quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Vêronica Costa é procurada pela polícia


Policiais da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) tentam localizar a funkeira Verônica Costa. Ela será intimada a prestar esclarecimentos à polícia por causa das supostas agressões ao marido, Márcio Costa. A funkeira pode ser indiciada pelo crime de tortura.
Nesta quarta-feira, o segurança do condomínio onde o casal vive e um vizinho que ajudou a socorrer Márcio Costa prestaram depoimento na delegacia. Os policias que investigam o caso fizeram uma perícia na residência de Verônica e Márcio Costa. Eles encontraram gasolina e gaze, que teriam sido usados na suposta sessão de tortura.
O marido da funkeira Verônica Costa acusa a mulher de tortura e tentativa de homicídio. Márcio Costa, esteve, na noite desta terça-feira, na 42ª DP. Segundo o empresário, por volta de 21h de segunda-feira, o irmão, a irmã, o cunhado e o padrasto da funkeira foram até a residência do casal. Em seguida, por ordem de Verônica, eles teriam amarrado Márcio Costa no banheiro e iniciado uma sessão de agressões e tortura. Márcio Costa só conseguiu escapar na terça-feira à tarde, quando pulou o muro e pediu ajuda a um vizinho.



Navios vão retirar brasileiros de Benghazi até quinta-feira, diz embaixador na Líbia


RIO - Até quinta-feira, os 123 brasileiros que estão na cidade de Benghazi, na Líbia, serão retirados, de navio. A afirmação é do embaixador do Brasil na Líbia, George Ney Fernandes, que falou ao GLOBO esta tarde, por telefone. Segundo ele, as negociações com as forças rebeldes já foram feitas, a fim de que a embarcação atraque no porto de Benghazi.
Custeado pela empresa de engenharia Queiroz Galvão - que emprega o grupo de brasileiros -, o navio levará também 58 portugueses a um país europeu, que o embaixador preferiu não mencionar, por razões de segurança. Ele, entretanto, citou Itália, Grécia e Turquia como possibilidades.
Os demais brasileiros, que residem na capital Trípoli, também serão retirados, até o final da semana, por meio de dois navios. Eles serão levados a um país europeu, tampouco revelado pelo embaixador.
- A prioridade é retirar o grupo de Benghazi, onde a situação é absolutamente caótica. Mas só ficarei sossegado e em paz quando o último brasileiro tirar os pés daqui (Líbia), o que espero que aconteça até o fim da semana - disse o embaixador, acrescentando que, em Trípoli, o governo determinou um toque de recolher para as 16h.
Nesta terça-feira, Kadafi fez um forte discurso e afirmou que não pretende deixar o poder.
- Vou morrer aqui como um mártir - disse.


O Globo

Grávida resgatada em enchente na Serra do Rio encontra aposentado que a ajudou



O advogado assistiu à menina em trabalho de parto sendo resgatada pelo helicóptero da TV Globo e se emocionou com a história do recém-nascido, que tem o mesmo nome que ele.
Há um mês e meio, o Jornal Nacional mostrou o resgate de uma adolescente grávida na enchente que devastou a Região Serrana do Rio de Janeiro. Ela teve o filho pouco depois em um hospital. Nesta terça-feira (22), você vai ver como ela está e a ajuda preciosa que recebeu.
Ele é de Copacabana, no Rio. Ela vive em Teresópolis, na Região Serrana. Os dois nunca tinham se encontrado, até que em janeiro, o Jornal Nacional mostrou a história de Tainá, de 15 anos.
A jovem em trabalho de parto foi resgatada pelo helicóptero da Rede Globo, que conseguiu pousar em uma das áreas mais devastadas pelo temporal. “É o meu primeiro filho e já tem nome”, disse a jovem.
“E ela, incisivamente, ela disse: ‘É menino e o nome é Marcos André’”.
Era o mesmo nome do advogado aposentado Marco André Grechi: “E eu dizia aos berros em casa: ‘Xará, aguenta, aguenta, Deus é grande’. E eu chorava. No dia seguinte, quando eu vi a Tainá amamentando no hospital, eu botei na cabeça, eu disse: ‘Vou procurar esse garoto’”, conta o aposentado.
Foi ai que a instrumentadora cirúrgica Jomara entrou na história. O encontro foi inesperado: Marco André telefonava para hospitais em busca de informações sobre Tainá. Jomara tinha acabado de participar de uma cirurgia em uma unidade.
A recepcionista precisou deixar o balcão de atendimento por alguns minutos e ela atendeu a ligação do advogado aposentado.
“Era pra ligar pra saber onde tava a Tainá. Eu falei, ela não está aqui. Eu passei dez dias a procura dela. Aí foi um dia que eu consegui um celular, seu eu não me engano, da sogra dela”, conta a instrumentadora.
“Eu sai, comprei carrinho, comprei roupa, uma porção de coisa pra ele, comprei comida, foi a minha primeira sensação de ajuda”, conta o advogado aposentado.
Marco André virou um avô postiço do menino. Tainá e a família deixaram o abrigo e moram em uma casa com apenas um quarto.
“O importante é que a gente está unido. Eu me sinto muito feliz, porque meu filho não tinha nada, agora tem bastante. Só por Deus, eles são uns anjos”, diz a menina.
“Concretizei mais um sonho, de ajudar as pessoas como eu gosto. É esse daqui foi especial”, conta Marco André.


