do Rio de Janeiro e na Universidade Católica de Petrópolis, fez uma pesquisa de pós-doutorado analisando a prática no Brasil e em Portugal. Aqui, a legislação não permite. Lá é liberado, dentro de algumas regras - entre elas, avaliação periódica.

"Apesar de ser um tema envolto em preconceito, que ainda recebe muitas críticas, as mudanças estão começando e mostram que existem outras maneiras de educar as crianças que não seja na escola", diz Maria.

Para o pedagogo Fábio Stopa Schebella, diretor pedagógico da Associação Nacional de Ensino Domiciliar, o preconceito contra o método é falta de informação. Ele, que já deu aulas em escolas regulares, hoje presta consultoria pedagógica para algumas famílias que ensinam os filhos em casa.

"Há uma crença equivocada de que as crianças que são educadas em casa não se socializam ou não aprendem direito. E isso é um erro. Elas têm rendimento até melhor, tanto na parte intelectual quanto social", afirma.

Equívoco. Quem tira os filhos da escola lhes rouba a oportunidade de se desenvolver integralmente, diz a professora Silvia Colello, da Faculdade de Educação da USP. "Nem a baixa qualidade e a falta de segurança das escolas justificam uma opção radical como essa. Esse tipo de ensino pode preparar a pessoa para o trabalho, mas não para o mundo."

Além disso, segundo Silvia, há um problema curricular. Em casa, muitos pais optam por privilegiar os temas de interesse do filho em detrimento de outras disciplinas. "É interessante que a família esteja atenta para captar os interesses e aptidões, mas cabe aos pais abrir perspectivas para novos interesses. Como é que o adolescente diz que não gosta de física, se ele nunca estudou a disciplina?"

O argumento de que é direito dos pais decidir o modelo mais apropriado de ensino é rebatido pelos educadores contrários à educação domiciliar: o direito da criança de frequentar a escola é que deve prevalecer.

A aceitação dos filhos a esse modelo de ensino, argumenta a pedagoga, tem mais relação com a falta de opção do que com a satisfação. "A maioria das crianças ou nunca foi à escola ou dela foi tirada muito cedo. Não têm parâmetros para comparar porque não conheceram o lado de cá."

Leis brasileiras não permitem ensino em casa

A legislação brasileira em vigor determina que os pais ou responsáveis matriculem as crianças na rede regular de ensino - o que torna ilegal, portanto, a prática do ensino domiciliar.

O artigo 6 da lei 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases) diz que "é dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos 6 anos de idade, no ensino fundamental". Já o artigo 55 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) determina que os pais ou o responsável têm a obrigação de matricular os filhos ou pupilos na rede regular de ensino.

O Código Penal, em seu artigo 246, diz que é crime de abandono intelectual "deixar, sem justa causa, de prover a instrução primária de filho em idade escolar".

As famílias que defendem a educação fora da escola se baseiam no artigo 26.3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, um tratado internacional ratificado pelo Brasil, que diz "que os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos".

O Ministério da Educação informou, por meio de sua assessoria, que não se manifesta em relação ao tema, pois se trata de uma questão jurídica/legal.

Permissão. Embora a legislação não permita a prática, há um projeto de lei do deputado Lincoln Portela (PR-MG) em tramitação na Câmara dos Deputados pedindo a regulamentação da educação básica domiciliar. O ensino deve ser realizada pelos pais, mas com supervisão e avaliação periódica.

Estadão

Polícia identifica suspeito de matar e esquartejar jovem em Bragança Paulista


Corpo de adolescente foi encontrado dentro de mala e identificado neste final de semana

A polícia afirma já ter identificado o assassino da adolescente de 15 anos Renata Silva Monteiro, encontrada morta dentro de uma mala em Bragança Paulista, no interior de São Paulo. O delegado da seccional da cidade, Antonio José Pereira, no entanto não deu detalhes sobre os suspeitos.

Segundo familiares da vítima, o crime teria sido cometido por um casal. Uma jovem teria pego o bebê de Renata e entregue a sua irmã, que o levou para Natal. A vítima então foi levada por um rapaz e, em seguida, desapareceu.

Neste domingo, a polícia confirmou que o corpo encontrado na mala é da adolescente que desapareceu há 13 dias em São Paulo. A jovem será enterrada neste domingo (27) no cemitério Vila Nova Cachoeirinha, na capital paulista.

A identidade da vítima foi comprovada após um exame de digitais feito pelo Instituto de Criminalística.

Investigação sozinho

A jovem Renata desapareceu depois de sair de sua casa, em São Paulo, no dia 14 de maio, com o filho recém-nascido.

