sábado, 4 de janeiro de 2014

Manaus registra mais de 600 casos de maus-tratos a crianças e adolescentes em 2013

Por mês, em média, 55 crianças e adolescentes foram vítimas de maus-tratos em Manaus em 2013. A Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) registrou 604 casos de janeiro a novembro, 7,2% superior ao mesmo tipo de crime cometido no ano passado, quando houve 563 denúncias de casos de maus-tratos.

Segundo a delegada titular da Depca, Linda Gláucia de Moraes, normalmente esses crimes acontecem dentro do lar por causa de problemas de desemprego, bebidas alcoólicas ou drogas. “O infrator acaba jogando toda essa explosão de raiva ou energia em uma criança ou adolescente no momento de corrigir o filho”, explicou a delegada. O principal infrator, no caso de maus-tratos, são os pais.

Para a delegada Linda Gláucia, o aumento deste crime na delegacia deve-se a partir de denúncias de vizinhos por meio do disque-denúncia da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, pelo telefone 100. “Aqui mesmo na delegacia os casos aumentaram porque as pessoas estão vindo denunciar e não ficam mais caladas diante dessas injustiças”, revelou a delegada.

promenino

Ex-namorado é suspeito de atirar jovem de terraço no Réveillon

Ex-namorado é suspeito de atirar jovem de terraço no Réveillon
A estudante de Direito Nívea Araújo, 24 anos, teria sido atirada do terraço pelo ex-namorado na noite de Réveillon


A estudante de Direito Nívea Araújo, 24 anos, caiu do terraço da casa onde mora, no bairro do Rocha, em São Gonçalo, e sofreu traumatismo craniano no noite de Réveillon. Ela foi socorrida no Hospital Estadual Alberto Torres, onde passou por cirurgia e está em estado grave. O ex-namorado da vítima, Leonardo Carvalho Oliveira, 25 anos, é suspeito de ter arremessado a jovem, segundo a versão da família dela, e teve prisão temporária pedida pela 73ª DP (Neves).

Segundo a mãe da vítima, Neuzeli Barboza da Costa, 45 anos, o suspeito é um homem violento e ciumento e havia ameaçado a jovem quando ela pôs fim ao relacionamento no último domingo.
Neuzeli disse que a filha, que também é mãe de uma menina de dois anos, teria passado o Réveillon com amigos e foi surpreendida quando voltava para casa ao encontrar o ex-namorado no portão da residência, localizada na Estrada do Boqueirão Pequeno.
"Um vizinho contou que ele aguardava a chegada dela desde às 2h. Quando ela chegou, ele tentou arrombar o portão, mas como não conseguiu subiu até a varanda, arrombou a porta e quebrou toda a casa. Ela se trancou no quarto, mas ele consegiu entrar. Tem um pedaço do vestido dela dentro do quarto", disse a mãe da jovem, afirmando que o laudo policial constatou que Nívea teria sido golpeada com socos até ficar inconsciente e ser jogada da sacada.
"Na delegacia ele afirmou que ela estaria embriagada e que teria caído, mas é mentira. Minha filha tomou apenas uma taça de champanhe", disse Neuzeli.
Logo após o ocorrido, Leonardo acionou os Bombeiros, que desconfiados da situação, o conduziram à 73ª DP, que registrou o fato como acidente.
A direção do Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, informou que a universitária deu entrada na unidade com quadro de traumatismo craniano.

TrbunaHoje

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

MP denuncia padrasto e mãe do menino Joaquim por homicídio triplamente qualificado

Promotor entende que mãe foi omissa e pede à Justiça que casal fique preso até o julgamento

SÃO PAULO – O promotor de Justiça Marcus Túlio Alves Nicolino entregou nesta quinta-feira à Justiça de Ribeirão Preto, no interior paulista, denúncia por homicídio triplamente qualificado (motivo fútil, emprego de meio cruel e uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima) contra o técnico em TI Guilherme Longo e a psicóloga Natália Ponte, respectivamente, padrasto e mãe do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos. A criança desapareceu de casa, em Ribeirão Preto, no dia 5 de novembro do ano passado. O corpo dela corpo foi encontrado em um rio, na cidade de Barretos, dias depois.

Segundo o promotor, Longo foi denunciado também por ocultação de cadáver. Natália, na opinião dele, foi omissa e colaborou para o crime. No inquérito policial sobre o caso, a mãe de Joaquim não foi indiciada pelo delegado Paulo Henrique Martins de Castro. Além da denúncia, Nicolino pediu à Justiça também que o casal fique preso preventivamente até o julgamento do crime.

