quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Após prisão de naturista, Prefeitura retoma administração de Tambaba


Mais de 100 crianças foram vítimas do naturista acusado de pedofilia

A prefeitura do Conde vai reassumir a administração da praia de Tambaba, no Litoral Sul paraibano. A decisão aconteceu depois da prisão de Nelci Rones Pereira de Sousa, nesta terça-feira (14), acusado de pedofilia. Segundo as investigações do Ministério Público, ele teria fotografado mais de cem crianças e comercializado as imagens para sites internacionais.
O secretário de turismo do Conde, Saulo Barreto, conversou com o Paraíba1 e explicou que, há cerca de seis anos, Tambaba era administrada pela Sonata (Sociedade Naturista de Tambaba), mas que o fato de um naturista da área estar sendo investigado faz com que o prefeitura retome a administração da praia.
Segundo Saulo Barreto, a função de administrar a praia é, basicamente, a organizar o estacionamento e fazer a triagem das pessoas que frequentam a praia. O secretário disse, ainda, que vai se reunir com o prefeito do Conde e a Sonata para tomar os rumos definitivos para a nova administração.

Investigações
Octávio Paulo Neto, coordenador da Gaeco, disse que em muitos casos os pais eram coniventes e ainda recebiam uma certa quantia para que os filhos fossem fotografados por Nelci Rones. Segundo o coordenador, as fotos foram tiradas na praia de Tambaba e também na casa do naturista. Há cinco meses Nelci Rones estava sendo investigado e durante uma operação conjunta foram apreendidas mais de 500 retratos de mulheres, crianças e adolescentes nus. As idades dos menores variam entre dois e 16 anos.
O Ministério Público informou ainda que até o momento não foi confirmado o crime de abuso sexual contra os menores de idade, mas as investigações continuam.


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Conselho quer fim da reprovação de crianças até 8 anos


Para críticos, medida seria uma forma de mascarar a má qualidade do ensino

Novas diretrizes curriculares aprovadas pelo Conselho Nacional da Educação (CNE) e homologadas pelo Ministério da Educação (MEC) recomendam que os três primeiros anos do ensino fundamental, que abrangem crianças de 6 a 8 anos, sejam feitos em um ciclo, sem reprovação. As regras foram publicadas nesta terça-feira no Diário Oficial.
Discutida ao longo dos últimos anos, a proposta já é colocada em prática por algumas cidades e estados, como Minas Gerais e São Paulo. "Estudos mostram que essa iniciativa pode trazer ótimos resultados", afirma a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda. O principal deles seria evitar que crianças que apresentam um baixo desempenho no primeiro ano se sintam desestimuladas. "A experiência mostra que as maiores taxas de abandono escolar ocorrem entre alunos que repetiram nos primeiros anos de escola", completa.
Para críticos da proposta, a medida seria uma forma de mascarar o problema de má qualidade de ensino. O relator do processo no CNE, o conselheiro Cesar Callegari, diz que o propósito da medida é proteger o estudante. "A todas as crianças é dado o direito de estar alfabetizada aos 8 anos. Muitos alunos apresentam diferenças no ritmo do aprendizado, mas, até o 3.º ano, todos têm condições de ler e escrever", diz.
Em uma escola de qualidade ruim, o problema poderia ser revelado antes do terceiro ano. "Não é para o aluno ficar solto. A ideia é que seja feita uma série de avaliações. Qualquer problema no desenvolvimento do aluno poderia ser captado", afirma Callegari. De acordo com o conselheiro, o MEC está definindo quais são as expectativas de aprendizagem para cada etapa, para que em cada ciclo o aluno seja acompanhado.
"As avaliações deverão ser feitas sobretudo em procedimentos de observação, registros de atividades", diz Maria do Pilar. A secretária de Educação Básica argumenta ainda que a avaliação da escola não é feita por meio dos índices de repetência.
As escolas têm autonomia para adotar ou não as diretrizes publicadas hoje. Maria do Pilar salienta que mesmo as escolas que preferirem manter o regime seriado serão recomendadas a manter os três anos num bloco pedagógico.

