quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Cadela que fugiu de prédio implodido do Hospital do Fundão passa bem



Animal estava à procura dos filhotes que já tinham sido resgatados do local.
Cadela e filhotes abandonados estão disponíveis para adoção.

Uma cadela conseguiu escapar de dentro da ala sul do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ), momentos antes da implosão do prédio, na Ilha do Fundão, no Rio, ocorrida na manhã deste domingo (19). As imagens da implosão mostram o momento em que o animal corre para fora do hospital.
A cadela estava no interior do prédio à procura de seus sete filhotes, que já tinham sido resgatados por um funcionário da obra, de acordo com Elisabete Palermo, voluntária da Família Alquimia, que cuida de animais abandonados. Todos estão em um prédio atrás dos escombros da ala sul do hospital e passam bem.
Ainda segundo Elisabete, a cadela foi vista durante uma vistoria no local cerca de uma semana antes da implosão. "Ela estava com a barriga bem grande, já quase tendo os filhotes. Só que nós não conseguimos resgatá-la porque ela estava muito arisca", contou, acrescentando que na véspera da implosão, a cadela teve os filhotes.
"Nós colocamos os filhotes numa área próxima, onde ela costumava beber água. E após algumas horas ela conseguiu se juntar a eles", completou a voluntária.
Tanto a cadela sobrevivente quanto os filhotes estão disponíveis para adoção. Quem quiser adotá-los, deve entrar em contato com a Família Alquimia, pelos telefones (21) 9777-1110 e (21) 8711-2269.


G1

Mulher tenta salvar carro, é arrastada por enxurrada e morre em SP



Chuva desta terça-feira durou meia hora e alagou avenidas da Zona Sul.
Passageiros tiveram que caminhar pela inundação.

Uma professora de 28 anos morreu ao ser arrastada pela força da enxurrada ao tentar salvar o carro, na região da estrada do M'Boi Mirim, na Zona Sul de São Paulo, durante a chuva desta terça-feira (21). O corpo de Michele Borges foi encontrado pelos bombeiros junto a uma oficina mecânica da Viação Gatusa, na Avenida Guido Caloi. A garagem foi parcialmente alagada pelas águas de um córrego na região.
Apenas meia hora de chuva foi suficiente para alagar ruas e casas dos bairros Piraporinha, Novo Santo Amaro, Capela do Socorro e Campo Limpo. A Estrada do M’Boi Mirim e as avenidas Guarapiranga e Guido Caloi foram tomadas pela água suja e barrenta dos córregos Ponte Baixa e Jurubatuba. No início da madrugada desta quarta-feira (22),
Imagens feitas por moradores da Zona Sul de São Paulo mostram a força da correnteza dentro de um condomínio durante a chuva desta terça-feira. Carros e um pequeno caminhão foram arrastados pela enxurrada para o desespero de quem via tudo de dentro dos apartamentos.
Em um condomínio da Estrada do M'Boi Mirim, a correnteza arrastou carros que ficaram amontoados.
Diante da chuva desta terça, muitos passageiros precisaram descer do ônibus e seguir a pé, andando no meio da inundação que impossibilitava o tráfego dos ônibus. Alguns motoristas abandonaram os carros que boiavam na água.
O auxiliar de serviços gerais Geilson Conceição de Jesus, a mulher e os dois filhos esperavam a água baixar. Ele não sabia quando ia conseguir chegar em casa e o que iria encontrar.


G1

Unimed cumpre decisão judicial após ameaça de prisão de dirigentes


O juiz da 28ª Vara Cível, Magno Alves, em decisão na útima sexta-feira, dia 17, deu prazo de 30 minutos para o presidente e diretores da Unimed cumprirem uma liminar. A transferência de uma idosa de 97 anos, internada na Obra Portuguesa, no Centro do Rio, para casa e custeio do serviço home care havia sido determinado há quatro meses, mas a cooperativa de saúde vinha reiteradamente descumprindo a ordem judicial. Com a ameaça de prisão dos responsáveis, no mesmo dia a empresa atendeu a ordem.
Em decisão de 28 de agosto deste ano, o magistrado havia fixado o prazo de 24 horas para que a Unimed transferisse a paciente para sua residência, para evitar uma infecção hospitalar e arcasse com o home care, incluindo os serviços de enfermagem, acompanhamento médico e medicamentos. A multa diária inicial aplicada foi de R$ 1 mil, mas como não houve o atendimento outra foi estipulada no valor de R$ 5 mil,e, por fim, pulou para R$ 50 mil.
Segundo o juiz Magno Alves, a cooperativa vem desrespeitando, insistentemente, a Constituição com o intuito de aumentar o próprio lucro em detrimento da vida dos usuários. “Em princípio, retardam a autorização administrativa pela central de autorização e, posteriormente, o cumprimento das decisões judiciais na esperança de que o cliente morra e a Unimed-Rio não arque com o custeio das despesas com o tratamento”, disse.
O magistrado, em outra decisão prolatada no último dia 15, afirmou que o tratamento que a Unimed dá aos seus clientes é desigual: “Ao ser recalcitrante, a cooperativa desafia o Judiciário e o Estado constituído, o que justifica também apenação em danos morais, porque não se trata de mero descumprimento contratual, mas de arrogância, prepotência da empresa que se preocupa apenas em atender aos usuários do Plano Ômega, prejudicando os do Plano Ambulatorial e do Delta”.

