terça-feira, 8 de março de 2011

PMs que mataram jovem jogador vão a júri


Rapaz de Londrina que iniciava carreira foi morto por fumar maconha

Quase sete anos depois do assassinato de Rafael Bezerra da Silva - filho do ex-jogador do Londrina, José Carlos da Silva, o "Zequinha" - os policiais militares acusados da morte do rapaz foram sentenciados a júri popular pela juíza do Tribunal do Júri de Londrina, Elizabeth Kather.
O jovem de 20 anos, que iniciava a carreira de jogador de futebol em Portugal e passava férias de final de ano em Londrina, foi morto a tiros pelos policiais militares Edney Ronaldo Gomes e Rangel Barbosa da Cunha. Os PMs foram denunciados por homicídio doloso, quando há intenção de matar.
Segundo informação da rádio Paiquerê AM, os policiais são acusados de homicídio duplamente qualificado, por meio insidioso e mediante recurso que impossibilita a defesa da vítima. Rafael levou 14 tiros.
O também PM Sérgio Fontanetti foi absolvido. Segundo a sentença da juíza, ficou provado que ele não teve participação na morte do rapaz. Mas cabe recurso à decisão.
Rafael Bezerra da Silva foi morto no dia 15 de novembro de 2004 com 14 tiros à queima-roupa em Londrina. De acordo com as investigações do caso, o rapaz fumava maconha com um amigo em uma casa abandonada, quando policiais da Rone (Rondas Ostensivas de Natureza Especial) chegaram para procurar objetos roubados que estariam escondidos no local.
Quando os policiais avistaram o garoto, começaram a atirar. “Os PMs tentaram culpar meu filho colocando uma arma nas mãos dele. Os policiais não prestaram socorro, não chamaram o Siate e ainda o arrastaram para longe do local do crime e tiraram a sua camisa. Ele só foi atendido duas horas depois. Quando chegou no hospital, já estava em estado gravíssimo e sem a camisa, que até hoje não sabemos onde está”, disse José Carlos da Silva, que denunciou, na ocasião, ocultação de provas de uma suposta "execução" de seu filho.

Londrix


Jornale

Cuidado com os filhos e a casa força segunda jornada de trabalho e diminui renda das mulheres


Brasília – A má distribuição de tarefas entre homens e mulheres em casa e no cuidado com os filhos é apontada como fator limitante para inserção das mulheres no mercado de trabalho, em carreiras com melhor remuneração.
“As mulheres não entram em condições de igualdade com os homens no mercado de trabalho por causa da dupla jornada que exercem e não são remuneradas por conta de cuidados com os filhos, com a casa e, com as pessoas doentes e, às vezes, até com com o trabalho comunitário”, aponta Eliana Graça, assessora política do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e voluntária do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea).
“A responsabilidade dupla das mulheres acaba fazendo com que ela se insira de forma mais precária no mercado de trabalho; contribuindo decisivamente para que as famílias chefiadas por elas estejam mais presentes na pobreza do que as famílias chefiadas por homens”, complementa a economista Luana Simões Pinheiro, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Luana pondera, no entanto, que a inserção precária no mercado de trabalho não se deve apenas ao domínio masculino e a ações descriminatórias do mercado. “Essa questão se reproduz pelos homens e pelas mulheres. É uma questão de dois lados. Não tem só vítimas, mocinhos e bandidos nessa história. Todo mundo reproduz no cotidiano”, enfatiza ao lembrar que “as meninas nascem ganhando um kit cozinha, com panelinhas, e os meninos ganhando um carrão de brinquedo, que incentiva a velocidade a não ter medo, a ter coragem”.
O sociólogo e professor da Universidade de São Paulo (USP) Gustavo Venturi destaca que todo fenômeno de dominação e opressão só ocorre porque aqueles que têm um papel subalterno assumem valores do grupo dominante. “Muitas mulheres contribuem para a reprodução dessa cultura machista, ainda que sofram fortemente suas consequências”, avalia.
Venturi coordenou a pesquisa Mulheres Brasileiras e Gênero nos Espaços Público e Privado, feita para a Fundação Perseu Abramo (ligada ao PT) para o Serviço Social do Comércio (Sesc), na qual 30% dos homens se declararam machistas (4% “muito machistas”).
A pesquisa recentemente divulgada pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (aplicada em agosto de 2010) foi comparada a outro estudo semelhante de 2001. Para Venturi, no intervalo de nove anos, foram poucas as mudanças no “consenso” de que são as mulheres que devem cuidar dos filhos desde a primeira infância. De lá para cá, cresceu de 27,3% para 35,2% o número de famílias chefiadas por mulheres segundo dados do Instituto de Estudos do Trabalho e da Sociedade (Iets).
Eliana Graça, do Cfemea e do Inesc, aponta que as políticas públicas que foram criadas pelo governo federal nesse período, como o Programa Bolsa Família, mantém o preconceito de que o cuidado com os filhos é responsabilidade exclusiva das mães. Noventa e três por cento dos cartões do programa são em nome das mulheres. “Assim, o programa cristaliza o papel da mulher que nós estamos acostumados: o papel da mãe cuidadora”.