(Com Agência Estado)


Médicos acusados de retirar órgãos de menino de 10 anos irregularmente vão a júri popular



Caso foi investigado pela CPI do Tráfico de Órgãos



Globo Vídeos

No País, 77% dos portadores de deficiência se sentem desrespeitados

Superação. O marceneiro Fábio Santos Jesus, funcionário da Assembléia Legislativa do Rio

Pessoas com deficiência não têm seus direitos respeitados no País. Essa é a opinião de 77% dos 1.165 portadores de deficiência entrevistados na pesquisa sobre a condição de vida dos deficientes no Brasil, feita pelo DataSenado, entre 28 de outubro e 17 de novembro. O estudo foi realizado com base no cadastro do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD), com 10.273 registrados.
"As pessoas se sentem sem acesso aos serviços, desrespeitadas no seu direito de ir e vir, e o importante é que elas estão percebendo isso. O preconceito ficou tão natural, como quando um deficiente físico é carregado para entrar no ônibus que não tem elevador, que as pessoas não percebem como preconceito", observou a superintendente do IBDD, Teresa Costa D"Amaral.
A pesquisa mostra que os prédios públicos estão mais adaptados (18% responderam que a maioria tem acesso) que os comerciais (12% de respostas favoráveis). Mas as ruas e calçadas são o grande entrave para a locomoção - para 87%, nenhuma ou poucas das ruas estão adaptadas em sua cidade. Quatro em cada dez entrevistados deixaram de ir a algum lugar porque a estrutura física não estava adaptada.
Essa falta de adaptação também compromete o lazer - 64% dos deficientes físicos e 51% dos visuais gostariam de praticar esportes, mas não podem por falta de acesso; 25% dos deficientes auditivos gostariam de ir ao teatro; e 23% dos deficientes visuais iriam ao cinema, se as salas fossem adaptadas.

Ação estatal
O estudo aponta que falta atuação mais firme do Estado na prevenção e tratamento aos deficientes - 64% consideraram que a prevenção de doenças que leva a deficiências é pouco eficiente. "Os deficientes auditivos se sentem mais discriminados que os demais. Eles ficam mais isolados", afirma Teresa. "Hoje, uma prótese auditiva leva três anos para ser concedida. Quando a criança recebe, passou o primeiro momento da comunicação. Ela já fica com defasagem. É o total desrespeito."
De acordo com a pesquisa, 43% disseram que se sentem discriminados no ambiente de trabalho - o índice chega a 63% entre os deficientes auditivos e 44% entre os visuais.
Dos entrevistados, 759 são deficientes físicos, 170 visuais e 236 auditivos. A pesquisa foi feita pelo telefone. Deficientes auditivos responderam por e-mail, após receberem mensagem com um filme explicativo sobre o estudo, com interprete da linguagem de sinais.

Dificuldade

43%
dos entrevistados disseram que são atendidos por transporte público em sua cidade

51%
relataram que a principal falha do transporte público é a falta de veículos adaptados

26%
se queixaram da falta de colaboração dos funcionários

23%
reclamaram que os outros passageiros desrespeitam o assento preferencial

Clarissa Thomé


Estadão

Polícia britânica juntou evidências contra pais de Maddie, diz documento revelado pelo WikiLeaks


A polícia britânica ajudou a “juntar provas” contra os pais da menina Madeleine McCann quando eles eram investigados pela polícia portuguesa depois do sumiço da menina em um resort no sul de Portugal em 2007, segundo o relato do embaixador britânico ao embaixador americano no país, registrado em um documento divulgado pelo site WikiLeaks.