O pai da adolescente, Raimundo da Silva Monteiro, começou então, sozinho, uma investigação. Ele descobriu que o neto havia sido levado para Natal (RN) por uma conhecida da filha.

Monteiro viajou 3.000 km para resgatar o neto, que foi encontrado no bairro do Potengi. A polícia não sabe como a criança poder ter ido para tão longe sem autorização dos pais.

Corpo na mala

Na última quinta-feira (24), moradores acionaram a polícia para retirar uma mala que estava no lago do Orfeu, em Bragança Paulista, no interior de São Paulo.

Dentro da mala, a polícia encontrou as pernas, braços e a cabeça de uma mulher. O tórax foi localizado durante a tarde em um bambuzal próximo ao lago. Indícios apontavam que a mulher havia morrido há uma semana, e o caso foi encaminhado para a Delegacia Seccional da cidade.

R7

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Professora é suspeita de bater em aluno cego na zona sul de SP


Uma professora está sendo investigada sob suspeita de bater em um aluno cego, de seis anos, em uma escola municipal da região do Grajaú, na zona sul de São Paulo. A agressão teria sido presenciada pelo motorista da van que leva o garoto para a escola.

Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o caso ocorreu dia 21 na frente da escola Joaquim Bento Alves de Lima Neto. O motorista da van disse à polícia que a professora arrastou o garoto até o veículo, colocou-o sentado e deu dois tapas em sua boca.

O motorista contou ainda que a atitude seria uma resposta ao mau comportamento do menino dentro da sala de aula. A professora também teria ameaçado bater no garoto com um cinto.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação afirmou que a Diretoria Regional abriu uma apuração para investigar a denúncia. A pasta acrescentou ainda que está à disposição para auxiliar a polícia no que for necessário.

Folha OnLine

Atividades pelo País marcam a Semana Mundial do Brincar


Acontece de 20 a 27 de maio a Semana Mundial do Brincar, mobilização que reúne diferentes atores, como pais, educadores, comunicadores, instituições privadas, organizações não governamentais, entre outros. O objetivo da mobilização é lembrar os adultos sobre a necessidade de preservação e o respeito do tempo das crianças brincarem, um dos direitos essenciais das crianças. “O direito de brincar reforça a importância do tempo de descobrimento de cada um sobre si mesmo. O momento de criatividade que envolve todo o brincar estimula todas as atividades que envolvem a criança. Reforça o lado lúdico, é um momento fundamental, é através das descobertas pelo brincar que a criança se insere no mundo”, explica a arte educadora Juliana Gurgel, que também é coordenadora pedagógica da Casa de Ensaio, organização sem fins lucrativos que atua em Mato Grosso do Sul através do teatro, música e diversas expressões artísticas.

Por todo o País diversas atividades, envolvendo crianças, buscam contribuir para o aumento da sensibilização e da consciência sobre a importância do brincar, o respeito que devemos ter por esta ação, além de compartilhar o impacto das consequências de termos cada vez menos tempo para esta ação na infância.

Em Campo Grande, Mato Grosso do Sul várias ações acontecerão durante toda a semana, contação de histórias, tarde de brincadeiras, apresentações teatrais, audiência pública com o tema “O Respeito ao Ser Criança na Educação Infantil” e uma tarde toda dedicada ao direito de brincar no Horto Florestal, no sábado (26/05), à partir das 14h, o 3° Me Deixa Brincar, um projeto coletivo organizado pela Aliança pela Infância.

“Essa tarde será dedicada a livre expressão das crianças que estiverem no Horto”, reforça Juliana. Na programação, brincadeiras como cirandas, cantigas, pega-pega, pula-corda, pintura de rostos e o “ME DEIXA FALAR”, um microfone aberto para as crianças expressarem seus gostos e desgostos.

Além disso, jovens do Projeto Memórias do Futuro participarão documentando o evento e entrevistando os participantes, gerando um conteúdo audiovisual do dia mundial do brincar. “Toda essa mobilização da Semana Mundial do Brincar é uma riquíssima fonte de pesquisa. Estaremos lá no Horto com os jovens para registrar toda essa manifestação cultural da infância de Mato Grosso do Sul”, ressalta Andréa Freire, coordenadora artística do Projeto Memórias do Futuro e coordenadora do Pontão de Cultura Guaikuru.

A agenda com as programações de todo o País está disponível no site da Semana Mundial do Brincar, http://semanamundialdobrincar.wordpress.com/.