Gilberto Costa


Conheça as doenças que mais matam mulheres no Brasil e saiba como se prevenir


Tabagismo, sedentarismo e obesidade são os vilões da saúde das mulheres

A cada quatro mulheres que morrem por alguma doença no pais, uma delas é vítima de um problema cardiovascular. Dados do Datasus (banco de dados do Ministério da Saúde) mostram que essas doenças mataram 119.295 mulheres em 2008, o que representa 26,3% das mortes no período. Como comparação, o câncer de mama fez 11.813 vítimas no mesmo ano.
De acordo com o cardiologista Cesar Jardim, do HCor (Hospital do Coração), apesar de as doenças cardiovasculares causarem mais mortes, as mulheres acabam se preocupando mais com os cânceres ginecológicos (útero, ovário e mama).
- Isso faz com que elas deixem de valorizar a questão cardiológica, que deveria assustar mais, até por conta dos números.
Segundo o ginecologista Luiz Gebrim, diretor do hospital Pérola Byington, especializado na saúde da mulher, isso ocorre porque as mulheres visitam mais os especialistas em ginecologia.
- O acesso ao clínico geral e ao cardiologista é menor.
As doenças cardiovasculares, explica Jardim, eram predominantemente masculinas, cenário que mudou porque, atualmente, elas trabalham tanto ou até mais do que eles, já que muitas têm de cuidar dos filhos e da casa.
Jardim explica que o estresse é um fator importante para as doenças cardiovasculares, assim como o tabagismo, o hábito de beber frequentemente e a falta de exercícios.
Outras doenças também aumentam as chances de um problema cardiovascular, como a hipertensão e o diabetes.
A principal batalha contra esses problemas, diz o médico, são os cuidados com os fatores de risco. Por isso, é importante levar uma vida saudável e fazer os exames regularmente, como medir a pressão, calcular a taxa de glicose no sangue e o nível de colesterol.
De acordo com Gebrim, os três fatores mais importantes que podem causar uma morte prematura são o estresse, a obesidade e o sedentarismo.
- E não apenas eventos cardiovasculares, mas também o câncer de mama.
Para Gebrim, o mais importante é que as mulheres com menos de 35 anos se preocupem mais em ter uma vida saudável do que propriamente em fazer exames. E as de mais idade, além da vida saudável, precisam fazer os exames preventivos recomendados, como o papanicolau, para o cólon de útero, e os exames preventivos de mama.

Doenças que mais matam mulheres no Brasil

Tipos de doenças - Nº de mortes - % do total
.Doenças vasculares do cérebro (como derrame) - 48,563 - 10,7%
.Doenças isquêmicas do coração (como angina e infarto) - 39,744 - 8,8%
.Outras doenças cardíacas (como parada cardíaca e morte súbita) - 30,988 - 6,8%
.Diabetes - 28,04 - 6,2%
.Pneumonia - 22,508 - 5%
.Doenças hipertensivas - 22,254 - 4,9%

Fonte: Ministério da Saúde



Vulcão entra em erupção no Havaí



Localizado na maior ilha do arquipélago do Havaí, no Oceano Pacífico, o vulcão Kilauea entrou em erupção no fim de semana.

Diversas áreas do Parque Nacional de Vulcões do Havaí permanecem fechadas para os visitantes.
Cientistas americanos monitoram a atividade sísmica na região.
O Kilauea é um dos vulcões mais ativos do mundo.