De acordo com o diário britânico The Guardian, que teve acesso aos documentos vazados pelo WikiLeaks com antecipação, a conversa entre os dois embaixadores ocorreu duas semanas após o casal McCann ter sido formalmente considerado suspeito nas investigações.
O documento não especifica quais as evidências encontradas pela polícia contra Kate e Gerry McCann.
A britânica Madeleine, ou Maddie, como ficou conhecida, desapareceu em maio de 2007, quando passava férias com a família na Praia da Luz, em Portugal, quando tinha apenas três anos.
Os pais foram criticados por terem deixado Maddie e seus irmãos menores, Sean e Amelie, sozinhos em uma casa de praia enquanto jantavam em um local próximo com amigos.
Até hoje o caso está sem solução. A polícia portuguesa abandonou as investigações em julho de 2008.
O casal afirmou que “não há absolutamente nenhuma evidência” que os implique no desaparecimento da filha e observou que a polícia portuguesa posteriormente os tirou da lista de suspeitos formais.

Pistas
No documento diplomático secreto, marcado como confidencial, o embaixador americano, Al Hoffman, relatou que seu colega britânico, Alexander Wykeham Ellis, “admitiu que a polícia britânica havia juntado as pistas contra o casal McCann e garantiu que as autoridades dos dois países (Grã-Bretanha e Portugal) estavam trabalhando cooperativamente”.
Os comentários do embaixador americano contrariam a percepção generalizada de que as suspeitas contra os pais da menina haviam sido levantadas unicamente pelos policiais portugueses que investigavam o caso.
“O desaparecimento de Madeleine McCann no sul de Portugal em maio de 2007 gerou uma atenção da mídia internacional com a polêmica envolvendo a investigação da polícia portuguesa e as ações dos pais de Madeleine”, relatou Hoffman no documento.
Segundo ele, “Ellis comentou que o frenesi da mídia era esperado e aceitável enquanto as autoridades mantiverem seus comentários a portas fechadas”.
Um porta-voz dos pais de Madeleine comentou a divulgação do documento, afirmando que é “uma nota inteiramente histórica, com mais de três anos”.
“Subsequentemente, Kate e Gerry tiveram sua condição de suspeitos retirada, com as autoridades portuguesas deixando claro que não havia absolutamente qualquer evidência para implicá-los no desaparecimento de Madeleine”, disse.
“Até hoje, eles continuam a trabalhar incessantemente nas buscas por sua filha, cooperando quando apropriado tanto com as autoridades portuguesas quanto com as britânicas”, concluiu o porta-voz.


Tira dúvidas: saiba como será o RIC, a nova carteira de identidade brasileira



A partir de 2011, o RIC (Registro de Identificação Civil) começará a ser implantado como um projeto piloto. A nova identificação do brasileiro deve substituir o RG (Registro Geral) até 2019. O sistema será unificado em todo o território nacional, impedindo que uma pessoa tenha mais de um número de identificação, como ocorre com o RG. Hoje um brasileiro pode ter uma carteira de identidade por unidade federativa.
Aprovado em 2009, o RIC unirá em um mesmo cartão informações como o número do RG, do CPF e do título do eleitor. Além disso, um chip garantirá a segurança contra fraudes e armazenará dados biométricos.
Maurício Coelho, diretor de Infraestruturas e Chaves Públicas do INI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação), órgão executivo que cuida do projeto, ajudou o eBand a tirar as principais dúvidas sobre o RIC.

O que é?
O RIC é uma nova maneira de identificar o brasileiro, assim como o RG já faz hoje em dia. Cada um terá o seu número, que ficará armazenado em um único sistema nacional. Isso significa que independente do Estado que o cidadão estiver, ele só conseguirá se cadastrar uma vez.

Quais informações estarão no documento?
O RIC conterá o nome do seu portador, data de nascimento, nacionalidade, naturalidade, filiação, sexo e uma foto. Além disso, trará o seu próprio número, o do RG, do CPF, do Título de Eleitor, do PIS-Pasep, entre outros. Também vai ser composto por um chip onde estarão informações biométricas, como as impressões digitais.

Quais os dispositivos de segurança o documento vai possuir?
O RIC será parecido com um cartão de crédito. Ele terá dispositivos de segurança gráficos e eletrônicos. Os gráficos serão os impressos no cartão, como o DOV (dispositivo óptico variável), que é uma marca transparente e metalizada desenvolvida especialmente para o RIC, dificultando a falsificação do documento. O principal dispositivo de segurança eletrônico será o certificado digital, que estará incluído no chip do cartão.

