sábado, 24 de setembro de 2011

Sesc Guaxuma promove projeto de limpeza das praias, em Maceió


Ação aconteceu nesta manhã e contou com participação de 90 crianças, pais e professores

Durante a manhã deste sábado (24), cerca de 90 crianças que participam de atividades no Sesc Guaxuma, em Maceió, fizeram parte de um projeto ambiental promovido pela instituição, que celebra o Dia Mundial da Limpeza do Litoral, comemorado no dia 17 deste mês em mais 120 países. O evento é um programa ambientalista, sem fins lucrativos, que visa a redução dos resíduos produzidos, principalmente, por banhistas e donos de barracas à beira-mar. A mobilização contou, ainda, com a participação de pais e professores da instituição.

A assistente social do Sesc, Malba de Araújo, ressaltou a importância da participação das crianças no projeto: “Na prática, elas aprendem com mais facilidade. Todas moram em áreas litorâneas e mostramos que elas buscam pela preservação do próprio espaço”, frisou.

O casal de banhistas Ricardo e Vânia Morgan se sensibilizou com a iniciativa e decidiram ajudar a recolher a sujeira na praia. “Nós já temos o hábito de trazer uma sacola para colocarmos nosso lixo. Acho que se cada um fizesse isso, sem dúvida teríamos uma praia mais limpa e, consequentemente, mais bonita”, disse Vânia.

“Os donos das barracas deveriam cumprir com a obrigação de recolher, no mínimo, os materiais recicláveis que saem do seu próprio estabelecimento, como copos e sacolas plásticas”, emendou Ricardo Morgan.

A dona de casa Mariana da Silva é mãe do aluno Anthony Barbosa, 7 anos, e foram juntos participar da ação. “É legal ele me ver participando, ajudando a limpar, pois passa a dar mais valor. Procuro ensinar a meu filho a importância da limpeza em todos os sentidos e em qualquer ambiente”, disse.

O biólogo Christian Berner alertou para as consequências ambientais da sujeira deixadas pelo homem nas praias “Quando geramos lixo temos que tratá-los. Além de deixar a praia feia, existe a intoxicação dos animais marinhos. Os resíduos deixados na areia vão parar na água e podem causar a contaminação das espécies”, explicou.

A limpeza aconteceu em pontos da praia Guaxuma até a praia do Pontal até o fim da manhã.


Morte de juíza:um dos acusados tentou forjar álibi


RIO - Um depoimento mantido em sigilo por policiais da Divisão de Homicídios (DH) revela que um dos três PMs presos, acusados de assassinar a juíza Patrícia Acioli, tentou forjar um álibi para justificar sua presença nas proximidades do Fórum de São Gonçalo na noite do crime. O policial procurou uma advogada e tentou convencê-la a mentir, pedindo a ela que dissesse que esteve com ele na noite da execução. A advogada recusou a proposta. Patrícia foi morta com 21 tiros em Piratininga, Niterói, no último dia 11 de agosto.

O rastreamento dos celulares dos três PMs feito pela DH revelou que dois deles estiveram perto do Fórum onde a juíza trabalhava na noite do assassinato - um deles era o que pediu um álibi à advogada. A dupla teria permanecido no local por mais de uma hora, até desligar seus celulares. Até agora, os três são os únicos acusados formalmente pelo assassinato. Patrícia saiu do Fórum de São Gonçalo às 23h13m e foi executada às 23h55m, na porta de casa.

PM afirma que estava em encontro amoroso
Em seu depoimento, também sob sigilo, o PM que tentou forjar o álibi contou que estava na Zona Sul do Rio, horas antes do crime, quando recebeu a ligação de um dos outros dois PMs acusados. Segundo ele, os três combinaram um encontro amoroso com mulheres do Morro do Castro, na Engenhoca, em Niterói. Ainda de acordo com o depoimento do policial, o grupo estava namorando na Região Oceânica, também em Niterói, no momento em que a juíza foi morta. O policial admitiu que esteve antes na porta do Fórum para conversar com a advogada que o assistia, mas contou que houve um desencontro entre eles.