BBC Brasil

Aplicar Maria da Penha para proteger homem 'não é adequado', diz ministra


Homens já foram beneficiados pelas medidas protetivas previstas na lei.
Para Iriny Lopes, Judiciário é entrave para que a lei tenha maior eficácia.


Há dois meses no cargo de ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, a deputada federal licenciada Iriny Lopes (PT-ES) defende que a Lei Maria da Penha, criada para proteger as mulheres em situação de violência, não seja aplicada para beneficiar também homens agredidos por suas companheiras.
"A lei é clara. (...) É para ser aplicada para proteger mulheres agredidas. Os homens são amparados pela legislação comum, o próprio Código Penal dá proteção a esses homens. Não é adequada a utilização para homens", afirmou Iriny em entrevista ao G1, na qual contou os planos do governo Dilma Rousseff para as mulheres. Nesta terça (8), o país comemora seu primeiro Dia Internacional da Mulher sob o comando de uma presidente mulher.
Desde a criação da Lei Maria da Penha, há 5 anos, diversos juízes já aplicaram medidas protetivas para homens. Há poucos dias, a Justiça do Rio Grande do Sul concedeu benefício para um homossexual. A proteção dos homens, no entanto, não é consensual no Judiciário. A Lei Maria da Penha, da qual Iriny Lopes foi relatora na Câmara dos Deputados, ainda é alvo de outras discussões, como, por exemplo, se o texto é constitucional por diferenciar homens de mulheres, se o processo deve terminar caso a mulher desista da queixa ou se a lei deve ser aplicada em relações casuais.
Para tentar reduzir parte das controvérsias, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu durante sua gestão que o Supremo Tribunal Federal (STF) declare a constitucionalidade da Lei Maria da Penha. O caso está com o ministro Marco Aurélio Mello, mas não há previsão para julgamento da ação.
Na opinião da ministra Iriny Lopes, o grande entrave para melhor aplicação da Lei Maria da Penha é a demora para o julgamento dos processos. "A mulher que apanha hoje é a morta de amanhã. Quando há demora no julgamento dos casos, o agressor está livre para continuar as agressões, e as agressões costumam chegar ao ponto do homicídio. (...) Muitas mulheres morrem porque os processos contra seus agressores estão parados."

Confira abaixo os principais trechos da entrevista com a ministra Iriny Lopes.
G1 – Quais são os planos do governo Dilma para as mulheres em 2011?
Iriny Lopes – A presidenta vai cumprir alguns compromissos de campanha nessa questão da mulher. Teremos a inauguração de algumas creches, das 6 mil que ela se comprometeu a construir. Estamos procurando ampliar e qualificar o programa de atendimento à prevenção do câncer de mama e colo de útero. Nós já estamos trabalhando no sentido de ampliar a formação de professores que vão trabalhar a diferença de gênero e diversidade. Tem também a qualificação profissional da mulher para profissões até então consideradas masculinas, como a construção civil. Para que essas mulheres possam disputar espaço nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016.

G1- Mas o governo deve tomar alguma atitude para que as mulheres efetivamente atuem nessas obras públicas?
Iriny Lopes – Isso tudo está sendo conversado porque o governo não pode fazer imposição às empresas que ganham licitações. Por parte do governo, vamos cuidar da qualificação das mulheres.

G1 – E como o governo vai contribuir para a inclusão da mulher nas propostas da reforma política, que começou a ser discutida no Congresso?
Iriny Lopes – É um compromisso do governo em contribuir nessa discussão sobre a presença da mulher na política. As comissões na Câmara e no Senado estão constituídas, e a Secretaria de Políticas para Mulheres vai atuar ativamente. De modo geral, defendemos que haja condições de igualdade para mulheres nas listas (o PT é favorável ao voto em lista fechada, no qual o eleitor vota na legenda e o partido indica uma lista de parlamentares), condição de igualdade no financiamento da campanha, tempo de TV garantido às mulheres e o financiamento na formação política nos partidos para que questões de gênero sejam contempladas nos programas de governo e partidários.