Fonte: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro




Terça-feira, 21 de dezembro de 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Autor de guia para pedófilos é preso por distribuir material obsceno


Phillip Greaves pode pegar cinco anos de prisão por escrever 'código de conduta' sobre pedofilia

Um autor acusado de fazer apologia da pedofilia foi preso nesta segunda-feira, 20, para responder por acusações de distribuição de material obsceno.
Phillip Greaves, 47 anos, é autor e editor do livro "The Pedophile's Guide to Love and Pleasure: a Child-lover's Code of Conduct" ("O guia do pedófilo para o amor e o prazer: um código de conduta para o amante da criança"), que ele classifica como uma obra de autoajuda.
Greaves foi detido na sua casa, no Colorado, por ordem da Justiça da Flórida - Estado para onde ele havia enviado um exemplar, ao custo de 50 dólares, sem saber que o destinatário era um policial disfarçado.
Questionado por um jornalista a respeito das acusações, no momento em que chegava à prisão do condado Polk, em Bartow (Flórida), Greaves declarou: "Erradas".
O livro foi vendido até o mês passado no site Amazon.com, que o retirou devido a queixas sobre seu conteúdo.
O autor pode pegar cinco anos de prisão. "Ele criou esse livro especificamente para ensinar às pessoas como molestar sexualmente e estuprar crianças", disse Grady Judd, xerife do condado Polk, a jornalistas.


Estadão

Justiça decreta prisão de suspeito de agressão contra jovem na Paulista


Rapaz de 19 anos é o único envolvido maior de idade no episódio.
Decisão da Justiça saiu na tarde desta terça-feira


A Justiça de São Paulo decretou nesta terça-feira (21) a prisão do único rapaz maior de idade envolvido na agressão a um jovem na Avenida Paulista. Jonathan Lauton Domingues, de 19 anos, indiciado por lesão corporal grave e tentativa de homicídio está em liberdade. Agora ele é procurado pela polícia. O G1 não conseguiu localizar o advogado de Domingues.


G1

Cachorros treinados ajudam na limpeza em desfile de Natal na França



Tuxedo nasceu em 2006, nos Estados Unidos. Neo nasceu dois anos mais tarde, na França – e foi neste país que a dupla de cães da raça boston terrier foi adotada pelo mesmo dono.
Treinados, eles costumam aparecer em diversos eventos europeus, sempre em atividades ligadas ao esporte. Andar de skate é o hobby preferido dos cachorros.
Neste fim de ano, eles foram recrutados para integrar a equipe de limpeza de um desfile francês de Natal. Com a mesma dedicação que têm ao esporte, eles caçaram garrafinhas de plástico, papéis e restos de alimentos, encantando o público presente.
O trabalho foi registrado por curiosos e já é sucesso na internet.