Jornal Nacional

Plástico encontrado nos oceanos compromete saúde de lagostas


Nova pesquisa mostra que químicos encontrados em garrafas plásticas e detergentes são responsáveis pelo aumento nos casos deformação no corpo dos animais e morte

As lagostas de Long Island Sound, região localizada em Connecticut, nos Estados Unidos, estão morrendo de uma enfermidade chamada de “doença da casca”. O problema, segundo Hans Laufer, pesquisador do Departamento de Biologia Molecular e Celular da Universidade de Connecticut, tem sido agravado pela ingestão dos químicos presentes em garrafas plásticas e detergentes, que foram encontrados nos oceanos ou dentro do estomago dos animais.
De acordo como Laufer, esses químicos interferem no funcionamento de hormônios. “São químicos, como o bisfenol A, que podem atrasar os padrões de formação da casca e interferir no seu desenvolvimento, levando a deformações no corpo, susceptibilidade à doenças e possível morte”, explica.
Laufer juntamente com outros 15 pesquisadores de instituições do Estado de New England apresentará nessa semana no 9th Annual Ronald C. Baird Sea Grant Science Symposium os resultados de uma pesquisa de 3 anos onde U$ 3 milhões foram investidos. O estudo examinou as causas da doença da casca e os fatores que contribuem na vulnerabilidade das lagostas à doença.
Durante a pesquisa, Laufer e seus colegas identificaram “hot spots” na região onde lagostas apresentam um alto nível de alquilfenóis – um grupo de químicos derivados de detergentes, tintas e plásticos – circulando nos corpos dos animais. A origem desses químicos vem da alimentação das lagostas e outros moluscos, que filtram os químicos da água. No oeste de Long Island Sound, metade das lagostas pesquisadas estava contaminada com químicos.
No laboratório, Laufer, também descobriu que níveis moderados de químicos podem dobrar o tempo que uma lagosta leva para desenvolver sua casca e criar uma casca mais dura. Durante esse período, a pele mais mole da lagosta está mais vulnerável a patógenos, como as bactérias que causam a doença da casca. Ao aumentar o período de vulnerabilidade, os químicos aumentam a chance das lagostas ficarem doentes.
Lauder disse que esses efeitos ocorrem provavelmente porque os químicos funcionam como certos hormônios. “os alquilfenóis, por exemplo, funcionam como hormônios juvenis que controlam o crescimento, a reprodução e o desenvolvimento.”
Químicos como os alquilfenóis chegam aos oceanos vindos principalmente de aterros de lixo e centros de tratamento de esgoto. Um milhão de toneladas de bisfenol são produzidos por ano e em torno de 60% acabam no oceano. Laufer disse que a única maneira de reduzir o impacto de químicos em seres vivos é a redução do uso de plásticos. “Plásticos estão em todos os lugares, mas reciclar é possível”, ele afirma. “Precisamos aumentar o reuso do plástico ao invés de jogá-lo fora e aumentar a utilização de outros produtos como o papelão e o vidro. Essa é uma grande ameaça à saúde humana assim como o tabaco,” afirmou o biólogo. “Muitas empresas estão dizendo que eles são seguros, mas eles não são.”
Além de ser uma preocupação para a indústria de pesca, Laufer também acredita que a contaminação é uma séria ameaça à saúde de seres humanos. Segundo ele, cerca de 90% da população americana está contaminada pelos alquifenóis. “O efeito de muitos químicos ainda é desconhecido, mas assim como são prejudiciais às lagostas, eles provavelmente são prejudiciais à saúde de humanos também.”