G1 – Os casos recentes de violência contra a mulher, como o da vendedora Vanessa na Grande São Paulo, dão a impressão de que está aumentando o número de casos. Há algum indicativo de que isso seja verdade?
Iriny Lopes – O Mapa da Violência (estudo divulgado pelo Ministério da Justiça no fim de fevereiro), embora considere os dados até 2008, ele mostra uma tendência de ampliação dos homicídios de mulheres. Aumenta o número de homicídios de jovens, população negra e tem um indicativo do aumento de homicídios de mulheres. Não temos dados para afirmar com segurança que essa violência é motivada pela condição de gênero. Inclusive discutimos o assunto com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e estamos construindo um grupo de trabalho para viabilizar um banco de dados. Inclusive uma das determinações da lei Maria da Penha é que haja um banco de dados no país que faça demonstrações confiáveis sobre violência doméstica e intolerância de gênero.

G1 - Há muitas críticas, inclusive dentro do Judiciário, contra a Lei Maria da Penha. De que ela não tem funcionado adequadamente para punição dos casos de violência.
Iriny Lopes – A Lei Maria da Penha precisa ser protegida. É um instrumento fundamental e indispensável para o enfrentamento da violência praticada contra a mulher. A ONU elegeu a lei como uma das três melhores legislações de enfrentamento à violência no mundo. Em pesquisa recente, a lei contou com aprovação de 83% da população. O que temos é um debate dentro do Judiciário que precisa ser superado: a definição da constitucionalidade da lei, para que as instâncias inferiores não fiquem debatendo isso e os julgamentos se tornem mais céleres. A mulher que apanha hoje é a morta de amanhã. Quando há demora no julgamento, o agressor está livre para continuar as agressões, e as agressões costumam chegar ao ponto do homicídio.

G1 – Mas a senhora não acha que a lei pode ser melhorada?
Iriny Lopes – Eu fui relatora da lei, sou contrária a mudanças na lei. Para mim, a lei é clara, o que precisa é agilidade na Justiça. Estamos conversando no sentido de sensibilizar o Judiciário de que ele tem a mesma responsabilidade na proteção das mulheres no que tange o enfrentamento da violência do que o Executivo. Se nossa responsabilidade é investir em delegacias, núcleos de atendimento, casas-abrigo, o Judiciário tem a dele na constituição de varas especializadas como forma de reduzir o número de homicídios. As mulheres brasileiras esperam isso. Cresceu o número de denúncias não porque aumentou o número de casos, agressões, mas porque cresceu a confiança de que agora há um instrumento legal capaz de punir ações violentas.

G1 – Mas ainda há poucas varas especializadas em violência doméstica. O governo federal não pode cobrar o Judiciário ou tomar alguma outra atitude para que isso mude?
Iriny Lopes – O Judiciário é um poder constituído independente do governo. O Executivo é um poder, o Legislativo outro. Poderes são independentes e constitucionalmente não se pode interferir. Estamos dialogando, incentivando, mostrando a importância da criação de varas especializadas. Mostrando que muitas mulheres morrem porque os processos contra seus agressores estão parados.

G1 – E sobre a aplicação da Lei Maria da Penha para homens, que tem ocorrido em alguns casos? Há também outra polêmica sobre aplicação para relações casuais. Qual a avaliação da senhora?
Iriny Lopes – A lei é clara, trata de gênero. Não importa se é casada, namorada, irmã, filha. E não sou contra a aplicação para homens, mas nesses casos tem a legislação comum. A Lei Maria da Penha é para ser aplicada para proteger mulheres agredidas. Os homens são amparados pela legislação comum, o próprio Código Penal dá proteção a esses homens. Não é adequada a utilização para homens. O homem quando é agredido é por outra motivação que não o fato de ser homem. A mulher é agredida pelo fato de ela ser mulher.

G1 – Mas a lei protege só a mulher porque fisicamente ela é mais fraca?
Iriny Lopes – A mulher é agredida porque historicamente foi considerado natural agredir uma mulher. É um fato cultural, histórico, que estamos nos esforçando para romper. Não há naturalidade alguma na agressão contra a mulher. O pai podia bater, o irmão, o tio. O homem podia bater, abusar sexualmente e financeiramente. A violência advém desse processo. Pela força física também, mas não exclusivamente. Se a mulher não tem força para carregar um peso ‘x’, o homem também não tem a mesma resistência que a mulher em situações como a dor, por exemplo. E não estou dizendo a dor do parto. É o fato de ir ao trabalho sofrendo doenças, por exemplo. A questão física, a natureza dá conta de equilibrar.