Fonte: Portal Direitos da Criança - 22/05/2012

promenino

Poliomielite pode voltar a avançar em mundo globalizado, diz OMS


A Organização Mundial de Saúde (OMS) informou que os esforços para erradicar a poliomielite chegaram a um ponto crítico entre o sucesso e o fracasso.

A organização disse que o aumento no registros de casos que ocorreu recentemente em países que tinham sido declarados livres da doença mostra a ameaça do ressurgimento da poliomielite na era da globalização.

Mas, a OMS também acrescenta que o sucesso na eliminação da doença na Índia mostrou que, com as verbas necessárias para vacinação, a erradicação está ao alcance.

A poliomielite ainda é uma doença endêmica em países como Afeganistão, Paquistão e Nigéria.

BBC Brasil

Empregada diz que mãe comemorou morte do filho em Duque de Caxias


Segundo doméstica, ela teria dito 'Ele foi para o inferno', após filho ser morto.
Mãe é suspeita de mandar matar o filho para administrar bens da família.


A empregada da idosa suspeita de mandar matar o próprio filho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, para poder administrar os bens da família, afirmou que a mãe comemorou ao saber que os assassinos haviam concluído a execução, de acordo com o RJTV. Em depoimento à polícia, a doméstica Maria José da Silva contou que, na comemoração, a patroa, Maria Selma dos Santos, de 70 anos, chegou a dizer que o filho, José Fernandes dos Santos, tinha “ido para o inferno”. A mãe, a empregada e Isaac Paulo de Moraes, um dos suspeitos de executar o assassinato, estão presos temporariamente, por 30 dias, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Todos vão responder por homicídio duplamente qualificado.
A família Dos Santos é bastante conhecida em Duque de Caxias. O avô de José Fernandes foi prefeito por duas vezes da cidade, e também exerceu um mandato à frente da Prefeitura de Rio Bonito, no interior do estado. A família também era dona de um cartório em Caxias. Hoje de manhã, os vizinhos de Maria Selma estavam chocados.

Maria Selma foi presa, na terça-feira (22), acusada de encomendar a morte do próprio filho. Ela pagou R$ 20 mil para que um assassino cometesse o crime. De acordo com as investigações, ela queria administrar os bens da família, entre eles vários imóveis, que estavam nas mãos de José Fernandes, filho dela.
Testemunhas com mesmo advogado
A mulher, então, pediu que a empregada encontrasse alguém para matar o filho. Maria Jose´foi a única que confessou participação no assassinato. A polícia acusa Isaac de ter matado José Fernandes com quatro tiros, em 29 de novembro de 2011.
De acordo com as investigações, José Fernandes saía de casa em um carro, quando deixou o automóvel para fechar a porta da residência. Neste momento, dois homens em uma moto o cercaram e dispararam contra ele. Quatro tiros atingiram José, que morreu na hora. Isaac teria cometido o crime com outro suspeito, que ainda é procurado pela polícia. “Continuamos com a investigação em andamento para localizar o segundo atirador”, disse o delegado.
Os investigadores desconfiaram da idosa depois que várias testemunhas do caso prestaram depoimento acompanhados de um mesmo advogado. “Nós nunca tínhamos visto a mãe de uma vítima contratar advogado para acompanhar depoimento de testemunhas para o esclarecimento da morte do filho”, disse o delegado Márcio Esteves, da 59ª DP (Duque de Caxias), que está à frente do caso.

Foi uma investigação de seis meses. O delegado ficou muito impressionado com os dois primeiros depoimentos de Maria Selma. “No primeiro depoimento, acompanhado do advogado dela, Maria Selma disse que o filho era muito calado e que não tinha conhecimento das atividades do filho. Em nenhum momento ela demonstrou, ou levantou suspeita de ser a mandante do crime”, afirmou Esteves. “A equipe de policiais, a princípio, não desconfiou de nada. Só no decorrer das investigações chegamos a essa conclusão”, complementou.
“Maria Selma deu R$ 5 mil de entrada ao Isaac. Depois disso, a Maria Selma ficou pressionando a Maria José para que o Isaac concluísse o combinado: a morte de José Fernandes”, explicou o delegado. “Na terça-feira, tentamos ter uma declaração de Maria Selma, mas orientada pelo advogado, ela se reservou ao direito de falar somente em juízo. Na terça-feira, cumprimos um mandado de busca e apreensão, e localizamos R$ 147 mil em espécie, que está apreendido. A origem deve ser da administração de bens”, finalizou Esteves.

G1

PRESIDENTA DILMA, AJUDE OS EX-TRABALHADORES DA VARIG


Esta é a minha história, mas podia ser a sua...