O Tao do Consumo

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Polícia divulga novas imagens do suspeito de estuprar e assassinar Vanessa



Delegado e equipe visitaram três endereços nesta manhã a procura do criminoso

A Polícia Civil de Santana de Parnaíba divulgou, nesta terça-feira (22), novas imagens do suspeito de estuprar, torturar e assassinar a jovem Vanessa de Vasconcelos Duarte, no último dia 12.
Segundo Zacarias Tadros, delegado responsável pelas investigações, a veiculação das fotos do rosto e de uma tatuagem podem fazer com a população reconheçam o suspeito e o denuncie por meio do número 181.
Nesta manhã, Tadros e uma equipe de investigadores visitaram três endereços, que surgiram durante o depoimento das testemunhas do caso. A polícia ainda não informou se conseguiu localizar o suspeito.


R7

Mãe acusada de jogar bebê no valão é detida pela polícia, em Queimados


Policiais do Serviço Reservado do 24º BPM (Queimados) detiveram, na manhã desta terça-feira, uma mulher suspeita de ter jogado o filho recém-nascido em um valão, no dia 17 desse mês.
Vanessa Teodoro, de 25 anos, foi encontrada em casa a cerca de 50 metros do valão, na Alameda Doutor Geraldo Albernaz. A mulher contou que passou, recentemente, por uma cirurgia para a retirada de um mioma. Ela foi levada para a delegacia, onde presta esclarecimentos


Extra Online

Formação (mais que) especial


Chega ao DF curso de pós-graduação voltado para o atendimento de pessoas com síndrome de Down. Voltadas para profissionais das áreas de saúde e educação, as aulas têm como proposta a interdisciplinaridade