G1 – E o que precisa então para que os casos de violência contra mulher diminuam de fato?
Iriny Lopes – Uma combinação de coisas. A lei é um instrumento para isso, ajuda a mudar posturas e a cultura. Mas é necessário construir uma nova escola, com nova mentalidade, que não faça diferenças entre meninas e meninos. A lei vale, os programas sociais valem.

G1 – E como a senhora acha que a presidente Dilma está ajudando nesse processo cultural, nesses dois meses? Já há um favorecimento da condição da mulher?
Iriny Lopes – A figura dela no poder estimula o conjunto da sociedade brasileira, que também repercute no resto do mundo. A presidenta colocou o combate à miséria no centro do governo. E na população miserável e pobre, a maioria é mulher e negra. Então, a questão da mulher, de raça e geracional é o centro da preocupação do governo.

G1 – A senhora já defendeu publicamente que o governo federal precisa atender as mulheres que querem abortar. O governo não deveria estimular essa discussão?
Iriny Lopes – A atual legislação determina que o Estado brasileiro atenda as mulheres e que ninguém pode ser vítima fatal em função dessa situação. Nós cumpriremos rigorosamente a lei.

G1 - Mas a senhora, particularmente, não acha que o tema aborto deve ser discutido?
Iriny Lopes – Não acho nada particularmente. Sou membro do governo, e como governo, eu sigo as determinações.


G1

8 de março - Dia Internacional da Mulher


Hoje 8 de MARÇO de 2011 dia internacional da MULHER. Quero desejar a todas as mulheres de Loriga um GRANDE dia para vocês e tudo de BOM com muita saúde e alegria.

PORQUÊ O DIA 8 DE MARÇO
Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.


segunda-feira, 7 de março de 2011

Envenenamento por chumbo mata mais 400 crianças na Nigéria

Trabalhadores de saúde ajudam a limpar aldeia contaminada por chumbo em Gusau, na Nigéria
Mortes foram provocadas pelo garimpo ilegal de ouro, contaminando ar, água e solo
O envenenamento por chumbo provocado pelo garimpo ilegal de ouro matou mais 400 crianças no norte da Nigéria desde novembro de 2010, disseram autoridades na segunda-feira (7).
Os novos dados sugerem que o número de vítimas fatais por causa desse problema no Estado de Zamfara (norte) está crescendo. A ONU (Organização das Nações Unidas) alertou que a contaminação por chumbo na região já havia matado pelo menos 400 crianças de março e outubro do ano passado.
A atração do garimpo é tamanha que agricultores empobrecidos costumam escavar a rocha com as próprias mãos, mas o minério retirado em torno das suas aldeias contém elevadas concentrações de chumbo, contaminando o ar, o solo e a água.
O excesso de chumbo causa danos irreparáveis para os sistemas nervoso e reprodutivo e para os rins. É especialmente nocivo em crianças pequenas e mulheres grávidas e lactantes, que passam o metal para os fetos ou para seus bebês.
Segundo Muhammad Sani-Sidi, diretor-geral da Agência Nacional de Gerenciamento de Emergências, explica que o organismo dos mais novos tende a absorver mais rapidamente o chumbo.
- O organismo imaturo das crianças expostas a solos e ferramentas contaminados tende a absorver rapidamente o chumbo associado, e nesse processo as envenenam, levando a convulsões, paralisia e até morte.
Um relatório da ONU feito neste ano revela que os níveis de mercúrio no ar estavam quase 500 vezes acima do limite aceitável em algumas aldeias de Zamfara.
O relatório disse que muitas crianças menores de cinco anos e vários adultos apresentaram exames com "níveis extremamente altos de chumbo no sangue", e que pelo menos uma amostra de água potável tinha uma presença de chumbo cerca de dez vezes superior ao limite recomendado pela ONU.