A advogada foi a responsável, na noite do crime, por avisar aos três policiais militares que a juíza Patrícia Acioli decretaria a prisão deles e de mais cinco policiais do 7º BPM (Alcântara) pelo assassinato de Diego da Conceição Beline, de 18 anos. O rapaz foi morto em junho deste ano na Favela do Salgueiro, em São Gonçalo. Os PMs tentaram forjar um auto de resistência (morte em confronto), deixando uma arma (pistola 9mm) e um punhado de drogas ao lado do corpo. A versão dos policiais não convenceu, e eles acabaram acusados de homicídio.

O Globo

Remédio pra pressão



Eu tomo um remédio para controlar a pressão.
Cada dia que vou comprar o dito cujo, o preço aumenta.
Controlar a pressão é mole. Quero ver é controlar o preção.
Tô sofrendo de preção alto.

O médico mandou cortar o sal. Comecei cortando o médico, já que a consulta era salgada demais.
Para piorar, acho que tô ficando meio esquizofrênico. Sério!
Não sei mais o que é real.
Principalmente, quando abro a carteira ou pego extrato no banco.
Não tem mais um Real.

Sem falar na minha esclerose precoce. Comecei a esquecer as coisas:
Sabe aquele carro? Esquece!
Aquela viagem? Esquece!
Tudo o que o barbudo presidente prometeu? Esquece!

Podem dizer que sou hipocondríaco, mas acho que tô igual ao meu time:
- nas últimas.
Bem, e o que dizer do carioca? Já nem liga mais pra bala perdida...
Entra por um ouvido e sai pelo outro.

Faz diferença...
"A diferença entre o Brasil e a República Checa é que a República Checa tem o governo em Praga e o Brasil tem essa praga no governo"

Luiz Fernando Veríssimo

" Não tem nada pior do que ser hipocondríaco num país que não tem remédio" ..

Mulher que tinha guarda provisória é acusada de torturar 5 crianças em SP


SÃO PAULO - A polícia investiga uma denúncia de maus tratos e tortura contra cinco crianças, todos irmãos, na região do Jardim da Saúde, Zona Sul de São Paulo. A agressora é uma mulher que tem a guarda provisória das crianças. Imagens de um celular foram feitas por um vizinho e entregues à polícia.

Num dos momentos, a mulher aparece com uma espécie de chicote batendo num garoto de 14 anos. O irmão dele, de 13, também apanha com o objeto. O irmão mais novo deles, de apenas 3 anos, aparece em outra imagem sendo chacoalhado pela acusada.

- São maus-tratos, lesões corporais de natureza grave e até mesmo tortura. São crimes extremamente graves - disse o delegado Paulo Henrique Navarro.

Os pais das crianças, que foram entregues ao Conselho Tutelar de Cidade Ademar, são usuários de drogas. A mulher recebe R$ 750 por mês para cuidar dos cinco irmãos, que estavam na casa dela há 4 meses.

A acusada foi chamada à delegacia para depor e o chicote, tipo "rabo de tatu", foi apreendido pela polícia.

Há quatro meses, o Conselho Tutelar de Vila Mariana emitiu um termo de responsabilidade que diz que ela deveria zelar pelo bem estar das crianças. Um dos conselheiros, que não quis gravar entrevista, disse que, ao saber das agressões, encaminhou os cinco irmãos para um abrigo. Uma das crianças fugiu.

O Globo

Namorado diz que professora baleada não se queixava de aluno


Internada na UTI, vítima conversou com o namorado na noite desta quinta.
Estudante de 10 anos disparou um tiro contra ela e depois se matou.


O namorado da professora Rosileide Queiros de Oliveira, de 38 anos, baleada quinta-feira (22) por um estudante de 10 anos em uma escola de São Caetano do Sul, ABC, disse que ela descreveu o autor do disparo como "um aluno exemplar, tranquilo, quieto, que tirava boas notas". O funcionário público Luiz Eduardo Hayakawa visitou a namorada na noite da quinta, logo após ela deixar o centro cirúrgico.