- Ela é penalmente responsável, por omissão. Permitiu que o crime ocorresse – diz o promotor.

- Endossei o pedido de prisão preventiva feito pelo delegado à Justiça em relação ao Guilherme. E acredito que a prisão de ambos é necessária para conveniência da instrução criminal e garantia da ordem pública – acrescenta.

O promotor espera que a Justiça decida sobre o pedido das prisões até esta sexta-feira. Em relação à aceitação ou não da denúncia, isso só deve ocorrer na próxima semana, em razão do recesso judiciário.

Ambos, Polícia Civil e Promotoria, creem que Longo matou o menino Joaquim, que era diabético, com uma superdosagem de insulina.

O padrasto está preso na Delegacia Seccional de Barretos desde o início das investigações. Já a mãe do menino, Natália, ficou presa durante 31 dias na Cadeia Feminina de Franca, interior de SP, e foi solta no dia 11 de dezembro, após vencer o prazo do primeiro pedido da Polícia Civil de prisão temporária por trinta dias.

O Globo

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Estado de saúde de Schumacher melhora, dizem médicos

O estado de saúde do ex-piloto de Fórmula 1 Michael Schumacher apresentou leve melhora após uma segunda operação para aliviar a pressão no cérebro, informaram os médicos que cuidam do alemão.

Uma nova ultrassonografia realizada nesta terça-feira indicou que Schumacher, de 44 anos, está "melhor do que ontem", mas ainda não está fora de perigo e continua em coma induzido.


No domingo, o heptacampeão de Fórmula 1 sofreu um acidente de esqui nos Alpes Franceses. Ele bateu com a cabeça em uma pedra enquanto esquiava com o filho de 14 anos no resort de Méribel.

Segundo os médicos, um exame realizado na noite de segunda-feira mostrou que a situação havia melhorado, abrindo "uma janela de oportunidade" para a segunda operação.

A família, então, teria tomado a "difícil decisão" de dar consentimento para cirurgia, que durou duas horas. A ultrassonografia que se seguiu teria apontado "uma leve melhora" no quadro de saúde do ex-piloto.

"Não podemos dizer que ele está fora de perigo, mas ganhamos tempo", disse o medico Jean-François Payen, acrescentando que "as próximas horas serão cruciais".

"Mas a família está consciente de que seu estado de saúde ainda é muito delicado e qualquer coisa pode acontecer".

'Chocados'Uma porta-voz da chanceler alemã, Angela Merkel, disse que ela e seu governo estavam, assim como milhões de alemães, "extremamente chocados" com o que aconteceu com Schumacher.

"Nós esperamos, juntamente com Michael Schumacher e sua família, que ele possa se recuperar dos ferimentos", disse o porta-voz.

Schumacher foi socorrido por dois patrulheiros do resort que chamaram um helicóptero para levá-lo ao hospital mais próximo, na cidade de Moutiers. Em estado grave, ele foi transferido para o Hospital Universitário de Grenoble.

Segundo o neurocirurgião Stephan Chabardes, o ex-piloto chegou a Grenoble em um estado agitado, com contorções incontroláveis, e piorou rapidamente.

Ele foi operado com urgência e ficou em estado crítico.

Schumacher ganhou sete títulos na Fórmula 1 e garantiu 91 vitórias ao longo dos 19 anos de carreira.

Ele se aposentou em 2006, mas voltou a competir três anos depois pela equipe Mercedes.

Após três temporadas, em que subiu ao pódio apenas uma vez, o alemão deixou as pistas definitivamente no ano passado.

BBC Brasil

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

BOAS FESTAS E UM 2014 DE PAZ E AMOR

Desejamos a todos, amigos, seguidores um Natal maravilhoso e um Ano Novo de muita sorte, paz, felicidade e saúde...

Maria Célia e Carmen

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Brasileiros adiam casamentos e divorciam-se mais cedo

Estatísticas de Registro Civil de 2012, divulgadas nesta sexta-feira pelo IBGE, mostram que homens e mulheres passaram a oficializar o matrimônio dois anos mais tarde ao longo da última década

Os casamentos no Brasil tornaram-se mais curtos ao longo da última década. Os dados apresentados na manhã desta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que brasileiras e brasileiros casam-se mais tarde. Ao mesmo tempo, os divórcios passam a ocorrer após um período menor de oficialização da união. Os números das Estatísticas do Registro Civil de 2012 – estudo que compreende informações sobre nascimentos, óbitos, matrimônios e separações – servem para embasar políticas públicas de saúde e assistência social, e acabam também por expressar mudanças no comportamento da população e nos padrões de constituição de famílias ao longo do tempo.