Copyright Thomson Reuters 2011

Dados telefônicos de envolvidos no caso Lavínia estão com a polícia


A Polícia Civil começa a analisar, hoje, os dados telefônicos da assassina confessa da menina Lavínia Azeredo, Luciene Reis Santana, e de familiares da garota. Entre eles estão o pai, Rony dos Santos Oliveira, e a mãe, Andreia Azeredo.
A quebra de sigilo telefônico foi autorizada pela Justiça, na terça-feira passada, um dia após o desaparecimento da menina. Ontem, as informações foram repassadas à polícia pelas operadoras de telefonia.
A partir da análise das “contas reversas”, os agentes vão descobrir com que números cada um dos investigados teve contato antes de Lavínia desaparecer. Os dados podem apontar, portanto, quem ajudou Luciene a levar a menina de dentro de casa, na madrugada da última segunda-feira.
— Em tese, todos os que estavam na casa devem ser investigados — afirmou o delegado Luciano Zahar, da 60 DP (Campos Elíseos).
Descobrir o cúmplice de Luciene é o que falta para a polícia encerrar o caso e enviar o inquérito para o Ministério Público. Os familiares de Lavínia foram chamados para prestar depoimento novamente na próxima segunda-feira, dia 14. Após a morte de Lavínia, 18 comunidades foram criadas no Orkut em homenagem à menina.


Conhecendo a Fé Bahái


A Fé Bahá'i é uma religião mundial.Seu propósito é unir..todos os povos da terra em uma Causa universal e uma Fé comum.

Bahá'u'lláh, significa "A GLÓRIA DE DEUS", seus seguidores são chamados de Bahá'is, Nós acreditamos que que Ele é o Prometido de todas as épocas.
Bahá'u'lláh trouxe os ensinamentos de Deus e a guia para cumprir a promessa de um futuro, quando a paz e a harmonia serão estabelecidas na Terra e a hummanidade viverá em prosperidade.

Nos Seus Escritos, Bahá'u'lláh diz :
"Aquilo que o Deus tem ordenado como um remédio soberano e um instrumento poderoso de cura de todo o mundo, é a união de todos os povos em uma Causa universal, uma Fé comum"

Nota: quem desejar maiores informações acessar :
http://www.bahai.org.br/

Literatura on-line:
http://www.editorabahaibrasil.com.br/

Postagem especial ao Grupo" Busca eterna de Deus "e também para todos.

" Bem-aventurado o adormecido que se despertou com Minha Brisa"

Blogs com contéudos bahai's:
http://portalnovojardim.blogspot.com/
Blog-Portal Novo Jardim
http://wwwblogdasboasnovas.blogspot.com/

Blog-Ternura de Deus
http://mulher-igualdade-bahai.blogspot.com/

Blog:Mulher-potencialidade revelada-visão bahai

Em Portugal: Blog-Povo de Bahá

Informação enviada por e-mail de Sonia Maria

Homem é flagrado em motel junto com cinco adolescentes em Brasília


BRASÍLIA - O vendedor de carros Genivaldo Pacheco da Silva, de 30 anos, foi preso ao tentar sair de um motel, em Taguatinga Sul, no Distrito Federal, com cinco adolescentes dentro do carro. Um garoto, de 15 anos, e quatro meninas de 12 a 16 anos, todos da mesma família. Ele foi preso em flagrante por policiais militares.
- Ele alegou que não estava fazendo nada, que só foi para o motel porque bebeu durante toda a noite toda e estava precisando descansar - diz o sargento da PM Jorge Costa.
O caso foi registrado na delegacia de Taguatinga Sul. As meninas e o garoto foram ouvidos. Segundo a polícia civil da cidade, os exames do Instituto Médico Legal (IML) não comprovaram que Pacheco tenha mantido relações sexuais com os menores.
Contudo ele foi autuado por fornecer bebidas alcoolicas aos menores. Pacheco pagou fiança de R$ 900 e foi liberado.
Uma funcionária do motel, que também prestou depoimento e contou a polícia que o vendedor, de 30 anos, entrou no motel acompanhado dos adolescentes por volta das 5h.
O primeiro sinal que chamou a atenção foi o fato de ele ter entrado com uma moça no banco do carona e um garoto escondido no banco de trás do carro. Depois, os gritos dentro do quarto. Quando tentou sair, ele foi flagrado colocando outras três meninas no porta-malas do veículo.
Dentro do carro de Genivaldo, foram encontradas oito garrafas de cerveja. Uma das meninas, de 13 anos, teve que ser levada para o hospital porque estava embriagada. Por ter oferecido bebida aos menores, ele pode pegar de dois a quatro anos de prisão.


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