Como foi desenvolvido o RIC?
Foram usadas referências internacionais para o projeto, como o Cartão do Cidadão de Portugal. Além disso, também serviram de inspiração as experiências da Bélgica e de países asiáticos.

Quanto vai custar para ter um RIC?
O documento deve custar entre R$ 12 e R$ 15 ao brasileiro, preço equivalente ao que se paga hoje para a emissão de um RG. Todo o projeto custará aproximadamente R$ 1,5 bilhão aos cofres públicos. A promessa é de que o dinheiro economizado com a diminuição das fraudes fará os custos da transição valerem a pena.

Quando começa a migração?
A partir de 2011 será implantado um projeto piloto que espera emitir 2 milhões de RIC. Os cidadãos que terão direito ao documento estão sendo selecionados pelos órgão de identificação ou pelo Tribunal Eleitoral.

Como será o processo de implantação do RIC?
A partir de 2012, o cidadão poderá solicitar o seu RIC, que já estará com a expedição estabelecida.
Até quando todos os brasileiros estarão com o novo documento?
A previsão é de que todos os brasileiros tenham o RIC até 2019.

Maria Alice Rangel Vila


eBand

Bruno pode ser condenado mesmo sem o corpo



VEJA Entrevista conversa com o criminalista Roberto Delmanto Júnior. O advogado fala sobre a próxima fase do processo do caso Bruno, levanta a possibilidade dos acusados irem a júri popular e comenta o que pode ser usado como prova para a condenação dos acusados.



Veja

‘Melhor presente’, diz mãe de bebê resgatado na Baixada Fluminense



Arthur estava desaparecido desde domingo (12); criança passa bem.
Segundo a polícia, ele foi encontrado numa casa, em Duque de Caxias.

Após mais de 24 horas de espera, Rejane Pereira de Oliveira Ribeiro reencontrou, na noite desta segunda-feira (13), o filho Arthur, de 7 meses, que estava desaparecido desde domingo (12), em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Para a dona de casa, o Natal chegou mais cedo: “Melhor presente”, disse Rejane, já com o filho no colo.
O pequeno Arthur foi encontrado por agentes da 54ª DP (Belford Roxo). Os investigadores seguiram pistas fornecidas por vizinhos e amigos de Rejane e conseguiram resgatar o bebê da casa de uma mulher, que foi detida, em Duque de Caxias, também na Baixada Fluminense. O menino passa bem.
Arthur foi levado no domingo (12) de uma região pobre do município de Belford Roxo. A mãe foi iludida pela oferta de que poderia ser beneficiada por um programa social. Segundo a polícia, uma mulher se dizendo assistente social andou dias pela região com o pretexto de cadastrar famílias pobres com crianças pequenas. Ela localizou Rejane e o filho.
No domingo, Rejane seguia com a falsa assistente social, quando encontrou com uma outra mulher no ponto de ônibus: “Falaram que iriam me cadastrar para ‘mim’ receber um salário do governo por mês”, contou Rejane Pereira.
No entanto, no meio do caminho, ela encontrou com outra mulher, que perguntou sobre os documentos e pediu então para Rejane voltar para pegá-los. Ela voltou e a mulher ficou com a criança no colo, e desapareceu. “Quando eu fui em casa e voltei meu filhinho não estava mais lá”, completou a mãe.

Outros suspeitos
Os policiais ainda não localizaram a outra mulher que sequestrou o garoto. As investigações vão continuar em Belford Roxo e em Duque de Caxias: "Nós temos em torno de três pessoas já identificadas e devidamente qualificadas nesse fato lamentável. Isso é sequestro, com certeza", afirmou o delegado Marcos Peralta, responsável pelo caso.
Desde domingo, a polícia fez diligências e levou suspeitos para a delegacia. De acordo com a polícia, a mulher que contatou Rejane já foi presa, mas pouco pôde esclarecer sobre o paradeiro da criança. Praticamente todas as equipes da 54ª DP foram envolvidas na investigação.
"Essa daí (suspeita presa) já vi passar umas três vezes na minha rua, mas só agora que ela me procurou. Ela chegou falando que cadastra as pessoas com salário do governo e perguntou se eu precisava de roupinha eu disse que sim. Ela estava me marcando já. Aí quando foi ontem, fez essa palhaçada comigo, me enganou", contou Rejane.