De acordo com o instituto, em 2012 observou-se, em todas as unidades da federação, um aumento da faixa etária de homens e mulheres solteiros na data do casamento. As exceções nessa tendência são os Estados do Acre e do Amapá, nos quais as idades se mantêm estáveis desde 2002. De forma geral, no Brasil, ao longo da última década analisada, aumentou em dois anos a idade mediana dos solteiros que se casam. Entre os homens, passou de 26 para 28, entre 2002 e 2012. Já entre as mulheres, subiram de 23 para 25 anos. A “mediana” indica uma tendência, e representa a linha que separa a metade inferior da superior, no total da população estudada.

De acordo com o estudo, entre os fatores para esse adiamento do matrimônio estão as oportunidades educacionais e a procura por inserção no mercado de trabalho, especialmente dos mais jovens. A popularização da possibilidade de união consensual não formalizada também empurra para mais tarde a formalização dos casamentos. A taxa de nupcialidade – ou seja, de formalização do matrimônio – manteve-se estável em 2012, com 6,9 casamentos para cada 1.000 habitantes de 15 anos ou mais de idade. Foram registrados, no ano passado, 1.041.440 casamentos – 1,4% a mais que em 2011.

Divórcios
– Depois de uma elevação acentuada no registro de divórcios, ocorrida em 2011, manteve-se estável a taxa de dissolução dos casamentos por esse mecanismo no país. No ano passado, houve 2,5 divórcios para cada 1.000 pessoas com 20 anos ou mais – a segunda maior taxa desde 2002, quando o índice foi de 1,2. Ao longo de 2012, foram realizados no país 341.600 divórcios, uma redução de 1,4% em relação ao ano anterior. A elevação nos últimos dois anos de pesquisa deu-se principalmente, em razão da aprovação da Emenda Constitucional 66, que alterou o artigo 226 da Constituição, extinguindo a necessidade de comprovação de um ano de separação de fato para que seja oficializado o divórcio. Ou seja, reduziu-se a interferência do Estado na vida privada dos casais.

Entre as unidades da federação, houve diferenças mais acentuadas no Distrito Federal (4,4%), em Rondônia (4%) e no Mato Grosso do Sul (4%), muito acima dos 2,5% da taxa nacional. Piauí e o Amapá tiveram as menores taxas – 1,3%, para ambos.

O estudo constatou que, em 2012, o tempo médio entre a oficialização do casamento e a concessão do divórcio passou de 17 anos, em 2007, para 15 anos, em 2012. A redução foi encontrada em todos os Estados. O IBGE também atribui essa mudança de comportamento à maior facilidade de oficializar a separação.

Entre 2007 e 2012, foi constatada ainda pequena elevação nas dissoluções de matrimônios em casais sem filhos: taxa que passou de 35,5% para 36,8%. Já entre os casais que tinham filhos maiores de idade houve uma inversão: de 15,1% para 23%, entre 2002 e 2007, e, no ano passado, um recuo para 20,3% do total de dissoluções. Entre os casais que se separaram e tinham apenas filhos menores de idade também houve uma mudança de comportamento. De 2002 a 2006, houve redução de 50,2% para 34,5%. E, em 2012, um aumento para 37%. Entre os casais que tinham filhos maiores e menores, a tendência, desde 2002, é de queda: 8,2% em 2002; 7% em 2017 e, no ano passado, 6%.

O grupo etário mais presente nos divórcios, entre as mulheres, é o de 30 a 49 anos. Os homens tendem a se divorciar mais velhos: a faixa que concentra a maior parte das separações é a dos 45 e 49 anos. Nos grupos mais jovens, até 34 anos, as mulheres têm taxas mais elevadas de divórcio que os homens. Já nos grupos acima de 35 anos, são os homens os que mais se separam.

Maternidade
– Os registros de nascimento ao longo de 2012 confirmaram, mais uma vez, a tendência de redução da fecundidade no Brasil. Esse movimento foi identificado a partir de 1960, quando o Brasil tinha acima de seis filhos por mulher em idade fértil, para 1,9 filho, dado constatado no Censo de 2010. Diz o estudo: “Esta redução nos níveis de fecundidade nos últimos 50 anos é considerada a principal razão para a queda do ritmo de crescimento da população brasileira e fator primordial na mudança da estrutura etária populacional do país, a qual se apresenta mais envelhecida, em virtude da redução da quantidade de crianças e do aumento proporcional de idosos no seu conjunto”.