Rosileide estava, no fim da manhã desta sexta (23), na UTI do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Na noite de quinta, ela passou por uma cirurgia para retirada do projétil, que ficou alojado na região da bacia. "Felizmente não acertou nenhum órgão", diz o namorado. "Ontem [quinta-feira], ela estava bem, tranquila, conversando", afirma.

Antes do encontro com a namorada, Hayakawa chegou a dar entrevistas dizendo que o aluno tinha mau comportamento. "Ela sempre reclamou de um Davi, e quando eu vi as notícias, achei que fosse ele [o aluno que se matou]. Mas quando eu disse que era Davi, ela ficou impressionada", relata Hayakawa, admitindo ter feito confusão com os nomes iguais.

O perfil relatado pelo namorado da professora é confirmado por colegas e vizinhos de Davi Mota Nogueira, que é descrito como uma criança muito tranquila, educada e quieta. Segundo vizinhos ouvidos pelo G1, ele era “na dele”, de poucos amigos, ficava mais em casa, saía praticamente só para ir para a escola e para a igreja com os pais.

"Ele era quieto, na dele", conta a estudante do 5º ano Beatriz dos Santos, de 10 anos, que fazia aulas de educação física com Davi - que estava no 4º ano. Sobre Rosileide, ela descreve: "Ela é chata com quem bagunça, mas era boa professora".

A vizinha Valderes Sanches, que mora no mesmo bloco que a família de Davi, em um prédio de São Caetano do Sul, diz que está em choque. “Era super educado, de uma educação raríssima, uma excelente criança. Não saía para brincar nas áreas do prédio, não tinha nada para falar de ruim dele. Era quietinho, de poucos amigos, só saía para ir para a igreja e para a escola. Nunca vi ele aqui embaixo solto".

Larissa Natalie Caetano da Silva, de 10 anos, que era colega de sala de Davi, confirma que ele era bom aluno. “Ele era quieto, sempre tirava nota boa. Era legal, engraçado, não era agressivo. Era bem normal. Fazia as lições direito, a professora nunca brigava com ele". Ela presenciou a agressão do aluno dentro da sala de aula: “Na hora que estourou, eu achei que fosse uma bomba. Não sabia que tinha atirado na professora, só vi ela cair. Depois ouvimos outro barulho, saíram e viram ele na escada".

G1

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Justiça garante alimentação especial e cirurgia a bebê de 7 meses em MS


Bebê ficou internado por 3 meses no CTI Neonatal

Por três meses, T.A.S., hoje com sete meses, ficou internado no CTU (Centro de Tratamento Intensivo) Neonatal por uma problema de saúde. Ele necessitava de alimentação especial e cirurgia para colocação do "botton" que só foi garantido pela justiça no começo deste mês. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (23).

A mãe da criança, P.S.A., tentou obter junto a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), a alimentação e o “botton” para a cirurgia, mas foi informada que o município não fornece o material. A Sesau disse que nem tinha conhecimento sobre estes materiais.

O defensor público, Francisco Carlos Bariani, do Núcleo da Cidadania em Campo Grande, entrou com ação de obrigação de fazer e ainda solicitou tutela antecipada, deferida em ambos os processos, que tramitam na Vara da Fazenda Pública do Juizado Especial Central.

No dia 1ª de setembro a juíza substituta Eliane de Freitas Lima Vicente, determinou o fornecimento do material para a realização da cirurgia. O Ministério Público se manifestou favorável na ação, para que a criança recebesse o “botton”, já que o tratamento com medicação fornecida pelo SUS (Sistema Único de Saúde) não apresenta resposta satisfatória.

A situação clínica da criança foi analisada pela Cates (Câmara Técnica de Saúde), que elaborou parecer preliminar, utilizado como base para decisão judicial.

A alimentação especial também foi garantida pelo juiz Alexandre Branco Pucci, no dia 19 de setembro.

– Tem o Poder Público dever de cumprir o comando constitucional de garantia à saúde.

R7

Aluno que atirou em professora é enterrado no ABC

Menino de 10 anos se matou após disparo em escola em São Caetano.
Professora segue internada no Hospital das Clínicas.