G1

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Permanece internado acidentado em Congonhas, em SP



Infraero abriu sindicância para apurar as responsabilidades pelo acidente

O arquiteto Fernando Porto de Vasconcellos, de 71 anos, continua internado no Hospital Santa Paula, na zona sul de São Paulo, em estado grave, após um acidente ocorrido no último sábado (11) durante o transporte para um terminal no aeroporto de Congonhas. Vasconcellos desembarcou de um voo da empresa aérea Gol, procedente de Brasília.
Segundo a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), o arquiteto, que tem mobilidade reduzida, feriu-se durante o deslocamento do ambulift, equipamento da Infraero que garante a mobilidade de cadeirantes ou pessoas com dificuldade de locomoção. O procedimento contou com assistência de uma funcionária da empresa aérea.
Durante o trajeto até o terminal de passageiros, o ambulift freou bruscamente por causa de uma parada repentina de um veículo que seguia à frente pela via de serviço, o que fez com que o passageiro se desequilibrasse, mesmo com a cadeira de rodas travada, batendo a cabeça.
A Infraero abriu sindicância para apurar as responsabilidades pelo acidente. Segundo o hospital, a família pediu para que não fossem divulgadas informações sobre o estado de saúde. A empresa aérea Gol ainda não se pronunciou e garantiu que irá divulgar uma nota sobre o caso.



R7

Novas cédulas do real começam a circular na segunda; veja como são produzidas


As novas cédulas do real começarão a circular na próxima segunda-feira. A princípio entram no mercado as notas de R$ 50 e R$ 100. As demais, até 2012. Todas são feitas na Casa da Moeda, no Rio.
Segundo o BC, as cédulas antigas deixarão de circular dentro de dois a três anos.
O BC fará uma campanha educativa para mostrar à população as características da nova cédula.
As novas notas têm impressão superior e elementos de segurança --como a marca-d'água-- foram redesenhados de forma a facilitar a identificação pela população e dificultar a falsificação.
Nas notas de R$ 50 e R$ 100 foi incluída uma faixa holográfica com desenhos personalizados por valor, o que, de acordo com o BC, é um dos mais sofisticados elementos antifalsificação existentes.
O projeto das novas cédulas vem sendo desenvolvido desde 2003 pelo Banco Central e pela Casa da Moeda do Brasil. As notas atenderão ainda a uma demanda dos deficientes visuais, já que poderão ser identificadas por seus tamanhos diferentes e terão marcas táteis em relevo aprimoradas em relação às já existentes.
A Casa da Moeda modernizou seu parque fabril para poder produzir as novas moedas. Com isso, de acordo com o Banco Central, o órgão tem tecnologia para imprimir hoje qualquer moeda existente no mundo, incluindo o dólar e o euro.

CORES
As novas notas mantiveram as mesmas cores das antigas e os mesmos animais. Os tamanhos serão diferentes, a de R$ 2 é a menor, a de R$ 5 um pouco maior, e assim sucessivamente, a exemplo do euro.
A frente da cédula está visualmente mais limpa, mantida a efígie da República. A cédula ganhou, do lado direito, uma faixa com o valor da nota escrito e, do lado esquerdo, um grafismo com figuras do habitat de cada animal --a nota de R$ 100, por exemplo, que tem uma garoupa no verso, ganhou na frente figuras que remetem ao mar.
No verso, as figuras de animais foram modificadas e estão agora na horizontal. A nota de R$ 50, por exemplo, traz a mesma figura da onça pintada, agora deitada sobre uma pedra.

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