De forma geral, o que se dá no Brasil atualmente é uma redução do total de mães do grupo etário de 15 a 19 anos, com elevação dos porcentuais de nascimentos nos quais a mãe está no grupo entre 30 e 34 anos. As mães com idade acima de 30 anos estão concentradas principalmente nas regiões Sudeste e Sul.

As Estatísticas do Registro Civil também compreendem os óbitos. Mais uma tendência confirmada – e um dado preocupante para os gestores públicos – é o de causas externas de morte. No Brasil, as causas externas são o terceiro maior grupo de óbitos na população em geral, e o primeiro entre os jovens de 15 a 24 anos. As causas não naturais informadas são compostas principalmente por homicídios, acidentes de trânsito e suicídios, classificados pelo Ministério da Saúde como “mortes evitáveis”. Os Estados onde há maior concentração de mortes violentas no grupo de homens 15 a 24 anos são Sergipe (80,7% dos casos), Bahia (78,3%) e Alagoas (77,7%). Já entre as mulheres, as maiores concentrações de mortes por causas violentas foram observadas no Espírito Santo (47%) e no Tocantins (45,9%).

Veja

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

No Dia da Pessoa com Deficiência Visual, especialista ressalta inclusão escolar como principal forma de garantir direitos

Desenvolver o ser humano por meio de inclusão. Essa é a principal forma para que pessoas com deficiência visual tenham uma vida considerada normal. A afirmação é da assessora de apoio à inclusão da Fundação Dorina Nowill para Cegos, Eliana Cunha. Que ressalta hoje, no Dia da Pessoa com Deficiência Visual, que a vida não acaba, mas se refaz. “Há dificuldades, mas a pessoa vai escrever a sua história e atingir as metas de uma outra forma. Nosso papel enquanto sociedade é garantir esses direitos para que todos tenham as mesmas oportunidades e garantias.”

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a deficiência mais frequente entre a população brasileira é a visual. Cerca de 35 milhões de pessoas (18,8%) declararam ter dificuldade de enxergar, mesmo com óculos ou lentes de contato.

Para cumprir com esse dever social, a assessora da Fundação Dorina se apoia nas instituições de ensino como principal forma de garantir o direito à educação, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “O espaço que mais precisa de investimento é o educacional em todos os níveis, desde a pré-escola até o nível universitário. Não se garante o direito ao estudo sem técnicas e maneiras corretas de educar e ensinar essas crianças e adolescentes.”

As maiores dificuldades para crianças deficientes visuais estão na aprendizagem. “O ser humano aprende observando, essa criança que não enxerga tem que receber ajuda específica de todas as pessoas à sua volta para mostrar o mundo através de sons e tato.” Em relação às diferenças entre crianças e adultos cegos, Eliana explica que um constrói um mundo sem a visão, enquanto o outro reconstrói. “As crianças precisam se desenvolver e aprender sem a visão. Já quem deixa de enxergar na fase adulta, lida com perda e readequação à sua maneira de ver sem os olhos.”

Concretizar na rotina escolar o que foi estabelecido por lei é um dos grandes desafios da atualidade. Com as políticas de inclusão estabelecidas recentemente, há maior procura das escolas para se prepararem e se adequarem. Porém, ainda há uma grande defasagem daquilo que é necessário em relação aos recursos disponíveis. “Na escola especificamente existe movimentação de busca por recursos humanos, de inclusão. Estamos longe de alcançar a devida inclusão de fato, mas já demos o primeiro passo.”

Acessibilidade e capacitação

Os depoimentos mais recorrentes de alunos com deficiência visual e de suas famílias baseiam-se na falta. Como ausência de qualificação por parte dos professores e falta ou insuficiência de materiais adaptados e acessíveis que possibilitem um desempenho escolar adequado. Outro ponto são os ambientes pouco permeados com atitudes que realmente favoreçam a verdadeira inclusão.

Ao mesmo tempo, relata Eliana, as declarações dos educadores são cada vez mais em tons de súplica de que não sabem o que fazer e como desempenhar seus papéis para contemplar a todos em sala de aula. “Não nos parece suficiente apenas a legislação e a ‘boa vontade’ para haver a verdadeira inclusão escolar. Cada educador e cada escola precisa buscar a capacitação e adaptações curriculares, adquirir material escolar acessível como parte fundamental do processo. A escola deve garantir um ambiente acolhedor, onde o respeito à dignidade do ser humano não seja apenas discutido, mas exercitado por toda a comunidade escolar.”