O garoto de 10 anos que atirou em uma professora dentro da sala de aula e depois se matou na quinta-feira (22) em São Caetano do Sul, foi enterrado por volta das 16h desta sexta (23), no Cemitério das Lágrimas, na cidade do ABC.

A cerimônia foi acompanha por cerca de 200 pessoas, entre elas vários guardas-civis, colegas de trabalho do pai do garoto Davi Mota Nogueira. Em cima do caixão, foi colocada uma bandeira do Santos, time de coração do menino.

A diretora da Escola Municipal Professora Alcina Dantas Feijão, Márcia Gallo, disse nesta sexta que o aluno nunca havia sido alvo de reclamações de outros estudantes ou de professores. O menino estava no 4º ano do ensino fundamental e estudava na escola desde 2008. Ele fez os disparos com uma arma particular do pai.

“Não tem registro de indisciplina na escola, tinha boas notas, era um aluno frequente, nunca foi alvo de reclamação”, afirmou Márcia Gallo. “Ele era um aluno como os outros da mesma faixa etária. Não havia nenhum tipo de atrito entre ele e a professora, ela em nenhum momento reclamou dele. Ele nunca foi suspenso, era um bom aluno. Não sofria bullying. Era querido pelos amigos da sala dele”, completou.

Segundo a diretora, o menino era calmo, tranquilo e não dava trabalho na escola. A coordenadora pedagógica Meire Cunha também afirmou que o aluno não gerava problemas e era querido. “Ele era quieto, não era agitado, era de ter dois, três amigos, não era de turma. Não era um menino arisco, era muito doce”, contou.

As aulas na escola foram suspensas nesta quinta e sexta-feira e só devem ser retomadas na quarta-feira (28). Na segunda (26) e na terça (27), os professores e funcionários irão se reunir para planejar como será feita a recepção dos alunos na volta às aulas. “A acolhida vai ter que ser muito especial, temos alunos que estão chocados e preocupados com essa situação”, afirmou Márcia. A sala onde aconteceu o crime será fechada, e os alunos da turma serão deslocados para outra sala no mesmo corredor.

A professora baleada, Rosileide Queiros de Oliveira, de 38 anos, teve alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital das Clínicas de São Paulo no início desta tarde. Segundo o HC, ela foi levada para um quarto e seu quadro de saúde é estável. Ainda de acordo com o hospital, Rosileide passou por uma cirurgia da noite desta quinta-feira que durou três horas para a retirada de um projétil na região abdominal.

Nesta quinta, o funcionário público Luiz Eduardo Hayakawa, namorado de Rosileide, a visitou no Hospital das Clínica. Ele disse ao G1 que ela descreveu o autor do disparo como "um aluno exemplar, tranquilo, quieto, que tirava boas notas".

Arma do pai
O crime aconteceu na quarta aula do dia no período da tarde, em uma sala com 23 alunos. O menino pediu para ir ao banheiro, foi autorizado, e quando voltou atirou na professora. Em seguida, seguiu para uma escada, onde disparou contra sua cabeça e morreu. A escola tem 16 câmeras de segurança, que registraram a passagem do aluno, mas não os disparos.

O pai do menino já havia notado a falta da arma em casa e chegou a ir à escola durante a tarde para perguntar aos filhos se eles estavam com ela. Segundo a diretora, o pai foi autorizado a conversar com os filhos, mas o conteúdo da conversa não foi relatado aos funcionários. Os dois filhos negaram que estivessem com a arma.

Para Meire Cunha, coordenadora pedagógica da escola, se o pai tivesse relatado à direção o que havia ocorrido algo poderia ter sido feito para evitar a morte do menino. “A família precisa ter uma parceria cada vez maior com a escola. Não foi em nenhum momento comunicado à escola [que o pai havia perdido a arma e a procurou com os filhos]. Nós teríamos agido imediatamente”, afirmou.