A chegada da pequena Ana Beatriz na família Quadros, há um ano e quatro meses, foi uma grande alegria, mas trouxe mais preocupações que na maioria dos nascimentos de bebês. Ela tem síndrome de Down, um distúrbio genético que compromete habilidades físicas, psíquicas e de fala. Preocupada com o futuro da filha, a fisioterapeuta Nadja Quadros, 37, procurou ajuda de profissionais em várias áreas e descobriu que a formação da maioria é falha. “Com o nascimento da Ana, percebi o hiato que existe entre as necessidades do Down e o que o mercado de trabalho oferece em termos de cuidados. Eu acho que a melhora só vem com a formação”, opina a mãe.
Preocupada não só com a filha, mas com a situação das pessoas que têm a síndrome no Distrito Federal, ela procurou o Instituto Ápice de Saúde, sugerindo que fosse realizado um curso preparatório especificamente para profissionais que trabalham com esses pacientes. Entusiasmados com a ideia de Nadja, os representantes da instituição uniram-se à Extensão e Pós-graduação em Saúde (Cetrex) da Faculdade JK e ao Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo (Cepec/SP). Da parceria, surgiu a pós-graduação lato sensu Abordagem Interdisciplinar em Síndrome de Down.
A proposta do curso não é apenas unir teoria e prática, mas também possibilitar que alunos e professores compartilhem experiências profissionais que tiveram. A psicóloga Carla Cristina Vasconcelos, 32 anos, está terminando um mestrado na área e se matriculou no curso por acreditar que aquilo que as outras especialidades têm a oferecer vai acrescentar muito ao seu trabalho. “O ser humano não é composto só pelo lado psíquico. Não posso negar que existam todas as outras facetas e necessidades de tratamento. Como psicóloga, preciso entender como funciona o nascimento dos dentes, o relacionamento familiar, com colegas de escola e professores, a dieta regrada que eles precisam ter”, justifica.
O que os organizadores esperam com o curso é que os cuidadores tenham a formação necessária para compreender como lidar adequadamente com os pacientes com Down. Além da diversidade de graduação dos alunos, os professores vêm de diversas áreas de atuação. Segundo Nadja, que é coordenadora pedagógica da pós-graduação no DF, a opção pelo curso multidisciplinar gerou controvérsias na hora do planejamento, mas foi a melhor opção. “O paciente é um todo, e aí deve entrar a interdisciplinaridade. Não no sentido de que eu seja obrigada a aprender outra especialidade para ser capaz de cuidar de um Down, mas é interessante absorver dados externos que possam me ajudar no exercício da minha profissão” , explica Nadja.
Para a psicóloga Carla Cristina, a busca por formação faz toda a diferença para quem cuida de pessoas com síndrome de Down. “Com o mestrado, já aprendi a lidar com as crianças de forma diferente de quando tinha apenas a graduação. Trouxe essa vivência para o grupo da pós e foi muito interessante, porque a minha experiência importa para outras especialidades. Tem sido uma troca muito construtiva”, anima-se.
Em diferentes frentes
Ana Beatriz não motivou apenas a mãe a buscar ajuda. O dentista Sérgio Quadros, 47 anos, é tio da menina e, ao conviver com ela, notou as falhas que existem na profissão. “Percebi que existe a necessidade desse curso para todas as especialidades na odontologia. Existem pontos específicos no tratamento que só a formação traz, principalmente no âmbito da convivência com o paciente”, opina o tio coruja, que já se interessava no tratamento de pessoas com Down antes da chegada da bebê. A sobrinha foi o pontapé inicial para ele buscar a formação e apoiar Nadja na hora de procurar ajuda.
Esposa de Sérgio, a pedagoga Miriam Quadros anos, 43 anos, orientava professoras a ensinarem crianças especiais no Colégio Rogacionista quando a sobrinha nasceu. Agora, depois de ingressar no curso, ela percebeu os muitos erros que existem na escola: “Orientei as educadoras a adaptarem os conteúdos à capacidade dos alunos especiais. Isso acaba gerando segregação. É necessário ter o mesmo currículo escolar para todas as crianças, mas tratar cada uma de acordo com suas necessidades”.
Com o interesse de tantos profissionais em entender esse universo tão específico das pessoas com Down, os responsáveis pela especialização pretendem dar continuidade ao curso sempre que houver demanda. A coordenação ainda estuda com a Secretaria de Educação do Distrito Federal a possibilidade de oferecer bolsas parciais a professores da rede pública de ensino. A demanda por essa carreira é grande e a causa, nobre: se tratados com carinho e estimulados de maneira correta pelos cuidadores de cada especialidade, a qualidade de vida dos portadores de Down aumenta, bem como as possibilidades de progredirem profissional, acadêmica e emocionalmente.

Fique por dentro

Abordagem Interdisciplinar em Síndrome de Down
Saiba um pouco mais sobre o curso oferecido pela Faculdade JK
» É um encontro semanal, durante dois anos
» É direcionado para pessoas formadas na área de educação e saúde
» A carga horária é de 535 horas/aula, além das 100 horas de estágio supervisionado (opcional)
» A mensalidade é de R$ 685 e a matrícula, de R$ 100
» Ainda há vagas para a primeira turma, que já teve o primeiro encontro
» É possível conseguir desconto para grupos, empresas ou pela indicação de amigos para o curso
Informações: (61) 3963-9930


Garota de 7 anos de idade ajuda a fazer o parto da irmã


Com o auxílio de uma vizinha, a garota também desenrolou o cordão umbilical do pescoço da recém-nascida

