quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Avó de Sean se acha mais importante do que o pai


A decisão do presidente Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que devolve Sean, 9, ao pai, o americano David Goldman, parece ter colocado um ponto final em uma novela de cinco anos que com certeza causou dano psicológico ao garoto.
Antes da decisão de Mendes, ontem, Silvana Bianchi (foto), a avó materna, divulgou uma carta aberta ao presidente Lula com argumentos ditados pelo seu egoísmo, além da falta de desprendimento em favor do menino.
Ela disse que a “nossa formação valoriza o papel da mãe” e que, na ausência dela, é a avó que deve cuidar da criação da criança.
Ou seja, para atender egoísmo, ela cometeu a perversidade de desconsiderar a importância do pai para a formação do filho. Um papel tão importante quanto o da mãe.
O pai, é verdade, não substitui a mãe. Mas tampouco a avó.
Silvana, que também tem uma neta, disse que tirar o menino da família com a qual vive é uma desumanidade.
E impedir que o pai tenha o seu filho, não é desumanidade?
Do ponto de vista legal e do senso comum, não há nem o que discutir. Na ausência da mãe, o filho tem de conviver com o pai, não com a avó ou com qualquer outro parente.
A ida de Sean para casa do pai, nos Estados Unidos, não significa um rompimento dele com a avó. Silvana poderá visitá-lo com frequência, além de falar com ele pelo telefone e internet.
Mas isso não é o bastante. Silvana quer o Sean só para ela.


4 comentários:

  1. Não é por i...Ninguém está no dia a dia par saber.

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  2. Com certeza era dona da filha também ( se achava ).
    Essa avó está desorientada, pois deveria ter decidido tudo cedo, mas como é dona do mundo arranjou encrenca para o neto que diz adorar.
    O menino perguntou ao pai quando conseguiram se encontrar:"Por que vc demorou tanto?"
    Agora depois de tanta lavagem cerebral nem deve mais saber o que vai fazer.
    Como sempre, quem sofre?
    As crianças

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  3. Triste ver uma avó agir desta forma. Egocentrismo e desrespeito ao próprio neto.Acima de qualquer emocionalismo tentado impor pela família materna, que sabe bem como isto causa comoção entre os brasileiros, prevaleceu o direito da criança em conviver com o pai. Ainda bem!! Torço para que outros casos de ALIENAÇÃO PARENTAL tenham um desfecho semelhante.

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  4. A tristeza atinge a todos que acompanharam, mas a família brasileira não quis acordo e quis que a vontade deles prevalecesse sobre a LEI.
    Que Deus te acompanhe Sean e que você seja muito feliz ao lado de seu pai e que sua família brasileira vá visitá-lo sempre que possam.
    Eles escolheram esse caminho tortuoso.
    Você vai conseguir.
    Chega de Alienação Parental.

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