quinta-feira, 5 de novembro de 2009

MP abre inquérito contra Roger Abdelmassih para investigar práticas abusivas


SÃO PAULO - A Promotoria de Defesa do Consumidor do Ministério Público de São Paulo abriu inquérito civil contra o médico Roger Abdelmassih, 65 anos. O especialista em reprodução humana está preso na Penitenciária de Tremembé, no Vale do Paraíba, e é acuso de ter estuprado 56 pacientes que faziam tratamento com ele. O MP vai apurar práticas abusivas como promessa de gravidez, não fornecimento de contrato de prestação de serviço, restrição a exames e falta de informação sobre o material genético excedente.
O MP já havia aberto inquérito para investigar a suposta existência de um banco clandestino de óvulos e espermatozóides em sua clínica nos Jardins, em São Paulo. O objetivo é averiguar se ele adotava práticas ilegais, como uso de óvulos e espermatozóides de terceiros para engravidar clientes sem o consentimento delas.
As primeiras acusações foram feitas pelo engenheiro químico Paulo Henrique Ferraz Bastos em entrevista ao "Fantástico". Segundo Ferraz Bastos, a empresa da qual era sócio fazia pesquisas genéticas com animais, mas passou a trabalhar também com fertilidade humana quando foi contratada pelo médico.
- Me incomodava bastante o fato de uma parte das pesquisas da minha empresa veterinária ter sido deslocada para uma clínica de humanos. Quer dizer, culturas de células animais sendo trabalhadas em uma clínica humana - disse o engenheiro ao Fantástico.
O engenheiro afirmou que tinha acesso aos laboratórios da clínica, mas achava que muita coisa ali estava errada.
- Existem pesquisas na clínica do doutor Roger que são escandalosas. Por isso, eu fui contra e briguei com eles, por uma questão ética - afirmou.


2 comentários:

  1. Demorou!!!
    Cadeia pra esse safado.

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  2. Fomos enganados POR ESSE MONSTRO, e é claro que existem co-autores, membros que trabalhavam na clínica. Vamos todos nós os enganados terminar com esse centro de picaretagem de filhos. Por que não se reunirmos todos na frente da clínica e começamos a fazer justiça com as próprias mãos, vamos interromper o trabalho nocivo da mesma, para que outras pessoas não sejam prejudicadas. E se um dia o monstro for SOLTO vamos perseguí-lo e matá-lo sem piedade nenhuma, pois não existe tolerância para os crimes que ele cometeu.

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