A pequena estudante Lauren Burman, de 7 anos, deixou os livros de lado para ajudar não apenas no nascimento da irmã, Charley, mas, principalmente, a salvar sua vida.
Após ouvir os gritos de sua mãe, Clair, de 28 anos, que estava entrando em trabalho de parto em casa, Lauren correu para pedir socorro à vizinha, Linda, e ligar para o serviço de emergência, mas o apressado bebê já estava nascendo.
Sem médicos por perto, Lauren e Linda perceberam que o bebê tinha dificuldade para respirar porque estava com o cordão umbilical enrolado no pescoço. Calmamente, Lauren ajudou a desenrolá-lo e a limpar a boca de Charley. Segundos mais tarde, a recém-nascida suspirou e começou a respirar normalmente.
Em entrevista ao site britânico The Star, Lauren disse: “Quando Charley estiver mais velho, eu vou falar para ela como eu estava ao seu lado quando nasceu e que fui a primeira pessoa a vê-la. Vou lembrar desse dia pelo resto de minha vida. Ela é a melhor irmã que eu poderia ter.”
A mãe, orgulhosa, conta que a filha manteve a calma apesar do estresse naquele momento. “Lauren foi mais sensível do que eu, porque entrei em pânico. Ela foi fantástica e manteve a cabeça tranquila, e agradeço a Lauren por tudo ter acontecido perfeitamente”, disse. Animada, a estudante agora diz que deseja ser parteira no futuro.


Bebê de 3 meses é levado junto com carro durante furto no PR


O ladrão não teria percebido que a criança estava na cadeirinha.
Taxista perseguiu o veículo roubado e devolveu o bebê à mãe.


Um bebê de 3 meses foi levado junto com um carro roubado por volta das 8h30 desta
terça-feira (22), no bairro Xaxim, em Curitiba. Segundo a Polícia Militar, a mãe deixou a criança sentada na cadeirinha, no banco de trás, e a chave do carro na ignição, para buscar algumas fotos dentro de casa. Enquanto isso, o suspeito levou o carro, sem perceber que a criança estava no veículo.
A PM informou que a mãe ficou desesperada, chamou um táxi que passava em frente à casa, para que ele fosse, junto com ela, atrás do ladrão. O taxista avisou outros dez motoristas para ajudar a encontrar o carro roubado com a criança.
Quando os taxistas chegaram até o ladrão, foram ameaçados com uma arma. O rapaz resistiu por pouco tempo e entregou o bebê.
A criança foi devolvida à mãe e passa bem. O ladrão fugiu e, até as 11h20 desta terça (22), ainda não tinha sido preso.


Suspeito de matar criança diz que cometeu o crime por vingança


Polícia continuará buscas pelo corpo de Pâmela, desaparecida há 4 meses e meio

O suspeito de matar e esconder o corpo da menina Pâmela, de 9 anos, em Araraquara, disse em depoimento que cometeu o crime para se vingar da mãe da criança.
A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) divulgou imagens do depoimento de Deivys Gregório da Cruz Miranda, de 30 anos, preso na segunda-feira (14). A gravação foi feita durante uma acareação entre ele e a ex-namorada.
Segundo a polícia, o objetivo foi confrontar um depoimento anterior em que ele afirmava que tinha vendido a menina. Durante as gravações, porém, ele confessou como a matou. “Afogada”, disse.

O delegado pergunta qual o foi motivo do crime e ele se justifica.
Delegado: “Mas conta para ela a causa. Por quê?”.
Deivys: “Vingança”.
Delegado: “Ela te fez algum mal?”.
Deivys: “A mãe dela fez”.

O motivo da desavença entre a mãe e o suspeito seria o furto de um cachimbo de crack.

Buscas
O suspeito indicou um matagal como o lugar em que deixou o corpo de Pâmela Bianca Ezequiel da Silva. Buscas já foram feitas, mas como o mato está alto e a área alagada, o trabalho é difícil. O delegado da DIG, Jesus de Nazaré Romão, disse que as buscas vão continuar.
A Polícia Civil pretende fazer a reconstituição do crime na quarta-feira (23) para poder concluir as investigações até o final desta semana.

Desaparecimento
A menina Pâmela desapareceu na madrugada do dia 1º de outubro do ano passado. Ela estava em um bar com a mãe, que tinha pedido a Miranda, que era vizinho, para levar a filha de volta para casa. Desde então, ela nunca mais foi vista.
O suspeito chegou a ser detido dois dias depois do sumiço, mas negou envolvimento e foi solto por conta da lei Eleitoral, apesar de ter passagem por estupro e roubo.
Miranda foi localizado e detido pela polícia na segunda-feira (14), em Jaboticabal, onde utilizava falsa identidade, após cometer um roubo.


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