Planeta Bicho

A luta de dois filhos pela condenação do próprio pai


RECIFE - O caso já entrou para a história do noticiário policial de Pernambuco: a luta de dois filhos pela condenação do próprio pai, o procurador aposentado Luiz Fernando Dias dos Santos. Acusado de tentativa de homicídio, ele teria atingido sua então mulher, a advogada Maria do Carmo Costa Carvalho, com um tiro na cabeça durante uma discussão, em abril de 1978.
A mulher sobreviveu, mas ficou cega, com a audição prejudicada e tendo frequentes lapsos de memória. Em dezembro de 1998, o procurador (na época, em atividade) foi condenado a 14 anos de prisão. Sua defesa recorreu, e o julgamento acabou anulado. Em 2004, houve um segundo julgamento, que novamente teve a sentença invalidada. O imbróglio jurídico prosseguiu e, após 36 recursos da defesa, surgiu a possibilidade de um desfecho no último dia 13 de dezembro, data marcada para a nova audiência. Entretanto, os advogados do ex-procurador recorreram ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) pedindo a prescrição do crime.
Para os irmãos Daniela, de 34 anos, e Luiz Fernando, de 35, prevalece o sentimento de decepção diante da impunidade. Um detalhe aumentou a frustração dos filhos de Maria do Carmo: a morte da mãe, em 2004, vítima de câncer, antes de uma decisão final dos tribunais.
Caberá à Justiça decidir sobre a prescrição do crime. A lei estabelece que crimes com pena superior a 12 anos sejam desconsiderados após 20 anos. Mas, segundo o promotor André Rabelo, do Ministério Público de Pernambuco, o prazo de 20 anos deve valer a partir do primeiro julgamento, realizado em 1998. E a prescrição ocorreria em 2018.
- Infelizmente há divergências quanto aos prazos de prescrição. E, enquanto o STJ não decidir, um novo júri não pode ser realizado - diz Rabelo.
Se acontecer, o julgamento do ex-procurador Luiz Fernando Dias dos Santos deverá ocorrer 33 anos após o crime.O processo reúne 2,8 mil páginas. Segundo a versão da vítima existente nos laudos, o procurador disse "vou acabar com você" durante a briga na Praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, município vizinho de Recife. Maria do Carmo tentou escapar da agressão, mas acabou arrastada para dentro do carro. Depois, a cabeça da mulher foi imprensada contra a perna do marido, que fez o disparo. Na época, ao prestar depoimento, o procurador afirmou que o autor do tiro seria um assaltante que abordou o casal.
Principal testemunha de acusação contra Luiz Fernando Dias dos Santos - o próprio pai -, Daniela Dias dos Santos estudou Direito, mas não atua como advogada. Acredita que perdeu a motivação para o exercício da profissão depois de acompanhar, durante tantos anos, um processo que nunca acaba.
Na época do crime, ela tinha 2 anos. Daniela não guarda na memória as cenas daquele período. Mas lembra com detalhes das sequelas deixadas na vida de sua mãe, que passou a ter uma saúde frágil.
- A lembrança que tenho é de minha mãe já cega. Lembro-me de diversos tratamentos de saúde que ela fez e das inúmeras vezes que viajamos ao Rio de Janeiro, para que se submetesse a cirurgias intracranianas. Após o incidente, só me recordo de ter visto meu pai em casa uma vez. Depois, ele desapareceu - diz.
Apesar de todo esse tempo, ela afirma que a família não perde a esperança de que a justiça seja feita.
- Não há como não sentir revolta. Sou formada em Direito. No dia da minha formatura, soube da anulação do júri. Então não é à toa que não segui a profissão. Cresci assistindo ao meu avô lutar para que minha mãe não morresse devido aos danos provocados pelo tiro.
Sobre o arrastar do processo, ela afirma que, durante o curso de Direito, esforçou-se para compreender o sentido das leis, mas que o caso de sua mãe a desanimou.
- Os advogados de defesa agem dentro da lei. Mas que leis são essas que permitem que um processo como esse, de consequências tão dramáticas, nunca termine? O que aconteceu foi um crime.
Formado em medicina, o filho de Maria do Carmo conseguiu na Justiça o direito de eliminar de sua certidão o sobrenome do pai. Passou a assinar: Luiz Fernando Costa Carvalho.


O Globo

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Justiça nega a Suzane Richthofen transferência de prisão


Condenada por matar os pais pediu para cumprir pena em centro de ressocialização

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de transferência de Suzane Richthofen a um centro de ressocialização no interior de São Paulo. A ex-estudante de direito cumpre pena em uma penitenciária de segurança máxima em Tremembé, no Vale do Paraíba, por ter matado os país com ajuda do namorado, em 2002.
A liminar foi negada pelo ministro Og Fernandes depois que o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) já havia rejeitado o pedido da ex-universitária. Segundo a Justiça paulista, os centros de ressocialização são designados para condenados com pena inferior a dez anos.
Suzane foi condenada, em 2002, pelo assassinato dos pais a 39 anos de prisão em regime fechado.
A defesa da ex-estudante alegou que ela obteve pareceres favoráveis de especialistas. Segundo os laudos técnicos, a presa possui condições de ser transferida para uma unidade de ressocialização.
Os advogados de Suzane justificaram que a permanência em uma penitenciária de segurança máxima fere o princípio da individualização da pena. Também disseram que não há “motivação concreta” para esse tipo de prisão.

Crime chocou o país
O caso Von Richthofen chocou o país em 2002, após os investigadores apontarem a jovem universitária Suzane como a assassina dos país Manfred e Marísia.
O casal apareceu morto na casa onde morava no bairro do Campo Belo, região de alto padrão na zona sul de São Paulo.
Suzane, então estudante de direito da PUC (Pontifícia Universidade Católica) acabou confessando o assassinato. Ela matou os pais utilizando barras de ferro, com a ajuda do namorado Daniel Cravinhos e do cunhado Cristian.
Hoje, com 27 anos, Suzane está presa na penitenciária feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier em Tremembé, no interior de São Paulo.


