Roger Abdelmassih (foto), 66, médico que está preso sob a acusação de ter estuprado 56 pacientes, solicitou à Justiça autorização para comparecer ao Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese de São Paulo de modo a apresentar pedido de anulação religiosa do seu primeiro casamento.
Sônia, a sua segunda mulher, morreu de câncer em agosto de 2008. Antes dessa união de 40 anos, Abdelmassih já tinha sido casado no cartório e no religioso com mulher cujo nome ele nunca menciona. Esse casamento durou pouco.
Agora, o médico quer anular o primeiro casamento para que possa se casar na Igreja Católica com a sua noiva Larissa Maria Sacco, procuradora afastada do Ministério Público Federal.
Pelo Tribunal Eclesiástico, é possível anular um casamento, mas a tramitação do processo é demorada e pode levar anos.
A juíza Kenarik Boujikian Felippe, da 16ª Vara Criminal de São Paulo, negou o pedido do médico. A informação é da Istoé.
Abdelmassih já tinha dito à Veja que pretende se casar com a Sacco.
Em seus primeiros dias na Penitenciária de Tremembé, ele chegou a pedir ao diretor de segurança que comprasse flores para a sua noiva. “Parece que o doutor ainda não se deu conta de onde se encontra”, teria dito o funcionário.
Na época, ele tinha começado a receber a Sacco em um dos quartos da penitenciária para encontros íntimos.
Atualmente, o médico se encontra em uma cadeia de uma delegacia de São Paulo para acompanhar, no fórum, o depoimento à juíza das testemunhas de acusação e de defesa.
No dia 30 de novembro, a pedido do promotor Roberto Senise Lisboa, da Procuradoria da Defesa do Consumidor, a juíza Adriana Sachsida Garcia bloqueiou as contas bancárias e os bens de Abelmassih, para garantir o pagamento de possíveis indenizações.
A clínica de Abdelmassih está sendo despejada de um casarão no Jardim América, em São Paulo, por atraso no pagamento do aluguel.
Além disso, de acordo com a TV Bandeirantes, o médico teria vendido (ou repassado a um credor, um banco) a sua fazenda de plantação de laranja em Avaré (SP).
Advogados consultados recentemente pelo Diário de São Paulo estimam que, se o médico for condenado, ele terá de automaticamente responder a processos cíveis para o pagamento de indenizações por danos morais às vítimas em um total a partir de R$ 20 milhões.
Sônia, a sua segunda mulher, morreu de câncer em agosto de 2008. Antes dessa união de 40 anos, Abdelmassih já tinha sido casado no cartório e no religioso com mulher cujo nome ele nunca menciona. Esse casamento durou pouco.
Agora, o médico quer anular o primeiro casamento para que possa se casar na Igreja Católica com a sua noiva Larissa Maria Sacco, procuradora afastada do Ministério Público Federal.
Pelo Tribunal Eclesiástico, é possível anular um casamento, mas a tramitação do processo é demorada e pode levar anos.
A juíza Kenarik Boujikian Felippe, da 16ª Vara Criminal de São Paulo, negou o pedido do médico. A informação é da Istoé.
Abdelmassih já tinha dito à Veja que pretende se casar com a Sacco.
Em seus primeiros dias na Penitenciária de Tremembé, ele chegou a pedir ao diretor de segurança que comprasse flores para a sua noiva. “Parece que o doutor ainda não se deu conta de onde se encontra”, teria dito o funcionário.
Na época, ele tinha começado a receber a Sacco em um dos quartos da penitenciária para encontros íntimos.
Atualmente, o médico se encontra em uma cadeia de uma delegacia de São Paulo para acompanhar, no fórum, o depoimento à juíza das testemunhas de acusação e de defesa.
No dia 30 de novembro, a pedido do promotor Roberto Senise Lisboa, da Procuradoria da Defesa do Consumidor, a juíza Adriana Sachsida Garcia bloqueiou as contas bancárias e os bens de Abelmassih, para garantir o pagamento de possíveis indenizações.
A clínica de Abdelmassih está sendo despejada de um casarão no Jardim América, em São Paulo, por atraso no pagamento do aluguel.
Além disso, de acordo com a TV Bandeirantes, o médico teria vendido (ou repassado a um credor, um banco) a sua fazenda de plantação de laranja em Avaré (SP).
Advogados consultados recentemente pelo Diário de São Paulo estimam que, se o médico for condenado, ele terá de automaticamente responder a processos cíveis para o pagamento de indenizações por danos morais às vítimas em um total a partir de R$ 20 milhões.