Como é de conhecimento da população e dos nossos "ilustres" governantes, a empresa acima, tão "elitizada" em seus anos de sucesso, faliu e deixou seus funcionários e aposentados que contribuíram para o Instituto AERUS de Seguridade Social (previdência privada complementar), da própria empresa, por mais de 35 anos, como no caso do meu pai, Jose Luiz Carrilho da Fonseca e Silva, que deu a sua vida por 35 anos como Chefe de Comissário de bordo, deixando por inúmeras vezes sua família para servir a esta empresa, de mãos vazias!

Meu pai faleceu no ano de 2009, vítima de um CA na medula e hoje, eu, minha mãe e meu irmão, lutamos na justiça, junto a milhares de aposentados e funcionários para recebermos o que nos é de direito.
Esta semana, como filha me senti a pessoa mais impotente do mundo, lendo um e-mail que minha mãe escreveu para nossa Exma. Presidenta Dilma, o qual reproduzo abaixo:

"De: Graça Carrilho
Data: quinta-feira, 17 de maio de 2012
Assunto: Carta enviada

"Bom dia, Presidenta Dilma Rousseff.

Primeiro desculpe recorrer à Senhora através desse e-mail.
No dia que vi seu rosto na imprensa muito triste, tinha sentindo no dia anterior um desejo imenso em falar com a Senhora.

Estou desesperada, sou mais uma que se encontra na situação desesperadora do caso AERUS. Por amor de DEUS, leia essas linhas.
Sou viúva, meu marido faleceu em 2009, com CA na medula, não tinha nada a fazer, só esperar a morte chegar. Não tinha como pagar plano de saúde. As fraldas eram dadas pela família e amigos. Teve dias que entrava no supermercado e não tinha como comprar uma geléia de mocotó para alimentar meu marido. Um profissional que tanto dedicou sua vida ao trabalho e teve um fim de vida com muito sofrimento e falta de recursos. Sou ajudada pela minha mãe idosa de 83 anos. Recebo minha pensão do INSS, que está comprometida com empréstimos que precisei fazer para manter minhas obrigações como cidadã. Para receber do AERUS, o que ele recebia mensalmente, tive que abrir um inventário, o único bem que ele possuia (seu crédito mensal). Tive esse dinheiro bloqueado até comprovar que tinha direito. Inventário que a Juíza deu a sentença final em dezembro de 2011, onde foi expedido 3 MANDADOS DE PAGAMENTO para o AERUS (3 por ter meus 2 fihos). Fui muito mal atendida na sede do AERUS. Foi dito que seria uma fraude me pagarem. A advogada que me recebeu desconhecia a etiqueta que tinha no MANDADO, que era a firma reconhecida da JUÍZA, pois o próprio cartório do Forum, disse que deveria reconhecer. Até agora não foi encerrado, pois o AERUS respondeu dizendo ser impossível o pagamento. Essa reserva que desconheço o valor, pois o crédito que recebemos sai da reserva, não tenho acesso para saber. Perdi o direito de ser pensionista, passei a ser CREDORA. Dinheiro que o meu marido contribuiu mensalmente, para ter uma velhice tranquila e sua família amparada. Restou um DESESPERO TOTAL. Não tenho condições para entrar num mercado e comprar a alimentação mensal, quem faz é a minha mãezinha idosa. Como sequela de tudo, estou em tratamento psiquiátrico no Hospital Nicia da Silveira e adquiri um vitiligo, que fez piorar a minha depressão. Tenho pena de mim… Jamais imaginei passar por tudo isso e me sentir abandonada pela justiça. Apelo para A SENHORA PRESIDENTA DILMA, por mim, por todos que se encontram nessa situação do AERUS. IMPLORO para que interceda por nós. São várias mortes que semanalmente ocorre, com os aposentados.
(continua no update abaixo)
05.23.12
Update #1

O meu desejo era simplesmente ser recebida pela SENHORA. Seria breve, só bastava um olhar em seus olhos para mostrar a minha tristeza profunda. Sinto que perdi minha DIGNIDADE, me sinto EXCLUÍDA, me sinto IMPOTENTE. O seu olhar que vi na imprensa, me vi... senti a sua dor. Mas a SENHORA não pode ver a minha. Mas IMPLORO que esse e-mail realmente chegue em suas mãos. Não sei do meu futuro, só tenho a ESPERANÇA na decisão da JUSTIÇA. Se for impossível me receber, por favor me responda

José Pacheco - viacauses




Verbratec© Desktop.