A diretora da escola, que é considerada referência na região, disse que o estabelecimento já tem os meios de segurança necessários – os alunos passam por três portões antes de chegarem às salas e a entrada de pessoas e objetos estranhos é coibida. “Nenhuma escola tem estrutura quando acontece uma coisa dessas. Não tem o que fazer sobre segurança, não posso revistar 900 alunos por período. É mais uma questão de atitude e de hábito, da família orientar para não trazer material que não é escolar. Detector de metal também é um problema”, afirmou Márcia.

Ainda segundo ela, a professora teria percebido se o menino estivesse com alguma atitude diferente no dia do crime. “Ela perceberia algo errado, se ele tivesse demonstrado irritação ou a arma aparecido de alguma forma”, afirmou ela, que ainda não sabe estimar o que poderia ter motivado o menino. “São várias hipóteses, estamos ainda tentando entender. Foi um choque, um aluno que não seria previsível de acontecer isso.”

G1

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Uma foto que não tem preço


É assim que Deus faz com quem procura abrigo Nele.

Polícia britânica investiga luta entre crianças de oito anos em ringue de vale tudo


A polícia britânica está investigando o caso de dois meninos de oito anos de idade que foram filmados lutando em um ringue de "vale tudo".

As imagens da luta foram feitas em um clube diante de uma plateia de adultos na cidade de Preston, no norte da Inglaterra.

A polícia disse na quarta-feira que está avaliando "se houve problemas envolvendo a segurança das crianças".

Um porta-voz da polícia do condado de Lancashire disse que não há nenhum tipo de restrição ao Greenlands Labour Club por permitir esse tipo de evento.

"Nós sabíamos que a noite de MMA [sigla em inglês para artes marciais mistas] estava ocorrendo, mas não sabíamos que havia crianças envolvidas."

A administradora do clube, Michelle Anderson, de 39 anos, defendeu os eventos das críticas, e disse que as crianças "adoram" a noite de MMA.

"As crianças não estavam lutando em uma jaula, elas estavam apenas se pegando, não havia socos, chutes ou golpes", disse ela.

"O evento é totalmente legal. Só houve uma luta entre crianças, que foi uma luta de apresentação. As demais lutas foram entre adultos. São só as pessoas que não entendem nada do esporte que querem palpitar."

O pai de uma das crianças, Nick Hartley, disse que seu filho não estava correndo perigo.

"Ele adora o esporte. Não é nem um pouco perigoso, é um esporte controlado", afirmou.

"Ele gosta de praticá-lo, ele nunca é obrigado. Até ele ficar mais velho e começar a ter mais contato físico, com chutes e socos, daí talvez [ele se machuque], mas nesta idade é apenas luta com agarramento."

Um porta-voz da Associação Médica da Grã-Bretanha (BMA na sigla em inglês) disse que esportes como boxe e lutas em jaula são "defendidos às vezes com o argumento de que as crianças aprendem a lidar com a agressividade através de disciplina e controle".

Mas ele ressaltou que outros esportes – como atletismo, natação, judô e futebol – também exigem disciplina, mas não apresentam o mesmo tipo de risco de dano cerebral.

Marcus Holt, que promoveu a noite no clube de Preston, disse que chutes e socos não são permitidos, e que por isso as crianças não usam proteções especiais.

Um dos diretores da Sociedade Nacional pela Prevenção de Crueldade contra Crianças (NSPCC, na sigla em inglês) disse que a entidade "recomenda muito" que os pais não deixem seus filhos participarem de lutas como a que foi promovida pelo clube.

"É bastante perturbador o fato de que as pessoas envolvidas eram jovens, com até oito anos, uma idade na qual ainda estão se desenvolvendo fisicamente e mentalmente", disse Chris Cloke.

"Os organizadores destas atividades deveriam pensar com bastante cuidado antes de permitir o envolvimento de crianças, que são incentivadas a praticar violência."

BBC Brasil

Recém- nascido encontrado em geladeira desligada permanece internado no Rio


A criança foi deixada pela mãe em uma geladeira velha. A mulher afirma que deixou o bebê no local para ir atrás de comida. O recém-nascido está internado em um hospital de Madureira.

R7
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