A assessora destaca ainda o sistema braille de escrita e leitura como fundamental para qualquer criança que não enxerga. “O braille é tão essencial como a caneta e o papel são para crianças que enxergam. Esse tipo de comunicação garante o processo de formação e desenvolvimento de conceitos.” Eliana afirma que uma pessoa que enxerga pode aprender o sistema braille em 20 horas de aula. “Então não é tão difícil assim o professor se adaptar”.

Nova tecnologia


Além dos livros, há novos recursos e tecnologias disponíveis como importantes meios de comunicação, que facilitam e aproximam as pessoas com deficiência visual. Softwares e aplicativos para tablets e smartphones vêm sendo adaptados e desenvolvidos nos últimos anos, desde leitores óticos que identificam produtos e preços em mercados, até um aplicativo que está sendo desenvolvido por pesquisadores e estudantes da Universidade de Stanford, com uma posição dinâmica das teclas, que seguirão os dedos dos usuários.

Em outubro de 2013, o Laboratório de Inovação Cientifica do Instituto Federal do Ceará apresentou o Portáctil, projeto que tem como slogan “O mundo em braille”. O equipamento cria a possibilidade de ler por meio do tato qualquer obra escrita. Basta que o usuário capture, por meio de um tablet, o que for ler e o sistema transfere o conteúdo para um navegador que tem três células braille e permite ao deficiente visual o entendimento do texto.

Outra forma de apoio vem de entidades como a Fundação Dorina, que oferece um aporte para que qualquer e todo tipo de pessoa possa ser orientada para que os espaços sejam inclusivos de fato. “Os recursos são importantes, mas a sensibilidade e as atitudes da sociedade é que vão garantir a inclusão”, reforça Eliana.

promenino

sábado, 14 de dezembro de 2013

Morte de adolescente dentro de escola revolta pais no Rio



Os pais do menor acusam a escola por negligência e omissão de socorro


A polícia investiga a morte de Renato da Silva Alves, de 12 anos, em escola municipal no bairro do Cachambi, na zona norte do Rio de Janeiro. Os pais do menor acusam a escola por negligência e omissão de socorro.

Segundo a instituição, Renato caiu na escola e morreu. Os pais dizem que houve demora no atendimento dele e que, quando chegaram no hospital, o filho já estava morto.

Para a mãe de Renato, Francisca da Chagas Silva, a morte do filho é suspeita.

— Uma morte suspeita porque meu filho saiu daqui bem, ninguém me falou o que aconteceu, demoraram muito socorrer meu filho. Quando eu cheguei no hospital meu filho já estava morto. Eu não aguento mais, eu sofro muito pelo meu filho.

O pai do adolescente, Manoel Messias da Silva, disse que a escola não deu uma explicação plausível para o acidente.

— A direção da escola não soube explicar nada para a gente. Falaram que não viram meu filho cair lá na hora, não levaram a gente no local para mostrar onde o nosso filho caiu. Não souberam explicar nada.

O atestado de óbito da vítima é inconclusivo e foram pedidos mais exames para conhecer o motivo da morte. A família não descarta a possibilidade de ter ocorrido um crime dentro da escola.

O caso é investigado pela polícia que também trabalha com a possibilidade dele ter sido jogado do prédio da escola.

Renato era o filho mais velho do casal. Além dos pais, os irmãos também estão abalados com a perda. Ele iria completar 13 anos no final do mês.

R7

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Ministério das Relações Exteriores: Tragam a Sofia e a Vitoria de volta ao Brasil

Por Elizabeth Jesumary Gonçalves São Paulo

Sofia e Vitoria estão há mais de 10 dias refugiadas na Embaixada do Brasil na Noruega. Nós estamos tentando desesperadamente conseguir apoio do Itarmaraty para trazê-las de volta ao Brasil. Sofia tem apenas 3 anos de idade e o governo quer entregá-la para adoção! Isso aconteceu depois que a minha irmã Vitoria, mãe de Sofia, se separou do pai e a justiça norueguesa decidiu que Vitoria não teria condições de criar a filha.

Para evitar que sua filha fosse entregue à outra família, Vitoria se refugiou na Embaixada do Brasil em Oslo, capital da Noruega. Nós da família de Sofia e Vitoria estamos desesperados buscando ajuda das autoridades brasileiras para conseguir que Vitoria e Sofia retornem ao Brasil, o que inclusive, já foi autorizado pelo pai de Sofia.

É um absurdo o governo norueguês entregar para adoção uma menina saudável e amada que tem uma família esperando para tê-la novamente conosco. Nós temos condições de dar apoio às duas, não há motivo para não trazê-las de volta ao Brasil.Por favor, ajude nossa família a trazer a Vitoria e Sofia de volta!!
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