O consumo de crack entre crianças e adolescentes está aumentando no Brasil e a rede pública de saúde mental não tem condições de responder ao aumento da demanda. No Brasil, os 101 Centros de Atenção Psicossocial (Caps), especializados em dependência química e destinados a cuidar de pessoas de até 17 anos, não têm estrutura para atender essa população, de quase 60 milhões de crianças e adolescentes. Dados do Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) revelam que a região Sul do País é onde o consumo do entorpecente é maior. Os números mostram que 1,1% da população já usou crack pelo menos uma vez na vida – percentual maior que a média nacional, de 0,7%. Em Montenegro, no Rio Grande do Sul, 2,9% da população é usuária de crack. De acordo com o secretário estadual de saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, absolutamente nada, nos dias de hoje, é mais grave que a epidemia de crack, que ele classifica como uma “chaga social”.Estado de Minas
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