Papai Noel recebe visitantes do mundo todo em sua casa na Lapônia



Na Lapônia, extremo norte da Finlândia, a temperatura hoje ficou em torno dos -14ºC. É lá que fica o endereço oficial do Papai Noel

Meio milhão de turistas fazem a mesma viagem todos os anos. Há três décadas a Lapônia foi declarada oficialmente a terra natal do Papai Noel. Tudo gira em torno da lenda do bom velhinho. A começar pelos meios de transporte. Os turistas têm a opção de andar em um snow mobil, um equipamento especialmente feito pra andar na neve.
São 30 quilômetros em cima do snow mobil, passando por paisagens deslumbrantes. Também é possível ver os cachorros, husky siberianos, que puxam os trenós. Diz a lenda que Papai Noel usava esse meio de transporte até trocar os cães pelas renas. Elas são adaptadas ao frio e fornecem carne, leite e, principalmente, transporte.
Em Santa-Village, a aldeia do Papai Noel, a primeira parada é em uma agência dos correios. Funcionários vestidos de duendes separam e leem um milhão e 200 mil cartas que chegam de 197 países, inclusive do Brasil.
Foi de crianças brasileiras que o Papai Noel recebeu a maior carta, com 300 metros e mais de 10 quilos.
Tina, a duende responsável pela correspondência em português, conta que levou uma semana pra ler a carta gigante, escrita por alunos de uma escola de Tubarão, em Santa Catarina. Segundo ela, a maioria das crianças brasileira não pede presentes pessoais. As crianças pedem que se cuide do meio ambiente.
A casa do Papai Noel fica na encosta de uma colina. Os turistas pagam o equivalente a R$ 50 para entrar. Depois de intermináveis minutos na fila, chega o esperado momento. A menininha espanhola mal consegue falar. Ela descreve a lista de presentes que espera ganhar no Natal.
Papai Noel diz que sua fábrica de brinquedos fica em um lugar secreto, de onde ouve todos pedidos das crianças e de onde observa se elas estão se comportando para merecer os presentes.
Há 30 anos este homem encarna a figura do bom velhinho. Recebe do governo da Lapônia uma ajuda de custo, mas garante que sua maior recompensa é alegrar as crianças e manter aceso o eterno espírito de Natal.



Jornal Floripa

A vida sem Sean


Às vésperas do Natal, a chef Silvana Bianchi tenta superar a separação do neto

A chef de cozinha Silvana Bianchi tem dedicado especial atenção à comemoração de Natal deste ano. Além de escolher cuidadosamente os pratos que preparará, ela decidiu contratar um Papai Noel para animar a festa em seu amplo apartamento na Lagoa e entregar um presente à neta Chiara, de 2 anos. Com isso, Silvana espera diminuir a tristeza que tomou conta de sua família desde 24 de dezembro do ano passado. Naquele dia, por decisão do Supremo Tribunal Federal, ela foi forçada a se separar do neto Sean Goldman, então com 9 anos, e entregá-lo ao pai, o americano David Goldman. O menino vivia com a avó no Rio fazia cinco anos e era alvo de uma disputa travada na Justiça. Sem ver o meio-irmão desde então, Chiara pergunta por ele com frequência. Recentemente levou a família às lágrimas ao avistar um garoto parecido com ele em um shopping e chamá-lo de Sean. “Prometi a mim mesma que daria um Natal mais feliz a Chiara, apesar de ainda ser tremendamente duro superar a ausência de Sean”, diz Silvana, que é ex-proprietária do restaurante Quadrifoglio.
Ela afirma que há seis meses não tem nenhuma notícia do menino, que hoje vive em Nova Jersey, nos Estados Unidos. A última conversa entre os dois aconteceu no dia 22 de junho. Na ligação, Sean demonstrou pouquíssima espontaneidade ao relatar sua atual rotina. Respondia às perguntas da avó em um inglês lacônico e com voz triste. Segundo Silvana, Sean não fala mais português por determinação do pai. Até o endereço de e-mail que o menino usava para mandar mensagens à família foi desativado. “Ele foi completamente excluído da nossa vida”, lamenta a avó. A mãe de Sean, Bruna Bianchi, filha de Silvana, conheceu David Goldman na Itália, em 1999. Os dois se casaram e o menino nasceu em 2000, nos EUA. Quatro anos depois, Bruna veio ao Brasil com o menino visitar a família. Decidiu não retornar e se separar do marido. Em seguida, casou-se com o advogado João Paulo Lins e Silva, a quem Sean chamava de pai. Em 2007, engravidou de Chiara, mas morreu no parto, aos 33 anos, em 2008. Foi quando o americano decidiu reivindicar a guarda do filho — e ganhou. Hoje Silvana tenta romper o bloqueio imposto pelo ex-genro e rever o neto. Promete não desistir jamais.
Letícia Pimenta
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